| Bellacosa Mainframe e o grande desafio de tunar um mainframe Zos com software legado |
🍔💾 Essential z/OS Performance Tuning Workshop
Quando performance deixa de ser fé e vira engenharia
No mundo distribuído, performance costuma ser tratada como magia:
“sobe mais recurso”, “escala automático”, “reinicia o serviço”.
No mainframe, isso nunca existiu.
Aqui, performance sempre foi disciplina, observação e responsabilidade.
E é exatamente isso que o Essential z/OS Performance Tuning Workshop carrega no DNA.
Não é um curso para “deixar tudo rápido”.
É um treinamento para não fazer besteira em produção.
🧠 Um workshop que nasceu da dor (e do custo de CPU)
Quando o z/OS ainda se chamava MVS, cada ciclo de CPU custava dinheiro real.
Não existia elasticidade, nem desculpa técnica.
Se o sistema ficava lento, alguém tinha que explicar:
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por quê
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onde
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quem causou
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como evitar de novo
O Essential z/OS Performance Tuning Workshop surge dessa escola:
a escola em que medir vem antes de mexer, e mexer sem entender é pecado mortal.
🎯 O que o workshop realmente ensina (sem PowerPoint bonito)
👉 Performance não é velocidade
Performance é cumprir SLA de forma previsível.
O workshop deixa isso claro logo cedo:
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CPU a 90% não é problema, se o response time está estável
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Sistema “folgado” pode estar mal configurado
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Pico não é tendência
Aqui, aprende-se a ler o sistema como um organismo, não como um gráfico isolado.
⚙️ Os pilares do workshop (onde a verdade mora)
🧩 WLM – Workload Manager
O verdadeiro cérebro do z/OS.
No workshop, cai a ficha:
WLM não é tuning técnico. É política de negócio codificada.
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Service Class errada = prioridade errada
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Prioridade errada = usuário certo reclamando
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Ajuste sem alinhamento = guerra interna
📌 Easter egg clássico:
O WLM sempre faz exatamente o que você mandou.
O problema é quando você mandou errado.
📊 RMF – onde a mentira não sobrevive
RMF é tratado como deve ser:
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Monitor III → o agora
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Monitor II → o culpado
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Postprocessor → a história que não pode ser reescrita
O workshop ensina algo raro hoje em dia:
Contexto importa mais que screenshot.
Um gráfico sem horário, workload e mudança recente é só arte abstrata.
🗃️ SMF – a caixa-preta do sistema
Aqui o tuning vira investigação.
SMF:
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Não opina
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Não sugere
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Não perdoa
Quem aprende a ler SMF sai do workshop com um superpoder:
parar discussões baseadas em achismo.
⚠️ Desafios reais abordados (aqueles que ninguém gosta de admitir)
🔥 “Todo mundo é crítico”
Ambiente compartilhado, dezenas de sistemas, todos “prioridade máxima”.
O workshop ensina a separar:
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workload crítico
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workload importante
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workload barulhento
💡 Easter egg corporativo:
O sistema mais crítico quase nunca é o que mais grita.
🔥 Falta de baseline
Sem baseline:
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não existe “piorou”
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só existe “sensação”
Frase implícita do workshop:
Tuning sem baseline é tuning religioso.
🔥 A pressão do “só ajusta rapidinho”
Nada gera mais legado tóxico do que tuning feito:
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em incidente
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sem análise
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para agradar gestor
O workshop ensina algo valioso:
Saber dizer NÃO, com métrica na mão.
🚀 O que muda depois do workshop
Quem passa por esse treinamento:
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Para de tunar por instinto
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Começa a observar antes de agir
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Aprende a prever gargalos
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Ganha respeito em incidente sério
No mercado, isso tem um efeito curioso:
Profissional que entende performance em z/OS não fica sem emprego.
Fica sem tempo.
🕹️ Easter eggs nível CPD
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CPU alta pode ser sinal de sistema saudável
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O melhor tuning, às vezes, é não mexer
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Se o sistema só é lento em horário comercial, o problema raramente é técnico
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Performance tuning é 70% política e 30% tecnologia
🧠 Conclusão – a frase que devia estar na parede do CPD
“z/OS não é lento.
Lento é quem não entende o que está medindo.”
O Essential z/OS Performance Tuning Workshop não ensina truques.
Ensina responsabilidade técnica.
E isso, em qualquer geração de tecnologia, continua raro.