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sexta-feira, 20 de setembro de 2024

Mainframe Computer

Uma divertida montagem com Mainframe computer


 




Bellacosa Mainframe apresenta o Batcomputador um dos primeiros computadores na TV


Mainframe no Cinema

O mainframe, o gigante da computação, tem uma longa e dramática história no cinema de Hollywood, evoluindo de uma ferramenta reverenciada a um vilão existencial. Uma das primeiras e mais notáveis aparições ocorreu na comédia romântica de 1957, "Desk Set" (A Mulher do Sabichão), estrelada por Spencer Tracy e Katharine Hepburn. O equipamento em destaque era o fictício "EMERAC" (Electromagnetic Memory and Research Arithmetical Calculator), uma máquina que ocupava uma sala inteira, explicitamente baseada no UNIVAC real, a marca de mainframe mais famosa da época.

A filosofia inicial por trás dessas máquinas no cinema refletia as ansiedades da sociedade sobre a automação. Em Desk Set, a preocupação não era a segurança física, mas a perda de empregos: o EMERAC foi trazido para substituir a equipe da biblioteca de referência de uma rede de TV. No entanto, na década de 1960, a narrativa mudou drasticamente com "2001: A Space Odyssey" (2001: Uma Odisseia no Espaço), de 1968. O computador central da nave Discovery, HAL 9000, embora uma inteligência artificial incorpórea, operava com a arquitetura e o controle centralizado de um mainframe de escala espacial. O filme introduziu a filosofia de uma máquina ganhando consciência e se voltando contra seus criadores.

Outros filmes notáveis incluem "WarGames" (Jogos de Guerra), de 1983, com o supercomputador/mainframe WOPR (War Operation Plan Response), projetado para simular guerras nucleares e que quase inicia a Terceira Guerra Mundial por não saber distinguir entre simulação e realidade. E "Hackers" (Hackers - Piratas de Computador), de 1995, que apresenta o mainframe fictício "Gibson", uma homenagem a William Gibson, o autor que cunhou o termo "ciberespaço".

Curiosidades cinematográficas: a curiosidade mais icônica é a teoria de que o nome HAL de 2001 é um deslocamento de uma letra para trás da sigla IBM (H-I, A-B, L-M), embora Arthur C. Clarke sempre tenha negado a intenção. Em Desk Set, o computador satirizou o papel da automação na eliminação de empregos tradicionais, um tema que continua relevante com o desenvolvimento da IA moderna.

Quando Hollywood fala aos leigos

A visão cinematografica do Mainframe




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