quarta-feira, 31 de maio de 2017

🎥🔥 Tokai On Air – Os malucos mais amados do YouTube japonês



 🤣📱 Tokai On Air – Os Vingadores do Humor Japonês (versão YouTube)

Se o Japão tivesse sua própria tropa de super-heróis do caos, eles se chamariam Tokai On Air.
Um grupo de amigos que decidiu transformar a vida cotidiana em um laboratório de insanidades — e o YouTube em seu campo de batalha, seis amigos de Okazaki que decidiram transformar o absurdo em profissão e o YouTube em palco.

Resultado? Um canal com milhões de inscritos, toneladas de risadas e zero noção. 😎

🎥 Quem são esses doidos?

Formado em 2013, o Tokai On Air (東海オンエア) nasceu na região de Aichi, e reúne seis integrantes com energia suficiente pra abastecer um reator nuclear de risadas:

Liderado por Tetsuya, o cérebro (ou a cobaia-chefe) da operação.


👉 Tetsuya, Ryo, Shibayu, Toshimitsu, Yumemaru e Mushimegane.
Cada um é um bug diferente do sistema — juntos, são uma atualização que o humor japonês nem sabia que precisava, um elenco que parece saído de um anime de comédia, cada um com sua personalidade bizarra.


😂 O que eles fazem?

Basicamente… tudo o que não deveria ser feito, mas com câmera ligada.
Eles criam desafios insanos, competições sem sentido e experiências que fariam até o Einstein dizer: “isso não é ciência, é entretenimento!”.
Tipo:

  • Comer comidas em ordem de preço e ver quem sobrevive.

  • Fazer trocas absurdas de tarefas do dia a dia.

  • Transformar a casa em campo de guerra com brinquedos infantis.

  • competições absurdas (“quem aguenta mais frio comendo sorvete na banheira de gelo”),

  • desafios sem sentido (“vamos pintar o carro com molho de soja”),

  • e ideias que desafiam a sanidade (“comemos apenas comidas azuis por 24h”).

E o segredo?
Eles fazem isso com uma química genuína — parece que você está assistindo um grupo de amigos que nunca cresceu (no melhor sentido possível).


💡 Curiosidades Bellacosa:

  • Tokai On Air é um dos maiores canais de humor do Japão, com milhões de inscritos e até programas na TV.

  • Cada membro tem funções e “personagens” próprios — o que torna o grupo uma espécie de reality show infinito.

  • Já ganharam o YouTube Japan Award, e até fizeram collabs com artistas e marcas famosas.

  • E sim: o lema deles é “se é idiota, é bom conteúdo”.


🧠 Curiosidades ao estilo Bellacosa:

  • O grupo nasceu em Okazaki, cidade que hoje é praticamente um ponto turístico por causa deles.

  • Têm um estúdio próprio, patrocinadores, e já apareceram em comerciais de TV.

  • Em 2023, o canal ultrapassou 7 bilhões de visualizações (isso mesmo, bilhões).

  • Cada membro tem seu canal solo, e mesmo assim continuam unidos — tipo um mainframe de amizade, sempre processando risadas.


🎌 O segredo do sucesso

Enquanto boa parte do humor japonês era centrado em duplas (manzai) e talk shows, Tokai On Air reinventou o gênero com a estética da internet: cortes rápidos, piadas espontâneas e humor de equipe.
É o Japão descobrindo o poder do “caos organizado”.


☕ Bellacosa Filosófico do Dia:

“Se a vida fosse um vídeo do Tokai On Air,
o erro humano seria só mais um corte engraçado.”

#TokaiOnAir #ComédiaJaponesa #YouTubeJP #Bellacosa #RirÉUmBugPositivo

terça-feira, 30 de maio de 2017

A cachoeira do parque pedreira do Castelo


A cachoeira da Pedreira do Castelo

Uma antiga pedreira que virou parque

Campinas esta sendo uma cidade cheia de surpresas, quem diria que em pleno bairro do centro novo existe uma antiga pedreira que desativa foi transformada em um magnifico parque, inclusive com uma bela cachoeira em seu interior com lago e diversas atraçoes.


Circo mequetrefe e a zoeira da ambulancia



O circo e a sua ambulancia pronto a servir

Parece piada, mas ate o palhaço do circo esta tirando uma com a saude publica

Quem diz que nao tem diversao em cidade do interior... vez por outra aparece um circo para animar a criançada, vale a pena conhecer estes circos mambemes que andam de cidade em cidade para trazer a diversao a todos. Neste espetaculo o palhaço tirou uma com o sistema de saude trazendo uma ambulancia muito louca.



Formiguinha iniciando no skate


O Formiguinha aprontndo das suas no skate.


Manobras de Iniciante no Skate


Domingo a tarde estamos no parque Luis Latorre e o formiguinha esta planejando seus primeiros passos em manobras de skate, aprendendo aos poucos o dominio desta prancha e suas rodinha... e nao eh que o pequeno eh habilidoso?

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Operaçao Lampiao - lembranças de uma campanha politica.


Bellacosa 2016 em Operaçao Lampiao

Operaçao militar para resgatar os jornais apocrifos jogados em Itatiba

Jornais clandestinos jogados pela cidade.

Na reta final da campanha politica de 2016, um grupo de piratas publicaram um jornal apocrifo com uma serie de noticias manipuladas com o intuito de ser a cartada decisiva na Campanha eleitoral.

Varios grupos foram formados para tentar capturar essa gang, apreender os jornais, foram noites atribuladas com nervos a flor da pele, nem imaginam os enroscos que foram.

Vale a pena relembrar, vendo o video.





domingo, 30 de abril de 2017

🔥 JCL no z/OS V2R2 — o velho maestro regendo um data center moderno

 

Bellacosa Mainframe apresenta JCL V2R2 Job Control Language

🔥 JCL no z/OS V2R2 — o velho maestro regendo um data center moderno



📅 Datas importantes

  • Release (GA): abril de 2017

  • Final de suporte IBM: 30 de setembro de 2022

O z/OS V2R2 não reinventou o JCL — ele provou que o JCL ainda era essencial num mundo de APIs, containers e DevOps.


🧬 Contexto histórico

Quando o z/OS V2R2 chegou, o discurso no mercado era outro:
cloud, microservices, pipelines, YAML, JSON…

E lá estava o JCL, firme, rodando:

  • bancos centrais

  • bolsas de valores

  • seguradoras

  • governos

👉 O V2R2 marca a fase em que o mainframe deixa de pedir desculpa por existir e passa a dizer:

“Sim, sou legacy… e é por isso que você confia em mim.”


Job Control Language JCL V2R2

✨ O que há de novo (indiretamente) para o JCL no V2R2

O JCL em si muda pouco, mas o ambiente muda muito.

🆕 1. JCL convivendo com DevOps

  • Jobs disparados por:

    • Jenkins

    • schedulers modernos

    • pipelines CI/CD

  • JCL vira backend confiável de processos “modernos”

🆕 2. Melhor integração com DFSMS e storage moderno

  • Melhor uso de:

    • Extended Address Volumes (EAV)

    • volumes grandes

    • políticas SMS mais refinadas

🆕 3. JES2 mais robusto

  • Melhor gerenciamento de spool

  • Melhor restart e recovery

  • Mais previsibilidade em ambientes com milhares de jobs concorrentes


🔧 Melhorias práticas percebidas pelo mainframer

✔ Batch mais estável em ambientes gigantes
✔ Menos tuning “artesanal” de SPACE e UNIT
✔ Melhor convivência com workloads online e distribuídos
✔ JCL mais usado como contrato operacional, não só script

Nada de revolução sintática — o ganho foi maturidade operacional.


🥚 Easter Eggs (só pra quem viveu)

  • 🥚 Jobs escritos nos anos 90 continuavam rodando sem alteração

  • 🥚 Muitos ambientes V2R2 tinham JCL com comentários mais velhos que o operador 😅

  • 🥚 IEFBR14 seguia firme, mesmo com ferramentas modernas fazendo a mesma coisa

  • 🥚 O erro mais comum continuava sendo… DISP errado


💡 Dicas Bellacosa para quem trabalha com JCL no V2R2

🔹 Use IF / THEN / ELSE / ENDIF — pare de abusar do COND
🔹 Escreva comentários como se o job fosse durar 20 anos (porque vai)
🔹 Pense no JCL como:

infraestrutura como código… só que confiável

🔹 Não subestime:

  • retorno de código (RC)

  • análise de JESMSGLG

  • mensagens do system log


📈 Evolução do JCL até o V2R2

EraPapel do JCL
OS/360Controle de jobs batch
MVS / OS/390Automação corporativa
z/OS V1.xOrquestrador do data center
z/OS V2R2Fundamento confiável do mundo híbrido

👉 O JCL não compete com novas tecnologias — ele as sustenta.


📜 Exemplo de JCL no estilo “V2R2 consciente”

//BELLV22 JOB (ACCT),'JCL V2R2', // CLASS=A,MSGCLASS=X,NOTIFY=&SYSUID //* //STEP01 EXEC PGM=MYPROG //STEPLIB DD DSN=BELLACOSA.LOADLIB,DISP=SHR //SYSOUT DD SYSOUT=* //* //IF (STEP01.RC = 0) THEN //STEP02 EXEC PGM=IDCAMS //SYSPRINT DD SYSOUT=* //SYSIN DD * DELETE BELLACOSA.ARQ.OLD SET MAXCC = 0 /* //ENDIF

💬 Comentário Bellacosa:

“Esse job pode rodar hoje, amanhã ou daqui a 15 anos.
O mainframe muda — o JCL continua.”


🧠 Comentário final

O JCL no z/OS V2R2 representa o auge da maturidade:

  • Sem hype

  • Sem marketing exagerado

  • Sem ruptura

Apenas confiança operacional.

Enquanto o mundo discute a próxima moda, o JCL segue ali, discreto, garantindo que:

  • o salário caia na conta

  • o banco abra às 10h

  • o avião decole

🔥 JCL não é velho.
Velho é sistema que você não confia.


segunda-feira, 10 de abril de 2017

🧾 Parte 1 — Os Anos de Ouro: Quando o Crachá Valia Sonho

 


🧾 Parte 1 — Os Anos de Ouro: Quando o Crachá Valia Sonho

por Bellacosa Mainframe ☕💼

Houve um tempo — não muito distante — em que o emprego era quase um sacramento.
Você acordava cedo, vestia a melhor roupa, pegava o ônibus lotado e, ao bater o ponto, sentia um certo orgulho.
O crachá era mais que um cartão magnético: era o símbolo de pertencimento.
Era o “sou alguém” numa cidade que engolia anônimos.

Nos anos 80 e 90, o escritório ainda tinha alma.
O chefe conhecia o nome dos funcionários, o cafezinho era comunitário, o vale-transporte vinha em papel, e o salário — embora modesto — pagava o mês com dignidade.
Havia futuro.
Você podia começar como office-boy, virar, evoluindo como um Pokémon: auxiliar, auxiliar-técnico, técnico, analista,  coordenador, assistente, chefe,  quem sabe gerente, ou mesmo com muito esforço DIRETOR.

Era o tempo dos planos de carreira e das pastas de couro, dos carimbos, dos cheques nominais e da máquina de escrever elétrica que era disputada como se fosse um Tesla. Aqueles sortudos que podiam agendar hora de uso acesso aos Terminais 3270 dos Mainframe IBM.

📠 Curiosidade de época:
Havia um ritual quase sagrado chamado “hollerith”.
Você o recebia em papel, abria com cuidado, e lá estavam seus descontos, seus ganhos, e a prova viva de que você pertencia a algo que fazia sentido.
O mundo do trabalho era humano, previsível, quase paternal.

Comiamos marmitas esquentadas em aquecedores eletricos na sala de reunião transformada em um animado refeitorio improvisado.

E por mais que fosse duro, ainda havia uma relação de reciprocidade entre patrão e empregado.

👔 O pacto invisível

Trabalhar era um contrato de confiança.
Você se dedicava, e a empresa te retribuía.
O chefe tinha palavra, o funcionário tinha lealdade.
Os currículos eram impressos, as entrevistas eram olho no olho — e a palavra “colaborador” ainda não tinha sido inventada pra disfarçar o que se era de fato: empregado.

Havia almoço de fim de ano, amigo screto, festa na firma, cesta de Natal, e até o brinde com refrigerante quente na cozinha improvisada.
Pequenos gestos que, somados, criavam identidade.
O trabalho era mais que salário: era laço social.

💾 Easter-egg: O COBOL das relações humanas

Assim como o COBOL, o trabalho daquela época era direto, estruturado e confiável.
Sem loops infinitos de “feedbacks construtivos” ou “OKRs trimestrais”.
Você entregava, recebia, vivia.
E o sistema, por mais antigo que fosse, funcionava.

🕰️ Nostalgia com propósito

Hoje, pode parecer romantização.
Mas quem viveu sabe: havia mais pertencimento, menos performance.
Mais humanidade, menos “branding pessoal”.
O emprego era porto seguro, não uma roleta emocional.

O office-boy de 15 anos ainda acreditava que o crachá era uma chave — e, de certo modo, era mesmo.
Chave pra independência, pra autoestima, pra esperança.
O crachá valia sonho.
E sonhar, naquela época, ainda era gratuito.


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