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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

🧪 Checklist de Migração Segura do COBOL 4.xx para o COBOL 5.00 em IBM Mainframe

 


Prepare o café, o JCL limpo e desapegue emocionalmente do COBOL 4 ☕😄
Segue o 🧪 Checklist definitivo de migração segura COBOL 4.xx → COBOL 5.00, no estilo Bellacosa Mainframe™ — com dicas reais, fofoquices de corredor, easter-eggs, performance, otimização e onde economizar MIPS (ou perder, se vacilar).


🧪 Checklist de Migração Segura

COBOL 4.xx → COBOL 5.00

“Não é só recompilar. É amadurecer.”


🟥 FASE 0 — ALINHAMENTO MENTAL (antes de tocar no código)

Aceite o fato:

COBOL 5 não é “novo compilador”, é novo contrato social.

Objetivo real da migração

  • ☐ Só suportabilidade IBM

  • ☐ Performance

  • ☐ Segurança

  • ☐ Redução de MIPS

  • ☐ Tudo acima (resposta certa)

Ambiente

  • ☐ z/OS compatível

  • ☐ LE atualizado

  • ☐ Hardware z/EC12+ (ideal z13, z14, z15, z16)

🥚 Easter-egg:

Migração sem zIIP/zAAP habilitado = dinheiro jogado fora.



🟧 FASE 1 — COMPILAÇÃO CONTROLADA (modo “raio-X”)

🔍 Compile ANTES de migrar com COBOL 4:

SSRANGE NUMCHECK INITCHECK FLAG(I)

Por quê?
Você força o COBOL 4 a gritar como o COBOL 5 grita naturalmente.

💬 Fofoquinha real:

Quem ignora warnings no COBOL 4 sofre três vezes mais no COBOL 5.


🟨 FASE 2 — LIMPEZA DE CÓDIGO (onde mora 80% do risco)

Dados (o inferno clássico)

☑ Remover:

  • ☐ MOVE lixo → numérico

  • ☐ REDEFINES criativos

  • ☐ PIC inconsistentes

  • ☐ COMP usado como DISPLAY

☑ Revisar:

  • ☐ WORKING-STORAGE inicializada

  • ☐ Índices vs subscripts

  • ☐ OCCURS DEPENDING ON

💣 Erro campeão pós-migração:

“Sempre funcionou” — até o COBOL 5 resolver verificar.


🟦 FASE 3 — CONTROLE DE FLUXO (o que o COBOL 5 odeia)

☑ Eliminar:

  • ☐ PERFORM THRU atravessando parágrafos

  • ☐ GO TO cruzando seções

  • ☐ IF sem END-IF

☑ Preferir:

  • ✔ PERFORM parágrafo único

  • ✔ Estrutura clara

  • ✔ EXIT PARAGRAPH / EXIT PERFORM

🥚 Easter-egg:

O COBOL 5 não perdoa “lógica artística”.


🟩 FASE 4 — PARÂMETROS DE COMPILAÇÃO (onde se ganha MIPS)

⚙ Parâmetros recomendados (base segura)

OPTIMIZE(2) NUMCHECK SSRANGE INITCHECK TRUNC(BIN) ARITH(EXTEND) RULES

💰 Onde ECONOMIZAR MIPS

AçãoImpacto
OPTIMIZE(2 ou 3)↓ CPU
Remover DISPLAY em loop↓ I/O
Eliminar MOVE redundante↓ CPU
Código mais linear↓ cache miss

💬 Fofoquinha:

OPTIMIZE(3) sem testes = pedido de incidente.


🟪 FASE 5 — PERFORMANCE REAL (mitos e verdades)

❌ MITOS

  • “COBOL 5 é mais lento” ❌

  • “Vai gastar mais CPU” ❌

✅ VERDADES

  • Código ruim fica visivelmente ruim

  • Código bom fica muito mais rápido

  • Instruções modernas são melhor exploradas

🏎 Ganhos comuns

CenárioGanho
Batch pesado5–20%
Cálculo intensivoaté 30%
Código limpoabsurdo

🟫 FASE 6 — TESTES (sem heroísmo)

☑ Testes obrigatórios:

  • ☐ Unitário

  • ☐ Integração

  • ☐ Batch completo

  • ☐ Volumetria real

  • ☐ Stress

☑ Comparar:

  • ☐ CPU

  • ☐ Tempo

  • ☐ Output

  • ☐ Logs

🥚 Easter-egg cruel:

Se você não comparar CPU, o financeiro vai.


🟥 FASE 7 — PRODUÇÃO (o momento da verdade)

☑ Primeira subida:

  • ☐ Job crítico isolado

  • ☐ Monitoramento ativo

  • ☐ Plano de rollback

☑ Pós-produção:

  • ☐ Ajustar OPTIMIZE

  • ☐ Avaliar NUMCHECK off (se seguro)

  • ☐ Medir MIPS real

💬 Fofoquinha final:

Muitas empresas desligam NUMCHECK depois — mas só depois de provar que o código presta.


☠️ ERROS CLÁSSICOS NA MIGRAÇÃO

ErroResultado
Recompilar tudo de uma vezCaos
Ignorar warningsIncidente
Confiar em defaultsResultado errado
Não medir CPUSurpresa na fatura

🎓 RESUMO PADAWAN

✔ COBOL 5 exige maturidade
✔ Migração expõe dívidas técnicas
✔ Performance melhora com código limpo
✔ Segurança aumenta
✔ MIPS podem cair (ou explodir)


🧠 FRASE FINAL BELLACOSA™

“Migrar para COBOL 5 não é atualizar o compilador.
É atualizar o programador.”

 

sábado, 5 de maio de 2012

Bellacosa Mainframe: Série DevOps e Modernização no IBM Z

 

Bellacosa Mainframe apresenta DEVOPS e Modernização IBM Z

Bellacosa Mainframe: Série DevOps e Modernização no IBM Z


1️⃣ DevOps no IBM Z – Pipeline E2E com GitLab e DBB

Origem:
O pipeline end-to-end no mainframe integra GitLab, IBM DBB, IDz, UrbanCode Deploy e ADDI. Ele automatiza desde o coding até o monitoring, garantindo qualidade e velocidade na entrega.

Exemplo:

  • Desenvolvedor altera um módulo COBOL

  • DBB identifica dependências

  • Jenkins compila apenas os módulos impactados

  • UrbanCode Deploy publica o artefato nos ambientes de teste/prod

  • IZOA (IBM Z Operational Analytics) monitora métricas em tempo real

Dicas:

  • Use build incremental do DBB para reduzir tempo

  • Crie repositórios de componentes separados para acelerar deploys

  • Monitore cada fase com dashboards GitLab/IDz

Curiosidades & Easter Eggs:

  • Em grandes bancos, pipelines E2E reduzem meses de entrega para semanas

  • Alguns times chamam o DBB de “o Sherlock Holmes do COBOL” por identificar dependências invisíveis

Fofoquices:

  • Equipes que adotam CI/CD moderno relatam menos reuniões de emergência às sextas-feiras.


2️⃣ Migrando z/OS para Git – Code Page & Copybooks

Origem:
A migração de código z/OS para Git envolve conversão de code pages (EBCDIC → ASCII) e gestão de copybooks compartilhados.

Exemplo:

  • Migrar 1000 módulos COBOL

  • DBB inicializa metadados de dependências

  • Copybooks são publicados via UrbanCode Deploy garantindo compatibilidade

Dicas:

  • Configure triggers de publicação de copybooks no pipeline

  • Use repos Git separados para código x copybooks

  • Automatize conversão de code pages para evitar erros silenciosos

Curiosidades & Easter Eggs:

  • Alguns copybooks têm nomes que datam da década de 80 – um verdadeiro “Fósseis do COBOL”

  • Git permite versionar copybooks e gerar histórico de mudanças detalhado, algo impossível no Changeman

Fofoquices:

  • Times antigos choram quando veem um merge automático de copybooks funcionando perfeitamente — “parece mágica”.


3️⃣ Branching e Release-Based Development

Origem:
Modelos de branching em mainframe podem ser complexos. O uso de Feature, Development e Release branches permite controle fino e CI/CD confiável.

Exemplo:

  • Branch Feature: desenvolvedor adiciona nova função

  • Branch Development: integração com outros módulos

  • Branch Release: build completo e deploy controlado

Dicas:

  • Não use branch única em produção

  • Faça merges frequentes para reduzir conflitos

  • Adote release-based workflow para previsibilidade

Curiosidades & Easter Eggs:

  • Alguns times chamam o branch de Release de “a linha da vida”, porque qualquer erro ali pode travar todo o mainframe

  • Git no Z permite trazer práticas modernas para décadas de código legado

Fofoquices:

  • Programadores mais antigos ainda guardam planilhas de branches antigas “para o caso de emergência”


4️⃣ IBM ADDI – Business Rule Discovery e Integração CI/CD

Origem:
ADDI permite descobrir regras de negócio ocultas em sistemas legados, mapear dependências e alimentar pipelines CI/CD.

Exemplo:

  • Projeto de exemplo gera workbook de regras de negócio

  • Keywords são mapeadas e inventário de termos é criado

  • Pipeline Jenkins lê essas informações para validar mudanças

Dicas:

  • Integre ADDI antes do build para shift-left

  • Gere inventário de pacotes de negócio para rastreabilidade

  • Use ADDI junto com DBB para builds inteligentes

Curiosidades & Easter Eggs:

  • Alguns nomes de regras vêm de decisões dos anos 70 – dá para descobrir a história da empresa!

  • Ferramenta ajuda a revelar “regra oculta” que ninguém sabia que existia

Fofoquices:

  • Times chamam ADDI de “detective de regras”. Quando falha, todo mundo olha para o DBA como se fosse culpado.


5️⃣ Azure DevOps + Wazi as a Service no IBM Z

Origem:
Com Wazi aaS e Azure DevOps, é possível provisionar instâncias z/OS na nuvem e integrá-las em pipelines modernos.

Exemplo:

  • IDz conectado a Wazi aaS

  • Git + Azure DevOps Pipeline executa build e deploy

  • Time remoto pode trabalhar sem precisar acessar LPAR físico

Dicas:

  • Wazi aaS acelera onboarding de novos desenvolvedores

  • Padronize pipelines híbridos para mainframe + cloud-native

  • Aproveite isolamento de ambientes para testes seguros

Curiosidades & Easter Eggs:

  • O nome Wazi vem do termo “simplicidade” em alguns dialetos africanos

  • Times contam que criar instância z/OS em nuvem é mais rápido que abrir café no mainframe físico

Fofoquices:

  • Novos devs acham mágico ver COBOL compilando em cloud, achando que o mainframe “viajou no tempo”.


6️⃣ Testes Unitários e Code Coverage no IBM Z

Origem:
O uso de zUnit e Code Coverage integrado ao CI/CD é essencial para qualidade e confiabilidade.

Exemplo:

  • zUnit executa testes unitários

  • DBB identifica módulos impactados

  • Code Coverage gera métricas e falha o build se critério mínimo não for atendido

Dicas:

  • Configure build incremental para testes rápidos

  • Versione testes no Git como qualquer outro código

  • Combine zUnit + DBB + Jenkins para pipeline robusto

Curiosidades & Easter Eggs:

  • COBOL unit tests eram considerados “impossíveis” até alguns anos atrás

  • Alguns times chamam zUnit de “pequeno herói silencioso”, porque pega bugs que ninguém percebe

Fofoquices:

  • Equipes que adotam testes unitários relatam menos reuniões de emergência às sextas-feiras (repetido, mas verdadeiro!).


7️⃣ Packaging e Deployment Modernos

Origem:
Para CI/CD moderno, é crucial desacoplar build, packaging e deploy, usando repositórios de artefatos e componentização.

Exemplo:

  • Build → Package → Deploy em pipeline desacoplado

  • Artifact Repository armazena pacotes prontos para múltiplos ambientes

  • UrbanCode Deploy realiza deploy controlado e rastreável

Dicas:

  • Crie artefatos versionados

  • Mantenha build independente do deploy

  • Adoção de padrões reduz falhas em produção

Curiosidades & Easter Eggs:

  • Alguns times chamam artefatos versionados de “legado moderno”

  • Pipeline desacoplado permite experimentar deploy em paralelo sem arriscar produção

Fofoquices:

  • Desenvolvedores que criam pipelines desacoplados ganham fama de “magos do COBOL” no time


Resumo do Estilo Bellacosa Mainframe

O que aprendemos nesta série:

  1. Pipelines E2E + GitLab + DBB aumentam produtividade e confiabilidade

  2. Migração para Git requer atenção a code pages e copybooks

  3. Branching e release-based workflows tornam CI/CD previsível

  4. ADDI descobre regras de negócio e alimenta pipelines

  5. Wazi aaS + Azure DevOps traz mainframe para a nuvem

  6. zUnit + Code Coverage garante qualidade e shift-left

  7. Build, packaging e deploy desacoplados promovem flexibilidade

Curiosidades gerais:

  • Alguns copybooks têm mais de 40 anos

  • Pipelines modernos reduzem meses de entrega para dias

  • Ferramentas modernas tornam mainframe mais “cool” para novos devs

Easter Eggs & Fofoquices:

  • Times chamam DBB de Sherlock Holmes

  • ADDI de detective de regras

  • zUnit de herói silencioso

  • Artefatos versionados de “legado moderno”