| Bellacosa Mainframe apresenta os supercomputadores da Petrobras Harpia e Pegasus |
💻🇧🇷 Brasil no topo do processamento: os computadores que põem nossa terra no mapa mundial
Se você acha que o Brasil só manda bem em samba, futebol e churrasco, segura essa: nosso país também está escrevendo seu nome nos “céus” da computação de alto desempenho (HPC — High Performance Computing). A nova estrela dessa constelação é o Harpia, o supercomputador da Petrobras que acabou de entrar em cena com poder de 146 petaflops — ou seja, 146 quatrilhões de operações por segundo!
👉 Só para comparar: isso é equivalente ao poder de uns 10 milhões de celulares ou 200 mil notebooks trabalhando juntos!
🦅 1. Harpia — o novo gigante do Brasil
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Quem é: supercomputador da Petrobras
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O que faz: processamento pesado para exploração de petróleo, simulação sísmica, análise geofísica e otimização de produção.
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Poder: ~146 petaflops (Rpeak) — colocando-o entre os mais potentes do mundo inteiro.
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Curiosidade: ele é tão monstruoso que custa cerca de R$ 435 milhões (do total de R$ 500 mi do pacote de cinco máquinas) e substituiu velhinhos gênios como Fênix, Atlas e Dragão.
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Easter egg geek: o nome “Harpia” faz referência a um dos pássaros mais imponentes do planeta — e combina bem com um computador que “caça” dados no subsolo! 😉
🧠 2. Pégaso e companhia — a tropa Petrobras no topo
Antes do Harpia, quem dominava os rankings era o Pégaso, também da Petrobras. Ele chegou a figurara nas primeiras posições do ranking mundial Top500 e é considerado o maior supercomputador da América Latina.
Pégaso e as máquinas da família — como Dragão e Atlas — foram responsáveis por colocar o Brasil entre os países com supercomputadores mais ecoeficientes do mundo (ranking Green500), mostrando que dá pra ser poderosão sem fritar o planeta tanto assim.
💡 Pequena metáfora Bellacosa:
Esses sistemas são como um batalhão de mainframes modernos: cada um com sua função, mas todos trabalhando pra decifrar problemas gigantes — desde prever comportamentos complexos até simular rochas a milhares de metros abaixo do mar.
🔬 3. Santos Dumont — o herói da ciência nacional
Não é só a Petrobras não! O Brasil também tem supercomputadores dedicados à ciência aberta e acadêmica. O clássico aqui é o Santos Dumont, que leva o nome do nosso pioneiro da aviação.
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Instalado em 2015 no LNCC (RJ), evoluiu de 1,1 petaflop inicial para versões com dezenas de petaflops através de upgrades recentes.
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Ajuda pesquisadores em áreas como clima, biologia, física, inteligência artificial e modelagem matemática.
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Curiosidade nerd: num upgrade recente ele ganhou arquitetura com chips Grace Hopper e mais GPUs potentes, virando uma fera também para workloads de IA.
📊 4. Outros nomes na pista
O Brasil já somou vários computadores na lista dos 500 mais poderosos do planeta, incluindo máquinas corporativas e de pesquisa como Gaia, Iara, NOBZ1, além das entradas repetidas da Petrobras.
Isso mostra que nossa cena de HPC não é só um ou outro pezão — é um ecossistema inteiro de processamento parrudo!
🧩 Por que isso importa?
Poder computacional não é só músculo geek.
Esses sistemas ajudam a Brasil a:
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Explorar petróleo e gás mais eficientemente.
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Criar modelos climáticos detalhados.
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Simular materiais e moléculas para ciência e saúde.
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Potencializar pesquisa em IA e machine learning.
É como se a gente tivesse não só grandes cérebros humanos… mas também supercérebros eletrônicos sempre prontos pra pensar mais rápido que qualquer mortal.
🧠 Comentário final no estilo Bellacosa
Se um dia alguém te disser que o Brasil “não tem sobrenome tecnológico”, lembra deles: Harpia, Pégaso, Santos Dumont e toda a trupe — máquinas que processam trilhões de números por segundo e colocam o Brasil no mapa mundial da supercomputação. É tipo ver um mainframe de 1980 evoluir para um esquadrão de super-HPCs em 40 anos. É nerd, é pesado… e é motivo de orgulho bra-sileiro 🤘
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