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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

☕🔥 “A ARQUITETURA QUE SEGURA O MUNDO” — OS 12 CONCEITOS QUE TODO PROFISSIONAL MAINFRAME USA… MESMO SEM PERCEBER

 

Bellacosa Mainframe e 12 conceitos importante para a arquitetura mainframe

☕🔥 “A ARQUITETURA QUE SEGURA O MUNDO” — OS 12 CONCEITOS QUE TODO PROFISSIONAL MAINFRAME USA… MESMO SEM PERCEBER

Quando alguém fala de:

  • microservices,

  • cloud-native,

  • autoscaling,

  • API Gateway,

  • event-driven,

  • sharding,

  • caching,

muita gente imagina:

“Kubernetes inventou isso.”

Mas aqui vem a verdade que pouca gente gosta de admitir:

☕ O MAINFRAME JÁ RESOLVIA MUITOS DESSES PROBLEMAS HÁ DÉCADAS.

Só que com outros nomes.

E frequentemente:

  • mais estabilidade,

  • mais previsibilidade,

  • mais segurança,

  • e MUITO menos caos operacional.

A imagem mostra 12 conceitos modernos de arquitetura.

Agora vamos traduzir isso para:

☕ IBM Z / zOS / COBOL / CICS / DB2 / MQ / Sysplex no estilo Bellacosa Mainframe.


☕ 1. LOAD BALANCING — “DIVIDIR A PRESSÃO ANTES DO COLAPSO”

No mundo distribuído:

  • Load Balancer distribui tráfego entre servidores.

No Mainframe:

WLM + Sysplex fazem isso há MUITO tempo.


🔥 Exemplo real

Você possui:

  • 4 regiões CICS,

  • milhares de TPS,

  • milhões de usuários.

O Workload Manager:

  • distribui carga,

  • evita gargalo,

  • prioriza serviços críticos.


☕ O detalhe brutal

Na cloud:

Load Balancer frequentemente é “reativo”.

No z/OS:

WLM é orientado por política de negócio.

O sistema entende:

  • prioridade,

  • SLA,

  • criticidade,

  • classe de serviço.

Isso é absurdamente sofisticado.


☕ 2. CACHING — “NÃO BUSQUE DUAS VEZES O QUE JÁ ESTÁ NA MEMÓRIA”


🔥 Mainframe vive de cache

O IBM Z inteiro é obcecado por minimizar I/O.

Porque:

DISCO É CARO EM TEMPO


☕ Exemplos reais

DB2 Buffer Pool

Páginas ficam em memória.


VSAM Buffering

Evita leitura física excessiva.


CICS TSQ/Temporary Storage

Dados temporários rápidos.


Hiperspace / Dataspaces

Memória expandida ultra rápida.


🔥 O mantra do performance analyst

“Se foi ao disco demais…

já perdeu.”


☕ 3. CDN — CONTENT DELIVERY NETWORK

À primeira vista parece “coisa web”.

Mas no mainframe existe conceito parecido.


☕ No IBM Z isso aparece como:

  • replicação geográfica,

  • GDPS,

  • Sysplex Distributor,

  • caching distribuído,

  • data locality.


🔥 Exemplo bancário

Uma consulta:

  • não precisa cruzar o país inteiro,

  • pode ser atendida por nó mais próximo,

  • reduzindo latência.


☕ Filosofia importante

O Mainframe sempre entendeu:

mover dado custa caro.


☕ 4. MESSAGE QUEUE — “O SEGREDO DA DESCOPLAGEM”

Aqui entramos numa das áreas mais poderosas do IBM Z.


🔥 IBM MQ é praticamente o sistema nervoso corporativo

Ele desacopla aplicações.


☕ Exemplo clássico

Sistema A:

gera pagamento

Sistema B:

processa fraude

Sistema C:

envia PIX

Tudo via fila.


☕ O benefício monstruoso

Se um sistema cai:

  • mensagem continua na fila,

  • processamento continua depois,

  • nada se perde.


🔥 O mainframe odeia perda de transação

Esse é um ponto cultural importante.


☕ 5. PUBLISH/SUBSCRIBE — EVENT DRIVEN ANTES DA MODA


🔥 O mundo moderno chama:

event-driven architecture

O mainframe chama há décadas de:

  • MQ Pub/Sub,

  • eventos CICS,

  • triggers,

  • integração assíncrona.


☕ Exemplo real

Quando uma compra é aprovada:

  • antifraude recebe evento,

  • CRM recebe evento,

  • analytics recebe evento,

  • billing recebe evento.

Tudo desacoplado.


☕ 6. API GATEWAY — “A PORTA DE ENTRADA DO LEGADO”

Muita gente pensa:

“COBOL não fala REST.”

Erro clássico.


🔥 Hoje o Mainframe expõe:

  • REST APIs,

  • JSON,

  • SOAP,

  • GraphQL integration,

  • OpenAPI.


☕ Ferramentas

  • z/OS Connect

  • CICS Web Services

  • API Connect

  • MQ REST bridge


☕ O segredo

O COBOL continua fazendo:

  • regra de negócio,

  • consistência,

  • transação ACID.

A API só traduz o mundo externo.


☕ 7. CIRCUIT BREAKER — “EVITAR EFEITO CASCATA”


🔥 O Mainframe sempre teve paranoia com disponibilidade

Porque downtime custa milhões.


☕ Exemplo prático

Se DB2 degrada:

  • CICS pode limitar requests,

  • workload é redirecionado,

  • regiões são isoladas.


☕ Resultado

O problema não destrói o ecossistema inteiro.


🔥 Filosofia do z/OS

“Falha controlada é melhor que colapso generalizado.”


☕ 8. SERVICE DISCOVERY — “ENCONTRAR O SERVIÇO CERTO”

No cloud:

  • Kubernetes,

  • Consul,

  • Eureka.

No mainframe:

  • VTAM,

  • TCP/IP stacks,

  • CICSPlex SM,

  • Sysplex Distributor.


☕ O sistema descobre:

  • onde está a região disponível,

  • qual nó está saudável,

  • quem responde mais rápido.


☕ 9. SHARDING — “DIVIDIR O GIGANTE”


🔥 Mainframe já fazia particionamento gigantesco

Muito antes do hype NoSQL.


☕ Exemplos

DB2 Partitioning

Tabela gigantesca dividida.


VSAM split

Segmentação de dados.


GDG distribution

Separação temporal.


☕ Objetivo

  • reduzir contenção,

  • aumentar paralelismo,

  • melhorar throughput.


☕ 10. RATE LIMITING — “CONTROLAR O CAOS”


🔥 Mainframe é obcecado por governança

Você NÃO deixa qualquer workload destruir o ambiente.


☕ Exemplos reais

WLM

Controla prioridade.


CICS MAXTASK

Limita tasks simultâneas.


DB2 Thread Limits

Evita explosão de conexão.


MQ Queue Depth

Controla saturação.


☕ Resultado

O sistema continua respirando sob pressão.


☕ 11. CONSISTENT HASHING — “DISTRIBUIÇÃO INTELIGENTE”


🔥 Aqui aparece no:

  • Parallel Sysplex,

  • DB2 data sharing,

  • cache distribution,

  • workload routing.


☕ Objetivo

Distribuir carga:

  • sem destruir consistência,

  • sem mover tudo,

  • sem gerar caos.


☕ 12. AUTO SCALING — “O MAINFRAME ESCALA DIFERENTE”

Na cloud:

sobe VM

No Mainframe:

  • ativa engines,

  • redistribui workload,

  • muda prioridade,

  • usa Capacity on Demand,

  • explora Sysplex.


🔥 O detalhe mais impressionante

O IBM Z consegue crescer:

SEM PARAR O BANCO

Isso é engenharia absurda.


☕ O QUE O MAINFRAME ENSINA SOBRE ARQUITETURA

A cloud moderna popularizou vários conceitos.

Mas o IBM Z já conhecia muitos deles:

  • em escala gigantesca,

  • com confiabilidade extrema,

  • em ambientes mission critical.


🔥 O erro de muita gente

Pensar que:

Mainframe = tecnologia antiga

quando na prática:

Mainframe = engenharia corporativa refinada por décadas de guerra operacional.

☕ RESUMO BELLACOSA MAINFRAME

ConceitoNo IBM Mainframe
Load BalancingWLM + Sysplex
CachingBuffer Pools + VSAM Buffers
CDNDistribuição geográfica/Sysplex
Message QueueIBM MQ
Publish/SubscribeEvent-driven corporativo
API Gatewayz/OS Connect + CICS
Circuit BreakerIsolamento operacional
Service DiscoveryCICSPlex + Sysplex
ShardingDB2 partitioning
Rate LimitingWLM + MAXTASK
Consistent HashingDistribuição de workload
Auto ScalingCapacity on Demand

☕🔥 Frase final no estilo Bellacosa Mainframe

“A cloud reinventou vários conceitos.

O Mainframe apenas ficou quieto…

porque já fazia isso desde o século passado.”

 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

📌 O que é JCL (visão geral)

 

.



📌 O que é JCL (visão geral)

  • JCLJob Control Language — é a linguagem de controle de jobs que instrui o sistema operacional IBM Mainframe sobre quais programas executar, com quais dados e recursos, em que sequência e como tratar saídas/erros. Wikipedia

  • Foi projetado para batch processing, declarando tudo explicitamente para evitar conflitos de recursos e permitir alocação antecipada de dispositivos/datasets. codedocs.org


🕰️ Linha do tempo da evolução do JCL

1) OS/360 – Introdução (1964–1966)

  • Data: meados da década de 1960 — cerca de 1964–1966. Grokipedia+1

  • Plataformas: OS/360 e DOS/360.

  • O que mudou:

    • JCL original lançada com o OS/360 (e paralelo no DOS/360) para controlar jobs batch nos recém-lançados System/360.

    • Sintaxe inicial baseada em cartões perfurados (JOB, EXEC, DD).

    • Estabelece a base do modelo que persiste até hoje.

  • Observação: essa é a primeira e principal “release” histórica — não existiam versões numeradas de JCL separadas do sistema operacional; era evoluído conforme OS/360 evoluía. Grokipedia

📌 Curiosidade: Fred Brooks — um dos líderes do projeto OS/360 — brincou que JCL foi “a pior linguagem já criada” devido à sua complexidade e rigidez, mas ela persistiu porque funcionava dentro das restrições daquele hardware/era. Wikipedia


2) MVS (Multiple Virtual Storage) — Evolução do JCL (1974+)

  • Data: 1974 e anos subsequentes. Wikipedia

  • Plataformas: OS/VS2 avançou para MVS — a base para os sistemas 370 e além.

  • O que mudou:

    • Introdução de virtual storage, multiprogramação e melhores capacidades de gestão de jobs.

    • JCL foi mantido compatível com versões anteriores, mas ganhou novas opções para dataset allocation, múltiplos steps, procedures etc.

  • Notas:

    • Nas versões MVS, o JCL permaneceu essencialmente o mesmo por compatibilidade, mas parâmetros novos foram adicionados conforme o sistema operacional expandiu funções (virtual storage, JES etc.). mainframemaster.com


3) OS/390 – Consolidando MVS (1995)

  • Data: 1995. Wikipedia

  • Plataforma: OS/390 (a evolução do MVS com pacotes completos — DFSMShsm, JES2/JES3 etc.).

  • O que mudou:

    • JCL não teve uma revisão revolucionária aqui; mas foi formalizado junto ao pacote OS/390.

    • Houve refinamentos de parâmetros e melhor suporte de integração entre subsistemas (JES, utilities, catalogação).

  • Importante: ainda não havia “JCL 2.0/3.0” no sentido de uma linguagem separada — as mudanças são ligadas à evolução dos operating systems.


4) z/OS – Era moderna (2000 até agora)

  • Data: 2000 (lançamento inicial do z/OS) até as releases atuais como z/OS 3.1, 3.2… (2020s). Grokipedia

  • Plataforma: z/OS (principal OS de mainframe IBM) com JES2/JES3.

  • O que mudou no JCL:

    • Backward compatibility total com JCL legado (jobs escritos décadas atrás ainda rodam em z/OS). Wikipedia

    • Novos parâmetros e recursos, como:

      • Manipulação de datasets inline e melhores constructs (ex: IF/THEN/ELSE no próprio JCL). Reddit

      • Suporte para novos dispositivos e sistemas de arquivos (Unix System Services).

      • Suporte a SYSIN/SYSOUT mais flexível e melhor integração com subsistemas modernos.

    • Integração com ferramentas de desenvolvimento modernas (IDE, JCL linters, LSP, integração com Git via Zowe etc.). ibm.github.io


📋 Como contar “releases” do JCL?

Diferente de linguagens como C ou Java, JCL não tem uma lista de versões como “JCL 1.0, 2.0, 3.0” — sua evolução está intrinsecamente ligada às versões dos sistemas operacionais IBM para mainframes:

Ano / PeríodoPlataforma/ReleasePrincipais mudanças no JCL
~1964–67OS/360 / DOS/360Introdução da JCL, JOB/EXEC/DD básicos, batch streams. Grokipedia
Anos 1970MVS (OS/VS2 → MVS)Virtual storage, procedures catalogadas, expansão de parâmetros. Wikipedia
1995OS/390Consolidação do pacote, recuperação de recursos e JES. Wikipedia
2000+z/OS (3.x, 4.x…)Back-compatibility, novo hardware, sistemas de arquivos modernos, integração com DevOps. ibm.github.io

📌 O que geralmente muda em JCL

Em termos gerais, as mudanças no JCL tendem a ser:

Novos parâmetros de DD/EXEC/JOB conforme o OS adiciona recursos. mainframemaster.com
Suporte a novas estruturas de dados ou subsistemas (ex: Unix System Services, datasets VSAM). IBM
Aprimoramentos de controle condicional e procedimentos. Reddit
Integração com ferramentas modernas (editores, validação, IDE). ibm.github.io


📌 Resumo (Estilo “Bellacosa Mainframe”)

  1. 1964–1966 – OS/360 & DOS/360: JCL nasce e define modelo. Grokipedia

  2. 1974+ – MVS: JCL cresce com virtual storage e multiprogramação. Wikipedia

  3. 1995 – OS/390: Pacote consolidado, refinamentos. Wikipedia

  4. 2000+ – z/OS (3.x, 4.x…): Evolução contínua, backward compatibility e suporte a tecnologias modernas. 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Paisagens de Van Gogh

Paisagens de Van Gogh: Paisagens de Van Gogh







Visita a Exposição “Paisagens de Van Gogh” no Shopping Iguatemi de Campinas Estamos comemorando os 40 anos do Shopping mais famoso de Campinas, e nesta festividade tivemos a oportunidade de visitar uma exposição do pintor holandês Vincent Van Gogh. Composto por 8 salas temáticas embaixo da famosa cúpula do shopping, passamos por replicas multimídias dos quadros mais vontades. Eu me diverti muito, tinha uma sala com óculos 3d e um mergulho dentro do quadro, em outra sala a pintura era projetada em tela em slide show, em outras havia recriação do ambiente com espigas de trigo, sons de ventos e corvos e muito mais. Veja no vídeo e se divirta, aproveite enquanto é tempo, visite o shopping Iguatemi e veja com os próprios olhos, meu conselho vá durante a semana, pois a fila e longa. #campinas #shoppingiguatemi #vangogh #exposição #paisagens #quadro #impressionista #espelhos #corvos #trigo #amendoeira #flores #selfie #3d #maquina #oculos #realidade #virtual #slideshow

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

MUSEUS PRÓXIMOS A LINHA: AZUL, VERDE, VERMELHA E AMARELA.

MUSEUS DA LINHA VERDE DO METRÔ

Metrô de São Paulo


**VILA MADALENA***
Museu da Pessoa
Museu do Objeto Brasileiro
***SUMARÉ***
Unibes cultural
Casa Guilherme de Almeida
***CLINICAS***
Museu Histórico Prof. Carlos da Silva Lacaz - FMUSP
Museu do Futebol
***CONSOLAÇÃO***
Instituto Moreira Sales
Cemitério da Consolação
Centro de Memoria da Faculdade Ibero Americana
Museu Ceroplástico
***TRIANON-MASP***
Museu de Arte de São Paulo
Centro de Pesquisa e Formação do SESC
Centro de Cultura FIESP
***BRIGADEIRO***
Museu Herculano Pires - Itaú Cultural
Acervo Historico Irmã Heinrich
Japan House
Museu do Óculos
Museu do BIxiga
Museu do instituo Pasteur
Casa das Rosas
***PARAÍSO***
Centro Cultural de São Paulo –CCSP
***ANA ROSA,CHÁCARA KLABI ou AACD-Servidor****
OCA
Obelisco
Lasar Segall
Casa Modernista
Museu Afro Brasil
Museu do Bombeiro
Museu de Arte Moderna
Planeta dos Insetos
Museu da Matemática
Museu do Instituto Biológico
Museu de Arte Contemporânea
***IMIGRANTES***
Museu Vicente de Azevedo
***ALTO DO IPIRANGA OU IPIRANGA ****
Museu do Ipiranga
Museu de Zoologia
Monumento a Independência
Casa do Grito
***SACOMÃ***
Museu Botânico

--MUSEUS PRÓXIMOS A LINHA AZUL DO METRÔ--

*METRÔ CARANDIRU
#museupenitenciario
#museuabertodearteurbana
*METRÔ TIETÊ
#museuabertodearteurbana
#arquivodoestado
#museudodentista
#museudaportuguesa
*METRÔ ARMÊNIA
#museudotransporte
*METRÔ LIBERDADE
#museudajustiça
#museutribunaldejustiça
*METRÔ SÃO JOAQUIM
#museudaimigraçãojaponesa
#vilaitororo
*METRÔ VERGUEIRO
#centroculturalsaopaulo
*METRÔ PARAÍSO
#casadasrosas
#japahouse
#irmãbeata
#itaucultural
*METRÔ ANA ROSA OU VILA MARIANA
#museudeartecontemporanea
#museudoinstitutobiologico
#oca
#museudeartemoderna
#museuafrobrasil
#planetadosinsetos
*METRÔ SANTA CRUZ
#museudoindio
#museulasarsegall
#casamodernista
#memorialdobombeiro
*METRO JABAQUARA
#sitiodaressaca
#museudalampada
PS: TODOS GRÁTIS AOS SÁBADOS. — com Metro/Linha Azul - São Paulo/SP.

--MUSEUS NA LINHA AMARELA DO METRÔ----

METRÔ LUZ
Pinacoteca
Museu da energia
Sala São Paulo
Memorial da resistência
Museu de Arte Sacra
METRÔ REPUBLICA
Museu da Diversidade Sexual
Museu do Teatro Municipal
Centro de Memoria do Circo
METRÔ HIGIENOPOLIS-MACKENZIE
Chácara lane
Casa amarela
Biblioteca Monteiro Lobato
Museu da Santa Casa de Misericórdia
Museu de Arte Brasileira
METRÔ PAULISTA
Instituto Moreira Sales
Cemitério da Consolação
Centro de Memoria da Faculdade Ibero Americana
Museu Ceroplástico
Museu do Futebol
Museu Histórico Prof. Carlos da Silva Lacaz - FMUSP
METRÔ OSCAR FREIRE
Museu Oscar Freire
Centro Pro-memoria Club Américo Paulistano
METRÔ FRADIQUE COUTINHO
Fundação Ema Klabin
Museu da Imagem e do Som
Museu Brasileiro de Esculturas
Paço das Artes
METRÔ FARIA LIMA
Centro de Memoria Bunge
Tomie Ohtake
Museu da Casa Brasileira
Casa do Itaim bibi
Museu objeto da casa brasileira
Museu da pessoa
VOZOTECA
METRÔ PINHEIROS
Museu do Relógio
METRÔ BUTANTÃ
Casa do Bandeirante
Museu de Oceanografia
Museu da Policia Civil
Museu do Brinquedo
Museu de Microbiologia
Museu Biológico do Instituto Butantã
Museu de Anatomia Humana
Museu de Anatomia Veterinária
Museu de Arqueologia e Etnologia - MAE
METRÔ SÃO PAULO – MORUMBI
Capela do Morumbi
Palácio dos Bandeirantes
Casa bola
Casa de Vidro
Fundação Maria Luisa e Oscar Americano
Casa do Caxingui

--MUSEUS DA LINHA VERMELHA DO METRÔ--

* BARRA FUNDA
Memorial da America Latina
Memorial da Inclusão
Museu Geológico
Casa Mario de Andrade
Museu da Imprensa Automotiva
* SANTA CECILIA
Museu da Santa Casa de Misericórdia
Memoria Monteiro Lobato
* REPUBLICA
Museu da Diversidade Sexual
Centro de Memoria do Circo
* ANHANGABAÚ
Museu do Teatro Municipal
Praça das Artes
* SÉ
Solar da Marquesa
Casa da Imagem
Beco do Pinto
Caixa Cultural
Memorial de 32
Museu do Telefone
Pátio do Colégio
Centro de Memoria Sindical
Centro Cultral do Banco do Brasil
*Dom Pedro II
Catavento Cultural
*BRESSER-MOOCA
Museu da Imigração
* TATUAPÉ
Casa do Tatuapé
* CARRÃO
Casa do Regente Feijó

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

☕🔥🔄💣 HIGURASHI NO NAKU KORO NI GOU — O DIA EM QUE O AMBIENTE HOMOLOGADO VOLTOU A DAR ABEND E NINGUÉM ENTENDEU O PORQUÊ

 

Bellacosa Mainframe exibe higurashi no naku koro ni gou

☕🔥🔄💣 HIGURASHI NO NAKU KORO NI GOU — O DIA EM QUE O AMBIENTE HOMOLOGADO VOLTOU A DAR ABEND E NINGUÉM ENTENDEU O PORQUÊ

"O sistema estava estável. O incidente havia sido encerrado. O relatório final foi arquivado. Então alguém apertou RESET."


Dados Técnicos

Título Original: ひぐらしのなく頃に業 (Higurashi no Naku Koro ni Gou)

Título Internacional: Higurashi: When They Cry – Gou

Autor Original: Ryukishi07

Obra Base: Franquia Higurashi no Naku Koro ni

Estúdio: Passione

Direção: Keiichiro Kawaguchi

Roteiro Supervisionado por: Ryukishi07

Exibição Original: Outubro de 2020 a Março de 2021

Quantidade de Episódios: 24


Gênero

  • Terror Psicológico

  • Mistério

  • Horror

  • Suspense

  • Thriller

  • Drama

  • Sobrenatural

  • Ficção Temporal


Classificação Indicativa

18 anos

Contém:

  • Violência extrema

  • Automutilação

  • Assassinatos gráficos

  • Trauma psicológico

  • Tortura

  • Conteúdo perturbador

É provavelmente a entrada mais brutal da franquia até então.


O Maior Engano da História de Higurashi

Quando Gou foi anunciado, praticamente todo mundo acreditou que fosse:

REMAKE = TRUE

Inclusive muitos veículos de mídia.

Inclusive muitos fãs antigos.

Inclusive espectadores novos.

Mas Ryukishi07 preparava uma armadilha narrativa monumental.

Após alguns episódios descobrimos a verdade:

REMAKE = FALSE

SEQUÊNCIA = TRUE

Gou não reinicia a franquia.

Ele continua a história.

E essa revelação mudou completamente a percepção da obra.


Sinopse

Keiichi Maebara chega novamente a Hinamizawa.

As mesmas amigas.

A mesma vila.

O mesmo festival.

Os mesmos eventos aparentemente familiares.

Tudo parece seguir exatamente o roteiro de 2006.

Mas pequenos detalhes começam a divergir.

Algumas escolhas mudam.

Alguns personagens agem de forma diferente.

Algumas tragédias ocorrem em momentos inesperados.

E rapidamente fica claro:

algo está corrompendo a linha temporal novamente.


Resumo da História

Ao estilo Bellacosa Mainframe:

Imagine que um sistema passou anos sofrendo falhas.

Após centenas de correções, finalmente estabilizou.

Os operadores comemoraram.

Os relatórios foram encerrados.

Então um novo incidente surge.

Mas desta vez o erro não vem do código antigo.

O erro vem de uma modificação feita depois da correção.

PRODUÇÃO = ESTÁVEL

PATCH NOVO INSTALADO

ABEND RETORNOU

É exatamente isso que Gou representa.


O Que Tem de Diferente?

Tudo.

E essa é a genialidade.

Inicialmente parece nostalgia.

Mas logo vira desconforto.

O espectador veterano percebe que conhece os eventos.

Mas os eventos não obedecem mais às regras conhecidas.

A sensação é semelhante a executar um programa antigo e descobrir que alguém alterou linhas críticas do código sem documentar nada.


O Retorno de Hinamizawa

Visualmente, Gou moderniza completamente a franquia.

O Studio Passione entrega:

  • animação mais fluida

  • cenários detalhados

  • direção mais cinematográfica

  • iluminação moderna

  • cenas de horror muito mais impactantes

A pequena vila nunca pareceu tão bonita.

Nem tão assustadora.


Principais Personagens

Keiichi Maebara

Retorna como principal ponto de vista.

Mas agora existe uma sensação constante de que algo está fora do lugar.


Rena Ryugu

Continua sendo uma das figuras mais imprevisíveis da franquia.

Em Gou ganha novas interpretações.


Mion Sonozaki

Recebe momentos extremamente importantes para os fãs antigos.


Shion Sonozaki

Continua sendo uma peça fundamental dos mistérios.


Satoko Houjou

A personagem que redefine completamente a série.

Sem exagero.

Sem spoilers.

Gou transforma Satoko de forma tão radical que altera toda a percepção da franquia clássica.


Rika Furude

Após finalmente escapar do inferno...

descobre que talvez o inferno não tenha terminado.


A Verdadeira Protagonista

Uma das maiores surpresas da obra.

Durante anos acreditávamos que a história de Higurashi era sobre Rika.

Gou questiona essa ideia.

A série começa a deslocar o foco para outra personagem.

E essa mudança é responsável por algumas das discussões mais intensas da comunidade.


Temáticas Profundas

Obsessão

O tema dominante de Gou.

Mais do que medo.

Mais do que destino.

Mais do que sobrevivência.

A obsessão torna-se o motor da tragédia.


Dependência Emocional

A série explora relações que ultrapassam os limites da amizade saudável.


Mudança

Nem todos conseguem aceitar que as pessoas cresçam.

Nem todos conseguem aceitar despedidas.


Livre Arbítrio

Até onde alguém pode ir para impedir o futuro?


Egoísmo Disfarçado de Amor

Talvez o tema mais perturbador da série.


As Aventuras

Diferentemente de Kai, onde a missão era salvar Hinamizawa...

Gou transforma a narrativa em uma investigação sobre quem está sabotando a nova realidade.

Cada arco funciona como:

INCIDENTE NOVO

ANALISAR LOGS

ISOLAR VARIÁVEIS

LOCALIZAR RESPONSÁVEL

O espectador torna-se novamente um analista de problemas.


As Mensagens Ocultas

Amar Não É Possuir

Uma das mensagens centrais.

Muitas tragédias surgem quando afeto transforma-se em controle.


O Passado Não Pode Ser Prisão

A série questiona a dificuldade humana de seguir em frente.


Crescer Significa Aceitar Mudanças

Nem todos os relacionamentos permanecem iguais para sempre.


A Felicidade Individual Importa

Um dos debates mais importantes da obra.

Até onde alguém deve sacrificar sua felicidade pelos outros?


O Impacto Cultural

Gou explodiu a internet.

Os fóruns ficaram em estado de guerra.

As teorias multiplicaram-se.

A comunidade passou meses tentando descobrir o que realmente estava acontecendo.

A obra revitalizou completamente a franquia.

Uma nova geração descobriu Higurashi.

Veteranos voltaram a discutir a série.

Poucos retornos foram tão bem-sucedidos.


Houve Censura?

Sim.

E muita.

A violência gráfica de Gou é significativamente superior à da série de 2006.

Diversas transmissões utilizaram:

  • escurecimento de cenas

  • redução de detalhes

  • filtros visuais

  • cortes internacionais

Alguns episódios ficaram famosos justamente pelas diferenças entre as versões televisiva e Blu-ray.


A Grande Jogada de Ryukishi07

O autor executou uma manobra brilhante.

Ele usou a nostalgia como isca.

Fez os fãs acreditarem que estavam retornando a uma história conhecida.

E então revelou que estavam entrando em um novo pesadelo.

É uma das maiores pegadinhas narrativas da história dos animes.


Veredito Bellacosa Mainframe

Se Higurashi foi o incidente.

Se Kai foi a correção.

Se Rei foi a auditoria final.

Então Gou é o chamado inesperado às três da manhã.

ALERTA CRÍTICO

SISTEMA ESTÁVEL APRESENTOU FALHA

CAUSA DESCONHECIDA

SEVERIDADE = MÁXIMA

E o mais assustador?

O erro não veio do sistema.

Veio de alguém que não conseguia aceitar que o sistema tivesse sido corrigido.

☕🔥🔄💣 Nota Bellacosa Mainframe: 10/10 chamados críticos abertos após o encerramento do incidente.

Status do Ambiente:

HINAMIZAWA.EXE

LOOP DETECTADO NOVAMENTE

ORIGEM DO PROBLEMA:
NÃO IDENTIFICADA

INVESTIGAÇÃO EM ANDAMENTO

E quando você acredita que finalmente entendeu Higurashi...

Gou mostra que o verdadeiro dump ainda nem começou. 🌾🩸🔥🔄💣


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

🔥💣 REXX + CICS: O “CENTRO DE COMANDO SECRETO” DO z/OS — 30 LABORATÓRIOS PRÁTICOS QUE TRANSFORMAM UM ANALISTA DE PRODUÇÃO EM UM MESTRE DA AUTOMAÇÃO MAINFRAME 💣🔥

 

Bellacosa Mainframe laboratorio pratico REXX e CICS

🔥💣 REXX + CICS: O “CENTRO DE COMANDO SECRETO” DO z/OS — 30 LABORATÓRIOS PRÁTICOS QUE TRANSFORMAM UM ANALISTA DE PRODUÇÃO EM UM MESTRE DA AUTOMAÇÃO MAINFRAME 💣🔥

☕ Introdução

Existe um momento na carreira de todo Analista de Produção Senior em Mainframe em que ele percebe uma verdade brutal:

“Quem domina automação no CICS deixa de apagar incêndio… e começa a controlar o incêndio antes dele nascer.”

E é exatamente aqui que entra o velho — porém absurdamente poderoso — REXX.

Enquanto muita gente ainda usa REXX apenas para pequenos scripts no TSO, os veteranos sabem:

🔥 REXX consegue:

  • conversar com CICS
  • operar consoles
  • controlar filas
  • monitorar transações
  • automatizar recovery
  • analisar dumps
  • integrar SDSF
  • conversar com DB2
  • chamar APIs
  • acionar comandos MVS
  • gerar alertas inteligentes

Tudo isso com poucas linhas.

Este laboratório foi pensado para:

  • Analistas de Produção Senior
  • Operadores avançados
  • Especialistas z/OS
  • Equipes de automação
  • Times de observabilidade mainframe

🚀 Estrutura do Laboratório

Cada caso possui:

✅ Objetivo
✅ Cenário real
✅ Passo a passo
✅ Código exemplo
✅ Dicas de produção
✅ Curiosidades Bellacosa Mainframe
✅ Solução operacional


🔥 LAB 01 — Consultando Status de Região CICS

🎯 Objetivo

Automatizar consulta de status da região CICS.


☕ Cenário Real

O operador precisa verificar:

  • se a região está ativa
  • número de tasks
  • uso de CPU
  • mensagens de erro

🚀 Passo a Passo

1. Criar EXEC REXX

ADDRESS SDSF

"ISFEXEC ST"

DO IX = 1 TO JNAME.0

IF POS("CICS", JNAME.IX) > 0 THEN
SAY JNAME.IX STATUS.IX

END

🔥 Resultado Esperado

CICSA ACTIVE
CICSB ACTIVE

💡 Dica Senior

Nunca dependa apenas de:

  • ping
  • VTAM
  • TCP/IP

Uma região pode responder rede e estar:

  • hung
  • loopando
  • sem dispatcher

☕ Curiosidade

Grandes bancos possuem robôs REXX monitorando CICS desde os anos 90.

Muita automação “moderna” apenas reinventou isso.


🔥 LAB 02 — Derrubando Transações Presas

🎯 Objetivo

Cancelar transações em loop.


🚀 Comando CICS

CEMT SET TASK(12345) PURGE

🚀 Automação REXX

ADDRESS TSO

TASK = 12345

CMD = "F CICSPROD,CEMT SET TASK("TASK") PURGE"

"CONSOLE "CMD

💡 Dica Senior

Sempre validar:

  • tempo de execução
  • CPU
  • enqueue
  • wait type

antes de purgar.


🔥 LAB 03 — Monitorando Número de Tasks

ADDRESS SDSF

"ISFEXEC ST"

TOTAL = 0

DO I = 1 TO JNAME.0

IF POS("CICS",JNAME.I) > 0 THEN
TOTAL = TOTAL + 1

END

SAY "REGIOES CICS:",TOTAL

🔥 LAB 04 — Detectando Região Travada

🎯 Estratégia

Comparar:

  • CPU baixa
  • tasks altas
  • ausência de logs

🚀 Exemplo

IF CPU < 1 & TASKS > 500 THEN
SAY "POSSIVEL HANG"

🔥 LAB 05 — Automatizando CEMT INQ TASK

ADDRESS TSO

"CONSOLE F CICSPROD,CEMT INQ TASK"

🔥 LAB 06 — Restart Automático de Região CICS

🚨 Cenário

Região caiu inesperadamente.


🚀 Fluxo

  1. Detecta DOWN
  2. Verifica horário permitido
  3. Sobe região
  4. Valida startup
  5. Gera alerta

🚀 Exemplo

"START CICSPRD"

🔥 LAB 07 — Verificando SOS (Short On Storage)

IF POS("SOS",MSG) > 0 THEN
SAY "ALERTA CRITICO"

🔥 LAB 08 — Ler JESMSGLG Automaticamente

ADDRESS SDSF
"ISFEXEC ST"

SAY "LENDO JESMSGLG..."

🔥 LAB 09 — Detectar Abend AEI9

IF POS("AEI9",LINHA) > 0 THEN
SAY "TRANSACAO INVALIDA"

🔥 LAB 10 — Automação de CEDF

🎯 Objetivo

Automatizar tracing de transações.


"CONSOLE F CICSPROD,CEDF TRANS(PGMA)"

🔥 LAB 11 — Monitor de Deadlocks

IF POS("DEADLOCK",MSG) > 0 THEN
SAY "DB2 DEADLOCK DETECTADO"

🔥 LAB 12 — Captura Automática de Dumps

"CONSOLE DUMP COMM=(CICSABEND)"

🔥 LAB 13 — Monitorando VSAM Locks

IF POS("ENQUEUE",MSG) > 0 THEN
SAY "LOCK VSAM"

🔥 LAB 14 — Robô de Health Check CICS

Checklist

✅ Tasks
✅ Storage
✅ CPU
✅ MQ
✅ DB2
✅ VTAM


🔥 LAB 15 — Integração REXX + SDSF + CICS

ADDRESS SDSF
"ISFEXEC DA"

🔥 LAB 16 — Restart Inteligente Pós-Abend

Estratégia

Nunca restartar:

  • em loop
  • acima de X falhas
  • fora da janela

🔥 LAB 17 — Monitorando Transações Long Running

IF TEMPO > 300 THEN
SAY "TRANSACAO SUSPEITA"

🔥 LAB 18 — Gerando Alertas Operacionais

SAY "ENVIANDO ALERTA PARA NOC"

🔥 LAB 19 — Detectando Storage Violation

IF POS("ASRA",MSG) > 0 THEN
SAY "POSSIVEL STORAGE VIOLATION"

🔥 LAB 20 — Operando CICS Pelo Console MVS

"CONSOLE F CICSPROD,CEMT INQ SYS"

🔥 LAB 21 — Monitorando MQ no CICS

IF POS("MQ",MSG) > 0 THEN
SAY "MQ ISSUE"

🔥 LAB 22 — Auditoria de Comandos Operacionais

QUEUE USERID DATE TIME CMD

🔥 LAB 23 — Detectando Loops de CPU

IF CPU > 90 THEN
SAY "LOOP CPU"

🔥 LAB 24 — Shutdown Controlado

"CONSOLE F CICSPROD,CEMT P SHUT"

🔥 LAB 25 — Coleta Automática de Estatísticas

SAY "GERANDO RELATORIO"

🔥 LAB 26 — Integração com DB2

ADDRESS DSNREXX

🔥 LAB 27 — Automação de Recovery

Fluxo

  1. Detecta erro
  2. Coleta dump
  3. Reinicia recurso
  4. Valida aplicação

🔥 LAB 28 — Detectando Flood de Tasks

IF TASKS > 5000 THEN
SAY "FLOOD DETECTADO"

🔥 LAB 29 — Operação Multi-CICS

DO FOREVER

Monitorando dezenas de regiões simultaneamente.


🔥 LAB 30 — Central de Automação Mainframe

🎯 Objetivo Final

Construir:

  • console inteligente
  • monitor operacional
  • auto recovery
  • observabilidade
  • automação enterprise

Tudo em REXX.


🚀 Arquitetura Recomendada

REXX
├── SDSF
├── CONSOLE
├── CICS
├── DB2
├── MQ
├── JES2
├── VTAM
└── SYSLOG

☕ Dicas de Ouro de Produção Senior

🔥 Nunca automatize sem rollback

Toda automação precisa:

  • validação
  • fallback
  • retry
  • logging
  • auditoria

🔥 REXX pode derrubar um banco inteiro

Um EXEC mal feito:

  • purga task errada
  • derruba região
  • gera storm de comandos

Produção não perdoa.


🔥 Monitore antes de agir

Senior não automatiza “ação”.

Senior automatiza:

  • decisão
  • contexto
  • diagnóstico

💣 Curiosidades Bellacosa Mainframe

☕ O REXX virou “DevOps” antes do DevOps existir

Muito antes de:

  • Ansible
  • Terraform
  • Kubernetes
  • Jenkins

o mainframe já fazia:

  • automação
  • self-healing
  • orchestration
  • monitoramento inteligente

com:

  • REXX
  • NetView
  • OPS/MVS
  • System Automation

🚀 Missão Final do Curso

Ao terminar estes 30 laboratórios você será capaz de:

✅ Automatizar CICS
✅ Criar robôs operacionais
✅ Detectar incidentes automaticamente
✅ Fazer self-healing
✅ Integrar múltiplos subsistemas
✅ Construir observabilidade real no z/OS
✅ Reduzir MTTR
✅ Operar ambientes enterprise críticos


🔥 Frase Final Bellacosa Mainframe

“No mundo distribuído o operador reage ao problema.

No Mainframe automatizado o problema já foi resolvido antes do telefone tocar.” 🚀☕