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sexta-feira, 16 de abril de 2004

Sintra e o palacio Nacional

As características chaminés de Sintra.


Estas duas torres são bem características no cenário do céu de Sintra, junto ao horizonte, se nos aproximarmos nos deparamos com um belo palácio, começa pela esplanada.



Ao adentrarmos no palácio vemos os belos salões, a cozinha, galpoes, todos os revestimentos e apenas temos uma fraca noção do luxo que um dia estas paredes abrigaram.

Hoje é um espaço dedicado a conteplaçao  e o lugar que mais me marcou foi a cozinha. Imagine um lugar onde se podia assar um boi inteiro.

Enfim um gigantesco palácio da monarquia que hoje atrai milhares de turistas a Sintra, devolvendo ao povo rendas utilizadas para tão belo edifício.

domingo, 26 de outubro de 2003

Sintra e o mundo místico da Quinta da Regaleira

Imagine o sonho louco de um homem virando realidade.


Um homem teve uma ideia, ir trabalhar no Brasil, dito naquela época ser "brasil-eiro" em tradução directa aquele que trabalha no Brasil. Em português arcaico toda profissão tinha o sufixo eiro, exemplo pad-eiro, acoug-eiro, pedr-eiro, min-eiro etc.



A sorte lhe sorriu e ganhou muito dinheiro nas Minas Gerais, voltou rico para a santa terrinha. E com isso realizou um sonho. Construir um palácio que deixasse uma mensagem secreta, lida apenas pelos iniciados.

Construiu um palácio cenográfico e teatral, imponente e cheio de mistérios simbólicos, linguagem arcana que para os iniciados representava uma visão cosmográfica única.

Em nossa visita vemos dragões, poços de sabedoria, passagens secretas, túneis de mistérios, lagos de fé, símbolos egípcios, gregos e com simbolismo arcanos e religiosos.

Visitar a Quinta da Regaleira e penetrar num mundo de magia, ocultismo, sociedades secretas, que ler os monumentos hoje contam.nos uma historia única.

Seja um neófito e entre em seu mundo magico, leia as estátuas, faça um segundo olhar e veja que algumas coisas não deveriam estar onde estão. Símbolos que contam uma historia diferente, demónios, gnomos, fadas, elfos e tantos símbolos sacros e profanos misturados, tudo junto e ao mesmo tempo separado.

Sintra e o castelo dos Mouros

Um castelo de verdade.


Para proteger a região de Sintra existiu uma fortificação militar, conhecida vulgarmente como o Castelo dos Mouros, sobre uma colina com vista para o Atlântico, Tejo e vale de Sintra.



Tem uma historia triste sobre esta edificação que remonta a época da reconquistas. Tinha fama de ser inexpugnável, por estar em uma posição estratégica que dificultava o uso de maquina de cerco.

As forças de Afonso Henriques calculando as perdas em soldados e tempo, resolveram não atacar este castelo, contornando a região e indo directo a Lisboa.

Com a queda da cidade de Lisboa, o xerife de Sintra e toda sua guarnição perderam a guerra, sem terem travado uma única batalha. Segundo cronistas a chave do forte foi entregue a Afonso Henriques e as tropas partiram para o exílio.

sábado, 25 de outubro de 2003

Sintra e o mundo mistico da Quinta da Regaleira Parte II

Sinais teurgicos da quinta.


A jornada pela quinta da Regalia, segue uma jornada de elevação, auto-conhecimento e busca interior. Entre em um mundo alegórico e cheio de mistérios.



Primeiro passa por jardins cheio de estátuas com simbolismos mágicos, tem uma passagem em que desce um poço profundo, te contanto uma historia magica, ate chegar numa gruta escura e sem saída aparente. Após caminhar vê-se a luz. Chegando em um lago de fé. Em que um crente deve caminhar sobre as aguas ate atingir as escadas do outro lado.

Subindo escadas chega, quase como uma elevação chega-se em uma capela com estranha estátuas de santos com símbolos arcanos.

Na casa passagens secretas, biblioteca, pinturas estranhas e muito mistério completam o ritual.

De volta ao jardim encontram-se mirantes, trilhos por bosque, estranhas pedras, torres com simbolismo estranhos e fálicos.

Mergulhes também na quinta e aventure-se a sair sem ser tocado por algo.

Sintra e o Palacio da Pena

Um palácio cenográfico no alto da montanha.


Este castelo palácio é uma construção moderna, imitando antigos traçados fazendo crer que é uma edificação antiga, porem foi o delírio de um monarca.



Actualmente uma pérola no céu de Sintra, enfeitando o horizonte com suas cores e formato pouco convencional. Um turista ate acredita que fosse militar.

Seus salões são ricamente decorados, torres e almeias enfeitadas, estilo mourisco e azulejos completam a beleza do lugar, bom investimento que hoje atrai turistas do mundo todo.

Mas também tem seu lado tenebroso, em um dos quartos onde um monarca foi preso, vê-se o desgaste no chão do caminhar do leito ate a janela, dia após dia ate a morte do prisioneiro.

sábado, 18 de outubro de 2003

Queluz e o ultimo grande palácio de Verão da Monarquia

O século XVIII e seus excessos e extravagancias da realeza.


Estamos numa época em que a monarquia delira em projectos extravagantes e custosos, para a ruína do seu povo. Em Portugal não foi diferente inspirados com a grandiosidade de Versalhes, a realeza lusa quis ter o seu próprio mega-palácio de verão.



Os reis absolutistas e megalomaníacos assim quiserem e assim fizeram, a cidade de Queluz foi escolhida para abrigar tal palácio, escolhida devido ao clima fresco no verão, devido a proximidade do oceano (brisas marítimas) e de outros palácios, facilmente defensível e protegido estando em meio a diversas linhas defensivas..

O edifício foi todo construído em estilo Rococo, nos visitantes dos tempos modernos ficamos boquiabertos com tanto luxo, requinte e sofisticação.

Pobre tesouro real, para fazer algo tão belo deve ter sido horrível, logo após o terremoto de 1759, ainda ter que custear algo tão dispendioso e cheio de despesa, o velho marques de Pombal deve ter arrancado as perucas.