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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

🔗🔥 Arquitetura Híbrida explicada para quem já integrou tudo com tudo

 


🔗🔥 Arquitetura Híbrida explicada para quem já integrou tudo com tudo



01:12 — Introdução: quando “híbrido” já era a regra, não a exceção

Se você é mainframer e já integrou tudo com tudo, parabéns:
você viveu arquitetura híbrida antes dela virar estratégia corporativa com slide bonito.

Antes de cloud, já existia:

  • Mainframe falando com Unix

  • CICS conversando com web

  • Batch alimentando data warehouse

  • MQ colando mundos diferentes

Arquitetura híbrida não nasceu na nuvem.
Ela nasceu da necessidade de sobreviver.




1️⃣ O que é Arquitetura Híbrida (sem buzzword)

Arquitetura híbrida é quando:

  • Sistemas legados e modernos coexistem

  • On-premises e cloud convivem

  • Dados e processos são distribuídos

  • Nenhuma plataforma reina sozinha

📌 Dialeto mainframe:

“O core fica onde sempre esteve. O resto gira em volta.”


2️⃣ Um pouco de história (sim, de novo 🕰️)

  • Anos 80/90: mainframe + terminais

  • Anos 90/2000: mainframe + client-server

  • Anos 2000: mainframe + web

  • Anos 2010: mainframe + cloud

  • Hoje: tudo junto, ao mesmo tempo

😈 Easter egg histórico:
SOA foi a primeira tentativa “oficial” de arquitetura híbrida.


3️⃣ O erro clássico: querer migrar tudo 🧠

Toda empresa passa por isso:

  • “Vamos sair do mainframe”

  • “Vamos reescrever tudo”

  • “Cloud resolve tudo”

Resultado comum:

  • Projeto infinito

  • Custo explodido

  • Sistema pior

👉 Mainframer sabe:

“Core estável não se mexe sem dor.”


4️⃣ O papel do mainframe na arquitetura híbrida 🏛️

Mainframe:

  • Sistema de registro

  • Dado crítico

  • Consistência

  • Performance previsível

Cloud:

  • Elasticidade

  • Experimentação

  • UX

  • Escala variável

📎 Tradução Bellacosa:

“Mainframe é o cérebro. Cloud é o sistema nervoso.”


5️⃣ Integração: onde mora o caos (e a arte)

Ferramentas clássicas:

  • MQ

  • CICS Web Services

  • FTP/SFTP

  • DB replication

Ferramentas modernas:

  • APIs REST

  • Event streaming

  • iPaaS

  • Service Mesh

😈 Easter egg:
Integração mal feita vira dependência invisível.


6️⃣ Passo a passo para desenhar arquitetura híbrida sem dor

1️⃣ Identifique o core imutável
2️⃣ Separe o que muda do que não muda
3️⃣ Exponha capacidades, não tabelas
4️⃣ Use mensageria para desacoplar
5️⃣ Observe tudo
6️⃣ Planeje falha e latência
7️⃣ Evolua aos poucos

💣 Dica Bellacosa:
Híbrido bom é aquele que não precisa de herói.


7️⃣ Guia de estudo para mainframers integradores 📚

Conceitos

  • Arquitetura híbrida

  • APIs

  • Event-driven

  • Observabilidade

  • Resiliência

  • Segurança distribuída

Ferramentas

  • IBM MQ

  • CICS TS

  • API Connect

  • Kafka

  • Instana

  • Kubernetes


8️⃣ Aplicações práticas no mundo real

  • Modernização sem big bang

  • Exposição de serviços legados

  • Escala elástica no front

  • Core estável no back

  • Redução de risco

🎯 Mainframer híbrido vira arquiteto estratégico.


9️⃣ Curiosidades que só veterano percebe 👀

  • Quanto mais integração, mais disciplina

  • API sem contrato é armadilha

  • Mensagem mal definida vira dívida

  • Observabilidade é obrigatória

📌 Verdade dura:
Arquitetura híbrida sem governança é gambiarra corporativa.


🔟 Comentário final (02:06, sistema respirando)

Arquitetura híbrida não é transição.
É estado permanente.

Se você já:

  • Conectou coisa que não deveria conversar

  • Sobreviveu a projeto de migração maluco

  • Defendeu o core contra modinha

Então você entende o jogo.

🖤 El Jefe Midnight Lunch fecha com autoridade:
Quem domina híbrido não escolhe lado. Escolhe estabilidade.