domingo, 4 de janeiro de 2026

🔥 Cray Vetorial vs Mainframe IBM: paralelos que ninguém faz

 


🔥 Cray Vetorial vs Mainframe IBM: paralelos que ninguém faz


Salve jovem padawan terminando nosso domingo, estive todo animado lendo sobre o Jaci, o novo supercomputador do INPE, que veio substituir o velho Tupã, aumentando em 5 vezes o poder computacional brasileiro, usado principalmente para previsão meteorologica, usando o Fortran e rodado sob o LINUX, numa visão simplista, pois o sistema tem mais nuances e detalhes tecnicos.

Deixarei esse tema para um proximo artigo, hoje vamos comparar um supercomputador HPE XD2000 versus um IBM Mainframe Z17, bora lá atravessar o espelho e descobrir mais sobre o ultraprocessamento de dados.



🧠 Introdução: dois mundos que sempre se olharam de lado

Durante décadas, Cray e IBM Mainframe coexistiram como dois impérios vizinhos que nunca declararam guerra, mas jamais se chamaram de irmãos.

Para o mundo científico, o Cray era o Olimpo. Para o mundo corporativo, o mainframe IBM era Roma.

E, curiosamente, ambos resolviam o mesmo problema fundamental: 👉 como processar volumes absurdos de dados com previsibilidade, confiabilidade e desempenho extremo.

Só que cada um escolheu um caminho filosófico diferente — e é aí que começam os paralelos que quase ninguém faz.


🏛️ Arquitetura: vetores longos vs pipelines eternos

🧮 Cray Vetorial

  • Arquitetura vetorial pura

  • Poucos processadores

  • Altíssima frequência

  • Operações matemáticas em blocos longos

  • Performance quase linear quando o código “obedecia”

O Cray não gostava de improviso. Ou você escrevia código para ele, ou ele te ignorava.

🧾 IBM Mainframe

  • Arquitetura pipeline, canalizada

  • Forte uso de I/O assíncrono

  • Processamento previsível

  • Foco em throughput e confiabilidade

  • Menos glamour, mais disciplina

💭 Paralelo oculto: Ambos foram arquitetados para não desperdiçar ciclos. Cada clock era tratado como recurso sagrado.


⚙️ Filosofia de uso: ciência pura vs mundo real

🔬 Cray

  • Simulações climáticas

  • Física nuclear

  • Aerodinâmica

  • Modelos matemáticos intensivos

  • Um erro de ponto flutuante podia invalidar tudo

🏦 Mainframe IBM

  • Bancos

  • Seguros

  • Governo

  • Processamento financeiro

  • Um erro de centavo podia parar um país

👉 Ambos lidavam com erro zero, só que em universos diferentes.


🧵 Linguagens: Fortran e COBOL, primos que fingem não se conhecer

Fortran no Cray

  • Pensado para matemática

  • Arrays, vetores, matrizes

  • Performance explícita

  • Código “fala” com o hardware

COBOL no Mainframe

  • Pensado para negócios

  • Registros, arquivos, transações

  • Performance implícita

  • Hardware “protege” o código

💭 Verdade incômoda:

Fortran e COBOL são linguagens conservadoras porque foram escritas para máquinas caras demais para errar.

Nenhuma das duas nasceu para ser “bonita”. Nasceram para funcionar sempre.


🧊 Ambiente físico: sala fria é sala sagrada

Quem viveu sabe.

  • Piso elevado

  • Ar-condicionado industrial

  • Ruído constante

  • Acesso restrito

  • Um certo silêncio respeitoso

💭 Bellacosa lembra:

“A sala de um Cray tinha o mesmo clima de um data center mainframe: você não entrava para passear.”

A diferença?

  • No mainframe: gravata.

  • No Cray: jaleco.


🧠 Modelo mental: batch é batch, só muda o nome

Mainframe

  • JCL

  • Jobs

  • Steps

  • Filas

  • Janela noturna

Cray

  • Scripts

  • Filas

  • Alocação de nós

  • Janela de simulação

👉 Mudou a sintaxe, não mudou o ritual.

Sempre existiu:

  • Hora certa para rodar

  • Ordem de prioridade

  • Usuário reclamando de fila

  • Operador que sabe tudo e fala pouco


⚖️ Trade-offs: elegância vs sobrevivência

Cray Vetorial

✔️ Elegância arquitetural

✔️ Performance absurda em código certo

❌ Pouca flexibilidade

❌ Dependência extrema de compilador

IBM Mainframe

✔️ Robustez lendária

✔️ Compatibilidade eterna

✔️ Evolução sem ruptura

❌ Menos “bruto” em FLOPS

❌ Menos glamour técnico

💭 Resumo cruel:

O Cray buscava a perfeição. O mainframe buscava não cair nunca.


⏳ O tempo foi implacável (com um deles)

O Cray vetorial morreu bonito. O mainframe sobreviveu feio, mas vivo.

  • O mundo virou paralelo

  • Clusters x86 venceram

  • Linux dominou

  • O custo falou mais alto

Já o mainframe:

  • Aceitou Linux

  • Aceitou Java

  • Aceitou containers

  • Continuou rodando COBOL dos anos 70

💭 Lição histórica:

Sobrevive quem se adapta, não quem é perfeito.


🧠 O legado invisível

Hoje, quando você olha para:

  • HPC moderno

  • Slurm

  • MPI

  • Supercomputadores como o Jaci

…o DNA Cray está lá.

E quando você vê:

  • Transações financeiras globais

  • Sistemas governamentais

  • Bancos centrais

…o DNA do mainframe continua mandando.

Eles nunca se fundiram. Mas o mundo moderno é filho dos dois.


🕯️ Conclusão Bellacosa Mainframe

Cray vetorial e mainframe IBM nunca foram rivais. Foram respostas diferentes à mesma pergunta:

Como extrair o máximo de uma máquina absurdamente cara sem errar?

Um respondeu com matemática. O outro respondeu com disciplina.

E talvez a maior ironia seja esta:

  • O Cray ensinou o mundo a calcular

  • O mainframe ensinou o mundo a confiar

🔥 E no fim, confiança sempre dura mais que velocidade.


🏅 Ranks dos Aventureiros – A Escalada da Glória no Mundo dos RPGs


 

🏅 Ranks dos Aventureiros – A Escalada da Glória no Mundo dos RPGs

🌍 O que são Ranks de Aventureiros

Em RPGs, o Rank de Aventureiro representa o nível de prestígio, força e experiência de um herói dentro de uma Guilda de Aventureiros ou organização similar.
Mais do que um número, o rank é um símbolo de reputação — ele mostra ao mundo quem você é e até onde pode ir.

No sentido prático, o Rank:

  • Define quais missões o aventureiro pode aceitar.

  • Influencia recompensas, fama e respeito.

  • Determina autoridade e influência dentro da guilda.

Em suma: o Rank é o currículo do herói.


⚙️ Origem do Sistema de Rank

O conceito nasceu com os RPGs de mesa e foi amplamente popularizado em animes e light novels japoneses, como Goblin Slayer, DanMachi (Is It Wrong to Try to Pick Up Girls in a Dungeon?) e Adventurer’s Guilds em Ragnarok Online.

Na estrutura narrativa, ele serve para:

  • Controlar a progressão dos personagens.

  • Criar senso de hierarquia e competição.

  • Gerar respeito entre veteranos e novatos.

🔹 Em “Goblin Slayer”, por exemplo, um aventureiro Rank Prata pode caçar trolls e wyverns, enquanto um Rank Porcelana mal sobrevive a goblins.
🔹 Já em Dragon Quest e Final Fantasy XIV, os ranks são traduzidos em níveis de classe e licenças de guilda.


🧭 Sistema Clássico de Ranks

RankCor/SímboloTítuloNível TípicoDescrição
SOuro / RubiLendário / Herói Supremo90–100Aventureiro de elite, salvador de reinos, capaz de derrotar dragões e deuses.
AVermelhoMestre / Capitão70–89Líder de esquadrões, enfrenta monstros de alto nível.
BAzulVeterano / Guerreiro50–69Experiente, respeitado; já sobreviveu a várias campanhas.
CVerdeRegular / Profissional30–49Confiável, aceita contratos perigosos; base das operações da guilda.
DCinzaIniciante / Aspirante10–29Aprendiz, já possui experiência básica em combate.
EBrancoRecruta / Novato1–9Iniciou recentemente; cumpre missões simples.
FPreto / PorcelanaNão classificado0Aventureiro sem registro; precisa de tutela ou aprovação.

⚔️ Como o Rank é Determinado

As guildas avaliam os aventureiros com base em:

CritérioDescrição
Missões concluídasNúmero e tipo de contratos realizados.
ReputaçãoOpinião pública e feedback de clientes.
Habilidade de combateNível técnico e tático do personagem.
Contribuição à guildaDoações, treinamentos e missões coletivas.
Honra e condutaÉtica, disciplina e respeito às regras.

🎯 Dica Bellacosa: Em algumas campanhas, um erro moral pode derrubar um aventureiro de Rank A para Rank C — reputação pesa tanto quanto poder.


🧙‍♂️ Curiosidades Bellacosa

  • ⚖️ Em DanMachi, o rank é baseado em status divinos dados pelos deuses — cada avanço é quase uma bênção.

  • 🐉 Em Monster Hunter, os ranks (Low, High, G-Rank, Master) definem a dificuldade dos monstros e o loot obtido.

  • 🕍 Em Guild Wars e FFXIV, os ranks de guilda são decididos por conquistas coletivas, não individuais.

  • 🧭 Em Goblin Slayer, os ranks têm significado simbólico: quanto mais escuro o metal, mais sangue derramado.


📜 Filosofia do Rank

“O Rank não mede quem você é, mas o quanto o mundo te reconhece.”

O sistema de ranks, mais do que poder, é sobre identidade e propósito.
Ele cria uma narrativa interna onde cada aventureiro busca não apenas ouro, mas reconhecimento e honra.

Em termos filosóficos:

  • Rank é mérito, mas também peso moral.

  • Um Rank S carrega responsabilidade, não apenas glória.

  • Um Rank E pode ter mais pureza e coragem que um herói consagrado.


🎯 Dicas Bellacosa para Mestres e Jogadores

  • Use o Rank como narrativa viva: promova ou rebaixe conforme ações, não só XP.

  • Crie desafios de mérito: missões de rank superior exigem mais que força — pedem sabedoria.

  • Permita crescimento pessoal: não é só sobre poder, é sobre legado.

  • Dê peso emocional: a primeira promoção de Rank deve ser sentida como conquista real.


🧾 Exemplo de Registro Bellacosa

[ GUILD RECORD : AVENTUREIRO 0421 ] ------------------------------------------ Nome: Kael Durnas Classe: Espadachim Arcano Rank Atual: B (Veterano) Missões Concluídas: 137 Taxa de Sucesso: 94% Reputação: Alta Promoção Prevista: Rank A Observações: Demonstrou bravura em missão contra Wyvern. ------------------------------------------ Assinado: Mestre da Guilda Arwen of Silver Moon

🏆 Conclusão

O sistema de Ranks dos Aventureiros é a espinha dorsal da meritocracia nos mundos de fantasia.
É o que transforma a jornada em crescimento, o combate em propósito, e a guilda em sociedade viva.

“Ser Rank S não é vencer todos os monstros,
é inspirar os que ainda lutam no Rank E.”