💸 A vida adulta e o drama eterno dos boletos
Lembra quando ser adulto parecia sinônimo de liberdade? A gente olhava pros mais velhos e pensava: “Nossa, eles fazem o que querem!”. Pois é… ninguém avisou que “fazer o que quer” vinha junto com um pacote completo de boletos, taxas, impostos, responsabilidades e aquele eterno “saldo insuficiente”.
A vida adulta é uma espécie de jogo em modo difícil, onde o prêmio é não dever nada no fim do mês. O café vira combustível, o PIX é uma religião e o boleto, um inimigo que sempre ressuscita. Você paga a internet pra poder trabalhar, trabalha pra pagar a internet — e o ciclo segue, perfeito e cruel.
E o mais curioso: mesmo cansado, a gente se orgulha. Porque cada boleto pago é uma pequena vitória, um “eu consegui” disfarçado de comprovante. É o selo oficial de que você tá sobrevivendo ao caos com dignidade (ou quase).
Ser adulto é isso: reclamar, rir do próprio desespero e seguir em frente, porque o aluguel vence dia 5, a luz dia 10 e o cartão… bem, o cartão é uma entidade mística que nunca dorme.
☕ Então respira, paga o que der, e celebra o que sobrar — nem que seja só um café e um meme sobre boletos. Afinal, rir é o único pagamento que ainda não foi taxado.

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