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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Shimoneta (下ネタという概念が存在しない退屈な世界)

 

Bellacosa Mainframe apresenta shimoneta

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Shimoneta (下ネタという概念が存在しない退屈な世界)

Quando um Programador COBOL Descobre que um Sistema Pode Ser Tão Seguro que Elimina a Própria Liberdade

"A maior ameaça a um sistema não é a liberdade. É acreditar que apenas uma forma de pensar pode existir."


Ficha Técnica

ItemInformação
Título original下ネタという概念が存在しない退屈な世界
Título internacionalSHIMONETA: A Boring World Where the Concept of Dirty Jokes Doesn't Exist
AbreviaçãoShimoseka
AutorHirotaka Akagi
IlustraçõesEito Shimotsuki
OrigemLight Novel
EstúdioJ.C.Staff
DiretorYōhei Suzuki
RoteiroMasahiro Yokotani
MúsicaAkiyuki Tateyama
Exibição4 de julho a 19 de setembro de 2015
Episódios12
Duraçãoaproximadamente 24 minutos
Classificação+16 (varia conforme o país)
GêneroComédia, Ecchi, Escolar, Ficção Científica, Sátira, Distopia 

Sinopse

Imagine um Japão onde qualquer palavra considerada obscena seja proibida por lei.

Não existem piadas de duplo sentido.

Não existe educação sexual.

Não existe pornografia.

Não existe sequer vocabulário para falar naturalmente sobre o corpo humano.

Todos os cidadãos utilizam um dispositivo eletrônico preso ao pescoço que monitora constantemente sua linguagem e comportamento.

É nesse mundo artificialmente "puro" que vive Tanukichi Okuma.

Sua vida muda quando conhece Ayame Kajou, líder secreta da organização terrorista SOX, cuja missão é devolver às pessoas aquilo que lhes foi roubado:

a liberdade de expressão.


Resumo da História

O governo japonês criou um sistema de controle moral absoluto.

Tudo que possa ser considerado obsceno desapareceu da sociedade.

As novas gerações sequer compreendem conceitos básicos sobre sexualidade.

Enquanto todos aceitam essa realidade como perfeita, Ayame Kajou inicia uma verdadeira guerra cultural.

Utilizando humor, provocações e ações de guerrilha, ela tenta mostrar que esconder um problema não significa resolvê-lo.

Tanukichi acaba sendo arrastado para essa revolução completamente maluca.

O resultado é uma sucessão de episódios absurdos, hilários e surpreendentemente inteligentes.


O Estúdio J.C.Staff

O J.C.Staff é um dos estúdios mais tradicionais do Japão.

Também produziu:

  • Toradora!

  • Food Wars!

  • One Punch Man (2ª temporada)

  • The Familiar of Zero

  • DanMachi

  • Railgun

  • Index

A animação de Shimoneta não impressiona pelo orçamento.

O destaque está na direção de humor.

Expressões exageradas.

Timing perfeito.

Cortes rápidos.

Dublagem extremamente energética.

Grande parte da graça nasce justamente da atuação dos personagens.


Personagens

Tanukichi Okuma

O protagonista.

Filho de um famoso "terrorista moral", tenta levar uma vida comum.

É o elo entre o público e o caos criado por Ayame.


Ayame Kajou (Blue Snow)

A presidente do conselho estudantil.

Na verdade, é a líder revolucionária da organização SOX.

Carismática.

Corajosa.

Brilhante.

É uma das personagens mais memoráveis da década de 2010.


Anna Nishikinomiya

A garota perfeita.

Educada.

Gentil.

Símbolo da moralidade.

Porém, ao descobrir emoções reprimidas, transforma-se em uma das figuras mais imprevisíveis do anime.


Kosuri Onigashira

A cientista da equipe.

Constrói equipamentos completamente absurdos.

É responsável por boa parte das situações mais caóticas.


Otome Saotome

Representa a autoridade.

É a personificação do Estado controlador.


Temática

Apesar da aparência de simples ecchi, Shimoneta aborda temas surpreendentemente profundos:

  • censura;

  • autoritarismo;

  • liberdade individual;

  • controle estatal;

  • manipulação social;

  • educação;

  • ignorância programada;

  • moralidade artificial;

  • propaganda;

  • pensamento crítico.


O que tem de diferente?

É aqui que Shimoneta se destaca.

Enquanto outros animes ecchi utilizam fanservice como objetivo principal...

Shimoneta utiliza o ecchi como instrumento de crítica social.

O humor exagerado serve para ridicularizar regimes extremamente controladores.

Não é um anime sobre vulgaridade.

É um anime sobre o perigo da censura absoluta.


As Aventuras

Cada episódio apresenta uma nova missão da SOX.

Entre elas:

  • infiltrações na escola;

  • sabotagens contra órgãos de censura;

  • distribuição clandestina de material proibido;

  • enfrentamentos contra agentes da moralidade;

  • invenções completamente malucas;

  • perseguições;

  • estratégias de guerrilha.

Tudo sempre exagerado de propósito.

O absurdo faz parte da sátira.


As Mensagens Ocultas

1. Censura nunca resolve um problema

Proibir palavras não elimina pensamentos.

Da mesma forma que apagar mensagens de erro não elimina bugs.


2. Informação é poder

Uma população sem conhecimento torna-se fácil de controlar.

Exatamente como usuários que dependem apenas de interfaces e nunca entendem o sistema.


3. O excesso de regras cria sistemas frágeis

Quanto mais exceções surgem...

Mais difícil fica manter a ordem.

É exatamente o problema de muitos sistemas legados.


4. Educação é melhor que proibição

O anime mostra que esconder assuntos importantes apenas aumenta a curiosidade e a desinformação.


5. Fanatismo existe dos dois lados

Embora critique o governo, Shimoneta também satiriza o extremismo revolucionário.

Ninguém escapa do humor.


Bellacosa Mainframe

Para um programador COBOL, Shimoneta lembra um ambiente corporativo onde a governança foi levada ao extremo.

Imagine um ambiente em que:

  • nenhuma alteração pode ser feita;

  • nenhum comando pode ser executado;

  • nenhum log pode ser consultado;

  • nenhum usuário pode aprender além do manual;

  • qualquer tentativa de inovação gera punição.

Resultado?

O sistema continua funcionando...

Mas ninguém entende mais como ele funciona.

É exatamente isso que acontece com a sociedade do anime.

Ela continua operacional.

Porém perde sua capacidade de evoluir.


Curiosidades

  • "Shimoseka" é a abreviação oficial usada no Japão.

  • A abertura B-Chiku Sentai SOX tornou-se uma das mais marcantes do gênero.

  • O anime ficou conhecido pela criatividade dos diálogos e da dublagem.

  • A adaptação cobre apenas parte da história das light novels, que possuem 11 volumes principais e um volume extra. (Wikipédia)


Impacto Cultural

Shimoneta dividiu opiniões desde o lançamento.

Para alguns, era apenas um anime ecchi.

Para outros, uma das sátiras mais inteligentes da década.

Com o passar dos anos, tornou-se uma obra cult entre fãs de comédia absurda e frequentemente é citado em discussões sobre censura, liberdade de expressão e humor. Cenas de Ayame Kajou e Anna Nishikinomiya também renderam inúmeros memes e GIFs compartilhados pela comunidade de anime. (Reddit)


Classificação Bellacosa Mainframe

CategoriaNota
História⭐⭐⭐⭐⭐
Humor⭐⭐⭐⭐⭐
Originalidade⭐⭐⭐⭐⭐
Personagens⭐⭐⭐⭐⭐
Ecchi⭐⭐⭐⭐⭐
Fanservice⭐⭐⭐⭐☆
Ação⭐⭐⭐☆☆
Reflexão filosófica⭐⭐⭐⭐⭐

Conclusão

À primeira vista, Shimoneta parece apenas uma comédia ecchi repleta de exageros. No entanto, por trás do humor está uma crítica consistente aos perigos do controle absoluto da informação e da moralidade.

No universo Bellacosa Mainframe, a maior lição é clara: um sistema precisa de regras, mas regras sem espaço para questionamento transformam tecnologia em burocracia e sociedades em ambientes estagnados. Assim como um bom sistema legado sobrevive porque evolui com responsabilidade, uma sociedade saudável depende do equilíbrio entre ordem, conhecimento e liberdade. É essa combinação de irreverência, sátira e reflexão que faz de Shimoneta uma obra singular dentro do gênero.


segunda-feira, 17 de agosto de 2015

🚀 🧪 LAB 1 — REXX + SDSF (MONITORAMENTO DE JOBS)

 

Bellacosa Mainframe coloque a prova seu conhecimento em REXX

🚀 🧪 LAB 1 — REXX + SDSF (MONITORAMENTO DE JOBS)

🎯 Objetivo

Listar jobs ativos e analisar status


💻 Código

/* REXX */
address sdsf

"ISFEXEC ST"

if rc <> 0 then do
say "Erro ao acessar SDSF"
exit
end

do i = 1 to isfrows
say isfjobname.i isfowner.i isfstatus.i
end

🧠 Explicação

  • address sdsf → muda ambiente
  • ISFEXEC ST → consulta status de jobs
  • isfrows → quantidade de jobs

💣 Insight

👉 Você acabou de acessar o spool do sistema
👉 Isso é praticamente um mini-monitor de produção


🚀 🧪 LAB 2 — FILTRANDO JOBS (PRODUÇÃO REAL)

🎯 Objetivo

Mostrar apenas jobs ativos do seu usuário


/* REXX */
address sdsf
"ISFEXEC ST"

do i = 1 to isfrows
if isfowner.i = userid() then
say isfjobname.i isfstatus.i
end

💣 Insight

👉 Isso é base para:

  • dashboards
  • monitoramento automático
  • alertas

🚀 🧪 LAB 3 — CANCELAR JOB (OPERAÇÃO REAL)

⚠️ cuidado: ambiente permite ou não dependendo do RACF

/* REXX */
address sdsf
"ISFEXEC ST"

do i = 1 to isfrows
if isfjobname.i = "JOBTEST" then do
"CANCEL " isfjobid.i
say "Job cancelado:" isfjobid.i
end
end

💣 Insight

👉 Isso é poder de operador
👉 Em produção → altamente controlado


🚀 🧪 LAB 4 — LER OUTPUT DE JOB (LOG ANALYSIS)

/* REXX */
address sdsf
"ISFEXEC ST"

do i = 1 to isfrows
if isfjobname.i = "JOBTEST" then do
"ISFACT ST TOKEN('"isftoken.i"') PARM(NP SA)"
end
end

🧠 Explicação

👉 você está acessando spool
👉 lendo logs de execução


💣 Uso real

  • detectar abend
  • analisar erro batch
  • auditoria

🚀 🧪 LAB 5 — JES2 COMMAND (OPERAÇÃO SISTEMA)

/* REXX */
address tso
"STATUS"

ou

address tso
"$D JOBQ"

💣 Insight

👉 $D JOBQ = comando JES2
👉 lista fila de jobs


🚀 🧪 LAB 6 — RACF CHECK (SEGURANÇA)

/* REXX */
address tso
"LU " userid()

🧠 Explicação

  • mostra info do usuário
  • grupos
  • permissões básicas

🚀 🧪 LAB 7 — VALIDAR ACESSO

/* REXX */
parse arg dsname

address tso
"LISTDS '"dsname"'"

if rc = 0 then
say "Acesso OK"
else
say "Sem acesso"

💣 Insight

👉 simula controle de segurança
👉 útil para auditoria


🚀 🧪 LAB 8 — MONITOR DE ERRO AUTOMÁTICO

/* REXX */
address sdsf
"ISFEXEC ST"

do i = 1 to isfrows
if isfstatus.i = "OUTPUT" then do
if pos("ABEND", isfjobname.i) > 0 then
say "Possível erro:" isfjobname.i
end
end

🚀 🧠 VISÃO NÍVEL BELLACOSA

Esses labs parecem simples…

👉 mas representam o que acontece em produção:


🔥 1. SDSF = Observabilidade

  • monitora jobs
  • lê logs
  • controla execução

🔥 2. JES2 = Orquestrador

  • fila de jobs
  • execução batch
  • scheduling

🔥 3. RACF = Segurança

  • autenticação
  • autorização
  • auditoria

💣 TRADUÇÃO BRUTAL

TecnologiaPapel
SDSFobservabilidade
JES2engine batch
RACFsegurança

🚀 🧪 DESAFIO (NÍVEL AVANÇADO)

Crie um script que:

👉 lista jobs
👉 identifica erro
👉 grava relatório em dataset


domingo, 16 de agosto de 2015

Como Programar sem Violar a Fortaleza do z/OS ☕🔐

 

Bellacosa Mainframe comenta sobre os risco e perigos e elogia o guardião RACF

🔥 Manual de Segurança RACF para Desenvolvedores

Como Programar sem Violar a Fortaleza do z/OS ☕🔐

No Mainframe, segurança não é um módulo.
É uma camada estrutural invisível que permeia tudo.

E no coração dessa segurança está o RACF (Resource Access Control Facility).

Para o desenvolvedor, RACF pode parecer apenas “aquele erro de autorização”.
Na realidade, ele é o guardião de:

🏦 dados bancários
🪪 informações pessoais
📊 bases governamentais
🧾 registros legais
💰 trilhões em transações

Entender RACF não é opcional — é requisito profissional.


🧠 1) Você não “bypass” RACF — você trabalha com ele

Não existe atalho legítimo.

Se o acesso foi negado, é porque:

👉 Você não precisa dele
👉 Falta autorização formal
👉 O recurso é sensível
👉 Há segregação de funções

Profissionais maduros não pedem acesso amplo — pedem acesso correto.


🔒 2) Princípio do Menor Privilégio

Regra fundamental:

Tenha apenas o acesso necessário para sua função.

Isso reduz:

✔ Risco de erro humano
✔ Possibilidade de abuso
✔ Impacto de incidentes
✔ Superfície de ataque

Se você tem acesso demais, algo está errado.


📁 3) Dataset é recurso protegido

Cada dataset pode ter regras específicas.

Níveis comuns de acesso:

  • READ — leitura

  • UPDATE — alteração

  • CONTROL — manipulação avançada

  • ALTER — controle total

Nunca assuma que READ permite processamento completo.


🏦 4) Bibliotecas de produção são zonas críticas

Load libraries e datasets de produção são altamente protegidos.

Desenvolvedores normalmente:

❌ Não podem alterar diretamente
✔ Devem promover via processos formais
✔ Passam por change management
✔ São auditados

Isso garante integridade operacional.


🧾 5) Logs existem — e são analisados

Cada tentativa de acesso pode ser registrada.

Auditores conseguem ver:

📅 Quem acessou
🕒 Quando acessou
📦 Qual recurso
❌ Tentativas negadas
⚠ Padrões suspeitos

Transparência é total.


🧠 6) IDs pessoais são responsabilidade individual

Nunca compartilhe sua credencial.

Seu ID representa você legal e operacionalmente.

Tudo feito com ele é atribuído a você.


🛑 7) Hardcode de credenciais é proibido

Código não deve conter:

❌ Senhas
❌ IDs de usuário
❌ Tokens
❌ Dados sensíveis

Além de inseguro, viola normas de auditoria.


🔐 8) RACF também protege programas

Não apenas dados.

Pode controlar execução de:

  • Programas autorizados

  • Transações CICS

  • Comandos do sistema

  • Recursos UNIX

  • Serviços especiais

Isso evita uso indevido de funções críticas.


🔁 9) Ambientes são segregados

Desenvolvimento, teste e produção possuem regras diferentes.

Mover código entre ambientes requer:

✔ Aprovação formal
✔ Procedimentos controlados
✔ Registro da mudança

Acesso direto à produção é raro e justificado.


📊 10) Segurança influencia o design do software

Aplicações devem considerar:

✔ Controle de acesso
✔ Proteção de dados sensíveis
✔ Logs apropriados
✔ Não exposição de informações confidenciais

Segurança não é “camada externa”.


🧯 11) Violação pode gerar consequências sérias

Dependendo do ambiente:

⚠ Investigação interna
⚠ Revogação de acessos
⚠ Medidas disciplinares
⚠ Implicações legais

Mainframe é ambiente regulado.


🧩 12) Peça ajuda ao time de segurança

Não tente “descobrir sozinho”.

Equipes RACF existem para:

✔ Conceder acessos corretos
✔ Explicar políticas
✔ Garantir conformidade
✔ Evitar incidentes

Colaboração é parte do processo.


🏛️ 13) Segurança é base da confiança no Mainframe

O motivo de bancos e governos confiarem no z/OS é simples:

🔒 Controle rigoroso
📜 Auditoria forte
🧱 Arquitetura segura
⏳ Estabilidade comprovada

Sem RACF (ou equivalente), esse nível de confiança não existiria.


☕ Filosofia Bellacosa Mainframe

Desenvolvedor maduro não luta contra a segurança.

Ele entende que:

“Se o sistema financeiro mundial confia nessa plataforma, a segurança precisa ser implacável.”


⭐ Conclusão

RACF não é obstáculo.
É proteção — inclusive para você.

Quando usado corretamente:

✔ Evita erros catastróficos
✔ Garante conformidade regulatória
✔ Protege dados sensíveis
✔ Sustenta operações críticas

“No Mainframe, segurança não é feature. É fundação.”

sábado, 15 de agosto de 2015

🌸 Japão em Anime: Do Futuro à Rebeldia, da Juventude à Alma Urbana

 


🌸 Japão em Anime: Do Futuro à Rebeldia, da Juventude à Alma Urbana

Por ElJefe / Bellacosa Mainframe – Cultura Pop e Sociedade Japonesa


🤖 Astro Boy – O Menino Robô que Moldou a Sociedade

Criador: Osamu Tezuka
Ano: 1952 (mangá), 1963 (anime TV)
Sinopse: Em um Japão pós-guerra, o cientista Tenma cria um robô com aparência humana, chamado Atom, para substituir seu filho falecido. Atom tem inteligência, sentimentos e senso de justiça.

Impacto social:

  • Inspirou jovens a se interessarem por ciência, engenharia e robótica.

  • Introduziu temas de ética e responsabilidade social, debatendo direitos, tecnologia e coexistência.

  • Popularizou o estilo visual de grandes olhos no anime e consolidou o mangá/anime como cultura mainstream.

Legado:

  • Pavimentou o caminho para personagens de influência cultural como Doraemon, Sailor Moon e Naruto.

  • Tornou-se um ícone internacional, representando tecnologia, moral e esperança japonesa.

Curiosidade Bellacosa:
O mangá original abordava temas pesados como discriminação e corrupção corporativa, décadas antes de tais debates se tornarem globais.


🔥 Yankii – Os Delinquentes de Coração Nobre

O que é:

  • “Yankii” designa o delinquente escolar ou urbano com estilo próprio, atitude rebelde e código de honra.

  • Surgiu nas décadas de 70-80, como reação à rigidez social e urbanização acelerada.

Estética:

  • Cabelo descolorido, uniformes alterados, jaquetas longas, postura desafiadora, motos barulhentas.

  • Mais que moda: protesto silencioso contra conformismo.

Espírito Yankii:

  • Violência com honra: luta por justiça, protege amigos, segue códigos próprios.

Exemplos em anime:

  • Yu Yu Hakusho – Yusuke Urameshi

  • Tokyo Revengers – Takemichi Hanagaki

  • Great Teacher Onizuka – Eikichi Onizuka

  • Slam Dunk – Hanamichi Sakuragi

Curiosidades Bellacosa:

  • Inspirados nos bōsōzoku (gangues de motoqueiros).

  • Fala rude, gírias e sotaque diferenciam o Yankii do japonês educado (keigo).

Reflexão:
O Yankii é a válvula de escape da alma japonesa: desafia regras, mas mantém honra e moral — símbolo do espírito humano em meio ao conformismo.


🌸 Nana – Juventude, Moda e Emoção Urbana

Criadora: Ai Yazawa
Ano: 2000 (mangá), 2006 (anime)
Gênero: Drama, romance, slice-of-life, música

Sinopse sem spoiler:
Dois jovens mulheres chamadas Nana se cruzam em Tóquio, buscando independência, amor e realização pessoal, enfrentando os desafios da vida urbana e das relações humanas.

Contexto social:

  • Reflete jovens adultas migrando para grandes cidades, equilibrando carreira, amizade e amor.

  • Explora a mudança dos papéis femininos e a busca por independência no Japão moderno.

  • Mostra pressões sociais e desafios emocionais da vida urbana.

Impacto cultural:

  • Moda: inspirou tendências de cabelo, roupas e estilo punk chic.

  • Música: trilha sonora e bandas fictícias influenciaram gosto musical jovem.

  • Identificação emocional: debate sobre independência feminina, amizades e escolhas de vida.

Curiosidades Bellacosa:

  • Considerado marco do gênero josei, voltado a mulheres jovens adultas.

  • Influenciou comportamento urbano e tendências culturais no Japão dos anos 2000.


🧩 Conexão Entre os Três Fenômenos

TemaAstro BoyYankiiNana
ContextoPós-guerra, reconstruçãoUrbanização, rebeldia juvenilVida urbana, independência feminina
SímboloTecnologia e éticaLiberdade com honraJuventude, amizade e estilo
Impacto socialInspiração científica e éticaExpressão cultural e contestação socialModa, música e reflexão emocional
Legado culturalBase do anime modernoEstilo e comportamento juvenilIdentificação feminina e urbanismo emocional

Reflexão Bellacosa:
O Japão em anime não é apenas fantasia. É um espelho histórico e social:

  • Do futurismo e ética tecnológica de Atom,

  • À rebeldia e liberdade do Yankii,

  • À introspecção urbana e emocional de Nana.

Cada personagem e movimento reflete, critica e inspira a sociedade japonesa em diferentes épocas, mostrando que o anime é mais que entretenimento: é cultura viva.

🌌 O Primeiro Programa no Mainframe: A Jornada do Padawan na Galáxia do COBOL

 

Bellacosa Mainframe e o primeiro programa cobol

🌌 O Primeiro Programa no Mainframe: A Jornada do Padawan na Galáxia do COBOL

Por Vagner Bellacosa — Bellacosa Mainframe Chronicles


“Antes de um Jedi empunhar seu sabre de luz, ele aprende a sentir a Força. No Mainframe, antes de rodar um programa, o Padawan precisa aprender a sentir o zumbido do MVS.”
— Mestre Bellacosa


🚀 Capítulo 1: O Despertar do Terminal

Todo Jedi Mainframe começa no TSO/ISPF, o templo sagrado onde o código nasce.
Aqui, não há cliques, não há mouse, só o poder dos comandos.

🌀 Dica do Mestre:
TSO significa Time Sharing Option. É o modo como o z/OS permite que vários usuários interajam simultaneamente com o sistema.
O ISPF (Interactive System Productivity Facility) é o ambiente gráfico textual — sim, gráfico de ASCII, mas ainda assim — onde tudo acontece.

Para começar:

  1. Entre no TSO (geralmente com um logon ID e senha).

  2. Ao ver o menu do ISPF, escolha a opção 2 – Edit.

  3. Crie seu primeiro dataset para o código-fonte:

    CREATE 'USERID.COBOL.SOURCE'

    (substitua USERID pelo seu logon)


🧙‍♂️ Capítulo 2: Invocando o Espírito do COBOL

Dentro do dataset USERID.COBOL.SOURCE, vamos escrever o primeiro feitiço:

IDENTIFICATION DIVISION. PROGRAM-ID. HELLOMF. PROCEDURE DIVISION. DISPLAY 'HELLO MAINFRAME WORLD!'. STOP RUN.

💡 Curiosidade Bellacosa:
O primeiro programa COBOL Hello World rodou em 1959. Desde então, milhões de “HELLOs” ecoaram nos datacenters do mundo — inclusive em satélites e sistemas bancários.

🧩 Easter Egg Técnico:
Se você escrever DISPLAY 'HELLO WORLD' sem o ponto final (.), o compilador pode engasgar!
No COBOL, o ponto é sagrado — é o ponto final das sentenças, não só da gramática. 😉


🧰 Capítulo 3: O Ritual do JCL

Nenhum programa vive sem o JCL (Job Control Language) — o pergaminho que instrui o Mainframe a compilar e executar seu código.

Crie outro dataset:

CREATE 'USERID.JCL'

Agora o job:

//HELLOJOB JOB 'COBOL TEST',CLASS=A,MSGCLASS=X,NOTIFY=&SYSUID //STEP1 EXEC PGM=IGYCRCTL //COBOL.SYSIN DD DSN=USERID.COBOL.SOURCE(HELLOMF),DISP=SHR //COBOL.SYSLIN DD DSN=&&LOADSET,UNIT=VIO,SPACE=(CYL,(1,1)),DISP=(MOD,PASS) //SYSOUT DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* //STEP2 EXEC PGM=HELOWMF //STEPLIB DD DSN=USERID.LOADLIB,DISP=SHR //SYSOUT DD SYSOUT=*

⚙️ Explicando o feitiço:

  • JOB é o início da magia — identifica o job ao JES2, o oráculo do spool.

  • EXEC chama o compilador (IGYCRCTL) e depois o programa.

  • SYSOUT=* manda a saída para o spool, visível com o comando SDSF ou OUTLIST.

🪄 Easter Egg Jedi:
O compilador COBOL chama o “IGYCRCTL” (IBM Guy’s Compiler Routine Control) — sim, o “IGY” vem da IBM Guy, apelido do engenheiro que escreveu o protótipo original em 1959 (piada interna).


🖥️ Capítulo 4: Invocando o Spool

Após submeter o job com o comando SUBMIT, use:

=SD

ou

SDSF -> ST (Status)

Para ver o job rodando. Quando terminar, veja a saída (? ou S).

Se tudo der certo, o spool mostrará:

HELLO MAINFRAME WORLD!

🎉 Parabéns, Padawan!
Você acaba de executar seu primeiro programa em um dos sistemas mais poderosos e estáveis do planeta.


🧭 Capítulo 5: As Trilhas do Aprendizado

Agora que sentiu o gosto da Força, siga o mapa dos próximos passos:

NívelMissãoFerramentaDica do Mestre
🥉 InicianteCriar programas COBOL simplesISPF EditSempre compile com atenção às mensagens IGY*
🥈 AprendizManipular VSAMIDCAMS + COBOLAprenda REDEFINES e FILE STATUS
🥇 CavaleiroCriar programas CICSCEDA + BMSDomine COMMAREA e LINKAGE SECTION
🧙 MestreCriar Web Services no z/OSCICS Web Services / z/OS ConnectCOBOL + JSON = futuro clássico

Curiosidade Bellacosa:

  • O z/OS ainda roda código compilado há 40 anos — sim, o seu HELLOMF pode rodar em 2065 se bem armazenado.

  • Em alguns bancos, a política é: “nunca mexa em programa que funciona há mais de 20 anos” — o código é tratado como reliquia sagrada.

  • O STOP RUN. equivale ao “May the Force be with you” do COBOL — encerra o ciclo do programa com honra.


🌠 Conclusão: O Caminho do Código Antigo

O Mainframe não é um sistema — é uma filosofia.
Cada tela azul do ISPF é um portal para o passado, e cada DISPLAY é um elo com o futuro.
Ser um Padawan Mainframe é aprender que, antes de tudo, o poder está na paciência, na curiosidade e no amor por sistemas que nunca morrem.


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

📚 O Grande Bestiário da Fantasia : Volume VIII Warhammer Fantasy

 

Bellacosa Mainframe e o grande bestiario da fantasia parte viii

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

📚 O Grande Bestiário da Fantasia

Das Revistas Pulp aos Animes Modernos

Volume VIII

Warhammer Fantasy

Quando a Fantasia Descobriu que Nem Sempre o Bem Vence

"Conan mostrou que o mundo era perigoso. Dungeons & Dragons permitiu que qualquer pessoa explorasse esse mundo. Warhammer Fantasy deu um passo além: mostrou que talvez não existisse um lado realmente bom. A partir dali, a fantasia ficou velha, cansada, suja, brutal... e incrivelmente fascinante."


☕ Bellacosa Time Machine

Destino: Nottingham, Inglaterra

Ano: 1983

A chuva cai sobre as ruas inglesas.

Dentro de uma pequena empresa chamada Games Workshop, um grupo de designers trabalha cercado por miniaturas, livros de história, mapas medievais, tintas e dados.

O objetivo?

Criar um jogo de batalhas.

Nada muito diferente de tantos outros.

Mas...

Enquanto desenham cavaleiros, orcs e magos...

Uma pergunta muda tudo.

"E se nenhum reino fosse realmente seguro?"

Essa simples ideia criaria um dos universos mais influentes da fantasia moderna.


O Mundo Antes de Warhammer

No início da década de 1980.

Grande parte da fantasia ainda seguia um padrão.

Existiam:

o herói.

o vilão.

o reino.

o dragão.

a princesa.

Tudo relativamente organizado.

Warhammer olhou para isso.

E respondeu:

"Não."


A Europa Medieval de Verdade

Os criadores estudavam História.

Não apenas mitologia.

Mas também:

guerras religiosas.

peste negra.

fome.

mercenários.

caça às bruxas.

Inquisição.

Sacro Império Romano.

Guerras Hussitas.

Guerra dos Cem Anos.

Resultado?

O cenário parecia...

real.


O Velho Mundo

Em vez de criar um planeta completamente estranho.

Os autores reinterpretaram a Europa.

Nascia:

The Old World

O Império.

Bretonnia.

Kislev.

Tilea.

Estalia.

Norsca.

Cada região lembrava uma cultura histórica.

Sem ser uma cópia literal.


O Império

Claramente inspirado no Sacro Império Romano-Germânico.

Cidades enormes.

Política complicada.

Eleições.

Nobreza.

Mercadores.

Religião.

Corrupção.

Nada era simples.


Bretonnia

Inspirada nas lendas arturianas.

Cavaleiros.

Feudos.

Castelos.

Honra.

Mas...

Por trás do brilho...

Existia desigualdade.

Camponeses miseráveis.

Nobres privilegiados.

Warhammer adorava destruir idealizações.


Kislev

Mistura de Rússia e Polônia medieval.

Frio.

Neve.

Cavalaria.

Sobrevivência.

Sempre na fronteira.

Sempre lutando.


O Caos

Então surge a maior inovação.

Chaos.

Não era apenas um exército.

Era um conceito.

O Caos representa:

corrupção.

ambição.

medo.

violência.

desespero.

excesso.

mudança.

Qualquer pessoa.

Qualquer reino.

Pode cair.

Ninguém está protegido.


Os Quatro Deuses

Cada divindade representa um aspecto extremo da natureza.

Khorne

Guerra.

Sangue.

Combate.


Nurgle

Doença.

Putrefação.

Resistência.


Tzeentch

Mudança.

Manipulação.

Conhecimento.


Slaanesh

Excesso.

Prazer.

Obsessão.

Nenhum deles é simplesmente "o mal".

Cada um simboliza forças levadas ao extremo.

Essa ambiguidade tornou o universo muito mais complexo.


Orcs Diferentes

Os orcs de Warhammer não são cópias de Tolkien.

São violentos.

Mas...

Também caóticos.

Brigam entre si.

Improvisam.

Vivem para lutar.

Possuem humor.

Até certo ponto...

São assustadoramente divertidos.


Os Skaven

Talvez uma das maiores invenções da fantasia.

Homens-rato.

Vivendo sob cidades.

Sociedade baseada em:

traição.

paranoia.

experimentos.

tecnologia insana.

Nenhuma raça parecia igual.


Os Anões

Também mudaram.

Não eram apenas ferreiros.

Viviam presos ao passado.

Guardavam livros de ofensas.

Juramentos.

Ressentimentos.

Honra.

Cada derrota precisava ser lembrada.


Os Elfos

Elegantes.

Mas arrogantes.

Divididos.

Imperfeitos.

Nada de povos perfeitos vivendo felizes para sempre.


A Magia É Perigosa

Aqui encontramos outra revolução.

Magia não é apenas energia.

Ela vem do...

Caos.

Quanto mais poderosa.

Maior o risco.

O mago pode:

enlouquecer.

explodir.

invocar demônios.

abrir portais.

Perder o controle.

Lembra Berserk?


A Guerra Nunca Acaba

Em muitos mundos.

Existe uma guerra.

Em Warhammer...

Existe apenas guerra.

Paz é intervalo.

Nada mais.


O Visual

Armaduras enormes.

Martelos gigantes.

Catedrais móveis.

Canhões.

Bandeiras.

Crânios.

Velas.

Livros.

Correntes.

Tudo exagerado.

Tudo barroco.

Tudo excessivo.

É impossível confundir Warhammer com qualquer outro universo.


O Grimdark

Foi aqui que surgiu um conceito importantíssimo.

Grimdark.

Um mundo onde:

não existem finais felizes garantidos.

o bem pode perder.

o herói pode morrer.

a corrupção vence.

a esperança custa caro.

Décadas depois.

Essa palavra definiria um gênero inteiro.


O Japão Observa Novamente

Durante os anos 1980.

Artistas japoneses conhecem RPGs ocidentais.

Miniaturas.

Livros ilustrados.

Revistas.

Concept arts.

Entre eles.

Um jovem desenhista chamado...

Kentaro Miura.


Berserk

Observe:

armaduras.

demônios.

corrupção.

igrejas.

gigantes.

guerra.

mercenários.

monstros grotescos.

A influência medieval europeia é evidente, combinada com referências vindas da arte fantástica, da literatura e de RPGs ocidentais. Miura transformou esse conjunto em uma linguagem própria e inconfundível.


Dark Souls

Hidetaka Miyazaki também bebe dessa tradição.

Ruínas.

Cavaleiros decadentes.

Maldição.

Silêncio.

Armaduras gigantes.

Castelos destruídos.

Narrativa ambiental.

É impossível compreender Dark Souls sem conhecer essa genealogia da fantasia.


Goblin Slayer

Agora tudo começa a fazer sentido.

Goblin Slayer não nasceu do nada.

Ele é descendente direto de décadas de evolução.

Howard.

Frazetta.

D&D.

Warhammer.

Berserk.

Cada geração adicionou uma camada.

Goblin Slayer herdou:

o perigo.

a logística.

a brutalidade.

a necessidade de planejamento.

E principalmente...

a ideia de que goblins não são inimigos descartáveis.

São uma ameaça real.


Easter Egg do Bellacosa Mainframe

Imagine um auditor entrando no Império.

Pergunta:

— Existe documentação da infraestrutura?

O engenheiro responde:

— Existia.

Antes da última invasão do Caos.

Enquanto isso...

Um programador COBOL olha para um sistema de cinquenta anos.

Sorri discretamente.

"Eles também perderam a documentação..."


Curiosidades Que Pouca Gente Conhece

⚔ O universo nasceu para um jogo de miniaturas

Antes dos romances e videogames, Warhammer Fantasy foi criado para representar batalhas entre exércitos montados e pintados pelos próprios jogadores.


🎨 O visual mistura História e exagero

As armaduras e armas têm inspiração em períodos reais da Europa, mas foram ampliadas para criar uma identidade visual única e imediatamente reconhecível.


🐀 Os Skaven tornaram-se uma marca registrada

A ideia de uma civilização subterrânea de homens-rato conspirando contra o mundo influenciou diversas obras posteriores.


📚 Os romances expandiram enormemente o cenário

Com o passar dos anos, escritores desenvolveram personagens, cidades e eventos que transformaram Warhammer em um universo literário tão rico quanto o de muitas séries de fantasia.


🌑 Grimdark virou um gênero

O termo passou a ser usado para descrever histórias em que moralidade é ambígua, violência tem consequências e esperança nunca é garantida.


Quando a Fantasia Perdeu a Inocência

Se Robert E. Howard colocou lama nas botas do herói, Warhammer colocou o mundo inteiro sob uma tempestade permanente.

Aqui, não existem reinos perfeitos nem profecias capazes de garantir um final feliz. Reis podem enlouquecer. Magos podem destruir aquilo que tentam proteger. Heróis envelhecem, impérios entram em decadência e monstros não esperam educadamente a vez de atacar.

Warhammer Fantasy mostrou que um universo fantástico podia ser tão complexo, contraditório e cruel quanto a própria História humana. Essa visão influenciou romances, RPGs, videogames e mangás, preparando o terreno para a explosão da Dark Fantasy nas décadas seguintes.

No próximo volume, nossa máquina do tempo viajará para o Japão de 1989. Lá encontraremos um jovem artista que absorveu décadas de influências vindas de Howard, Frazetta, Dungeons & Dragons, Heavy Metal e Warhammer, transformando tudo isso em uma obra única.

Seu nome era Kentaro Miura.

E sua criação mudaria para sempre a maneira como o mundo entende a fantasia sombria.

Berserk estava prestes a nascer.


☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

📚 O Grande Bestiário da Fantasia

Das Revistas Pulp aos Animes Modernos

Uma viagem pelas raízes da fantasia moderna: mitologia, revistas pulp, Robert E. Howard, Conan, Frank Frazetta, RPG, quadrinhos europeus, Dark Fantasy, MMORPGs e a chegada dos grandes animes de fantasia.

17 capítulos disponíveis.

I
As origens

Volume I — Antes de Conan

Uma viagem às raízes da fantasia: Gilgamesh, Beowulf, sagas nórdicas, mitologias antigas, Lord Dunsany, William Morris e Edgar Rice Burroughs.

Ler o Volume I ↗
II
O criador

Volume II — Robert E. Howard

A vida do escritor de Cross Plains que criou Conan, Kull, Solomon Kane, Bran Mak Morn e estabeleceu as fundações da Sword and Sorcery.

Ler o Volume II ↗
III
Era Hiboriana

Volume III — O Universo Conan

A engenharia da Era Hiboriana: reinos, povos, religiões, mapas, civilizações e o primeiro grande world building da fantasia moderna.

Ler o Volume III ↗
IV
Arte fantástica

Volume IV — Frank Frazetta

Como a força, o movimento, as sombras e os monstros de Frazetta definiram visualmente a fantasia que conhecemos.

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V
RPG de mesa

Volume V — Dungeons & Dragons

Quando a fantasia deixou de ser apenas lida e passou a ser vivida por jogadores, mestres, guerreiros, magos e ladrões ao redor de uma mesa.

Ler o Volume V ↗
VI
Quadrinhos europeus

Volume VI — Métal Hurlant

A revista francesa que rompeu fronteiras entre fantasia, ficção científica, surrealismo e narrativa visual.

Ler o Volume VI ↗
VII
Fantasia adulta

Volume VII — Heavy Metal

Quando a fantasia europeia cruzou o Atlântico, ganhou novas vozes e conquistou a cultura pop mundial.

Ler o Volume VII ↗
VIII
Grimdark

Volume VIII — Warhammer Fantasy

O Velho Mundo, os Deuses do Caos, os Skaven e a fantasia sombria onde a vitória do bem nunca é garantida.

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IX
Dark Fantasy

Volume IX — Berserk

Kentaro Miura reuniu séculos de fantasia, arte europeia, horror, tragédia e guerra em uma das obras mais influentes do mangá.

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X
D&D no Japão

Volume X — Record of Lodoss War

A campanha de RPG que virou romance, mangá e anime, criando uma ponte definitiva entre Dungeons & Dragons e a fantasia japonesa.

Ler o Volume X ↗
XI
Fantasia e humor

Volume XI — Slayers

Lina Inverse demonstrou que a fantasia podia rir dos próprios clichês sem abandonar magia, aventura, perigo e construção de mundo.

Ler o Volume XI ↗
XII
Magia e responsabilidade

Volume XII — Sorcerous Stabber Orphen

Um protagonista cínico, magos imperfeitos e um universo onde magia possui teoria, limites, custos e consequências humanas.

Ler o Volume XII ↗
XIII
Mundos persistentes

Volume XIII — Ultima Online, EverQuest e Ragnarok Online

Os MMORPGs transformaram a fantasia em mundos habitados 24 horas por dia, com guildas, mercados, guerras, profissões e comunidades reais.

Ler o Volume XIII ↗
XIV
Sociedade virtual

Volume XIV — Log Horizon

Um MMORPG deixa de ser apenas um jogo e se transforma em uma civilização com economia, leis, diplomacia, educação e governança.

Ler o Volume XIV ↗
XV
Realidade virtual

Volume XV — Sword Art Online

Quando um MMORPG deixou de ser apenas um mundo virtual e se tornou uma prisão onde perder a partida significava perder a própria vida.

Ler o Volume XV ↗
Capítulo especial

As Revistas Pulp

Weird Tales, Amazing Stories, Argosy, Black Mask e outras revistas que publicaram heróis, monstros, detetives e mundos que mudariam a cultura popular para sempre.

Ler o capítulo especial ↗
Ω
Conclusão da série

O Guia Definitivo da Evolução da Fantasia Moderna

O índice final da série, conectando todos os capítulos e revelando como mitologia, pulp, Conan, RPG, quadrinhos, games e animes fazem parte da mesma árvore genealógica.

Ler o guia definitivo ↗
A linhagem

Das tábuas de argila aos mundos virtuais

Mitologias Revistas Pulp Conan Frazetta D&D Quadrinhos Europeus Warhammer Berserk Animes MMORPGs Isekais

O Grande Bestiário da Fantasia
Uma jornada do papel barato das revistas pulp aos pixels brilhantes dos mundos virtuais.

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Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

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