✨ Bem-vindo ao meu espaço! ✨
Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
Bellacosa Mainframe e a semana de ferias no colegio sao jose em campinas
Semana de Ferias no São José
📺 Intervalo comercial entre as danças
Entre o término de uma dança e o início da próxima, entra em cena aquilo que toda grande produção precisa ter: o intervalo comercial.
E quem assume o microfone?
Naturalmente, o Caipira-Mor.
Um caipira particularmente falante, capaz de falar pelos cotovelos e interromper tranquilamente a programação para incomodar todo mundo com sua publicidade. 😄
Desta vez, nosso patrocinador não está vendendo sabão em pó, automóvel ou plano de celular. O anúncio é muito mais importante:
vem aí uma semana de férias para as crianças!
Durante esses dias, a criançada terá várias brincadeiras e atividades disponíveis — informação devidamente transmitida pelo nosso departamento caipira de marketing, provavelmente utilizando muito mais palavras do que seriam estritamente necessárias.
É aquele pequeno momento entre apresentações que, na época, parecia apenas uma pausa.
Anos depois, porém, vira outra coisa.
Você revê o vídeo e percebe as roupas, as vozes, o jeito de falar, as crianças esperando, os adultos organizando tudo e aquela atmosfera de festa que nenhum vídeo profissional conseguiria reconstruir perfeitamente.
As danças eram o espetáculo.
Mas o intervalo comercial também acabou entrando para o backup da memória.
E lá está ele até hoje:
CAIPIRA-MOR.PUBLICIDADE
STATUS: falando pelos cotovelos desde aquela época. 😂🌽📺
Bellacosa Mainframe e a festa junina do Colégio São José
🌽 A Quadrilha Não Para
Festa Junina no Colégio São José — Campinas
Era uma tarde inteira de música, dança e tradição no Colégio São José, em Campinas.
Durante a Festa Junina, alunos do 1º ao 9º ano se revezavam nas apresentações. Aproximadamente a cada meia hora chegava uma nova turma, transformando o espaço da festa em um palco permanente de quadrilhas, brincadeiras e danças típicas.
E a criançada estava com a corda toda.
Já tinham pulado a fogueira, corrido atrás do balão, brincado com o sanfoneiro e participado de diferentes coreografias — mas a quadrilha ainda estava longe de terminar.
Este vídeo preserva um pequeno momento daquela tarde: um registro simples de uma festa escolar que, anos depois, também se tornou memória da vida cotidiana do Colégio São José.
Mais do que uma apresentação, era uma sequência de gerações da escola entrando no tablado, cada turma deixando por alguns minutos sua própria marca na Festa Junina.
🎥 Registro histórico: Festa Junina do Colégio São José — Campinas, SP.
Viagem ao pôr do sol na SP 065 saindo de Itatiba rumo a Campinas, vamos buscar o Formiga no São José e somos presenteados por um belo céu tons alaranjados.
Por causa de algumas pessoas todo o sistema fica em perigo, motoristas barbeiros que dirigem de modo imprudente e as vezes alcoolizados podem causar acidentes. Este pequeno vídeo mostra um motorista tentando a todo custo ultrapassar outros veículos, mesmo antes de ligarmos a câmera o condutor estava dirigindo de modo ofensivo.
A estrada ou melhor dizendo estradinha SP 063 Alkindar Monteiro liga Itatiba a Bragança paulista esta estrada é um perigo, poucos motoristas respeitam o traço continuo, trafegando acima do limite de velocidade e é uma rotina acontecerem acidentes aqui. Todo cuidado é pouco.
O Parque da Uva em Vinhedo foi palco de uma animada festa que resgata a tradição nordestina: Danças e Musica: baião, xaxado, forro... sanfona estava animada e o povo caiu na dança.
Tivemos a oportunidade de participar da 1° Festa de Cultura e Tradição Nordestina, festa que não faltou animação, o sanfoneiro mandou ver e o forro comeu solto... falando em comer... as comidas tipicas estavam maravilhosas... ai que delicia q tava o sarapatel, a rabada potente e o acarajé fritinho na hora, escondidinho de carne seca, macaxeira e tantas outras guloseimas deliciosas...
Bellacosa Mainframe e a estação ferroviária de Vinhedo SP
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
🚂 Estação Ferroviária de Vinhedo — Os Trilhos que Não Deveríamos Esquecer
Eu já havia passado por aquela plataforma quando ela ainda cumpria sua missão. Anos depois voltei procurando trens, trilhos e histórias — e encontrei ferrugem, silêncio e uma pergunta incômoda: como conseguimos abandonar lugares que ajudaram a construir nossas próprias cidades?
Existem dois grandes amores tecnológicos na minha vida.
Um deles provavelmente não surpreende ninguém que acompanha este blog:
computadores.
Bits, bytes, programas, mainframes, terminais, máquinas que executam milhões de instruções e sistemas que permanecem funcionando durante décadas.
O outro nasceu muito antes de eu entender qualquer coisa sobre processamento de dados.
Ferrovias.
Trilhos.
Estações.
Locomotivas.
Pontes ferroviárias.
Cabines de sinalização.
Rotundas.
Pátios.
Vagões esquecidos.
Máquinas a vapor.
E aquelas enormes diesel-elétricas que parecem fazer o chão vibrar quando passam.
Tenho um prazer quase infantil em procurar essas coisas.
Pode ser uma grande estação preservada ou apenas uma ruína escondida no mato.
Pode ser uma rotunda ferroviária.
Uma ponte enferrujada.
Uma velha cabine de controle.
Um pedaço de trilho desaparecendo debaixo da vegetação.
Ou simplesmente alguns vagões abandonados em algum pátio.
Onde algumas pessoas enxergam apenas ferro velho, eu começo imediatamente a imaginar:
Para onde aquilo viajava?
Quem trabalhou ali?
Quem embarcou naquela plataforma?
Quantas despedidas aconteceram naquele lugar?
Quantas pessoas chegaram ali começando uma vida nova?
E foi exatamente com esse espírito que visitei novamente a antiga Estação Ferroviária de Vinhedo.
🚉 Mas eu já conhecia aquela estação viva
Esta visita tinha uma característica muito especial.
Eu não estava conhecendo a estação pela primeira vez.
No passado eu havia passado por ali como utente da ferrovia, viajando de trem quando aquela estrutura ainda fazia parte de uma rede ferroviária utilizada para transportar passageiros.
Eu conheci aquele lugar quando estação ainda significava estação.
Havia passageiros.
Havia trens.
Havia movimento.
Havia horários.
Havia gente chegando.
Havia gente partindo.
Havia aquela sensação maravilhosa de que uma plataforma ferroviária não era exatamente um destino.
Era um portal.
Você entrava em uma estação e, através dos trilhos, estava conectado a dezenas de outros lugares.
Décadas depois, voltar ali produziu uma sensação completamente diferente.
Porque nossos olhos fazem algo curioso com os lugares da memória.
Eles continuam esperando encontrar aquilo que conheceram.
🕰️ Antes de Vinhedo existir, havia Cachoeira e Rocinha
A história daquela estação é mais antiga até mesmo que o município cujo nome ela carrega atualmente.
A estação foi inaugurada em 31 de março de 1872, originalmente chamada Cachoeira, integrando o trecho pioneiro entre Jundiaí e Campinas da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.
Depois ela passaria a ser conhecida como Rocinha.
Somente muito mais tarde apareceria na placa o nome que conhecemos:
VINHEDO.
Com a autonomia municipal em 1948, a antiga Rocinha tornou-se Vinhedo e a estação acompanhou a mudança.
Isso significa algo extraordinário.
A ferrovia não chegou a uma Vinhedo já pronta.
A ferrovia participou da formação do lugar que viria a tornar-se Vinhedo.
E essa diferença é gigantesca.
☕ Ferrovia não transportava apenas pessoas
Quando pensamos nas antigas ferrovias paulistas, inevitavelmente aparece uma palavra:
café.
A expansão ferroviária pelo interior de São Paulo esteve profundamente relacionada ao crescimento econômico proporcionado pela agricultura e particularmente pelo café.
Os trilhos permitiam transportar grandes volumes de produção com eficiência muito maior do que os antigos caminhos terrestres.
Mas limitar a importância dessas ferrovias às sacas de café seria contar apenas metade da história.
Por aqueles mesmos trilhos viajavam:
mercadorias, correspondências, trabalhadores, comerciantes, famílias e imigrantes.
Viajavam ideias.
Viajavam notícias.
Viajavam oportunidades.
E viajavam também coisas que provavelmente ninguém imaginaria quando olha hoje para uma velha ferrovia.
Inclusive água.
💧 Quando os trens levaram água para Campinas
Aqui existe um capítulo fascinante da história regional.
No final do século XIX, Campinas enfrentou uma terrível epidemia de febre amarela.
Estamos falando de uma época na qual o conhecimento médico sobre a transmissão da doença ainda era incompleto.
Hoje sabemos da importância do mosquito Aedes aegypti na transmissão da febre amarela urbana.
Mas naquele momento existiam outras hipóteses.
Uma delas relacionava a doença à qualidade da água.
E isso criou uma situação extraordinária.
Campinas precisava de água considerada segura.
E onde encontrar essa água?
Na região de Rocinha, futura Vinhedo.
Agora tente imaginar essa cena.
Não há caminhão-pipa moderno.
Não existe uma enorme rede logística rodoviária.
Estamos no século XIX.
A solução tecnológica disponível tem:
caldeira, carvão, vapor, pistões, rodas de aço e trilhos.
🚂
A ferrovia entrou em ação.
A Companhia Paulista transportou água da região entre Rocinha e Vinhedo utilizando vagões-tanque.
Esses verdadeiros reservatórios sobre rodas seguiam pelos trilhos até Campinas.
A água abastecia um reservatório e posteriormente um chafariz utilizado pela população.
Pense no simbolismo disso.
Normalmente imaginamos uma locomotiva transportando café.
Naquele momento, entretanto, aqueles trilhos estavam transportando algo ainda mais básico:
água para uma cidade aterrorizada por uma epidemia.
A ferrovia havia se transformado numa gigantesca artéria logística.
🚂 Uma espécie de caminhão-pipa sobre trilhos
Para alguém de nossa época talvez seja mais fácil imaginar aqueles vagões como enormes caminhões-pipa ferroviários.
Só que puxados por locomotivas a vapor.
Imagino aquelas máquinas chegando à região.
O vapor escapando.
O cheiro do carvão.
O ruído metálico.
Homens trabalhando ao redor dos vagões.
Bombas transferindo água.
Reservatórios sendo abastecidos.
Depois:
APITO!
A composição parte novamente.
Destino:
Campinas.
Dentro daqueles vagões não havia passageiros.
Não havia café.
Havia água.
E havia também, mesmo sem que os ferroviários soubessem, a esperança de milhares de pessoas.
🦟 A ciência estava errada — mas a engenharia estava funcionando
Existe uma deliciosa ironia histórica nessa história.
A hipótese médica utilizada naquele momento estava equivocada.
A febre amarela não estava sendo transmitida pela água daquela maneira.
Mas a resposta logística era extraordinariamente engenhosa.
Esse é um exemplo maravilhoso de como história da tecnologia e história da ciência caminham juntas — algumas vezes até quando uma delas está seguindo a pista errada.
As pessoas trabalhavam com o conhecimento disponível naquele momento.
E a ferrovia mostrou novamente sua extraordinária flexibilidade.
Precisamos transportar café?
Ferrovia.
Precisamos transportar pessoas?
Ferrovia.
Precisamos transportar correspondência?
Ferrovia.
Campinas precisa urgentemente de água?
Coloque reservatórios sobre rodas e chame a locomotiva.
🏚️ E então eu voltei
É justamente conhecendo um pouco dessa história que minha visita à velha estação ganhou outro peso.
Eu fui até lá porque gosto de explorar ferrovias.
Faz parte de uma espécie de tradição pessoal.
Procuro estações.
Procuro trilhos.
Procuro locomotivas.
Procuro pontes.
Procuro rotundas.
Procuro vagões.
Procuro ruínas.
Só que naquela ocasião não estava simplesmente procurando uma ruína interessante para filmar.
Eu estava voltando a um lugar que conhecera vivo.
E encontrei abandono.
💔 Aquilo partiu meu coração
Vinhedo tornou-se um município próspero.
A cidade cresceu.
Mudou.
Modernizou-se.
Novos bairros apareceram.
Novas construções surgiram.
Automóveis passaram a dominar as ruas.
Mas ali, praticamente no meio da cidade, permanecia aquele pedaço extraordinário da história ferroviária.
E quando fiz esta visita, o que encontrei provocou uma sensação difícil de explicar.
Ferrugem.
Abandono.
Vagões deteriorados.
Estruturas degradadas.
Silêncio.
Um patrimônio que parecia ter sido colocado em uma enorme pasta chamada:
ESQUECER.
Para quem olha rapidamente talvez fossem apenas coisas velhas.
Para mim não.
Eu conseguia enxergar o que havia por trás delas.
👻 Fantasmas ferroviários
Talvez esse seja o problema de gostar tanto de ferrovias.
Depois de algum tempo você começa a enxergar fantasmas.
Não fantasmas sobrenaturais.
Fantasmas históricos.
Olho para uma plataforma vazia e consigo imaginar pessoas esperando o trem.
Olho para uma passagem de nível e imagino o aviso da aproximação da composição.
Olho para uma cabine abandonada e penso no operador movimentando alavancas.
Olho para um vagão deteriorado e imagino quando aquela pintura ainda brilhava.
Olho para os trilhos e imagino uma locomotiva aproximando-se.
CLAC.
CLAC.
CLAC.
CLAC.
Então você pisca.
E tudo está silencioso novamente.
🧠 Patrimônio não é apenas uma construção bonita
Existe também um erro comum quando falamos de patrimônio histórico.
Pensamos imediatamente em palácios.
Igrejas.
Casarões.
Monumentos.
Mas patrimônio industrial também conta nossa história.
Uma estação ferroviária explica como uma cidade cresceu.
Uma rotunda explica como locomotivas eram mantidas.
Uma cabine explica como o tráfego ferroviário era controlado.
Uma ponte explica como engenheiros venceram determinado obstáculo geográfico.
Um velho vagão explica como pessoas e mercadorias viajavam.
Até uma caixa d'água ferroviária pode contar uma história extraordinária.
Quando destruímos esses objetos sem documentá-los, não estamos simplesmente jogando fora ferro velho.
Estamos apagando documentação tridimensional da nossa própria história.
💻 Talvez seja por isso que mainframes e ferrovias combinam tanto comigo
Quanto mais penso nisso, mais percebo uma ligação curiosa entre meus dois grandes amores tecnológicos.
Mainframes e ferrovias parecem mundos completamente diferentes.
Mas não são tanto assim.
Ambos trabalham com infraestrutura.
Ambos dependem de confiabilidade.
Ambos utilizam redes.
Ambos precisam de planejamento.
Ambos transportam alguma coisa.
A ferrovia transporta pessoas e cargas.
O computador transporta e transforma informação.
Uma ferrovia possui estações, entroncamentos e pátios.
Uma rede possui nós, enlaces e datacenters.
Uma cabine ferroviária controla rotas.
Um sistema operacional controla recursos.
E ambos carregam uma característica que adoro:
camadas de história convivendo com tecnologia moderna.
🥚 Easter egg — talvez eu não estivesse filmando uma estação
Quando publiquei aquele pequeno vídeo em 2017, poderia parecer simplesmente mais um registro de minhas explorações ferroviárias.
Mas hoje percebo outra coisa.
Talvez eu não estivesse filmando apenas uma estação abandonada.
Eu estava fazendo um pequeno backup.
Um backup da memória.
Um backup de um lugar.
Um backup de uma sensação.
Um backup de algo que poderia mudar ou desaparecer.
E existe uma regra que todo profissional de informática aprende cedo ou tarde:
Aquilo que não possui backup pode desaparecer para sempre.
Talvez patrimônio histórico funcione exatamente da mesma maneira.
Fotografias são backups.
Vídeos são backups.
Depoimentos são backups.
Museus são backups.
Arquivos são backups.
Memórias são backups.
E cada pessoa que registra uma velha estação antes que ela desapareça está, de certa maneira, executando:
BACKUP HISTORY TO FUTURE
🚉 Mas esta história talvez ainda não tenha terminado
Existe uma bela ironia acontecendo enquanto revitalizo este texto.
Décadas depois do declínio dos serviços ferroviários de passageiros da região, os trilhos estão novamente entrando na discussão sobre mobilidade.
O projeto atual do Trem Intermetropolitano — TIM prevê ligação entre Campinas e Jundiaí com paradas em Valinhos, Vinhedo e Louveira.
Ou seja:
Vinhedo poderá novamente possuir uma estação integrada a um serviço ferroviário regional.
Talvez a ferrovia esteja preparando seu retorno.
Talvez crianças que hoje passam pela velha estação sem compreender exatamente sua importância ainda tenham a oportunidade de crescer associando novamente a palavra Vinhedo ao som de um trem chegando.
E isso fecha um círculo maravilhoso.
Cachoeira.
Rocinha.
Companhia Paulista.
Locomotivas a vapor.
Café.
Imigrantes.
Água para Campinas.
Vinhedo.
FEPASA.
Declínio.
Abandono.
Memória.
E talvez...
trens novamente.
❤️ Este vídeo é minha pequena homenagem
Foi por isso que fiz aquele registro.
Não pretendia produzir um documentário histórico definitivo.
Era apenas um homem apaixonado por ferrovias caminhando entre vestígios de um mundo que conheceu um pouco mais vivo.
Mas havia uma intenção.
Não esquecer.
E talvez pedir silenciosamente que outras pessoas também não esquecessem.
Porque uma cidade não começa quando construímos o condomínio mais novo.
Uma cidade é feita de camadas.
Debaixo do asfalto existem caminhos.
Atrás dos prédios existem histórias.
Ao lado das avenidas podem existir trilhos.
E algumas vezes, naquele pedaço enferrujado de ferro que ninguém mais percebe, está escondida uma parte gigantesca da história da própria cidade.
A velha estação de Vinhedo não é apenas uma estação.
Ela testemunhou a transformação de Cachoeira em Rocinha.
De Rocinha em Vinhedo.
Viu o café viajar.
Viu pessoas chegarem.
Viu pessoas partirem.
Viu locomotivas a vapor.
Viu novas tecnologias ferroviárias aparecerem.
E seus trilhos chegaram até a participar da luta de Campinas contra uma epidemia.
Por isso continuo procurando essas estações.
Continuo fotografando.
Continuo filmando.
Continuo entrando em museus ferroviários.
Continuo procurando rotundas.
Continuo olhando pontes.
Continuo parando diante de locomotivas.
Porque computadores me ensinaram uma coisa importante:
dados precisam ser preservados.
As ferrovias me ensinaram outra:
memórias também.
☕🚂
E enquanto alguém ainda contar essas histórias, talvez aqueles trilhos nunca fiquem completamente abandonados.
Uma antiga estação ferroviária toda abandonada com sucatas por todo lado, vagões incendiados, ferrugem e desolação.
Outrora um lugar que atraia pessoas, transportava a riqueza de Vinhedo para todo o estado, levando cafe para o porto de Santos e trazendo imigrantes ate esta região.
Para os aventureiros convido darem uma voltinha e conhecerem uma ponte de ferro, passagens de nível, cabine de operações e muitos destroços pelo caminho. Lembra um paisagem europeia do pós guerra.
Um imigrante quando parte de sua terra natal, guarda em seu coração as melhores memorias do seu lugar de nascimento. Memorias das tradições, das festas e cultura que alegram o coração nos momentos difíceis.
Na terra nova procuram juntar com outros conterrâneos e promoverem a cultura de sua terra. A comunidade portuguesa de Campinas se esforça para manter viva esta memoria com os Ranchos Folclóricos transmitindo a cultura lusitana para seus descendentes.
Estamos na casa de Portugal em Campinas aproveitando a semana de Portugal e fomos agraciados com uma bela apresentação do Rancho da Casa de Portugal, onde cada integrante homenageia a região de origem com suas vestes tipicas.
A dança apresentada neste video exibe trajes típicos do Minho, Alentejo, Algarve, Tras-dos-Montes, Viana do Castelo e outras tantas aldeias de Portugal.
🎨 A Pinacoteca — Quando São Paulo Era o Meu Quintal
Da Estação da Luz às luzes de neon: décadas entrando pelas mesmas portas e sempre descobrindo alguma coisa nova
Existem lugares que visitamos.
E existem lugares que, de alguma maneira, crescem conosco.
A Pinacoteca de São Paulo pertence ao segundo grupo.
Muito antes de compreender completamente o que havia dentro daquele prédio, eu já conhecia sua presença. Quando criança, passava pela região com meus pais, seguindo em direção à Estação da Luz, à antiga Rodoviária ou à Estação Sorocabana.
Aquele pedaço de São Paulo fazia parte do mapa da minha infância.
Depois vieram os anos entre 1987 e 1991, quando comecei a circular constantemente pela região por causa do programa Enigma, no Teatro Franco Zampari.
São Paulo começava a deixar de ser simplesmente a enorme cidade onde eu morava.
A cidade estava virando meu quintal.
Eu gostava de sair, caminhar, explorar e descobrir.
E, quando sobrava tempo, o Parque da Luz e a Pinacoteca estavam ali.
🌳 Do Parque da Luz para dentro do museu
Era muito fácil transformar uma caminhada aparentemente comum em uma pequena aventura.
Entrar no Parque da Luz.
Caminhar entre as árvores.
Observar os prédios antigos.
E então atravessar as portas da Pinacoteca.
Depois de algumas visitas, comecei a reconhecer salas, caminhos, obras e pequenos detalhes que alguém chegando pela primeira vez provavelmente não perceberia.
Cheguei ao ponto de certa vez servir de guia para a Patricia, do Enigma.
Aquilo devia ser divertido: um moleque que já tinha explorado o lugar algumas vezes assumindo orgulhosamente o papel de guia turístico.
— Vem por aqui. Quero te mostrar uma coisa...
Eu conhecia alguns dos “segredos” daquele lugar.
Não os segredos oficiais dos historiadores da arte.
Eram os meus segredos.
Aquela sala interessante.
Aquele corredor.
Uma obra que merecia alguns minutos.
Uma passagem que levava a outra descoberta.
Décadas depois percebo que talvez tenha começado ali um hábito que carregaria pela vida inteira:
não gosto simplesmente de chegar a um lugar. Gosto de explorá-lo.
❤️ Um museu que atravessou meus relacionamentos
Com o passar dos anos, voltei outras vezes.
E também levei algumas namoradas.
Isso transformou a Pinacoteca em algo curioso dentro da minha memória.
As obras continuavam nas paredes.
O prédio permanecia ali.
O Parque da Luz continuava do lado de fora.
Mas as pessoas ao meu lado mudavam.
Cada visita criava uma camada nova sobre as anteriores.
É quase uma arqueologia afetiva.
Em algum corredor pode existir a lembrança de uma conversa.
Em determinada sala, uma risada.
Em outra exposição, uma surpresa.
Talvez seja exatamente por isso que alguns lugares se tornam especiais para nós.
Não é apenas pelo que existe neles.
É por quem fomos quando estivemos ali.
💗 E então apareceram as luzes de neon
Em 2017, lá estava eu novamente.
Dessa vez com Juliana.
Mas aquela não era simplesmente outra visita à Pinacoteca.
Era a continuação de uma tradição que havia começado décadas antes.
Só que o museu também havia mudado.
Entre obras, salas e exposições encontramos uma experiência completamente diferente: luzes, cores, neon rosa, movimento e ilusão de ótica.
Era arte brincando com nossos sentidos.
A luz modificava aquilo que enxergávamos.
As cores enganavam o cérebro.
A percepção fazia parte da própria obra.
E achei aquilo fantástico.
Porque existe uma ideia equivocada de que museu é um lugar onde entramos silenciosamente para observar objetos antigos atrás de uma barreira.
Museus podem ser exatamente o contrário.
Podem provocar.
Confundir.
Brincar.
Enganar os olhos.
Fazer alguém parar e pensar:
“Mas que diabos está acontecendo aqui?”
E essa sensação de surpresa é maravilhosa.
🧠 Quando os olhos não contam toda a verdade
Uma ilusão de ótica também carrega uma pequena lição.
Nós confiamos absurdamente em nossos olhos.
Entretanto, aquilo que chamamos de “ver” é uma interpretação produzida pelo cérebro.
Luz, sombra, contraste, perspectiva e cores podem alterar completamente nossa percepção.
Naquela instalação, portanto, o visitante não estava apenas olhando para a obra.
O próprio cérebro do visitante fazia parte dela.
Talvez seja essa uma das coisas mais interessantes da arte contemporânea.
O quadro não precisa mais terminar na moldura.
A obra pode ocupar uma sala inteira.
Pode utilizar luz.
Pode utilizar som.
Pode utilizar movimento.
E pode utilizar você.
🚶 A velha tradição continuava viva
Olhando hoje para aquela pequena postagem de 2017, percebo algo que provavelmente não pensei naquele momento.
Aquela visita com Juliana era um resgate de uma tradição muito antiga.
O garoto que caminhava por São Paulo décadas antes continuava ali.
Mais velho, naturalmente.
Com milhares de quilômetros percorridos pelo mundo.
Com outras histórias.
Outras pessoas.
Outras preocupações.
Mas ainda existia a mesma curiosidade:
“Vamos entrar ali para ver o que encontramos?”
Talvez essa seja uma das poucas coisas que nunca mudaram.
Sempre gostei de sair.
Explorar.
Descobrir.
Entrar em museus.
Percorrer estações.
Caminhar por parques.
Dobrar uma esquina simplesmente para descobrir onde aquela rua terminava.
Durante muitos anos, São Paulo foi meu enorme parque de diversões particular.
Ou melhor:
São Paulo era o meu quintal.
E naquele quintal existiam lugares quase sagrados.
A Estação da Luz.
O Parque da Luz.
As antigas estações ferroviárias.
Os teatros.
As ruas do centro.
E a Pinacoteca.
🕰️ O verdadeiro truque de ilusão
Talvez exista ainda outra ilusão escondida naquela exposição.
Não uma produzida pelo neon.
Mas pelo tempo.
Entramos novamente em um lugar conhecido e, durante alguns segundos, todas as versões de nós mesmos parecem coexistir.
O garoto passando com os pais.
O adolescente indo ao Enigma.
O jovem explorando o Parque da Luz.
O guia improvisado mostrando a Pinacoteca para Patricia.
O namorado voltando anos depois acompanhado de outras pessoas.
E finalmente o homem caminhando pelo museu com Juliana diante de uma instalação de luz neon rosa.
Todos estão separados por anos.
Mas basta atravessar determinada porta para que algumas dessas distâncias desapareçam.
Talvez seja esse o maior poder dos lugares que fazem parte da nossa história.
Eles funcionam como pequenos CHECKPOINTs da memória.
Você volta.
O sistema lê o ambiente.
Encontra registros antigos.
E silenciosamente executa:
RESTORE MEMORIES
De repente, alguma coisa que estava arquivada há trinta anos volta para a memória principal.
Easter egg encontrado.
☕ Algumas aventuras não precisam estar longe
Passei boa parte da vida viajando e descobrindo lugares.
Mas algumas das aventuras mais importantes não exigiram avião, passaporte ou milhares de quilômetros.
Às vezes bastava pegar um ônibus ou um trem.
Descer no centro de São Paulo.
E começar a andar.
A Pinacoteca foi um desses lugares.
Um templo da arte, certamente.
Mas para mim também se tornou um templo da memória.
E aquela exposição de luz, cores, ação e ilusão de ótica foi apenas mais uma camada acrescentada sobre dezenas de outras.
Naquele dia com Juliana, mais uma vez fiz aquilo que já fazia quando garoto:
entrei por uma porta sem saber exatamente o que encontraria do outro lado.
E encontrei alguma coisa.
Porque talvez a aventura nunca tenha sido apenas a exposição.
Talvez a verdadeira aventura sempre tenha sido continuar curioso o suficiente para entrar.
São Paulo era meu quintal.
A Pinacoteca era um dos seus lugares secretos.
E, felizmente, depois de tantos anos, eu ainda continuava explorando.
São inúmeras salas com algumas replicas de obras clássicas feitas pelos alunos, outras salas como obras originais e únicas. Convidamos a todos para explorarem este museu. Conheçam obras de arte que fazem parte de nossa Pinacoteca.
E nós continuamos explorando a Pinacoteca e encontramos uma nova ilusão de ótica, desta vez sob o efeito de luz rosa, recomendo visitarem este museu sempre tem boas surpresas escondidas te esperando.
Nos arredores da Estação da Luz havia um grande acampamento militar, que posteriormente foi construído um belíssimo parque e acreditem um belo Arco do Triunfo. Com o passar dos anos, muitas coisas foram destruídas e parte do parque perdeu-se para sempre, uma escola foi construída e por fim uma bela Pinacoteca, Um museu dedicado a arte e numa destas exposição encontramos um ilusão de ótica.
Estamos em uma das salas da pinacoteca e encontramos escondido entre as peças expostas nas inúmeras atrações apresentadas, eis que numa sala esta uma bela ilusão de ótica, divirta-se e tente encontrar o equilíbrio escondido.
Eu, o pequeno Luigi e Carmen estamos andando pelas ruas de Lisboa, ouvimos um som de pandeiros lá longe, andando rapidamente encontramos um grupo animado, aproveitamos para apreciar uma Tuna Acadêmica cantando e dançado na Rua Augusta próximo a praça do Comercio.
Foi um belo show preparativo para o natal, estas meninas com seus pandeirinhos, guitarras lusitanas, violões e passes de dança em pleno baixa pombalina. A Rua Augusta de Lisboa oferece diversos shows de artistas de rua, artesanato e doces para animar os turistas.
A locomotiva 215 está parada na estação de Tanquinho onde o revisor faz um teste sonoro, sonorizando os apitos da velha senhora, exibindo todos os grandes sons que esta maquina maravilhosa pode produzir.
Em pleno século XXI podemos conhecer uma das maravilhas do seculo XIX, uma maquina a vapor restaurada e operacional, nesta parada somos presenteados com uma bela aula sobre o funcionamento desta maravilha da engenharia mecânica.
Alimentada a vapor e exibindo seus sons fantásticos, durante quase um século transportou pessoas e cargas, ajudando a unificar nosso país, expandindo nosso território e fomentando o surgimento e crescimento de nossas cidades.
Primórdios da Linha Telefônica na Linha da Mogiana.
A locomotiva 215 nos trouxe ate a estação Tanquinho e nesta estação tem um pequeno museu ferroviário com diversas peças, equipamentos históricos utilizados neste ramal ferroviário. Aqui o revisor nos faz uma pequena apresentação contando como eram o dia a dia em outros tempos.
No Museu Ferroviário esta exposto um sistema telefônico, a central de PABX de outra época permite ver e entender como eram feitas as chamadas telefônicas no inicio do século, graças ao nosso imperador Dom Pedro II que foi um dos primeiros governantes a comprar o invento do senhor Gharam Bell, este telefone foi instalado na Quinta da Boa Vista no Rio de Janeiro, onde estava instalado o Palácio Imperial.
A Cidade de Campinas comprou também algumas linhas telefônicas e instalou na cidade, para saber mais assista o video.
Bellacosa Mainframe visitando as Grutas de Mira D´aire
Uma aventura embaixo da terra
Grutas de Mira D'aire e seus tesouros
As Grutas de Mira de Aire já seriam espetaculares simplesmente por existirem. Caminhar por aqueles enormes salões subterrâneos, cercado por estalactites, estalagmites, rochas moldadas durante eras e pequenos lagos escondidos nas profundezas da terra já seria aventura suficiente.
Mas eles resolveram ir além.
Existe praticamente um espetáculo dentro do espetáculo.
A infraestrutura impressiona: escadarias, passarelas, caminhos preparados, iluminação e até elevador. Em determinados momentos eu me perguntava como conseguiram instalar tudo aquilo no interior de uma montanha sem destruir justamente aquilo que desejavam mostrar.
Então começam as luzes.
E aí a caverna muda.
As sombras desaparecem em alguns lugares e surgem em outros. Formações que estavam escondidas na escuridão aparecem repentinamente. A água reflete as cores, as paredes parecem ganhar outra dimensão e enormes estruturas de pedra emergem diante dos olhos.
Foi quase um teleporte de Star Trek.
Você está caminhando normalmente por uma caverna e, alguns segundos depois, parece que Scotty acionou os controles da Enterprise:
“Energize!”
Puff!
Estamos em outro planeta.
Talvez seja justamente isso que tenha ficado tão marcado na minha memória. Não foi apenas conhecer uma gruta. Foi participar de uma experiência cuidadosamente construída em torno de algo que a própria natureza levou milhões de anos para preparar.
E quando finalmente encontramos o elevador para retornar à superfície, surge aquela sensação curiosa de estar voltando de algum lugar muito distante.
Só que não viajamos anos-luz.
Viajamos para baixo.
E descobrimos que, às vezes, basta atravessar algumas dezenas de metros de rocha para encontrar um universo completamente diferente escondido debaixo dos nossos pés.
Estamos passeando pelo distrito de Leiria, na região de Mós tem uma belíssima caverna, totalmente adaptado ao turismo, aqui descendo ao seu interior temos um verdadeiro show de luzes pelos lagos, vemos diversos espeleotemas, um grande lago subterrâneo diversas estalactites e vamos ao seu interior.
Serve para pensarmos que uma cidade bem administrada, explora todos os recursos naturais para trazer turistas e impressionar as pessoas.
O Partido Comunista de Portugal tem um grande espaço conhecido como Quinta do Atalaia, esse parque popular e usado como cenário para a famosa FESTA do AVANTE, que reuni comunistas do mundo todo. Com barracas de comidas tipicas, artesanatos e itens de curiosidade de cada país.
Durante alguns dias podemos explorar diversas atrações que marcam a região do Seixal em Portugal.
Um acontecimento do final de verão em Portugal, a festa do Avante que acontece na Quinta do Atalaia em Seixal com muitas barracas com comidas tipicas, fogos de artificio, sinfônica e diversas atracões musicais.
🛹 Formiga no Skate — As Primeiras Voltinhas no Parque Luís Latorre
Era uma tarde tranquila no Parque Luís Latorre, em Itatiba, e naquele dia o grande desafio do Formiga estava sobre quatro pequenas rodas.
O skate ainda parecia ter vontade própria.
Subir, procurar o equilíbrio, empurrar o chão com o pé, avançar alguns metros, balançar os braços desesperadamente para não cair... e, algumas vezes, cair mesmo. 😄
Nada de grandes manobras, ollies perfeitos ou aventuras radicais. Eram apenas as primeiras voltinhas de quem estava começando a descobrir como permanecer em cima de uma prancha com rodas.
E talvez seja justamente isso que torne este pequeno registro tão especial.
Aprender a andar de skate é uma sucessão de pequenas conquistas. Primeiro conseguimos ficar parados. Depois avançamos um pouco. Descobrimos como colocar os pés, como distribuir o peso do corpo e, principalmente, aprendemos que cair também faz parte da brincadeira.
Naquela tarde, o Parque Luís Latorre tornou-se nossa pequena pista de treinamento.
Entre tentativas, corridas, desequilíbrios e algumas quedas, Formiga continuava tentando. Não havia competição nem obrigação de aprender rapidamente. O importante era brincar, experimentar e aproveitar aquele domingo no parque.
Anos depois, rever essas imagens dá outro significado ao vídeo.
Aquilo que naquele momento era simplesmente uma criança aprendendo a andar de skate tornou-se uma pequena cápsula do tempo: um registro de Itatiba, do parque, da infância e de uma tarde comum que ficou guardada para sempre.
Porque crescer talvez seja exatamente assim.
A gente sobe sem saber direito como funciona, tenta encontrar equilíbrio, começa a andar, cai algumas vezes e levanta novamente.
E então, quase sem perceber...
já estamos dando nossas próprias voltinhas pelo mundo. 🛹🐜🌳
Domingo a tarde nosso amigo Formiga resolveu treinar novamente suas habilidades no skate, dando voltas e se preparando melhor sobre as rodinhas.
Nada como iniciar o pequeno Formiga em uma atividade esportiva, subindo, andando, correndo e caindo, mas o importante é participar, dedicar um tempinho para aproveitar e ver o crescimento do pequeno.
Um lugar desolado que se transformou em um belo parque.
Quando imaginamos uma pedreira, a primeira imagem que vem na cabeça é um lugar desolado, sujo e destruído. Com muita poeira e pedras partidas, porém cabeças iluminadas conseguiram reverter isso e entregar para a população um belo presente, um lugar em que a natureza foi resgatada e entregue ao povo, convido a todos para conhecer.
Numa manha de sábado vamos para um passeio delicioso.... explorando cada detalhe deste parque fabuloso em Campinas... com direito a ver uma cachoeiras artificial, lago, peixes e tomar um delicioso sorvete. Convido a todos a visitarem e conhecerem.
Itatiba é uma cidade bem única, acontece cada coisa aqui, que daria para escrever um livro bem divertido. Desta vez recebemos a visita de um circo mambembe que no seu show de palhaços, descreveu bem como funciona a saúde publica de nossa cidade. Isso mesmo, nossa saúde pública é tão caótica, como tantos escândalos e confusões que um palhaço e seu Fiat 147 transformado em ambulância, nos faz rir um riso amargo e triste... só vendo para crer.
No ano de 2017 tivemos vários problemas na Saúde, empresas sem licitação e com capital social minusculo, profissionais experientes sendo demitidos e o pior em alguns casos sem receber as devidas indenizações trabalhistas.
Campanha politica de 2016, incrível ataque em final de campanha, foi publicado um jornal com historias fantástica contra os principais candidatos da nossa coligação. Ate helicóptero foi utilizado na distribuição destes jornais na zona rural. Diversos carros foram utilizados na cidade e nos principais pontos da cidade . Pessoas foram presas, jornais apreendidos e veículos encaminhados para a delegacia. Crime eleitoral.
Quem diria que em Itatiba também haveria fake news... tirando a parte imoral foi bem hilario ver a Tropa de Elite correndo pelas ruas em busca dos meliantes e as prisões sendo realizadas dos entregadores de jornal, que infelizmente nada sabiam.
Este video foi o mais comentado e o mais divertido de toda a campanha eleitoral, tratava do polemico parque do Entorno, que ate hoje ainda não esta pronto. Espalharam pela cidade placas de transito indicando onde ficava o parque, porem o mesmo ainda não estava concluído. Ai já viu a confusão.
Agora em 2017 com a nova administração o negocio piorou, o parque foi fechado e abandonado e com isso quem perde é o povo, afinal uma área de lazer a menos.
Em continuação ao nosso dia de aventura estamos em Brotas, cidade rica em cachoeiras e aventuras com trilhas, rios e suas corredeiras. Estamos na cachoeira Cassorova para apresentar ao Formiga sua primeira cachoeira, onde nos aventuramos por uma trilha, passamos por uma cascatinha, descemos por uma longa escadaria, passamos por uma ponte pênsil e após breve caminhada finalmente chegamos a cachoeira de 90 metros.
Nada como sair de casa e poder passear pelo campo, aproveitando o contato com a natureza, vendo árvores e plantas, com um olhar mais atento podemos encontrar aves e pequenos roedores escondidos entre os ramos.
Um ótimo dia para a família em meio a natureza, saia de casa e viva esta experiencia.
Um peixe fantástico, pescado aos milhares, consumido com muito gosto em Portugal e países lusófonos. Principal personagem das festas populares de Lisboa. Apreciada com pão ou batatas.
Seu o sabor representa a chegada primavera, logo que o frio se foi, chegaram as sardinhas na brasa, pingando a gordura no carvão em brasa e exalando um delicioso perfume, o aroma da sardinha assando é uma delicia!
Lembre-se de tirar as escamas, limpar as barrigadas e deixar a as brasas bem vivas.
Saboreiem e descubra o sabor delicioso e se tiver manjericos no jardim com certeza irá lembrar de Lisboa.
Estamos em Itatiba, Dezembro de 2015... um acontecimento único e memorável pelos próximos 365 dias... para as crianças de todas as idades, a alegria chegou a melhor época do ano esta começando agora. Papai Noel chegou de helicóptero, subiu no Noel-mobile e saiu pela cidade distribuindo doces pela cidade. As crianças vão a loucura... balas e doces voando pelo ar.... as crianças pulando e gritando... sacolinhas cheias.... risos e gritos... iupi é natal.
O Formiguinha adorou, ganhou um monte de balas e ainda se divertiu a grande no parque vendo uma exposição de Carros Antigos e ainda havia uma viatura de bombeiros, pronta para ser explorada pelas crianças e que estava estacionada por la para garantir a segurança de todos..
Foi um domingo em grande... ele amou ver o helicóptero... agora quando vê toda aeronave voando no céu.. ele nos pergunta se pertence ao papai Noel.
Quem nunca sonhou em entrar em um Submarino, sentir o cheiro, tocar os instrumentos, ver e ouvir. Uma experiencia única que vale a pena conhecer. Sentir a claustrofobia, ver como sofriam os tripulantes dessas maquinas, ver o espaço reduzido, saber q partilhavam as camas, que havia poucos banheiros. A falta de luz solar, o stress por estar confinado, tantas coisas que só percebemos numa leve fração ao entrar num submarino.
Andamos pela manha zanzando sem nenhum objectivo aparente, pois o melhor do dia estava reservado para a tarde. Queríamos ver o por do sol do alto da Torre.
Chegamos por volta das 2, pegamos uma fila monstruosa e enfim subimos, feito duas crianças subimos e descemos para la e para cá, tirando fotos, olhando, namorando, brincando, foi uma zoeira total.
Fizemos pic nic num cantinho com a vista mais bela de Paris, vendo o sol se pondo. Escurecendo gradualmente o horizonte da cidade, as luzes se ascendendo e iluminando a cidade luz, enchendo de vida e dando mais emoção a nossa visita.
Visitamos os bonecos de Edson e Eiffel ao alto, vimos os primeiros modelos de radio, experimentando descer a escada de degraus, ficamos imaginando os trabalhadores construindo.
Tantas coisas passaram pela cabeça e ficamos ali , ate a luz da torre acender também e fomos brindados com um excelente show. Assim anoiteceu e fomos embora.
Tem uma confissão a fazer sobre amizade, tive a sorte de ter amigos maravilhosos, pessoas nota 10 que sempre estão ao meu lado. Me ajudando e dando uma força nos momentos difíceis.
Quando estava partindo do Brasil em 2002, vários amigos juntaram-se e me deram um kit aventura composto por um canivete suíço, binóculos e um guia AMEX da Europa Ocidental e trechos da Oriente, uma verdadeira Bíblia do viajante, tão valiosa quanto o Guia do Mochileiro das Galáxias.
Andando por Paris, tinha um pequeno mapa turístico para me guiar nas ruas rapidamente e na mala estava o livro que contava os diversos segredos de Paris.
Seguindo meu instinto ia andando e de tempo a tempos consultava o livro para ter ideia do que estava vendo. E ia apreciando esta bela cidade. De passagem vi o prédio mais antigo de Paris, reconstruido a maneira que era na época medieval, obeliscos, estátuas dos mais diversos tempos. Tanta coisa que a memoria falha em recorda.
A construção mais imponente de Paris : Catedral de Notre Dame
Gente ensaiei falar tanta coisa, mas quando cheguei aqui fiquei assim cara de pastel e mudo. Imagino que emoção superior somente terei quando visitar Roma ou estar em pé, frente a pirâmide de Queops.
Imagine um cara que desde sempre sonhou em estar num lugar, ver algo, tocar algo e de repente isso acontece. Mais ou menos assim foi como me senti.
A eletricidade fluía pelo meu corpo, a cada esquina que passava eu via a pontinha da Torre Eiffel, me imaginava chegando a catedral e agora estou aqui, as portas de Notre Dame. Fazendo visita por tudo quanto é buraquinho, explorando cada detalhe de pedra, subindo na torre, descendo no subsolo e vendo o rio Sena sereno ao lado.
Barcos de turismo, uma miniatura da estátua da Liberdade as margens do Sena, bancas de pinturas e desenhistas, antiguidades, cadeados em pontes tanta coisa.
Mesmo o Arco do Triunfo que tanto simbolismo teve durante séculos. E agora estamos aqui onde tanta gente importante passou, ocupando o mesmo lugar. Apreciando os jardins e vendo a historia correr perante nossos olhos.
Nossa gente Paris é show para os avessos a direcção e veículos automóveis como eu. Aqui temos metro para tudo quanto é lado, as vezes ate 3 estações diferentes para a mesma região, único ponto negativo é o cheiro de xixi.
Mas ninguém tem a vida dificultada por falta de meios de locomoção, ate bem tarde o transporte publico funciona bem. Nunca nos deixando a mão no retorno para o albergue.
Falando da cidade, hoje fomos ao Louvre que lugar maravilhoso, jardins, edifícios, a pirâmide, os shows de rua, o mini arco do triunfo, são tantas as maravilhas que fico sem palavra para enumera-las.
Em relação a comida hoje fomos num mercadinho de bairro, abastecemos a mochila e fizemos um delicioso pic nic rodeados de ratos com asas e pardais do telhado.
Paris é uma cidade apaixonante, linda, muito bem cuidada, especialmente criada para impressionar o viajante, não vou negar que ela mexeu com meu coração, é impossível ficar indiferente a ela.
Com o perdão da palavra, para as pessoas mais serias, eu comparo Paris, a uma amante mais velha, bela e bem cuidada, deliciosa e com o coração cheio de pecado e repleta de caprichos, me perdi nos braços delas, em cada esquina ficava mais encantado que na anterior. Porem ao final eu queria voltar para casa para os braços da esposa.
Apesar de toda beleza, ela é uma cidade fria e distante. Entra-se em todos os lugares, descobre-se todos os segredos, mas mesmo assim continuamos a ser estranhos, cada um no seu lugar.
Andamos por diversas vias, vi o museu Pompidou, o Arco do Triunfo e sua vista fantástica de toda a cidade, suas ruas projectadas simetricamente iguais, a Bastilha e seus terrores, o comercio local, o bairro operário e cheio de imigrantes.
A respeito da comida provei diversos sabores estrangeiros em restaurantes étnicos para imigrantes, com preços bem mais acessíveis, longe do glamour e preços exorbitantes da cozinha francesa.
Nas eleiçoes municipais de 2016 na pre-campanha estavamos tentando conquistar nosso espaço e na busca deste espaço nada como correr atras de açoes pouco convencionais, vale tudo para conseguir chamar atençao.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe — Especial Red Team
“Você Conhece o Diretor Rooney?” — OSINT Antes do Google Existir
🔎 Como informação aparentemente inútil sobre pessoas, hábitos e organizações se transforma em superfície de ataque
Antes do Google.
Antes do LinkedIn.
Antes do GitHub.
Antes de alguém publicar no Instagram uma foto do crachá, da sala de reunião, do notebook corporativo, do quadro branco e, de bônus, metade da arquitetura da empresa ao fundo.
Já existia reconhecimento.
Ferris Bueller sabia disso.
Talvez não chamasse de OSINT.
Talvez não conhecesse a sigla.
Talvez jamais tivesse usado a expressão Open Source Intelligence.
Mas fazia algo muito parecido.
Ele observava.
Guardava informações.
Entendia pessoas.
Percebia relações.
Sabia quem mandava.
Sabia quem obedecia.
Sabia como as pessoas falavam.
Sabia quando alguém estava distraído.
Sabia que contexto vale tanto quanto tecnologia.
E, acima de tudo, entendia uma coisa que continua verdadeira em 2026:
antes de atacar um sistema, descubra como o sistema pensa.
Bem-vindo ao quarto episódio de:
SAVE FERRIS — Red Team para Quem Aprendeu que o Sistema Também Mata Aula
Hoje nosso alvo não é uma vulnerabilidade.
É uma organização inteira vista de fora.
🔴 Red Team não começa com nmap
Existe uma imagem muito confortável do atacante.
Ele abre o terminal.
Digita:
nmap -sV -O target
E pronto.
A aventura começa.
Só que, em operações reais, muitas vezes o passo mais importante acontece antes.
Se uma pessoa específica pode aprovar determinada mudança e um atacante sabe:
quem ela é;
como fala;
quem é seu chefe;
qual projeto está correndo;
qual fornecedor participa;
temos contexto suficiente para tentar manipular o processo.
De novo:
não atacamos tecnologia.
Atacamos confiança.
🧾 Documentos públicos contam história operacional
Relatórios anuais.
Apresentações.
Case studies.
Whitepapers.
Slides de conferência.
Tudo isso pode revelar:
fornecedores;
plataformas;
migrações;
estratégias;
prioridades.
A empresa quer mostrar competência.
O Red Team vê arquitetura.
🎤 Conferências são maravilhosas
Profissionais técnicos adoram contar como resolveram problemas.
E devem.
Compartilhar conhecimento é ótimo.
Mas é preciso equilíbrio.
Um slide pode explicar exatamente:
como a empresa conecta sistemas;
quais produtos usa;
qual arquitetura adotou;
que problema ainda possui.
OSINT não significa impedir compartilhamento.
Significa compreender o que está sendo exposto.
🔵 Blue Team deveria fazer OSINT contra si mesmo
Essa é uma prática excelente.
Procure sua própria empresa.
Veja o que aparece.
Descubra:
quais e-mails;
quais documentos;
quais tecnologias;
quais nomes;
quais repositórios;
quais informações históricas.
É quase um espelho.
🧠 Pergunta simples: o atacante sabe mais sobre nós do que imaginamos?
Muitas vezes, sim.
E esse é o problema.
Funcionários internos supõem que certas informações são “internas” porque nunca foram oficialmente publicadas.
Mas talvez estejam espalhadas em 20 lugares.
🧩 Fragmentos públicos formam inteligência privada
Essa é a mágica.
Nenhum pedaço é secreto.
O conjunto, porém, revela algo que ninguém publicou diretamente.
Isso é inteligência.
🧪 Exemplo: reconstruindo um ambiente
Imagine encontrar:
Perfil 1:
Administrador z/OS.
Perfil 2:
Especialista CICS e MQ.
Vaga:
z/OS Connect + OAuth.
Postagem:
Migração de APIs concluída.
Apresentação:
Modernização de COBOL.
Você talvez infira uma arquitetura inteira.
Não certeza.
Mas hipótese forte.
🚪 O atacante então escolhe a porta
Talvez não ataque o mainframe.
Pode atacar:
pipeline;
API;
desenvolvedor;
fornecedor;
Help Desk;
credencial.
Reconhecimento serve para escolher caminho barato.
Atacantes são econômicos.
💰 O caminho mais fácil vence
Se quebrar criptografia custa semanas e convencer alguém custa dez minutos, adivinhe o que será tentado primeiro.
Essa é uma verdade simples.
Segurança gosta de imaginar atacantes apaixonados pela tecnologia.
Atacantes gostam de eficiência.
Ferris também.
🎩 Criatividade adversarial é combinar banalidades
Uma lista de funcionários não é exploit.
Uma vaga não é exploit.
Uma foto não é exploit.
Um PDF não é exploit.
Mas:
FUNCIONÁRIO
+
PROJETO
+
TECNOLOGIA
+
HORÁRIO
+
AUTORIDADE
pode virar pretexto.
O exploit está na combinação.
🚨 “Mas tudo isso é público”
Exatamente.
Esse é o ponto.
OSINT trabalha com o que está disponível.
O problema não é necessariamente que algo foi “vazado”.
É que informações legítimas podem ser correlacionadas.
🧠 Segurança não deve virar paranoia
Também é importante não enlouquecer.
Não dá para esconder todos os funcionários.
Apagar LinkedIn.
Parar conferências.
Proibir GitHub.
Isso seria absurdo.
A meta é entender risco.
Separar o que pode ser público do que adiciona risco desnecessário.
🧭 Classificação ajuda
Pergunte:
isso precisa ser público?
isso revela tecnologia crítica?
isso revela arquitetura?
isso entrega nomes internos?
isso ajuda um atacante a construir pretexto?
Às vezes a resposta será:
sim, vale o risco.
Tudo bem.
Segurança é gestão de risco, não invisibilidade total.
🦖 Mainframe e falsa sensação de isolamento
Em ambientes mainframe, vejo uma armadilha mental clássica:
“Nosso z/OS não está exposto.”
Ótimo.
Mas:
quem administra?
como desenvolve?
como faz deploy?
quais APIs chegam?
quais fornecedores acessam?
quais ferramentas integram?
O mainframe pode estar isolado.
O ecossistema não.
🔐 RACF aparece no LinkedIn também
Um profissional publica:
“Especialista RACF.”
Outro:
“Responsável por IAM no z/OS.”
Agora sabemos quem entende identidade.
Isso não é motivo para esconder carreira.
Mas mostra como pessoas fazem parte da superfície de informação.
🤖 Agentes de IA podem acelerar coleta
Ferris moderno poderia pedir:
“Liste tecnologias usadas por esta organização a partir de fontes públicas.”
Em minutos, teria resumo.
Isso democratiza capacidade de reconhecimento.
Mais uma razão para organizações entenderem sua pegada digital.
🛡️ Defesa começa conhecendo sua própria pegada
Um Blue Team deveria periodicamente perguntar:
o que existe sobre nós?
o que alguém pode inferir?
quais dados estão desatualizados?
quais documentos ainda estão indexados?
quais repositórios ficaram públicos?
quais contas antigas continuam ativas?
Essa higiene reduz surpresa.
☕ A pergunta Bellacosa
Eu colocaria esta na parede:
“Se eu fosse um atacante e tivesse apenas internet, o que conseguiria aprender sobre nós em uma tarde?”
Essa pergunta vale ouro.
Talvez a resposta seja:
mais do que você gostaria.
🎬 Ferris não precisava do Google
Ferris conhecia seu ambiente porque vivia nele.
Observava.
Conectava pontos.
Entendia comportamento.
Hoje temos ferramentas infinitamente melhores.
Mas muitos continuam cometendo o mesmo erro:
coletam dados e não entendem contexto.
Ferris faria o contrário.
Poucos dados.
Boa interpretação.
🧠 Reconhecimento é reduzir incerteza
Essa talvez seja a melhor definição.
Antes do recon:
você não sabe nada.
Depois:
sabe quem;
sabe o quê;
sabe quando;
sabe como;
sabe relações.
Isso reduz incerteza.
E aumenta eficiência.
🔴 Red Team começa com perguntas
Não com ferramentas.
Perguntas.
Quem trabalha aqui?
Quem manda?
Quem confia em quem?
Como as pessoas falam?
Que sistemas utilizam?
Quando estão distraídas?
Essas perguntas parecem humanas demais para cybersecurity.
E justamente por isso são poderosas.
☕ Epílogo: Rooney estava na superfície de ataque
O diretor Rooney não era servidor.
Não tinha endereço IP.
Não escutava na porta 443.
Mas fazia parte do sistema.
Seu cargo.
Seu comportamento.
Sua autoridade.
Sua obsessão.
Tudo isso era informação.
Ferris sabia.
E essa é a lição.
Uma organização não é apenas:
servidores;
firewalls;
APIs;
mainframes.
É também:
pessoas;
relações;
hábitos;
linguagem;
rotinas;
expectativas.
OSINT transforma tudo isso em mapa.
Então, antes de abrir o terminal, faça o que Ferris faria.
Olhe ao redor.
Escute.
Leia.
Conecte.
E pergunte:
“Quem conhece o diretor Rooney?”
Porque talvez você descubra que a porta mais importante da empresa não aparece no nmap.
Ela aparece no organograma.
☕ SAVE FERRIS.
No próximo artigo:
Cameron, Atenda o Telefone — Social Engineering as a Service
Porque Ferris nunca foi perigoso sozinho.
O verdadeiro poder estava na cadeia.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe — Especial Red Team
SAVE FERRIS — Ferris Bueller’s Red Team
Uma série de 12 artigos sobre Red Team, segurança ofensiva,
engenharia social, OSINT, integridade de dados, MFA, PAM,
rollback, Blue Team, inteligência artificial, RACF e z/OS,
usando Ferris Bueller para explorar uma pergunta fundamental:
o sistema está realmente seguro ou apenas acredita que está?
Red Team
OSINT
Engenharia Social
Blue Team
MFA
PAM
IA Generativa
RACF
z/OS
Mainframe
1
Ferris Bueller Tinha um Plano de Ataque — Red Team Antes de Existir Red Team
Reconhecimento, criatividade adversarial e a ideia de que
o verdadeiro alvo nem sempre é a tecnologia:
são as suposições de quem construiu o sistema.
Red Team • Recon • Threat Modeling • Criatividade Adversarial
Nove Faltas? CTRL+Z — Quando o Banco de Dados Decide o que é Verdade
Integridade de dados, alteração de registros, privilégio,
auditoria e a perigosa diferença entre aquilo que aconteceu
e aquilo que o banco de dados afirma ter acontecido.
Integridade • Db2 • Auditoria • Insider Threat • Dados
Cameron, Atenda o Telefone — Social Engineering as a Service
Ferris → Cameron → telefone → escola → funcionário → sistema.
Nenhuma peça precisa falhar sozinha quando a cadeia inteira
possui uma combinação explorável de confiança.
Social Engineering • Swiss Cheese Model • Human Risk
O Diretor Rooney Está Procurando Malware no Lugar Errado
Firewall, SIEM, EDR e Zero Trust podem funcionar perfeitamente
enquanto engenharia social, Help Desk e processos humanos
criam outro caminho até o objetivo.
Privilégio, acesso físico, MFA, PAM, least privilege e o risco
de proteger um ativo crítico apenas com medo, confiança
e a esperança de que ninguém ousará tocá-lo.
Colocamos a Ferrari em Ré — Por Que Rollback Não É Backup
Rollback, restore, journaling, logs, Db2, VSAM e recuperação:
voltar o estado de um sistema não significa apagar
as consequências daquilo que aconteceu.
“A Vida Passa Muito Rápido” — O Red Team Depois que Todo Mundo Foi Embora
Red Team não termina em “conseguimos entrar”.
Ataque deve gerar descoberta, evidência, correção,
detecção e aprendizado para deixar a organização mais resiliente.
Red Teaming • Purple Team • Detection • Resilience • Learning
Ferris Bueller’s Red Team: Como Hackear o Sistema
Sem Precisar Roubar a Ferrari do Cameron
reúne os doze episódios e conecta Red Team,
engenharia social, IA, Blue Team e segurança de mainframe.
A série SAVE FERRIS, publicada no
Bellacosa Mainframe, utiliza situações inspiradas
em Ferris Bueller para explicar conceitos de
Red Team, cybersecurity, segurança ofensiva,
engenharia social, OSINT, Blue Team, Purple Team,
Zero Trust, MFA, PAM, inteligência artificial,
RACF, IBM z/OS, CICS, Db2, MQ e segurança de mainframe.
O fio condutor é simples: um atacante não precisa necessariamente
quebrar a tecnologia. Ele pode explorar relações de confiança,
processos, identidades, privilégios, integrações e suposições
existentes entre pessoas e sistemas.
A temporada acompanha o ciclo completo:
reconhecimento → engenharia social → acesso →
privilégio → impacto → detecção → correção → aprendizado.
Para Red Teams e Blue Teams, o objetivo final não é provar
quem é mais inteligente, mas encontrar caminhos invisíveis
antes que um adversário real os descubra.
Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe
desde 1988
,
é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2,
z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais,
conhecimento técnico, história da computação e práticas
do universo mainframe para aproximar novas gerações das
tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos
ao redor do mundo.
IBM Champion
IBM Z
COBOL
CICS
Db2
z/OS
Mainframe desde 1988