☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Gostou do conteúdo? Ajude a manter o café quente, o COBOL compilando e o mainframe acordado. 😄
☕ Pague um café ao Bellacosa

Translate

domingo, 31 de dezembro de 2017

Formiga com medo dos cisnes da lagoa


Uma tarde no parque apreciando seus tesouros únicos.


Estamos retornando a concha acústica para o inicio do Concerto, estávamos na Caravela Portuguesa e o Formiga esta muito divertido e encantado com tantas coisas curiosas, a imaginação da criança viaja para um mundo fantástico.

Quando resolvi parar próximo a Lagoa do Taquaral para apreciar a bela e bucólica imagem do lago, o dia estava lindo bem quente, com um céu azul com poucas nuvens e as águas da lagoa estavam num verde quase turquesa.

Ao longe vejo um casal de cisnes, me aproximo e começo filmar a mais bela das aves, em seu tranquilo passeio pelas águas, o Formiguinha receoso não se aproxima e fica ao longe apreciando, preocupado com o tamanho da ave e receio de acontecer algo.

A beleza do parque do Taquaral é memorável, um lugar único que abriga diversas especies animais, neste pequeno vídeo apreciamos um casal de cisnes e pensar que tudo começou com a ideia de preservar uma fazenda da especulação imobiliária e veja o tesouro que virou. Obrigado Quércia.







sábado, 30 de dezembro de 2017

Formiga em uma visita a Caravela do Taquaral

Uma replica de uma caravela portuguesa em plena Lagoa do Taquaral.


Atenção pequenos exploradores, aqueles que querem soltar a imaginação e visitar uma replica de caravela portuguesa, estejam a vontade de subir a bordo, na lagoa do Taquaral no Parque Portugal em Campinas.

Estamos em uma tarde de domingo estamos revisitando o parque do Taquaral e um dos melhores monumentos é uma replica de caravela portuguesa, claro que historicamente não é tão precisa, os construtores tiveram uma liberdade para fazer o barco a sua vontade, as margens do lago e beirando o trilho do bonde... visitada por adultos e crianças vale a pena. pelo momento lúdico.

A Orquestra Sinfônica de Campinas em breve inciará sua apresentação, enquanto isso aproveitamos e exploramos vários pedacinhos do parque, são tantas atrações que perde-se a noção do tempo, explorando este parque e você conhece o parque? Temos diversos vídeos com varias partes do parque em versão atual e antiga.

Visite nosso canal e explore-o...


sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Herbívoros, dizia o cara: As capivaras do Taquaral



O cara tava irado e gritando herbívoros para todo lado.


Um final de semana animado no Parque de Portugal, ou mais conhecido como Parque Taquaral, temo o concerto gratuito da Orquestra Sinfônica de Campinas, enquanto aguardamos o espetáculo começar estamos andando pelo parque.

Existem tantas atrações que convido a todos visitarem e conhecerem este pulmão verde na cidade, um lugar de paz e tranquilidade para relaxar, inclusive com muita flora e fauna para os apreciadores.

Estamos falando delas as famosas capivaras que habitam o parque, são muitas que vivem as margens da lagoa, pachorrentas, tranquilas andando para la e ca, entre os diversos frequentadores do local.

Neste vídeo preste atenção ao áudio que tem um cara estressado falando dos herbívoros, relaxe e veja de pertinhos estes grandes roedores que sem predadores estão repovoando toda a região.





Brasil 2017: o ano em que o sistema continuou rodando, mas ninguém mais acreditava no output

 


Brasil 2017: o ano em que o sistema continuou rodando, mas ninguém mais acreditava no output

ao estilo bellacosa mainframe, para o El Jefe Midnight Lunch

Meu quarto ano de volta ao Brasil foi 2017. Se 2016 tinha sido recovery mode, 2017 foi aquele estágio pior: o sistema sobe, os serviços respondem, mas o usuário já não confia no resultado. Tudo funciona “mais ou menos”. E em sistemas críticos — e em países — “mais ou menos” é sinônimo de risco permanente.

Depois de doze anos na Europa, eu já não era mais um recém-chegado. Em 2017, eu já estava totalmente reabsorvido pelo ambiente. Já entendia os atalhos, os silêncios, os códigos não escritos. E talvez por isso o descalabro tenha doído mais.

Economia: rastros em vez de crescimento

A economia de 2017 não era de retomada — era de rastros. Pequenos sinais aqui e ali, estatísticas otimistas demais para quem vivia o chão da fábrica, do comércio, do escritório esvaziado. Era como ver logs dizendo “process completed successfully” enquanto o arquivo final vinha corrompido.

Empregos voltavam? Sim — mas piores, mais precários, mais frágeis. O discurso oficial falava em modernização, eficiência, flexibilidade. Para quem viveu na Europa, o contraste era brutal: lá, flexibilidade vem acompanhada de proteção. Aqui, vinha acompanhada de silêncio.

Mudanças na lei laboral foram apresentadas como upgrade. Na prática, muita gente sentiu como downgrade. Menos direitos, mais insegurança, menos previsibilidade. O sistema ficou “mais leve” porque descarregou peso no usuário final.

Previdência: quando o futuro vira variável opcional

As discussões sobre previdência em 2017 escancararam algo profundo: o futuro deixou de ser garantido. Para quem trabalhou anos fora, contribuindo religiosamente, aquilo soava como heresia sistêmica. Previdência, na Europa, é contrato de longo prazo. No Brasil, virou feature flag: pode existir hoje, pode não existir amanhã.

O cidadão comum entendeu rápido a mensagem implícita: cuide-se sozinho. O sistema não promete mais nada. Isso muda comportamento, cultura, mentalidade. Quando o futuro fica nebuloso, o presente vira campo de batalha.

Sociedade: o cansaço virou padrão

Em 2017, o cansaço deixou de ser individual e virou coletivo. Não era mais indignação, era exaustão. As pessoas não estavam menos informadas — estavam saturadas. Escândalos sucessivos, crises sobrepostas, versões conflitantes da realidade.

Era como operar um sistema que dispara alertas o tempo todo. No começo você corre. Depois você silencia alarmes. E quando silencia demais, o desastre passa despercebido.

A confiança institucional estava abaixo do mínimo operacional. Ninguém acreditava totalmente em ninguém. A política virou ruído de fundo, como um fan barulhento que você aprende a ignorar — até o dia em que ele para e tudo esquenta de vez.

Cultura: terreno fértil para extremos

É nesse vácuo que extremos prosperam. Em 2017, vi com clareza o avanço da extrema direita no Brasil. Não como caricatura, mas como sintoma. Para quem viveu na Europa, o padrão era conhecido: medo, insegurança, ressentimento, nostalgia de um passado idealizado que nunca existiu.

Quando o sistema parece injusto, alguém sempre promete apertar RESET à força. Pouca gente pergunta o que se perde nesse processo.

A cultura do diálogo foi substituída pela cultura do confronto. Complexidade virou fraqueza. Dúvida virou traição. Tudo precisava ser rápido, simples, binário. True ou false. Sem maybe.

Itatiba: a política no nível local também falha

No plano local, a decepção foi concreta. A expectativa criada em torno do prefeito de Itatiba se dissolveu rápido. Promessas não cumpridas, gestão confusa, distância da população. Para quem tinha participado do processo político em 2016, aquilo foi especialmente frustrante.

Política municipal é onde o cidadão espera ver resultado rápido. Quando falha ali, a descrença se multiplica. O sentimento era claro: se nem no município as coisas funcionam, por que funcionariam em Brasília?

Foi mais uma lição dura de mainframe: problema sistêmico não se resolve trocando apenas o operador do turno.

População: sobrevivendo sem acreditar

O povo em 2017 seguia sobrevivendo — mas já não acreditava. A esperança virou cautela. O planejamento virou curto prazo. A pergunta deixou de ser “como melhorar?” e passou a ser “como aguentar?”.

Vi gente boa desistindo de participar, desistindo de discutir, desistindo de sonhar. E isso é talvez o dano mais grave que um sistema pode causar: quando o usuário perde o desejo de interagir.

Quarto ano pós-retorno: lucidez amarga

Em 2017, eu já não romantizava mais nada. Nem o Brasil, nem a Europa. Entendi que tinha voltado para um país em transição permanente, preso entre um passado mal resolvido e um futuro mal explicado.

O sistema seguia ligado, sim. Mas com remendos, exceções, workarounds perigosos. E operadores cada vez mais ideológicos, menos técnicos.

Epílogo: lição final do ano

2017 ensinou uma verdade incômoda de qualquer ambiente crítico:
quando o sistema falha por muito tempo, o problema deixa de ser técnico e passa a ser humano.

O Brasil de 2017 não estava só quebrado economicamente.
Estava cansado.
Desconfiado.
E perigosamente aberto a soluções simples para problemas complexos.

E todo veterano de mainframe sabe:
é exatamente nesse momento que mais se precisa de calma, método e responsabilidade —
porque qualquer comando errado, executado com raiva,
pode derrubar tudo de vez.


quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Uma pequena jornada pelo centro de Londres

Bem vindos a Londres, nesta pequena volta pela cidade.


Estamos no aeroporto de Heathrow de passagem pelo território inglês, quando resolvi dar uma voltinha pela cidade, peguei o metrô e fui rumo a cidade.

Passando por diversos pontos turísticos da cidade desde a icônica Abadia de WestMinster, até o parlamento inglês e sua famosa torre com o relógio Big Ben.

Andei tanto pela cidade que vocês nem imaginam, fui até o palácio real, as cavalariças, o centro financeiro, a estação King Cross e visitei a loja do Harry Potter.

Depois andei pelas margens do Rio Tamisa, vi a roda-gigante London Eye, diversas igrejas pelo caminho, festas populares e apreciei o chafariz da National Gallerry.

Se este vídeo ter muitas views, likes e comentários, faço outro com mais fotos. Aguardo seu feedback.




quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Uma vista de Itatiba através da colina do bar do Ponto Alto

Uma cidade cheia de colinas e belas vista.


Estamos num bar badalado em ritmo de Rock: Ponto Alto de Itatiba e do alto desta colina temos uma vista privilegiada da cidade de Itatiba, este pequeno vídeo mostra o panorama da cidade com suas casas e la abaixo a várzea do Ribeirão Jacaré.

Uma visão de Itatiba fora do tradicional, pois este lado é mais residencial e com poucos atrativos turísticos, por isso aparece em poucas fotos, normalmente lugar de passagem ligando a cidade até a Rodovia Dom Pedro, próximo temos o Bairro do Cruzeiro onde forame edificadas as primeiras casas do município.

Você conhece Itatiba? Tem alguma curiosidade para partilhar conosco? Para os turistas de primeira passagem, nesta região até a década de 70 do século passado existia uma pequena cachoeira, próxima ao Moinho do Denoni uma antiga construção hoje transformada em ponto turístico da cidade.




terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Emprego: Como preparar um Curriculum Vitae, simples e objetivo.

Como fazer um curriculum vitae.


Acabou o Natal e estamos quase acabando o ano, se esta desempregado esta é a melhor hora para começar a procurar trabalho, para isso devemos preparar um bom curriculum vitae.

Neste vídeo temos algumas dicas para te ajudar a preparar um bom CV, aquele que o recrutador irá ler e verificar, por isso seja sucinto e não coloque muita informação, o menos aqui é mais.

Vivemos em tempos de crise, nada como elaborar um bom curriculum vitae para tentar uma colocação no mercado de trabalho, infelizmente são cada vez menos as oportunidades de trabalho.

Por isso você deve se destacar entre os outros concorrente, a começar pelo curriculum vitae que é seu cartão de visita, o ponto onde você irá começar a sua corrida rumo ao emprego.

Vejo o vídeo e repasse aos amigos.




segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Nossa árvore de Natal a espera do bom velhinho

Trabalho concluído nossa árvore no estilo a espera dos presentes.


Ho ho ho estamos montando nosso natal... a arvore esta concluída e agora falta outras cositas, para dar aquele toque especial ao nosso Natal, árvore enfeitada, luzes acesas e todos ansiosos pela chegada do Papai Noel.

O Natal é uma época animada e feliz, todos entram num ritmo de alegria, a espera da hora mágica da virada do dia 24 para o 25... onde os presentes são atacados e desembrulhados para a alegria dos comerciantes que nesta época faturam muito.

Em nossa casa a árvore é montada no ultimo final de semana de Novembro e envolve toda uma logística para retirar as caixas do porão, limpa-las e montar. Inclusive incluindo uma mudança no layout da sala.

E na sua casa também tem essa bagunça?


domingo, 24 de dezembro de 2017

Espirito Natalino o dia que acenderem as luzes no Telhado

O show vai começar


Ho ho ho as luzes do jardim foram acesas... e você já enfeitou sua arvore? Colocou luz no jardim e no telhado? Economizamos no horário de verão, para gastar nas luzinhas natalinas e no ar-condicionado.

Esse é nosso Natal tropical, enchemos a casa de luzinhas coloridas para animar o espirito e enfeitar nossa residência entrando no espirito natalino, todo ano é a mesma operação, vamos ao porão pegamos as caixas de bolinhas e luzes, o esqueleto da árvore que a cada ano tem menos folhas kkkkkkk

Montamos tudo deixando a casa bem animada com seus enfeites, pegamos a escada subimos ao telhado e passamos o fio e preparamos as luzinhas que durante todo o mês de dezembro ficara iluminando a rua.





sábado, 23 de dezembro de 2017

Visita a Vila Natalina no Largo do Rosário de Itatiba

Um Natal em Itatiba com sua vila Natalina


Apesar da crise e da falta de recursos para outras áreas a prefeitura de Itatiba criou uma vila de Natal com muita luz e som para animar o Natal de 2017, foi um ano difícil para o povo de Itatiba, por isso é bem vindo este desfecho de ano animado.

 Bem vindos a vila natalina de Itatiba... o largo do rosário foi o palco desta animada vila construída no centro de nossa cidade, muita luz, bonecos, casinha e uma bela árvore de Natal  eram os atrativos.

Muita gente veio ver este belo cenário, bem colorido e cheio de atrações alusivas ao Natal, casinhas e oficinas, duendes e renas, Papai Noel e uma bela árvore com milhares de luzinhas coloridas para encher o coração de alegria e esperança.

Reveja em nossos vídeos alguns momentos desta bela festa, ande com nossa câmera ao redor do cenário, veja ou reveja os detalhes e encante-se com a musica. Espero que se divirta.


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Surpresas com mais detalhes da vila natalina

Luzes e cantos natalinos surpresa na praça do Rosário.

Natal de Itatiba

Simpáticos bonecos de neve, laboriosos anões, arvores e casa do
Bom Velhinho.... Sem contar o melhor de tudo... a renas do Noelmobile que estava estacionado ao lado da praça.

Muitas luzes e o povo se divertindo tirando muitas fotos e as crianças  bagunçando com muita alegria, correndo para la e ca, entre os divertidos bonecos natalinos.

Quem visitou gostou muito, pois tinha bastante atração e as luzes deram um encanto especial. Concorda comigo? A igreja do Rosário parecia uma pintura de cenário.

Espero que tenha gostado, deixe seu joinha, comente e partilhe.


quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Uma grata surpresa a festa no Largo do Rosário

Uma voltinha pelo centro de Itatiba e encontramos uma surpresa.


Estávamos indo ao supermercado fazer umas comprinhas para a semana, quando vimos um agito e sons vindo do largo do Rosário, quando nos aproximamos vimos a igreja toda colorida com luzes de Natal.

Pelo visto este ano não houve crise, ao menos vieram verbas para comprar luzes natalinas e enfeitar todo o centro, a praça da Bandeira com sua árvore de Natal e coreto iluminado, a praça do Rosário com a igreja e uma vila repleta de casinha, luzes e bonecos.

As crianças estão se divertindo muito, centenas de selfies estão sendo tiradas e as páginas do Facebook devem estar lotadas de fotos e sorrisos, viva o Natal, época do ano em que todos os problemas são esquecidos e o povo entra no clima, gastando aquilo que tem e não tem.

Mas falemos de coisas agradáveis ficou bonito os enfeites, terá sido caro?  Olhe os outros vídeos da Vila de Natal e espero que goste.



quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Super-maquinas na Exposição de carros antigos Dez-2017

Carangas estacionadas no Parque Luis Latorre


É curioso os modismos que surgem na sociedade, a poucos anos atrás era muito difícil ver veículos antigos circulando pelas ruas de nossa cidade, exceto aqueles paus-velhos caindo de podre sem nenhuma conservação, que eram perigos sobre rodas.

De repente, aquilo que era hábito de famílias endinheiradas virou algo popular, surgiram inúmeros clubes de veículos antigos, oficinas de restauro pipocaram em todo canto e clubes de colecionadores e aficionados surgiram em toda parte.

Itatiba não poderia ficar de fora e oficialmente possui dois clubes : O Clube de Automóvel antigo e o Clube de Fuscas, que se revezam fazendo exposições, mais ou menos a cada 4 meses... ora um ora outro.

Se você gosta de carros antigos vale a pena ver os veículos expostos, sempre é possível encontrar alguma raridade, nesta visita fiquei encantado com um motor em funcionamento, veja o vídeo e diga-me a sua opinião. Deixe um like e inscreva-se em nosso canal.




terça-feira, 19 de dezembro de 2017

O delírio da criançada ao ver o Noel com o seu Noelmobile circulando pelo parque

As crianças foram a gloria, a espera valeu a pena.


Acreditem amigos apesar da longa espera, da irritação das crianças devido ao calor, assim que o bom velhinho fez a primeira pela corda de segurança. percurso a pé e tocando o sino. E seus ajudantes arremessando balas.

As crianças gritam e pulam de alegria, com sacolinhas de mercado recolhem as balas e ficam bem felizes pela bagunça, o bom velhinho faz todo o percurso e neste momento o Noelmobile e alguns carros de apoio o estão esperando.

Agora irá começar o segundo tempo, em que Noelmobile e seus auxiliares circulam pelo Parque Luís Latorre e distribuem mais doces e balas, o parque esta lotado e todos esperaram ansiosamente por este momento.

Assistam os outros vídeos do Natal 2017, tem muita coisa bacana, no blog, no Facebook, no Google Plus e Youtube, não se esqueçam de deixar o joinha, o comentário e se inscreverem em nosso canal.




segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Noelmobile e a volta das boas vindas do Papai Noel no Natal de 2017

O Noel pousou e agora vai para o Noelmobile

Este ano o Papai Noel se atrasou bastante chegando quase duas horas após o previsto, as crianças estavam impacientes, os adultos cansados e com muito calor, ao sol do meio dia, espero o helicóptero pousar.

Após o pouso um pouco mais de demora para fazer as fotografias oficiais, e ai sim, o bom velhinho primeiro a pé e tocando o sino, depois ele subiu em seu veiculo natalino e saiu para dar a volta ao campo, para saudar a todos, arremessando balas para as crianças.

Este é o ponto alto da festa, as crianças piram e ficam totalmente malucas para recolher as balas arremessadas pelo bom velhinho e seus ajudantes, o formiga como faz todos os anos se divertiu muito naquilo que se transformou em sua tradição natalina.

Assistam os outros vídeos do Natal 2017 e veja o helicóptero, as exposições e mais coisas legais. Deixe seu joinha e comentário.


domingo, 17 de dezembro de 2017

Um helicóptero lá no céu, o Papai Noel esta chegando em Itatiba

O Natal Mágico de 2017 o bom velhinho esta chegando


Em Itatiba chegou o grande dia, a tradição natalina continua a alegrar as crianças, o bom velhinho retorna a Itatiba para abrir o período festivo do Natal.... seu helicóptero sobrevoa nossa cidade trazendo o bom velhinho para fazer a alegria das crianças. 

Ao mesmo tempo uma super festa esta acontecendo no parque, exposições de viaturas policiais, carros antigos, carro de bombeiro, colecionistas e muitas barracas de gordices deliciosas. 

Mais de 8000 pessoas vieram ao parque Luis Latorre prestigiar esta festa, somente uma ressalva os organizadores deveriam respeitar o público presente e não atrasar tanto assim, afinal são crianças pequenas e os raios ultra violeta e a falta da camada de ozônio provocam queimaduras solares muito forte.

A única coisa lamentável foi o uso politico desta festa popular, os políticos da cidade invadiram o parque para fazer propaganda descarada. Deveriam pensar mais no povo e menos em politica. A Festa é do Povo para o Povo, deveriam fazer menos propaganda de politicos e dedicar-se mais em fazer uma bela festa.

Feliz Natal.


sábado, 16 de dezembro de 2017

As boas vindas de Águas de Lindoia através do seu castelinho.


Estamos indo em direção ao parque aquático Water Park de Águas de Lindoia e somos recebidos por este belo portal em formato de porta de um castelo, com duas torres, nos transportando para os montes alpinos com sua característica: telhados em duas água com 30 graus de inclinação.

Esta cidade é encantadora com seus jardins, parques e praças são muitas áreas verdes para curtir a natureza e relaxar de uma semana pesada, para aqueles que gostam de banhos termais tem o Banho Publico com águas a 28 graus e levemente radioativas, ideais para problemas de pele e reumatismo.

Seguindo para os bairros existe o Water Park com muitos tobogans e uma deliciosa piscina que foi tema de um outro vídeo. Neste parque tem um navio pirata, ponte pênsil e diversas atrações, além das piscinas.

Deixo aqui um pequeno vídeo, para aqueles que não podem viajar uma pequena amostra do belo portão de acesso em Águas de Lindoia.








sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Águas-vivas encantadoras bailando no aquário de Gênova

Dança hipnotizante das águas-vivas

Um passeio divertido e relaxante, exceto pelos turistas barulhentos, tirando os turistas que não respeitam os pobres animais em cativeiro. Apreciem a leveza e o fluir destes animais em seus tanques, algumas são até fosforescente.

A cidade de Gênova investiu bastante para ter esse parque turístico, pegaram uma zona degradada da cidade, que tinha diversos prédios abandonados ou sub-utilizados e passaram por um reenquadramento, através da demolição de alguns e reforma de outros.

O antigo porto hoje abriga um grande aquário, um navio pirata, um submarino, um museu marítimo, salas e auditórios para eventos e uma grande esplanada para caminhadas ao ar livre, convívio e diversão tanto da população local como de turistas.

O Navio Pirata Neptuno é um galeão construído para ser utilizado nas filmagens do filme Piratas de Roman Polansky de 1986, sinta-se um marinheiro espanhol caminhando sobre a proa, veja os canhões, os mastros e velas. No casco vemos diversos personagens mitológicos e enfeites entalhados a mão.

Transforme-se em marinheiro da marinha italiana e entre neste submergível militar aposentado, que se transformou num belo museu. o submarino Nazário Saulo simula todas as operações cotidiana a bordo.

Convido a assistirem este e outros vídeos que retratam a área cultural-turística do Antigo Porto de Gênova.



quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

O Publico cai na dança e participa de dança folclórica Suíça

A Festa da Tradição Suíça em Indaiatuba

Em outras postagens comentei a respeito da festa Elvetica da colônia de imigrantes Suíços de Indaiatuba, uma festa da família para a família, diferente de outros eventos culturais de nossa região, esta festa tem como objetivo reunir e manter viva a tradição dos povos elveticos que para cá emigraram.

A boa comida alpina, mesas e bancos de madeira a sombra de arvores seculares, tiro de arco, campeonato de tiro ao alvo, danças suíças e musicas tradicionais acompanhada por dançarinos folcloricos que convidaram o publico presente para participar e dançar em conjunto.

Foi um dia muito especial, onde podemos conhecer a casa sede da fazenda, a capela, os paiol, armazéns, mercadinhos e diversas casas onde habitaram os primeiros colonos. No pequeno museu trajes típicos, documentos e ferramentas de um passado longínquo 

Convido a visitarem e conhecerem um pouco mais sobre os suíços que vivem entre nós.



quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Som na caixa maestro musica na Festa de São Pedro

Itatiba amarga dura crise


Em dias idos, Itatiba foi famosa por promover boas festas e atrair multidões de turistas da região, porém nos últimos tempos, fechou-se em seu próprio umbigo e perdeu um pouco do rumo, atualmente as festas tem sido apenas para o publico interno, tendo pouco destaque na região.

Enquanto a elite não se manifestar e apertar os poderes executivos e legislativo, iremos viver dias difíceis, em que nossa cidade ficara esquecida, parada no tempo e com pouca revitalização, quem visitou a festa de São Pedro, entende o que quero dizer.

Necessitamos de um programa que eleve a cidade, coloque-a a frente de seus pares e traga mais riqueza e prosperidades, que nossas festas municipais tenham afluxo de publico de outras cidades, que tenhamos shows de estrelas e ao mesmo tempo mantenha espaço para os artistas locais.

Concorda comigo? Qual a sua opinião?


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

SP 065: Viagem sem visibilidade

Bellacosa Mainframe e a viagem sem visibilidade na SP 065

SP 065: Viagem sem visibilidade

Aventura na Rodovia Dom Pedro


Acabamos de entrar na Rodovia Dom Pedro e pegamos um trecho com baixa visibilidade com a serração bloqueando a visão.

A neblina nos obrigou a diminuir a velocidade e com isso, estamos com mais tempo para filosofar e ficar naquele papo profundo kkkkkk

Ansiosos por chegar ao litoral e com velocidade reduzida, todos os detalhes chamam atenção, desde o transito na pista contraria, até sobressaltos na pista.

A barriga roncando com fome, esperando para chegar num restaurante a beira da estrada para comermos nosso desejum, pena que neste trecho da rodovia, não existam grandes restaurantes.






Para ir mais longe nesta viagem












https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2016/03/rio-atibaia-alaga-sp-065-dom-pedro-i-no.html


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

SP 070 - Rodovia Carvalho Pinto e seus tuneis

Rumo aos túneis da SP 070


Após nossa prolongada parada no Frango Assado onde tomamos nosso café da manha, bom mas caro, podemos apreciar as varias motocicletas que estavam estacionadas ali.

Inclusive o formiguinha viu a moto do capitão América e um veiculo militar que estava ali estacionado e ansiosos para pegar estrada, partimos.

Estamos de volta a Rodovia Carvalho Pinto rumo a Caçapava e Taubaté de onde iremos prosseguir via Rodovia Tamoios rumo a Ubatuba.

Estamos a bastante tempo na estrada, saímos de Itatiba e passamos por muitos caminhos até aqui chegar, vejam os outros vídeos da viagem.

Espero que gostem de engenharia civil, pois esta estrada tem varias obras de arte: uma ponte sobre o Rio Paraíba do Sul e uma sequencia de vários tuneis.




domingo, 10 de dezembro de 2017

SP 125 Oswaldo Cruz : Saindo de Taubaté

Nossa viagem não para


Estamos saindo de Taubaté e já estamos na rodovia SP 125 Oswaldo Cruz sempre rumo a Ubatuba, curiosamente talvez por estarmos cansados e com fome, nada de excepcional aconteceu.

Todos queremos chegar logo já vão mais de 5 horas no carro, fizemos uma parada em São José dos Campos, mas o corpo e a paciente estão se esgotando.

Por acaso a coisa mais interessante foi o GPS se perder e indicar o meu do mato como se fosse uma pista, incrível por que a SP 125 existe neste trassado há de 50 anos.

Essas empresas picaretas só querem ganhar dinheiro conosco tentando vender atualizações ou mapas bugados, mas fazer o que é sempre assim somos o elo mais fraco destas transações comerciais.

Deixemos de reclamação e vamos olhar a estrada.



sábado, 9 de dezembro de 2017

Como é chegar na Colonia Elvetia pelas suas alamedas

Em busca de Elvetia.


Visitando Indaiatuba encontramos a antiga estação ferroviária central, vimos alguns belos prédios históricos, seus jardins e cuidados no bem estar da população.

Agora partimos rumo a Colônia Elvetica para prestigiarmos a Festa da Cultura e Tradição Suíça, onde vamos saborear diversos pratos da culinária alpina, conhecer a historia da imigração deste povo ao Brasil,  conhecer instrumentos musicais e trajes típicos, visitar a Fazenda, o estante de tiro, o Museu e a belíssima igreja construída na sede da fazenda.

Neste curto vídeo mostro o caminho que fizemos até chegar a Fazenda Suíça. Belas alamedas com muros altíssimos guardando condomínios que rementem ao The Walking Dead.

Veja se concordam comigo.



sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Participe de uma Festa Suíça em Indaiatuba

Bandeira ao ar


Estamos na Festa Elvética da colonia Suíça em Indaiatuba, para quem não conhece, esta foi a primeira colonia de imigrantes que vieram e se instalaram no Brasil.

Instalados em uma fazenda no município de Indaiatuba, aqui num pequeno Museu nos contam a historia dos primeiros imigrantes que aqui se estabeleceram.

Anualmente os descentes destes imigrantes fazem uma festa para resgatar a cultura deste povo, com muita comida tipica, shows de danças, musica e desfile de trajes típicos enriquecem este evento.

Neste pequeno vídeo apresento uma dança com a bandeira da Suíça, show de habilidade com a bandeira, temos a seguir trajes típicos e musica popular com banda tocando diversos instrumentos típicos dos Alpes.


Houseki no Kuni : Quando um Programador Descobre que Até um Campo de Memória Pode Perder Partes de Si Mesmo

 

Bellacosa Mainframe apresenta Houseki no Kuni

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Houseki no Kuni sem Mistérios para Programadores COBOL

Quando um Programador Descobre que Até um Campo de Memória Pode Perder Partes de Si Mesmo — e Ainda Continuar Executando

"O maior bug não é um ABEND. É esquecer quem você era antes da última alteração."


Ficha Técnica

Título original

宝石の国 (Houseki no Kuni)

Título internacional
Land of the Lustrous

Autora
Haruko Ichikawa (市川春子) (Houseki no Kuni)

Mangá

  • Publicação: 25 de outubro de 2012

  • Conclusão: 25 de abril de 2024

  • Revista: Monthly Afternoon

  • Editora: Kodansha

  • Total: 13 volumes

  • Demografia: Seinen (Wikipedia)

Anime

  • Diretor: Takahiko Kyōgoku

  • Roteiro: Toshiya Ōno

  • Estúdio: Orange

  • Exibição:

    • 7 de outubro de 2017

    • 23 de dezembro de 2017

  • Episódios: 12 (Houseki no Kuni)


Classificação

Gêneros

  • Fantasia

  • Ação

  • Drama

  • Mistério

  • Pós-apocalíptico

  • Filosófico

  • Psicológico

  • Seinen (Houseki no Kuni)


Sinopse

Milhares de anos após o desaparecimento da humanidade, a Terra tornou-se um planeta silencioso.

Não existem cidades.

Não existem países.

Não existem computadores.

Não existem seres humanos.

Apenas uma pequena comunidade de seres cristalinos conhecidos como Gemas, liderados pelo misterioso Kongō Sensei.

Enquanto isso, criaturas vindas da Lua — os Lunarians — descem constantemente para capturar essas gemas e transformá-las em joias ornamentais.

No centro da história está Phosphophyllite (Phos), a gema mais frágil de todas.

Sua dureza é apenas 3,5 na escala de Mohs.

Ela não serve para lutar.

Não serve para patrulhar.

Não serve para mineração.

Não serve para praticamente nada.

E justamente por isso inicia uma jornada que mudará completamente aquele mundo.


O Studio Orange

Se existe um estúdio que mudou a opinião do público sobre CGI em anime, esse estúdio é o Orange.

Antes de Houseki no Kuni, CGI em anime normalmente era associado a:

  • movimentos robóticos;

  • personagens artificiais;

  • expressões limitadas.

Orange fez exatamente o contrário.

Criou:

  • cabelos translúcidos;

  • reflexos cristalinos;

  • iluminação física;

  • animação extremamente fluida.

Até hoje muitos consideram Houseki no Kuni um dos melhores exemplos de CGI para televisão. A recepção entre fãs frequentemente destaca justamente como o 3D foi usado para valorizar a obra, e não apenas reduzir custos. (Reddit)


O que torna Houseki no Kuni diferente?

Praticamente tudo.

Não existem humanos.

Não existe romance.

Não existe fanservice.

Não existe protagonista overpower.

Não existe "escolhido".

Não existe bem contra mal.

O conflito é muito mais profundo.

A guerra é psicológica.

Filosófica.

Existencial.


A grande ideia

Imagine um registro VSAM.

Durante anos você altera alguns campos.

Depois substitui metade do registro.

Depois muda toda a chave.

Depois altera o layout.

Depois converte EBCDIC para Unicode.

Depois muda a plataforma.

Depois muda o banco.

Ainda é o mesmo programa?

Essa pergunta é exatamente o coração de Houseki no Kuni.


O Paradoxo do Navio de Teseu

Toda a evolução de Phos gira em torno de uma questão filosófica clássica:

Se substituímos todas as partes de um objeto...

ele continua sendo o mesmo objeto?

Phos perde:

  • braços;

  • pernas;

  • cabeça;

  • memória;

  • personalidade;

  • lembranças.

Cada nova peça muda quem ela é.

No final o espectador começa a perguntar:

"Ainda é Phos?"


A História

Inicialmente parece uma aventura simples.

As Gemas patrulham a ilha.

Os Lunarians aparecem.

Há batalhas.

Mas pouco a pouco tudo muda.

Phos começa a descobrir segredos.

Descobre que ninguém conhece realmente a origem daquele mundo.

Nem mesmo Kongō.

Cada revelação desmonta tudo aquilo que parecia verdade.

O anime termina justamente quando o mangá entra em sua fase mais transformadora, adaptando aproximadamente os 36 primeiros capítulos. (Houseki no Kuni)


Os personagens

Phosphophyllite (Phos)

A protagonista.

Frágil.

Ingênua.

Curiosa.

É provavelmente uma das maiores evoluções psicológicas já vistas em um mangá.


Cinnabar

Uma gema isolada.

Seu corpo produz mercúrio venenoso.

É condenada à solidão.

Representa depressão.

Abandono.

Aceitação.


Diamond

Bondosa.

Gentil.

Busca provar seu valor.

Vive constantemente à sombra da força de Bort.


Bort

A gema mais resistente.

Fria.

Precisa.

Quase perfeita.


Antarcticite

Existe apenas durante o inverno.

Quando chega a primavera...

desaparece.

Uma das personagens mais marcantes da série.


Kongō Sensei

Talvez o maior mistério da obra.

Professor.

Monge.

Pai.

Máquina?

Nenhuma definição parece suficiente.


As aventuras

Embora existam batalhas espetaculares, Houseki no Kuni não é um anime de combate.

Cada arco representa uma transformação de Phos.

Não se trata de derrotar um inimigo.

Trata-se de perder uma parte de si.

É uma aventura de autodescoberta.


As mensagens ocultas

Aqui está a verdadeira riqueza da obra.

Budismo

Toda a estrutura do mundo remete ao budismo.

Os três grupos de seres representam diferentes estados da existência.

O sofrimento é inevitável.

O apego causa dor.

A libertação depende do desapego.


Identidade

Quem somos?

Nosso corpo?

Nossa memória?

Nossas lembranças?

Nossa consciência?

Houseki no Kuni nunca entrega uma resposta definitiva.


O valor da imperfeição

Phos começa sendo considerada inútil.

Justamente sua fragilidade permite enxergar o mundo de uma forma diferente.


Crescimento dói

Toda evolução possui um preço.

Toda melhoria exige perdas.

Não existe upgrade gratuito.


O anime para um programador COBOL

Agora imagine que Phos seja um sistema legado.

Primeiro fazem um pequeno PATCH.

Depois trocam um módulo.

Depois convertem arquivos.

Depois trocam banco.

Depois fazem API REST.

Depois Docker.

Depois Cloud.

Depois IA.

Depois Microservices.

Depois Kubernetes.

Depois OpenShift.

Depois z/OS Connect.

Depois reescrevem metade.

A pergunta continua:

Ainda é o mesmo sistema COBOL?

Houseki no Kuni fala exatamente disso.


Impacto cultural

No Japão, a obra consolidou Haruko Ichikawa como uma das autoras mais originais de sua geração. Internacionalmente, o anime ganhou reputação por provar que CGI de alta qualidade pode servir à narrativa quando há direção artística consistente. Entre os fãs, é frequentemente lembrado como uma "joia escondida" e muitos ainda aguardam uma continuação animada. (Houseki no Kuni)


Houve censura?

Não houve uma campanha de censura significativa.

Apesar de abordar:

  • identidade;

  • religião;

  • sofrimento;

  • violência psicológica;

o anime foi exibido normalmente.

O que ocorreu foi uma adaptação relativamente fiel do mangá, encerrando antes dos arcos mais sombrios e filosóficos.


Mangás

A obra completa possui:

  • 13 volumes

  • história totalmente concluída

  • muito mais profunda que o anime

O mangá desenvolve praticamente todos os grandes mistérios deixados em aberto na animação. (Houseki no Kuni)


Light Novel

Não existe uma light novel oficial.

Houseki no Kuni nasceu como mangá original de Haruko Ichikawa e sua principal adaptação é o anime. (Houseki no Kuni)


Games

Também não existe um grande jogo oficial para consoles ou PC baseado na franquia. Há apenas colaborações, produtos promocionais e conteúdo criado por fãs ao longo dos anos, mas nenhum RPG ou jogo oficial de grande porte.


Curiosidades

  • As características físicas das Gemas são inspiradas em propriedades mineralógicas reais.

  • A dureza de cada personagem influencia diretamente sua função em combate.

  • Os cabelos translúcidos se tornaram uma assinatura visual da série.

  • O anime foi um marco técnico para a animação 3D japonesa.

  • A transformação de Phos é frequentemente comparada ao Paradoxo do Navio de Teseu, discutindo se algo continua sendo o mesmo após todas as suas partes serem substituídas. (Houseki no Kuni)

Veredicto Bellacosa Mainframe

Se The Promised Neverland faz você questionar a moralidade, Houseki no Kuni faz você questionar a própria identidade.

Não é uma história sobre pedras preciosas.

É uma história sobre memória.

Sobre evolução.

Sobre perda.

Sobre aceitar que crescer significa deixar versões antigas de nós para trás.

Para um programador COBOL, a metáfora é irresistível: um sistema corporativo pode atravessar décadas recebendo correções, novos módulos, APIs, bancos de dados, interfaces web e integrações com IA. Em algum momento, quase nada do código original permanece. Ainda assim, os negócios continuam chamando aquele sistema pelo mesmo nome. Houseki no Kuni transforma essa mesma pergunta — "o que ainda permanece igual?" — em uma obra-prima filosófica disfarçada de fantasia cristalina. É um anime raro, contemplativo e profundamente memorável.


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Dance com o Grupo Folclórico Suíço de Indaiatuba

Uma festa da família de imigrantes suíços no Brasil.


As famílias imigrantes normalmente deixam seu país natal devido as necessidades econômicas ou sociais, originadas por crises, perseguições religiosas, com o coração apertado chegam a novas terras cheios de esperança por  um futuro melhor.

Na nova terra guardam com carinho memorias da pátria perdida, educando seus filhos com os costumes da nova casa e ao mesmo tempo restaurando as velhas tradições.

Trajes típicos, culinária, musica e dança fazem a festa Helvética uma das melhores de Indaiatuba que ensina ao povo brasileiro como era a vida numa Suíça do século passado.

A vida na fazenda brasileira criaram novos laços com a comunidade, para fortalecer ainda mais anualmente fazem uma festa que resgata a cultura.

Este vídeo apresenta o Grupo Folclórico com seus trajes, musica e dança, divirtam-se...


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

SP 075 Santos Dumont: Voltado de Viracopos

Serviços extraordinários no aeroporto de Viracopos


Para um trabalhador os modernos desafios do mercado de trabalho acabam com qualquer um, veja bem, um funcionário deve largar seu trabalho, pegar seu próprio automóvel se deslocar rumo ao aeroporto, distante mais de 60 quilômetros, para retirar uma encomendas da empresa? A noite e fora do horário de expediente.

Realmente a cada dia as empresas abusam cada vez mais, dos seus funcionários, solicitando tarefas fora do previsto, vendo por outros olhos,  por sorte podemos aproveitar a viagem e fazer um novo percurso e conhecer novos caminhos.

Parar no arcos dourados e tomar um gelado, andar nos porões das companhias de carga aérea e ver locais fora do olhar comum, conhecendo as rotinas diárias do transporte de carga. Esqueci de comentar que esta estrada a SP 075 e a Santos Dumont que liga o aeroporto internacional de Viracopos com a cidade de Campinas e outras rodovias.





terça-feira, 5 de dezembro de 2017

SP 065 curtindo o entardecer numa viagem até Campinas


SP 065 curtindo o entardecer numa viagem até Campinas

Viajando para Campinas e vendo um belo por do sol.


Adoramos pegar estrada e a rodovia SP 065 Dom Pedro é nossa avenida, faça chuva, faça sol estamos sempre circulando no sentido leste e oeste, apreciando a paisagem, vendo o que sobrou de antigas fazendas do século XIX.

No trecho entre Itatiba e Valinhos temos grande quantidades de pedra, parece que foram plantadas nas colinas, as vezes conseguimos ver trechos do Rio Atibaia, pontes sobre ribeirões e até mesmo um hidroelétrica dos primórdios do século XX.

Entre o trecho de Valinhos e Campinas quase não existe mais zona rural, pois a cidade cresceu tanto que vemos inúmeros motéis, galpões e fabricas, tendo mesmo bairros residências com condomínios e vilas.

Nossa viagem segue tranquila com a bela luz vermelha do poente. O dia esta acabando logo estaremos em Campinas, pegando o Formiga, para em seguida irmos até o aeroporto de Viracopos retirar uma encomenda na Azul.

Curta nossa viagem.




segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Fumaceira dos diabos em Itatiba

Um carro em chamas? Muita fumaça e perigo a vista


Estávamos indo para Campinas, andando pelo centro de Itatiba rumo a saída da cidade na Rodovia Dom Pedro, quando de repente somos pegos em meu há uma cortina de fumaça.

A principio não sabíamos o que estava acontecendo até que avistamos um carro estava queimando muito óleo e causando toda essa confusão, realmente em nosso país existe um descuido da nossa frota, com veículos que deveriam ser enviados aos desmanches, por estarem em estado deplorável de conservação.

O motor do carro esta dando seus últimos suspiro, e começou a queimar óleo e fazer muita fumaça, por sorte ele rapidamente saiu da via, e podemos continuar nossa viagem, sem muita confusão e agito.




domingo, 3 de dezembro de 2017

Quem construiu a maquete ferroviária de Campinas?

A cabine 2 abriga uma ferrovia em seu interior

Um grupo de amigos há 10 anos atrás juntaram-se e começaram a trabalhar para por em pratica um sonho. Construir uma ferrovia em escala, com um trabalho sem parar, construíram mais de 300 metros de trilhos distribuídos em 3 níveis, criaram um diorama que representa a Estação Central de Campinas com varias estruturas, uma refinaria de petróleo, armazéns e silos, casa e botecos, pessoas e animais.

No material ferroviário existem diversas locomotiva a vapor, elétricas e diesel,  vagões de carga e carruagens de passageiro, lindo de ser ver, perde-se a noção do tempo, assistindo o vai e vem das composições, o comboio parte da plataforma principal, gruas se movimentam com contentores.

O grau de realismo espanta vendo a vegetação rasteiro, as arvores, as construções com desgaste do tempo, as pontes em madeira, pontes em ferro. Tudo construído com profissionalismo e esmero para para comporem o cenário.

Quem curte maquetes em escala H0 tem a obrigação de visitar o complexo da Fepasa em Campinas. Aqui na sala de controle existe uma ferrovia em miniatura que encantara a todos.

O que é a Cabine de controle número 2?

É uma construção singular, situada na Estação Ferroviária de Campinas no sentido interior, próximo a a antiga plataforma da Mogiana. Sua função era controlar os movimentos das locomotivas e locomotoras nos diversos ramais que existiam na estação, através de alavancas mecanizadas abria-se ou fechava-se um desvio para outro trilho. Em suas paredes havia mostradores analógicos que indicavam o status da linha e a movimentação no local. O mostradores eram eletro-mecânicos numa era em que tudo era a válvulas, testemunhas de um tempo em que não existiam computadores nem celulares.




sábado, 2 de dezembro de 2017

SP 360: A gruta viva de bambus em Morungaba

O trabalho de um homem.


Um antigo funcionário encarregado pela manutenção da rodovia resolveu ir além do seu trabalho, plantando mudas de bambu nos terrenos próximos a rodovia.

Com o passar dos anos estas plantas cresceram, chegando a cobrir toda a rodovia, criando belas grutas vivas de bambu. A prefeitura de Morungaba investiu nesta beleza natureza e tem cuidado e protegido esta bela atração.

Em outro vídeo mostro como fica a noite toda iluminada com diversas cores tornando mais bela a visão. Convido a todos a viajarem e verem tão bela paisagem, as colinas crescendo e se transformando em uma serra gloriosa com vários picos no horizonte.

O panorama abriga vários sítios e fazendas, podemos ver vacas pastando, cavalos galopando e muitas construções de fazendo.


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

“A Vida Passa Muito Rápido” — O Red Team Depois que Todo Mundo Foi Embora

 

Bellacosa Mainframe e o final do red team

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe — Especial Red Team

“A Vida Passa Muito Rápido” — O Red Team Depois que Todo Mundo Foi Embora

🎬 Por que o objetivo de um Red Team não é provar que o atacante é inteligente, mas descobrir aquilo que a organização ainda não sabe sobre si mesma

Depois de onze artigos, alguma coisa mudou.

Começamos com Ferris Bueller olhando para regras e percebendo que regras também têm buracos.

Passamos por registros escolares.

Abe Froman.

Cameron.

Telefone.

Engenharia social.

Swiss Cheese.

Ferrari.

MFA.

PAM.

Rollback.

Backup.

Rooney enlouquecendo atrás de sua própria hipótese.

IA generativa.

Agentes.

Deepfake.

Mainframe.

RACF.

z/OS.

APIs.

Service accounts.

E, em algum ponto dessa bagunça maravilhosa, ficou claro que Red Team nunca foi apenas sobre invasão.

Nunca foi apenas sobre “entrar”.

Nunca foi sobre imprimir root na tela e comemorar como se tivéssemos acabado de derrotar a Estrela da Morte.

Red Team, quando bem feito, é outra coisa.

É uma forma organizada de criar desconforto antes que o mundo real crie algo muito pior.

É um espelho adversarial.

É colocar a organização diante de perguntas que ninguém quer ouvir.

E então observar.

Por isso este último episódio não termina com explosão.

Termina com silêncio.

O dia acabou.

Ferris voltou para casa.

Rooney perdeu a batalha.

Cameron ficou olhando para a Ferrari.

O sistema continuou rodando.

E agora precisamos responder:

o que aprendemos?

Bem-vindo ao último episódio de:

SAVE FERRIS — Red Team para Quem Aprendeu que o Sistema Também Mata Aula


🔴 Red Team não é esporte de ego

Existe uma tentação.

Uma tentação enorme.

O Red Team consegue acesso.

Escala privilégio.

Atinge objetivo.

E alguém pensa:

“HA! CONSEGUI INVADIR.”

Pronto.

Fim.

Não.

Esse é o começo.

Se o resultado de um Red Team é apenas demonstrar que alguém é inteligente, o exercício falhou.

Talvez tenha sido tecnicamente interessante.

Talvez tenha sido divertido.

Mas o valor organizacional é pequeno.

Porque o objetivo real não é provar que o atacante é esperto.

É descobrir:

o que a organização não sabia sobre si mesma.


🧠 A descoberta é o produto

Isso muda tudo.

O exploit é meio.

A evidência é meio.

A técnica é meio.

O conhecimento novo é o produto.

Imagine:

Ataque
   ↓
Descoberta
   ↓
Evidência
   ↓
Correção
   ↓
Detecção
   ↓
Aprendizado

Isso é Red Team maduro.


☕ Ferris entra. E depois?

Se Ferris conseguiu entrar, excelente.

Agora pergunte:

como?

Por qual caminho?

Qual controle não funcionou?

Qual controle nem existia?

Qual suposição estava errada?

Quem deveria ter percebido?

Quem percebeu e ignorou?

Quanto tempo levou?

Que evidência ficou?

Que privilégio permitiu avançar?

Essa investigação é muito mais importante que a entrada.


🔎 O momento da verdade

Uma operação Red Team deveria produzir um momento desconfortável.

Aquele em que alguém olha para um diagrama e diz:

— Espera.

— Isso é possível?

E alguém responde:

— Sim.

Esse é o valor.

Não humilhar.

Iluminar.


🧠 Segurança é cheia de certezas não testadas

“Essa rede é isolada.”

“Esse usuário não tem acesso.”

“Esse sistema não está exposto.”

“Esse backup funciona.”

“Esse alerta sempre dispara.”

“Essa conta só é usada por aplicação.”

“Esse fornecedor não consegue chegar lá.”

“Esse endpoint não fala com produção.”

Red Team pega cada frase e pergunta:

“Tem certeza?”


🔴 A organização imagina arquitetura. O atacante encontra caminhos.

Esse talvez seja o tema central da série inteira.

Arquitetura desenha caixas.

Atacante segue setas.

A empresa vê:

USER
APP
DB
MAINFRAME

Ferris vê:

Pessoa
 ↓
Confiança
 ↓
Credencial
 ↓
API
 ↓
Service Account
 ↓
Mainframe

O risco não está apenas nos objetos.

Está nas relações.


🧠 O desconhecido é o verdadeiro alvo

Você já sabe que senha fraca é ruim.

Já sabe que MFA ajuda.

Já sabe que least privilege importa.

O Red Team fica valioso quando encontra algo que ninguém tinha modelado.

Por exemplo:

uma dependência esquecida.

Um usuário privilegiado por herança.

Uma API que transforma identidade humana em conta genérica.

Um fornecedor que ainda possui acesso.

Um processo de Help Desk que contorna MFA.

Esse é o ouro.


☕ Não queremos apenas vulnerabilidades

Queremos falhas sistêmicas.

Uma vulnerabilidade é:

“este componente tem problema.”

Uma falha sistêmica é:

“essas cinco coisas juntas criam um caminho.”

E isso é muito mais interessante.


🧀 Swiss Cheese volta pela última vez

Durante toda a série, o queijo suíço apareceu.

Não por acaso.

Red Team vive de alinhamento.

Uma falha pequena.

Outra pequena.

Mais uma.

E pronto.

OSINT
 ↓
Pretexto
 ↓
Reset
 ↓
Conta
 ↓
Privilégio
 ↓
Sistema

Nenhum buraco sozinho era suficiente.

Juntos, eram.


🔵 O Blue Team não deveria perder

Isso também é importante.

Red Team não existe para derrotar Blue Team.

Essa rivalidade pode ser divertida em exercício.

Mas é pedagogicamente pobre quando vira cultura.

Se Red ganha e Blue aprende, organização ganhou.

Se Blue detecta Red cedo e Red aprende como foi detectado, organização ganhou.

O objetivo não é troféu.

É aprendizado.


🧠 Purple Team é maturidade

Quando Red e Blue compartilham conhecimento, o valor sobe.

Red mostra:

“entrei por aqui.”

Blue responde:

“não vimos.”

Engineering corrige.

Depois repete.

Isso é evolução.


🔁 Reteste é fundamental

Corrigir sem retestar é esperança.

Você fecha vulnerabilidade.

Ótimo.

Red tenta de novo.

Funcionou?

Se sim, evidência.

Se não, continue.


☕ Segurança sem feedback vira ritual

Isso é perigoso.

Executar checklist.

Gerar relatório.

Arquivar PDF.

Nada muda.

Pronto.

Red Team virou teatro.

O exercício só tem valor se produzir mudança.


📜 O relatório não é o fim

Relatório deveria responder:

o que aconteceu?

por que aconteceu?

qual impacto?

qual evidência?

como corrigir?

como detectar?

como evitar repetição?

Esse último ponto importa.


🔍 Evidência concreta

Não:

“poderia haver risco.”

Mas:

“este caminho permitiu chegar até aqui.”

Evidence-based.

Captura.

Logs.

Timeline.

Com clareza.


🧠 Vulnerability ≠ Exploitability ≠ Impact

Uma falha pode existir e não ser explorável.

Pode ser explorável e ter baixo impacto.

Pode parecer pequena e abrir caminho gigantesco.

Red Team ajuda a contextualizar.


🎯 Objective-Based Red Team

Por isso objetivo importa.

Não “escaneie portas”.

Mas:

“consiga acessar dado crítico.”

Agora o time precisa pensar como adversário.

Ferris não quer CVE.

Quer resultado.


☕ A pergunta mais adulta da temporada

Depois de todo caos:

“O que isso ensina sobre nosso sistema?”

Essa pergunta transforma ataque em engenharia.


🧠 Talvez a resposta seja tecnologia

Pode ser patch.

Configuração.

MFA.

Segmentation.

PAM.

Fine.


🧠 Talvez seja processo

Help Desk.

Mudança.

Aprovação.

Offboarding.

Incident Response.

Também válido.


🧠 Talvez seja cultura

Autoridade excessiva.

Urgência.

Medo de questionar.

“Depois regularizamos.”

Talvez essa seja a raiz.


🔴 O atacante testa organização inteira

Esse é um ponto essencial.

Não apenas IT.

Segurança.

RH.

Fornecedores.

Gestores.

Processos.

Ferris explorou tudo isso.


🏫 A escola de Ferris era uma organização

Tinha:

diretor;

regras;

registro;

tecnologia;

pessoas;

processos.

Era perfeita para mostrar que superfície de ataque não é apenas digital.


🧠 A empresa moderna é igual, só maior

E mais conectada.

E mais rápida.

E mais complexa.

Então risco cresce.


☕ Complexidade é inimiga silenciosa

Quanto mais sistemas.

Mais integrações.

Mais contas.

Mais exceções.

Mais difícil compreender tudo.

Red Team encontra caminhos que ninguém desenhou.


🕸️ Shadow Paths

Relações não documentadas.

Scripts antigos.

Contas herdadas.

Integrações temporárias.

Esses caminhos são perigosos.


🔎 Attack Surface Management

Conhecer o que existe.

Inventário.

Exposição.

Relações.

Sem isso, você protege o que conhece.

E Ferris usa o que esqueceu.


🧠 O sistema muda mais rápido que documentação

Essa é uma verdade dolorosa.

Hoje arquitetura está certa.

Amanhã alguém cria uma API.

Depois um pipeline.

Depois uma integração.

Depois uma exceção.

Se Red Team roda uma vez por ano, pode testar fotografia antiga.


🔁 Segurança contínua

Threat modeling.

Testing.

Validation.

Monitoring.

Não precisa ser ataque completo toda semana.

Mas precisa existir loop.


☕ Red Team também deve aprender

Essa parte às vezes é ignorada.

O atacante simulado também pode errar.

Criar hipótese ruim.

Focar demais numa técnica.

Perder caminho.

Red Team precisa revisar suas próprias decisões.

Rooney pode existir do lado vermelho também.


🧠 Confirmation Bias no Red Team

“Esse sistema deve estar vulnerável.”

Talvez não.

Se você insiste só porque quer achar algo, perde credibilidade.

O objetivo é verdade.

Não vitória.


🔴 Red Team profissional sabe parar

Se controle funcionou:

registre.

Respeite.

Não force artificialmente só para “ganhar”.

Porque exercício deve refletir risco real.


🧠 Rules of Engagement

Tudo precisa de escopo.

Autorização.

Limites.

Horários.

Critérios.

Red Team sem governança é risco.

Ferris pode improvisar.

Profissional não.


☕ A diferença entre Ferris e um Red Teamer

Ferris quer sair da escola.

Red Team quer melhorar a escola.

Essa é uma boa síntese.


🧾 “Conseguimos entrar” não basta

Precisamos:

documentar caminho;

corrigir;

criar detecção;

retirar privilégio;

melhorar processo.

Senão Ferris volta amanhã.


🔐 Detecção é parte da correção

Você pode não impedir tudo.

Então precisa ver.

Se exploit funciona mas Blue detecta em 30 segundos, resposta é muito diferente.

Red Team deve testar detectabilidade.


⏱️ Time to Detect

Quanto tempo?

Segundos?

Minutos?

Horas?

Dias?

Esse número importa.


🧠 Time to Contain

Depois de detectar, quanto tempo para conter?

Detectar sem agir também falha.


🔴 Detection Engineering

Transformar achado em regra.

Query.

Correlation.

Behavior.

Isso fecha ciclo.


🧪 Reteste da detecção

Red executa novamente.

Blue vê?

Excelente.

Aprendizado virou capacidade.


☕ Ataque sem detecção vira surpresa

E surpresa em produção raramente é divertida.


🦖 Mainframe entra no fechamento

No artigo anterior, vimos que z/OS pode ser extremamente seguro e ainda estar ligado a dezenas de sistemas.

Essa é a síntese perfeita.

Red Team moderno não pode tratar mainframe como ilha.

Precisa testar caminho.


🔐 RACF pode funcionar perfeitamente

E ainda assim o contexto anterior estar comprometido.

Isso é o que aprendemos.


🧠 A segurança local não garante segurança global

Essa frase também merece parede.

Componente seguro dentro de sistema inseguro continua exposto.


🕸️ API é confiança.

MQ é confiança.

Pipeline é confiança.

IAM é confiança.

Tudo precisa ser validado.


☕ A velha Ferrari também volta

A Ferrari estava segura porque ninguém ousava tocar.

Até tocar.

O mesmo vale para produção.

“ninguém mexe nisso” não é controle.


🔐 Controle é verificável

MFA.

PAM.

Logs.

Segregação.

Approval.

Essas coisas não dependem apenas de boa vontade.


🧠 E o rollback?

Também aprendemos:

você pode corrigir estado.

Não necessariamente consequência.

Por isso resposta importa.


🔁 Resilience é mais que backup

É:

detectar;

conter;

recuperar;

aprender.


🔴 E Rooney?

Talvez seja uma das maiores lições.

O defensor também pode ser vulnerabilidade.

Viés.

Ego.

Pressão.

Autoridade.

Security culture precisa proteger decisão.


🧠 A War Room também é sistema

Pessoas.

Processos.

Informações.

Decisões.

Tudo pode falhar.


☕ Red Team cognitivo

Uma ideia poderosa.

Teste não apenas tecnologia.

Teste como equipe reage.

Ambiguidade.

Pressão.

Sinais conflitantes.

Isso aumenta maturidade.


🤖 FerrisGPT também deixa legado

IA trouxe escala.

Mas não mudou fundamentos.

Identity.

Authorization.

Privilege.

Trust.

Context.

Logs.

Mesma história.


🧠 Tecnologia nova, problemas antigos

Talvez essa seja a frase da temporada.

Mudamos interface.

Mantivemos vulnerabilidades humanas.


🔴 O futuro não mata o passado

Mainframe continua.

Cloud cresce.

IA entra.

Tudo coexistindo.

Superfície de ataque vira camada sobre camada.


☕ Sistemas passam muito rápido

Aqui chegamos à frase final.

No filme, Ferris fala sobre vida.

Sobre parar.

Observar.

Porque passa rápido.

Em tecnologia, acontece algo parecido.

Sistema muda.

Versão muda.

Pessoas mudam.

Arquitetura muda.

Fornecedores mudam.

Privilégios acumulam.

APIs surgem.

Agentes entram.

Se você não parar para olhar...

pode perder o mapa.


🧠 O ambiente de hoje não é o de ontem

Isso é simples.

Mas organizações continuam operando com threat model antigo.

“Esse sistema nunca foi exposto.”

Agora tem API.

“Esse usuário não acessa produção.”

Agora está em grupo novo.

“Essa aplicação não fala com cloud.”

Agora fala.

Mudança cria risco.


🔎 Continuous Discovery

Inventário contínuo.

Mapeamento.

Revisão.

Porque o desconhecido cresce.


☕ A melhor descoberta é antes do atacante real

Esse é todo propósito.

Red Team compra aprendizado com risco controlado.

Melhor descobrir falha numa simulação do que num incidente.


🔴 Red Team é caos com contrato

Gostei dessa definição.

Você cria pressão controlada.

Dentro de regras.

Para revelar comportamento real.

É quase Chaos Engineering de segurança.


🧠 Mas cuidado com teatro

Se todos sabem exatamente o script, teste perde realismo.

Ainda assim precisa segurança.

Equilíbrio.


🎯 O sucesso não é “entramos”

Sucesso é:

algo mudou.

Controle melhorou.

Alerta nasceu.

Privilégio caiu.

Processo foi corrigido.

Pessoas aprenderam.

Isso é sucesso.


☕ Métricas melhores

Em vez de:

“Quantos sistemas comprometemos?”

Talvez:

quantos attack paths foram eliminados?

quanto caiu time to detect?

quantas contas privilegiadas foram removidas?

quantos controles foram validados?

Isso mostra maturidade.


🧠 Red Team como sensor organizacional

Ele detecta fraqueza.

Não apenas software.

Cultura.

Processo.

Arquitetura.

Governança.

É quase um instrumento diagnóstico.


🔴 Diagnóstico sem tratamento é inútil

Relatório sem ação vira coleção de PDFs.

Ferris volta.


🧾 Ownership

Cada achado precisa dono.

Prazo.

Prioridade.

Risco.

Reteste.

Caso contrário, desaparece em backlog.


☕ “Aceitamos o risco”

Pode ser legítimo.

Nem tudo precisa corrigir.

Mas aceitação deve ser consciente.

Não esquecimento.


🧠 Risk Acceptance ≠ Neglect

Se negócio aceita, documente.

Contexto.

Compensating control.

Prazo.

Ferris não deve ser surpresa.


🔐 Compensating Controls

Não consegue corrigir agora?

Monitore.

Limite.

Segmente.

Reduza blast radius.

Segurança prática.


🧠 Defense in Depth é admitir imperfeição

Essa é a beleza.

Não acreditamos em controle perfeito.

Criamos vários.

Swiss Cheese invertido.


🔴 O atacante procura alinhamento

Defensor cria desalinhamento.

Isso resume metade da segurança.


☕ “E se alguém já encontrou a porta dos fundos?”

Essa pergunta deveria ser feita periodicamente.

Não por paranoia.

Por maturidade.


🔍 Threat Hunting

Procurar comportamento sem esperar alerta.

Uma extensão natural.

Se Red Team mostrou caminho, Blue pode hunt.


🧠 Assume Breach

Não significa derrotismo.

Significa perguntar:

se já entrou, como vemos?

Isso muda desenho.


🔐 Zero Trust volta

Verifique.

Limite.

Monitore.

Não confie implicitamente.

Ferris não ganha passe vitalício.


☕ Segurança é confiança condicionada

Talvez essa seja melhor definição.

Confiamos.

Mas verificamos.

Limitamos.

Reavaliamos.


🧠 Ferris era especialista em confiança implícita

Pais.

Escola.

Restaurante.

Cameron.

Sistema.

Tudo dependia dela.

Por isso funcionou.


🔴 A grande conclusão da série

Não ataque a tecnologia.

Ataque as suposições.

Essa foi a primeira ideia.

E continua no final.


🧠 As suposições invisíveis

“Usuário não fará isso.”

“Fornecedor não será comprometido.”

“Token não vazará.”

“Agente seguirá prompt.”

“Admin não será enganado.”

Tudo hipótese.

Teste.


☕ Segurança baseada em esperança é esperança com dashboard

Essa frase continua maravilhosa.


🦖 Bellacosa Mainframe fecha o ciclo

Mainframe ensina uma coisa importante.

Confiabilidade vem de disciplina.

Processo.

Controle.

Auditoria.

Recovery.

Não de magia.

Red Team deve adicionar adversarial thinking a essa disciplina.


🧠 Modernização sem esquecer fundamentos

APIs.

IA.

Cloud.

Zowe.

z/OS Connect.

Tudo pode coexistir.

Mas segurança clássica continua:

Identity.

Authorization.

Audit.

Segregation.

Recovery.


🔴 O velho e o novo compartilham o mesmo problema

Confiança.

Sempre confiança.


☕ A pergunta Bellacosa número 1

Depois do Red Team:

“O que descobrimos que não sabíamos?”

Se resposta for “nada”...

talvez o teste tenha sido ruim.

Ou o ambiente seja excelente.

Reteste para saber.


🧠 Pergunta número 2

“Qual controle acreditávamos que funcionava e não funcionou?”


🔴 Pergunta número 3

“Qual controle funcionou e por quê?”

Também aprenda sucesso.


🧠 Pergunta número 4

“O Blue Team percebeu?”


🔐 Pergunta número 5

“Se isso fosse real, qual seria o impacto?”


🧾 Pergunta número 6

“Quem é dono da correção?”


🔁 Pergunta número 7

“Quando retestamos?”


🧠 Pergunta número 8

“Que nova hipótese nasceu desse achado?”

Porque aprendizado cria nova investigação.


☕ O ciclo nunca termina

Ataque.

Descoberta.

Correção.

Detecção.

Aprendizado.

Depois:

novo ataque.

Porque ambiente mudou.


🔄 Security Feedback Loop

Attack
 ↓
Learn
 ↓
Improve
 ↓
Detect
 ↓
Adapt
 ↓
Attack Again

Não é fracasso.

É evolução.


🎬 Todo mundo foi embora

Agora imagine a escola vazia.

Corredores silenciosos.

Rooney foi para casa.

Cameron está pensando na vida.

Ferris terminou sua aventura.

O computador continua ligado.

Os registros continuam lá.

Nada parece diferente.

Mas nós sabemos.

Sabemos que:

o sistema confiou demais.

As pessoas confiaram demais.

Os controles tinham buracos.

O atacante viu caminhos invisíveis.

Essa é a transformação.

Depois de um bom Red Team, você não olha para ambiente da mesma maneira.


🧠 Segurança é aprender a enxergar caminhos

Uma porta.

Uma identidade.

Uma relação.

Uma exceção.

Uma API.

Tudo pode ser parte de algo maior.


☕ Ferris não precisa ganhar de novo

Se a organização aprendeu, próxima vez será diferente.

Talvez Cameron diga não.

Talvez Help Desk verifique.

Talvez MFA bloqueie.

Talvez SOC correlacione.

Talvez RACF negue.

Talvez pipeline exija aprovação.

Aí Red Team cumpriu seu papel.


🔵 Blue Team ficou mais forte

Esse é o troféu.

Não o shell.


🧠 A cultura ficou mais forte

Melhor ainda.

Pessoas começaram a perguntar:

“Como sabemos?”

Isso é maturidade.


🔴 O melhor legado de Ferris é dúvida saudável

Não paranoia.

Dúvida.


☕ “Está no sistema.”

Como sabemos?


☕ “É o diretor.”

Autenticamos?


☕ “Essa conta precisa de privilégio.”

Ainda precisa?


☕ “O backup funciona.”

Testamos?


☕ “A IA não pode fazer isso.”

Quem impede?


☕ “O mainframe é seguro.”

E o caminho até ele?


🎬 Essa é a série inteira numa página

Perguntas.

Ferris sobrevive porque pergunta.

Defesa melhora quando aprende a perguntar também.


🧠 O atacante pensa diferente

Por isso Red Team é valioso.

Ele injeta uma perspectiva que a organização naturalmente perde.

Quem constrói vê intenção.

Quem ataca vê abuso possível.


🔴 Builder vs Breaker

O desenvolvedor pergunta:

“Como isso deveria funcionar?”

O Red Team pergunta:

“Como isso pode funcionar de modo inesperado?”

Ambos são necessários.


☕ Segurança nasce do diálogo entre os dois

Sem builder, nada existe.

Sem breaker, suposições permanecem invisíveis.


🧠 Adversarial Thinking é disciplina

Não cinismo.

Não paranoia.

Disciplina.

Testar hipóteses.

Imaginar mau uso.

Validar.


🔴 O Red Team não é inimigo

É amigo inconveniente.

Aquele que aponta:

“Você deixou a Ferrari destrancada.”

Melhor ouvir dele.


☕ Porque o atacante real não entrega relatório

Essa é talvez a frase mais importante.

O Red Team entrega relatório.

O atacante real entrega incidente.

Escolha qual prefere.


🎬 Ferris olha para a câmera

Última cena.

Ferris abre a porta.

Olha para nós.

Quase como se soubesse que passamos doze artigos transformando uma comédia adolescente numa tese sobre cybersecurity, RACF, AI e engenharia social.

E talvez diga:

— Vocês ainda estão aqui?

Sim.

Estamos.

Porque sistemas são complicados.

Confiança é complicada.

Pessoas são complicadas.

E segurança é a arte de impedir que toda essa complexidade vire desastre.


☕ Epílogo: a vida passa muito rápido

Ferris tinha razão sobre uma coisa.

A vida passa rápido.

Sistemas também.

Arquitetura muda.

Equipe muda.

Ameaça muda.

Tecnologia muda.

Aquilo que era seguro ontem pode não ser amanhã.

Então precisamos parar.

Olhar.

Observar.

Questionar.

Testar.

Porque segurança não é uma fotografia.

É um processo.

E talvez a melhor forma de resumir toda esta temporada seja assim:

Sistemas passam muito rápido. Se você não parar para observá-los de vez em quando, pode não perceber que alguém já encontrou um jeito de sair pela porta dos fundos.

Não precisamos transformar Ferris em vilão.

Nem Rooney em incompetente.

Nem Cameron em vulnerabilidade.

Eles são apenas personagens excelentes para lembrar que todo sistema é feito de componentes humanos e técnicos ligados por confiança.

E toda confiança deveria responder:

quem?

por quê?

por quanto tempo?

com qual evidência?

com qual limite?

Depois de doze cafés, esse é o verdadeiro Red Team.

Não:

“HA! CONSEGUI INVADIR.”

Mas:

“Olha o que aprendemos antes que alguém de verdade descobrisse.”

Então feche o terminal.

Salve os logs.

Atualize o ticket.

Revogue a credencial temporária.

Reteste a correção.

Sirva mais um café.

E olhe novamente para o ambiente.

Porque Ferris já foi embora.

Mas outro adversário talvez esteja chegando.

SAVE FERRIS.

Fim da temporada.

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe — Especial Red Team

SAVE FERRIS — Ferris Bueller’s Red Team

Uma série de 12 artigos sobre Red Team, segurança ofensiva, engenharia social, OSINT, integridade de dados, MFA, PAM, rollback, Blue Team, inteligência artificial, RACF e z/OS, usando Ferris Bueller para explorar uma pergunta fundamental: o sistema está realmente seguro ou apenas acredita que está?

  • Red Team
  • OSINT
  • Engenharia Social
  • Blue Team
  • MFA
  • PAM
  • IA Generativa
  • RACF
  • z/OS
  • Mainframe
1

Ferris Bueller Tinha um Plano de Ataque — Red Team Antes de Existir Red Team

Reconhecimento, criatividade adversarial e a ideia de que o verdadeiro alvo nem sempre é a tecnologia: são as suposições de quem construiu o sistema.

Red Team • Recon • Threat Modeling • Criatividade Adversarial
2

Nove Faltas? CTRL+Z — Quando o Banco de Dados Decide o que é Verdade

Integridade de dados, alteração de registros, privilégio, auditoria e a perigosa diferença entre aquilo que aconteceu e aquilo que o banco de dados afirma ter acontecido.

Integridade • Db2 • Auditoria • Insider Threat • Dados
3

Abe Froman, o Rei da Salsicha de Chicago — A Aula de Engenharia Social que Ninguém Percebeu

Pretexting, autoridade inventada e confiança contextual: Identity, Authentication e Authorization não são a mesma coisa.

Engenharia Social • Pretexting • Identity • Authentication
4

“Você Conhece o Diretor Rooney?” — OSINT Antes do Google Existir

Como dados públicos sobre pessoas, tecnologias, hábitos, empresas e relacionamentos podem revelar uma superfície de ataque antes do primeiro scan.

OSINT • Recon • LinkedIn • GitHub • Attack Surface
5

Cameron, Atenda o Telefone — Social Engineering as a Service

Ferris → Cameron → telefone → escola → funcionário → sistema. Nenhuma peça precisa falhar sozinha quando a cadeia inteira possui uma combinação explorável de confiança.

Social Engineering • Swiss Cheese Model • Human Risk
6

O Diretor Rooney Está Procurando Malware no Lugar Errado

Firewall, SIEM, EDR e Zero Trust podem funcionar perfeitamente enquanto engenharia social, Help Desk e processos humanos criam outro caminho até o objetivo.

SOC • SIEM • EDR • Zero Trust • Engenharia Social
7

A Ferrari do Cameron Não Tinha MFA

Privilégio, acesso físico, MFA, PAM, least privilege e o risco de proteger um ativo crítico apenas com medo, confiança e a esperança de que ninguém ousará tocá-lo.

MFA • PAM • Least Privilege • Privileged Access
8

Colocamos a Ferrari em Ré — Por Que Rollback Não É Backup

Rollback, restore, journaling, logs, Db2, VSAM e recuperação: voltar o estado de um sistema não significa apagar as consequências daquilo que aconteceu.

Backup • Restore • Rollback • Db2 • VSAM • Recovery
9

Rooney Invadiu a Casa Errada — Quando o Blue Team Vira o Próprio Incidente

Confirmation Bias, tunnel vision, Sunk Cost, Authority Gradient e o risco de uma resposta defensiva criar mais impacto que o próprio atacante.

Blue Team • SOC • Cognitive Bias • Incident Response
10

FerrisGPT — Agora o Adolescente Tem um Exército de Estagiários Sintéticos

IA generativa, agentes, OSINT automatizado, deepfake, voice cloning e automação transformam o ataque artesanal em uma capacidade paralela e escalável.

Generative AI • Agents • Deepfake • Voice Cloning • OSINT
11

Ferris Entra no Mainframe — RACF, z/OS e o Dia em que SPECIAL Virou o Passe para Chicago

RACF, SAF, ACEE, APF, USS, TSO, CICS, Db2, MQ, z/OS Connect, Zowe e service accounts vistos pela ótica dos caminhos de ataque até o mainframe.

Mainframe • RACF • z/OS • CICS • Db2 • MQ • Zowe
12

“A Vida Passa Muito Rápido” — O Red Team Depois que Todo Mundo Foi Embora

Red Team não termina em “conseguimos entrar”. Ataque deve gerar descoberta, evidência, correção, detecção e aprendizado para deixar a organização mais resiliente.

Red Teaming • Purple Team • Detection • Resilience • Learning

🎬 Página principal da temporada

Ferris Bueller’s Red Team: Como Hackear o Sistema Sem Precisar Roubar a Ferrari do Cameron reúne os doze episódios e conecta Red Team, engenharia social, IA, Blue Team e segurança de mainframe.

☕ Acessar o especial completo SAVE FERRIS

Sobre a série SAVE FERRIS — Red Team

A série SAVE FERRIS, publicada no Bellacosa Mainframe, utiliza situações inspiradas em Ferris Bueller para explicar conceitos de Red Team, cybersecurity, segurança ofensiva, engenharia social, OSINT, Blue Team, Purple Team, Zero Trust, MFA, PAM, inteligência artificial, RACF, IBM z/OS, CICS, Db2, MQ e segurança de mainframe.

O fio condutor é simples: um atacante não precisa necessariamente quebrar a tecnologia. Ele pode explorar relações de confiança, processos, identidades, privilégios, integrações e suposições existentes entre pessoas e sistemas.

A temporada acompanha o ciclo completo: reconhecimento → engenharia social → acesso → privilégio → impacto → detecção → correção → aprendizado.

Para Red Teams e Blue Teams, o objetivo final não é provar quem é mais inteligente, mas encontrar caminhos invisíveis antes que um adversário real os descubra.

Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
GitHub LinkedIn
Inicializando conteúdo...