Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta ansible. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ansible. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 6 de março de 2026

Você usa React todos os dias… e talvez esteja falando com um programa COBOL de 60 anos.

 

Bellacosa Mainframe apresenta o casamento improvavel React + Cobol

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

☕ React conversa com COBOL?

A arquitetura invisível que conecta Web Apps modernos ao Mainframe

Se você usa internet banking, aplicativo de seguros ou sistemas corporativos modernos, existe uma chance enorme de que, por trás daquela interface elegante construída em React, esteja rodando um programa COBOL em um mainframe.

Sim.

JavaScript moderno conversando com uma tecnologia criada nos anos 1950.

E isso não é exceção — está se tornando arquitetura padrão em grandes empresas.


🧭 O mito da substituição do mainframe

Durante décadas surgiu uma narrativa repetida no mercado:

“O mainframe será substituído.”

Mas o que realmente aconteceu foi algo diferente.

O que mudou não foi o core, mas sim a interface.

Hoje, a arquitetura moderna segue um padrão cada vez mais comum:

Frontend moderno (React / Angular / Mobile)

API Gateway / Microservices

z/OS Connect / MQ / APIs

CICS / COBOL / DB2 no Mainframe

Ou seja:

React não substitui o mainframe.
React expõe o mainframe.


⚙️ A ponte tecnológica: APIs no z/OS

Ferramentas modernas permitem transformar transações tradicionais em APIs REST.

Entre elas:

  • IBM z/OS Connect

  • IBM API Connect

  • MQ / Event Streaming

  • OpenLegacy

  • GraphQL gateways

Com isso, um programa COBOL pode virar algo como:

GET /api/account/12345

Que internamente chama:

CICS PROGRAM GETACCT01

Tudo sem reescrever décadas de lógica de negócio.


🧩 Onde o React entra na arquitetura

O React se tornou uma escolha popular porque oferece:

  • UI altamente responsiva

  • arquitetura baseada em componentes

  • integração simples com APIs REST

  • enorme ecossistema

Uma stack moderna típica pode ser:

React
Node.js / BFF
API Gateway
z/OS Connect
CICS / COBOL
DB2

Resultado:

  • UX moderna

  • core estável

  • risco reduzido


📊 Curiosidade pouco conhecida

Estudos frequentemente citados no mercado indicam que:

  • cerca de 90% das transações financeiras globais passam por mainframes

  • grande parte dessas aplicações hoje é acessada via interfaces web modernas

Ou seja:

Quando você abre um portal moderno em React, pode estar falando com um COBOL rodando há décadas.


🥚 Easter eggs do mundo React + Mainframe

🥚 O padrão “Strangler Fig”

Arquitetos chamam essa estratégia de:

Strangler Fig Pattern

A ideia é:

  • manter o sistema legado

  • expor APIs

  • construir novas interfaces ao redor.

Gradualmente, o sistema evolui sem reescrita massiva.


🥚 JavaScript rodando dentro do mainframe

Muita gente não sabe, mas hoje existem runtimes de:

  • Node.js para z/OS

  • Python para z/OS

Ou seja, JavaScript pode rodar dentro do próprio mainframe.


🥚 React no ecossistema mainframe

Projetos como Zowe utilizam tecnologias modernas como:

  • React

  • TypeScript

  • APIs REST

para criar interfaces modernas para administração de ambientes z/OS.


☕ Comentário Bellacosa

Um erro comum é pensar que modernização significa:

substituir tudo.

Mas a realidade da engenharia de sistemas críticos é outra.

O que vemos hoje é uma arquitetura híbrida:

Interface moderna
+
Core extremamente confiável

E poucas plataformas oferecem um core tão confiável quanto o mainframe.


🚀 Conclusão

React e Mainframe não são concorrentes.

São camadas diferentes da mesma arquitetura.

Enquanto React cuida da experiência do usuário, o mainframe continua sendo o motor de processamento que sustenta o negócio.

Talvez o maior segredo da tecnologia corporativa moderna seja exatamente este:

O futuro da web muitas vezes roda em um computador criado há mais de meio século.

E isso diz muito sobre a engenharia por trás do Mainframe.



https://www.linkedin.com/posts/vagnerbellacosa_ibm-mainframe-cobol-activity-7436178528905248768-G-Al?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAF2qx0B5Ef0IGUpO8f7SxDHV-EQ5-EMG54

https://dio.me/articles/voce-usa-react-todos-os-dias-e-talvez-esteja-falando-com-um-programa-cobol-de-60-anos-f1cdaa899115?utm_source=link&utm_campaign=mgm-voce-usa-react-todos-os-dias-e-talvez-esteja-falando-com-um-programa-cobol-de-60-anos-f1cdaa899115&utm_medium=article

 

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

📘 Apostila DevOps Mainframe Jenkins, Ansible, UrbanCode Deploy e o renascimento do z/OS

 


📘 Apostila DevOps Mainframe

Jenkins, Ansible, UrbanCode Deploy e o renascimento do z/OS

Há quem ainda acredite que DevOps nasceu na cloud.
Quem viveu mainframe sabe: o mainframe sempre foi DevOps, só não chamava assim.

Muito antes de YAML, pipelines e dashboards coloridos, o IBM mainframe já praticava:

  • automação,

  • segregação de ambientes,

  • controle rigoroso de mudanças,

  • rollback planejado,

  • auditoria completa.

A diferença é que tudo isso era feito com JCL, PROCs, schedulers e disciplina operacional.
Hoje, Jenkins, Ansible e UrbanCode Deploy apenas vestem roupa nova numa mentalidade antiga e sólida.



🏛️ Um pouco de história (para colocar as coisas no lugar)

Nos anos 70, 80 e 90, o ciclo de vida de uma aplicação COBOL era rígido por necessidade:

  • DEV não era QA

  • QA não era PROD

  • PROD era sagrado

Cada passo deixava rastro. Cada job tinha dono. Cada erro custava caro.

Quando o mundo distribuído descobriu o caos de “funciona na minha máquina”, o mainframe já tinha aprendido — na dor — que processo salva sistemas.

O DevOps moderno surge tentando recuperar essa disciplina, agora com ferramentas novas.


🔧 Onde entram Jenkins, Ansible e UrbanCode no mainframe?

Jenkins — o orquestrador inquieto

No mundo IBM mainframe, o Jenkins não compila COBOL.
Ele manda o mainframe trabalhar.

Seu papel é:

  • detectar mudanças no Git,

  • iniciar pipelines,

  • submeter JCL via Zowe,

  • validar RC,

  • organizar o fluxo.

📌 Easter egg Bellacosa:
Jenkins é, na prática, um scheduler nervoso, menos paciente que o Control-M, mas muito mais falador.


Ansible — o bibliotecário organizado

Ansible traz para o z/OS algo que o mainframe sempre gostou: padronização.

Com playbooks YAML, ele:

  • copia datasets,

  • executa comandos,

  • submete jobs,

  • garante que ambientes estejam no estado correto.

📌 Curiosidade:
Para quem vem de REXX e JCL, Ansible lembra um EXECIO com esteróides, só que multiplataforma.


UrbanCode Deploy — o velho auditor que agora usa terno novo

O IBM UrbanCode Deploy (UCD) é onde o mainframe se sente em casa.

Ele entende:

  • ambientes,

  • promoção controlada,

  • aprovação,

  • rollback,

  • compliance.

UCD não é “mais um Jenkins”.
Ele é o guardião do PROD, aquele colega sisudo que pergunta:

“Tem aprovação? Tem plano de volta?”

📌 Easter egg corporativo:
Em muitos bancos, o UCD é o novo CMF disfarçado de DevOps.


🧠 Aplicação real no mundo IBM Mainframe

Um pipeline típico hoje funciona assim:

  1. COBOL versionado em Git

  2. Jenkins dispara a integração contínua

  3. JCL compila e link-edita no z/OS

  4. Ansible prepara datasets e ambientes

  5. UCD promove DEV → QA → PROD

  6. Tudo auditado, versionado e rastreável

Nada disso quebra o mainframe.
Pelo contrário: valoriza sua arquitetura.


📋 Dicas práticas de quem já viu produção cair

✔ YAML orquestra, JCL executa
✔ Nunca coloque lógica de negócio no pipeline
✔ RC é lei — ignore RC e aprenda pelo incidente
✔ PROD não é laboratório
✔ Rollback não é opcional
✔ Automação sem governança é só caos rápido


🐣 Easter eggs para os atentos

  • Jenkins + Zowe é o novo Submit Job com esteroides

  • Ansible no z/OS é o primo moderno do REXX batch

  • UCD herdou o espírito do change management clássico

  • DevOps não “modernizou” o mainframe — apenas o reencontrou


🧾 Conclusão Bellacosa

O IBM mainframe não precisa ser salvo pelo DevOps.
Ele precisa apenas ser bem apresentado às ferramentas certas.

Jenkins traz velocidade.
Ansible traz ordem.
UrbanCode traz governo.
O z/OS continua fazendo o que sempre fez melhor: rodar o mundo sem cair.

E quem domina essa integração não está preso ao passado —
está segurando o futuro com as duas mãos.


sábado, 2 de janeiro de 2021

☕💣🚀 PADAWAN, O IMS NÃO PRECISA SER SUBSTITUÍDO. ELE PRECISA SER LIBERTADO: As 4 Estradas da Transformação Digital no IMS

 

Bellacosa Mainframe evoluindo em IMS 4 vias para crescer mais

☕💣🚀 PADAWAN, O IMS NÃO PRECISA SER SUBSTITUÍDO. ELE PRECISA SER LIBERTADO!

As 4 Estradas da Transformação Digital no IMS: APIs, Java, SQL e DevOps na Visão da IBM

Quando alguém fala em transformação digital, normalmente surgem palavras como Cloud, Kubernetes, APIs, Microservices, DevOps, Inteligência Artificial e OpenShift.

Logo depois aparece alguém apontando para o mainframe e dizendo:

"Precisamos substituir tudo isso porque é legado."

E é exatamente nesse momento que começam alguns dos projetos mais caros, demorados e arriscados da história da TI corporativa.

O material da IBM "The 4 Paths to Digital Transformation in IMS", apresentado por Haley Fung, mostra uma visão radicalmente diferente. Em vez de substituir o IMS, a estratégia proposta é transformá-lo em um participante ativo do ecossistema digital moderno.

A mensagem principal do documento é simples:

O problema não é o IMS.

O problema é quando o IMS fica isolado.

Durante décadas, o IMS foi responsável por processar algumas das cargas mais críticas do planeta. Bancos, seguradoras, governos, operadoras de telecomunicações e empresas aéreas construíram seus negócios sobre ele.

E agora?

Agora a IBM mostra quatro caminhos principais para trazer o IMS para a era digital:

  1. APIs

  2. Java

  3. Open Database (SQL/JDBC)

  4. DevOps e Cloud

Vamos mergulhar profundamente em cada um deles.


O GRANDE MITO: MODERNIZAR NÃO É REESCREVER

Uma das maiores mentiras da indústria é:

Modernizar = Reescrever.

Não.

A IBM deixa claro que o objetivo é preservar o ativo mais valioso:

  • Dados

  • Regras de negócio

  • Processos transacionais

  • Disponibilidade

  • Segurança

Tudo isso já existe dentro do IMS.

A pergunta correta não é:

Como substituir o IMS?

Mas sim:

Como conectar o IMS ao mundo moderno?

Essa diferença de mentalidade pode representar milhões de dólares economizados.


A PRIMEIRA ESTRADA: API-ENABLE EVERYTHING

Transformando transações IMS em APIs REST

Durante décadas, acessar uma transação IMS exigia:

  • 3270

  • MQ

  • Sockets proprietários

  • Middleware especializado

Para um desenvolvedor React, Angular ou Mobile isso parece arqueologia.

A solução apresentada pela IBM é simples:

Transformar ativos IMS em APIs REST.


z/OS Connect Enterprise Edition

O protagonista dessa transformação é:

IBM z/OS Connect EE

Ele permite expor:

  • Transações IMS TM

  • Dados IMS DB

  • Aplicações COBOL

  • Serviços z/OS

como APIs REST modernas.


O cenário tradicional

Imagine um banco.

Aplicação Mobile

Middleware

Gateway Proprietário

MQ

IMS

Múltiplas camadas.

Complexidade.

Custos.


O cenário moderno

Aplicação Mobile

REST API

z/OS Connect

IMS

Muito mais simples.

Muito mais rápido.

Muito mais alinhado ao mercado.


O FIM DA DEPENDÊNCIA DE ESPECIALISTAS MAINFRAME

Uma observação extremamente interessante da IBM:

Não é necessário conhecimento profundo de mainframe para consumir APIs IMS.

Isso muda completamente a equação.

Um desenvolvedor Node.js pode consumir uma API IMS da mesma forma que consome:

  • Salesforce

  • SAP

  • Oracle Cloud

  • AWS

Sem saber o que é um PCB.

Sem saber o que é um GU.

Sem saber o que é um PSB.


IMS DE CENTRO DE CUSTO PARA CENTRO DE RECEITA

Essa é uma frase poderosa do material:

Converter IMS de Cost Center para Revenue Center.

Historicamente o IMS era visto como:

  • Custo operacional

  • Infraestrutura necessária

Com APIs ele passa a gerar novos negócios.

Exemplo:

Uma seguradora possui regras de cotação em IMS.

Em vez de reescrever tudo:

  • expõe APIs

  • integra parceiros

  • cria novos canais digitais

O IMS continua executando a regra.

O mercado passa a consumi-la.


CASOS REAIS DE SUCESSO

O documento apresenta diversos exemplos.

Um deles reduziu um processo de abertura de contas de:

3 dias
para
menos de 1 segundo.

Resultado:

  • 5.500 novas contas

  • milhões em novos depósitos

  • centenas de horas economizadas

Tudo sem substituir o IMS.


A SEGUNDA ESTRADA: JAVA NO IMS

Agora chegamos ao tema mais polêmico.

Quando alguém fala:

Java no Mainframe

sempre surge alguém dizendo:

Isso não faz sentido.

Mas a IBM vem investindo nisso há mais de 15 anos.


POR QUE JAVA?

Porque existe um problema real.

Encontrar:

  • COBOL Developers

  • IMS Specialists

  • DL/I Experts

está cada vez mais difícil.

Enquanto isso existem milhões de desenvolvedores Java no mundo.

A IBM percebeu isso há muito tempo.


NÃO É COBOL VS JAVA

Esse é outro erro comum.

O documento não propõe eliminar COBOL.

Ele propõe:

COBOL + Java

Trabalhando juntos.


ESTRATÉGIA 1: EXTENDER APLICAÇÕES EXISTENTES

Imagine um programa COBOL IMS.

Você possui uma rotina extremamente pesada:

  • validação

  • criptografia

  • cálculo complexo

A IBM sugere mover partes específicas para Java.

Benefícios:

  • melhor manutenção

  • maior disponibilidade de profissionais

  • possibilidade de uso de frameworks modernos


ESTRATÉGIA 2: NOVAS APLICAÇÕES EM JAVA

Outra abordagem:

Criar novas aplicações IMS diretamente em Java.

O banco continua sendo IMS.

As transações continuam sendo IMS.

Mas a lógica é Java.


O SEGREDO CHAMADO zIIP

Aqui está uma das partes mais interessantes.

Java pode utilizar melhor os processadores especializados zIIP.

Para muitos ambientes isso significa:

  • menor consumo de MIPS

  • redução de custos

  • melhor escalabilidade


O MITO DA PERFORMANCE

Existe outro preconceito:

Java é lento.

A IBM apresenta benchmark demonstrando mais de:

25.000 transações por segundo

em workload Java sobre IMS.

Isso desmonta completamente a narrativa de que Java no Z seria apenas experimental.


O MODELO HÍBRIDO MAIS INTELIGENTE

O que muitos clientes estão fazendo?

COBOL continua cuidando do núcleo.

Java assume:

  • APIs

  • integrações

  • componentes modernos

  • novas funcionalidades

Resultado:

Baixo risco.

Alta velocidade.


A TERCEIRA ESTRADA: OPEN DATABASE

Agora chegamos ao assunto que faz muitos DBAs arregalarem os olhos.

IMS e SQL.

Sim.

IMS e SQL.


O FIM DO "IMS É FECHADO"

Durante muitos anos ouvimos:

IMS é fechado.

A IBM respondeu criando a estratégia Open Database.


JDBC DIRETO NO IMS

O modelo apresentado permite:

Aplicação Java

JDBC

IMS

Sem extrações complexas.

Sem replicações desnecessárias.

Sem ETLs gigantescos.


POR QUE ISSO É REVOLUCIONÁRIO?

Porque tradicionalmente o fluxo era:

IMS

ETL

Data Warehouse

Analytics

Horas depois.

Às vezes dias depois.


Novo modelo

IMS

SQL

Analytics

Quase em tempo real.


IMS COMO FONTE DE IA E ANALYTICS

O material mostra integração com:

  • Apache Spark

  • IBM Machine Learning for z/OS

  • Db2 Analytics Accelerator

Tudo consumindo dados IMS.

Isso é enorme.

Porque o dado mais valioso da empresa geralmente está no IMS.


IMS CATALOG: A JOIA ESCONDIDA

Outro componente importante é o IMS Catalog.

Historicamente:

DBD
PSB
ACB

eram artefatos compreendidos por poucos especialistas.

O Catalog transforma isso em metadados mais acessíveis.

Resultado:

  • melhor governança

  • descoberta de dados

  • integração simplificada


DDL NO IMS

Uma das maiores mudanças modernas.

Desde o IMS 14:

  • CREATE DATABASE

  • CREATE TABLE

  • ALTER DATABASE

passaram a fazer parte do ecossistema IMS.

Para quem passou décadas vivendo apenas de:

  • DBDGEN

  • PSBGEN

  • ACBGEN

isso representa uma mudança cultural gigantesca.


O QUE ISSO SIGNIFICA PARA O DBA?

Significa que o DBA IMS moderno precisa conhecer:

  • Hierarquia

  • SQL

  • Metadata

  • APIs

  • Analytics

O perfil profissional está mudando.


A QUARTA ESTRADA: DEVOPS E CLOUD

Agora chegamos à transformação mais profunda.


O FIM DO DESENVOLVIMENTO MAINFRAME ISOLADO

Antigamente:

Desenvolvimento Distribuído

Pipeline Moderno

e

Mainframe

Mudanças manuais

Dois mundos separados.


A VISÃO DA IBM

Integrar o IMS ao pipeline corporativo.

Mesmas ferramentas.

Mesma metodologia.

Mesmo fluxo.


GIT NO MAINFRAME

O documento mostra integração com:

  • Git

  • Jenkins

  • Maven

  • Nexus

  • Artifactory

e outros componentes DevOps.

Hoje isso já é realidade em muitos ambientes.


WAZI

Uma das iniciativas mais interessantes mostradas no material.

IBM Wazi oferece:

  • VS Code

  • Eclipse

  • Red Hat CodeReady

  • OpenShift

para desenvolvimento z/OS.


O impacto cultural

O novo desenvolvedor pode trabalhar em:

VS Code

e desenvolver para IMS.

Algo impensável vinte anos atrás.


ANSIBLE NO IMS

Essa talvez seja a parte que mais chama atenção de Sysprogs.

A IBM apresenta coleções específicas Ansible para:

  • z/OS

  • IMS

  • automação operacional


IMS COMO INFRAESTRUTURA PROGRAMÁVEL

Imagine executar:

  • geração de DBD

  • geração de PSB

  • geração de ACB

  • comandos IMS

automaticamente.

O documento mostra exatamente isso através dos módulos:

  • ims_dbd_gen

  • ims_psb_gen

  • ims_acb_gen

  • ims_command

Para um Sysprog isso é quase ficção científica comparado ao modelo tradicional.


ZOWE: O NOVO ROSTO DO MAINFRAME

Outro destaque é o Zowe.

Ele fornece:

  • REST APIs

  • CLI

  • Automação

para administrar IMS.

Exemplos:

  • iniciar regiões

  • parar regiões

  • consultar transações

  • automatizar deploys

Tudo através de scripts modernos.


O IMS ESTÁ VIRANDO CLOUD?

Na prática...

Sim.

Ou pelo menos absorvendo conceitos cloud.


z/OS CLOUD BROKER

O documento mostra o z/OS Cloud Broker integrado ao OpenShift.

Isso permite provisionar serviços como:

  • IMS

  • Db2

  • CICS

  • MQ

  • z/OS Connect

de forma semelhante ao mundo cloud.


O QUE ISSO SIGNIFICA PARA O FUTURO DO IMS?

A conclusão mais importante do material é que a IBM não vê o IMS como tecnologia do passado.

Ela vê o IMS como:

  • Plataforma transacional

  • Fonte de dados

  • Plataforma API

  • Plataforma DevOps

  • Plataforma híbrida


A GRANDE LIÇÃO PARA O PADAWAN MAINFRAME

Se você é:

  • Desenvolvedor COBOL

  • DBA IMS

  • Sysprog

  • Arquiteto

  • Gestor

precisa entender uma coisa.

A guerra não é:

COBOL vs Java

Mainframe vs Cloud

IMS vs Microservices

A verdadeira batalha é:

Sistema Isolado vs Sistema Conectado.

O documento da IBM demonstra que o IMS moderno pode participar de:

✅ APIs REST

✅ OpenAPI

✅ Swagger

✅ Java

✅ JDBC

✅ SQL

✅ Analytics

✅ Machine Learning

✅ Git

✅ Jenkins

✅ OpenShift

✅ Ansible

✅ Zowe

✅ DevOps

✅ Hybrid Cloud

sem abandonar décadas de investimento corporativo.

E talvez essa seja a maior lição de todas:

O futuro não pertence aos sistemas novos.

Pertence aos sistemas que conseguem evoluir.

E poucos sistemas na história da computação provaram tantas vezes sua capacidade de evolução quanto o IMS. ☕💣🚀

Fonte analisada: The 4 Paths to Digital Transformation in IMS, Haley Fung, IBM IMS.