quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Igreja Matriz de São Tome das Letras visão geral e a tempestade

Uma igreja do século XVIII no sul de Minas Gerais.


Situada no centro da localidade na praça Barão de Alfenas sua construção teve inicio em 1785, a partir de uma capela existente desde meados de 1770.

Com o afluxo dos imigrantes, o crescimento da região e a chegada da ferrovia, São Tomé cresceu, principalmente pela produção do café e tardiamente na extração de pedras.

Em estilo colonial como muitas igrejas do nosso país, com seu acabamento interior em Barroco e Rococó e pinturas do mestre Joaquim José da Natividade.

Vale a visita, não podendo perder o coreto, a gruta de São Tomé, a estatua do escravo Antão e os prédios históricos e tombados do centro da cidade.

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quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

A cachoeira da Lua e o caminho a Sobradinho em São Tomé das Letras

Uma estrada de terra com muita poeira.


Estamos em busca de novas cachoeiras, rumando sem rumo pela estrada de Sobradinho, perdidos no interior de São Tomé. Vendo a bela paisagem, sítios e chácaras.


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terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Um castelo meio assombrado em São Tomé das Letras

Estamos em 31 de Dezembro na cidade de São Tomé das Letras.


Estamos nos preparando para um jantar de Ano Novo bem diferente, estamos num castelo meio assombrado nesta mistica e louca cidade no alto das montanhas.

Esta cidade tem tantas surpresas, inclusive um castelo restaurante com salas secretas, vista fabulosa da cidade e assombrações para os mais impressionáveis

Desejo a você amigo que visita este humilde canal, um feliz 2020. Que este ano bissexto traga sorte, saúde e prosperidade, bem como muita paz, afinal com tantos governantes loucos ninguém aguenta.

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Aventureiros em São Tomé das Letras

Uma cidade fantástica.


Imagine uma cidade construída em lages de pedra, com ruas estreitas e cheia de lendas e mistérios, Com igrejas mal assombradas e coisas bem curiosas.

Um cruzeiro e uma visão panorâmica com as serra e muito verde para animar os aventureiros, trilhas, estatuas e criaturas saídas dos contos de fadas.

Magos, duendes, gnomos e fadas para uns... Ets, ovnis e discos voadores para os mais modernos, neste vídeo iremos apresentar a igreja de Nossa Senhora do Rosario, a Igreja Matriz, a Toca do Leão, a Gruta de São Tomé, a Piramide e muitos outras coisas.

Imagine uma pista de skate escondidinha num pequeno plato,, belas aves e muitas plantas de serrado, aventure-se em nosso canal e descubra estes e muitos mais tesouros.

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domingo, 29 de dezembro de 2019

Brasil 2019: quando o sistema parecia estável — e o operador experiente sentiu o frio na espinha

 


Brasil 2019: quando o sistema parecia estável — e o operador experiente sentiu o frio na espinha

Meu sexto ano de volta ao Brasil foi 2019. E todo veterano de mainframe conhece essa sensação: o sistema para de cair, os gráficos estabilizam, o barulho diminui — e exatamente por isso algo parece errado. Calmo demais. Silêncio demais. Em ambientes críticos, o perigo raramente anuncia chegada com sirene. Ele vem quando todos relaxam.

Depois de doze anos na Europa, eu já tinha aprendido a desconfiar da estabilidade sem explicação.

Economia: a promessa de retomada

Em 2019, a economia começou a falar em retomada. Reformas aprovadas, mercado animado, manchetes otimistas. Era como ver um sistema que finalmente responde aos pings. Mas quem estava no chão sentia outra coisa: pouco emprego de qualidade, renda ainda pressionada, desigualdade mais visível.

A engrenagem girava, mas rangia. Para quem viveu fora, o padrão era claro: ajuste fiscal sem rede de proteção cobra um preço invisível. O sistema melhora nos indicadores, piora na experiência do usuário.

A tal mudança de rumos existia — mas não apontava necessariamente para um lugar seguro.

Sociedade: normalizando o anormal

Socialmente, 2019 foi o ano da normalização do estranho. Discursos agressivos viraram rotina. Conflitos institucionais passaram a ser tratados como entretenimento. A política deixou de chocar e passou a cansar.

Para quem veio da Europa, isso acende alerta vermelho. Quando a sociedade se acostuma ao ruído, perde a capacidade de reagir ao sinal. O absurdo vira paisagem. O inaceitável vira opinião.

Era como operar um sistema com alertas desativados porque “sempre apita mesmo”.

Cultura: entre o escapismo e a negação

Culturalmente, 2019 foi dividido entre dois impulsos: fugir ou negar. Parte do país buscou escapismo — séries, memes, distração constante. Outra parte escolheu negar a complexidade, apostando em narrativas simples, quase infantis.

A arte ficou mais defensiva. O humor, mais ácido. O diálogo, mais raro. A cultura já não elaborava o trauma — apenas o empurrava para baixo do tapete.

Quem viveu fora reconhece esse momento: quando a sociedade está ocupada demais tentando manter a normalidade para perceber que algo grande se aproxima.

População: vivendo no automático

O brasileiro de 2019 estava no automático. Trabalhava, pagava contas, reclamava menos por cansaço, não por concordância. A indignação tinha virado gasto energético alto demais.

Resiliência virou rotina. E rotina, quando envolve sofrimento, é perigosa — porque anestesia.

Vi gente dizendo “pior que isso não fica”. Todo operador experiente sabe: essa frase precede incidentes graves.

Sexto ano pós-retorno: sensação de transição

No meu sexto ano de volta, senti algo diferente. Não era crise aberta, nem euforia. Era transição. Um sistema mudando de estado, silenciosamente. Algo novo no horizonte, mas não no sentido positivo ou negativo imediato — apenas desconhecido.

Na Europa, mudanças grandes costumam ser precedidas de relatórios. No Brasil, elas chegam como interrupt inesperado.

E havia algo no ar. Difícil de explicar racionalmente, fácil de sentir. Uma tensão baixa, constante, como servidor aquecendo além do normal sem disparar alarme.

O mais sinistro de todos: o que ninguém espera

O mais assustador de 2019 não foi o que aconteceu — foi o que não aconteceu. Nada explodiu. Nada caiu. Nada parou. O sistema seguiu rodando.

E é exatamente isso que assusta.

Porque os eventos mais terríveis em sistemas complexos não começam com falha total. Começam com pequenas exceções ignoradas, dependências mal mapeadas, confiança excessiva na estabilidade recente.

O perigo real de 2019 era invisível. Global. Silencioso. Não ideológico. Não nacional. Algo que não respeita fronteiras, discursos ou narrativas políticas. Algo que não pergunta em quem você votou.

Algo que ninguém esperava — justamente porque todos estavam ocupados demais discutindo o sistema antigo.

Epílogo: intuição de operador veterano

2019 terminou como começou: aparentemente normal. Mas para quem passou anos operando sistemas críticos — e vivendo em sociedades diferentes — a sensação era clara:
o sistema estava prestes a ser testado de um jeito que nenhum ajuste político ou econômico conseguiria resolver sozinho.

E todo veterano de mainframe sabe:
os incidentes mais graves
são aqueles que não aparecem nos relatórios,
não respeitam hierarquia
e não dão tempo de preparar discurso.

O Brasil de 2019 estava de pé.
Mas algo vinha aí.
Algo grande.
Algo assustador.

E ninguém, absolutamente ninguém,
estava pronto para o impact.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

⛪ Por que Igrejas e Religiões são Tão Associadas a Vilões em Animes?

 


⛪ Por que Igrejas e Religiões são Tão Associadas a Vilões em Animes?

⚔️ 1. Desconfiança Cultural do Poder Centralizado

O Japão tem uma herança cultural muito diferente do Ocidente.
Na história japonesa, o que se teme não é o “pecado”, mas o abuso do poder coletivo.

Enquanto o cristianismo construiu sua moral em torno de Deus e salvação,
o Japão (sob o xintoísmo e o budismo) sempre valorizou harmonia e equilíbrio social — o chamado wa (和).

Logo, qualquer instituição que tente impor autoridade absoluta sobre o indivíduo — mesmo que com aparência “divina” — é vista como perigosa.
E adivinha quem representa isso perfeitamente?
👉 A Igreja (ou qualquer entidade “sagrada” com poder político, militar ou moral).

Nos animes, a “igreja vilã” simboliza o sistema opressor mascarado de justiça.


🕍 2. Influência do Cristianismo como Mito Exótico

Como o cristianismo nunca foi parte orgânica da cultura japonesa, ele é retratado como mitologia estrangeira — misteriosa, dramática, perigosa.
Os japoneses o veem mais como estética narrativa do que fé.

Assim, cruzes, padres e anjos são usados como figuras de poder e manipulação, não como símbolos sagrados.

🎬 Exemplos:

  • Chrono Crusade – a igreja caça demônios, mas esconde seus próprios pactos infernais.

  • Hellsing – a Igreja cria monstros em nome de Deus.

  • Attack on Titan – a religião dos muros protege segredos sombrios.

  • Fullmetal Alchemist – o culto de Lior usa fé para manipular massas.

➡️ A mensagem: “Não confie cegamente em quem diz ter a verdade absoluta.


🧩 3. A Metáfora da Hipocrisia Moral

Na sociedade japonesa, existe uma palavra poderosa: tatemae (建前) — a “fachada social”, o que se mostra em público.
O oposto é honne (本音) — o que realmente se sente por dentro.

A “igreja vilã” é o tatemae do mal: a máscara da pureza escondendo corrupção, manipulação e egoísmo.

Os roteiristas japoneses usam isso para criticar:

  • o sistema político,

  • o autoritarismo,

  • a alienação social,

  • e até a própria natureza humana.

Ou seja: a igreja é só o palco onde se encena a hipocrisia universal.


⚙️ 4. A Herança do “Poder Invisível”

Na cultura oriental, há um fascínio por forças que agem por trás das cortinas — o destino, os deuses, o governo, ou entidades secretas.
A igreja, em muitos animes, representa essa estrutura invisível que controla o mundo.

📺 Em Neon Genesis Evangelion, a SEELE (organização secreta) usa símbolos religiosos para manipular o destino da humanidade.
📺 Em Vatican Miracle Examiner, o próprio Vaticano investiga milagres que escondem crimes.
📺 Em Claymore, a “Igreja da Luz” cria guerreiras-monstro em nome de Deus — e as descarta quando perdem utilidade.

O que há em comum?
👉 O uso do sagrado para justificar o controle.
O vilão, portanto, não é a fé — é a manipulação dela.


🧠 5. Crítica Filosófica e Existencial

A filosofia japonesa moderna, influenciada por Nietzsche, Jung e o existencialismo europeu, sempre teve uma pergunta central:

“Se Deus existe, por que o sofrimento é inevitável?”

Os criadores de anime transformam isso em drama visual.
A igreja — ou o “deus” — vira a estrutura que falhou.
O herói, muitas vezes, precisa enfrentar o próprio criador (divino, científico ou institucional).

💥 É o arquétipo do “Anjo Caído” reimaginado:
não como rebelde do mal, mas como símbolo da consciência humana que se liberta da obediência cega.


💡 Curiosidades Bellacosa

  • No Japão, poucos animes retratam a fé de forma positiva — exceções são Your Name, Natsume Yuujinchou e Mushishi, onde a espiritualidade é contemplativa, não institucional.

  • Os símbolos cristãos em anime raramente seguem teologia: são instrumentos de metáfora, não de doutrina.

  • Muitos roteiristas (como Hideaki Anno e Hiromu Arakawa) estudaram iconografia cristã apenas como referência simbólica, não religiosa.

  • Igrejas góticas são comuns em Tóquio — usadas para casamentos “de estilo ocidental”, mesmo entre não cristãos.


💬 Comentário Bellacosa

A “igreja vilã” não é um ataque à fé — é um espelho do medo humano de ser controlado pelo que parece puro.
O Japão, com sua filosofia da impermanência e harmonia, vê no fanatismo o colapso da alma.
E é por isso que, nos animes, o verdadeiro herói não destrói o sagrado — ele o redefine.


✨ Especial aos Fãs

Quer explorar essa simbologia com profundidade?
📚 Top 5 Animes para Estudar o “Símbolo da Igreja como Poder”

  1. Neon Genesis Evangelion – a religião como código de engenharia divina.

  2. Fullmetal Alchemist: Brotherhood – fé versus ciência, e o preço da verdade.

  3. Attack on Titan – a religião como prisão política.

  4. Hellsing Ultimate – o fanatismo armado e a guerra em nome de Deus.

  5. Trigun – redenção e pecado num deserto que tem mais cruzes do que igrejas.


Bellacosa conclui:
Nos animes, a igreja é o espelho invertido da alma humana:
prega a luz, mas esconde sombras.
E talvez, no fundo, o vilão não seja o templo — mas a fé cega que constrói muros em vez de pontes.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

teste 2


meu texto original
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