quarta-feira, 22 de setembro de 2021

📘 Visão Geral do Curso – IBM Z Resiliency

 


📘 Visão Geral do Curso – IBM Z Resiliency

Objetivo do curso

Compreender os conceitos de resiliência no IBM Z e o valor da recuperação rápida, mostrando por que o mainframe é a espinha dorsal de negócios digitais que não podem parar.

Público-alvo

  • Profissionais novos em resiliência no IBM Z

  • Analistas, operadores, sysprogs iniciantes

  • Profissionais de TI vindos de ambientes distribuídos que precisam entender por que o mainframe é diferente

👉 É um curso conceitual, não técnico profundo, focado em mentalidade, fundamentos e arquitetura.



🧠 Resumo Executivo (em uma frase)

O curso ensina por que o IBM Z foi projetado para não parar, como medir disponibilidade, quais mecanismos de hardware e software garantem isso, quais modelos de resiliência existem e como planejar sistemas realmente resilientes.


🔹 TÓPICO 1 – Resiliency: The key to the survival of a digital business

🎯 Objetivo do tópico

  • Entender como o downtime afeta clientes e usuários

  • Conhecer formas de medir disponibilidade

📌 Explicação prática

O que é Resiliência

Resiliência não é apenas alta disponibilidade.
É a capacidade de um sistema:

  • Continuar operando mesmo com falhas

  • Recuperar rapidamente

  • Minimizar impacto ao negócio e ao cliente

📢 Sistema resiliente não é o que nunca falha — é o que falha sem ser percebido.


💥 Impacto do downtime

Downtime afeta diretamente:

  • 💰 Receita (transações não realizadas)

  • 📉 Reputação da empresa

  • ⚖️ Compliance (bancos, seguradoras, governo)

  • 😡 Experiência do cliente

No mundo digital:

  • Milissegundos importam

  • Minutos custam milhões

  • Horas podem matar um negócio


📊 Como medir disponibilidade

Disponibilidade normalmente é medida como:

Disponibilidade (%) = (Tempo total – Tempo de indisponibilidade) / Tempo total

Exemplo clássico:

  • 99,9% (three nines) → ~8,7 horas de downtime por ano

  • 99,999% (five nines) → ~5 minutos por ano

👉 O IBM Z foi projetado para five nines ou mais, algo extremamente difícil em ambientes distribuídos.


🔹 TÓPICO 2 – IBM Reliability, Availability, Serviceability (RAS)

🎯 Objetivo

Descrever como hardware e software suportam a resiliência do IBM Z.

📌 O que é RAS

RAS é um princípio de engenharia, não um produto.

🔧 Reliability (Confiabilidade)

  • Componentes projetados para falhar menos

  • Detecção proativa de erros

  • Redundância física e lógica

Exemplos no IBM Z:

  • CPUs redundantes

  • Memória com ECC avançado

  • Detecção e correção automática de falhas


⏱ Availability (Disponibilidade)

  • Capacidade de continuar operando mesmo com falhas

  • Substituição de componentes sem desligar o sistema

Exemplos:

  • Hot swap de componentes

  • Workload sendo redistribuído automaticamente

  • Sysplex mascarando falhas de um nó


🛠 Serviceability (Manutenibilidade)

  • Diagnóstico rápido

  • Reparos sem impacto ao negócio

Exemplos:

  • Call Home automático para IBM

  • Logs detalhados de falha

  • Manutenção com sistema online

📢 No IBM Z, muitas falhas são corrigidas antes mesmo do cliente perceber.


🧠 Importante

RAS não é só hardware:

  • z/OS

  • CICS

  • DB2

  • JES

  • Sysplex

  • WLM

Tudo foi desenhado com a filosofia de nunca parar.


🔹 TÓPICO 3 – IBM Z Resiliency Models

🎯 Objetivo

Descrever as características dos quatro modelos de resiliência

📌 Os quatro modelos (visão conceitual)

1️⃣ Single system resiliency

  • Um único IBM Z

  • Usa RAS para evitar falhas

  • Recuperação rápida, mas sem site alternativo

✔️ Bom para ambientes menores
❌ Vulnerável a desastres físicos


2️⃣ Local high availability

  • Uso de Sysplex

  • Múltiplos LPARs ou CPCs no mesmo site

  • Failover quase transparente

✔️ Altíssima disponibilidade
❌ Ainda dependente de um único local físico


3️⃣ Geographically Dispersed Parallel Sysplex (GDPS)

  • Sites geograficamente separados

  • Replicação de dados

  • Failover automatizado

✔️ Proteção contra desastre
✔️ Recovery Time Objective (RTO) muito baixo
💰 Custo mais elevado


4️⃣ Continuous availability / Business resilience

  • Zero downtime percebido

  • Planejamento extremo

  • Automação total

✔️ Missão crítica absoluta
✔️ Bancos, bolsas, governos
📢 Aqui o negócio não pode parar nunca.


🔹 TÓPICO 4 – Planning for Resiliency

🎯 Objetivo

Definir princípios que contribuem para a resiliência.

📌 Planejar resiliência não é comprar hardware

Princípios fundamentais:

🧩 1. Pensar em falhas como algo normal

  • Tudo falha

  • O plano deve assumir isso


📋 2. Definir RTO e RPO

  • RTO: quanto tempo posso ficar fora?

  • RPO: quanto dado posso perder?

Sem isso, não existe resiliência — só achismo.


🔁 3. Automação

  • Failover manual não escala

  • IBM Z foi feito para automação


🧪 4. Testar, testar e testar

  • Plano não testado = plano inexistente

  • DR sem teste falha quando é mais necessário


🧠 5. Pessoas e processos

  • Tecnologia sem pessoas treinadas não funciona

  • Documentação clara

  • Papéis definidos

📢 Resiliência é 50% tecnologia e 50% processo.


🧾 Conclusão Geral do Curso

Este curso:

  • Não ensina comandos

  • Não ensina instalação

  • Ensina mentalidade de resiliência no IBM Z

É ideal para:

  • Quem vem de cloud/distribuído

  • Quem acha que “mainframe é caro”

  • Quem nunca viu um sistema rodar anos sem downtime

domingo, 12 de setembro de 2021

🖐️ A MÃO quie fala no Japão — Entre o gesto, o espírito e o silêncio

 


🖐️ A MÃO no Japão — Entre o gesto, o espírito e o silêncio
📓 Um mergulho sensorial e simbólico ao estilo Bellacosa Mainframe, direto do blog El Jefe Midnight Lunch


Na madrugada, quando a luz azul do monitor é a única companhia e o café já perdeu a vergonha, eu me pego pensando nessas pequenas coisas do cotidiano — como uma simples mão.
Aqui no Ocidente, a mão é ferramenta. No Japão, é linguagem.
E como tudo na cultura nipônica, há camadas, códigos, e uma etiqueta invisível que dita o que pode (ou não) ser feito com ela.

Afinal, no Japão, a mão fala — mesmo quando o japonês não diz uma palavra.


🏯 Um pouco de história — da espada à cerimônia do chá

Na antiga cultura samurai, as mãos eram símbolo de domínio e honra.
Com elas se empunhava a katana, se firmava o pacto, e também se tirava a própria vida em caso de desonra (seppuku).
A mão não era só um instrumento físico, mas um elo entre a ação e o espírito.

Nos templos, monges zen enxergavam nas mãos a ponte entre o corpo e o vazio — o gesto de unir as palmas (合掌 – gasshō) é até hoje uma forma de reverência espiritual e respeito.
Quem visita o Japão logo percebe: antes de entrar em um templo, junta-se as mãos — não como pedido, mas como reconhecimento da presença.


🤲 A linguagem silenciosa das mãos

Os japoneses falam pouco com gestos amplos, mas a mão japonesa é precisa.
Existem gestos com significados claros:

  • 🙏 Juntar as mãos = desculpa, gratidão, oração.

  • ✋ Levantar a palma = recusa polida.

  • 👌 Mão em círculo = dinheiro.

  • 🫳 Palma para baixo balançando = “não, não é bem assim…”

  • 🤚 Mão erguida com leve sorriso = um discreto “olá” socialmente calibrado.

Mas o verdadeiro código está no que não se faz:

  • Tocar alguém é raríssimo — nem apertos de mão são comuns.

  • Apontar com o dedo é considerado rude; usa-se a mão toda.

  • Passar algo diretamente com uma só mão é descortês; deve-se usar as duas mãos, sinal de respeito e cuidado.


🌸 Curiosidades e fofoquices culturais

💅 Namoro japonês: andar de mãos dadas em público já é um sinal forte de intimidade. No Japão, o “dar as mãos” é o equivalente emocional do “te amo” — algo reservado, simbólico e cheio de doçura.

🍱 Etiqueta no trabalho: ao entregar um cartão de visita (meishi), deve-se usar ambas as mãos — é como se entregasse um pedaço da própria identidade.

🎎 Na arte tradicional: a posição das mãos em danças como o Nihon Buyō ou no teatro Noh carrega significados espirituais. Cada gesto é palavra.

🪷 Na meditação: o posicionamento das mãos (mudra) define o tipo de energia invocada. O Dhyana mudra, com as mãos sobrepostas no colo, representa equilíbrio e sabedoria.


📚 Quem já falou sobre isso

  • Okakura Kakuzō, em “O Livro do Chá” (1906), descreve as mãos do anfitrião na cerimônia do chá como “a expressão física da harmonia”.

  • Daisetsu Teitaro Suzuki, mestre zen, falava que “a mente iluminada começa na ponta dos dedos”.

  • Haruki Murakami, em entrevistas, comenta como os gestos sutis das mãos japonesas o inspiram a construir o silêncio entre os personagens.

  • Hayao Miyazaki desenha mãos como espelhos da alma — repare em Totoro, Chihiro, Mononoke: cada toque é emocionalmente programado.


💡 Dicas Bellacosa de etiqueta manual japonesa

  1. Use as duas mãos para entregar ou receber algo — mostra respeito e intenção.

  2. Evite tocar — no Japão, o contato físico é reservado a quem tem permissão emocional.

  3. Não aponte com o dedo. Mostre com a palma — o gesto é mais bonito e neutro.

  4. Junte as mãos para agradecer. O clássico itadakimasu antes da refeição é um ato de reverência, não apenas um “bom apetite”.

  5. Cuidado com o tchau! O aceno de mão japonês é suave, com o pulso virado para baixo, e parece mais um “até logo” do que um “adeus”.


🪶 Conclusão Bellacosa

No Japão, as mãos não apenas fazem — elas significam.
São como terminais de um sistema ancestral que compila emoções, intenções e respeito em gestos silenciosos.
Enquanto no Ocidente falamos com a boca, o japonês conversa com as mãos — discretamente, com elegância, com economia.

E talvez aí esteja a lição:
a verdadeira comunicação não é barulhenta. É sutil. É feita de pausas, gestos, e intenções bem formatadas.

Na madrugada do El Jefe Midnight Lunch, entre um café e outro, penso que a mão é o mouse da alma
com ela navegamos pelo mundo, clicamos em vidas, arrastamos afetos e, às vezes, erramos o botão.
Mas é nela que mora a beleza do humano — o toque que não precisa ser físico para ser sentido.


🖐️☕
#ElJefeMidnightLunch #BellacosaMainframe #CulturaJaponesa #GestosJaponeses #Etiqueta #MainframeDaAlma

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

🔍 Powerful COBOL Análise Estática no Mainframe, Feature Flags e o Perigo Invisível do Overhead em CICS, VSAM e DB2

 


🔍 Powerful COBOL Análise Estática no Mainframe, Feature Flags e o Perigo Invisível do Overhead em CICS, VSAM e DB2

“O problema nunca foi o COBOL.
O problema sempre foi não olhar para o COBOL do jeito certo.”

Quem trabalha com mainframe há anos sabe:
os maiores incidentes não nascem em produção — eles são escritos no código-fonte.

E é exatamente aí que entram três temas que parecem modernos, mas são profundamente mainframe:

  • Análise Estática

  • Feature Flag

  • Overhead invisível em CICS, VSAM e DB2

Este artigo conecta esses três pontos com uma visão prática, realista e sem buzzword.


Powerful Cobol Bellacosa Mainframe


🧠 Análise Estática no Mainframe: O Olhar que Vê Antes do Erro

Análise estática é o processo de avaliar código sem executá-lo.

No mainframe, isso significa:

  • Ler COBOL, JCL, CICS, SQL

  • Construir o fluxo lógico

  • Mapear dependências

  • Detectar riscos antes do batch rodar ou da transação ir para o ar

💬 Tradução Bellacosa:

“É o analista sênior que nunca dorme, nunca esquece regra e nunca fala ‘acho que está certo’.”


IBM Chip


🔍 O que a análise estática realmente enxerga

Ela consegue detectar:

  • GO TO implícito (PERFORM sem EXIT)

  • Código morto

  • Variáveis usadas sem inicialização

  • SQL sem índice

  • EXEC CICS dentro de loop

  • VSAM acessado sem controle de status

  • Lógicas condicionais impossíveis

  • Parágrafos que nunca retornam

👉 Tudo isso sem executar uma linha de código.


💣 O Erro Clássico que a Análise Estática Salva: o GO TO Invisível

PERFORM PROCESSA PROCESSA. DISPLAY 'PROCESSANDO'

Sem EXIT., o fluxo cai no próximo parágrafo.
Nenhum warning. Nenhum erro de compilação.

📉 Resultado:

  • Fluxo imprevisível

  • Batch pulando validação

  • CICS “se comportando estranho”

  • Dump que “não faz sentido”

👉 Análise estática detecta isso em segundos.


🚩 Feature Flag no Mainframe: Poder Absoluto, Risco Absoluto

Feature Flag é um interruptor lógico que controla comportamento sem recompilar código.

No mainframe, o uso mais robusto é:

  • Feature Flag via DB2

  • Lida no INIT

  • Armazenada em WORKING-STORAGE

  • Usada para controlar lógica crítica

IF WS-FEATURE-FLAG = 'S' PERFORM NOVA-LOGICA ELSE PERFORM LOGICA-ANTIGA END-IF

💡 Isso é DevOps real no z/OS.


🧠 Onde a análise estática entra nas Feature Flags

Análise estática consegue identificar:

  • Flags lidas dentro de loop

  • Flags sem valor default

  • Flags que quebram fluxo principal

  • Flags usadas como “patch permanente”

  • Flags que escondem bugs

💬 Frase de guerra:

“Feature Flag mal usada vira GO TO moderno.”


⚠️ O Maior Perigo: Overhead Invisível

Agora entramos no ponto mais crítico — overhead.

No mainframe, overhead não aparece como erro.
Ele aparece como:

  • Batch mais lento

  • CICS com resposta errática

  • DB2 “culpado” sem estar errado

  • VSAM com I/O absurdo


🔥 Overhead em DB2: o clássico EXEC SQL no loop

PERFORM UNTIL EOF EXEC SQL SELECT FLAG_VALOR INTO :WS-FLAG FROM FEATURE_FLAG END-EXEC ... END-PERFORM

📉 1 milhão de registros = 1 milhão de SELECTs.

  • CPU explode

  • Classe 2 aumenta

  • DB2 vira gargalo

  • SLA quebrado

👉 Análise estática identifica acesso repetitivo a DB2 imediatamente.


🔥 Overhead em CICS: o inimigo silencioso

Em CICS, o overhead é ainda mais perigoso:

  • EXEC CICS dentro de loop

  • Leitura repetida de DB2

  • VSAM acessado sem cache

  • Falta de controle de HANDLE CONDITION

📌 Cada chamada:

  • Consome thread

  • Aumenta response time

  • Impacta outras transações

💬 Regra Bellacosa:

“Se roda em CICS, tudo que é barato vira caro.”


🔥 Overhead em VSAM: o esquecido

VSAM não dá SQLCODE, não dá warning.

Overhead comum:

  • READ em loop sem buffering

  • STARTBR mal posicionado

  • Releitura desnecessária

  • Chave mal definida

👉 Análise estática detecta:

  • Caminhos excessivos

  • Acessos redundantes

  • Falta de controle de FILE STATUS


🧠 Como os Três Temas se Conectam

TemaRisco
Análise EstáticaIgnorada
Feature FlagMal implementada
OverheadInvisível

💣 Combinação mortal:

Feature Flag lida em loop
dentro de transação CICS
acessando DB2
sem cache

📉 Resultado: incidente que ninguém entende.


🛡️ Boas Práticas Bellacosa (nível sênior)

✅ Análise Estática sempre antes do build

  • Integra no pipeline

  • Bloqueia erro cedo


✅ Feature Flag lida uma única vez

  • INIT do batch

  • Início da transação CICS


✅ Valor default sempre definido

  • Nunca confiar em SQLCODE zero eterno


✅ Nenhuma chamada externa dentro de loop

  • DB2

  • CICS

  • VSAM


✅ Código antigo só morre depois da estabilização

  • Flag primeiro

  • Remoção depois


🥚 Easter Eggs Mainframe

🥚 Análise estática detecta erro que só aparece 1 vez por mês
🥚 Feature Flag é PARM moderno
🥚 Overhead é bug de arquitetura, não de código
🥚 Mainframe sempre foi DevOps — só não chamava assim
🥚 Quem domina isso vira arquiteto sem pedir promoção


🎯 Conclusão Bellacosa

Análise estática, Feature Flags e controle de overhead não são luxo.
São sobrevivência em ambientes críticos.

Quem ignora:

  • Apaga incêndio

  • Trabalha reativo

  • Vive de madrugada

Quem domina:

  • Prevê falha

  • Entrega com segurança

  • Ganha confiança

  • Evolui a carreira

DevOps no mainframe começa antes do deploy.
Começa na leitura do código.

 

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

☕️ Cafés Temáticos do Japão — O Guia Bellacosa de Experiências Otaku Imperdíveis



 ☕️ Cafés Temáticos do Japão — O Guia Bellacosa de Experiências Otaku Imperdíveis

🍰 Porque no Japão até o café tem lore, fanservice e uma pitada de magia geek!

Se tem algo que o Japão domina (além de robôs, sushi e animes existenciais), é transformar o ato de tomar café em uma experiência teatral, emocional e totalmente insana.
Os cafés temáticos japoneses são a ponte entre o mundo real e o universo otaku — uma mistura de ritual, roleplay e fandom.
Então, ajeite sua gravata escolar imaginária, solte um itadakimasu! e embarque comigo no guia definitivo dos cafés temáticos do Japão, versão Bellacosa.


🎀 1. Maid Café — Onde o cliente é o “Goshujin-sama”

📍 Epicentro: Akihabara, Tóquio

Imagine entrar num lugar e ser recebido com:

“Okaerinasaimase, goshujin-sama!” 💖 (Bem-vindo de volta, mestre!)

Esse é o ritual de boas-vindas dos maid cafés, onde as atendentes vestidas como empregadas vitorianas tratam o cliente como o herói de um anime.

☕️ Destaques clássicos:

  • @Home Café: o mais famoso de Akihabara. Atendimento doce, sem exageros, ótimo pra iniciantes.

  • Maidreamin: mistura de restaurante, karaokê e mini show de idols.

💡 Curiosidades Bellacosa:

  • Os “encantamentos de comida” (como o “moe moe kyun!”) servem pra “abençoar” o prato com energia kawaii.

  • Há regras rígidas: não toque nas maids, não peça contatos pessoais e não tire fotos sem permissão.

🎭 Bellacosa Tip:
Os cafés mudam de tema — tem maid gótica, cyberpunk, neko (gata), colegial, até zumbi. Escolha o que combina com sua vibe otaku.


🎩 2. Butler Café — O Reino das Otomes

📍 Ikebukuro, Tóquio

A versão elegante dos maid cafés — só que com mordomos impecáveis, luvas brancas e um inglês refinado.
O público é majoritariamente feminino, mas qualquer um pode viver a experiência.

🍷 Destaques:

  • Swallowtail Café: o mais famoso, com reserva obrigatória.
    O atendimento é digno de um castelo britânico — o mordomo literalmente te escolta até a mesa.

🎀 Curiosidade Bellacosa:
O Swallowtail treina seus atendentes como atores — cada um tem uma backstory e personalidade.
É como entrar em um visual novel ao vivo.

💡 Dica: Fale baixo, evite o celular e curta o teatro. É sobre imersão, não flirt.


🐭 3. Pokémon Café — A Experiência Oficial e Fofa

📍 Nihonbashi (Tóquio) e Osaka

Um templo da fofura gamer.
O Pokémon Café é totalmente temático — desde o cardápio até a decoração.
As comidas são inspiradas nos monstrinhos: curry do Snorlax, panqueca do Pikachu, latte da Eevee.

🎉 Curiosidades Bellacosa:

  • É o único café onde o Pikachu aparece “ao vivo” em horários específicos.

  • As louças e utensílios são exclusivos e colecionáveis.

💡 Dica de ouro:
Reserve com semanas de antecedência — as mesas somem em minutos após a abertura online.


☠️ 4. One Piece Café & Tower Café

📍 Tóquio (Torre de Tóquio)

Para os piratas de coração geek.
Ambiente temático com mesas que imitam o convés do Thousand Sunny, pratos com nomes de tripulantes e drinks com cores das frutas do diabo.

🏴‍☠️ Curiosidades Bellacosa:

  • As garçonetes falam como se fossem parte da tripulação!

  • Há pratos exclusivos em eventos especiais, como o aniversário de Luffy (5 de maio).

💡 Dica:
Compre o combo “refeição + souvenir” — sai mais barato que comprar o item separado.


🎮 5. Final Fantasy Eorzea Café

📍 Akihabara, Tóquio

Ambiente inspirado em Final Fantasy XIV, com decoração de guilda medieval e telões exibindo o jogo.
Você pode comer, beber e jogar ao vivo enquanto interage com outros aventureiros.

⚔️ Destaques:

  • Drinks baseados em classes do jogo.

  • “Limit Break Dessert” — uma sobremesa teatral que chega com efeitos de fumaça e luz.

💡 Curiosidade Bellacosa:
Cada visitante ganha uma carta aleatória de job class, e os frequentadores trocam entre si como se fossem relíquias sagradas.


🐱 6. Neko Café — Relaxar com Gatos e Chá

📍 Presentes em todo o Japão

Os neko cafés (cat cafés) são espaços zen onde você paga por tempo para tomar chá cercado por gatos fofos.
Uma terapia japonesa clássica contra o estresse das grandes cidades.

😺 Curiosidade:
Há também cafés de corujas (owl cafés) e até de ouriços (hedgehog cafés)!

💡 Dica Bellacosa:
Não acorde os gatos, e lave bem as mãos antes de tocar neles. O Japão leva higiene muito a sério.


👻 7. Cafés de Terror e Gótica-Lolita

📍 Shinjuku e Harajuku, Tóquio

Pra quem curte estética sombria e teatral, há cafés inspirados em filmes de terror, castelos góticos e até hospitais abandonados!
Garçons com maquiagem de zumbi, pratos que “sangram” ketchup e músicas de organo barroco ao fundo.

🩸 Destaque:
O Alcatraz ER simula um manicômio com celas, alarmes e enfermeiras loucas servindo coquetéis em tubos de ensaio.

💀 Curiosidade Bellacosa:
Mesmo assustadores, esses cafés seguem o padrão de respeito e educação japonesa.
Tudo é performance — e o cliente sempre é o protagonista.


🧁 8. Cafés de Animes Temporários (Collab Cafés)

📍 Shibuya, Akihabara e Ikebukuro

O Japão vive de colaborações limitadas — cafés que existem só por alguns meses com tema de um anime, jogo ou banda.
De Demon Slayer a Sailor Moon, de Evangelion a Genshin Impact, cada um cria cardápios, decorações e brindes exclusivos.

💡 Dica Bellacosa:
Siga as redes das lojas Animate Café e Parco — são elas que hospedam a maioria desses eventos.

🎀 Colecionadores amam:
Cada drink ou sobremesa dá direito a coasters, cards e mini pôsteres exclusivos do evento.


🍡 9. Cafés de Idols e Bandas 2D

📍 Ikebukuro e Shibuya

Lugares dedicados a grupos de idols reais ou fictícios.
Fãs assistem clipes, cantam juntos e trocam itens colecionáveis.
Alguns cafés têm shows ao vivo, com performers que interpretam as personagens.

💫 Curiosidade Bellacosa:
Os fãs seguem etiqueta rígida — nada de gritar fora de hora, e sim “responder” com luzes de glowstick sincronizadas.


☕️ Roteiro Bellacosa: 7 Dias de Cafés Temáticos

DiaTipoLocalFoco
1Maid CaféAkihabaraExperiência clássica kawaii
2Pokémon CaféNihonbashiFofura gamer
3Butler CaféIkebukuroCultura otome
4Final Fantasy CaféAkihabaraRPG e fantasia
5Neko CaféShinjukuRelax e mindfulness
6One Piece CaféTorre de TóquioFandom épico
7Collab CaféParco ShibuyaExperiência sazonal

🌸 Conclusão Bellacosa

Os cafés temáticos do Japão não são só sobre comida — são sobre emoção, nostalgia e performance.
Eles transformam o cotidiano num palco e o cliente em personagem.

Dica final de etiqueta:
Respeite o espaço, sorria, participe da brincadeira e deixe gorjeta… emocional.
A verdadeira recompensa é a lembrança.

“No Japão, até o cappuccino tem lore — e o amor vem servido em xícara de porcelana com chantilly de imaginação.” ☕️💮

— Bellacosa Mainframe Japão, o café onde a cultura pop ganha alma.

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

REXX – Introducing My New Friend

 



REXX – Introducing My New Friend

(ou: como eu parei de torcer o nariz e ganhei um aliado no z/OS e z/VM)

“Às vezes o melhor software não é o mais caro, nem o mais novo. É o que já está aí, esperando você parar de ignorar.”

Navegar pelas complexidades do z/OS e do z/VM exige um arsenal respeitável de ferramentas. JCL, COBOL, assembler, CLIST, utilitários do sistema, produtos terceiros… tudo isso faz parte do dia a dia.
Mas em muitos momentos, o tool ideal simplesmente não existe, é caro demais, ou não justifica um processo de aquisição que passa por 37 comitês, 12 reuniões e 2 meses de espera.

Foi exatamente aí que, meio a contragosto, eu resolvi sair da zona de conforto e mergulhar em uma linguagem que sempre esteve ali, silenciosa, quase invisível: REXX.

Confesso: no começo houve resistência.
“Mais uma linguagem?”
“Isso não é coisa de CLIST melhorado?”
“Será que vale o tempo?”

Spoiler: vale. E muito.
Hoje, o REXX não é só uma linguagem — é meu novo amigo no mainframe.




📜 1. Um breve passeio pela história das linguagens

Antes de falar de REXX, precisamos contextualizar.

Da força bruta à legibilidade

  • Anos 40/50: código de máquina e Assembly — poder absoluto, legibilidade zero.

  • Anos 60: COBOL, FORTRAN — produtividade e portabilidade começam a surgir.

  • Anos 70: linguagens estruturadas, foco em legibilidade e manutenção.

  • Anos 80: linguagens de script e automação ganham espaço.

É nesse cenário que, em 1979, na IBM, surge o REXX (Restructured Extended Executor), criado por Mike Cowlishaw.



👉 O objetivo era claro:

Criar uma linguagem simples, legível, poderosa e tolerante a erros humanos.

Nada de pontuação excessiva, nada de sintaxe críptica.
REXX foi pensado para gente, não só para compiladores.

📌 Easter egg histórico:
Mike Cowlishaw também é o criador da notação decimal usada em IEEE 754-2008. Ou seja, o homem sabia exatamente o que estava fazendo.


🧑‍💻 2. O papel real de sysprogs e devs no z/OS e z/VM

Quem vive mainframe sabe:
o trabalho não é só programar.

No mundo real, fazemos:

  • Automação de tarefas repetitivas

  • Análise de datasets e catálogos

  • Interação com TSO/ISPF

  • Chamada de comandos do sistema

  • Tratamento de mensagens (WTO, WTOR, GETMSG)

  • Integração entre ferramentas

  • Prototipação rápida de soluções

  • “Apagar incêndio” às 3h da manhã 🔥

E aqui vem a pergunta fatal:

Você vai fazer tudo isso em COBOL compilado?

REXX entra exatamente nesse espaço:

  • Mais poderoso que CLIST

  • Mais simples que COBOL

  • Mais integrado que scripts externos


🔌 3. Integrando REXX ao seu workflow atual

REXX não substitui COBOL, PL/I ou Assembler.
Ele complementa.

Onde o REXX brilha:

  • Dentro do TSO

  • Em ISPF

  • Em batch

  • No z/VM (CMS, CP, EXECs)

  • Chamando utilitários do sistema

  • Orquestrando JCL

  • Automatizando ambientes

📌 Easter egg prático:
Você pode chamar IDCAMS, IEFBR14, SDSF, comandos MVS e até programas COBOL diretamente do REXX.

REXX é o cola tudo do mainframe.


🧠 4. Fundamentos e base teórica do REXX

Filosofia da linguagem

  • Tudo é string

  • Tipagem dinâmica

  • Sintaxe limpa

  • Código próximo do inglês

  • Pouca pontuação

  • Muito foco em legibilidade

Exemplo simples:

say 'Hello, mainframe world!'

Sem ponto e vírgula.
Sem BEGIN/END obrigatórios.
Sem drama.

Estrutura básica

  • Instruções lineares

  • Controle por IF, DO, SELECT

  • Funções internas riquíssimas

  • Integração nativa com o ambiente

Variáveis

nome = 'Bellacosa' say 'Bem-vindo,' nome

📌 Curiosidade:
Variáveis não inicializadas não quebram o programa.
Elas simplesmente retornam o próprio nome.
Isso é genial para debug… e perigoso se você não souber 😄


🧩 5. Pré-requisitos para aprender REXX

A boa notícia: poucos.

Idealmente você já conhece:

  • Conceitos básicos de mainframe

  • TSO/ISPF

  • JCL (ao menos leitura)

  • Dataset, PDS, PS, membros

  • Comandos básicos do sistema

Se você sabe navegar no ISPF, já está 50% pronto.


🛠️ 6. REXX na prática – exemplos do mundo real

Exemplo 1 – Listar datasets

address tso "listcat level('USER01')"

Exemplo 2 – Automatizar ISPF

address ispexec "control errors return" address ispexec "display panel(MYPANEL)"

Exemplo 3 – Batch REXX

//STEP1 EXEC PGM=IKJEFT01 //SYSTSPRT DD SYSOUT=* //SYSEXEC DD DISP=SHR,DSN=USER.REXX.LIB //SYSTSIN DD * %MEUREXX /*

📌 Easter egg avançado:
REXX pode ler e escrever datasets linha a linha com EXECIO.
Sim, você pode fazer mini-SORTs sem DFSORT.


🤯 7. Curiosidades que poucos contam

  • REXX existe fora do mainframe (OS/2, Windows, Linux)

  • É base de automação em vários produtos IBM

  • Muitos produtos “enterprise” usam REXX internamente

  • CLIST perdeu espaço por causa do REXX

  • É uma das linguagens mais subestimadas do ecossistema IBM Z


☕ Conclusão – Por que REXX virou meu novo amigo

REXX não é moda.
REXX não é hype.
REXX é eficiência silenciosa.

Ele resolve problemas reais:

  • rápido

  • integrado

  • sem burocracia

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Se você trabalha com z/OS ou z/VM e ainda ignora o REXX, deixo o conselho de veterano:

Não subestime uma linguagem que a IBM colocou no coração do sistema.

Porque às vezes, o melhor amigo já estava no mainframe…
você só nunca tinha puxado assunto 😉


quarta-feira, 18 de agosto de 2021

🔞🔞🔞 10 Animes Sensuais e Provocativos que Beiram o Limite da Maturidade 🔞🔞🔞

 


🔞 10 Animes Sensuais e Provocativos que Beiram o Limite da Maturidade

Nem todo anime sensual é vulgar. Em muitos casos, a provocação é uma ferramenta narrativa para discutir desejo, poder, repressão e moralidade. No Japão, a fronteira entre o erótico e o filosófico é tênue, e alguns títulos exploram justamente esse limite.
A seguir, uma seleção de 10 animes adultos, sensuais e controversos — onde o corpo é metáfora, e a mente, o verdadeiro campo de batalha.


1. High School DxD (2012)

  • Autor: Ichiei Ishibumi

  • Sinopse: Issei Hyoudou, um adolescente obcecado por garotas, é morto por uma demônia e renasce como servo de Rias Gremory, uma sedutora princesa do inferno.

  • Personagens: Issei, Rias, Akeno, Asia

  • Curiosidade: Apesar do fanservice, tem mitologia bem construída e batalhas espirituais intensas.

  • Dicas: Não subestime pela aparência; o humor e a ação compensam o excesso de pele.

  • Recepção: Cultuado por fãs do ecchi; criticado por quem busca seriedade.

  • Crítica: Mostra que sensualidade e fantasia podem coexistir com mitologia interessante.




2. Prison School (2015)

  • Autor: Akira Hiramoto

  • Sinopse: Cinco garotos são os primeiros alunos homens em uma escola feminina rígida — e acabam presos num "reformatório" interno comandado por garotas dominadoras.

  • Personagens: Kiyoshi, Hana, Mari, Meiko

  • Curiosidade: É quase uma sátira do fetichismo japonês, com humor inteligente e crítica social.

  • Dicas: Assista como uma comédia absurda sobre repressão sexual e poder.

  • Recepção: Aclamado por seu timing cômico; polêmico pelas cenas ousadas.

  • Crítica: Um espelho exagerado da hipocrisia moral e do voyeurismo escolar.




3. Yosuga no Sora (2010)

  • Autor: Sphere (visual novel)

  • Sinopse: Gêmeos órfãos retornam à cidade natal e redescobrem emoções reprimidas, incluindo um amor proibido.

  • Personagens: Haruka, Sora, Nao, Akira

  • Curiosidade: Cada arco retrata um tipo de amor diferente, do platônico ao incestuoso.

  • Dicas: Vá preparado para dilemas morais, não apenas romance.

  • Recepção: Extremamente divisivo; amado por uns, odiado por outros.

  • Crítica: A série aborda o desejo como sintoma de solidão, não como pecado.


4. Kuzu no Honkai (Scum’s Wish, 2017)

  • Autor: Mengo Yokoyari

  • Sinopse: Hanabi e Mugi fingem namorar enquanto usam um ao outro para substituir seus amores impossíveis.

  • Personagens: Hanabi Yasuraoka, Mugi Awaya, Akane Minagawa

  • Curiosidade: O erotismo aqui é psicológico e existencial.

  • Dicas: Perfeito para quem busca drama humano realista, sem idealização.

  • Recepção: Elogiado por tratar o desejo como vazio e dor.

  • Crítica: Uma das análises mais cruas da juventude e suas carências afetivas.


5. Redo of Healer (Kaifuku Jutsushi no Yarinaoshi, 2021)

  • Autor: Rui Tsukiyo

  • Sinopse: Um herói de cura é traído, torturado e decide se vingar, manipulando e humilhando seus algozes.

  • Personagens: Keyaru, Freia, Setsuna

  • Curiosidade: Foi censurado em diversos países; considerado “o anime mais vingativo da década”.

  • Dicas: Assista apenas se tiver estômago forte; violência e sexualidade são extremas.

  • Recepção: Fãs de dark fantasy o consideram ousado; críticos o chamam de “vingança pornográfica”.

  • Crítica: Questiona até onde vai a moral em um mundo que destrói o inocente.


6. NANA (2006)

  • Autor: Ai Yazawa

  • Sinopse: Duas jovens chamadas Nana compartilham um apartamento em Tóquio e enfrentam os dramas da vida adulta, amor e ambição.

  • Personagens: Nana Osaki, Nana Komatsu, Ren, Nobu

  • Curiosidade: Baseado em um mangá cult de estética punk e emocional.

  • Dicas: Não é sobre sexo, é sobre a intensidade dos laços humanos e suas falhas.

  • Recepção: Aclamado como um retrato cru da juventude japonesa.

  • Crítica: Erótico na sutileza — mais psicológico que físico.




7. Interspecies Reviewers (2020)

  • Autor: Amahara

  • Sinopse: Acompanhe um grupo de aventureiros que avalia bordéis de diferentes espécies fantásticas.

  • Personagens: Stunk, Zel, Crimvael

  • Curiosidade: Foi removido de várias plataformas por “conteúdo inapropriado”.

  • Dicas: Uma sátira hilária e descarada do fanservice.

  • Recepção: Polêmico, mas elogiado por seu humor criativo.

  • Crítica: Usa o erotismo como comédia e comentário sobre a própria cultura otaku.


8. Domestic na Kanojo (2019)

  • Autor: Kei Sasuga

  • Sinopse: Natsuo se vê dividido entre duas mulheres — sua professora e sua nova meia-irmã — após uma série de encontros proibidos.

  • Personagens: Natsuo, Hina, Rui

  • Curiosidade: Baseado em um dos mangás mais debatidos dos últimos anos.

  • Dicas: Ideal para quem gosta de drama amoroso com dilemas éticos reais.

  • Recepção: Fãs elogiaram o realismo emocional; críticos acharam excessivamente melodramático.

  • Crítica: Mostra que o amor nem sempre é bonito, e a moralidade raramente é simples.


9. Highschool of the Dead (2010)

  • Autor: Daisuke Satō

  • Sinopse: Um grupo de estudantes luta para sobreviver em meio a um apocalipse zumbi — e a tensão sexual é quase tão explosiva quanto as batalhas.

  • Personagens: Takashi, Saeko, Rei, Shizuka

  • Curiosidade: Mistura ação, terror e erotismo de forma inusitada.

  • Dicas: Desligue o moralismo e divirta-se com o exagero cinematográfico.

  • Recepção: Fãs amaram o ritmo e o fanservice; críticos chamaram de “The Walking Dead com decotes”.

  • Crítica: Um guilty pleasure assumido.


10. No Game No Life (2014)

  • Autor: Yuu Kamiya

  • Sinopse: Irmãos gamers são transportados a um mundo onde tudo é decidido por jogos, inclusive poder e erotismo simbólico.

  • Personagens: Sora, Shiro, Stephanie Dola

  • Curiosidade: A sensualidade é sugerida, não explícita, usada como humor e metáfora.

  • Dicas: Um anime provocativo, inteligente e visualmente exuberante.

  • Recepção: Cultuado por seu visual e diálogos rápidos.

  • Crítica: Mostra como a provocação pode ser estética e não apenas sexual.


✦ Conclusão Bellacosa

A sensualidade no anime não é mero fanservice — é, muitas vezes, espelho de um Japão que ainda lida com repressões e dualidades culturais.
Esses títulos mostram que desejo e reflexão podem coexistir, e que, às vezes, o erotismo é apenas a fachada para discutir solidão, poder e humanidade.

E você? Qual desses te provocou mais — a carne ou a consciência?


Assistindo Hentai no sossego do quarto


10 Dicas para Assistir Animes Sensuais e Hentais de Forma Consciente e Segura

  1. Escolha plataformas confiáveis
    Prefira serviços oficiais de streaming ou lojas digitais. Evita sites piratas que podem ter malware ou propaganda invasiva.

  2. Confira a classificação etária
    Animes sensuais podem ter temas maduros. Verifique classificação indicativa e esteja ciente do conteúdo antes de assistir.

  3. Entenda o contexto
    Muitos animes usam sensualidade como parte de narrativa, humor ou desenvolvimento de personagens. Conhecer o contexto cultural japonês ajuda a apreciar melhor.

  4. Legendas e traduções confiáveis
    Use traduções oficiais sempre que possível. Legendas ruins podem distorcer a história ou criar interpretações erradas.

  5. Assista com atenção à narrativa
    Não foque apenas na estética; observe roteiro, desenvolvimento de personagens e humor. Muitos animes sensuais são ricos em storytelling.

  6. Respeite limites pessoais
    Se algum conteúdo te deixar desconfortável, pare e troque de episódio ou título. O entretenimento deve ser prazeroso, não forçado.

  7. Use headphones ou som adequado
    Trilha sonora e efeitos sonoros são parte da experiência. Fones de qualidade ou bom sistema de som aumentam a imersão.

  8. Explore gêneros relacionados
    Se gosta de fanservice, comédia romântica ou ecchi, explore variações leves antes de partir para títulos mais intensos.

  9. Participe de comunidades seguras
    Fóruns e grupos de fãs podem ajudar a descobrir títulos, discutir histórias e aprender curiosidades sem exposição a conteúdo ilegal.

  10. Cuide da privacidade
    Evite compartilhar dados pessoais em sites duvidosos. Prefira perfis anônimos ou contas dedicadas para discussões de nicho.