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domingo, 5 de dezembro de 2010

Bellacosa Index Page: Checklist de Indexação SEO – Guia Completo

 

Check list seo page

Checklist de Indexação SEO – Guia Completo

1. Permitir indexação nos motores de busca

Antes de qualquer otimização, é essencial garantir que o site possa ser indexado. Verifique se não há bloqueios globais, como:

  • noindex aplicado ao site inteiro

  • configurações de privacidade ativadas

  • cabeçalhos HTTP do tipo X-Robots-Tag: noindex

Use o Google Search Console para confirmar se as páginas estão “Disponíveis para o Google”.


2. Robots.txt bem configurado

O arquivo robots.txt controla o rastreamento. Uma configuração correta:

  • permite acesso às páginas importantes

  • bloqueia áreas irrelevantes (ex: páginas de busca internas)

  • declara o sitemap

Exemplo recomendado:

User-agent: * Disallow: /search Allow: / Sitemap: https://www.seusite.com/sitemap.xml

Evite erros graves como Disallow: /, que bloqueia todo o site.


3. Sitemap XML funcional e enviado

O sitemap ajuda o Google a descobrir URLs.
Boas práticas:

  • gerar sitemap automático

  • incluir apenas páginas indexáveis

  • enviar no Google Search Console

  • monitorar erros de leitura

O sitemap não deve ser indexado, apenas lido por robôs.


4. Uso correto de meta robots

As tags meta robots ou regras de robôs personalizadas devem ser usadas com cautela:

  • páginas e posts importantes: index, follow

  • páginas de busca e arquivo: noindex

Nunca aplique noindex em páginas que você deseja que apareçam nos resultados.


5. Estrutura correta de títulos (Headings)

Cada página deve conter:

  • 1 único H1 (título principal)

  • H2 para subtítulos

  • H3/H4 para hierarquia interna

Os headings ajudam o Google a entender o tema e a organização do conteúdo.


6. Títulos e meta descrições otimizados

Cada página deve ter:

  • título único e descritivo (50–60 caracteres)

  • meta descrição clara e atrativa (120–160 caracteres)

Esses elementos influenciam diretamente o CTR (taxa de cliques) nos resultados de busca.


7. Conteúdo com qualidade e profundidade

Conteúdo é um dos principais fatores de SEO.
Checklist mínimo:

  • textos com 300 palavras ou mais

  • conteúdo original

  • respostas claras à intenção do usuário

  • parágrafos curtos e escaneáveis

Conteúdo fraco tende a ser ignorado ou removido do índice.


8. URLs amigáveis

Boas URLs:

  • curtas

  • sem parâmetros desnecessários

  • com palavras-chave

  • sem caracteres especiais

Exemplo bom:

/checklist-indexacao-seo.html

9. Links internos estratégicos

Links internos:

  • ajudam o Google a descobrir páginas

  • distribuem autoridade

  • aumentam tempo de permanência

Checklist:

  • cada post deve linkar para outros conteúdos relevantes

  • páginas importantes devem ser acessíveis a partir da home


10. Links externos confiáveis

Links para sites relevantes:

  • aumentam credibilidade

  • contextualizam o conteúdo

  • melhoram a experiência do usuário

Evite links quebrados ou para sites de baixa qualidade.


11. Otimização de imagens

Imagens também são indexáveis:

  • usar nomes descritivos

  • preencher o atributo alt

  • comprimir arquivos

  • evitar imagens muito pesadas

Isso melhora SEO e velocidade.


12. Performance e velocidade

Sites lentos têm pior desempenho nos rankings.
Verifique:

  • tempo de carregamento

  • excesso de scripts

  • imagens não otimizadas

Ferramenta recomendada: Google PageSpeed Insights.


13. Mobile-friendly (responsivo)

A indexação do Google é mobile-first.
Checklist:

  • layout responsivo

  • textos legíveis no celular

  • botões clicáveis

  • sem pop-ups intrusivos


14. Evitar conteúdo duplicado

Conteúdo duplicado confunde os buscadores.
Cuidados:

  • não repetir textos inteiros

  • usar canonical quando necessário

  • evitar múltiplas URLs com o mesmo conteúdo


15. Dados estruturados (Schema)

Sempre que possível, use dados estruturados para:

  • artigos

  • breadcrumbs

  • reviews

  • vídeos

Isso pode gerar rich snippets e aumentar o CTR.


16. Frequência de publicação

Sites atualizados com frequência são rastreados com mais regularidade.

  • mantenha consistência

  • evite longos períodos sem novos conteúdos


17. Monitoramento constante

SEO não é tarefa única.
Checklist de acompanhamento:

  • revisar relatórios do Search Console

  • corrigir páginas excluídas

  • atualizar conteúdos antigos

  • acompanhar desempenho


18. Experiência do usuário

O Google avalia sinais de uso:

  • tempo na página

  • taxa de rejeição

  • navegação intuitiva

Conteúdo bom e bem estruturado retém o visitante.


Conclusão

Um Checklist de Indexação SEO bem aplicado garante que seu site:

  • seja rastreável

  • seja indexado corretamente

  • tenha conteúdo compreendido pelos motores de busca

  • ofereça boa experiência ao usuário

SEO não é sobre truques, mas sobre clareza, qualidade e consistência.
Ao seguir este checklist, você cria uma base sólida para crescer organicamente, ganhar visibilidade e construir autoridade nos motores de busca de forma sustentável.


quinta-feira, 9 de abril de 2009

🧔‍♂️💈 Seus REORGs do Db2 estão criando barba?

 

Bellacosa Mainframe apresenta o reorg do db2 

🧔‍♂️💈 Seus REORGs do Db2 estão criando barba?

Ou: quando o REORG vira o primo cabeludo do ambiente z/OS

Se você trabalha com IBM Mainframe + Db2 z/OS há mais de cinco minutos, já sabe:
👉 REORG não é luxo, é higiene básica do banco.
O problema é como ele costuma ser tratado no mundo real.

Em ambientes médios e grandes, o cenário é quase sempre o mesmo:

  • Centenas (às vezes milhares) de jobs de REORG

  • Criados por times de aplicação diferentes

  • Cada um com seu “jeitinho especial”

  • Scripts frágeis

  • Dependências implícitas

  • CHECK DATA aqui, DISCARD ali

  • E quando um passo falha… 🔥 incêndio operacional 🔥

É aí que surge a pergunta filosófica do DBA moderno:

“Será que meus REORGs estão criando barbas?”

Porque quando o REORG cresce sem controle, ele fica:

  • desalinhado

  • imprevisível

  • difícil de reiniciar

  • impossível de auditar

  • e um pesadelo para compliance 😈


🧠 Um pouco de história (porque Bellacosa sempre conta)

Lá atrás, no “Velho Testamento do Db2”, REORG era quase um ritual sagrado:

  • Janela batch gigante

  • Tudo parado

  • DBA com café forte

  • E muito JCL artesanal

Com o tempo:

  • Vieram REORG SHRLEVEL CHANGE

  • Depois ONLINE

  • Depois automação

  • Depois… bagunça organizada (ou nem isso)

O problema não é o REORG.
O problema é a falta de controle centralizado sobre quando, como e por quê ele roda.


🎯 O ponto crítico: falta de controle central

Vamos ser honestos (fofoquinha de corredor):

  • Times de aplicação sabem criar REORG

  • Mas não querem (nem devem) cuidar de padrão corporativo

  • DBA vira o “bombeiro de utilitário”

  • Restart vira arqueologia

  • Auditor pergunta:

    “Quem rodou esse REORG? Quando? Por quê? Com qual critério?”

  • E o DBA responde:

    “Então… veja bem…” 😬

Script-driven process é frágil.
Um COND CODE mal interpretado e todo o castelo cai.


⚡ Power Up Your Db2 REORGs (sem quebrar nada)

É aqui que se separa as crianças dos adultos.

E já vou adiantar o diferencial que faz o DBA sorrir:

🧙‍♂️ Sem mudar JCL

Sim. Você leu certo.
Nada de refatorar centenas de jobs legados.

🧩 Sem impactar os fluxos de aplicação

Os times continuam criando seus REORGs como sempre.

🏛️ Separação clara de papéis

  • Aplicação: o que precisa

  • DBA: como, quando e sob quais regras

Esse detalhe é ouro em ambientes corporativos.


🧰 O que muda na prática?

O Mestre dos Magos do DB2 deve agir como um orquestrador invisível:

  • Centraliza a execução

  • Aplica padrões

  • Controla paralelismo

  • Registra tudo

  • E mantém compliance feliz (raridade!)

Tudo isso transparente, sem “quebrar” o legado.


📚 O que você aprende (e ganha) com essa abordagem

🔍 Seleção inteligente de REORGs

Nada de “REORG por feeling”:

  • Regras

  • Thresholds

  • Estatísticas reais

  • Prioridades de negócio

📏 Ajuste automático de espaço

  • Tablespace cresceu? Ajusta.

  • Encolheu? Otimiza.
    Sem DBA das organizações Tabajara ficar refazendo cálculo no guardanapo.

🧭 Impacto em access path? Sim, senhor!

  • Análise pós-REORG

  • REBIND opcional e controlado

  • Nada de surpresa em produção segunda-feira cedo ☕😱

⚙️ Paralelismo com limites

  • Executa múltiplos objetos

  • Respeitando cotas

  • Sem matar o LPAR

  • Sem “storm” de utilitários

📊 Relatórios e auditoria

  • Quem rodou

  • Quando

  • Por quê

  • Com quais critérios

Auditor pergunta → você mostra relatório → fim da conversa.


🥚 Easter Eggs para DBAs atentos

  • REORG sem governança é dívida técnica disfarçada

  • “Sempre rodamos assim” não é estratégia

  • REORG automático não substitui DBA — ele liberta o DBA

  • O maior inimigo da performance não é fragmentação… é improviso


🗣️ Comentário de bastidor (aquele sincero)

Se você:

  • Vive apagando incêndio de REORG

  • Já perdeu noite com restart quebrado

  • Já ouviu “foi só um REORGzinho”

  • Ou já explicou access path estranho depois de maintenance…

Então você não precisa rodar mais REORG.
Você precisa rodar REORG com controle.


🎓 Conclusão estilo Bellacosa

REORG não pode ser selvagem.
REORG precisa de coleira, guia e pedigree.

Automatizar sem padronizar é só acelerar o caos.
Centralizar sem mudar o legado é maturidade operacional.

Se seus REORGs estão “esta crescendo as barbas ”, talvez não seja hora de cortar…
👉 é hora de pentear com inteligência.

☕💙
Um café, um REORG bem governado e um DBA feliz.