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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

💻🇧🇷 Brasil no topo do processamento: os computadores que põem nossa terra no mapa mundial

 

Bellacosa Mainframe apresenta os supercomputadores da Petrobras Harpia e Pegasus


💻🇧🇷 Brasil no topo do processamento: os computadores que põem nossa terra no mapa mundial

Se você acha que o Brasil só manda bem em samba, futebol e churrasco, segura essa: nosso país também está escrevendo seu nome nos “céus” da computação de alto desempenho (HPC — High Performance Computing). A nova estrela dessa constelação é o Harpia, o supercomputador da Petrobras que acabou de entrar em cena com poder de 146 petaflops — ou seja, 146 quatrilhões de operações por segundo!

👉 Só para comparar: isso é equivalente ao poder de uns 10 milhões de celulares ou 200 mil notebooks trabalhando juntos!


🦅 1. Harpia — o novo gigante do Brasil

  • Quem é: supercomputador da Petrobras

  • O que faz: processamento pesado para exploração de petróleo, simulação sísmica, análise geofísica e otimização de produção.

  • Poder: ~146 petaflops (Rpeak) — colocando-o entre os mais potentes do mundo inteiro.

  • Curiosidade: ele é tão monstruoso que custa cerca de R$ 435 milhões (do total de R$ 500 mi do pacote de cinco máquinas) e substituiu velhinhos gênios como Fênix, Atlas e Dragão.

  • Easter egg geek: o nome “Harpia” faz referência a um dos pássaros mais imponentes do planeta — e combina bem com um computador que “caça” dados no subsolo! 😉


🧠 2. Pégaso e companhia — a tropa Petrobras no topo

Antes do Harpia, quem dominava os rankings era o Pégaso, também da Petrobras. Ele chegou a figurara nas primeiras posições do ranking mundial Top500 e é considerado o maior supercomputador da América Latina.

Pégaso e as máquinas da família — como Dragão e Atlas — foram responsáveis por colocar o Brasil entre os países com supercomputadores mais ecoeficientes do mundo (ranking Green500), mostrando que dá pra ser poderosão sem fritar o planeta tanto assim.

💡 Pequena metáfora Bellacosa:

Esses sistemas são como um batalhão de mainframes modernos: cada um com sua função, mas todos trabalhando pra decifrar problemas gigantes — desde prever comportamentos complexos até simular rochas a milhares de metros abaixo do mar.


🔬 3. Santos Dumont — o herói da ciência nacional

Não é só a Petrobras não! O Brasil também tem supercomputadores dedicados à ciência aberta e acadêmica. O clássico aqui é o Santos Dumont, que leva o nome do nosso pioneiro da aviação.

  • Instalado em 2015 no LNCC (RJ), evoluiu de 1,1 petaflop inicial para versões com dezenas de petaflops através de upgrades recentes.

  • Ajuda pesquisadores em áreas como clima, biologia, física, inteligência artificial e modelagem matemática.

  • Curiosidade nerd: num upgrade recente ele ganhou arquitetura com chips Grace Hopper e mais GPUs potentes, virando uma fera também para workloads de IA.


📊 4. Outros nomes na pista

O Brasil já somou vários computadores na lista dos 500 mais poderosos do planeta, incluindo máquinas corporativas e de pesquisa como Gaia, Iara, NOBZ1, além das entradas repetidas da Petrobras.

Isso mostra que nossa cena de HPC não é só um ou outro pezão — é um ecossistema inteiro de processamento parrudo!


🧩 Por que isso importa?

Poder computacional não é só músculo geek.
Esses sistemas ajudam a Brasil a:

  • Explorar petróleo e gás mais eficientemente.

  • Criar modelos climáticos detalhados.

  • Simular materiais e moléculas para ciência e saúde.

  • Potencializar pesquisa em IA e machine learning.

É como se a gente tivesse não só grandes cérebros humanos… mas também supercérebros eletrônicos sempre prontos pra pensar mais rápido que qualquer mortal.


🧠 Comentário final no estilo Bellacosa

Se um dia alguém te disser que o Brasil “não tem sobrenome tecnológico”, lembra deles: Harpia, Pégaso, Santos Dumont e toda a trupe — máquinas que processam trilhões de números por segundo e colocam o Brasil no mapa mundial da supercomputação. É tipo ver um mainframe de 1980 evoluir para um esquadrão de super-HPCs em 40 anos. É nerd, é pesado… e é motivo de orgulho bra-sileiro 🤘


sábado, 3 de janeiro de 2026

🧠 Conheça o Supercomputador Jaci do INPE

 



🧠 Conheça o Supercomputador Jaci do INPE

Um mainframe científico brasileiro disfarçado de cluster




🏛️ Apresentação: não é só mais um supercomputador

O Jaci, supercomputador do INPE, não é apenas “mais potência para previsão do tempo”. Para um mainframer, ele é algo muito mais familiar do que parece:

👉 um ambiente batch crítico,

👉 com janela de execução rígida,

👉 usuários dependentes,

👉 erro zero como requisito,

👉 e consequências reais se algo falhar.

A diferença é que, em vez de folha de pagamento ou compensação bancária, o Jaci entrega alertas climáticos, previsão de eventos extremos e decisões que salvam vidas.

Isso, meu caro, é workload crítico. Só mudou o discurso.




🧬 História: do Tupã ao Jaci, sem romantismo

Antes do Jaci, o Brasil tinha o Tupã — um Cray respeitável, mas cansado. Como todo mainframer sabe: máquina velha não quebra, ela começa a atrasar. E atraso, em sistemas críticos, é falha disfarçada.

O Jaci surge em 2025 como:

  • substituição natural do Tupã

  • salto de geração

  • e, principalmente, retomada de soberania computacional

💭 Bellacosa comenta:

“Supercomputador não é luxo. É infraestrutura nacional. Igual mainframe em banco central.”




⚙️ Arquitetura: pense menos em FLOPS, mais em batch distribuído

O Jaci é baseado em HPE Cray XD2000. Traduzindo para a cabeça mainframe:

Funcionamento em alto nível

  1. Dados chegam (satélites, radares, sensores)

  2. Jobs são preparados

  3. Modelos são submetidos

  4. Filas definem prioridade

  5. Execução paralela massiva

  6. Resultados alimentam sistemas externos

👉 Isso é batch. 👉 Só que distribuído, barulhento e com MPI no lugar de JCL.




🧠 Funcionamento interno: onde o mainframer sorri

O que o Jaci faz o tempo todo

  • Executa modelos climáticos (MONAN)

  • Roda simulações globais

  • Reprocessa dados históricos

  • Gera cenários futuros

Tudo isso:

  • Com prazo fixo

  • Com janela de execução

  • Com usuários dependentes

  • Com tolerância mínima a erro

💭 Paralelo inevitável:

Um job que atrasa no Jaci é como um fechamento contábil que não fecha no mainframe.


🔌 Consumo: o elefante na sala fria

Aqui mora uma verdade que mainframers entendem melhor que ninguém:

👉 performance custa energia

O Jaci:

  • consome muita energia

  • exige refrigeração séria

  • não perdoa infraestrutura improvisada

Por isso:

  • refrigeração líquida

  • planejamento energético

  • eficiência por FLOP

💭 Comentário ácido:

“Quem reclama do consumo do Jaci nunca pagou a conta elétrica de um z13 rodando 24x7.”


🧵 Linguagens e código: Fortran é o novo COBOL (ou sempre foi)

O coração do Jaci bate em:

  • Fortran

  • C/C++

  • MPI + OpenMP

  • Python como cola operacional

💭 Verdade que dói:

O código mais importante do Jaci tem mais de 30 anos.

Assim como:

  • folha de pagamento

  • sistemas bancários

  • core business em COBOL

A diferença?

  • Um prevê chuva

  • O outro prevê falência



🥚 Easter eggs (para quem é do ramo)

🥚 Easter egg #1 O nome Jaci vem da mitologia tupi, companheira de Tupã. Não é marketing — é continuidade simbólica.

🥚 Easter egg #2 Os modelos climáticos rodam em ciclos muito parecidos com batch noturno. Se você entende janela crítica, você entende o Jaci.

🥚 Easter egg #3 Quando o Jaci cai, ninguém dorme. Exatamente como no mainframe.


🗣️ Fofoquices de bastidor (as que sempre existem)

  • Código antigo nunca morre, só ganha mais nós

  • Otimização é mais política do que técnica

  • Usuário sempre pede mais resolução

  • Hardware novo não resolve código ruim

  • Scheduler vira vilão rapidamente

💭 Clássico:

“A máquina é rápida, o modelo é lento.”



🧠 Conhecimentos que mainframers captam rápido

✔️ Confiabilidade é mais importante que pico de performance

✔️ Previsibilidade vale mais que benchmark

✔️ Infraestrutura manda no software

✔️ Batch nunca morreu — só mudou de nome

✔️ Quem controla fila controla o sistema


🧾 Comentários finais Bellacosa Mainframe

O Jaci não é o futuro. Ele é o presente inevitável.

Assim como o mainframe:

  • não é bonito

  • não é barato

  • não é “cool”

  • mas é indispensável

💭 Conclusão sem romantismo:

“Enquanto existir risco climático, o Jaci é tão crítico quanto um mainframe bancário. A diferença é que quando ele falha, não falta dinheiro — falta aviso.”

E aviso, no mundo real, é poder.


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