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segunda-feira, 30 de setembro de 2024

🔥 JCL no z/OS 3.2 — o silêncio que sustenta tudo

 

Bellacosa Maiframe apresenta JCL V3.2 Job Control Language

🔥 JCL no z/OS 3.2 — o silêncio que sustenta tudo



📅 Datas importantes

  • Release (GA): setembro de 2024

  • Final de suporte IBM (EoS): 30 de setembro de 2029 (ciclo padrão de suporte)

O z/OS 3.2 não veio para “mudar o jogo”.
Ele veio para confirmar quem sempre mandou no jogo.


🧬 Contexto histórico

O z/OS 3.2 nasce num mundo onde:

  • Cloud híbrida já é chão de fábrica

  • Observabilidade virou obrigação

  • Segurança é contínua

  • Automação é regra

  • APIs e eventos disparam tudo

E mesmo assim…

👉 o JCL continua sendo o último elo confiável entre intenção e execução.

Bellacosa resumiria assim:

“O mundo ficou barulhento.
O JCL continua em silêncio… funcionando.”


JCL V3.2 Job Control Language

✨ O que há de novo no JCL no z/OS 3.2

A resposta curta (e honesta):

❌ Nada mudou na linguagem
✅ Tudo mudou no peso estratégico do JCL

🆕 1. JCL como fundação do core digital

No z/OS 3.2:

  • O batch é oficialmente serviço corporativo

  • JCL é disparado por:

    • APIs

    • eventos

    • pipelines

    • schedulers cognitivos

  • O JCL vira o contrato final de execução

👉 Se passou pelo JCL, aconteceu de verdade.


🆕 2. JES2 no ponto máximo de previsibilidade

  • Escala massiva de jobs concorrentes

  • Spool estável como rocha

  • Restart e recovery totalmente previsíveis

  • Integração total com automação e monitoramento

O operador agora governa fluxo,
não apaga incêndio.


🆕 3. DFSMS completamente orientado a políticas

  • Storage cada vez mais autônomo

  • Menos parâmetros manuais

  • Menos erro humano

  • Mais inteligência sistêmica

O resultado?
👉 JCL mais limpo, mais legível e mais durável.


🔧 Melhorias percebidas no dia a dia

✔ Batch 24x7 sem drama
✔ Menos “gambiarras históricas”
✔ Mais padronização
✔ JCL tratado como código crítico
✔ Auditoria e rastreabilidade nativas

Nada mudou no //STEP EXEC.
Tudo mudou na responsabilidade do job.


🥚 Easter Eggs (para mainframer raiz)

  • 🥚 JCL escrito no OS/360 ainda roda no z/OS 3.2

  • 🥚 IEFBR14 segue vivo e respeitado

  • 🥚 Comentários em JCL mais antigos que DevOps 😅

  • 🥚 O erro mais comum continua sendo:

    • RC ignorado

    • DISP mal planejado

    • dataset em uso em produção

👉 Tecnologia evolui. Erro humano é backward compatible.


💡 Dicas Bellacosa para JCL no z/OS 3.2

🔹 Trate JCL como ativo estratégico corporativo
🔹 Pense no job como serviço crítico, não script
🔹 Versione JCL como código
🔹 Padronize nomes, comentários e RC
🔹 Documente decisões, não só comandos

🔹 Sempre use:

  • IF / THEN / ELSE

  • RC explícito

  • SYSOUT claro

  • comentários pensando em décadas

Esse JCL vai rodar quando você não estiver mais aqui.


📈 Evolução do JCL até o z/OS 3.2

EraPapel do JCL
OS/360Controle batch
MVSAutomação
OS/390Base corporativa
z/OS V1.xOrquestração
z/OS V2.xMundo híbrido
z/OS 3.1Core digital
z/OS 3.2Alicerce definitivo

👉 No z/OS 3.2, o JCL não é discutido.
Ele é assumido.


📜 Exemplo de JCL “cara de z/OS 3.2”

//BELL32 JOB (ACCT),'JCL z/OS 3.2', // CLASS=A,MSGCLASS=X,NOTIFY=&SYSUID //* //* JOB EXPOSTO COMO SERVIÇO CORPORATIVO //* DISPARADO POR API / EVENTO / PIPELINE //* //STEP01 EXEC PGM=COREPROC //STEPLIB DD DSN=BELLACOSA.LOADLIB,DISP=SHR //SYSOUT DD SYSOUT=* //* //IF (STEP01.RC = 0) THEN //STEP02 EXEC PGM=IDCAMS //SYSPRINT DD SYSOUT=* //SYSIN DD * DELETE BELLACOSA.WORK.DATA SET MAXCC = 0 /* //ENDIF

💬 Comentário Bellacosa:

“Esse job não sabe quem o chamou.
E isso é exatamente o motivo pelo qual ele é confiável.”


🧠 Comentário final

O JCL no z/OS 3.2 é a confirmação definitiva de uma verdade antiga:

🔥 Confiabilidade não se reinventa.
Ela se preserva.

Enquanto novas plataformas prometem estabilidade,
o JCL segue entregando há mais de 60 anos.

JCL não é passado.
JCL é o chão onde o futuro pisa.

sexta-feira, 20 de setembro de 2024

Conheça a Stack Mainframe

Bem-vindo a Stack Mainframe, aprenda COBOL #ibm #mainframe #cobol #cics #db2 #sdsf #jes2 #job #jcl #rexx #qsam #vsam

terça-feira, 20 de agosto de 2024

Debugando programa COBOL

DISPLAY e BUG TRAP as melhores maneiras de debugar um programa COBOL. Qual é a sua técnica? #ibm #mainframe #cobol #debug #trap #bug #returncode #maxcc #jcl #sdsf #job

sábado, 20 de julho de 2024

Road Map para Aprender Mainframe

O que um jovem padawan deve aprender para ser um especialista na Stack Mainframe. Um caminho com inúmeras possibilidades, requer esforço e dedicação, porém os frutos condizem ao esforço. Descubra o z/OS, codifique em COBOL, crie queries no SQL DB2 e vá além. #ibm #mainframe #cobol #cics #db2 #jcl #sdsf #qsam #vsam #query #sql #etl #jobs #procs #jes2 #lpar #sysplex

sexta-feira, 12 de abril de 2024

Uma visão geral sobre o trabalhador de Mainframe

Equipe de desenvolvimento mainframe


Descubra a Stack MAINFRAME e veja o que necessita para ser um Desenvolvedor COBOL de Sucesso. Aprenda COBOL, há 65 anos revolucionando o mercado de informática.

quinta-feira, 11 de abril de 2024

segunda-feira, 8 de abril de 2024

O COBOL em sua primeira reunião

Codasyl em 1959 o pontapé inicial do COBOL



Em 08 de Abril de 1959, foi dado o pontapé inicial da criação do COBOL. Muita coisa aconteceu desde então, surgiu o armazenamento em cartão perfurado, tape, disco e cartridge, surgiram o qsam, vsam, db2. Acompanhe-nos e descubra mais

sábado, 30 de setembro de 2023

🔥 JCL no z/OS 3.1 — o clássico definitivo no mainframe pós-híbrido

 

Bellacosa Mainframe apresenta JCL V3.1 Job Control Language

🔥 JCL no z/OS 3.1 — o clássico definitivo no mainframe pós-híbrido

 


📅 Datas importantes

  • Release (GA): setembro de 2023

  • Final de suporte IBM (EoS): 30 de setembro de 2028

O z/OS 3.1 inaugura a era sem versão “R”.
Não é V2Rx. É z/OS 3.x.
E o JCL? Continua lá, firme, como sempre.


🧬 Contexto histórico

O z/OS 3.1 nasce num momento simbólico:

  • Mainframe totalmente integrado ao mundo digital

  • Cloud híbrida consolidada

  • APIs e eventos como padrão

  • Observabilidade, automação, segurança contínua

  • Batch tratado como serviço corporativo crítico

E no centro disso tudo…

👉 o JCL segue intocado, provando que boa arquitetura não precisa ser reescrita.

Bellacosa resumiria assim:

“Mudou o número da versão.
O JCL nem piscou.”


JCL V3.1 Job Control Language

✨ O que há de novo no JCL no z/OS 3.1

Aqui está a verdade nua e crua:

❌ Não existe “novo JCL”
✅ Existe um JCL mais estratégico do que nunca

🆕 1. JCL como API operacional invisível

No z/OS 3.1:

  • Jobs são acionados por:

    • APIs REST

    • eventos

    • pipelines CI/CD

    • schedulers corporativos

  • O JCL vira o contrato final entre:

    • mundo distribuído

    • core transacional

👉 O job é o endpoint que não falha.


🆕 2. JES2 no nível máximo de maturidade

  • Escala absurda de jobs simultâneos

  • Spool altamente estável

  • Restart e recovery previsíveis

  • Integração total com automação e observabilidade

O operador deixou de “apagar incêndio”.
Agora ele governa processos.


🆕 3. DFSMS totalmente orientado a políticas

  • Storage praticamente autônomo

  • Menos parâmetros manuais no JCL

  • Datasets gigantes tratados naturalmente

  • Menos erro humano, mais inteligência sistêmica

O JCL fica mais limpo porque o sistema ficou mais esperto.


🔧 Melhorias percebidas no dia a dia

✔ Batch tratado como serviço 24x7
✔ Menos JCL “cheio de gambiarra”
✔ Menos tuning artesanal
✔ Mais padronização
✔ JCL versionado, auditado e governado

Nada mudou na sintaxe.
Tudo mudou na importância estratégica.


🥚 Easter Eggs (para mainframer raiz)

  • 🥚 JCL escrito nos anos 70 ainda roda no z/OS 3.1

  • 🥚 IEFBR14 segue vivo (e seguirá)

  • 🥚 Comentários em JCL mais antigos que o termo “cloud” 😅

  • 🥚 O erro campeão continua sendo:

    • RC ignorado

    • DISP mal planejado

    • dataset em uso em produção

👉 Mudam as gerações. O erro humano permanece.


💡 Dicas Bellacosa para JCL no z/OS 3.1

🔹 Trate JCL como ativo estratégico
🔹 Pense no job como serviço corporativo
🔹 Versione JCL como código
🔹 Use padrões claros de nomenclatura
🔹 Documente o porquê, não só o como

🔹 Sempre:

  • IF / THEN / ELSE

  • RC explícito

  • SYSOUT claro

  • comentários pensando em 10+ anos

Esse JCL vai sobreviver a você.
Escreva com respeito.


📈 Evolução do JCL até o z/OS 3.1

EraPapel do JCL
OS/360Controle batch
MVSAutomação
OS/390Base corporativa
z/OS V1.xOrquestração total
z/OS V2.xMundo híbrido
z/OS 3.1Fundação do core digital

👉 No z/OS 3.1, o JCL deixa de ser “legacy” oficialmente.
Ele vira infraestrutura histórica viva.


📜 Exemplo de JCL “cara de z/OS 3.1”

//BELL31 JOB (ACCT),'JCL z/OS 3.1', // CLASS=A,MSGCLASS=X,NOTIFY=&SYSUID //* //* JOB EXPOTO COMO SERVIÇO CORPORATIVO //* DISPARADO POR API, EVENTO OU SCHEDULER //* //STEP01 EXEC PGM=COREBATCH //STEPLIB DD DSN=BELLACOSA.LOADLIB,DISP=SHR //SYSOUT DD SYSOUT=* //* //IF (STEP01.RC = 0) THEN //STEP02 EXEC PGM=IDCAMS //SYSPRINT DD SYSOUT=* //SYSIN DD * DELETE BELLACOSA.WORK.DATA SET MAXCC = 0 /* //ENDIF

💬 Comentário Bellacosa:

“Esse job pode ser chamado por um operador,
por um pipeline ou por uma API.
Ele não precisa saber. Ele só precisa entregar.”


🧠 Comentário final

O JCL no z/OS 3.1 é a prova definitiva de uma verdade que só mainframer entende:

🔥 Confiabilidade não se reescreve.
Ela se herda.

Enquanto o mundo corre atrás da próxima abstração,
o JCL continua garantindo que:

  • o banco feche

  • o governo processe

  • a indústria funcione

JCL não é passado.
JCL é a espinha dorsal silenciosa do presente e do futuro.

terça-feira, 28 de julho de 2020

☕🔥 Suporte à Produção Mainframe — engenharia operacional em estado bruto

 

Bellacosa Mainframe apresenta Suporte a Produção

☕🔥 Suporte à Produção Mainframe — engenharia operacional em estado bruto

Se você já deu CANCEL com o coração na mão, já leu dump em hexadecimal, já decorou mensagem $HASP melhor que CPF, então este texto não é para iniciantes.
Aqui falamos de Produção de verdade. Sem romantização. Sem power-point bonito.


🧠 Suporte à Produção Mainframe ≠ Operação

É engenharia operacional sob carga real.

Produção não é:

  • Rodar job

  • Reiniciar STC

  • Abrir chamado

Produção é:

  • Análise de impacto

  • Decisão em ambiente crítico

  • Entendimento sistêmico do z/OS

  • Correlação entre eventos aparentemente desconexos

Produção é onde o design encontra a realidade — e geralmente perde.


🕰️ Raiz Histórica (para quem veio do MVS, não do YouTube)

O Suporte à Produção nasce quando:

  • O batch deixou de ser “linear”

  • O online passou a ser 24x7

  • O negócio começou a depender de janela de processamento

  • O erro deixou de ser aceitável

A evolução foi clara:

  • Operador de console

  • Analista de Produção

  • Especialista em estabilidade operacional

Hoje, Produção é a última linha de defesa entre o z/OS e o prejuízo financeiro.


🎯 Objetivo Real do Suporte à Produção (versão sem marketing)

  • Garantir throughput, não apenas execução

  • Controlar contenção, não apenas erro

  • Preservar integridade transacional

  • Manter SLA, RTO e RPO

  • Atuar antes do incidente virar crise

Veterano sabe:

Produção não corrige código — corrige efeito colateral.


🧩 Arquitetura de Conhecimento (o que separa júnior de veterano)

🖥️ z/OS — domínio do núcleo

  • JES2/JES3, initiators, classes, priorities

  • Spool contention

  • ENQ/DEQ, RESERVE, latch

  • WTOR, automation hooks

  • Dumps SVC vs SYSMDUMP

🔥 Apimentado:
Quem não entende JES não entende produção.


🧠 CICS — transação é sagrada

  • Task Control

  • Storage violation

  • Transaction isolation

  • Deadlock silencioso

  • Dumps DSNAP / CEEDUMP

El Jefe truth:

CICS não cai — ele sangra em silêncio.


📬 MQ — quando o assíncrono vira gargalo

  • Depth x High/Low Threshold

  • Channels retrying

  • Poison message

  • Commit vs rollback

  • Impacto no batch e no online

🔥 Easter egg:
Fila cheia é sintoma, não causa.


🔌 Integration Bus (Broker)

  • Flow degradation

  • Message backlog

  • XML/JSON parsing cost

  • CPU vs I/O trade-off

  • Propagação de erro invisível

Fofoquice técnica:
Quando o Broker falha, todo mundo aponta para o mainframe.


🧪 REXX — automação tática

  • Monitoramento ativo

  • Ações condicionais

  • Coleta de evidência

  • Resposta automática a eventos

  • Integração com SDSF, consoles e logs

🔥 Produção sem REXX é operação cega.


🗄️ DB2 Utilities — o campo minado

  • REORG mal planejado

  • RUNSTATS atrasado

  • Lock escalation

  • Deadlock intermitente

  • Log pressure

Frase clássica:

“Não mexe agora… deixa rodar.”


🌐 WebSphere / Acesso Remoto

  • JVM pressure

  • Thread starvation

  • Timeout mascarado

  • Latência invisível

  • Cascata de falhas

🔥 Curiosidade:
O Web cai rápido. O mainframe aguenta a culpa.


🔍 Funcionamento Real em Produção (sem filtro)

  1. Sintoma aparece longe da causa

  2. Métrica parece normal

  3. SLA corre

  4. Dump gerado

  5. Análise cruzada (JES + CICS + DB2 + MQ)

  6. Decisão com risco calculado

  7. Execução mínima, impacto máximo

  8. Ambiente estabiliza

  9. Post-mortem técnico

  10. Documentação (que ninguém lê… até precisar)


🧠 Mentalidade do Veterano

✔️ Não confia em “achismo”
✔️ Não executa comando sem rollback mental
✔️ Pensa em efeito dominó
✔️ Prefere degradar a parar
✔️ Sabe quando não agir

☕🔥 Regra de ouro:

Em Produção, o comando mais perigoso é o que “sempre funcionou”.


🥚 Easter Eggs de Produção

  • Todo ambiente tem um job que “ninguém encosta”

  • Sempre existe um dataset com DISP=SHR que não deveria

  • Todo incidente grave começa com:

    “Isso nunca aconteceu antes…”

  • O melhor analista é o que não aparece no incidente report


🧨 Conclusão — El Jefe Midnight Lunch Manifesto

Suporte à Produção Mainframe é:

  • Arquitetura viva

  • Engenharia sob estresse

  • Decisão sem margem de erro

  • Responsabilidade sem aplauso

Não é glamour.
Não é palco.
É confiança operacional.

☕🔥 Se você já sobreviveu a uma madrugada de produção,
você sabe:

Produção não ensina — ela seleciona.

 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

📌 O que é JCL (visão geral)

 

.



📌 O que é JCL (visão geral)

  • JCLJob Control Language — é a linguagem de controle de jobs que instrui o sistema operacional IBM Mainframe sobre quais programas executar, com quais dados e recursos, em que sequência e como tratar saídas/erros. Wikipedia

  • Foi projetado para batch processing, declarando tudo explicitamente para evitar conflitos de recursos e permitir alocação antecipada de dispositivos/datasets. codedocs.org


🕰️ Linha do tempo da evolução do JCL

1) OS/360 – Introdução (1964–1966)

  • Data: meados da década de 1960 — cerca de 1964–1966. Grokipedia+1

  • Plataformas: OS/360 e DOS/360.

  • O que mudou:

    • JCL original lançada com o OS/360 (e paralelo no DOS/360) para controlar jobs batch nos recém-lançados System/360.

    • Sintaxe inicial baseada em cartões perfurados (JOB, EXEC, DD).

    • Estabelece a base do modelo que persiste até hoje.

  • Observação: essa é a primeira e principal “release” histórica — não existiam versões numeradas de JCL separadas do sistema operacional; era evoluído conforme OS/360 evoluía. Grokipedia

📌 Curiosidade: Fred Brooks — um dos líderes do projeto OS/360 — brincou que JCL foi “a pior linguagem já criada” devido à sua complexidade e rigidez, mas ela persistiu porque funcionava dentro das restrições daquele hardware/era. Wikipedia


2) MVS (Multiple Virtual Storage) — Evolução do JCL (1974+)

  • Data: 1974 e anos subsequentes. Wikipedia

  • Plataformas: OS/VS2 avançou para MVS — a base para os sistemas 370 e além.

  • O que mudou:

    • Introdução de virtual storage, multiprogramação e melhores capacidades de gestão de jobs.

    • JCL foi mantido compatível com versões anteriores, mas ganhou novas opções para dataset allocation, múltiplos steps, procedures etc.

  • Notas:

    • Nas versões MVS, o JCL permaneceu essencialmente o mesmo por compatibilidade, mas parâmetros novos foram adicionados conforme o sistema operacional expandiu funções (virtual storage, JES etc.). mainframemaster.com


3) OS/390 – Consolidando MVS (1995)

  • Data: 1995. Wikipedia

  • Plataforma: OS/390 (a evolução do MVS com pacotes completos — DFSMShsm, JES2/JES3 etc.).

  • O que mudou:

    • JCL não teve uma revisão revolucionária aqui; mas foi formalizado junto ao pacote OS/390.

    • Houve refinamentos de parâmetros e melhor suporte de integração entre subsistemas (JES, utilities, catalogação).

  • Importante: ainda não havia “JCL 2.0/3.0” no sentido de uma linguagem separada — as mudanças são ligadas à evolução dos operating systems.


4) z/OS – Era moderna (2000 até agora)

  • Data: 2000 (lançamento inicial do z/OS) até as releases atuais como z/OS 3.1, 3.2… (2020s). Grokipedia

  • Plataforma: z/OS (principal OS de mainframe IBM) com JES2/JES3.

  • O que mudou no JCL:

    • Backward compatibility total com JCL legado (jobs escritos décadas atrás ainda rodam em z/OS). Wikipedia

    • Novos parâmetros e recursos, como:

      • Manipulação de datasets inline e melhores constructs (ex: IF/THEN/ELSE no próprio JCL). Reddit

      • Suporte para novos dispositivos e sistemas de arquivos (Unix System Services).

      • Suporte a SYSIN/SYSOUT mais flexível e melhor integração com subsistemas modernos.

    • Integração com ferramentas de desenvolvimento modernas (IDE, JCL linters, LSP, integração com Git via Zowe etc.). ibm.github.io


📋 Como contar “releases” do JCL?

Diferente de linguagens como C ou Java, JCL não tem uma lista de versões como “JCL 1.0, 2.0, 3.0” — sua evolução está intrinsecamente ligada às versões dos sistemas operacionais IBM para mainframes:

Ano / PeríodoPlataforma/ReleasePrincipais mudanças no JCL
~1964–67OS/360 / DOS/360Introdução da JCL, JOB/EXEC/DD básicos, batch streams. Grokipedia
Anos 1970MVS (OS/VS2 → MVS)Virtual storage, procedures catalogadas, expansão de parâmetros. Wikipedia
1995OS/390Consolidação do pacote, recuperação de recursos e JES. Wikipedia
2000+z/OS (3.x, 4.x…)Back-compatibility, novo hardware, sistemas de arquivos modernos, integração com DevOps. ibm.github.io

📌 O que geralmente muda em JCL

Em termos gerais, as mudanças no JCL tendem a ser:

Novos parâmetros de DD/EXEC/JOB conforme o OS adiciona recursos. mainframemaster.com
Suporte a novas estruturas de dados ou subsistemas (ex: Unix System Services, datasets VSAM). IBM
Aprimoramentos de controle condicional e procedimentos. Reddit
Integração com ferramentas modernas (editores, validação, IDE). ibm.github.io


📌 Resumo (Estilo “Bellacosa Mainframe”)

  1. 1964–1966 – OS/360 & DOS/360: JCL nasce e define modelo. Grokipedia

  2. 1974+ – MVS: JCL cresce com virtual storage e multiprogramação. Wikipedia

  3. 1995 – OS/390: Pacote consolidado, refinamentos. Wikipedia

  4. 2000+ – z/OS (3.x, 4.x…): Evolução contínua, backward compatibility e suporte a tecnologias modernas. 

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

🔥 JCL no z/OS V2R4 — o clássico absoluto em plena era do híbrido e do automático

 

Bellacosa Mainframe apresenta JCL V2R4 Job Control Language

🔥 JCL no z/OS V2R4 — o clássico absoluto em plena era do híbrido e do automático



📅 Datas importantes

  • Release (GA): setembro de 2019

  • Final de suporte IBM: 30 de setembro de 2024

O z/OS V2R4 não trouxe um “novo JCL”.
Ele consolidou o JCL como a linguagem mais estável do data center híbrido moderno.


🧬 Contexto histórico

Quando o z/OS V2R4 chegou, o jogo já estava claro:

  • Cloud híbrida não era mais tendência — era realidade

  • APIs já chamavam batch

  • DevOps já convivia com JES

  • Linux on Z crescia sem pedir desculpa

E no meio disso tudo…

👉 o JCL seguia intacto, confiável, previsível.

Bellacosa resumiria assim:

“Todo mundo muda a fachada. O JCL segura a fundação.”


Job Control Language JCL V2R4


✨ O que há de novo no JCL do V2R4 (sem mudar a linguagem)

A IBM foi inteligente: não mexeu no que não precisa ser mexido.

🆕 1. JCL totalmente integrado à automação moderna

No V2R4, o normal passou a ser:

  • JCL disparado por:

    • APIs REST

    • schedulers inteligentes

    • eventos externos

  • JCL funcionando como backend confiável do mundo digital

👉 O job batch deixou de ser “coisa da madrugada”.


🆕 2. JES2 ainda mais estável e previsível

  • Melhor gerenciamento de spool

  • Ambientes com milhares de jobs simultâneos

  • Restart e recovery mais confiáveis

Menos “rezar pro job terminar”
Mais “sabemos exatamente o que vai acontecer”.


🆕 3. DFSMS maduro para volumes gigantes

  • Convivência natural com:

    • EAV

    • datasets enormes

    • políticas automáticas

  • Menos tuning manual de SPACE e UNIT

O JCL ficou mais simples, porque o sistema ficou mais inteligente.


🔧 Melhorias sentidas no dia a dia do mainframer

✔ Batch previsível em ambientes híbridos
✔ Menos ajustes manuais
✔ Mais padronização de jobs
✔ JCL tratado como ativo corporativo

Nada mudou na sintaxe.
Tudo mudou na confiança operacional.


🥚 Easter Eggs (para quem viveu o V2R4)

  • 🥚 Jobs escritos no MVS rodando felizes no V2R4

  • 🥚 IEFBR14 ainda presente em ambientes “cloud first” 😅

  • 🥚 Comentários no JCL mais antigos que ferramentas DevOps

  • 🥚 O erro nº 1 continuava sendo:

    • DISP errado

    • dataset em uso

    • RC ignorado


💡 Dicas Bellacosa para JCL no z/OS V2R4

🔹 Pense no JCL como infraestrutura crítica, não script
🔹 Documente o porquê do job
🔹 Use:

  • IF / THEN / ELSE

  • RC bem tratados

  • nomes de passos claros

🔹 Lembre-se:

Esse job pode rodar quando você não estiver mais na empresa.


📈 Evolução do JCL até o V2R4

EraPapel do JCL
OS/360Controle de jobs
MVSAutomação batch
OS/390Base corporativa
z/OS V1.xOrquestração total
z/OS V2R2/V2R3Mundo híbrido
z/OS V2R4Maturidade absoluta

👉 No V2R4, o JCL já não precisa provar nada.


📜 Exemplo de JCL “cara de V2R4”

//BELLV24 JOB (ACCT),'JCL z/OS V2R4', // CLASS=A,MSGCLASS=X,NOTIFY=&SYSUID //* JOB ORQUESTRADO POR SCHEDULER / API //* //STEP01 EXEC PGM=MYBATCH //STEPLIB DD DSN=BELLACOSA.LOADLIB,DISP=SHR //SYSOUT DD SYSOUT=* //* //IF (STEP01.RC = 0) THEN //STEP02 EXEC PGM=IDCAMS //SYSPRINT DD SYSOUT=* //SYSIN DD * DELETE BELLACOSA.ARQ.TEMP SET MAXCC = 0 /* //ENDIF

💬 Comentário Bellacosa:

“Não importa quem disparou esse job —
operador, scheduler ou API.
O JCL entrega do mesmo jeito.”


🧠 Comentário final

O JCL no z/OS V2R4 é o ponto onde tudo fica claro:

  • Ele não é antigo

  • Ele não é obsoleto

  • Ele não é moda

Ele é confiável.

Enquanto o mundo corre atrás de estabilidade,
o JCL já está lá há décadas —
garantindo que o digital funcione quando ninguém está olhando.

🔥 JCL não é legado morto.
É legado que sustenta o presente.

sábado, 29 de setembro de 2018

🔥 JCL no z/OS V2R3 — o veterano que aprendeu a viver no mundo híbrido

 

Bellacosa Mainframe apresenta JCL Job Control Language V2R3

🔥 JCL no z/OS V2R3 — o veterano que aprendeu a viver no mundo híbrido

 


📅 Datas importantes

  • Release (GA): setembro de 2018

  • Final de suporte IBM: 30 de setembro de 2023

O z/OS V2R3 não tentou “modernizar” o JCL na marra. Ele fez algo melhor:
colocou o JCL no centro do mainframe conectado ao mundo cloud, API e DevOps.


🧬 Contexto histórico

Quando o z/OS V2R3 chegou, o cenário era curioso:

  • Mainframe totalmente vivo

  • Linux on Z crescendo

  • APIs expostas para o mundo

  • DevOps já batendo na porta do data center

  • Cloud híbrida deixando de ser discurso

E no meio disso tudo…
👉 o JCL continuava sendo o maestro silencioso do batch corporativo.

Bellacosa diria:

“Enquanto o pessoal discute pipeline em YAML, o JCL fecha a contabilidade do dia.”


JCL Job Control Language V2R3

✨ O que há de novo no JCL (indiretamente) no V2R3

O JCL não muda a sintaxe, mas o contexto muda bastante.

🆕 1. JCL como backend de automação moderna

No V2R3, é comum ver:

  • Jobs disparados por:

    • REST APIs

    • ferramentas DevOps

    • schedulers inteligentes

  • JCL sendo tratado como contrato operacional estável

👉 O JCL vira “infraestrutura como código”… antes disso virar moda.


🆕 2. Melhor convivência com z/OS Connect e middleware

  • Batch acionado por eventos externos

  • Processos online + batch integrados

  • JCL executando tarefas críticas iniciadas fora do mainframe

O batch deixou de ser “janela noturna isolada”.


🆕 3. JES2 e DFSMS ainda mais maduros

  • Spool mais estável

  • Melhor gerenciamento de grandes volumes de dados

  • Menos tuning manual

  • Mais previsibilidade operacional


🔧 Melhorias percebidas no dia a dia

✔ Jobs mais previsíveis em ambientes enormes
✔ Menos dependência de “magia do operador”
✔ Mais uso de IF/THEN/ELSE em vez de COND
✔ JCL tratado como ativo estratégico

Nada de comando novo — só robustez acumulada.


🥚 Easter Eggs (para quem viveu o V2R3)

  • 🥚 Jobs escritos no OS/390 rodando felizes no V2R3

  • 🥚 IEFBR14 ainda sendo usado em ambientes “cloud native” 😅

  • 🥚 Comentários no JCL mais antigos que muitos analistas

  • 🥚 O erro campeão seguia sendo:

    • dataset em uso

    • DISP mal pensado

    • SPACE subestimado


💡 Dicas Bellacosa para JCL no z/OS V2R3

🔹 Escreva JCL pensando em longevidade

Esse job vai sobreviver a você.

🔹 Prefira:

  • IF / THEN / ELSE / ENDIF

  • RC bem tratado

  • mensagens claras no SYSOUT

🔹 Documente o porquê, não só o como

🔹 Leia JESMSGLG como se fosse log de produção crítica — porque é.


📈 Evolução do JCL até o V2R3

FasePapel do JCL
OS/360Controle de jobs
MVSAutomação batch
OS/390Espinha dorsal corporativa
z/OS V1.xOrquestrador do data center
z/OS V2R3Fundação do mundo híbrido

👉 No V2R3, o JCL deixa claro:
não é legacy — é legado confiável.


📜 Exemplo de JCL “cara de V2R3”

//BELLV23 JOB (ACCT),'JCL z/OS V2R3', // CLASS=A,MSGCLASS=X,NOTIFY=&SYSUID //* //STEP01 EXEC PGM=MYBATCH //STEPLIB DD DSN=BELLACOSA.LOADLIB,DISP=SHR //SYSOUT DD SYSOUT=* //* //IF (STEP01.RC = 0) THEN //STEP02 EXEC PGM=IDCAMS //SYSPRINT DD SYSOUT=* //SYSIN DD * DELETE BELLACOSA.ARQ.TEMP SET MAXCC = 0 /* //ENDIF

💬 Comentário Bellacosa:

“Esse JCL pode ser disparado por um operador, um scheduler
ou uma API REST. Ele não se importa. Ele entrega.”


🧠 Comentário final

O JCL no z/OS V2R3 representa a maturidade absoluta:

  • Sem hype

  • Sem ruptura

  • Sem necessidade de provar nada

Enquanto tecnologias modernas tentam alcançar estabilidade,
o JCL já está lá há décadas.

🔥 JCL não concorre com o futuro.
Ele garante que o futuro funcione.