| Bellacosa Mainframe apresenta JCL V3.1 Job Control Language |
🔥 JCL no z/OS 3.1 — o clássico definitivo no mainframe pós-híbrido
📅 Datas importantes
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Release (GA): setembro de 2023
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Final de suporte IBM (EoS): 30 de setembro de 2028
O z/OS 3.1 inaugura a era sem versão “R”.
Não é V2Rx. É z/OS 3.x.
E o JCL? Continua lá, firme, como sempre.
🧬 Contexto histórico
O z/OS 3.1 nasce num momento simbólico:
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Mainframe totalmente integrado ao mundo digital
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Cloud híbrida consolidada
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APIs e eventos como padrão
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Observabilidade, automação, segurança contínua
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Batch tratado como serviço corporativo crítico
E no centro disso tudo…
👉 o JCL segue intocado, provando que boa arquitetura não precisa ser reescrita.
Bellacosa resumiria assim:
“Mudou o número da versão.
O JCL nem piscou.”
| JCL V3.1 Job Control Language |
✨ O que há de novo no JCL no z/OS 3.1
Aqui está a verdade nua e crua:
❌ Não existe “novo JCL”
✅ Existe um JCL mais estratégico do que nunca
🆕 1. JCL como API operacional invisível
No z/OS 3.1:
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Jobs são acionados por:
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APIs REST
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eventos
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pipelines CI/CD
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schedulers corporativos
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O JCL vira o contrato final entre:
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mundo distribuído
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core transacional
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👉 O job é o endpoint que não falha.
🆕 2. JES2 no nível máximo de maturidade
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Escala absurda de jobs simultâneos
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Spool altamente estável
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Restart e recovery previsíveis
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Integração total com automação e observabilidade
O operador deixou de “apagar incêndio”.
Agora ele governa processos.
🆕 3. DFSMS totalmente orientado a políticas
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Storage praticamente autônomo
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Menos parâmetros manuais no JCL
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Datasets gigantes tratados naturalmente
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Menos erro humano, mais inteligência sistêmica
O JCL fica mais limpo porque o sistema ficou mais esperto.
🔧 Melhorias percebidas no dia a dia
✔ Batch tratado como serviço 24x7
✔ Menos JCL “cheio de gambiarra”
✔ Menos tuning artesanal
✔ Mais padronização
✔ JCL versionado, auditado e governado
Nada mudou na sintaxe.
Tudo mudou na importância estratégica.
🥚 Easter Eggs (para mainframer raiz)
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🥚 JCL escrito nos anos 70 ainda roda no z/OS 3.1
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🥚
IEFBR14segue vivo (e seguirá) -
🥚 Comentários em JCL mais antigos que o termo “cloud” 😅
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🥚 O erro campeão continua sendo:
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RC ignorado
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DISP mal planejado
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dataset em uso em produção
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👉 Mudam as gerações. O erro humano permanece.
💡 Dicas Bellacosa para JCL no z/OS 3.1
🔹 Trate JCL como ativo estratégico
🔹 Pense no job como serviço corporativo
🔹 Versione JCL como código
🔹 Use padrões claros de nomenclatura
🔹 Documente o porquê, não só o como
🔹 Sempre:
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IF / THEN / ELSE -
RC explícito
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SYSOUT claro
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comentários pensando em 10+ anos
️
Esse JCL vai sobreviver a você.
Escreva com respeito.
📈 Evolução do JCL até o z/OS 3.1
| Era | Papel do JCL |
|---|---|
| OS/360 | Controle batch |
| MVS | Automação |
| OS/390 | Base corporativa |
| z/OS V1.x | Orquestração total |
| z/OS V2.x | Mundo híbrido |
| z/OS 3.1 | Fundação do core digital |
👉 No z/OS 3.1, o JCL deixa de ser “legacy” oficialmente.
Ele vira infraestrutura histórica viva.
📜 Exemplo de JCL “cara de z/OS 3.1”
💬 Comentário Bellacosa:
“Esse job pode ser chamado por um operador,
por um pipeline ou por uma API.
Ele não precisa saber. Ele só precisa entregar.”
🧠 Comentário final
O JCL no z/OS 3.1 é a prova definitiva de uma verdade que só mainframer entende:
🔥 Confiabilidade não se reescreve.
Ela se herda.
Enquanto o mundo corre atrás da próxima abstração,
o JCL continua garantindo que:
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o banco feche
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o governo processe
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a indústria funcione
JCL não é passado.
JCL é a espinha dorsal silenciosa do presente e do futuro.
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