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sábado, 8 de setembro de 2012

☁️🔥 Mainframe não morreu: ele só aprendeu a falar cloud

 


☁️🔥 Mainframe não morreu: ele só aprendeu a falar cloud



00:59 — Introdução: o boato da morte que nunca se confirmou

Toda década alguém decreta:

“Agora o mainframe acabou.”

E toda década o mainframe responde do mesmo jeito:

processando mais transações, com menos falha, mais segurança e menos barulho.

O que mudou não foi o mainframe.
Foi o jeito de conversar com o mundo.

Aplicações distribuídas não mataram o mainframe.
Elas forçaram o mainframe a virar poliglota.




1️⃣ Um pouco de história: do green screen à nuvem ☁️

  • Anos 60–80: centralização total, terminais burros

  • Anos 90: client-server, CICS como backbone

  • Anos 2000: web, SOA, serviços expostos

  • Anos 2010: cloud, APIs, eventos

  • Hoje: mainframe como core cloud-ready

😈 Easter egg histórico:
CICS sempre foi serverless. Só não tinha marketing.


2️⃣ O mito: cloud substitui mainframe 🧠

Cloud é ótima para:

  • Elasticidade

  • UX

  • Experimento rápido

  • Carga variável

Mainframe é imbatível em:

  • Consistência

  • Segurança

  • Throughput

  • Custo por transação estável

📌 Tradução Bellacosa:

“Cloud corre. Mainframe sustenta.”


3️⃣ O que significa “falar cloud” no mainframe

Não é migrar tudo.
É integrar de forma inteligente.

Significa:

  • Expor transações como APIs

  • Publicar eventos

  • Integrar via mensageria

  • Ser observado como qualquer serviço moderno

  • Participar de pipelines distribuídos

😈 Easter egg:
Quem já integrou CICS com MQ já estava no caminho.


4️⃣ Aplicações distribuídas: onde o mainframe entra 🧩

Em arquiteturas modernas:

  • Frontend → cloud

  • Backend → microservices

  • Core → mainframe

O mainframe vira:

  • System of Record

  • Fonte de verdade

  • Pilar de consistência

📎 Mainframer entende:
O dado crítico mora onde sempre morou.


5️⃣ Passo a passo para tornar o mainframe cloud-friendly

1️⃣ Identifique o core estável
2️⃣ Exponha capacidades (não tabelas)
3️⃣ Use APIs ou eventos
4️⃣ Evite acoplamento síncrono excessivo
5️⃣ Adicione observabilidade
6️⃣ Trate segurança como prioridade
7️⃣ Evolua sem big bang

💣 Dica Bellacosa:
Modernizar não é reescrever. É orquestrar.


6️⃣ Ferramentas que fazem o mainframe falar cloud 🛠️

  • CICS Web Services / APIs

  • IBM MQ

  • z/OS Connect

  • Kafka integration

  • Instana / observabilidade

  • CI/CD para z/OS

😈 Easter egg:
JCL em pipeline CI/CD assusta mais dev cloud do que dump hex 😈


7️⃣ Guia de estudo para mainframers do futuro 📚

Conceitos

  • Aplicações distribuídas

  • APIs

  • Event-driven

  • Observabilidade

  • Resiliência

  • Segurança zero trust

Habilidades

  • Pensar em fluxo

  • Aceitar falha parcial

  • Trabalhar com times cloud

  • Defender o core com argumentos técnicos


8️⃣ Aplicações práticas no mundo real

  • Bancos digitais

  • Fintechs

  • Seguros

  • Governo

  • Telecom

🎯 Mainframer que fala cloud vira arquiteto indispensável.


9️⃣ Curiosidades que só veterano percebe 👀

  • Mainframe já era multi-tenant

  • Isolamento sempre foi nativo

  • Segurança nunca foi opcional

  • Disponibilidade sempre foi requisito

📌 Verdade inconveniente:
A cloud ainda está aprendendo o que o mainframe já domina.


🔟 Comentário final (01:43, sistema estável)

Mainframe não morreu.
Ele só parou de pedir licença.

Hoje ele:

  • fala API,

  • publica eventos,

  • participa de cloud,

  • sustenta o impossível.

Se você já:

  • Defendeu o core contra modinha

  • Integrau legado com futuro

  • Entendeu que estabilidade é poder

Então você sabe:

🖤 El Jefe Midnight Lunch encerra com respeito:
O futuro é distribuído. O coração continua central.