- Aura Battler Dunbine (1983)
- Mashin Hero Wataru (1988)
✨ Bem-vindo ao meu espaço! ✨ Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens. Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê. Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão. Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
| Bellacosa Mainframe apresenta ENIAC |
Quando falamos de IBM Z, z/OS, milhões de MIPS e uptime quase místico, é fácil esquecer que tudo isso começou com algo… barulhento, quente e absurdamente grande. Senhores padawans e mainframers raiz: apresento o ENIAC — Electronic Numerical Integrator and Computer, o dinossauro sagrado da computação moderna 🦕
O ENIAC nasceu em plena Segunda Guerra Mundial, por volta de 1943, oficialmente concluído em 1945 e apresentado ao público em 1946.
📍 Local: Universidade da Pensilvânia (EUA)
🧠 Criadores:
John Presper Eckert
John W. Mauchly
🎯 Missão original:
Calcular tabelas balísticas para o Exército dos EUA. Antes dele, esses cálculos levavam dias (ou semanas) feitos à mão. O ENIAC fazia em segundos.
💡 Primeira lição Bellacosa:
Mainframe sempre nasce de missão crítica. Não é moda, é necessidade.
| ENIAC |
Prepare-se para números que fazem um IBM Z parecer um Raspberry Pi 😄
🏢 Área ocupada: ~167 m² (um ginásio pequeno)
⚖️ Peso: ~30 toneladas
🔌 Consumo elétrico: ~150 kW
🔥 Calor gerado: suficiente para virar churrasco de operador
📦 Componentes principais:
~18.000 válvulas eletrônicas
70.000 resistores
10.000 capacitores
6.000 chaves manuais
🧠 Curiosidade Bellacosa:
Quando uma válvula queimava (e isso acontecia bastante), o sistema inteiro podia parar. Já ouviu falar de single point of failure? Pois é…
Hoje falamos em GHz e cores. O ENIAC falava em operações por segundo — e isso já era revolucionário.
➕ 5.000 somas por segundo
➖ 357 multiplicações por segundo
➗ 38 divisões por segundo
Sem:
Sistema operacional ❌
Disco ❌
Memória como conhecemos ❌
📌 Programar o ENIAC era… físico
Nada de código-fonte:
Conectar cabos
Ajustar chaves
Reconfigurar painéis inteiros
💡 Primeiro “DevOps físico” da história
Deploy = ligar fios
Rollback = desligar fios
Debug = rezar 😇
Aqui vai um easter egg que muita gente ignora:
👉 O ENIAC foi programado por seis mulheres, matemáticas brilhantes:
Kay McNulty
Betty Jennings
Betty Snyder
Marlyn Wescoff
Fran Bilas
Ruth Lichterman
Elas:
Criaram lógica
Otimizaram fluxos
Resolveram bugs sem manual
E por décadas… foram esquecidas nos livros de história.
🧠 Bellacosa comenta:
Mainframe sempre teve diversidade. O problema foi quem escreveu a história depois.
🔥 O ENIAC ficava tão quente que o boato dizia que as luzes da Filadélfia piscavam quando ele ligava.
🕯️ Válvulas queimavam com mais frequência ao ligar e desligar — por isso ele ficava ligado por longos períodos.
🧮 Foi usado também para:
Cálculos da bomba de hidrogênio
Simulações nucleares
Estudos meteorológicos iniciais
Vamos alinhar expectativas:
❌ Não era programável como hoje
❌ Não tinha stored program (isso veio depois com o EDVAC)
❌ Não tinha conceito de usuário, job, spool ou batch
Mas ele provou que computação eletrônica funcionava.
💡 Ele não era prático — era visionário.
Após anos de operação:
O ENIAC foi desligado definitivamente em 1955.
Desmontado.
Partes foram preservadas.
📍 Hoje você encontra o ENIAC em:
Smithsonian Institution
Universidade da Pensilvânia
Outros museus de ciência nos EUA
Ele virou:
➡️ Relíquia
➡️ Marco histórico
➡️ Avô espiritual do Mainframe
☕ Quando alguém diz:
“Mainframe é coisa velha”
Responda com classe:
Velho é o ENIAC
Mainframe é evolução contínua desde ele
📌 Conceitos herdados:
Computação centralizada
Processamento massivo
Missão crítica
Alta confiabilidade (mesmo que o ENIAC ainda estivesse aprendendo 😄)
O ENIAC não rodava COBOL.
Não tinha JCL.
Não conhecia CICS.
Mas sem ele:
❌ Não existiria System/360
❌ Não existiria z/OS
❌ Não existiria o orgulho mainframe que carregamos hoje
🖥️ ENIAC não é só história.
É a fundação de tudo.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe — onde até válvula tem alma.
Perto da estaçao da Luz, Pinacoteca, Fatec, Museu de Arte Sacra no coração do Bom retiro... eita quanta volta, mas esse templo do saber abrigava 300 arqueólogos, que todos os sábados se encantavam, maravilham num programa único.
2000
Digimon Adventure 02 (1999–2001)
Crianças voltam ao Digimundo com novos parceiros e inimigos digitais.
🔎 Curiosidade: Embora Digimon seja discutido como “isekai parcial”, influenciou muitos animes posteriores com o conceito de viajar a outro mundo.
Escaflowne: The Movie (2000)
Reinterpretação sombria da série The Vision of Escaflowne (1996).
🔎 Curiosidade: O filme mudou radicalmente o tom — menos romance escolar, mais fantasia e tragédia.
Final Fantasy: Unlimited
Dois irmãos seguem pistas do desaparecimento dos pais e acabam em um mundo paralelo cheio de magia e monstros.
🔎 Curiosidade: Inspirado na franquia Final Fantasy, mas foi criticado por ser muito diferente dos jogos.
Inuyasha
Kagome, estudante moderna, é transportada ao Japão feudal, onde conhece o meio-youkai Inuyasha e busca a Joia de Quatro Almas.
🔎 Curiosidade: Um dos maiores sucessos do gênero, misturando romance, comédia e ação. Tornou-se ícone mundial.
.hack//SIGN
Jogadores ficam presos dentro de um MMORPG misterioso e precisam desvendar os segredos do jogo.
🔎 Curiosidade: Considerado precursor direto de Sword Art Online.
Wolf’s Rain (isekai temático)
Lobos viajam em busca do “Paraíso”, mundo alternativo onde podem sobreviver.
🔎 Curiosidade: Não é isekai clássico, mas considerado por expandir o gênero em alegorias.
Monster Rancher (Digimon-style, 1999–2001, reprisado em 2004 no Ocidente)
Um garoto é transportado para o mundo dos monstros ao usar um disco mágico.
🔎 Curiosidade: Competiu com Pokémon e Digimon em popularidade, mas focava mais em treinar monstros individualmente.
Tsubasa: Reservoir Chronicle
Syaoran e Sakura viajam por diversos mundos paralelos para recuperar as memórias dela.
🔎 Curiosidade: Reúne personagens de várias obras da CLAMP, funcionando como multiverso.
Fushigi Yûgi: Genbu Kaiden (OVA)
Prequel de Fushigi Yûgi, mostrando outra sacerdotisa transportada para o mundo do livro.
The Twelve Kingdoms (retransmitido até 2006)
Estudante vai parar em um reino alternativo onde descobre ser herdeira de uma monarquia.
🔎 Curiosidade: Inspirado na mitologia chinesa, é considerado “isekai de prestígio”, com tom mais sério.
Mär (Marchen Awakens Romance)
Ginta, estudante frágil, vai para o mundo de Mär Heaven, onde participa de batalhas usando artefatos mágicos (ÄRMs).
🔎 Curiosidade: Criado pelo autor de Flame of Recca, foi sucesso no público infantil.
Guardian of the Sacred Spirit (Seirei no Moribito) (isekai parcial)
Explora elementos de mundos paralelos em fantasia épica japonesa.
Amatsuki
Estudante é transportado ao período Edo através de uma simulação de realidade virtual e fica preso.
🔎 Curiosidade: Mistura história japonesa real com fantasia sobrenatural.
Kyo Kara Maoh! (3ª temporada)
Um garoto comum se torna o rei de um mundo mágico habitado por demônios.
🔎 Curiosidade: Conhecido como um dos primeiros isekai shounen-ai (com romance BL implícito).
Digimon Xros Wars
Nova geração de crianças transportadas ao Digimundo, agora com fusão de digimons.
🔎 Curiosidade: Essa fase dividiu fãs, mas manteve vivo o conceito de “isekai digital”.
“Mainframe não virou GPU.
Mas virou ponto de decisão inteligente.”
Vamos matar os mitos logo no começo:
❌ O z/OS não é uma plataforma para:
Treinar LLMs
Rodar TensorFlow pesado
Substituir GPUs
Concorrer com data centers de IA
❌ O Watson não é um “ChatGPT rodando em COBOL”.
❌ O z17 não é um supercomputador de deep learning.
👉 Quem diz isso nunca rodou produção bancária.
IA no mainframe é:
✔ Inferência próxima ao dado
✔ Decisão em tempo real
✔ Baixa latência
✔ Alta segurança
✔ Governança forte
✔ Explicabilidade
IA no mainframe não pensa muito.
Ela responde rápido, certo e auditável.
Watson nasceu em NLP e análise cognitiva
Ficou famoso no Jeopardy
Evoluiu para:
NLP
Classificação
Extração de entidades
Análise de texto
Modelos treinados sob demanda
Watson hoje é:
Um conjunto de serviços de IA
APIs
Modelos especializados
Integrável com mainframe
⚠️ Watson não substitui modelos open source modernos
Ele é usado quando:
Compliance é obrigatório
Dados são sensíveis
Explicabilidade é exigida
Contratos regulatórios mandam
Arquitetura real:
Classificação de documentos
Análise de reclamações
Score de risco
Detecção de fraude textual
Triagem automática
O Watson opina
O COBOL bate o martelo
Agora vamos ao ferro.
Ele foi criado para:
Rodar inferência com latência mínima
Executar decisões junto aos dados
Segurança embarcada
Escala transacional absurda
O z17 permite:
✔ Rodar modelos no Linux on Z
✔ Usar containers (zCX)
✔ Chamar IA sem sair do ambiente seguro
✔ Reduzir tráfego de dados sensíveis
Dados financeiros não gostam de passear na internet.
Isso o z17 faz melhor que qualquer cloud genérica:
Criptografia por hardware
Isolamento extremo
Compliance (PCI, GDPR, LGPD)
Auditoria forte
Zero Trust real
IA + mainframe = IA domesticada 🐕
Fraude
Crédito
Risco
Limites
Compliance
CICS chamando modelos
Batch enriquecido com IA
Score inline
Logs
Rastreabilidade
Explicação de decisão
APIs internas
Microserviços
Sem expor dados críticos
Treinar modelos grandes
LLMs gigantes
Experimentação pesada
Data science exploratório
Isso é para cloud com GPU.
E tudo bem.
✔ Treina fora
✔ Inferência dentro
✔ Decisão no COBOL
Mainframe não quer ser “inteligente”
Ele quer ser confiável
IA erra
COBOL não pode errar
Regulador confia no COBOL
Auditor confia no log
Cliente confia no dinheiro certo
Se você quer ser relevante:
Aprenda:
COBOL moderno
APIs no mainframe
Linux on Z
Containers
Integração com IA
Governança de decisão
Não aprenda:
“COBOL morreu”
“IA resolve tudo”
“Vamos jogar tudo pra cloud”
IA é cérebro auxiliar.
Mainframe é sistema nervoso central.
O Watson ajuda.
O z17 acelera.
O COBOL decide.
E quem decide…
manda no dinheiro do mundo 💰
O universo dos animes sempre explorou elementos sensoriais e simbólicos que despertam curiosidade e atração no público. Muitas vezes, o que chamamos de “fetiche” não se refere apenas a desejo sexual direto, mas a um conjunto de arquétipos visuais e comportamentais com raízes psicológicas profundas no imaginário coletivo japonês e mundial. Estes recursos, quando utilizados com intenção narrativa, podem construir personagens memoráveis, destacar temas culturais e até provocar reflexões sobre identidade e fantasia.
A seguir, apresenta-se uma análise de alguns dos fetiches mais comuns na indústria de anime, acompanhada de suas interpretações psicológicas e exemplos representativos.
Significado psicológico: idealização do cuidado, submissão consentida e fantasia de atenção dedicada.
A figura da maid simboliza conforto emocional e refúgio na rotina. Nos animes, costuma reforçar dinâmicas de poder assimétrico que geram conforto ao espectador.
Exemplos: “Kaichou wa Maid-sama!”, “Re:Zero” (Rem e Ram).
Curiosidade: o Japão possui cafés temáticos chamados maid cafés, que performam a estética da “serva perfeita”.
Significado psicológico: fascínio pelo desafio emocional.
Personagens que alternam hostilidade e afeto ativam o fenômeno de recompensa intermitente, comum em dinâmicas sentimentais reais.
Exemplos: Taiga (“Toradora!”), Asuka (“Neon Genesis Evangelion”).
Comentário: o fetiche reside na conquista. A afeição não é gratuita, ela precisa ser “merecida”.
Significado psicológico: atração pela dualidade inocente e selvagem.
A mistura de humano e animal sugere espontaneidade, pureza e instinto, além de criar personagens mais expressivos.
Exemplos: Holo (“Spice and Wolf”), Raphtalia (“Tate no Yuusha”).
Significado psicológico: idealização da inteligência, disciplina e mistério.
O acessório simboliza controle racional, o oposto da impulsividade emocional.
Exemplos: Gendo em “Evangelion” dentro do arquétipo masculino mais rígido; muitas heroínas de slice of life que representam seriedade ou timidez.
Significado psicológico: nostalgia e romantização da juventude.
O público adulto associa essa estética a um período de descobertas e romances idealizados.
Exemplos: praticamente toda a mídia de romance escolar como “Your Lie in April” e “Kimi ni Todoke”.
Reflexão cultural: a idealização excessiva da adolescência é recorrente no entretenimento japonês.
Significado psicológico: fantasias de controle e entrega emocional.
Relacionamentos onde um personagem depende do outro reforçam a busca por estabilidade e pertencimento.
Exemplos: “Fate/stay night” (Mestre e Servos), “Black Butler”.
Significado psicológico: o fascínio pelo exótico e proibido.
Mistura medo e atração. O desconhecido se torna objeto de fantasia.
Exemplos: “Monster Musume”, “High School DxD” em alguns aspectos.
Reforçam vínculos emocionais com o público: quanto mais simbologia, maior a identificação.
Facilitam a criação de personagens instantaneamente reconhecíveis: o fetiche serve como “atalho narrativo”.
Conectam fantasia e realidade: escapismo cultural diante de pressões sociais, especialmente no contexto japonês.
Evoluem conforme as gerações: arquétipos antigos ganham roupagens novas.
Embora muitos desses elementos tenham função narrativa legítima, o uso excessivo pode desviar o foco da história, reforçar estereótipos limitadores ou normalizar fantasias problemáticas sem questionamento. A crítica especializada discute constantemente o equilíbrio entre expressividade estética e exploração comercial.
Quando um fetiche se torna dominante ao ponto de ofuscar tudo ao redor, perde complexidade e vira apenas um mecanismo para prender atenção. O desafio dos roteiristas consiste em usar símbolos que acrescentem significado, não apenas estímulo visual.
Porque tais elementos não são apenas características visuais. Eles ativam respostas emocionais automáticas:
| Gatilho narrativo | Resposta emocional típica |
|---|---|
| Inocência + atração | Proteção e empatia |
| Mistério + controle | Fascínio e curiosidade |
| Rebeldia + transformação | Desejo de conquista emocional |
Mesmo quando existe componente sensual, ele costuma ser mediado pelo humor ou pela fantasia estilizada.
O consumo acrítico pode gerar terreno para exageros e distorções. Questões como:
Sexualização de personagens menores de idade
Estereótipos de gênero repetidos sem reflexão
Fetichização de traumas como entretenimento
Tais situações alimentam críticas legítimas da comunidade e da mídia.
O ponto central de qualquer análise é contexto e intenção. Quando é símbolo narrativo, pode enriquecer. Quando reduz personagens a objetos, empobrece.
Os fetiches nos animes revelam tensões sociais, fantasias coletivas e necessidades emocionais humanas, não apenas estímulos superficiais. Compreender essas manifestações de desejo simbólico ajuda a observar a produção otaku com mais maturidade, sem ignorar dilemas éticos que permanecem em debate.
🌅 O Brasil 2025 — Entre a Melancolia e a Reinvenção
📖 Por Bellacosa Mainframe
Passaram-se doze anos desde aquele junho de 2013.
O país que gritou nas ruas, brigou nas telas e se perdeu nos espelhos digitais agora desperta cansado,
com um olhar de quem acorda de um sonho bom — mas confuso.
O Brasil de 2025 é um sobrevivente.
Um país que tropeçou na própria esperança,
mas ainda assim insiste em recomeçar — como quem pega o trem errado,
mas sorri porque o caminho, ainda que torto, tem paisagem.
Há uma melancolia leve no ar, daquelas que o brasileiro disfarça com memes e ironia.
A geração que foi às ruas agora paga boletos,
ensina os filhos a navegar na selva digital,
e olha para o passado com o mesmo misto de orgulho e arrependimento de quem reencontra um velho amor.
“Fizemos o que achávamos certo… só não sabíamos no que ia dar.”
O sentimento nacional é ambíguo:
exausto, mas teimosamente vivo.
Há desconfiança na política, cinismo nas redes e um desencanto geral —
mas também uma sabedoria nova, nascida do erro coletivo.
Longe dos holofotes, há uma revolução silenciosa acontecendo.
Gente comum reaprendendo o sentido da palavra comunidade.
Bairros que se organizam, escolas que se reinventam, jovens que cansaram de “lacrar” e voltaram a ouvir.
O Brasil de 2025 ainda é caótico, desigual e intenso —
mas começa a entender que gritar não é o mesmo que mudar.
E que a transformação verdadeira acontece nas margens,
nos lugares que não dão curtida, mas dão sentido.
Há novos criadores de conteúdo que preferem profundidade a viralização.
Jornalistas independentes renascendo entre os escombros da desinformação.
E uma juventude híbrida — parte cínica, parte idealista —
tentando reconciliar o meme com a filosofia.
O Brasil também descobriu que o futuro não é feito apenas de startups e IA,
mas de gente real, com histórias, sotaques e sonhos não automatizáveis.
A tecnologia amadureceu — e, junto com ela, a consciência do seu poder e do seu perigo.
Depois de anos de algoritmos ditando o tom da conversa,
há um movimento sutil de desaceleração digital:
menos exposição, mais introspecção.
Menos seguidores, mais propósito.
A cultura se volta para o simples, o autêntico, o humano.
E o Brasil, mesmo cambaleante, começa a lembrar o que sempre foi:
um país que se reinventa no improviso.
O ciclo se fecha:
2013 foi o despertar,
2018, o caos,
2025… é o aprendizado.
O Brasil está redescobrindo a si mesmo — não como herói, nem como vilão,
mas como personagem em eterna construção.
Há esperança na melancolia.
E força no silêncio de quem aprendeu que mudar o mundo não é sempre fazer barulho —
às vezes, é continuar acreditando mesmo quando ninguém mais acredita.
Bellacosa Mainframe
“O Brasil é um bug que o mundo ainda não conseguiu corrigir.
Inconstante, barulhento, poético e eterno em sua mania de tentar de novo.” 🇧🇷💾