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Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
Lembranças de um bom natal em Portugal no ano de 2016.
Nada como assistir o coral natalino das crianças, o ano esta terminando a quadra natalina se aproxima e o colégio Do Ré Mi, como é tradição faz sua festa de Natal, desta vez estamos no Ginásio Poli esportivo da Amora
O Barbinha esta tão grande, o tempo passa tão rápido, parece que foi ontem em que o bebe Barbinha foi para o Do Ré Mi, agora esta na escola básica e em breve passara para o ginásio, com muito orgulho adoro partilhar seus sucessos.
O duro da distância e a saudade, as vezes fazemos coisas que impactam a todos, infelizmente a rota que tomamos nem sempre possibilita retornos e cada vez vamos ficando mais longe e acompanhando por pequenos vídeos.
Encontro de Papais Noel no bairro da Amora no Seixal
Estamos em Dezembro e o espirito natalino bateu forte, aproveitando o bom tempo e o calorzinho em meio do inverno, temos um encontro de velhos amigos para saudarem a quadra festiva, o natal esta as portas.
Então imagine mais de 300 motocicletas de todos os tipos e modelos estão num estacionamento, com seus ocupantes todos vestidos de papais e mamães Noel, o roncar dos motores indica para breve a saída, todos estão bem animados.
Este sábado de sol, em pleno inverno!! E a concentração de motards esta saindo para o passeio entre o Seixal e Almada, roncando os motores, brincando e celebrando a amizade um passeio para a família e amigos.
Fomos atacados por um grupo de vikings salteadores.
Vocês não acreditam os pacíficos visitantes que foram até a festa do Reino Medieval em Valinhos foram atacados por um grupo de vikings que atacaram o burgo de surpresa, gerando uma batalha com muita luta.
Os vikings estavam levando a melhor no ataque e tudo parecia perdido, quando surge em meio ao combate um guerreiro a cavalo, de longe o belo corcel parecia ter vindo do Al Andaluz e o guerreiro estava armado com espadas de Toledo.
Com a chegada deste guerreiro a sorte dos vikings se inverteu e começaram a sofrer perdas até que foram repelidos do burgo, deixando os surpresos visitantes maravilhados com o combate e com aquele gostinho de quero mais.
Espero que goste do vídeo, ajude-nos a divulgar, comente e inscreva-se.
O duo iniciou seu trabalho em 2001 e desenvolve um trabalho autoral, inspirado na música antiga, folk, mitologias diversas e mundo etéreo. Seu nome cabalístico, Olam Ein Sof, significa o Mundo dos Infinitos, e as canções do duo traduzem sua complexidade, assim como uma união infinita e transcendente.
Os seus shows proporcionam uma viagem de magia e fantasia, resgatando valores ancestrais e uma profunda conexão com o universo. O duo também interage com outras áreas artísticas como literatura, artes visuais, teatro e a dança.
Marcelo Miranda – compositor, arranjador e instrumentista (violão, mandolin, cistre, charango, flauta doce, oud e rabeca)
.Fernanda Ferretti – letrista, cantora e instrumentista (violão, citara vox, cuatro, percussão, mondo mandolin)
Dentro em pouco vamos ouvir o dueto Olam Ein Sof que vieram abrilhantar a festa do Reino com seu talento e boa musica, por enquanto estão apenas afinando os instrumentos e ajustando o som dos microfones, mas aguardem que daqui a pouco vão soltar a voz.
O povo esta agitado andando de um lado ao outro, alguns se aproximando do palco, trazendo cadeiras e tapetes para poderem apreciar a bela voz e os magico som de instrumentos que nos remetem a Idade Medieval: flauta, citara, viola, guitarra, pandeiros e sininhos.
Veja os preparativos e animação das pessoas, todos estão excitados para ouvir as novas musicas e apreciarem as dançarinas do Lince Negro que vão se apresentar conjuntamente no centro do acampamento.
Convido a explorar o canal que temos diversos vídeos com otimas música do Olam e outros, aproveitem e divirtam-se, mas não se esqueçam de deixar seu like, comentário e se não estão inscritos se inscrevam.
A Festa do Reino Medieval e as dançarinas do Espaço Cultural Lince Negro
Um pouco do que encontramos na festa Shows com as bandas: Taberna Folk, Olan Ein Sof, Mother Folk e muita animação do publico durante o afinamento pré-show
Encontramos tantas coisas: Acampamento Medieval, Disputas Esgrima Medieval a cavalo, Lutas Medievais, Danças Medievais, a taberna Milord Taverna com sua cozinha medieval, Food Truks comidas e bebidas Típicas :Cervejas e Chopp Artesanal e Artesãos Medievais.
E para abrilhantar ainda mais o dia o Espaço Cultural Lince Negro trouxe aproximadamente 30 dançarinas que nos prestigiaram com dança do ventre, dança medieval e dança do leste.
A origem da Dança do Ventre é bastante polêmica, onde são muitas as versões e contradições. Uma das hipóteses mais aceitas é que ela tenha se originado no Antigo Egito vinda de rituais ligados à fertilidade da terra e da mulher.
Originalmente o nome da Dança do Ventre é Racks el Sharqi, cujo significado do árabe é Dança do Leste. Posteriormente este nome foi traduzido pelos franceses como Danse du Ventre e pelos norte-americanos como Belly Dance.
Chegou ao Brasil, portanto, como Dança do Ventre, ou Dança Oriental Árabe ou ainda Dança do Leste que seria a forma mais correta de chamá-la, de acordo com a tradução do árabe para o português.
Segundo SHAHRAZAD, a pioneira da Dança do Ventre no Brasil, Dança do Leste foi o nome dado a esta dança porque “significa onde o sol nasce, de onde a mulher recebe as energias e o poder do Sol”.
Origem
A Dança do Ventre é uma dança de origem oriental, cujo surgimento exato em termos de localização histórica e geográfica nos é desconhecida. Ou seja, não se sabe ao certo onde e nem quando a Dança do Ventre se originou. A literatura histórica sobre este assunto é escassa e duvidosa, e os poucos autores que se arriscaram a escrever sobre isso concordam. Há poucos documentos e registros que atestam o passado histórico da Dança do Ventre. Devido à dificuldade de encontrar informações confiáveis, surgem diversas interpretações, teorias e hipóteses.
A mais aceita delas diz que a Dança do Ventre surgiu no Antigo Egito, em rituais, cultos religiosos, onde as mulheres dançavam em reverência a deusas. Com movimentos ondulatórios e batidos de quadril, as mulheres reverenciavam a fertilidade, celebravam a vida. Ou seja, tratava-se de uma dança ritualística, em caráter religioso, sem apresentações em público. Essas mulheres reverenciavam as deusas que acreditavam ser as responsáveis pela vida da terra, pela vida gerada no ventre da mulher, e pelos ciclos da natureza.
Há quem diga que ao dançarem as mulheres também se preparavam para ser mães, já que a movimentação da Dança do Ventre ajudava a fortalecer a região pélvica, facilitando o parto. Dizem que quando os árabes invadiram o Egito, eles se apropriaram da Dança do Ventre e a disseminaram para o resto do mundo.