quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

🍔💾 Essential z/OS Performance Tuning Workshop

 

Bellacosa Mainframe e o grande desafio de tunar um mainframe Zos com software legado

🍔💾 Essential z/OS Performance Tuning Workshop

Quando performance deixa de ser fé e vira engenharia

No mundo distribuído, performance costuma ser tratada como magia:
“sobe mais recurso”, “escala automático”, “reinicia o serviço”.

No mainframe, isso nunca existiu.

Aqui, performance sempre foi disciplina, observação e responsabilidade.
E é exatamente isso que o Essential z/OS Performance Tuning Workshop carrega no DNA.

Não é um curso para “deixar tudo rápido”.
É um treinamento para não fazer besteira em produção.


🧠 Um workshop que nasceu da dor (e do custo de CPU)

Quando o z/OS ainda se chamava MVS, cada ciclo de CPU custava dinheiro real.
Não existia elasticidade, nem desculpa técnica.

Se o sistema ficava lento, alguém tinha que explicar:

  • por quê

  • onde

  • quem causou

  • como evitar de novo

O Essential z/OS Performance Tuning Workshop surge dessa escola:
a escola em que medir vem antes de mexer, e mexer sem entender é pecado mortal.


🎯 O que o workshop realmente ensina (sem PowerPoint bonito)

👉 Performance não é velocidade

Performance é cumprir SLA de forma previsível.

O workshop deixa isso claro logo cedo:

  • CPU a 90% não é problema, se o response time está estável

  • Sistema “folgado” pode estar mal configurado

  • Pico não é tendência

Aqui, aprende-se a ler o sistema como um organismo, não como um gráfico isolado.


⚙️ Os pilares do workshop (onde a verdade mora)

🧩 WLM – Workload Manager

O verdadeiro cérebro do z/OS.

No workshop, cai a ficha:

WLM não é tuning técnico. É política de negócio codificada.

  • Service Class errada = prioridade errada

  • Prioridade errada = usuário certo reclamando

  • Ajuste sem alinhamento = guerra interna

📌 Easter egg clássico:
O WLM sempre faz exatamente o que você mandou.
O problema é quando você mandou errado.


📊 RMF – onde a mentira não sobrevive

RMF é tratado como deve ser:

  • Monitor III → o agora

  • Monitor II → o culpado

  • Postprocessor → a história que não pode ser reescrita

O workshop ensina algo raro hoje em dia:

Contexto importa mais que screenshot.

Um gráfico sem horário, workload e mudança recente é só arte abstrata.


🗃️ SMF – a caixa-preta do sistema

Aqui o tuning vira investigação.

SMF:

  • Não opina

  • Não sugere

  • Não perdoa

Quem aprende a ler SMF sai do workshop com um superpoder:
parar discussões baseadas em achismo.


⚠️ Desafios reais abordados (aqueles que ninguém gosta de admitir)

🔥 “Todo mundo é crítico”

Ambiente compartilhado, dezenas de sistemas, todos “prioridade máxima”.

O workshop ensina a separar:

  • workload crítico

  • workload importante

  • workload barulhento

💡 Easter egg corporativo:
O sistema mais crítico quase nunca é o que mais grita.


🔥 Falta de baseline

Sem baseline:

  • não existe “piorou”

  • só existe “sensação”

Frase implícita do workshop:

Tuning sem baseline é tuning religioso.


🔥 A pressão do “só ajusta rapidinho”

Nada gera mais legado tóxico do que tuning feito:

  • em incidente

  • sem análise

  • para agradar gestor

O workshop ensina algo valioso:

Saber dizer NÃO, com métrica na mão.


🚀 O que muda depois do workshop

Quem passa por esse treinamento:

  • Para de tunar por instinto

  • Começa a observar antes de agir

  • Aprende a prever gargalos

  • Ganha respeito em incidente sério

No mercado, isso tem um efeito curioso:

Profissional que entende performance em z/OS não fica sem emprego.
Fica sem tempo.


🕹️ Easter eggs nível CPD

  • CPU alta pode ser sinal de sistema saudável

  • O melhor tuning, às vezes, é não mexer

  • Se o sistema só é lento em horário comercial, o problema raramente é técnico

  • Performance tuning é 70% política e 30% tecnologia


🧠 Conclusão – a frase que devia estar na parede do CPD

“z/OS não é lento.
Lento é quem não entende o que está medindo.”

O Essential z/OS Performance Tuning Workshop não ensina truques.
Ensina responsabilidade técnica.

E isso, em qualquer geração de tecnologia, continua raro.


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