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segunda-feira, 7 de março de 2011

🔥 BIND DB2 em COBOL – O Ritual Sagrado Entre o Código e o Plano de Execução 🔥

 

Bind DB2 Package Plan COBOL ao estilo Bellacosa Mainframe

🔥 BIND DB2 em COBOL – O Ritual Sagrado Entre o Código e o Plano de Execução 🔥

 


Se o compile COBOL é o nascimento do programa, o BIND DB2 é o batismo de fogo.
Sem ele, seu programa até existe… mas não fala com o banco.

Quem nunca ouviu no plantão noturno:

“Compilou, linkou… mas esqueceu o BIND.”

Silêncio. Café. Olhar para o SYSOUT. ☕😐

Este artigo é para desmistificar o BIND, separar lenda de verdade e registrar aquele conhecimento que normalmente só se aprende depois do primeiro -805 em produção.


🕰️ Um Pouco de História – Por Que o BIND Existe?

Nos primórdios do DB2 (lá no fim dos anos 70), a IBM fez uma escolha genial e cruel ao mesmo tempo:

👉 Separar lógica do programa de estratégia de acesso aos dados.

Assim nasceu o BIND:

  • O COBOL descreve o que quer

  • O DB2 decide como fazer

💡 Resultado:
O mesmo programa pode ter planos diferentes em ambientes diferentes.
Flexibilidade máxima… e dor de cabeça proporcional.


🧩 O Que é o BIND DB2, de Verdade?

BIND é o processo onde o DB2:

  • Analisa o SQL estático

  • Escolhe access paths

  • Cria PACKAGE (ou PLAN)

  • Valida permissões

  • Gera dependências

Sem BIND:

  • Não existe plano

  • Não existe package

  • Não existe execução

💡 Frase clássica de mainframer:

“O erro não está no código. Está no BIND.”


📦 PACKAGE vs PLAN – A Confusão Eterna

PACKAGE

  • Gerado a partir do DBRM

  • Contém SQL otimizado

  • Versionável

  • Reutilizável

PLAN

  • Aponta para um ou mais packages

  • Controla isolamento, owner, bind time

💡 Dica Bellacosa:
Em ambientes modernos, package é rei. PLAN virou maestro — não solista.

🥚 Easter egg histórico:
Antigamente se dava BIND direto em PLAN. Hoje isso é quase arqueologia DB2.


🔗 O Caminho Sagrado: Compile → DBRM → BIND

Fluxo real da vida:

  1. Compile COBOL com SQL

  2. Gera DBRM

  3. BIND PACKAGE

  4. Link-edit

  5. Run

Se alguém inverter isso…
📛 cheiro de incidente.

💡 Dica prática:
Sempre valide se o DBRM que você está bindando é do mesmo compile. Erro clássico de esteira mal montada.


⚠️ Erros Clássicos que Todo Mundo Já Viu

🔥 -805 (DBRM ou PACKAGE não encontrado)

Tradução livre:

“Você esqueceu o BIND ou apontou para o lugar errado.”

🔥 -818 (Timestamp mismatch)

Tradução:

“Você recompilou, mas não rebindeou.”

🔥 -204 / -551

Permissão, owner ou qualifier errado.

💡 Dica de sobrevivência:
Antes de xingar o DB2, olhe:

  • COLLECTION

  • OWNER

  • QUALIFIER

  • VERSION


🧠 Parâmetros de BIND que Salvam Carreiras

Alguns parâmetros não são opcionais — são estratégia de vida:

  • ISOLATION(CS|RR|UR)

  • RELEASE(COMMIT|DEALLOCATE)

  • VALIDATE(BIND|RUN)

  • EXPLAIN(YES)

  • REOPT(ALWAYS|ONCE|NONE)

💡 Dica Bellacosa:
Não copie BIND de outro sistema sem entender.
Cada parâmetro muda performance, locking e risco.


🧪 BIND e Performance – Onde o Jogo Começa

O SQL pode estar perfeito…
Mas um BIND mal feito:

  • Gera table scan

  • Estoura buffer pool

  • Cria lock em horário nobre

💡 Conhecimento de bastidor:
90% dos “problemas de SQL” são problemas de BIND mal ajustado.

🥚 Easter egg de guerra:
Já vi sistema “otimizado” só mudando ISOLATION e refazendo o BIND. Código intocado.


🤝 BIND, DevOps e Git – O Mundo Novo

No mundo moderno:

  • Código está no Git

  • DBRM nasce no pipeline

  • BIND é automatizado

💡 Regra de ouro:
Se o pipeline não controla BIND, você não controla produção.

Automatize:

  • Collection por ambiente

  • Versionamento de package

  • Rollback de BIND


🗣️ Fofoquices de Sala-Cofre

  • “Rodou em QA, mas não em PROD” → COLLECTION errada

  • “Código antigo, erro novo” → REBIND automático noturno

  • “Não mexemos no SQL” → alguém mexeu no BIND


🧠 Pensamento Final do El Jefe

O BIND DB2 não é um detalhe técnico.
Ele é o contrato invisível entre seu COBOL e o banco.

Quem domina BIND:

  • Evita incidentes

  • Ganha performance

  • Dorme melhor

Quem ignora:

  • Vive de -805

  • Culpa o DB2

  • Trabalha de madrugada

🔥 Pergunta final para o leitor:
Você trata o BIND como rotina… ou como arquitetura?

Porque no mainframe,
o código passa — o plano fica. 🧠💾