quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

🚀 Mainframe não é Legado. É Estratégia.

 


Bellacosa Mainframe Treinamento e Evolução o seu parceiro para ajudar a sua equipe evoluir


🚀 Mainframe não é Legado. É Estratégia.

Um recado direto à Alta Direção.

Se a sua organização fatura bilhões, processa milhões de transações por segundo e dorme tranquila à noite…
há uma grande chance de existir um mainframe trabalhando silenciosamente nos bastidores.

E aqui vai a primeira provocação:

O risco hoje não é tecnológico.
É geracional e estratégico.

Enquanto o conselho discute IA generativa, cloud híbrida e transformação digital, existe uma pergunta incômoda que poucos fazem:

Quem, exatamente, entende profundamente o coração transacional da empresa?


🏛 O Elefante na Sala (que ninguém comenta no Board)

O IBM z/OS não é apenas um sistema operacional.
Ele é o guardião de décadas de regras de negócio consolidadas.

Bancos, seguradoras, varejistas e governos continuam executando:

  • 70%+ das transações financeiras globais

  • Processamento massivo com latência mínima

  • Ambientes com disponibilidade que cloud nenhuma promete contratualmente

E mesmo assim, a narrativa dominante é:

“Precisamos sair do legado.”

Curioso, não?

Porque enquanto isso, o IBM investe bilhões no IBM z17, integrando IA embarcada, criptografia avançada e aceleração de workloads híbridos.

Se fosse obsoleto, por que continuaria sendo reinventado?


🔥 A Verdadeira Crise: Capital Intelectual

Não é hardware.
Não é software.
Não é licenciamento.

É conhecimento especializado.

A geração que domina:

  • CICS

  • JCL

  • RACF

  • DB2

  • VSAM

  • Performance tuning

  • Arquitetura z/OS

está se aposentando.

E a nova geração?
Chega cheia de energia, mas sem contexto transacional profundo.

O resultado?

  • Projetos de modernização mal conduzidos

  • Custos inflados por retrabalho

  • Decisões estratégicas baseadas em percepção, não em engenharia

  • Dependência excessiva de terceiros


🧠 Easter Egg Estratégico

Você sabia que:

  • Um único erro em parâmetro de IPL pode parar um conglomerado inteiro?

  • Uma definição mal planejada de RACF pode expor dados sensíveis?

  • Uma má estratégia de enqueue pode gerar contenção invisível por meses?

Mainframe não perdoa amadorismo.
Mas recompensa excelência.


📉 O Custo Invisível da Não-Atualização

Quando a equipe não evolui:

  • A performance degrada silenciosamente.

  • A segurança vira “configuração histórica”.

  • A modernização vira “migração por desespero”.

  • A inovação fica travada por medo.

Investir em capacitação não é custo.
É blindagem estratégica.


🎯 O Que a Alta Direção Precisa Fazer Agora

1️⃣ Atualizar a Base Técnica com Profundidade Estratégica

Cursos sob medida para:

🔹 Desenvolvedores COBOL que precisam integrar APIs e JSON

Integração com Web Services, CICS, z/OS Connect.

🔹 Especialistas que precisam dominar Segurança Moderna

RACF profundo, criptografia, compliance, auditoria.

🔹 Equipes que precisam entender IPL, shutdown e arquitetura

Não apenas “como fazer”, mas por que funciona.

🔹 Operadores que precisam virar analistas

Leitura de JES2, diagnóstico avançado, troubleshooting real.


💡 Por Que Sob Medida?

Porque curso genérico não resolve problema estratégico.

Cada organização tem:

  • Cultura própria

  • Stack específica

  • Histórico técnico único

  • Gargalos particulares

Treinamento precisa ser:

✔ Contextualizado
✔ Realista
✔ Aplicável no dia seguinte
✔ Conectado à estratégia corporativa


🎓 Bellacosa Mainframe: Não é Curso. É Formação de Elite.

A proposta não é ensinar comando.

É formar mentalidade.

O estilo Bellacosa Mainframe entrega:

  • História viva do ecossistema

  • Curiosidades que ampliam visão estratégica

  • Bastidores técnicos que não estão em manual

  • Fofoquinhas históricas do mundo IBM

  • Conexão entre passado, presente e futuro

É o tipo de formação que faz o desenvolvedor pensar:

“Agora eu entendi o sistema.”

E faz o executivo pensar:

“Agora eu entendi o risco.”


📈 Impacto Direto na Estratégia Corporativa

Empresas que dominam seu core transacional:

  • Modernizam com segurança

  • Negociam melhor com fornecedores

  • Reduzem dependência externa

  • Tomam decisões baseadas em engenharia

  • Aumentam governança e compliance


🔐 Mainframe é Poder Silencioso

Enquanto startups queimam caixa buscando estabilidade,
o mainframe executa bilhões de transações com previsibilidade cirúrgica.

Mas previsibilidade exige competência.

Competência exige investimento.


🚨 Pergunta Incômoda para o Board

Se amanhã três especialistas seniores pedirem aposentadoria:

  • Quem assume?

  • Quem diagnostica?

  • Quem responde ao regulador?

  • Quem explica ao cliente?

Se a resposta gerar desconforto…

Talvez seja hora de agir.


🌍 Modernização Não é Abandonar. É Evoluir.

Mainframe não é inimigo da cloud.
Ele é o núcleo estável da arquitetura híbrida.

A nova liderança precisa enxergar isso como:

  • Vantagem competitiva

  • Pilar estratégico

  • Diferencial operacional


📌 Convite à Alta Direção

O momento ideal para investir em capacitação não é após a crise.

É antes dela.

A Bellacosa Mainframe atua como:

  • Parceiro estratégico

  • Formador técnico de alto nível

  • Conector entre gerações

  • Tradutor entre tecnologia e negócio

Treinamento sob medida.
Linguagem executiva quando necessário.
Profundidade técnica quando essencial.


🏁 Conclusão Provocativa

A pergunta não é se o mainframe vai continuar existindo.

Ele já está aí.
Forte. Atualizado. Estratégico.

A pergunta é:

Sua equipe está no mesmo nível de evolução?

Se não estiver…
isso não é um problema técnico.

É uma decisão de liderança.


https://www.linkedin.com/newsletters/um-caf%C3%A9-no-bellacosa-mainframe-7347385458416390144/






quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

IBM Champion 2026 — Once Again! 💙

 

Bellacosa Mainframe apresenta o IBM Champion 2026

IBM Champion 2026 — Once Again! 💙


I’m truly honored (and yes, just a little proud 😄) to share that I’ve been recognized once again as an IBM Champion by IBM — second years in a row!


This recognition is not just mine. It belongs to the incredible IBM i and Mainframe community that makes every discussion about RPG, SQL, DB2, COBOL, CICS, and enterprise computing so meaningful and inspiring.

Sharing knowledge, mentoring professionals, creating content, and learning together is what makes this journey so special.


Thank you to everyone who engages, supports, and grows with me every day.


Let’s rock 2026! 🚀💙


#IBMChampion #IBMi #Mainframe #Community #Gratitude

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

🎩 Mainframe, Meu Caro… Ou o Clube do Blazer Cinza?

 

Bellacosa Mainframe pensando sobre o rigido acesso ao ambiente Mainframe, regras secretas e barreiras a entrada.

🎩 Mainframe, Meu Caro… Ou o Clube do Blazer Cinza?

Permita-me começar com a devida elegância britânica:
o mainframe não é para amadores.

Mas, convenhamos… também não precisa ser para masoquistas.

Há um fenômeno curioso que afasta jovens talentos do mundo Z. Não é a complexidade do JCL. Não é o COBOL. Muito menos o misticismo do CICS ou do DB2.

É o ambiente.

Sim, meu caro leitor. O ambiente.


🎩 1. O Dress Code que Assusta Mais que um S0C7

Eles criam startups milionárias usando camiseta de banda.

E então descobrem que, em certos ambientes mainframe, o traje ainda é quase litúrgico.

  • Camisa social.

  • Sapato polido.

  • Blazer no verão de 34 graus.

  • Ar condicionado digno da Antártida.

Para quem ganha salário inicial modesto, vestir-se “adequadamente” não é apenas estética — é investimento pesado.

Pergunta elegante, porém direta:

Será que o código compila melhor de gravata?


💰 2. O Salário Inicial e o Paradoxo da Experiência

O mercado repete:
“Precisamos de profissionais de mainframe.”

Mas quando o jovem aparece:

— “Experiência mínima de 3 anos.”
— “Vivência em ambiente produtivo crítico.”
— “Conhecimento profundo de legado bancário.”

Ora, excelência exige oportunidade.

O problema não é a régua alta.
O problema é não haver escada.

E aqui entra outro elemento delicado…


🤝 3. O Padrinho Invisível

Em muitos ambientes, entrar no mainframe ainda funciona como um clube inglês do século XIX:

  • Você precisa conhecer alguém.

  • Alguém precisa confiar em você.

  • Alguém precisa abrir a porta.

Sem padrinho ou madrinha técnica, o jovem talento permanece do lado de fora, admirando o prédio.

Isso não é elitismo consciente.
É inércia cultural.

Mas o efeito é o mesmo.


🏢 4. O Ambiente Cinzento e a Cultura do “Não Pode”

Mainframe é auditoria.
Mainframe é rastreabilidade.

Perfeito.

Mas às vezes o discurso vira:

  • Não pode isso.

  • Não pode aquilo.

  • Precisa abrir chamado.

  • Precisa autorização.

  • Precisa aprovação.

  • Precisa justificar.

O jovem desenvolvedor, acostumado a deploy contínuo, olha para isso e pensa:

“Eu vim programar ou pedir permissão para respirar?”

Governança é vital.
Mas excesso de burocracia mata entusiasmo.


Onibus, trens e metro lotados chegar cansando antes de começar a jornada

🚆 5. A Distância Física do Centro de Decisão

Os grandes ambientes Z estão, via de regra:

  • Em centros financeiros.

  • Em polos corporativos.

  • Em prédios monumentais.

O que isso significa?

  • 2h de transporte público.

  • Combustível caro.

  • Estacionamento impraticável.

  • Vida pessoal comprimida.

Enquanto isso, o desenvolvedor distribuído trabalha remoto, de qualquer lugar do mundo.

A pergunta inevitável surge:

Se o sistema roda no data center, por que o cérebro precisa rodar no trânsito?


🦁 6. A Fatia do Leão

E aqui entramos no ponto mais sensível — tratado com elegância, mas sem ingenuidade.

Consultorias intermediam.
Negociam contratos robustos.
Recebem valores consideráveis.

Mas o profissional na ponta muitas vezes recebe uma fração modesta daquilo que é faturado.

Isso cria:

  • Desmotivação.

  • Sensação de injustiça.

  • Falta de pertencimento.

O jovem percebe rapidamente quando é custo ou quando é investimento.


🤡 7. E o salario óhhhhh

Há algo quase shakespeariano na ironia: enquanto o mainframe sustenta bilhões em transações e preserva a espinha dorsal financeira do mundo, o poder aquisitivo de muitos de seus guardiões encolhe discretamente, ano após ano. 

O salário médio já não acompanha o custo do terno, do transporte, da atualização técnica constante. Trabalha-se com sistemas de altíssima criticidade, mas negocia-se remuneração como se fosse peça de museu. Não é decadência tecnológica — é desalinhamento de valor. E nenhum império se sustenta por muito tempo quando seus pilares começam a sentir o peso sem a devida recompensa.


🐎 8. Quando o projeto sai dos trilhos.

Há algo quase teatral — e não no bom sentido — no desfile dos agentes comerciais que adentram o salão com promessas mirabolantes, PowerPoints reluzentes e prazos heroicos assinados com tinta alheia. Vendem modernização instantânea, garantem integração mágica, juram dominar a ferramenta que mal pronunciam corretamente. 

Comprometem-se com cronogramas que fariam corar o próprio calendário gregoriano e, numa aritmética digna de fábula corporativa, acreditam que nove gestantes produzirão um bebê em um mês. Ao primeiro sopro de realidade, o “babado” desce elegante — porém pesado — para a equipe terceirizada, que herda prazos surreais, jornadas de doze horas e a eterna ladainha: “é a reta final, vamos dar o gás para o deploy”. 

O projeto termina, os aplausos sobem ao palco executivo, e o profissional, exausto, descobre que sua participação era temporária — quase ornamental — encerrada com um discreto, porém firme, chute administrativo.

🎯 Então, o que fazer?

Agora vem a parte nobre da conversa.
Criticar é fácil. Reformar é aristocrático.

1️⃣ Modernizar a Cultura, Não Apenas a Tecnologia

  • Dress code mais flexível.

  • Avaliar por entrega, não por aparência.

  • Ambiente menos sisudo e mais colaborativo.

Elegância não exige rigidez.


2️⃣ Criar Trilhas Reais de Entrada

  • Programas trainee específicos de mainframe.

  • Mentorias formais.

  • Labs práticos (inclusive com ambientes como Hercules).

  • Parcerias com universidades.

O talento não nasce com RACF configurado.

Ele precisa de oportunidade.


3️⃣ Trabalho Híbrido ou Remoto Estruturado

Se DevOps pode operar sistemas distribuídos remotamente,
o mainframe também pode evoluir seus modelos operacionais.

Segurança não é sinônimo de presença física.


4️⃣ Transparência na Cadeia de Valor

Consultorias são importantes.
Mas valorização real do especialista cria retenção.

Retenção cria excelência.
Excelência mantém o mainframe vivo.


5️⃣ Tornar o Mainframe Aspiracional

Hoje o jovem quer:

  • Impacto

  • Propósito

  • Reconhecimento

  • Crescimento rápido

E adivinhe?

Mainframe entrega tudo isso.

Mas alguém precisa contar essa história com paixão —
não apenas com manuais.


☕ Conclusão ao Estilo Bellacosa

Meu caro…

O problema do mainframe nunca foi tecnologia.

Foi narrativa.
Foi cultura.
Foi ambiente.

O Z não é antiquado.

Antiquada pode ser a forma como o apresentamos.

Se queremos novos talentos, precisamos:

  • Abrir portas.

  • Reduzir barreiras simbólicas.

  • Atualizar a mentalidade.

  • Valorizar quem executa.

O mainframe é majestoso.

Mas majestade não precisa ser sisudez.

Pode ser grandeza com leveza.

E talvez — apenas talvez — o próximo grande arquiteto Z esteja neste exato momento escolhendo entre:

  • Uma startup de camiseta
    ou

  • Um data center de blazer.

A decisão é nossa.

🎩☕ PS: Isso que nem entrei nos pontos neuvragicos dos deploys, tercereiziação, quarteirização, falta de documentação e em algumas instalaçoes com a aposentadoria de antigos pratas da casa, perde-se o conhecimento. Um outro fato dolorozado e que de tempos em tempos existem os cortes dolorosos, membro com altos salarios ficam sobre escrutinio, pressão e caçada de pelo em ovo.

Muitas das vezes ocorre o bornout e o membro se desliga voluntario. Mas isso já é polemico demais, fica para uma proxima rodada. Concorda comigo? Qual a sua opinião? Tem alguma inverdade ou exagerado? Como é sua visao do mundo DEV na Stack Mainframe, agora hibrida com Linux, Unix, Ansilnle, Rest, Open APi2, OpenApi3, Red Hat, OpenShift e muitas novidades culminando com o Zowe, Git e Visual Studio.


https://www.linkedin.com/posts/vagnerbellacosa_ibm-mainframe-peopleware-ugcPost-7432160677529722880-9oeF?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAF2qx0B5Ef0IGUpO8f7SxDHV-EQ5-EMG54

https://www.linkedin.com/pulse/mainframe-meu-caro-ou-o-clube-do-blazer-cinza-vagner-bellacosa-sueef/

:)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

📘 50 Erros que Você Pode Capturar com IF em JCL

 

Bellacosa Mainframe apresenta 50 erros em processo batch e maneira de capturar via if /cond

Controle Condicional de Verdade no z/OS

Por Vagner Bellacosa — El Jefe Midnight Lunch

Salve jovem padawan a vida no mundo batch não é facil. Pensando nisso, seus problemas acabaram, parcialmente, no artigo de hoje, fiz um apanhado, peguei um saco de gatos, misturei com aquele tempero nosso. Coloquei algumas dicas de amarração com return cond, conds e ifs. em resultado apresento a você

Se você ainda usa IF em JCL apenas para testar RC > 8, você está usando uma Ferrari para ir até a padaria da esquina.

O IF/THEN/ELSE/ENDIF no z/OS é uma das ferramentas mais poderosas do processamento batch moderno. Ele permite capturar desde simples return codes até falhas estruturais complexas dentro de procedures.

Neste artigo, vou listar 50 situações reais de produção que podem ser tratadas com IF em JCL — com explicação prática, mentalidade de produção e visão arquitetural.

Prepare o café ☕ — vamos para o campo de batalha.

Seus problemas acabaram



🧠 Primeiro: O que o IF consegue testar?

O IF pode avaliar:

  • Return codes (RC)

  • ABENDs

  • ABENDs específicos

  • Steps executados ou não

  • Steps dentro de procedures

  • Condições combinadas (AND / OR)

  • Variáveis simbólicas

  • Fluxos aninhados (nested IF)

Agora vamos aos 50 cenários.


🔴 PARTE 1 — ABENDs Específicos (Sistema)

Captura via:

IF ABENDCC = Sxxx THEN
  1. S806 — Programa não encontrado (STEPLIB incorreto)

  2. S0C7 — Erro numérico COBOL (Data exception)

  3. S0C4 — Violação de memória

  4. S0C1 — Instrução inválida

  5. S913 — Falha de autorização RACF

  6. S878 — Falta de memória virtual

  7. S80A — Falta de storage abaixo da linha

  8. S837 — Falta de espaço em disco

  9. S522 — Timeout de CPU

  10. Uxxxx — User abend específico da aplicação

Uso típico: gerar dump, enviar notificação, disparar rollback.


🔴 PARTE 2 — Qualquer ABEND

IF ABEND THEN
  1. Capturar qualquer falha anormal

  2. Acionar rotina de recovery

  3. Enviar alerta para operações

  4. Forçar rollback

  5. Gerar log especial

O IF permite separar erro técnico de erro lógico (RC alto).


🔴 PARTE 3 — RC de Step Específico

IF STEP1.RC NE 0 THEN
  1. RC diferente de zero

  2. RC maior que 4 (warning elevado)

  3. RC igual a 4 (tratamento especial de warning)

  4. RC igual a 8

  5. RC igual a 12

  6. RC maior que 16

  7. RC entre 4 e 8

  8. RC fora da faixa esperada

  9. RC crítico mas sem abend

  10. RC inesperado para aquele step

Permite tratamento diferenciado por programa.


🔴 PARTE 4 — RC Global (último step executado)

IF (RC > 8) THEN
  1. Falha acumulada

  2. Erro lógico geral

  3. Inconsistência de processamento

  4. Validação negativa

  5. Resultado parcial não aceitável

Esse é o controle clássico de continuidade de fluxo.


🔴 PARTE 5 — Step Não Executado

IF ¬STEP1.RUN THEN
  1. Step bypassado por COND

  2. Step ignorado por IF anterior

  3. Step pulado por restart

  4. Step cancelado por lógica condicional

  5. Step não iniciado por erro estrutural

Excelente para auditoria e rastreabilidade.


🔴 PARTE 6 — Step Executado

IF STEP1.RUN THEN
  1. Confirmar execução de etapa crítica

  2. Validar dependência

  3. Garantir execução de PROC

  4. Verificar step condicional

  5. Auditoria de fluxo

Muito usado em ambientes com compliance.


🔴 PARTE 7 — Condições Combinadas (AND)

IF (RC > 4 & RC < 16) THEN
  1. Intervalo de erro médio

  2. Dupla condição obrigatória

  3. RC alto e step executado

  4. Falha parcial e dependência satisfeita

  5. Tratamento gradual por severidade

Controle refinado de severidade.


🔴 PARTE 8 — Condições Alternativas (OR)

IF (RC = 8 | RC = 12) THEN
  1. Dois códigos críticos específicos

  2. Warning ou erro leve

  3. Dois tipos diferentes de inconsistência

  4. Cenários alternativos aceitáveis

  5. Multi-falhas com mesma ação corretiva

Permite lógica flexível sem duplicar código.


🔥 EXTRA — Dentro de Procedures

IF STEP1.PROCSTEP.RC > 8 THEN

Controle granular dentro de PROCs reutilizáveis.

Ambiente corporativo pesado usa isso diariamente.


⚠ Limitações Importantes

  1. IF não executa após S122 ou S222 (cancelamentos externos).

  2. IF não roda se COND no JOB já tiver terminado o job.

  3. Todo IF precisa de ENDIF.

  4. RC final do job pode ser afetado por JOBRC.


🏛 Quando Usar IF em vez de COND?

CenárioMelhor escolhaLógica simplesCONDLógica estruturadaIFMúltiplos cenáriosIFControle de variável simbólicaIFClareza e manutençãoIF


🎯 Conclusão

O IF no JCL não é apenas um detalhe sintático.

Ele é:

  • Arquitetura de controle

  • Ferramenta de resiliência

  • Mecanismo de tratamento de falha

  • Base para automação robusta

  • Ponte entre aplicação e scheduler

Quem domina IF domina o fluxo batch.

EXEC STEP 
    │
    ▼
  ABEND ?
    │
    ├── S122/S222 → STOP
    │
    └── Outro ABEND
         │
         ├── Próximo STEP tem COND=EVEN ? → EXECUTA
         └── Senão → FLUSH
   │
   ▼
COND no JOB ?
   │
   ├── Verdadeiro → STOP JOB
   └── Falso → Continua
   │   
   ▼
  IF ?
   │
   ├── Verdadeiro → Executa bloco
   └── Falso → ELSE ou FLUSH
   │
   ▼
COND no EXEC ?
   │
   ├── Verdadeiro → FLUSH STEP
   └── Falso → Executa STEP

E no mundo mainframe, quem domina o fluxo… domina a produção.

🧠 Visual Mental Simplificado

ABEND crítico?
   ↓
COND JOB?
   ↓
IF?
   ↓
COND EXEC?
   ↓
Executa ou FLUSH
Esses abends me deixam louco

https://www.linkedin.com/pulse/50-erros-que-voc%C3%AA-pode-capturar-com-em-jcl-vagner-bellacosa-zqm8f