✨ Bem-vindo ao meu espaço! ✨ Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens. Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê. Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão. Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
segunda-feira, 6 de maio de 2019
Rotunda da CIA Mogiana em Campinas - Memoria Ferroviária Paulista
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
🧠🔥 O Mainframer do Século XXI: sobrevivente, arquiteto e tradutor de mundos
🧠🔥 O Mainframer do Século XXI: sobrevivente, arquiteto e tradutor de mundos
02:17 — Prólogo: o profissional que já foi dado como extinto
Se você perguntar para um recruiter distraído, ele dirá:
“Mainframe é legado.”
Se você perguntar para o sistema financeiro mundial, ele responde:
“Sem ele, nada abre.”
O mainframer do século XXI não é um fóssil.
Ele é um sobrevivente técnico, um arquiteto silencioso e, acima de tudo, um tradutor entre mundos.
1️⃣ História curta de uma profissão longa 🕰️
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Anos 70–80: operador, JCL, respeito ao batch
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Anos 90: analista, CICS, DB2, MQ
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Anos 2000: integração, web, SOA
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Anos 2010: APIs, eventos, cloud
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Hoje: core engineer + distributed architect
😈 Easter egg histórico:
Quem aprendeu CICS antes de REST já entendia request/response melhor que muito dev moderno.
2️⃣ Sobrevivente: por que o mainframer ainda está aqui 🧱
Ele sobreviveu porque:
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Aprendeu a respeitar estado
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Desconfiou de “eventual”
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Nunca romantizou falha
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Tratou produção como território sagrado
📌 Tradução Bellacosa:
Enquanto outros aprendiam com outage, o mainframer evitava que eles existissem.
3️⃣ Arquiteto: quando aplicações viraram distribuídas 🧩
Aplicações distribuídas trouxeram:
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Falha parcial
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Latência
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Observabilidade obrigatória
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Orquestração complexa
O mainframer já conhecia:
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Controle transacional
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Limites claros
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Contratos estáveis
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Disciplina operacional
💣 Easter egg:
Two-Phase Commit traumatiza, mas educa.
4️⃣ Tradutor de mundos: o papel invisível 🌍
O mainframer moderno traduz:
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Cloud → Core
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Stateless → Stateful
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Velocidade → Consistência
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Experimento → Produção
Ele explica:
“Não é que não dê para fazer.
É que não dá para fazer assim.”
5️⃣ Passo a passo: mentalidade distribuída para mainframers
1️⃣ Aceite falha parcial
2️⃣ Desacople sem perder controle
3️⃣ Publique eventos, não segredos
4️⃣ Trate APIs como contratos legais
5️⃣ Observe tudo
6️⃣ Documente o óbvio
7️⃣ Nunca confie só no retry
🔥 Dica Bellacosa:
Retry sem idempotência é só negação organizada.
6️⃣ Conhecimento básico essencial (sem modinha) 📚
Conceitos
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CAP Theorem
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Event-driven architecture
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Observabilidade
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Resiliência
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SRE
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Arquitetura híbrida
Ferramentas
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MQ / Kafka
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APIs
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z/OS Connect
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Instana / APM
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CI/CD no z/OS
7️⃣ Curiosidades que só mainframer percebe 👀
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“Alta disponibilidade” sempre foi requisito
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Segurança nunca foi opcional
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Batch quebrado ensina humildade
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Produção não é laboratório
😈 Easter egg:
Quem já leu SMF em hexadecimal entende logs distribuídos sem chorar.
8️⃣ Guia de estudo prático 🗺️
Para evoluir sem perder identidade
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Estude arquitetura, não frameworks
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Entenda cloud sem romantizar
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Aprenda a dizer “não” com argumentos
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Leia post-mortems
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Observe sistemas reais
📌 Mantra:
Tecnologia muda. Fundamentos não.
9️⃣ Aplicações reais desse perfil 💼
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Arquitetura corporativa
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Core banking
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Integrações críticas
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Governança técnica
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Modernização sem suicídio operacional
🎯 Mercado:
Quem entende mainframe e distribuído não fica desempregado.
Fica sobrecarregado.
🔟 Comentário final (03:02 — tudo verde)
O mainframer do século XXI:
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Não nega o passado
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Não idolatra o futuro
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Não quebra produção por hype
Ele conecta eras.
🖤 El Jefe Midnight Lunch encerra assim:
“Enquanto uns discutem se o mainframe morreu, ele segue processando o mundo.”
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
🔗🔥 Arquitetura Híbrida explicada para quem já integrou tudo com tudo
🔗🔥 Arquitetura Híbrida explicada para quem já integrou tudo com tudo
01:12 — Introdução: quando “híbrido” já era a regra, não a exceção
Se você é mainframer e já integrou tudo com tudo, parabéns:
você viveu arquitetura híbrida antes dela virar estratégia corporativa com slide bonito.
Antes de cloud, já existia:
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Mainframe falando com Unix
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CICS conversando com web
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Batch alimentando data warehouse
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MQ colando mundos diferentes
Arquitetura híbrida não nasceu na nuvem.
Ela nasceu da necessidade de sobreviver.
1️⃣ O que é Arquitetura Híbrida (sem buzzword)
Arquitetura híbrida é quando:
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Sistemas legados e modernos coexistem
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On-premises e cloud convivem
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Dados e processos são distribuídos
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Nenhuma plataforma reina sozinha
📌 Dialeto mainframe:
“O core fica onde sempre esteve. O resto gira em volta.”
2️⃣ Um pouco de história (sim, de novo 🕰️)
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Anos 80/90: mainframe + terminais
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Anos 90/2000: mainframe + client-server
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Anos 2000: mainframe + web
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Anos 2010: mainframe + cloud
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Hoje: tudo junto, ao mesmo tempo
😈 Easter egg histórico:
SOA foi a primeira tentativa “oficial” de arquitetura híbrida.
3️⃣ O erro clássico: querer migrar tudo 🧠
Toda empresa passa por isso:
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“Vamos sair do mainframe”
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“Vamos reescrever tudo”
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“Cloud resolve tudo”
Resultado comum:
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Projeto infinito
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Custo explodido
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Sistema pior
👉 Mainframer sabe:
“Core estável não se mexe sem dor.”
4️⃣ O papel do mainframe na arquitetura híbrida 🏛️
Mainframe:
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Sistema de registro
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Dado crítico
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Consistência
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Performance previsível
Cloud:
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Elasticidade
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Experimentação
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UX
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Escala variável
📎 Tradução Bellacosa:
“Mainframe é o cérebro. Cloud é o sistema nervoso.”
5️⃣ Integração: onde mora o caos (e a arte)
Ferramentas clássicas:
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MQ
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CICS Web Services
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FTP/SFTP
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DB replication
Ferramentas modernas:
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APIs REST
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Event streaming
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iPaaS
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Service Mesh
😈 Easter egg:
Integração mal feita vira dependência invisível.
6️⃣ Passo a passo para desenhar arquitetura híbrida sem dor
1️⃣ Identifique o core imutável
2️⃣ Separe o que muda do que não muda
3️⃣ Exponha capacidades, não tabelas
4️⃣ Use mensageria para desacoplar
5️⃣ Observe tudo
6️⃣ Planeje falha e latência
7️⃣ Evolua aos poucos
💣 Dica Bellacosa:
Híbrido bom é aquele que não precisa de herói.
7️⃣ Guia de estudo para mainframers integradores 📚
Conceitos
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Arquitetura híbrida
-
APIs
-
Event-driven
-
Observabilidade
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Resiliência
-
Segurança distribuída
Ferramentas
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IBM MQ
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CICS TS
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API Connect
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Kafka
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Instana
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Kubernetes
8️⃣ Aplicações práticas no mundo real
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Modernização sem big bang
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Exposição de serviços legados
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Escala elástica no front
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Core estável no back
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Redução de risco
🎯 Mainframer híbrido vira arquiteto estratégico.
9️⃣ Curiosidades que só veterano percebe 👀
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Quanto mais integração, mais disciplina
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API sem contrato é armadilha
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Mensagem mal definida vira dívida
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Observabilidade é obrigatória
📌 Verdade dura:
Arquitetura híbrida sem governança é gambiarra corporativa.
🔟 Comentário final (02:06, sistema respirando)
Arquitetura híbrida não é transição.
É estado permanente.
Se você já:
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Conectou coisa que não deveria conversar
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Sobreviveu a projeto de migração maluco
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Defendeu o core contra modinha
Então você entende o jogo.
🖤 El Jefe Midnight Lunch fecha com autoridade:
Quem domina híbrido não escolhe lado. Escolhe estabilidade.
segunda-feira, 26 de fevereiro de 1990
O Centro Velho de Sao Paulo na decada de 90
Amo o centro de São Paulo, tantas caminhadas fiz...
Desde a tenra infância tenho um amor pelo centro, quando chegava o final do ano, meus pais diziam que tínhamos que ir ate a "cidade" para comprar as bolas de natal e nossos presentes. Era uma alegria chegar no parque Dom Pedro (mesmo passando mau no ónibus).Subir aquela ladeira cheia de lojas, cheia de gente e barracas, entrar em loja por loja em busca da melhor oferta. Fui crescendo e esse amor evoluindo. Anos mais tarde quando comecei a trabalhar fui logo escalado para ser office-boy no centro.
Nessa época foi a gloria conhecia todos os artistas de ruas, sabia de cor e salteado as trapaças dos trambiqueiros, nos fliperamas e lugar menos bons era reconhecido pelos trombadinhas e nunca tive nenhum problema no centro, entregando todos as minhas remessas sem nenhum extravio.
Conhecia as meninas da Martins Fontes, as meninas da João Mendes... tabu mesmo era só a rapaziada da Republica, evitava passar por ali, as vezes fazia uma longa volta pela Avenida São João só para não ter que atravessar a praça.
Comprava revistas suecas para revender na Paulista, ia na galeria do Rock em busca de tintas e equipamentos de tatuagem (serviço que naqueles anos 90 começavam a surgir pela cidade), comprava disco em vinil raro na 24 de Maio, selos na Conselheiro Crispiniano, revelava fotografias e buscava material fotografico na Amaral Gurgel.
Na Sao Bento comprava produtos químicos na Boutique Veado Douro e tantas outras encomendas que me faziam, sempre tinha uma listinha de compras a fazer no centro... Galeria Page, Florêncio de Abreu, Ladeira Porto Geral e tantas outras,
De final de semana quando nao tinha nada para fazer ia dar minhas voltinhas pelo centro, assistir filmes no Olido, Ipiranga, Maraba, Marrocos e vários outros que hoje são estacionamentos e igrejas, mesmo as quartas-feiras com a meia entrada era uma grande pedida.
Não esquecendo o Mappin e o Mesbla templos do consumo, ou a esfiha Chic da São João, o caldo de cana e pastel no Largo do Passaindu. E as igrejas, o teatro Municipal, o Mercado que era todo sucateado, as banquinhas de jornal e os sebos. Que vida tinha o centro.
Curiosidades do centrão
1️⃣ Caminhe pelas ruas de pedra
O Triângulo Histórico, entre Rua XV de Novembro, São Bento e Direita, ainda guarda trechos de paralelepípedos originais, usados desde o século XIX. São perfeitos para sentir o ritmo da cidade antiga.
2️⃣ Observe os detalhes arquitetônicos
Prédios como o Edifício Martinelli e o Palácio das Indústrias têm relevo, cerâmicas e vitrais quase esquecidos. Muitos visitantes passam sem notar pequenas assinaturas de arquitetos e escultores.
3️⃣ Igrejas antigas
O Mosteiro de São Bento e a Catedral da Sé são tesouros históricos. Curiosidade: a Sé foi construída sobre o marco zero da cidade e já teve múmias e ossários preservados sob o solo.
4️⃣ Descubra a arte urbana antiga
Alguns edifícios têm murais e painéis de azulejos escondidos em fachadas laterais. São verdadeiros easter eggs históricos, quase invisíveis aos apressados.
5️⃣ Mercado Municipal – além dos pastéis
O Mercadão é famoso, mas poucos sabem que suas portas e vitrais contam a história dos alimentos que chegaram à cidade com imigrantes italianos, japoneses e portugueses.
6️⃣ Biblioteca Mário de Andrade
Uma das maiores bibliotecas da América Latina, com coleções raras sobre São Paulo antiga. Vale explorar os corredores silenciosos e mapas históricos da cidade.
7️⃣ Pequenos cafés históricos
O Café Girondino e o São Domingos resistem há décadas. Ali você encontra decoração original, cardápio tradicional e mesas que viram palco de negociações e fofocas históricas.
8️⃣ Passeio de bonde e memória
Embora os bondes originais não circulem mais, ruas como a Itaim Bibi preservam calçadas e trilhos antigos. Eles contam a história do transporte público antes do metrô.
9️⃣ Beco do Pinto e ruas escondidas
O centro antigo tem vielas e becos pouco conhecidos, onde antigos cortiços e lojas de artesanato sobrevivem ao tempo. São ótimos para descobrir pequenas histórias urbanas.
🔟 Museus secretos
O Museu Anchieta, o Museu de Arte Sacra e pequenos centros culturais guardam relíquias esquecidas, de documentos coloniais a peças de ouro do ciclo do café, quase invisíveis aos turistas comuns.
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