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domingo, 5 de janeiro de 2020

Vale das Borboletas em São Tomé das Letras belas e suaves cachoeiras

Um vale cortado por um riacho com belas cachoeiras.


Estamos a caminho do Vale das Borboletas, uma pequena garganta com algumas quedas dáguas a menos de 3 quilômetros de São Tomé.

Seguindo pelo portal da cidade, descendo a serra rumo há uma estrada de terra, chegaremos numa movimentada vila, cheia de comercio, turistas e muitas surpresas.

Imagine caminhando por um gramado até encontrar a primeira corredeira e sua pequena cascata, uma piscina natural agradável para a família inteira.

Com muitas pedras e lagoas naturais, muito verde e fauna fantástica para apreciar e curtir a paz.

#MinasGerais #SãoTomeDasLetras #ValeDasBorboletas #Cascata #Corredeira #Cachoeira #Vale #Fauna #aves #cavalo #trilhos #caminhos #relax #paz #contemplação #natureza


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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Uma cachoeira do parque pedreira do Chapadão

Um lugar desolado que se transformou em um belo parque.


Quando imaginamos uma pedreira, a primeira imagem que vem na cabeça é um lugar desolado, sujo e destruído. Com muita poeira e pedras partidas, porém cabeças iluminadas conseguiram reverter isso e entregar para a população um belo presente, um lugar em que a natureza foi resgatada e entregue ao povo, convido a todos para conhecer.

Numa manha de sábado vamos para um passeio delicioso.... explorando cada detalhe deste parque fabuloso em Campinas... com direito a ver uma cachoeiras artificial, lago, peixes e tomar um delicioso sorvete. Convido a todos a visitarem e conhecerem.




domingo, 11 de junho de 2017

Uma espiada na Cachoeira de Cassorova em Brotas

Explorando as cachoeiras de Brotas.


Em continuação ao nosso dia de aventura estamos em Brotas, cidade rica em cachoeiras e aventuras com trilhas, rios e suas  corredeiras. Estamos na cachoeira Cassorova para apresentar ao Formiga sua primeira cachoeira, onde nos aventuramos por uma trilha, passamos por uma cascatinha, descemos por uma longa escadaria, passamos por uma ponte pênsil e após breve caminhada finalmente chegamos a cachoeira de 90 metros.

Nada como sair de casa e poder passear pelo campo, aproveitando o contato com a natureza, vendo árvores e plantas, com um olhar mais atento podemos encontrar aves e pequenos roedores escondidos entre os ramos.

Um ótimo dia para a família em meio a natureza, saia de casa e viva esta experiencia.


terça-feira, 30 de maio de 2017

A cachoeira do parque pedreira do Castelo


A cachoeira da Pedreira do Castelo

Uma antiga pedreira que virou parque

Campinas esta sendo uma cidade cheia de surpresas, quem diria que em pleno bairro do centro novo existe uma antiga pedreira que desativa foi transformada em um magnifico parque, inclusive com uma bela cachoeira em seu interior com lago e diversas atraçoes.


sábado, 9 de janeiro de 2016

A Cachoeira de Cassorova em Brotas

A primeira cachoeira do formiguinha

Partindo de Sao Pedro pela Serrinha, fomos seguindo as placas, sem saber exactamente para onde iríamos. Como o dia estava bonito e havia diversos restaurantes pela estrada, fomos nos aventurando. Em busca da cachoeira escondida.

O formiguinha estava empolgadissimo, pois ate então nunca tinha visto uma cachoeira, fomos tentando explicar como era e ele cheio de perguntas.

Chegamos ate uma estrada de terra em meio ao canavial e la adentramos.



Por fim chegamos em uma fazenda, preparada para o eco-turismo, a Fazenda de Cassorova proprietária de um restaurante em uma casa colonial, um bar na piscina, varias trilhas e 2 cachoeiras.

Devido ser a primeira vez dele,pegamos o percurso mais fácil e começamos a descer ate a dita cachoeira, ele impaciente queria logo chegar. A meio do caminho vi uma pequenina cascata e falei para ele que aquilo era a cachoeira.

Ele olhou meio incrédulo tudo aquilo, olhava para mim, para a Ju, tipo pensando estes 2 fazem um puta de um barulho por causa desta aguinha corrente.

Esclareci a verdade e começamos a descer, o barulho se fazia ouvir e eu dizia para ele prestar atenção que aquilo era a Cachoeira falando conosco, ao chegarmos no rio, tinha uma ponte pencil que balancei e apos uma curva, ele deu um grito de excitação.

Estava a sua frente uma imponente cachoeira de mais 30 metros, que devido as chuvas recentes, espumava com toda a sua força. Atingindo-nos com respingos a quase 50 metros da queda d'agua.

Ficamos ali uns 15 minutos apreciando a beleza da natureza e retornamos para a piscina para aproveitar o resto do dia.

quinta-feira, 29 de março de 2012

🌊 Crônica Bellacosa Mainframe — O Rio, os Salgados e o Pequeno Guerreiro do Mogi-Guaçu



 🌊 Crônica Bellacosa Mainframe — “O Rio, os Salgados e o Pequeno Guerreiro do Mogi-Guaçu”

(Para o blog El Jefe Midnight Lunch)


Há rios que cortam cidades.
E há rios que cortam vidas.
O Mogi-Guaçu dos anos 80 fazia os dois.

Para um paulistano recém-teletransportado para Pirassununga, aquele rio não era apenas água correndo:
era um animal vivo, pulsante, cheio de voz.
Era a primeira vez que eu via a natureza não como paisagem, mas como espetáculo.



🐟 O Mogi-Guaçu antes da ganância: água limpa, peixe farto, vida abundante

  1. Pirassununga.
    O rio era quase uma entidade mística.

  • Águas mais claras, mais calmas.

  • Muitas áreas verdes.

  • Barrancos que eram convites ao descanso.

  • Pescadores em fila, cada qual com seu kit de aventura.

  • Lambaris, piaus, dourados, cascudos — parecia cardápio ambulante.

O pessoal da cidade tratava o rio como um templo.
E eu, com apenas 9 anos, tratava como um parque de diversões gratuito.


🐟✨ A piracema: o milagre que parecia invenção do Maurício de Sousa

Se tem algo que nunca mais esqueci, foi a primeira piracema que vi.

Peixes voando do rio.
Sim, voando.
Saltando contra a correnteza como os samurais da água.

E o mais surreal:
os moradores usando guarda-chuvas abertos como redes improvisadas —
capturando os peixes que vinham literalmente pulando para dentro.

Era a Pirassununga versão "modo lendário ativado".



☀️🧺 Praiamas, represa e piqueniques com cheiro de infância

As tardes à beira do Mogi-Guaçu eram um convite ao ócio criativo:

  • brincadeiras nas “praiamas”, pequenas faixas de areia improvisadas;

  • visitas às instalações da represa, que para mim pareciam uma espécie de usina futurista;

  • adultos rindo, crianças correndo, vento soprando cheiro de mato e água.

Era tudo tão vivo, tão fresco, tão…
Brasil que deu certo, antes da mão pesada do progresso sem alma.



💸 A parte dura da história: a vida real da Família Wilson Bellacosa

Mas todo paraíso tem sua fenda de realidade.

A fotografia — a paixão do meu pai — não sustentava uma família inteira.
E ali começava o capítulo que me forjou:
o trabalho infantil involuntário mais épico e mais formador que já tive.

Sim, meus caros leitores do El Jefe:
antes de ser Bellacosa Mainframe, eu fui Bellacosa CoxinhaWare 1.0.


🍗🔥 O Empreendimento da Coxinha — Versão 1983

A operação era digna de startup:

Squad Bellacosa:

  • Dona Mercedes (Product Owner & Masterchef)

  • Eu e Vivi (junior devs de empanar, testes e QA de textura)

  • Sr. Wilson (DevOps: fritava, entregava e tentava não queimar nada)

Nós produzíamos coxinhas e risoles artesanais.
E nos finais de semana…
lá estávamos nós à beira do Mogi-Guaçu, vendendo salgados para turistas.

Eu com 9 anos.
Tabuleiro na mão.
Subindo e descendo o barranco.
Chamando clientes.
Fazendo troco.
Entendendo capitalismo raiz antes de saber o que era economia.

Parecia brincadeira.
Mas hoje vejo:
era sobrevivência.
Era caráter em construção.
Era vida me empurrando pra frente.


⚔️ O Pequeno Guerreiro do Mogi-Guaçu

Eu cresci rápido.

Aquele trabalho de final de semana, aquela responsabilidade, aquele suor pré-adolescente, forjaram algo em mim:

  • resiliência;

  • senso de urgência;

  • autoconfiança;

  • noção de valor;

  • e a certeza de que nada cai do céu — nem peixe, a não ser na piracema.

Fui moldado ali, entre barrancos, coxinhas e trocos contados.

O mesmo menino que carregava tabuleiro à beira do rio…
anos depois desembarcou em Lisboa com a coragem de quem já havia conquistado o Mogi inteiro.


🥚 Easter Egg Bellacosa Mainframe

A receita da coxinha original da Dona Mercedes ainda existe.
E pasme:
até hoje nunca comi outra igual —
nem no Brasil, nem em Portugal, nem na Europa inteira.

Quando o sistema é clássico…
não tem update que supere.

segunda-feira, 19 de junho de 2000

Carrancas e suas Corredeiras e Cachoeiras

Piscinas naturais em Carrancas

Depois de um excelente café da manha partimos em Direcção ao campo em busca das famosas corredeiras. Carranca é uma cidade rica em rios , riachos, ribeiroes com algumas cascatas lindas, pequenas cachoeiras e diversas piscinas naturais.

O grupo do Enigma estava muito empolgado, o ar fresco da manha permitiu caminharmos rápido e avançarmos rapidamente, chegando antecipadamente numa corredeira repleta de piscinas naturais, onde ficamos nos refrescando e aproveitando ao máximo possível a estadia.


A fome bateu, apos algumas horas brincando e relaxando nas aguas frias, fizemos nosso picnic comunitário e de barriguinha cheia limpamos nossa bagunça, afinal na natureza nada se tira (alem de fotografias) e nada de se leva (devemos trazer todo nosso lixo).




domingo, 18 de junho de 2000

Carrancas e seu rio e cachoeiras

Cachoeiras, ribeiros e rio de Carranca a riqueza hidrica


Nossa exploração em Carrancas nos levou a encontrar grandes quantidades de tesouros hídricos: rios, ribeiras, minas, bicas, corredeiras, cachoeiras... foi super refrescante após caminhar em trilhas sob o sol escaldante encontrar piscinas naturais para se refrescar.



Andando pelas trilhas do sertão sob o sol escaldante, não existe prazer maior que encontrar uma lagoa ou uma pequena piscina natural para relaxar. Imagine o prazer de ficar sentado em uma pequena cascata sentindo a agua caindo fazendo massagem sob o corpo.

Esta caminhada foi organizada pelo grupo Enigma e permitiu explorar diversos pontos turisticos da cidade.

sexta-feira, 17 de junho de 1994

Apiai e seu tesouro subterraneo

As cavernas do Petar

O grupo Encaminhada com o passar dos anos foi evoluindo, o grupo foi ganhando resistência e então fomos ficando mais audaciosos, escolhendo aventuras mais radicais.

Visitar Apiai no Vale do Ribeira e conhecer as cavernas do Petar foi o encerrar de um ciclo de grandes aventuras com o Encaminhada. Realmente fomos ao fundo, brincadeira na verdade exploramos diversas cavernas da região.




Para se ter ideia a melhor de todas as cavernas foi uma que atravessamos o interior da montanha por baixo d'agua, nadando algo de 3 a 4 metros na escuridão total, guiados apenas por uma corda guia, para sair em outra gruta e dela encontrar a saida.

Vimos restos arqueologicos de Sambaqui, tivemos aula de historia sobre os primeiros habitantes daquela regiao. Andamos com laternas de carbureto, encontramos animais selvagens, vimos mais cachoeiras e piscinas naturais. 

domingo, 19 de julho de 1992

Explorando a Serra do Japi em Jundiai.

Bellacosa Mainframe e o grupo Encaminhada na Serra do Japi

Um Café no Bellacosa Mainframe

🥾 Serra do Japi 1992 — Uma aventura do grupo Encaminhada

Este passeio pela Serra do Japi, em Jundiaí, fazia parte de uma série de pequenas aventuras que vivíamos com o grupo Encaminhada, organizado pelo setor de Benefícios e Lazer da Fundação CESP.

A proposta era simples e maravilhosa.

Periodicamente escolhíamos um roteiro, colocávamos a mochila nas costas e partíamos para explorar.

Não precisava existir resort.

Não precisava existir pacote turístico.

Muito menos aplicativo dizendo para onde virar.

Havia uma trilha, um destino, algumas pessoas dispostas a caminhar e aquela curiosidade fundamental:

— O que será que existe depois daquela curva?



🎒 Quando lazer também precisava caber no orçamento

É importante colocar esta história dentro de seu tempo.

Estamos falando do começo dos anos 1990.

A grana era curta.

Os boletos, esses aparentemente imortais predadores do orçamento doméstico, já imperavam.

Viajar e encontrar formas de lazer exigia criatividade. Por isso, iniciativas como o Encaminhada tinham um valor que talvez hoje não seja imediatamente perceptível.

Caminhar custava pouco.

Mas entregava muito.

Fazíamos atividade física, saíamos da rotina, encontrávamos amigos, respirávamos ar puro e conhecíamos lugares que estavam surpreendentemente próximos de São Paulo.

E talvez a Serra do Japi seja um dos melhores exemplos disso.

Você sai da paisagem urbana e, pouco depois, está diante de outro mundo.

Mata.

Trilhas.

Pássaros.

Insetos.

Árvores.

Pedras.

Água.

Silêncio.

E aquele cheiro característico de floresta que nenhuma fotografia consegue registrar.

🌳 Tão perto de São Paulo e aparentemente tão distante

Era justamente esse contraste que impressionava.

Geograficamente estávamos perto de uma das maiores regiões metropolitanas do planeta.

Mas entrando pelas trilhas da Serra do Japi, a sensação era outra.

Parecia que havíamos atravessado algum portal.

A cidade ficava para trás.

O ruído desaparecia.

Em seu lugar entravam os sons da mata.

Enquanto caminhávamos, observávamos a fauna e a flora, respirávamos aquele ar puro e, principalmente, descomprimíamos.

Talvez não usássemos essa palavra naquela época.

Hoje eu provavelmente diria que estávamos descarregando o buffer.

O trabalho ocupava memória.

As contas ocupavam memória.

As preocupações ocupavam memória.

Então chegava o fim de semana, colocávamos a mochila nas costas e executávamos:

PURGE STRESS

E curiosamente funcionava.



🧭 Emilio, nosso líder de exploração

À frente daquele pequeno grupo de exploradores estava Emilio, o líder do Encaminhada.

Dependendo do roteiro, contávamos também com a ajuda de guias locais, gente que conhecia os caminhos, as características da região e os acessos pela mata.

Isso permitia algo muito importante:

não estávamos simplesmente entrando aleatoriamente no mato.

Havia organização.

Havia orientação.

Havia um roteiro.

Mas continuava existindo espaço suficiente para aquilo que tornava tudo divertido:

a descoberta.

Era esse equilíbrio que transformava uma caminhada numa aventura.

Sabíamos aproximadamente para onde estávamos indo.

O que não sabíamos era tudo aquilo que encontraríamos pelo caminho.



🥾 Mochila nas costas e chapéu de Indiana Jones

E lá íamos nós.

Mochila nas costas.

Tênis ou botas preparados para a caminhada.

Água.

Alguma coisa para comer.

Máquina fotográfica.

E, no meu caso, aquele espírito de explorador que provavelmente nunca desapareceu.

Faltava apenas a trilha sonora de Indiana Jones.

Aliás, dependendo do chapéu, talvez nem isso faltasse.

Só não havia uma enorme pedra rolando atrás da gente.

Ainda bem.

Porque nas trilhas reais a aventura é muito menos cinematográfica.

Há subida.

Descida.

Pedra.

Barro.

Galho.

Cansaço.

Suor.

Às vezes alguém escorrega.

Depois alguém faz uma piada.

Todo mundo ri.

E continuamos andando.

Até alguém perguntar:

— Falta muito?

Pergunta universal de qualquer caminhada desde que o primeiro Homo sapiens resolveu seguir outro Homo sapiens por uma trilha.

💧 E então encontramos a cachoeira

Naquela exploração da Serra do Japi, caminhamos pelas trilhas observando a vegetação e os animais que apareciam pelo caminho.

O destino era uma cachoeira.

Depois de caminhar pela mata, encontrar água daquele jeito tem um efeito curioso.

Você esquece momentaneamente o cansaço.

Chegamos.

Paramos.

Descansamos.

E entramos na água.

Gelada.

Porque cachoeira aparentemente possui um acordo internacional determinando que a temperatura da água deve estar sempre alguns graus abaixo daquilo que o corpo humano considera razoável.

Primeiro você coloca o pé.

Arrepende-se.

Depois entra.

Arrepende-se novamente.

Trinta segundos depois está achando maravilhoso.

Era nosso prêmio pela caminhada.

Não havia pulseirinha de resort.

Não havia piscina aquecida.

Não havia garçom trazendo bebida.

Havia uma cachoeira no meio da Serra do Japi.

E naquele momento não precisávamos de mais nada.

📸 Tire apenas fotografias

Existia também uma máxima que acompanhava nossas caminhadas.

Era uma filosofia simples de respeito à natureza.

Da mata, não retirávamos nada além do nosso próprio lixo.

O que encontrávamos permanecia onde estava.

Pedras continuavam sendo pedras da Serra do Japi.

Flores continuavam ali.

Plantas continuavam ali.

Animais definitivamente continuavam ali.

A única coisa que capturávamos eram fotografias.

E mesmo essas eram diferentes das fotografias de hoje.

Não havia celular produzindo 300 imagens durante uma caminhada.

Fotografia custava dinheiro.

Filme tinha 12, 24 ou 36 poses.

Cada clique precisava valer alguma coisa.

Você olhava.

Escolhia.

Enquadrava.

Click.

E torcia para descobrir, alguns dias depois, que a fotografia havia ficado boa.

Curiosamente, essa limitação talvez tenha tornado aquelas fotografias ainda mais preciosas.


❤️ O restante nós guardávamos na memória

Havia, entretanto, outra coisa que trazíamos da mata.

Essa não ocupava espaço na mochila.

Memórias.

As conversas.

As piadas.

O cansaço.

O banho gelado.

Uma árvore diferente.

Um animal avistado rapidamente entre a vegetação.

Aquela subida que parecia não acabar.

A sensação maravilhosa de finalmente sentar.

O lanche compartilhado.

O caminho de volta.

Pequenos acontecimentos que naquele domingo pareciam absolutamente comuns.

Décadas depois descobrimos que não eram.

E talvez seja justamente por isso que este blog existe.

As fotografias registraram alguns segundos.

Os textos registraram algumas linhas.

Mas quando volto a essas postagens antigas percebo que cada uma delas funciona como um ponteiro.

1992 → Serra do Japi → Encaminhada → Emilio → mochila → cachoeira

E subitamente um arquivo que parecia adormecido começa novamente a carregar.

🗃️ O Encaminhada era uma série antes de sabermos que existiam séries

Este episódio da Serra do Japi não aconteceu isoladamente.

Existem outras aventuras do grupo Encaminhada espalhadas pelo blog.

Outros lugares.

Outras caminhadas.

Outras descobertas.

Quando foram publicados, eram simplesmente registros independentes de passeios.

Hoje consigo enxergar algo diferente.

Eles formam capítulos.

Era quase uma série documental feita sem intenção de produzir uma série documental.

As Aventuras do Grupo Encaminhada.

Emilio organizava.

Os guias mostravam os caminhos.

Nós caminhávamos.

E eu registrava.

Décadas depois, aqueles pequenos registros permitem reconstruir não apenas os lugares visitados, mas também quem éramos naquela época.

💾 Easter egg — talvez o verdadeiro backup fosse esse

Passei a vida profissional pensando em dados.

Backup.

Recovery.

Arquivos.

Retenção.

Histórico.

Integridade.

Mas em 1992 já estávamos fazendo uma espécie de backup sem perceber.

Cada fotografia era um registro.

Cada passeio era um dataset.

Cada história compartilhada era uma cópia distribuída entre várias pessoas.

E cada lembrança guardada era uma redundância.

Algumas cópias se perderam.

Algumas fotografias desapareceram.

Alguns nomes talvez tenham escapado.

Alguns detalhes ficaram fragmentados.

Mas basta encontrar uma velha fotografia ou algumas linhas escritas décadas atrás para executar o comando invisível:

RESTORE MEMORIES

E lá estamos novamente.

Mochila nas costas.

Chapéu de Indiana.

Emilio à frente.

Um guia mostrando a trilha.

A Serra do Japi ao nosso redor.

E um grupo de amigos entrando na mata em busca de uma coisa que provavelmente nenhum de nós saberia definir naquele momento.

Hoje eu sei.

Estávamos colecionando histórias.

E seguindo uma regra que continua perfeita décadas depois:

não deixar nada além de pegadas, não retirar nada além do nosso próprio lixo, capturar apenas fotografias e trazer para casa aquilo que realmente importa — bons momentos guardados na memória.

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Percorrendo as trilhas do Japi


Mais uma aventura do grupo Encaminhada, desta vez viemos ate Jundiai, de onde seguimos ate o parque ecológico da Serra do Japi,

Foi uma caminhada de nível médio, com alguns altos e baixos devido a Serra, com boa quantidade de árvores tínhamos sombras e era fresco.



Ao final da caminhada uma deliciosa  cachoeira nos esperava, passamos um bom tempo ali antes de retornar, revigorados pelo banho de cachoeira, com uma agua bem fria para relaxar todos os musculos.





sábado, 13 de junho de 1992

Sao Tome das Letras : A cidade onde todos os malucos querem ir

Dos lugares que visitei, posso dizer esta cidade é maluco beleza.


Desde meus acampamentos pelas praias e florestas sempre tive contacto com bichos grilos e hippies, porem em São Tome das Letras, encontrei o habit natural deles. Nossa que comunidade enorme de gente de bem.

Como dizem São Tome esta envolta de nuvens da paz, se é que me entende. Barzinhos, quiosques, tendinhas, venda e troca todos vivendo em paz consigo mesmo.


Nesta aventura do grupo Encaminhada fizemos um ciclo completo: caminhada em trilha no sertão, trilha em floresta, corredeiras, rio e riachos, piscinas naturais, grutas e cavernas. Andando a pe, de caminhão e trator.

Foi uma emocionante aventura que devido ha um acidente me custou metade de 2 dentes frontais, que historias a parte minha mae quase teve um treco e minha dentista a Dra. Alicia ficou muito triste, pois 2 semanas antes ela tinha feito todo o restauro e clareamento deles.



Para saber mais:



sábado, 6 de junho de 1992

Sao Tome das Letras um pequeno paraíso na serra.

Imagine um lugar único cheio de belezas e encantos


O grupo Encaminhada acertou em cheio ao escolher este destino. São Tome das Letras é uma cidade fabulosa, feita em pedra, cheia de encantos: tem uma pirâmide construída por um newage man. Tem construções únicas, que acredito mais cedo mais tarde, serão considerados patrimónios.

Existe um plato de onde avista-se o horizonte, vendo tudo e a tradição local diz que serve de discoporto, afinal os extraterrestres também frequentam estas bandas.




Listando algumas atraçoes tem corredeiras, ribeiroes, piscinas naturais, cachoeiras, cavernas e grutas e inúmeras trilhas para todo tipo de caminhante.
Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
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Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

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