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domingo, 20 de julho de 2003

Montemor o Novo e o castelo do Miau

Estranhas historias de um castelo.


Estamos no distrito de Évora, indo em Direcção a Santiago do Escoural e sempre passamos as portas de Montemor-o-Novo, hoje resolvemos subir e explorar a cidade.



Existe na colina as ruínas de um castelo de grandes proporções, outrora devia ter uma grande guarnição para proteger estas terras, com a pacificação do sul de Portugal, perdeu importância e foi sendo abandonado.

O tempo cruel como sempre tratou de ir apagando seus registro, com a ajuda de terremotos e da mão humana que ao necessitar de pedras, sempre vinha ate o castelo apanhar algumas muitas casas e cercas foram construídas como este material.

Agora ouvi um causo muito engraçado a respeito deste castelo, segundo os antigos, existia uma turbe de alegres que vinham fazer festinhas na área do castelo, gerando muito ruído que incomodava a população la embaixo. Que tratava de chamar a GNR porem ate chegar a patrulha a rapaziada já tinha ido embora.

Devido a estes estranhos barulhos, que diziam parecer gatos miando, o castelo ganhou a alcunha de Castelo Do Miau. Verdade ou não, eu achei muito divertida esta historia e sempre que aqui passo, me vem a cabeça a historia do castelo.

domingo, 30 de março de 2003

Évora a cidade do Templo de Diana - Parte II

Maior que nos livros de historia.


Nossa fui surpreendido por Évora, em meus livros escolares do ginásio, uma vez ou outra, lia qualquer menção a esta cidade, em minha mente era mais uma pequena cidade perdida em meio aos campos de trigo do Alentejo, magistralmente enganado, pois não imaginava a sua beleza e grandiosidade.



Protegida por uma muralha, com uma Catedral com um tesouro cheio de relíquias, uma catacumbas cheia de osso distribuídos artisticamente como uma pintura macabra, aquedutos e cisternas, ruínas e mais ruínas.

Esta cidade ligada por trem a Lisboa, vale a visita e pernoite, temos a universidade de Évora, os castelos ao redor, pedras tipo Stonehenge de Portugal.

E o povo são um show a parte,  hospitaleiros, cordiais e solicitos, prontos para prestar informações e ajudar. Caso se tenha um pouco de sorte, pode encontrar um velhinho com roupas típicas de uma outra era.

sábado, 29 de março de 2003

Évora a cidade do Templo de Diana

Em meio ao Alentejo esta uma bela cidade.


Évora ou Ebora Augusta foi um grande centro de romanização da Lusitânia, por sorte nesta cidade ainda encontramos muito legado dos romanos.



O mais emblemático é o Templo de Augusto, popularmente conhecido como Templo de Diana,  restos do aquedutos, igrejas românicas, muralhas defensivas, claro que cada povo que aqui passou as alterou deixando sua marca característica, mas a bons olhos consegue-se encontrar muita coisa.

Encontrei umas ruínas de um convento repleto de pavoes, bebi muita agua nas mais diversas fontes da cidade, visitei no tesouro da catedral diversas relíquias, inclusive um dos "pregos da cruz de Cristo" (sic).

Em matéria de comidinha aqui me acabei com os queijos alentejano, azeitonas e pães, bem como vinhos da casa. Agora em prato substancioso teve a miga, porem eu não apreciei e fiquei mesmo na carne de porco alentejana (esse sim uma papinha de campeão).

sábado, 1 de março de 2003

Vendas Novas e seu quartel de Infataria ligeira mobilizada

Toda vez que passávamos por aqui pintava a vontade de fotografar.


Ate que um dia de tempo frio mas com céu azul e sol, paramos e feito crianças começamos a brincar e bagunçar nos carros de combate expostos. Sempre sob o olhar vigilante do soldado na torre de vigia.



Sou uma criança grande e adoro obras de arte da engenharia moderna, desde trens a aviões, passando por veículos militares, desde sempre vou atrás e faço minhas fotinhas.

Aqui em Vendas Novas não foi diferente, perdemos bem umas 2 horas por aqui, explorando o local e eh claro aproveitamos para almoçar num restaurante aqui da cidade.

Meninos comi coelhos fritos na panela de ferro com coentradas e acompanhei o vinho da regiao, molhando meu pão alentejano no óleo da panela e acompanhando com batatas cozida. Chorar por mais.