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quinta-feira, 30 de junho de 2016

A alegria da torcia durante o jogo

Palmeiras X Figueirense


A torcida canta e vibra, o jogo estava muito fácil, mais para uma exibição amistosa do que um jogo de campeonato.



Casa cheia e uma bela exibição com quatro gols e poucas faltas graves, apenas uns aconchegos entre os jogadores, inclusive no intervalo vimos o porcogivel voando pelo gramado. Pena que a distancia a filmagem nao ficou  legal.

Agora sintam o clima, ouvindo a torcida vibrar e o estadio tremer.

Palmeiras e o brado de guerra

A torcida alvi-verde expressa seu triunfo.


Imagine uma turba feliz e contente, após seu time assumir a liderança do campeonato com um diferença de 3 pontos e ainda golear um adversário numa partida.



A alegria corria solta pelos corredores do Arena Parque, a casa do Palmeiras toda reformada, na saida do jogo os quase 35000 torcedores gritavam e bradavam.

Seus gritos vibravam e ecoavam pelos corredores, o eco amplificava e a acústica perfeita aumentava ainda mais a emoção dos gritos.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Transformers no game

Final de tarde e a humanidade esta em perigo.


Somente o formiga e a Ju podem salvar a terra dos autobots, cada um pega sua arma e com a ajuda dos Transformers iniciam uma luta sem precedentes.



Tiros e explosoes para todos os lados, a duvida q persiste sera que estes dois iram sobreviver por mais que dois 2 minutos?

Trenzinho e mini ferrovia no Iguatemi

Um  programa em família no shopping Iguatemi de Jundiai.


Este shopping tem investido pesado nas atraçoes culturais. Desta vez foi uma fazendinha com diversos atractivos para as crianças.



Inicia-se com uma carroça para tirar foto, posteriormente tem uma mini ferrovia que circula por um campo repleto de surpresas, que vai instigar a imaginação dos pequeninos.

Esquilos peraltas, vaquinhas simpáticas, moinho de vento e diversas peças saídas directo da fazenda.

Na outra parte da atracção com jogos interactivos, temos jogos de argolas e pescaria.

Trenzinho no shopping Iguatemi de Jundiai

O formiga faz seu primeiro filme.


Neste passeio ate o shopping Iguatemi, o formiga fez sua primeira filmagem, a bordo do trenzinho divertido da fazenda.



Ele filmou o cenário, enquanto o trenzinho dava suas voltas. prestou bem atenção nos detalhes todos.

Realmente este centro comercial tem investido bem em atraçoes,  cada visita uma surpresa. Vejam esta pequena fazenda, tem animais espalhados pelo cenário, ponte de ferro, moinho de vento americano.

domingo, 26 de junho de 2016

Uma bolinha de pelo timida

Este cachorrinho é uma graça.


Final de festa e o caozinho esta cansado de tanta bagunça, nada como relaxar no sofa, mas como sempre aparece o chato da camera.



O pobrezinho quer fugir,  mas nao tem jeito foi apanhado e então vamos participar da farra...  claro q ele adora um carinho e fica todo derretido com o carinho.

domingo, 19 de junho de 2016

SP 70 e seu longo tunel

Indo para Taubate pela Carvalho Pinto.


Para aqueles que curtem viajar... não existe prazer maior que entrar num túnel. Eu ainda sou da época em que a rapaziada buzinava só para fazer eco.

Este túnel moderno e longo na SP 70 torna a viagem mais divertida, pois permite visualizar coisas diferentes entrando no coração da montanha.



Pena que o audio ficou horrível, mas queria ter gravado o som dos motores no túnel e no fim foi apenas o vento.

sábado, 18 de junho de 2016

Uma volta pelo centro de Campos de Jordao

Um belo dia de inverno.


Acompanhando os caminhos de ferro e vendo a paisagem com as casinhas típicas, o movimento anormal de turistas, muitas motos pelas ruas.



Ouvindo o roncar dos motores e uma musica disco na radio e apreciando a paisagem urbana.

O carro lentamente avançando naquele fua de transito, confusao de turistas.

SP 123 Subindo a Serra

Estamos subindo a serra da Mantiqueira


Esta um dia muito frio, porem com sol e céu limpo, la fora o termómetro marca 11 graus... mas esta uma delicia, vcs nem imaginam como a estrada estava boa.



Com a aproximação da temporada de inverno, o asfalto estava todo bonitinho com remendos bens feitos e sem buracos... as áreas de potes e muretas estavam pintadas em branco.

E o tráfego esta constante com muitas mas muitas motos mesmo... o pessoal aproveitou para bater perna.

Este video mostra um pequeno percurso para matarem a curiosidade desta estrada tao bela.

BR 383 de Quiririm ate Campos do Jordao

Estrada coringa SP123 ou BR383


Um pouco confusa a nomenclatura das estradas... mas esta estradinha é federal então tem prefixo BR, mas também estadual e então ja viu SP tbm...



Aqui neste trecho estamos numa região mais plana, podemos ver os montes e colinas, porem não temos grandes aclives, apenas estrada sinuosa e estreita, bem típica dos anos 50.

Gostoso para curtir um final de semana a grande, boa viagem, boa companhia e bom tempo. Tripice qualidades e o pretinho como sempre se dando bem na estrada.

O portal de acesso para Campos do Jordão

Entrando na bela cidade de Campos do Jordão.


De uma cidade perdida no alto da Serra, cheia de hospitais para tuberculosos, para uma cidade cheia de encanto e charme.



Destino de endinheirados para curtir o frio da serra, paisagens europeias no estado de São Paulo, muito requinte e sofisticação nos diversos points existentes aqui.

Este inverno começou bem muito frio com tempo bom, céu azul ideal para passeios pela cidade.

BR 383 Subindo a serra

Um túnel em meio a serra.


Curioso que o quotidiano nos faz deixar de prestar atenção nas coisas normais, estáticas e acabamos não nos apercebendo das belezas que nos cercam.



Olhar pela janela do carro em movimento, ver a serra a estrada e seus pequenos detalhes. Túneis e muretas, abismos e encostas.

São tantas coisas para apreciar e as vezes viajamos em tão alta velocidade que nem nos apercebemos destes detalhes.

BR 283 A vista maravilhosa da Serra da Mantiigueira

Subindo a Serra da Mantiqueira


Subindo a Serra, na estrada e aproveitando ao máximo a vista maravilhosa do Vale do Paraíba, passamos por tantas belezas, estamos curtindo este dia maravilhoso.



Frio mas com céu azul, passamos no Quiririm, Rio Paraíba, Tremembé, começamos a subir a Serra rumo a Campos do Jordão e a vista nos maravilha com a beleza.

Um pedaço intocado com toda a beleza das Auracarias, árvores nativas e natureza. Cortada pela estrada que sobe sem parar rumo  a Campos... e que visao temos, sentir o ar puro das montanhas, a beleza dos campos e fazendas.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

COBOL no Apple II : Quando um Programador COBOL Descobre que DevOps Já Existia em 1982... Só Ainda Não Tinha Recebido um Nome Bonito para Colocar no LinkedIn

 

Bellacosa Mainframe e o Cobol no Apple II

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

COBOL no Apple II sem Mistérios

Quando um Programador COBOL Descobre que DevOps Já Existia em 1982... Só Ainda Não Tinha Recebido um Nome Bonito para Colocar no LinkedIn

"And now for something completely different..."

Imagine a cena.

Ano de 1982.

Você é um jovem programador COBOL.

Usa gravata.

A manga da camisa está dobrada.

Existe um cinzeiro ao lado do terminal.

O café parece petróleo refinado.

O computador custa o equivalente ao PIB de um pequeno reino medieval.

Para compilar um programa...

...você praticamente precisa pedir autorização ao sacerdote do CPD.

Então aparece uma propaganda dizendo:

NO MORE WAITING.

("Chega de esperar.")

Nesse momento um engenheiro da IBM provavelmente derrubou o café.

Outro da Burroughs fingiu que não viu.

Um gerente da Honeywell começou a suar.

E um executivo da Micro Focus abriu uma garrafa de champanhe.

Porque aquela propaganda anunciava algo que mudaria completamente a forma de desenvolver sistemas comerciais.

Não.

Não era a chegada da Inteligência Artificial.

Nem do Cloud.

Nem do Kubernetes.

Era algo muito mais revolucionário.

Você podia compilar COBOL sentado na própria mesa.

Hoje isso parece ridiculamente normal.

Naquela época parecia magia negra.

Ou pior...

parecia concorrência.


Bellacosa Mainframe e o anuncio do Cobol para o Apple II

Antes de existir DevOps...

Existia EsperOps

O jovem programador de hoje reclama quando uma pipeline demora cinco minutos.

Cinco.

Minutos.

Em 1982...

cinco minutos era o tempo necessário apenas para encontrar o operador responsável pela fila de compilação.

Depois vinha:

  • esperar liberar a CPU

  • esperar o compilador

  • esperar o Link Edit

  • esperar gerar o Load Module

  • esperar alguém descobrir que você esqueceu um ponto final.

Imagine atravessar um oceano inteiro para descobrir que escreveu:

MOVE TOTAL TO VALOR

em vez de

MOVE TOTAL TO VALOR.

Volte amanhã.

Obrigado.

Próximo.


Hoje reclamamos porque o Jenkins ficou amarelo.

Naquela época...

o próprio programador ficava amarelo.


O verdadeiro significado de "No More Waiting"

O título da propaganda é brilhante.

Não vende COBOL.

Não vende Apple.

Não vende Micro Focus.

Vende...

tempo.

Toda tecnologia que realmente muda o mundo faz exatamente isso.

Ela devolve tempo ao ser humano.

A locomotiva devolveu tempo.

O avião devolveu tempo.

A Internet devolveu tempo.

O compilador local devolveu tempo.

Parece pouca coisa.

Mas não era.


O Apple II

Vamos falar desse pequeno herói improvável.

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Hoje olhamos para ele e pensamos:

"Que gracinha."

Mas em 1982...

era praticamente uma estação espacial.

Possuía incríveis...

48 KB.

Ou 64 KB.

Repita comigo.

Kilo.

Não Mega.

Muito menos Giga.

Nem Tera.

Kilo.

Hoje um emoji animado ocupa mais memória.


Mesmo assim...

ele conseguia desenvolver software bancário.

Pense nisso.


O preconceito contra micros

O anúncio diz:

"Agora você pode criar aplicações comerciais sérias."

Traduzindo para o português corporativo:

"Não, seu diretor... isso não é um videogame."

Naquela época existia uma ideia quase religiosa.

Mainframe era sério.

Microcomputador era brinquedo.

Era como dizer hoje:

"Vamos colocar o PIX para rodar num Raspberry Pi."

A primeira reação seria:

"...você está brincando?"


ANSI...

O Esperanto do COBOL

Uma das frases mais inteligentes da propaganda é:

COBOL é uma linguagem padrão.

Isso parece simples.

Não era.

Imagine o caos da época.

Cada fabricante tinha seu hardware.

Seu sistema operacional.

Seu compilador.

Seu dialeto.

Seu ego.

COBOL veio com uma proposta ousada.

"Vamos todos falar praticamente a mesma língua."

Foi uma espécie de latim da informática corporativa.

Por isso tantos sistemas sobreviveram décadas.


Micro Focus percebeu algo antes de todo mundo

A IBM vendia hardware.

A Burroughs vendia hardware.

A NCR vendia hardware.

Todo mundo brigava pelo computador.

A Micro Focus fez outra pergunta.

"E se o importante não for a máquina... mas o software?"

Essa pergunta vale bilhões de dólares.

Até hoje.


FORMS-2

O Low-Code que nasceu antes do termo existir

O anúncio fala bastante do FORMS-2.

Muita gente pensa:

"Ah...

um desenhador de telas."

Não.

Muito mais.

Era praticamente um ancestral dos ambientes RAD.

Você desenhava.

Ele gerava código.

Hoje chamamos isso de:

  • Low-Code

  • No-Code

  • Model Driven Development

  • Screen Builder

  • UI Designer

Na época chamava-se apenas...

FORMS-2.

Às vezes basta mudar o marketing.


O DevOps de 1982

Agora vem a parte divertida.

Sem perceber...

essa propaganda descreve praticamente um pipeline DevOps.

Observe.

Antes:

Escreve.

Entrega.

Espera.

Compila.

Espera.

Executa.

Espera.

Corrige.

Espera.

Hoje:

Git.

Commit.

Pipeline.

Teste.

Deploy.

Pronto.

Mudou a tecnologia.

A ideia continua exatamente igual.

Eliminar espera.


Um dia na vida de um programador COBOL em 1982

Imagine.

08h00.

Você chega.

Liga o Apple II.

Ele faz "BEEP".

Você sorri.

Seu colega olha com desprezo.

— "Isso nunca vai substituir um mainframe."

09h15.

Seu programa compila.

Primeira tentativa.

Sem fila.

Sem operador.

Sem JES2.

Sem pedir autorização.

Você sorri novamente.

Seu colega começa a ficar nervoso.

11h00.

Você já corrigiu quinze bugs.

Seu amigo do CPD ainda espera a compilação.

À tarde ele finalmente recebe:

IGYPS2123-S

Descobre que esqueceu um ponto.

Volta para a fila.


Curiosidade

Muitos programadores jovens acreditam que sempre existiram IDEs.

Não.

Durante muito tempo...

o editor era praticamente um bloco de notas glorificado.

Coloração de sintaxe?

Não.

Autocomplete?

Não.

Refactoring?

Nem em sonho.

Git?

Quem?


ISAM

O avô do VSAM

Outro detalhe maravilhoso da propaganda.

Ela fala de ISAM.

Hoje pouca gente comenta isso.

Mas praticamente todo banco de dados moderno herdou alguma ideia daqueles arquivos indexados.

O conceito era simples.

Guardar informação.

Criar índices.

Buscar rapidamente.

Hoje chamamos isso de índice B-Tree.

Na época...

era simplesmente ISAM.


A caixa do software

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Observe o tamanho da embalagem.

Ela parece conter um pequeno motor V8.

Na verdade continha:

  • manuais

  • referência ANSI

  • exemplos

  • formulários

  • disquetes

  • licença

Hoje baixamos tudo em dois minutos.

Naquela época...

comprava-se software quase como quem compra uma enciclopédia.

Aliás...

era praticamente uma.


Easter Egg nº 1

A frase

"No More Waiting"

poderia perfeitamente aparecer hoje em propaganda de:

  • GitHub Actions

  • GitLab CI

  • Jenkins

  • Azure DevOps

  • OpenShift Pipelines

Apenas trocariam o Apple II por Kubernetes.

O marketing continua igual.


Easter Egg nº 2

FORMS-2 provavelmente faria enorme sucesso hoje se fosse relançado com outro nome.

Algo como:

HyperAI Quantum Cloud Enterprise Low-Code Experience Platform™

Acrescentando IA em três lugares.

Naturalmente.


Easter Egg nº 3

O Apple II possuía menos memória que uma fotografia comum enviada pelo WhatsApp.

Mesmo assim...

desenvolvia sistemas comerciais.

Isso nos obriga a fazer uma pergunta desconfortável.

Será que realmente precisamos de 32 GB de RAM para abrir um editor de texto moderno?

Ou apenas aprendemos a desperdiçar memória com mais eficiência?


O verdadeiro legado

Muita gente olha para esse anúncio e vê nostalgia.

Eu vejo outra coisa.

Vejo o nascimento de uma filosofia.

Desenvolver perto do programador.

Não perto do computador.

Hoje usamos:

VS Code.

Git.

Docker.

OpenShift.

GitHub.

Jenkins.

Zowe.

IDz.

Tudo isso segue exatamente a mesma ideia.

O computador central continua existindo.

Mas o desenvolvimento acontece localmente.

Isso começou muito antes do DevOps ganhar nome.


O humor involuntário da propaganda

Existe algo deliciosamente britânico nisso tudo.

Imagine um sketch dos Monty Python.

Um cavaleiro entra correndo no castelo gritando:

— "Tenho uma novidade extraordinária!"

Todos param.

O rei pergunta:

— "Descobriram vida em Marte?"

— "Não."

— "Construíram um computador quântico?"

— "Também não."

— "Então o que houve?"

— "Agora conseguimos compilar COBOL sem esperar três horas!"

Silêncio absoluto.

O arauto desmaia de emoção.

Um camponês começa a aplaudir.

Um monge toca sinos.

E alguém ao fundo pergunta:

— "Mas continua precisando colocar ponto final nas frases?"

Resposta:

— "Infelizmente... sim."

Fade out.


O Padawan COBOL e a Lição do Mestre

Se você está começando agora no universo COBOL, talvez olhe para essa propaganda apenas como uma peça de museu. Não caia nessa armadilha. Ela ensina algo profundamente atual: as melhores ferramentas não são, necessariamente, as que possuem mais recursos, mas as que removem atritos do trabalho diário.

A Micro Focus não prometia inteligência artificial, computação em nuvem ou interfaces holográficas. Ela prometia algo muito mais valioso: permitir que o programador escrevesse, compilasse, testasse, corrigisse e aprendesse rapidamente. Esse ciclo curto de feedback continua sendo um dos pilares da engenharia de software moderna.

Quando você abrir hoje um editor como IBM Developer for z/OS, Visual Studio Code com IBM Z Open Editor ou qualquer ambiente moderno conectado a um mainframe IBM Z, lembre-se de que essa filosofia nasceu décadas atrás, quando um pequeno Apple II ousou desafiar a ideia de que apenas computadores gigantes podiam desenvolver sistemas gigantes.

No fim das contas, o verdadeiro protagonista dessa propaganda nunca foi o Apple II, nem o COBOL, nem o FORMS-2. Foi o tempo. A maior inovação sempre foi devolver horas preciosas ao programador para que ele pudesse pensar, criar e resolver problemas, em vez de simplesmente esperar uma compilação terminar.

E talvez essa seja a maior piada de todas: quarenta anos depois, ainda perseguimos exatamente o mesmo sonho. Apenas trocamos a fila do compilador pela fila da pipeline de CI/CD. Os nomes mudaram, os computadores ficaram milhões de vezes mais rápidos, mas a eterna luta contra o tempo continua sendo o bug mais persistente da história da computação.

domingo, 12 de junho de 2016

Vivi e o santuario dos gatos

A minha irmã é seu bom coração com os animais.


A Vivi tem esse amor pelos bichanos de longa data, em sua casa que se transformou num santuário para os amigos de quatro patas.



Bichanos doentes, abandonados, maltratados, maltrapilhos, judiados, queimados e sem esperança. Ali encontram um abrigo especial.

Onde recebem carinho, amor, cuidados de saúde é um lugar para se proteger dos mal tratos. Alguns sortudos ainda conseguem uma casa de adoça.

Outros curtem seu dia junto com a gatolandia...  :) :) :)

Gato ensonado

O gato dorminhoco


Depois de bater uma chepa este gato só quer saber de dormir... não adianta nada o chato ficar ali perturbando.



Ele ate abre o olho, da uma espiadinha, mas o sono é tanto que ele não resiste e continua dormindo.

Ali de boa, cheio de preguiça e tranquilinho, cheio de preguiça enquanto é filmado.

Po meu da um sossego

...e não acontece nada de interessante.


Nosso amigo Vaguinho em busca de um video interessante bem que tenta, tenta, mas o gato ta de boa... não quer nada com nada.



Olha curioso para a camera, relaxa, espia, mas não faz nada. Fica ali paradinho descansando. O cara bem que tenta... mia... faz graça... provoca... ate que desiste.

E enfim o gato se livrou do chato e pode retornar para seu descanso sossegadinho.

Os gatos malucos da Vivi em desfile

Esses gatos são do barulho...


Imagine um santuário de gatos abandonados, maltratados, maltrapilho, que perderam o amor ao serem abandonados pelos seus donos originais. Um lugar onde se recuperam das judie-iras e malvadezas. Ganham novamente amor e vivem numa comunidade de Felinos.

Tratados com amor, recuperam seu peso, ganham carinho e convivem em harmonia... ate aparecer um louco com uma camera para filmar suas bagunças.


Um gato bem curioso

Um gato preto cheio de curiosidade


A brincadeira continua dessa vez temos um quarto cheio de gatos... com um gato pretinho bem mansinho e muito curioso que a todo momento queria pegar a camera...

Os bichanos ficaram maluquinhos com a filmagem, muita curiosidade e tentando descobrir o por que do palhaço ficar miando.


sábado, 11 de junho de 2016

Exposição de origamis no Clube Nipo

Festival Brasil Japão e uma visão pela parte cultural.


Uma das expressões artísticas mais bonitas do oriente: o Origami... desde garoto sou apaixonado por esta arte que da vida ao papel.

Iniciei com folhas arrancadas do caderno e acertadas com régua até o ponto de comprar papel para dobradura. Quando tenho a oportunidade de apreciar estes lindos trabalhos, não me contenho e volto a infância.



No clube Nipo no festival Brasil Japão teve esta pequena exposição com diversos trabalhos e aproveitei que estava no mezanino e filmei a feira oriental.

Acho pena que poucas pessoas sabem destes eventos. A exposição deste ano foi um ótimo pretexto para sair de casa e aproveitar o belo sábado.

12°. Festival Japao dança folclorica

Espantando pássaros nos campos de arroz


Uma tradicional dança japonesa, que foi criada para espantar pássaros dos campos de arroz.

Apresentada por crianças na 12° Festival do Japao no clube Nipo de Campinas, quem  adora a cultura oriental este programa foi o máximo, desde a deliciosa culinária japonesa, passando pelas artes de pintura, escultura, origamis. Ate mercado de produtos orientais.

Convido os meus amigos a visitarem e aproveitarem o máximo esta visita ao pais do Sol Nascente.


12° Festival do Japão Campinas grupo infantil

As crianças arrepiaram nas danças modernas


Um Japão mais moderno com musica pop e crianças dançando para alegria do publico presente. Coreografia bacana e roupas coloridas.

Um pequeno pedaço do Japão vivo em Campinas.



segunda-feira, 6 de junho de 2016

Mainframe History : Parte VI — Plankalkül: Quando Konrad Zuse Inventou uma Linguagem de Programação Antes de o Mundo Estar Pronto para Entendê-la

 

Bellacosa Mainframe e o outro computador z parte vi

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Muito Antes do IBM Z Existia Outro "Z"

Parte VI — Plankalkül: Quando Konrad Zuse Inventou uma Linguagem de Programação Antes de o Mundo Estar Pronto para Entendê-la

"É possível construir um computador extraordinário. Mais extraordinário ainda é imaginar como conversar com ele quando ninguém jamais havia escrito um programa."

Nas cinco primeiras partes desta série, acompanhamos Konrad Zuse transformar um apartamento em laboratório, construir o Z1, evoluir para o Z2, aperfeiçoar o conceito com o Z3 e, finalmente, levar o Z4 para a ETH Zürich, demonstrando que computadores programáveis tinham utilidade prática.

Mas existe um aspecto de sua obra que, durante décadas, permaneceu praticamente esquecido.

Talvez porque fosse avançado demais.

Talvez porque a guerra interrompeu sua divulgação.

Ou talvez porque o restante do mundo ainda estivesse preocupado em construir computadores, enquanto Zuse já pensava em algo completamente diferente.

Ele queria facilitar a vida do programador.

Pode parecer uma frase comum em 2026.

Mas estamos falando do início da década de 1940.

Nem mesmo a profissão de programador existia oficialmente.

Mesmo assim, Konrad Zuse já fazia uma pergunta extraordinária:

"Por que um ser humano deveria pensar como uma máquina para conseguir utilizá-la?"

Essa pergunta continua extremamente atual.


Antes das Linguagens Existiam Cabos

Hoje um desenvolvedor COBOL escreve algo como:

ADD VALOR-A TO VALOR-B GIVING TOTAL.

O compilador transforma essa instrução em milhares de operações internas.

No IBM Z, isso resulta em instruções de máquina extremamente eficientes.

Mas nada disso existia em 1940.

Programar significava movimentar chaves.

Alterar conexões.

Trocar cabos.

Reposicionar painéis.

Perfurar fitas.

Modificar sequências físicas de operação.

Na prática, cada novo programa alterava o próprio computador.

Era como reescrever a instalação elétrica de uma casa toda vez que alguém quisesse acender uma lâmpada diferente.

Zuse percebeu que esse caminho não escalaria.


O Nascimento do Plankalkül

Entre aproximadamente 1942 e 1945, Konrad Zuse começou a desenvolver uma notação completamente nova.

Seu nome era Plankalkül.

Traduzido livremente, algo como "Cálculo de Planos" ou "Plano de Cálculo".

Não era apenas uma linguagem.

Era praticamente uma teoria sobre programação.

Décadas antes de FORTRAN.

Décadas antes de ALGOL.

Mais de quinze anos antes de COBOL.

Enquanto boa parte do mundo ainda discutia como construir computadores, Zuse já refletia sobre como escrever algoritmos de maneira compreensível para seres humanos.


☕ Café com Naftalina

É curioso imaginar um Sysprog levando um listing COBOL para mostrar a Konrad Zuse.

Provavelmente ele não entenderia a sintaxe.

Mas reconheceria imediatamente os conceitos.

Variáveis.

Atribuições.

Sequência lógica.

Modularização.

Abstração.

Era exatamente isso que ele havia sonhado décadas antes.


Muito Além da Matemática

Naquela época, muitos acreditavam que computadores serviriam apenas para resolver equações numéricas.

Zuse discordava.

Seu Plankalkül permitia trabalhar com estruturas de dados.

Matrizes.

Registros.

Conjuntos de informações.

Operações lógicas.

Tomadas de decisão.

Em outras palavras, ele enxergava computadores manipulando informação, não apenas números.

Essa diferença parece sutil.

Na verdade, ela separa uma calculadora de um computador moderno.


Variáveis com Nome

Hoje parece natural declarar variáveis.

Em COBOL temos:

01 CLIENTE.
   05 NOME.
   05 SALDO.

Em PL/I:

DCL SALDO FIXED DECIMAL(15,2);

Em Java:

double saldo;

Mas alguém precisou imaginar esse conceito pela primeira vez.

O Plankalkül introduzia símbolos representando dados que poderiam ser reutilizados durante o algoritmo.

Hoje isso parece óbvio.

Na época era revolucionário.


Estruturas de Dados

Outro aspecto surpreendente.

Zuse compreendia que problemas complexos exigiam organização.

Não bastava armazenar valores isolados.

Era necessário agrupá-los.

Essa ideia aparece claramente em seu trabalho.

Quem programa COBOL imediatamente faz uma associação com:

  • níveis 01;

  • grupos;

  • OCCURS;

  • tabelas;

  • estruturas hierárquicas.

É evidente que COBOL não nasceu do Plankalkül.

Mas ambos compartilham uma mesma filosofia.

Representar o mundo real utilizando estruturas organizadas.


🔧 Oficina do Engenheiro

Uma linguagem de programação possui dois grandes objetivos:

  1. Expressar claramente um algoritmo para outro ser humano.

  2. Permitir que esse algoritmo seja executado por uma máquina.

Quanto melhor ela cumprir esses dois papéis, maior sua longevidade.

Talvez por isso COBOL continue absolutamente relevante mais de seis décadas depois.


Procedimentos

Outro conceito presente no Plankalkül era a divisão de problemas em partes menores.

Hoje chamamos isso de:

  • procedimentos;

  • funções;

  • métodos;

  • módulos;

  • serviços.

Todo arquiteto de software conhece essa estratégia.

Resolver um problema gigantesco dividindo-o em pequenos problemas independentes.

Konrad Zuse já fazia exatamente isso.

Muito antes da Engenharia de Software receber esse nome.


Decisões

Uma máquina precisa escolher caminhos.

Executar determinada ação.

Ou outra.

Hoje escrevemos:

IF SALDO > LIMITE
    ...
END-IF

Esse conceito também aparece nas ideias de Zuse.

Sem estruturas condicionais, computadores seriam incapazes de resolver problemas realmente interessantes.

É impressionante perceber quantos conceitos modernos já estavam presentes em seus manuscritos.


O Mundo Não Estava Preparado

Então surge uma pergunta inevitável.

Se o Plankalkül era tão avançado...

Por que ele não mudou imediatamente a história da computação?

A resposta possui várias causas.

Primeiro.

A guerra.

Grande parte dos documentos permaneceu praticamente desconhecida durante anos.

Segundo.

Havia pouquíssimos computadores capazes de executar qualquer linguagem semelhante.

Terceiro.

Os pesquisadores da época estavam preocupados com problemas muito mais imediatos.

Era necessário construir hardware confiável.

As linguagens ficariam para depois.

Quando FORTRAN surgiu na década de 1950, poucos conheciam o trabalho anterior de Zuse.

O Plankalkül só seria plenamente reconhecido décadas mais tarde.


📦 Baú do Sysprog

Nem sempre a melhor ideia vence imediatamente.

Na história da computação existem inúmeras tecnologias que chegaram cedo demais.

O Plankalkül talvez seja o exemplo mais famoso.

Era uma solução excelente para um problema que o restante do mundo ainda não havia percebido.


E o COBOL?

Chegamos ao momento que todo leitor do Bellacosa Mainframe esperava.

Existe alguma ligação entre Plankalkül e COBOL?

Diretamente, não.

O COBOL nasceu em um contexto completamente diferente, no final da década de 1950, impulsionado por Grace Hopper, pelo CODASYL e pela necessidade de criar uma linguagem voltada para aplicações comerciais.

Entretanto, ambos compartilham objetivos surpreendentemente semelhantes.

Os dois procuram afastar o programador dos detalhes internos da máquina.

Os dois valorizam clareza.

Os dois permitem representar estruturas complexas.

Os dois tratam programas como descrições de processos, e não como sequências de impulsos elétricos.

Em outras palavras.

Eles pertencem à mesma família filosófica.

A família da abstração.


O Que um Programador COBOL Aprende com Zuse?

Muito.

Talvez mais do que imagine.

Quando um desenvolvedor declara uma WORKING-STORAGE organizada.

Quando utiliza tabelas OCCURS.

Quando cria procedimentos bem definidos.

Quando separa regras de negócio da infraestrutura.

Está praticando princípios que começaram a surgir justamente nessa época.

Mudaram as linguagens.

Mudaram os compiladores.

Mudaram os processadores.

A boa engenharia permaneceu.


O Que um Sysprog Aprende?

Um Sysprog costuma enxergar compiladores apenas como ferramentas.

Mas compiladores são verdadeiras obras de engenharia.

Eles transformam ideias humanas em instruções que a CPU consegue executar.

Quanto melhor entendemos essa transformação, melhor compreendemos o funcionamento do IBM Z.

Por trás de um simples programa COBOL existe uma longa cadeia.

Código-fonte.

Análise léxica.

Análise sintática.

Código intermediário.

Otimizações.

Instruções de máquina.

Execução.

Tudo isso só existe porque alguém, décadas atrás, decidiu que programar não deveria significar movimentar fios e relés.


O Legado Invisível

Talvez o maior legado de Konrad Zuse não esteja em nenhuma máquina específica.

Nem no Z1.

Nem no Z3.

Nem no Z4.

Seu maior legado talvez seja a ideia de que computadores deveriam adaptar-se às pessoas.

E não o contrário.

Essa filosofia continua presente.

Quando utilizamos COBOL.

Quando escrevemos JCL declarativo.

Quando criamos APIs REST.

Quando descrevemos infraestrutura utilizando Ansible.

Quando perguntamos algo para uma Inteligência Artificial utilizando linguagem natural.

Cada nova camada de abstração afasta um pouco mais o ser humano da complexidade do hardware.

Konrad Zuse sonhava exatamente com isso.


O DNA do IBM Z

Um IBM z17 executa bilhões de instruções por segundo.

Possui dezenas de núcleos.

Terabytes de memória.

Criptografia embarcada.

Inferência de Inteligência Artificial.

Virtualização sofisticada.

Entretanto, um programador continua escrevendo código utilizando conceitos como:

Variáveis.

Estruturas.

Procedimentos.

Condições.

Algoritmos.

Abstrações.

Essa talvez seja a maior vitória da computação.

Quanto mais poderoso o hardware se torna, menos precisamos pensar nele.

E essa jornada começou muito antes de FORTRAN.

Muito antes de COBOL.

Muito antes de ALGOL.

Começou quando um engenheiro alemão decidiu que computadores deveriam entender melhor as pessoas.


No Próximo Café...

Até agora caminhamos ao lado de Konrad Zuse.

Mas havia outro gigante moldando silenciosamente o futuro da computação.

Enquanto Zuse criava computadores programáveis para cálculos científicos, uma empresa americana dominava governos, bancos e seguradoras com enormes máquinas eletromecânicas alimentadas por cartões perfurados.

Seu nome era IBM.

Na próxima parte responderemos uma pergunta que ainda desperta debates entre historiadores:

A IBM ignorou Konrad Zuse?

Ou será que ambos estavam resolvendo problemas completamente diferentes?

Prepare seu café.

No próximo capítulo, dois mundos finalmente se encontrarão.

O "Z" de Zuse.

E a empresa que, décadas depois, criaria o IBM Z.

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O Guia do Viajante do Tempo

Muito Antes do IBM Z Existia Outro “Z”

Viaje pelas origens da computação, conhecendo Konrad Zuse, Herman Hollerith, Tommy Flowers, John von Neumann, o Colossus, o EDVAC, o IBM System/360 e os pioneiros que construíram o caminho até o IBM Z.

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domingo, 5 de junho de 2016

Engenharia Militar : Os 10 Animes Mais Emblemáticos Sobre Engenharia Militar

 

Bellacosa Mainframe e a engenharia militar em 10 animes 

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Engenharia Militar : Os 10 Animes Mais Emblemáticos Sobre Engenharia Militar

Quando um Programador COBOL Descobre que Grandes Comandantes Pensavam Como Arquitetos de Mainframe Muito Antes da Existência dos Computadores

Introdução

Ao longo deste livro vimos que engenharia militar nunca foi apenas sobre espadas, muralhas ou canhões.

Sempre foi sobre algo muito maior.

Planejamento.

Logística.

Arquitetura.

Distribuição de recursos.

Inteligência.

Comunicação.

Continuidade.

Os japoneses sempre tiveram enorme fascínio por esses temas, e isso aparece em diversos animes. Alguns retratam guerras históricas, outros apresentam impérios fictícios, batalhas espaciais ou mundos de fantasia, mas todos compartilham uma característica: mostram que nenhuma vitória depende apenas da força. Ela nasce da engenharia, da estratégia e da capacidade de coordenar pessoas e recursos.

Para um profissional IBM Z, é surpreendente perceber como muitos desses comandantes pensam exatamente como um arquiteto de sistemas críticos: observam métricas, administram recursos limitados, criam redundâncias, protegem infraestrutura e evitam decisões impulsivas.

Pegue uma xícara de café.

Vamos conhecer dez obras que ensinam muito mais do que batalhas.


1. Legend of the Galactic Heroes (銀河英雄伝説)

Lançamento: OVA (1988–1997)

Resumo

Considerado por muitos o maior anime de estratégia militar já produzido, acompanha a guerra secular entre o Império Galáctico e a Aliança dos Planetas Livres. Em vez de focar em heróis individuais, mostra logística, política, economia, inteligência e planejamento em escala interestelar.

Principais personagens

  • Reinhard von Lohengramm

  • Yang Wen-li

  • Siegfried Kircheis

  • Paul von Oberstein

  • Oskar von Reuenthal

O que ensina sobre engenharia militar

  • Cadeia de comando

  • Logística de frotas

  • Planejamento estratégico

  • Inteligência militar

  • Gestão de recursos

  • Continuidade operacional

Analogia IBM Z

Reinhard pensa como um arquiteto corporativo.

Yang Wen-li lembra um excelente sysprog: resolve problemas com eficiência, economiza recursos e vence utilizando conhecimento em vez de força bruta.


2. Kingdom

Lançamento: 2012

Resumo

Baseado no período dos Reinos Combatentes da China, acompanha a unificação do país através de campanhas militares extremamente bem planejadas.

Personagens

  • Xin (Shin)

  • Ei Sei

  • Ou Ki

  • Ri Boku

  • Kanki

Engenharia Militar

  • Fortificações

  • Engenharia de campanha

  • Logística

  • Rotas de suprimento

  • Reconhecimento

  • Cerco

Analogia IBM Z

Cada campanha lembra um grande processamento Batch envolvendo centenas de dependências.


3. The Heroic Legend of Arslan (アルスラーン戦記)

Lançamento: 1991 (OVA) / 2015 (TV)

Resumo

Inspirado na antiga Pérsia, acompanha o jovem príncipe Arslan tentando reconstruir seu reino.

Personagens

  • Arslan

  • Daryun

  • Narsus

  • Elam

  • Gieve

Engenharia Militar

  • Construção de alianças

  • Inteligência

  • Diplomacia

  • Administração

  • Logística

Analogia IBM Z

Mostra que arquitetura não é apenas tecnologia.

É coordenação de pessoas.


4. Shoukoku no Altair

Lançamento: 2017

Resumo

Uma obra extremamente rica em geopolítica, cartografia, diplomacia e movimentação de exércitos.

Personagens

  • Mahmut

  • Khalil

  • Kyros

  • Zağanos

Engenharia Militar

  • Cartografia

  • Fortificações

  • Rotas comerciais

  • Inteligência

  • Planejamento territorial

Analogia IBM Z

Equivale ao desenho de uma arquitetura corporativa distribuída.


5. Alderamin on the Sky (Nejimaki Seirei Senki)

Lançamento: 2016

Resumo

Ikta Solork vence batalhas utilizando matemática, logística e inteligência.

Personagens

  • Ikta Solork

  • Yatorishino

  • Haroma

  • Matthew

Engenharia Militar

  • Economia de recursos

  • Logística

  • Gestão de riscos

  • Engenharia de campanha

Analogia IBM Z

Ikta lembra um especialista em WLM.

Não desperdiça CPU.

Não desperdiça soldados.


6. Gate: Jieitai Kanochi nite, Kaku Tatakaeri

Lançamento: 2015

Resumo

O Exército Japonês atravessa um portal para um mundo medieval, demonstrando como logística, engenharia e organização superam tecnologia isolada.

Personagens

  • Youji Itami

  • Rory Mercury

  • Lelei

  • Tuka

  • Pina Co Lada

Engenharia Militar

  • Cadeia logística

  • Bases avançadas

  • Engenharia de campanha

  • Inteligência

  • Comunicações

Analogia IBM Z

Integração entre sistemas legados e tecnologias modernas.


7. Vinland Saga

Lançamento: 2019

Resumo

Embora conhecido pelas batalhas vikings, apresenta excelente retrato sobre liderança, planejamento e organização militar.

Personagens

  • Thorfinn

  • Askeladd

  • Canute

  • Thorkell

Engenharia Militar

  • Estratégia

  • Moral

  • Liderança

  • Logística marítima

Analogia IBM Z

Mostra que liderança supera força bruta.


8. Grancrest Senki

Lançamento: 2018

Resumo

Diversos reinos disputam poder enquanto engenheiros militares organizam fortalezas, suprimentos e alianças.

Personagens

  • Theo Cornaro

  • Siluca

  • Villar

  • Alexis

Engenharia Militar

  • Administração de fortalezas

  • Logística

  • Planejamento

  • Diplomacia

Analogia IBM Z

Muito semelhante ao gerenciamento de múltiplos ambientes distribuídos.


9. Goblin Slayer

Lançamento: 2018

Resumo

Muito além da fantasia, Goblin Slayer mostra operações militares de pequena escala, reconhecimento, armadilhas, logística e engenharia de combate.

Personagens

  • Goblin Slayer

  • Priestess

  • High Elf Archer

  • Dwarf Shaman

  • Lizard Priest

Engenharia Militar

  • Reconhecimento

  • Cerco

  • Guerra subterrânea

  • Fortificações improvisadas

  • Controle de terreno

Analogia IBM Z

Cada missão lembra uma investigação de produção.

Primeiro entender.

Depois agir.


10. Attack on Titan (Shingeki no Kyojin)

Lançamento: 2013

Resumo

Apesar de ser lembrado pelos Titãs, a obra é também um tratado sobre engenharia de muralhas, logística, defesa urbana e administração de recursos limitados.

Personagens

  • Eren Yeager

  • Mikasa Ackerman

  • Armin Arlert

  • Erwin Smith

  • Levi Ackerman

Engenharia Militar

  • Defesa em profundidade

  • Muralhas

  • Inteligência

  • Reconhecimento

  • Gestão de crises

Analogia IBM Z

As três muralhas lembram perfeitamente o conceito de Defesa em Camadas (Defense in Depth): múltiplas barreiras de proteção, onde cada nível reduz o impacto caso o anterior seja comprometido.


Menções Honrosas

  • Valkyria Chronicles

  • Drifters

  • Code Geass

  • Record of Grancrest War

  • The Twelve Kingdoms

  • Pumpkin Scissors

  • Arpeggio of Blue Steel

  • Mobile Suit Gundam (Universal Century)

  • Saga of Tanya the Evil (Youjo Senki)

  • Crest of the Stars


O Que Esses Animes Ensinam ao Programador COBOL

Apesar de ambientados em épocas, mundos ou galáxias diferentes, todos compartilham princípios que qualquer profissional de sistemas críticos reconhece imediatamente:

  • Planejamento supera improviso.

  • Logística vence batalhas antes do primeiro combate.

  • Inteligência reduz riscos.

  • Comunicação evita desastres.

  • Disciplina mantém operações funcionando.

  • Conhecimento compartilhado fortalece equipes.

  • Infraestrutura é tão importante quanto a linha de frente.

  • Liderança consiste em proteger pessoas, não apenas alcançar objetivos.

Um arquiteto IBM Z, um Sysprog ou um desenvolvedor COBOL provavelmente encontrará nesses animes mais do que entretenimento. Encontrará estudos de caso sobre continuidade operacional, gestão de recursos, capacidade de adaptação e tomada de decisão sob pressão.


Conclusão

Quando olhamos além das espadas, dos uniformes e das batalhas, percebemos que esses animes falam da mesma missão que move a engenharia de sistemas críticos.

Nenhuma fortaleza resiste apenas por possuir muralhas altas.

Nenhum Data Center permanece disponível apenas por possuir computadores rápidos.

O verdadeiro diferencial sempre esteve nas pessoas capazes de planejar, coordenar, documentar, aprender e transmitir conhecimento.

É por isso que obras como Legend of the Galactic Heroes, Kingdom, Goblin Slayer ou Attack on Titan continuam fascinando engenheiros décadas depois de seus lançamentos. Elas mostram que a tecnologia muda, mas os princípios da boa engenharia permanecem.

Talvez seja essa a maior lição para quem trabalha com COBOL e IBM Z: cada Job executado com sucesso, cada transação concluída e cada incidente evitado representam uma pequena vitória silenciosa. Assim como nas grandes campanhas militares desses animes, o verdadeiro triunfo raramente pertence ao guerreiro mais forte.

Pertence ao engenheiro que preparou a fortaleza para resistir.

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL

Uma campanha completa sobre estratégia, logística, inteligência, segurança, liderança, continuidade, sistemas críticos, IBM Z e COBOL.

Consultar arquivo
25 documentos
2014–2016 linha histórica
IBM Z fortaleza digital
COBOL linguagem da missão
Arquivo estratégico

Um Data Center analisado como uma fortaleza em guerra

A série Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL compara castelos, exércitos, muralhas, cadeias de comando, logística, inteligência e operações militares com os ambientes IBM Z responsáveis por bancos, governos, seguros, transportes e serviços essenciais.

Cada artigo apresenta uma parte dessa arquitetura: aplicações COBOL, Jobs JCL, transações CICS, bancos Db2, filas MQ, segurança RACF, monitoramento, contingência, liderança, documentação e continuidade operacional.

Sala de operações

Índice da campanha

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Links completos da série Engenharia Militar

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  1. Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL
  2. Prólogo — O Chamado do Guardião
  3. Capítulo I — O Castelo, a Ponte e o Job que Não Podia Falhar
  4. Capítulo II — Estratégia, Operação e Tática
  5. Capítulo III — A Cadeia de Comando
  6. Capítulo IV — Logística
  7. Capítulo V — As Muralhas Invisíveis
  8. Capítulo VI — Inteligência, Reconhecimento e Espionagem
  9. Capítulo VII — A Arte da Guerra Aplicada ao Mainframe
  10. Capítulo VIII — Liderança, Moral e Disciplina
  11. Capítulo IX — Inovação, Evolução e o Futuro
  12. Capítulo X — O Legado do Engenheiro
  13. Capítulo XI — O Guardião Invisível
  14. Capítulo XII — A Fortaleza Invisível
  15. Capítulo XIII — Os Sentinelas da Madrugada
  16. Capítulo XIV — A Civilização Invisível
  17. Capítulo XV — Engenharia de Cerco
  18. Glossário IBM Z + Engenharia Militar
  19. Apêndice A — Correspondências Históricas e Técnicas
  20. Os 10 Animes Mais Emblemáticos Sobre Engenharia Militar
  21. Os 10 Animes Mais Emblemáticos Sobre Logística Militar
  22. Os 10 Animes Mais Emblemáticos Sobre Tática Militar
  23. Os 10 Animes Mais Emblemáticos Sobre Estratégia Militar
  24. Especial — Guerrilha Urbana
  25. Especial — Guerrilha no Campo e na Floresta
Bellacosa Mainframe — Arquivo de Engenharia Militar

Estratégia, disciplina, conhecimento, resiliência e continuidade aplicados aos sistemas que não podem parar.

Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988