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domingo, 27 de março de 2016

Esta gaiola é bem diversificada

Bellacosa Mainframe e a gaiola bem diversificada

Esta gaiola é bem diversificada

Alem dos tucanos a bicharada ta toda na gaiola.


Que bela metáfora da vida privada, eis uma gaiola bem divertida desde tartarugas as  carpas, de Tucanos, a pavoes, marrecos e faisões... todos juntinhos no xadrez.



Sera que isso algum dia aconteceria? kkkkk Mas tirando as piadas de mau gosto. Foi tão bacana assistir os bichinhos e explicar para o formiguinha algo sobre eles.

Um pouco triste ver tão belas aves presas em gaiolas, mas tem o lado educativo em mostrar aves que uma criança dificilmente veria no dia a dia.

A gaiola das araras bagunceiras

Costela no fogo de chão.


De barriguinha cheia após um suculento almoço de costela na brasa, feita num fogo de chao durante horas para a alegria dos gulosinhos de plantão.



Explorando o local encontrei outra gaiolas, sao varias, desta vez com 2 araras meio bagunceiras, e eh claro que guardei o registro para a posteridade, vale a pena ver a bagunça que elas fazem.

Uma delas eh extremamente ante social e sacaneia directo com a vizinha, avacalhando a performance do show da outra, por ai a fora.

Vale a pena ver.

A gaiola dos Tucanos

Bellacosa Mainframe e a gaiola dos tucanos

A gaiola dos Tucanos 

Uma gaiola bem animada


Estamos no costelao da rodovia dom Pedro e esta gaiola é bem animada. Tem de tudo ali dentro.



Vejamos tem pavoes, faisões, marrecos, tucanos, tartarugas e carpas. O formiguinha se divertiu com a bagunça.

Para ir mais longe



Mais da arara doidona

Bellacosa Mainframe e mais aventuras da arara doidona

Mais da arara doidona 

Essa arara gosta de uma boa bagunça


Barriguinha cheia, todo feliz eu e o formiguinha estamos aprontando mil e uma nos arredores do restaurante.



Encontramos esta arara e resolvemos brincar com ela. Olha que farra ela faz. Dócil dócil adora um carinho na asa.

Segurando no touro mecanico

Bellacosa Mainframe em uma aventura no touro mecanico

Segurando no touro mecanico

La vai o gordinho


Vamos montar no touro e tentar ficar o máximo possível...  Seguraaaaaaa peão



Depois de umas brejas fica dificil montar o bicho kkkkkkk, sobe e cai, cai e sobe, la se foi nosso amigo, caindo ... au auuuuuuuuuuuuu

Para ir mais longe








A arara e a bagunça no restaurante

Bellacosa Mainframe e a arara e a bagunça no restaurante

A arara e a bagunça no restaurante

Arara maluquinha e a bagunça no restaurante.


No domingo de pascoa juntamos a família e fomos almoçar no Costelao.



Explorando o local encontramos diversas aves soltas. Curtindo esta liberdade as margens do rio Atibaia, aproveitei para brincar com a arara.

Para ir mais longe







Formiguinha cowboy no Costelao

Bellacosa Mainframe e o formiguinha no touro mecanico no costelao de valinhos

As aventuras do Formiguinha

Formiguinha cowboy no Costelao


Esse formiguinha curte uma emoção forte, montou no touro e achou a maior graça ate o primeiro tombo.



Depois nao quiz mais brincar e eu que fui ser o cowboy da vez.



O Rio Atibaia em Campinas visto do restaurante

Apreciando o rio Atibaia.


Após a loucura que foi as enchentes do Rio Atibaia na rodovia Dom Pedro I, estamos aqui as suas margens apreciando o rio descendo calmamente.



Estamos num restaurante a beira da estrada, que foi muito bem pensando, que alem de uma boa refeição tem todo um espaço lúdico.

Jardins, parquinho, deque, aves exóticas e é claro musica ao vivo, ao fundo ouvimos a apresentação do cantor, eu é o formiga aproveitamos para explorar todo o espaço.

Inclusive ficamos aqui vendo o rio e conversando aproveitando ao máximo a bela paisagem, mantendo algumas árvores nativas e bastante verde, nem parece que estamos as margens de uma das mais movimentadas estradas do estado.

sábado, 26 de março de 2016

Uma tempestade sob Sorocaba em 26/03/2016

Bellacosa Mainframe e a tempestade no final de tarde em Sorocaba

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

⛈️ Uma Tempestade sobre Sorocaba

Quando uma visita tranquila em família virou cenário para uma daquelas tempestades que parecem anunciar o fim do mundo

Existem viagens que ficam na memória por causa do destino. Outras, por causa de alguma grande aventura planejada.

E existem aquelas que simplesmente acontecem.



Naquela época, Juliana adorava dirigir e vez ou outra pegávamos a estrada sem precisar de grandes justificativas. Sorocaba era um desses destinos. Algumas vezes ficávamos na casa de sua irmã Daniela e do marido, Pedrinho.

Eram momentos simples e muito divertidos.

Piscina, conversa, comida, família e, é claro, uma missão praticamente obrigatória quando estávamos em Sorocaba: comer a famosa Coxinha Real.

Nada de roteiro turístico elaborado.

Era simplesmente viver.



Naquele final de março de 2016 estávamos novamente por lá. O verão terminava e, junto dele, aproximava-se também o fim da estação das grandes chuvas.

Então o céu mudou.

E mudou rápido.

O vento começou a soprar com uma força impressionante.

Uivava.

As árvores balançavam e gemiam sob as rajadas. O céu escureceu e os primeiros relâmpagos começaram a transformar aquela tarde em um gigantesco espetáculo de luz e som.

Clarões.

Estrondos.

Mais clarões.

E então veio a água.

Não aquela chuva tranquila de verão que convida a ficar olhando pela janela.

Era uma pancada brutal.

Durante aproximadamente trinta minutos, Sorocaba parecia estar debaixo de uma daquelas tempestades cinematográficas em que você olha pela janela e pensa:

— WTF... agora chegou o Apocalipse Final.

A chuva despencava, os trovões faziam a casa estremecer e os relâmpagos assustavam as crianças.

Por alguns minutos, a diversão deu lugar à preocupação.

Quando você conhece a capacidade que uma tempestade tropical tem de transformar ruas em rios em poucos minutos, a brincadeira acaba rapidamente. O medo de uma nova inundação estava presente.

Felizmente, da mesma maneira repentina como chegou, a tempestade começou a perder força.

Foram cerca de 30 minutos.

Meia hora.

Pouquíssimo tempo no relógio.

Mas tempo suficiente para transformar uma visita comum à família em uma memória que sobreviveria por uma década.

Hoje, olhando novamente para esse pequeno registro publicado originalmente em 26 de março de 2016, percebo que ele não era apenas sobre uma tempestade.

Era também sobre aquela época.

Sobre pegar a estrada com Juliana.

Sobre chegar a Sorocaba.

Sobre Daniela e Pedrinho.

Sobre ficar na piscina.

Sobre comer coxinha.

Sobre conversar sem olhar para o relógio.

E sobre estar reunido em família quando, inesperadamente, o céu resolveu mostrar quem realmente mandava naquela tarde.

Talvez seja justamente por isso que gosto tanto desses pequenos registros.

Não fotografamos apenas grandes acontecimentos.

Às vezes registramos uma piscina, uma estrada, uma refeição ou uma tempestade.

Naquele momento parecem coisas aleatórias.

Dez anos depois percebemos que eram pequenos fragmentos de uma vida inteira.

E naquela tarde em Sorocaba, durante trinta minutos, tivemos camarote para assistir ao céu apresentar seu próprio espetáculo.

A última grande chuva daquele março.

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A ultima grande chuva de março.


Estamos em Sorocaba no dia 24/03/2016 e estamos perante a ultima grande chuva da estação de chuvas de 2016.



Sorocaba foi assolada por um vendaval e forte pancada de chuva, o vento uivava, as árvores gemiam, a chuva caia forte e os relâmpagos assustavam as crianças.

Foram 30 minutos de pancada que serviram para deixar todos em alerta, assustados temendo uma nova inundação.



sexta-feira, 25 de março de 2016

Uma libélula na janela

Bellacosa Mainframe e a libelula na janela

Um Café no Bellacosa Mainframe

🪷 Uma Libélula na Janela — Duas Crianças Separadas por Décadas

Às vezes basta uma vidraça, uma libélula e duas crianças curiosas — mesmo que uma delas já tenha crescido há algumas décadas.

Era março de 2016.

Estávamos em Sorocaba, na casa da Daniela e de seu marido, Pedro. Daniela, irmã da Juliana e tia do João, tinha uma característica que sempre achei muito especial: quando podia, inventava algum motivo para reunir a família.

E nem precisava existir motivo.

Não era aniversário.

Não era Natal.

Não era casamento.

Não havia solenidade, discurso ou obrigação.

Era simplesmente:

— Vamos nos encontrar?

E pronto.

Família reunida, comida na mesa, conversa, risadas e algumas horas juntos.

Talvez sejam justamente esses encontros aparentemente sem importância que, muitos anos depois, descobrimos terem sido alguns dos mais importantes.



🍽️ Bacalhau, vinho e sofá

Naquele dia tivemos um delicioso bacalhau.

Comemos, conversamos, rimos bastante e fizemos aquilo que normalmente acontece depois de uma boa refeição familiar: começamos lentamente a escorregar pelo sofá.

Aquela deliciosa preguiça pós-almoço.

Barriga cheia.

Conversa ficando mais lenta.

Corpo procurando a posição perfeita entre sentado e deitado.

Nenhuma aventura parecia programada para aquela tarde.

Até aparecer o Formiga.

João, nosso querido Formiga, tinha encontrado alguma coisa.

Na enorme vidraça que fazia parte da sala havia pousado um inseto diferente.

Ele não sabia exatamente o que era.

E havia aquela mistura maravilhosa que as crianças possuem diante do desconhecido:

receio e curiosidade.

Primeiro olhou de longe.

Depois resolveu chamar alguém para investigar.

E lá fui eu.



🔍 Tio, vem ver isso aqui...

Aproximamo-nos da vidraça.

Olhei para o inseto.

Uma libélula.

Para o Formiga aquilo era novidade.

Para mim, porém, aquela pequena criatura imediatamente abriu uma gaveta que estava fechada havia décadas.

De repente eu não estava apenas naquela sala em Sorocaba.

Uma parte de mim havia voltado para Quiririm.

E o Vagner adulto encontrou novamente o Vaguinho.


🌾 As libélulas da minha infância

Na minha infância em Quiririm, libélulas não eram exatamente uma raridade.

A paisagem ajudava.

Havia plantações de arroz, áreas alagadas, pântanos, riachos e muita água. Era justamente o tipo de ambiente onde esses insetos apareciam com frequência.

Para nós, crianças, faziam parte daquele pequeno universo.

E uma de nossas brincadeiras era tentar capturá-las.

Não existia Google.

Não havia celular.

Não existia aplicativo identificando espécies pela câmera.

A descoberta começava olhando.

Chegando perto.

Observando.

Tentando entender.

Às vezes tentando pegar.

A natureza era simultaneamente nosso playground, laboratório e Discovery Channel.

Enquanto olhava aquela libélula na vidraça de Sorocaba, comecei a contar essas histórias para o Formiga.

E aconteceu algo curioso.

Durante alguns minutos, desapareceram as décadas que nos separavam.

Não havia mais exatamente um adulto ensinando uma criança.

Havia duas crianças investigando uma libélula.

Uma delas apenas estava algumas décadas atrasada no calendário.

📹 Vamos filmar!

Foi quando tive a ideia de pegar a filmadora.

Se havia aprendido alguma coisa ao longo da vida era que momentos aparentemente banais desaparecem depressa demais.

Na época escrevi uma frase no blog:

“Toda oportunidade é única.”

E aquela era uma delas.

Não porque estivesse acontecendo alguma coisa extraordinária.

Justamente pelo contrário.

Era uma tarde absolutamente comum.

Uma família reunida.

Um bacalhau já devidamente devorado.

Adultos espalhados pelos sofás.

Uma criança.

Uma vidraça.

E uma libélula.

Mas a vida é construída principalmente desses momentos.

Então comecei a filmar.

🪷 Um pequeno laboratório na vidraça

Agora tínhamos um espécime para observar.

Começamos a reparar em tudo.

As asas.

O formato do corpo.

Os enormes olhos.

As pernas.

A maneira como permanecia parada.

Depois o voo.

A mudança repentina de direção.

A forma como tentava compreender aquele estranho obstáculo transparente chamado vidro.

Para qualquer outro adulto passando pela sala, provavelmente seria apenas:

— Ah, uma libélula.

Para o Vaguinho e seu parça Formiga, entretanto, aquilo havia se transformado num excelente exemplar para estudo comportamental.

Observávamos.

Comentávamos.

Criávamos hipóteses.

Comparávamos movimentos.

Tentávamos descobrir o que ela faria em seguida.

Era ciência?

Formalmente, claro que não.

Mas ali estava talvez uma das raízes mais importantes da ciência:

a curiosidade.

Antes de existir laboratório, existe uma pergunta.

Antes da resposta, alguém precisa olhar para alguma coisa e pensar:

“Que negócio é esse?”

👦 Vaguinho encontra Formiga

Talvez seja essa a parte da história de que mais gosto hoje.

A libélula conectou duas épocas.

De um lado estava o Formiga, conhecendo aquele inseto.

Do outro estava eu, recordando as libélulas que havia observado quando criança em Quiririm.

O menino diante daquela vidraça em 2016 estava descobrindo.

O menino que eu havia sido décadas antes estava lembrando.

E o adulto no meio dos dois estava tentando preservar aquele encontro.

É engraçado como nossa idade biológica às vezes perde completamente a importância.

Coloque diante de mim uma locomotiva, um aquário, uma máquina antiga, um computador, um inseto estranho ou qualquer mecanismo interessante e existe uma boa possibilidade de o Vagner desaparecer durante alguns minutos.

Quem assume é o Vaguinho.

— Como funciona?

— Por que faz isso?

— Olha aquilo!

— Você viu?

Talvez envelhecer bem tenha alguma relação com conseguir manter essa criança funcionando em algum endereço escondido da memória.

🧠 Curiosidade não deveria ter prazo de validade

Existe uma coisa fantástica nas crianças: elas ainda não aprenderam quais coisas “não são importantes”.

Uma libélula pode ser um acontecimento.

Uma pedra diferente pode parar uma caminhada.

Um besouro pode render quinze minutos de investigação.

Uma locomotiva pode consumir uma tarde inteira.

Adultos tornam-se eficientes demais.

Olham e classificam:

Inseto.

Pronto.

Resolvido.

A criança pergunta:

Que inseto?

Por que essas asas são assim?

Como ele voa?

Onde vive?

Ele morde?

O que come?

Por que veio parar aqui?

E cada resposta produz outras cinco perguntas.

Naquela tarde, resolvi participar do jogo.

🕰️ Dez anos depois...

E aqui está talvez a parte mais interessante de ter registrado tudo.

Em 2016 aquilo parecia apenas um pequeno vídeo.

Uma postagem minúscula no blog.

Um daqueles registros que fazemos quase sem pensar.

Mas os anos passam.

As crianças crescem.

As casas mudam.

As famílias mudam.

As rotinas mudam.

Nós mudamos.

E aquele pequeno arquivo permanece congelado no tempo.

Daniela criando mais um daqueles encontros familiares sem grandes objetivos.

Pedro em sua casa.

Juliana.

João ainda pequeno.

O bacalhau.

As risadas.

O sofá.

A enorme vidraça.

E uma libélula que provavelmente jamais imaginou que acabaria registrada na internet e lembrada uma década depois.

Talvez seja justamente por isso que sempre gostei de fotografar, filmar e escrever.

No momento do registro nunca sabemos realmente o valor futuro de uma memória presente.

🪷 Comunicado oficial da Sociedade Protetora das Libélulas

Antes que algum defensor dos direitos dos insetos abra uma investigação contra o Vaguinho e o Formiga, deixo registrada uma informação fundamental:

nenhuma libélula foi ferida durante a produção desta história.

O espécime foi observado, analisado, admirado e posteriormente liberado para continuar normalmente sua existência.

Ao final da experiência, cada espécie seguiu sua vida.

Os Homo sapiens ficaram com uma história para contar.

E a libélula provavelmente saiu voando enquanto pensava:

“Mas o que raios queriam aqueles dois?”

Nunca saberemos.

☕ O verdadeiro tesouro daquela tarde

Revendo essa pequena história tantos anos depois, percebo que a protagonista talvez nem fosse realmente a libélula.

Era a curiosidade compartilhada.

Eu poderia simplesmente ter dito:

— É uma libélula, Formiga.

E voltado para o sofá.

Assunto encerrado em três segundos.

Mas fomos olhar.

Depois fomos observar.

Depois veio uma história da minha infância.

Depois apareceu a filmadora.

Depois nasceu uma memória.

E dez anos mais tarde aquela memória ainda existe.

Talvez educar uma criança não seja apenas entregar respostas.

Às vezes é simplesmente aceitar o convite quando ela aparece dizendo:

— Vem ver uma coisa!

Levantar do sofá.

Ir até a janela.

Olhar junto.

E demonstrar que o mundo continua sendo um lugar suficientemente interessante para merecer nossa atenção.

Naquela tarde, uma libélula pousou numa vidraça em Sorocaba.

Para a maioria das pessoas seria apenas um inseto.

Para duas crianças curiosas separadas por algumas décadas, porém, havia acabado de chegar uma pequena aula de biologia, comportamento, memória e vida.

O Formiga ganhou uma história sobre o Vaguinho de Quiririm.

O Vaguinho ganhou alguns minutos para voltar à infância.

Eu ganhei uma lembrança.

E a libélula?

Bem...

Ela conseguiu escapar daqueles dois estranhos pesquisadores e provavelmente viveu o restante de sua vida sem jamais compreender como uma simples parada numa janela havia provocado tamanha comoção.

Toda oportunidade é única.

Ainda bem que naquele dia resolvi levantar do sofá.

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Toda a oportunidade é única.


Após um fabuloso bacalhau regado há um bom vinho branco do Minho. Estou sentando no sofá curtindo aquela preguiça das boas.



Quando o formiga em pânico vem correndo em minha Direcção com medo de uma libélula. Dizendo que a professora disse que ela era perigosa.

Levanto pego a filmadora e aqui estou eu, filmando uma aleluinha a tarde. Ela era pequenina e a vidraça deixou ela muito atrapalhada, tentando fugir mas mesmo assim presa em casa.

O registro esta aqui.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Sao Paulo e o transito na marginal Pinheiros na quinta-feira santa

Quinta-feira santa... retorno a casa.


Transito infernal na marginal Pinheiros, tudo enrolado todo mundo querendo sair de Sampa.

Para e arranca, apesar de tudo ainda estamos bem, dentro em pouco o caos sera instalado. Marginal Tiete começa a parar, a Pinheiro flui com lentidão.



O Fretado chegou e cá estou filmando a janelinha... fazendo este pequeno apanhado do caos reinante em Sampa. Quando será que esta cidade terá jeito?

Por que o metro não constrói mais linhas? Porque o trem não liga as cidades satélites? Por que depender tanto de automóveis e ónibus. Poluição, gastos de combustíveis fosseis, ineficiência, estradas e ruas precárias.

Multas e mais multas, o grande irmão aqui esta para te pegar e fotografar seu veiculo. Nao tem como escapar.

domingo, 20 de março de 2016

Outro viveiro de aves

Bellacosa Mainframe e a costela na brasa e um viveiro a beira da estrada

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

🦜 O Viveiro à Beira da Dom Pedro — Um Domingo com Gosto de Roça

Costela na brasa, sertanejo raiz, Formiguinha explorando cada canto e a beleza contraditória de pássaros que eu preferia ver voando livres

Era um domingo de 2016.

Eu, Juliana e o pequeno Formiga estávamos em um restaurante às margens da Rodovia Dom Pedro I. Na postagem original escrevi Campinas, mas, revendo minhas memórias tantos anos depois, faço a correção: estávamos em Valinhos.

E o lugar combinava perfeitamente com um domingo sem pressa.

Era daqueles restaurantes rústicos, com jeito de roça, onde a experiência começava antes mesmo de a comida chegar à mesa. Madeira, ambiente simples, natureza ao redor e, completando o cenário, sertanejo raiz.

Mas sertanejo raiz mesmo.

Nada daquela parafernália eletrônica moderna. Era música que parecia pertencer ao próprio ambiente, dessas que você imagina sendo tocadas num rancho enquanto uma viola acompanha uma conversa comprida.

E havia a costela.

Costela na brasa.

Daquelas que transformam o almoço no evento principal do domingo.

Depois de comer muito bem, fizemos aquilo que tantas vezes aparece nas minhas antigas fotografias e vídeos: fomos explorar.

Com uma criança curiosa ao lado, dificilmente um passeio terminava na mesa do restaurante.

E encontramos o viveiro.

Era realmente muito bonito.



Havia patos, marrecos, calopsitas, agapórnis, periquitos e outras aves, formando aquela algazarra característica de dezenas de pequenos habitantes dividindo o mesmo espaço.

Para o Formiga aquilo era uma descoberta.

Para mim, porém, havia dois sentimentos acontecendo ao mesmo tempo.

Eu adorava observar aquelas aves. As cores, os sons, os movimentos, as pequenas interações entre elas.

Mas também sentia certa tristeza.

Porque estavam presas.

Sempre houve alguma coisa nessa ideia que mexeu comigo. Talvez porque eu goste demais da liberdade. Gosto de olhar para uma ave e imaginar que ela pode simplesmente abrir as asas e ir embora.

Voar para uma árvore.

Depois para outra.

Escolher onde pousar.

Desaparecer no horizonte se quiser.

Ser dona do próprio caminho.

Por isso um viveiro pode ser belíssimo e, simultaneamente, despertar em mim uma pequena melancolia.

Algumas daquelas aves também acionavam outra máquina poderosíssima: a memória.

Já tive agapórnis e calopsitas em outros momentos da minha vida. Assim, olhar para aqueles pequenos pássaros em 2016 também significava reencontrar silenciosamente outros tempos, outros lugares e outros personagens da minha própria história.

Ali perto havia ainda um lago.

Carpas nadavam tranquilamente, acompanhadas por bagres e outros peixes. Água, aves, vegetação e o restaurante rústico criavam uma paisagem quase idílica.

E provavelmente era exatamente disso que precisávamos naquele domingo.

Nada extraordinário aconteceu.

Nenhuma grande viagem.

Nenhum monumento famoso.

Nenhum acontecimento capaz de entrar para os livros de História.

É justamente por isso que gosto tanto desses pequenos registros.

Porque a vida também acontece assim.

Uma costela na brasa.

Uma viola tocando ao fundo.

Juliana fazendo companhia.

Formiguinha descobrindo um viveiro.

Patos andando de um lado para outro.

Carpas desaparecendo sob a água.

E eu observando aquelas pequenas aves coloridas enquanto pensava que seriam ainda mais bonitas se pudessem simplesmente abrir as asas e escolher para onde voar.

Hoje, dez anos depois, aquele pequeno vídeo ganha outro significado.

Ele não registra apenas um viveiro de aves em um restaurante de Valinhos.

Registra um domingo feliz.

Uma boa companhia.

Um almoço delicioso com gosto de comida da roça.

Uma criança explorando o mundo.

E algumas horas de uma vida que naquele momento pareciam absolutamente comuns.

Talvez essa seja uma das coisas mais curiosas da memória.

No instante em que estamos vivendo, pensamos:

"É apenas um domingo."

Dez anos depois, abrimos uma fotografia, assistimos novamente a alguns segundos de vídeo e descobrimos:

não era apenas um domingo.

Era a nossa vida acontecendo.

E, felizmente, alguém resolveu apertar o botão de gravar.

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Outro viveiro de aves


Realmente este restaurante é uma caixinha de surpresas, encontramos outro viveiro, agora povoado de Agapornes, periquitos, papagaios, patos e no laguinho logo abaixo peixes.



O Formiguinha deu um grito de satisfação quando viu tamanha algazarra dentro do viveiro, realmente é uma diversão sem fim, ver a bagunça que nossos amigos empenados fazem.

Um pouco triste ver tão alegres aves presas em um viveiro, mas é agradável ao olhar ver tantas espécies juntas.

terça-feira, 15 de março de 2016

📚 O Grande Bestiário da Fantasia : Volume XV Sword Art Online

 

Bellacosa Mainframe e o grande bestiario da fantasia parte xv

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

📚 O Grande Bestiário da Fantasia

Das Revistas Pulp aos Animes Modernos

Volume XV

Sword Art Online

Quando um MMORPG Deixou de Ser Apenas um Mundo... e se Tornou uma Prisão

"Durante décadas, a fantasia perguntava: 'Como derrotar o dragão?'. Os MMORPGs perguntaram: 'Como evoluir seu personagem?'. Sword Art Online fez uma pergunta muito mais assustadora: 'E se você nunca mais pudesse fazer logout?'"


☕ Bellacosa Time Machine

Destino: Japão

Ano: 2002

A Internet está mudando.

Os MMORPGs explodem.

Ultima Online mostrou liberdade.

EverQuest ensinou cooperação.

Ragnarok conquistou o Oriente.

Lineage domina a Coreia.

Final Fantasy XI prova que consoles também podem viver online.

Milhões de jovens passam mais tempo em mundos virtuais do que nas ruas.

Alguns pais se preocupam.

Outros não entendem.

Enquanto isso...

um adolescente chamado Reki Kawahara começa a escrever uma história.

Não sobre um jogo.

Mas sobre...

a possibilidade de uma nova realidade.


O Sonho Antigo da Humanidade

Desde Platão.

Até Matrix.

Existe uma pergunta.

Como distinguir realidade...

de simulação?

Sword Art Online apenas atualiza essa questão.

Com tecnologia.

Realidade Virtual.

Interfaces neurais.

MMORPG.


A Web Novel

Pouca gente lembra.

SAO não nasceu como anime.

Nem como mangá.

Começou como uma Web Novel.

Escrita para um concurso.

Grande demais para ser enviada.

Kawahara decidiu publicá-la gratuitamente na internet.

Sem imaginar...

o fenômeno que criaria.


O NerveGear

Aqui encontramos o elemento revolucionário.

O capacete não controla apenas mãos.

Ele conversa diretamente com o cérebro.

Visão.

Audição.

Tato.

Olfato.

Paladar.

Tudo.

O corpo permanece imóvel.

A mente...

vive em outro lugar.


Aincrad

Talvez o castelo mais famoso dos animes.

Cem andares.

Cada um.

Um ecossistema.

Uma cultura.

Uma arquitetura.

Um desafio.

Não é apenas um cenário.

É um personagem.


Akihiko Kayaba

Um dos antagonistas mais fascinantes dos animes.

Porque...

não deseja dominar o mundo.

Nem dinheiro.

Nem poder político.

Seu sonho é muito mais estranho.

Construir.

Um mundo.

Que realmente exista.


O Primeiro Dia

Milhares entram.

Todos comemoram.

Exploram.

Criam personagens.

Compram equipamentos.

Então...

descobrem.

O botão Logout desapareceu.


A Regra

Morrer no jogo.

É morrer na vida real.

Simples.

Cruel.

Perfeita.


Kirito

Kazuto Kirigaya.

Beta Tester.

Introvertido.

Inteligente.

Mas extremamente humano.

Talvez esse seja o maior mérito.

Ele erra.

Sofre.

Perde amigos.

Culpa-se.

Continua.


O Beater

Beta Tester.

Cheater.

A junção das palavras criou um novo termo.

Beater.

Kirito aceita esse rótulo.

Porque acredita que isso protegerá outros jogadores.


Asuna

Muito mais que interesse romântico.

Líder.

Estrategista.

Espadachim excepcional.

Responsável.

Seu crescimento acompanha o de Kirito.

Ela deixa de ser apenas uma jogadora talentosa para se tornar um dos pilares da comunidade de Aincrad.


As Guildas

Até então.

Guildas significavam organização.

Agora significam...

sobrevivência.

Sem cooperação.

Não existe futuro.


A Linha de Frente

Cada andar conquistado.

Representa semanas.

Às vezes meses.

De planejamento.

Treinamento.

Reconhecimento.

Estratégia.

Não muito diferente de uma grande migração de sistemas críticos.


O Medo

Algo raro nos games.

O medo verdadeiro.

Todo combate importa.

Todo erro pode ser definitivo.

Toda decisão possui consequências.


A Economia Continua Viva

Ferreiros.

Alquimistas.

Comerciantes.

Pescadores.

Artesãos.

Não existem apenas guerreiros.

A sociedade continua funcionando.


Casas

Outro detalhe brilhante.

As pessoas começam...

a decorar casas.

Cultivar jardins.

Criar famílias.

A prisão torna-se...

lar.


Yui

Talvez a personagem mais simbólica.

Uma Inteligência Artificial.

Criada para observar saúde mental.

Mas...

acaba desenvolvendo afeto.

Décadas antes da explosão da IA Generativa.

SAO já discutia.

Consciência artificial.


Heathcliff

Talvez o maior plot twist da série.

Sem spoilers detalhados.

Basta dizer.

Nem sempre o líder...

é apenas um jogador.


O Verdadeiro Tema

Muita gente acredita.

Que SAO fala sobre MMORPG.

Não.

Fala sobre identidade.

Quem somos.

Quando desaparecem.

emprego.

escola.

família.

status.

Dinheiro.

Resta apenas...

a pessoa.


O Que Herdou dos MMORPGs?

Tudo.

Guildas.

Craft.

Raids.

Chefes.

Drops.

Economia.

Mercado.

Profissões.

PvP.

Casamentos.

Casas.

Eventos.

Nada foi inventado.

Foi observado.


O Que Trouxe de Novo?

Consequências.

Antes.

Morrer.

Era inconveniente.

Agora.

É definitivo.

A tensão muda completamente.


O Mundo Não Espera

Enquanto alguns lutam.

Outros cozinham.

Outros pescam.

Outros negociam.

Outros simplesmente...

desistem.

A vida continua.


A Influência Cultural

Depois de SAO.

Explode uma avalanche.

Light Novels.

Animes.

Mangás.

Web Novels.

Jogos.

Isekais.

Realidade Virtual.

Mesmo obras que seguiram caminhos diferentes dialogaram com esse fenômeno, que ampliou enormemente o interesse por mundos virtuais e aventuras em universos inspirados em MMORPGs.


As Críticas

Nenhuma obra importante escapa delas.

Alguns leitores apontam:

ritmo acelerado.

saltos temporais.

desenvolvimento desigual de personagens secundários.

Já outros destacam justamente a capacidade da série de popularizar conceitos complexos de realidade virtual e mundos persistentes para um público muito amplo.


O Futuro Chegou?

Curiosamente.

Quando SAO surgiu.

Parecia impossível.

Hoje discutimos:

Realidade Virtual.

Realidade Aumentada.

Interfaces cérebro-computador.

IA.

Metaverso.

Ainda estamos longe do NerveGear, mas algumas das perguntas levantadas pela obra continuam surpreendentemente atuais.


A Ponte Para os Isekais

Sem Sword Art Online.

A explosão das Web Novels japonesas provavelmente teria seguido um ritmo muito diferente.

Após seu sucesso.

Centenas.

Depois milhares.

De autores começaram a explorar:

renascimento.

mundos paralelos.

RPG.

status.

níveis.

classes.

habilidades.

A fantasia japonesa nunca mais seria a mesma.


Easter Egg do Bellacosa Mainframe

Imagine Kirito chegando ao Data Center de um grande banco.

O operador pergunta:

— Você conhece alta disponibilidade?

Kirito responde:

— Passei dois anos sem conseguir fazer LOGOFF.

O sysprog faz silêncio.

Depois responde:

— Então você entende melhor que muita gente o significado de ambiente de produção.


Curiosidades Que Pouca Gente Conhece

🌐 Tudo começou como uma Web Novel

Antes de conquistar o mundo em anime e mangá, Sword Art Online foi publicado gratuitamente por Reki Kawahara na internet.


🕶 Aincrad é inspirado em MMORPGs reais

A organização por andares, guildas, economia e progressão reflete muitos elementos observados em jogos online das décadas de 1990 e 2000.


⚔ O termo "Beater" nasceu na própria obra

A combinação de Beta Tester com Cheater tornou-se uma expressão marcante dentro do universo de SAO.


🤖 Yui antecipou discussões sobre Inteligência Artificial

Sua existência levanta questões sobre consciência, empatia e vínculos entre humanos e sistemas artificiais.


🌍 SAO redefiniu o mercado das Light Novels

Seu sucesso abriu espaço para uma explosão de obras de fantasia e isekai, influenciando profundamente editoras, estúdios e autores da década de 2010.


Quando a Fantasia Entrou Definitivamente na Era Digital

Robert E. Howard imaginou um bárbaro enfrentando deuses e monstros.

Frank Frazetta deu um rosto inesquecível a esse imaginário.

Dungeons & Dragons transformou leitores em aventureiros.

Record of Lodoss War levou o espírito das campanhas para os animes.

Os MMORPGs criaram mundos persistentes onde milhões de pessoas podiam viver uma segunda vida.

Então surgiu Sword Art Online.

Ele não inventou os níveis, as guildas, os chefes de fase ou as economias virtuais. Tudo isso já existia nos grandes MMORPGs. O que SAO fez foi transformar esses elementos em uma narrativa de sobrevivência, colocando o jogador diante da pergunta definitiva: o que acontece quando o jogo deixa de ser um jogo?

Foi essa mudança de perspectiva que redefiniu a fantasia japonesa do século XXI. A partir dali, o foco deixou de ser apenas explorar mundos imaginários. O verdadeiro tema passou a ser a relação entre tecnologia, identidade, comunidade e realidade.

No próximo volume, nossa máquina do tempo seguirá para uma obra que tomou o caminho oposto. Em vez de mostrar um herói excepcional tentando escapar, ela perguntará como seria administrar uma sociedade inteira quando ninguém mais consegue sair.

Chegou a hora de mergulhar em Overlord, onde o protagonista não luta para voltar ao mundo real. Ele decide permanecer... e construir um império.


☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

📚 O Grande Bestiário da Fantasia

Das Revistas Pulp aos Animes Modernos

Uma viagem pelas raízes da fantasia moderna: mitologia, revistas pulp, Robert E. Howard, Conan, Frank Frazetta, RPG, quadrinhos europeus, Dark Fantasy, MMORPGs e a chegada dos grandes animes de fantasia.

17 capítulos disponíveis.

I
As origens

Volume I — Antes de Conan

Uma viagem às raízes da fantasia: Gilgamesh, Beowulf, sagas nórdicas, mitologias antigas, Lord Dunsany, William Morris e Edgar Rice Burroughs.

Ler o Volume I ↗
II
O criador

Volume II — Robert E. Howard

A vida do escritor de Cross Plains que criou Conan, Kull, Solomon Kane, Bran Mak Morn e estabeleceu as fundações da Sword and Sorcery.

Ler o Volume II ↗
III
Era Hiboriana

Volume III — O Universo Conan

A engenharia da Era Hiboriana: reinos, povos, religiões, mapas, civilizações e o primeiro grande world building da fantasia moderna.

Ler o Volume III ↗
IV
Arte fantástica

Volume IV — Frank Frazetta

Como a força, o movimento, as sombras e os monstros de Frazetta definiram visualmente a fantasia que conhecemos.

Ler o Volume IV ↗
V
RPG de mesa

Volume V — Dungeons & Dragons

Quando a fantasia deixou de ser apenas lida e passou a ser vivida por jogadores, mestres, guerreiros, magos e ladrões ao redor de uma mesa.

Ler o Volume V ↗
VI
Quadrinhos europeus

Volume VI — Métal Hurlant

A revista francesa que rompeu fronteiras entre fantasia, ficção científica, surrealismo e narrativa visual.

Ler o Volume VI ↗
VII
Fantasia adulta

Volume VII — Heavy Metal

Quando a fantasia europeia cruzou o Atlântico, ganhou novas vozes e conquistou a cultura pop mundial.

Ler o Volume VII ↗
VIII
Grimdark

Volume VIII — Warhammer Fantasy

O Velho Mundo, os Deuses do Caos, os Skaven e a fantasia sombria onde a vitória do bem nunca é garantida.

Ler o Volume VIII ↗
IX
Dark Fantasy

Volume IX — Berserk

Kentaro Miura reuniu séculos de fantasia, arte europeia, horror, tragédia e guerra em uma das obras mais influentes do mangá.

Ler o Volume IX ↗
X
D&D no Japão

Volume X — Record of Lodoss War

A campanha de RPG que virou romance, mangá e anime, criando uma ponte definitiva entre Dungeons & Dragons e a fantasia japonesa.

Ler o Volume X ↗
XI
Fantasia e humor

Volume XI — Slayers

Lina Inverse demonstrou que a fantasia podia rir dos próprios clichês sem abandonar magia, aventura, perigo e construção de mundo.

Ler o Volume XI ↗
XII
Magia e responsabilidade

Volume XII — Sorcerous Stabber Orphen

Um protagonista cínico, magos imperfeitos e um universo onde magia possui teoria, limites, custos e consequências humanas.

Ler o Volume XII ↗
XIII
Mundos persistentes

Volume XIII — Ultima Online, EverQuest e Ragnarok Online

Os MMORPGs transformaram a fantasia em mundos habitados 24 horas por dia, com guildas, mercados, guerras, profissões e comunidades reais.

Ler o Volume XIII ↗
XIV
Sociedade virtual

Volume XIV — Log Horizon

Um MMORPG deixa de ser apenas um jogo e se transforma em uma civilização com economia, leis, diplomacia, educação e governança.

Ler o Volume XIV ↗
XV
Realidade virtual

Volume XV — Sword Art Online

Quando um MMORPG deixou de ser apenas um mundo virtual e se tornou uma prisão onde perder a partida significava perder a própria vida.

Ler o Volume XV ↗
Capítulo especial

As Revistas Pulp

Weird Tales, Amazing Stories, Argosy, Black Mask e outras revistas que publicaram heróis, monstros, detetives e mundos que mudariam a cultura popular para sempre.

Ler o capítulo especial ↗
Ω
Conclusão da série

O Guia Definitivo da Evolução da Fantasia Moderna

O índice final da série, conectando todos os capítulos e revelando como mitologia, pulp, Conan, RPG, quadrinhos, games e animes fazem parte da mesma árvore genealógica.

Ler o guia definitivo ↗
A linhagem

Das tábuas de argila aos mundos virtuais

Mitologias Revistas Pulp Conan Frazetta D&D Quadrinhos Europeus Warhammer Berserk Animes MMORPGs Isekais

O Grande Bestiário da Fantasia
Uma jornada do papel barato das revistas pulp aos pixels brilhantes dos mundos virtuais.

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Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

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