quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

🧠 Debugando COBOL no Mainframe: O Caminho do Padawan


🧠 Debugando COBOL no Mainframe: O Caminho do Padawan

Salve jovem padawan, vamos fechar 2025 com este artigo para pensarmos sobre como programar melhor, como caçar e eliminar bugs e ter os primeiros passos nessa tarefa, que é uma arte pouco apreciada por jovens iniciantes em programação Mainframe. Mas que é um pilar na Alta Plataforma por evitar sistemas quebrarem e deixarem usuarios a ver navios.

☯️ Detectar, Diagnosticar, Eliminar

No mainframe, bug não é acidente — é processo.

Todo padawan COBOL precisa gravar isso:

Bug não some.
Bug é caçado.

No mundo IBM Mainframe, depuração não é “printar variável e torcer”. É método, disciplina e ritual.



🧩 O ciclo de vida do bug (a verdade inconveniente)

Um bug nasce pequeno:

  • Um MOVE errado

  • Um PIC incompatível

  • Um arquivo aberto como INPUT quando deveria ser OUTPUT

E cresce se você não documentar.

👉 Sem ciclo de vida de defeito bem definido, o mesmo bug volta em produção com outro nome… e outro ABEND.


📋 Checklist Bellacosa de Debug COBOL

Antes de sair caçando bug como um Jedi sem sabre:

✅ Compile com opções de debug

✅ Gere LISTING completo

✅ Identifique pontos críticos

✅ Defina breakpoints

✅ Monitore variáveis-chave

✅ Teste cenários pequenos (unitários)

“Quem não usa checklist, debuga por fé.”


🧪 TDD no Mainframe (sim, isso existe)

TDD não é moda web — é sobrevivência no legado.

  • Crie testes antes

  • Defina cenários

  • Automatize sempre que possível

  • Integre com Agile

No mainframe, teste não é custo — é blindagem.


🛠️ Opções de Debug COBOL

Você tem três caminhos:

1️⃣ Debug por listagem

  • IFs mal fechados

  • PIC incompatível

  • MOVE inválido

2️⃣ Debug por compilador

  • Opções de compilação

  • Mapas internos

  • Análise de tabelas

3️⃣ Debug interativo (o mundo moderno)

  • IBM z/OS Debugger

  • Breakpoints reais

  • Step-by-step

  • Inspeção de variáveis em tempo real


🧠 IBM z/OS Debugger – O sabre de luz

Ele funciona com:

  • COBOL

  • PL/I

  • C / C++

  • Assembler

Interfaces:

  • 3270 (old school)

  • Eclipse (civilizado)

Recursos:

  • Code coverage

  • Perfis CICS / não-CICS

  • Breakpoints inteligentes

  • Execução controlada


🕵️ Fofoquice Mainframe

  • Todo sysprog já aplicou debug em produção (e finge que não)

  • Todo padawan já confundiu bug com “feature”

  • Todo bug crítico aparece às sexta-feiras 18h


🧠 Regra final Bellacosa

Não existe bom COBOL
sem bom teste.
Não existe bom teste
sem bom debug.

🎌 Guia Bellacosa Otaku: Os Cuidados de um Iniciante no Mundo dos Animes

Guia Bellacosa Mainframe para Otakus padawans em anime

🎌 Guia Bellacosa Otaku: Os Cuidados de um Iniciante no Mundo dos Animes

Entrar no mundo dos animes é como abrir a tampa de uma caixa de Pandora colorida: saem monstros, amores, lágrimas, risadas e uma enxurrada de referências que, de repente, começam a fazer sentido.
Mas cuidado, jovem padawan do Japão animado — ser um otaku novato vem com armadilhas que podem transformar o encantamento em confusão.

Então, antes de mergulhar de cabeça nesse universo, o Bellacosa Otaku te mostra os cuidados essenciais pra começar com o pé direito — e o coração preparado.


☕ 1. Calma, não tente assistir tudo de uma vez

O primeiro erro clássico do iniciante é achar que precisa “entender de tudo”.
Anime não é prova de vestibular — é uma jornada.

Comece devagar, escolhendo uma ou duas séries que combinem com seu gosto.
Evite cair no impulso de ver cinco ao mesmo tempo ou de “zerar o MyAnimeList”.

🔎 Dica Bellacosa: escolha um anime leve e curto (12 episódios) pra sentir o ritmo narrativo japonês.
Exemplos: Erased, Vivy: Fluorite Eye’s Song ou Death Parade.

Anime é pra saborear, não maratonar como se fosse tarefa.


🎭 2. Não se prenda à aparência — os traços enganam

Você vai ver olhos enormes, cabelos verdes, expressões exageradas e talvez até um polvo falante.
Mas por trás do estilo, há profundidade.

O anime usa exagero visual como linguagem emocional.
Um olhar brilhante pode significar coragem; um chibi (personagem em miniatura) pode representar leveza em um momento tenso.

🎨 Bellacosa comenta: o traço japonês é uma forma de poesia gráfica — é emoção desenhada, não caricatura infantil.


🧭 3. Fuja dos “atalhos da internet”

Evite começar por listas aleatórias do YouTube com títulos do tipo:

“Os 10 melhores animes da história”
“Assista isso e vire otaku em 5 dias”

Essas listas são boas pra curiosidade, mas ruins pra formação.
O ideal é seguir uma linha pessoal de descoberta, baseada no que você sente — não em hype.

🔎 Dica Bellacosa: comece por gêneros.
Gosta de ação? Attack on Titan.
Romance? Toradora!
Mistério? Paranoia Agent.
Fantasia? Made in Abyss.

Anime é como música: o importante é encontrar seu ritmo.


🧠 4. Cuidado com spoilers e fanbases tóxicas

Toda comunidade tem suas sombras — e o fandom de anime não é exceção.
Há quem viva de dar spoiler “por esporte” ou fazer guerra de opiniões.

⚠️ Regra de ouro Bellacosa: o anime é uma experiência — não uma competição.

Assista no seu tempo, evite fóruns cheios de briga e mantenha o espírito aberto.
A beleza do anime está na descoberta individual, não em “estar certo” sobre quem é mais forte ou qual final é o melhor.


🔮 5. Entenda que nem todo anime é pra todo mundo

O Japão faz anime pra todas as idades, gostos e faixas emocionais.
Há obras para crianças, adolescentes e adultos — algumas leves, outras sombrias, filosóficas ou até violentas.

Antes de começar, veja a classificação etária.
Alguns títulos podem parecer fofos, mas escondem temas pesados (Made in Abyss manda lembranças).

🧘 Dica Bellacosa: anime bom é o que conversa com sua fase de vida.
Forçar títulos “só porque são populares” pode tirar o encanto.


📚 6. Aprenda os costumes, não os copie

É natural se encantar com expressões japonesas (senpai, baka, itadakimasu), mas lembre-se: anime é ficção culturalizada.
O que soa fofo em Tóquio pode soar estranho em português.

Bellacosa ensina: absorva a cultura, mas não vire caricatura.
Ser otaku é admirar o Japão, não imitá-lo sem contexto.

Estude o significado das expressões e a filosofia por trás delas. Isso enriquece muito a experiência.


🩸 7. Prepare-se para emoções de verdade

Anime não é só luta e risada. É sentimento puro, às vezes brutal.
Você vai rir, chorar, se apaixonar e talvez até se perder em reflexões sobre a vida.

Clannad, Your Lie in April, Vivy e A Silent Voice são aulas de humanidade disfarçadas de animação.

💬 Bellacosa filosofa: quem diz que “anime é só desenho” nunca sentiu o peso de um final silencioso acompanhado de trilha sonora e saudade.


🌙 8. Cuidado com o “buraco do algoritmo”

Depois que você entra, o streaming começa a te empurrar mais e mais recomendações.
E de repente, você está vendo 4 animes ao mesmo tempo, dormindo 3 horas por noite e discutindo teorias em fóruns às 3 da manhã.

🕰️ Bellacosa alerta: ser otaku não é perder o equilíbrio — é aprender a equilibrar paixão e rotina.

Anime deve inspirar, não consumir sua vida.


🧩 9. Explore além das telas

Ser otaku não é só assistir — é viver cultura.
Pesquise sobre os autores, os estúdios, o Japão, os bastidores, e até a filosofia por trás de cada obra.

🗾 Curiosidade Bellacosa: muitos animes refletem valores japoneses como disciplina (shūgyō), esforço (ganbaru) e impermanência (mono no aware).

Quanto mais você entende isso, mais profundo o anime se torna.


🎌 10. E o principal: respeite a jornada

Ser otaku não é status, é sensibilidade.
É ver beleza onde outros veem “desenho”.
É chorar com uma despedida, rir de um tropeço, e aprender que a fantasia pode revelar verdades sobre o mundo real.

🕊️ Mensagem Bellacosa:
“Anime é uma ponte — entre culturas, gerações e sentimentos.
Caminhe com respeito, e o Japão te revelará mais do que histórias: te mostrará a alma humana em cores e trilhas sonoras.”


✨ Em resumo

CuidadosPor quê?
Assistir devagarPra saborear as histórias
Evitar hype e listas aleatóriasPra formar gosto próprio
Cuidado com spoilers e comunidades tóxicasPra não estragar a experiência
Observar a faixa etáriaNem tudo é pra todos
Entender o contexto culturalAnime é arte, não caricatura
Manter equilíbrioA paixão não deve virar vício

🎴 Conclusão Bellacosa:
Assistir anime é mais do que apertar “play” — é aprender a ver o mundo com olhos curiosos, empatia aberta e alma desperta.
Quem começa com cuidado, termina com admiração.
E quem entra com respeito… nunca mais sai do mesmo jeito.