✨ Bem-vindo ao meu espaço! ✨ Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens. Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê. Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão. Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
sábado, 31 de maio de 2025
Chegou a versão 6.5 do Cobol Mainframe
terça-feira, 27 de maio de 2025
💬 Guia Prático para Garotos Tímidos
💬 GUIA PRÁTICO DE CONVERSA E EMPATIA PARA GAROTOS TÍMIDOS (versão 2025)
👦 Introdução – O problema não é você. É o “mundo pós-like”.
Ser tímido em 2025 é mais comum do que parece.
O problema é que as redes sociais criaram uma cultura de performance: todo mundo parece confiante, bonito e interessante — menos você.
Mas é ilusão. Por trás das telas, 90% das pessoas têm medo de não serem aceitas.
O segredo não é vencer a timidez. É usar a timidez como força, com calma, humor e autenticidade.
🌱 1. Comece sendo bom com as pessoas, não “com garotas”
Antes de pensar em namoro, treine a arte da conversa leve:
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Puxe papo com colegas sobre algo simples (música, séries, jogos, esportes).
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Observe as pessoas — o que elas gostam, o que as faz rir.
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Seja gentil, mas sem parecer que quer algo em troca.
👉 Treino prático:
Durante o dia, tente dizer “oi” para três pessoas diferentes — colegas, atendentes, professores.
É um pequeno treino para destravar o cérebro social.
💭 2. Entenda o novo “código” das garotas
As garotas de hoje:
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Não gostam de cantadas, mas valorizam atenção verdadeira.
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Notam quem ouve, não quem fala mais.
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Querem respeito, mas também humor — sem forçar.
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E, acima de tudo, sentem quando alguém está tentando ser algo que não é.
👉 Dica:
Não tente “impressionar”.
Tente conectar. Uma frase sincera vale mais do que 10 piadas ensaiadas.
💡 3. Use o poder do interesse genuíno
Quer parecer confiante? Mostre curiosidade.
Pergunte sobre algo que ela comentou, mostre que você ouviu — é raro hoje em dia.
Exemplo:
“Vi que você gosta de tal série — vale a pena? Eu tô procurando algo novo pra ver.”
Simples, educado, e abre espaço pra conversa.
👉 Evite: comentários sobre aparência.
O mundo já faz isso demais. Se você for diferente, vai se destacar.
🎮 4. A timidez pode ser charme
Parece brincadeira, mas é verdade: garotas notam quando um cara é sincero e um pouco retraído — isso transmite calma e segurança.
A diferença é não deixar o medo travar.
Se ela falar algo, responda.
Não planeje frases, responda com naturalidade, mesmo que seja simples.
Exemplo:
Ela: “Eu adoro tal música.”
Você: “Sério? Eu ainda não ouvi, mas agora fiquei curioso.”
Não é sobre “parecer interessante”. É sobre estar presente.
🧭 5. Rejeição não é fracasso
Ser rejeitado faz parte — e acontece com todo mundo, até com os mais “populares”.
O que te define é como você lida com o não.
Sorria, agradeça, siga em frente.
Isso mostra maturidade, e acredite: maturidade atrai.
⚙️ 6. Dicas práticas de 2025
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Evite exagerar no digital. Um “oi” no Instagram é ok, mas não insista se não houver resposta.
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Fotos naturais > poses forçadas. Mostre quem você é de verdade.
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Higiene, roupa limpa, sorriso discreto. Sim, ainda é o básico que funciona.
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Seja o cara tranquilo, não o desesperado. O mundo tá cheio de ansiedade. Seja o oposto: calma é poder.
❤️ 7. O segredo final
Você não precisa de frases prontas.
Precisa gostar de quem você é — o resto vem naturalmente.
Garotas se conectam com gente de verdade, não com personagens.
Seja educado, curioso e gentil.
No fim, quem é você quando ninguém está olhando… é o que realmente conquista.
segunda-feira, 26 de maio de 2025
O que mudou na paquera de 2025
🧠 1. As regras sociais mudaram — e muito
Nos anos 80, 90 e até início dos 2000, o flerte era algo espontâneo, com interações presenciais e uma cultura de “conhecer alguém” em festas, escola ou amigos em comum.
Hoje, as relações começam (e terminam) digitalmente. A rede social é o “cartão de visita” — aparência, postura e até posicionamento social contam. A garota de 2025 cresceu conectada, mais consciente das questões de gênero, assédio e respeito, e muitas vezes mais seletiva e defensiva por conta da exposição constante.
O “oi” que funcionava no passado, hoje pode soar invasivo se feito fora de contexto digital.
💬 2. As garotas estão mais seguras… mas também mais pressionadas
Elas cresceram ouvindo sobre empoderamento feminino, corpo positivo e independência emocional — o que é ótimo. Mas junto disso, há uma pressão imensa por imagem, status e aprovação nas redes.
Então, elas parecem mais inacessíveis, mas muitas também se sentem inseguras e cobradas. O resultado é uma postura mais “fechada” no contato social, para evitar julgamentos ou vulnerabilidade.
🧍♂️ 3. Os garotos, em contrapartida, perderam espaço para errar
No seu tempo, um erro numa abordagem era esquecido no dia seguinte. Hoje, um comentário mal interpretado pode virar meme, print ou chacota. Isso cria um medo real de se expor.
Por isso, os meninos tímidos — como seu filho — se retraem ainda mais. Eles preferem não tentar do que correr o risco de “errar”.
❤️ 4. Mas a essência ainda é a mesma
Apesar de toda essa revolução digital, o coração humano continua igual. Todos ainda buscam conexão, acolhimento, risadas e sentir-se visto.
Seu filho não precisa “virar um sedutor” — precisa apenas aprender a se comunicar com autenticidade e respeito, entendendo o novo contexto.
🧭 5. Como você pode ajudá-lo
Algumas ideias práticas e modernas que você pode transmitir:
-
Não foque em “pegar garotas”, e sim em conversar bem com pessoas. A empatia vem antes do romance.
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Ajude-o a desenvolver hobbies sociais — esportes, música, programação, arte, voluntariado. A paixão por algo gera confiança e atrai naturalmente.
-
Explique que o “não” não é rejeição pessoal, e sim parte natural da vida.
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Incentive-o a sair do mundo digital — encontros presenciais ainda são onde o vínculo real acontece.
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E o mais importante: mostre que ser tímido não é defeito. É só um jeito diferente de viver as emoções.
domingo, 25 de maio de 2025
🤖 A IA do Guia do Mochileiro das Galáxias
| Bellacosa Mainframe apresenta a IA e o Deep Trought do Guia do Mochileiro das Galaxias |
🤖 A IA do Guia do Mochileiro das Galáxias
Buzzwords, Deep Thought, mainframes e o déjà-vu tecnológico
(ao estilo Bellacosa Mainframe)
Se existe um livro que todo mainframer, mesmo sem saber, já leu em espírito, esse livro é O Guia do Mochileiro das Galáxias. Não é só ficção científica. É documentação técnica disfarçada de humor britânico, escrita por alguém que claramente já sofreu com sistemas, respostas inúteis e gestores fascinados por palavras da moda.
Douglas Adams não escreveu sobre IA como promessa. Ele escreveu sobre IA como espelho da humanidade. E isso, meus caros, é muito mais perigoso.
🧠 Deep Thought: a primeira IA corporativa da história
Vamos começar pelo elefante na sala: Deep Thought.
Deep Thought é apresentado como a maior e mais poderosa IA já criada. Seu propósito? Responder a Pergunta Fundamental sobre a Vida, o Universo e Tudo Mais.
Soa familiar?
Troque isso por:
“IA estratégica”
“Plataforma cognitiva”
“Modelo fundacional”
“IA generativa corporativa”
…e você tem exatamente o mesmo pitch que vemos hoje.
O problema?
Ninguém sabia qual era a pergunta.
E aqui está o primeiro tapa de luva de pelica de Douglas Adams:
👉 não adianta ter a resposta se você não sabe formular o problema.
Todo mainframer entende isso.
Já viu batch rodando perfeitamente… processando dado errado?
🔢 A resposta é 42: quando a IA entrega o que foi pedido (não o que era necessário)
Depois de 7,5 milhões de anos de processamento (tempo típico de projeto estratégico mal definido), Deep Thought entrega sua resposta:
42
A reação? Frustração, raiva, incredulidade.
Mas Deep Thought não errou. Ele foi preciso. Ele entregou exatamente aquilo que foi solicitado.
Isso é IA raiz.
Paralelo com hoje
Modelos de IA atuais respondem estatisticamente
Eles não entendem contexto humano
Eles não questionam objetivos
Eles não dizem “isso não faz sentido”
Assim como Deep Thought, a IA moderna não pensa. Ela executa.
E aqui entra o olhar mainframe:
IA sem governança é só um batch muito rápido rodando no dataset errado.
🖥️ A Terra como computador: Sysplex biológico mal documentado
Quando Deep Thought percebe a falha, ele propõe algo genial (e aterrador):
Criar um computador ainda maior para descobrir qual é a pergunta.
Esse computador é… a Terra.
A Terra, no universo de Adams, é:
Um sistema distribuído
Com bilhões de “processos” (humanos)
Rodando em paralelo
Sem documentação
Sem versionamento
Sem plano de rollback
Ou seja:
👉 um Sysplex sem manual, sem RACF e com usuários root soltos.
Qualquer mainframer sente o calafrio.
🤯 IA hoje: Deep Thought com GPU e marketing agressivo
Avança para 2020+.
Temos:
LLMs
Transformers
GPUs
Cloud infinita
Dashboards lindos
E apresentações cheias de buzzwords
Mas no fundo?
🔁 O mesmo ciclo:
Não sabemos exatamente o problema
Jogamos IA em cima
Ficamos impressionados com respostas
Descobrimos limitações
Criamos mais buzzwords
Douglas Adams já avisava:
quanto mais poderosa a máquina, maior a ilusão de que ela sabe o que está fazendo.
🧩 Buzzword: o verdadeiro vilão da história
Agora vamos ao ponto que dói.
Buzzword é o Vogon corporativo
No Guia, os Vogons são burocratas que:
Falam difícil
Criam regras sem sentido
Não se importam com impacto
Executam ordens cegamente
Troque Vogon por:
Evangelista de IA
Consultoria PowerPoint
Influencer tech
“Especialista” de LinkedIn
Buzzwords são:
“IA cognitiva”
“Inteligência autônoma”
“Consciência artificial”
“IA que pensa”
Tudo isso é… poesia Vogon.
Mainframers sabem:
Tecnologia boa não precisa de adjetivo. Ela funciona.
🧮 Mainframe x IA: quem realmente pensa?
Aqui entra um ponto impopular.
O mainframe nunca prometeu pensar.
Ele promete:
Consistência
Confiabilidade
Previsibilidade
Segurança
Escala
Já a IA moderna promete:
Criatividade
Inteligência
Autonomia
Decisão
Substituição humana
Quem está sendo honesto?
Deep Thought nunca fingiu ser humano.
Ele apenas executou sua função com perfeição lógica.
🎌 Anime, IA e o mesmo dilema filosófico
Para quem gosta de anime, o paralelo é imediato:
Ghost in the Shell: o que é consciência?
Serial Experiments Lain: onde termina o humano?
Psycho-Pass: quem decide o que é correto?
Evangelion: sistemas gigantes controlados por humanos quebrados
Douglas Adams estava falando da mesma coisa, só que rindo.
🛠️ O papel do humano: operador, não espectador
No mundo do Guia, o problema nunca foi a IA.
Foi:
Expectativa errada
Pergunta mal formulada
Transferência de responsabilidade
Fascínio cego por tecnologia
Isso é assustadoramente atual.
IA não substitui:
Arquitetura
Análise
Ética
Experiência
Contexto
Ela amplifica — para o bem ou para o mal.
☕ Conclusão: sempre leve uma toalha (e um manual técnico)
O Guia do Mochileiro das Galáxias não é contra tecnologia.
Ele é contra fé cega em tecnologia.
Como mainframers, aprendemos cedo:
Leia o manual
Entenda o sistema
Desconfie de promessas mágicas
Teste, valide, audite
E como fãs de anime, sabemos:
Toda IA poderosa revela mais sobre o humano do que sobre si mesma
Deep Thought não falhou.
Nós falhamos ao esperar que ele resolvesse nossa bagunça existencial.
No fim, a maior lição de Adams é simples e cruel:
Não é a IA que precisa evoluir. Somos nós.
E enquanto isso, cuidado com os buzzwords.
Eles costumam chegar antes da demolição do planeta.
🧠🚀☕
quinta-feira, 15 de maio de 2025
🔥 CICS Mainframe — As Últimas Grandes Releases (Linha do Tempo Mítica)
🔥 CICS Mainframe — As Últimas Grandes Releases (Linha do Tempo Mítica)
Nota: a IBM evolui o CICS através de releases principais (major), com novidades, foco em produtividade, segurança e modernização contínua. Este índice usa datas de general availability históricas e o que cada versão trouxe de mais bacana, junto com curiosidades e contexto técnico.
🧠 Como ler este índice Bellacosa
Cada item abaixo tem:
✔ Versão e versão legível
✔ Data de lançamento (GA / Generally Available)
✔ Fim do ciclo de suporte (quando aplicável)
✔ Principais novidades
✔ Comentários Bellacosa
🔟 1) CICS Transaction Server for z/OS 5.1
📅 GA: ~3 out 2012
📌 Fim de Vida: já fora de serviço
✨ Principais novidades: foco em eficiência operacional e service agility — foi grande passo para integração com padrões web e automação.
💬 Bellacosa comenta: primeira versão que rompeu claramente com legado puro, abrindo portas para aplicativos modernos.
2) CICS TS 5.2
📅 GA: 7 abr 2014
📌 Fim de Vida: fora de serviço
✨ Novidades: melhorias em SOA, JSON e REST, suporte a mobilidade e service delivery.
💬 Coffeelore: a galera bancária vibrou — finalmente dava pra integrar com apps modernos sem sacrificar velocidade.
3) CICS TS 5.3
📅 GA: 5 out 2015
📌 Fim de Vida: 31 dez 2021
✨ Novidades: DevOps no mainstream, métricas expandidas, simplicidade de gestão e segurança mais firme.
🐣 Easteregg: a versão que “pegou fogo” por incluir mais de 300 pedidos de clientes!
4) CICS TS 5.4
📅 GA: 16 mai 2017
📌 Fim de Vida: 31 dez 2023
✨ Novidades: Mixed language app-serving, APIs assíncronas potentes, gestão dinâmica e MQ ampliado.
💬 Bellacosa talk: começou a se parecer com um app server corporativo moderno.
5) CICS TS 5.5
📅 GA: 2 out 2018
📌 Fim de Vida: 30 set 2025 (planejado para z/OS?)
✨ Novidades: Suporte a Node.js, GraphQL API, melhor CICS Explorer e segurança.
🔎 Curiosidade: primeira versão com foco explícito em modern workloads (JavaScript e Node).
6) CICS TS 5.6
📅 GA: 12 jun 2020
📌 Fim de Vida: não listado (suporte atual até pelo menos 2025)
✨ Novidades: Experiência do dev, melhorias de resiliência, segurança e gerenciamento.
💬 Bellacosa: aqui o “desenvolvedor CICS” começou a cantar alto — Maven, Spring Boot ligando nativo.
7) CICS TS 6.1
📅 GA: 5 abr 2022
📌 Fim de Vida: não anunciado
✨ Novidades: Produtividade de dev, segurança e gestão modernizada.
📌 Bellacosa insight: versão guardiã — preparou base para zero trust e infra crítica.
8) CICS TS 6.2
📅 GA: 14 jun 2024
📌 Fim de Vida: 30 set 2025
✨ Novidades:
-
Suporte Java 17
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Node.js 18
-
Contêiner e produtividade
-
Segurança e conformidade reforçada
-
Threadsafe data reads
-
Policy extensões
🎉 Easteregg: CAFC já tinha day-one support no mesmo dia em 2024!
9) CICS TS 6.3
📅 GA: 05 set 2025 (confirmado)
📌 Fim de Vida: prevista ~2027/2028, sujeito a IBM SAP policy
✨ Novidades anunciadas:
-
OpenTelemetry distributed tracing
-
Observabilidade e configuração simplificada
-
AI agent ready
-
Java 21, Jakarta EE 10, MicroProfile 6
-
VS Code dev experience
-
Mais segurança Zero Trust
-
Políticas enriquecidas e TLS extendido
🚀 Bellacosa Spoiler: esta versão é a carta na manga para times que querem CICS moderno de verdade.
🧾 Releases “Ancestrais” (meramente contexto)
Antes da série 5.* e 6.*, houve clássicos que ainda ecoam:
-
CICS TS V3.1 / V3.2 — base sólida de integração e performance nos anos 2000
-
CICS TS V2.x série — primeira expansão empresarial no início dos anos 2000
-
E claro, versões históricas de OS/390 que definiram o padrão corporativo.
🧠 Linha do tempo Bellacosa (Resumo de Open e End of Life)
| Versão | GA | End of Life / EOS | Destaque |
|---|---|---|---|
| 5.1 | 2012 | EoS passado | Agilidade operacional |
| 5.2 | 2014 | EoS passado | SOA / JSON / mobile |
| 5.3 | 2015 | 2021 | DevOps e métricas |
| 5.4 | 2017 | 2023 | Mixed-language & async |
| 5.5 | 2018 | 2025+ | Node.js & GraphQL |
| 5.6 | 2020 | suporte | Dev + Resiliência |
| 6.1 | 2022 | suporte | Produtividade & segurança |
| 6.2 | 2024 | 2025 | Modern app support |
| 6.3 | 2025 | futuro | Observability & AI readiness |
(EOS = End of Service; marcas com * estarão no manual oficial IBM Lifecycle)
🎓 Bellacosa Insights & Eastereggs
☕ CICS nunca morre: a cada release, CICS não “recomeça”, ele amplia — ampliando suporte a linguagens modernas, contêineres e infra corporativa.
🐣 Dev-centric shift: CICS TS 5.5+ foi a transição de “sistema OLTP puro” para plataforma de desenvolvimento moderna.
🧠 Continuous delivery: além dos grandes marcos, IBM injeta capacidades via APAR e continuous delivery entre versões.
🚀 Conclusão Bellacosa
CICS segue vivo e evoluindo com:
✨ Modernização para nuvem e contêiner
🔐 Segurança Zero Trust
📊 Observabilidade distribuída (OpenTelemetry)
🛠️ Experiência de desenvolvimento integrada (VS Code)
🔥 Lição de casa: dominar CICS TS não é conhecer versões — mas saber o que cada release habilita em arquitetura, dev experience e operações.

