✨ Bem-vindo ao meu espaço! ✨
Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
Um tema sensível, que causa muita polêmica, tentarei ser o mais correto em abordar um tema, que por si só causa discussões acaloradas.
⚖️ A lei japonesa
A Lei Antiprostituição de 1956 (Baishun Bōshi Hō) define prostituição como “relação sexual vaginal em troca de dinheiro”.
Ou seja, apenas o ato sexual completo é proibido — e até assim, a punição costuma recair sobre quem lucra intermediando, não sobre as pessoas que se prostituem.
💋 O que é permitido (e existe legalmente)
Graças à definição restrita da lei, surgiu toda uma indústria do chamado “fūzoku” (風俗) — termo que cobre uma ampla gama de serviços sexuais legais, como:
Soaplands 🫧 – banhos eróticos com massagens e contatos íntimos (mas “oficialmente” sem penetração).
Fashion Health – clínicas de “massagem sensual” ou “serviços de fantasia”.
Pink salons – locais que oferecem sexo oral (legal, pois não é considerado “intercurso”).
Delivery health (デリヘル) – acompanhantes que vão até hotéis ou residências.
Hostess clubs / Host clubs – bares onde se paga pela companhia e flerte (sem sexo explícito).
Esses estabelecimentos são registrados e fiscalizados pelo governo local sob a Lei de Negócios de Entretenimento e Moralidade (Fūeihō).
🚫 O que é ilegal
Relações sexuais completas pagas, mesmo consensuais, continuam tecnicamente ilegais.
Tráfico humano, prostituição forçada, exploração de menores e coerção são crimes graves.
Também há proibições rígidas contra menores de 18 anos em qualquer tipo de fūzoku.
🏙️ Na prática
Na realidade, há tolerância social e institucional, especialmente em distritos conhecidos como:
Kabukichō (Shinjuku, Tóquio)
Susukino (Sapporo)
Nakasu (Fukuoka)
Tobita Shinchi (Osaka) – um dos poucos “bairros de prostituição” ainda ativos, onde as casas operam discretamente.
A polícia tende a agir apenas quando há denúncias, escândalos ou envolvimento de menores ou estrangeiros sem visto apropriado.
🧠 Curiosidade cultural
O Japão tem uma longa história de prostituição institucionalizada, desde o período Edo com as “yūjo” (cortesãs profissionais) até as geishas, que eram artistas mas conviviam nesse mesmo universo de entretenimento.
O termo moderno “fūzoku” acabou herdando essa ambiguidade entre prazer, serviço e espetáculo.
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Com um olhar ocidental brasilerio e espionando, o mundo do fūzoku japonês (風俗産業) é vasto, curioso e cheio de sutilezas culturais.
Vamos destrinchar essa indústria semi-legal do prazer, que movimenta bilhões de ienes por ano e revela muito sobre a sociedade japonesa contemporânea.
Bellacosa Mainframe e a segunda temporada de link click
☕💣🕰️ O DIA EM QUE O OPERADOR VIU O FUTURO ABENDAR: LINK CLICK 2 E A GUERRA PELO CONTROLE DAS LINHAS TEMPORAIS
Introdução
Se a primeira temporada de Shiguang Dailiren (Link Click) era sobre acessar backups do passado, a segunda temporada é sobre algo muito mais perigoso:
Descobrir que você não é o único com acesso ao sistema.
A Temporada 2 abandona parcialmente a estrutura episódica e mergulha em uma narrativa contínua, mais sombria, mais madura e infinitamente mais perigosa.
É o momento em que o anime deixa de ser apenas um drama temporal e se transforma em um thriller psicológico sobre controle, identidade, livre-arbítrio e manipulação.
Na linguagem Bellacosa Mainframe:
TEMPORADA 1
=
CONSULTA AO BACKUP
TEMPORADA 2
=
INVASÃO AO SISTEMA
Cada episódio é uma peça de um quebra-cabeça gigantesco.
Sinopse
Após os eventos chocantes do final da primeira temporada, Cheng Xiaoshi, Lu Guang e Qiao Ling tentam entender quem está manipulando os acontecimentos por trás das sombras.
Novos inimigos surgem.
Novos poderes aparecem.
E uma pergunta começa a assombrar toda a narrativa:
E se existirem outras pessoas capazes de interferir nas linhas temporais?
O que parecia um dom único revela-se apenas uma pequena parte de algo muito maior.
A Grande Evolução da Série
A primeira temporada discutia:
memórias
arrependimentos
despedidas
A segunda discute:
identidade
controle
poder
manipulação
O tom torna-se muito mais sombrio.
A Visão Bellacosa Mainframe
Imagine que você administra um ambiente z/OS.
Durante anos você acreditou possuir acesso exclusivo ao sistema.
Então descobre que existe outro operador.
E pior.
Ele possui privilégios diferentes dos seus.
E ainda pior.
Você não sabe quem ele é.
Nem onde está.
Nem qual seu objetivo.
Isso é Link Click 2.
Os Novos Vilões
Sem entrar em spoilers pesados.
A temporada apresenta indivíduos capazes de manipular pessoas de maneiras assustadoras.
O conceito é brilhante porque expande o universo.
Agora não existe apenas:
ACESSAR O PASSADO
Existe também:
CONTROLAR PESSOAS
ALTERAR ESCOLHAS
MANIPULAR EVENTOS
A escala aumenta absurdamente.
Cheng Xiaoshi
Nesta temporada ele amadurece muito.
Na primeira temporada era impulsivo.
Aqui ele começa a compreender o peso de suas decisões.
Pela primeira vez percebe que:
BOAS INTENÇÕES
≠
BONS RESULTADOS
Uma das mensagens centrais da série.
Lu Guang
Se tornou um dos personagens mais fascinantes da animação moderna.
A segunda temporada adiciona camadas inteiras ao personagem.
Sua aparente frieza ganha novas interpretações.
Muitas decisões que pareciam simples revelam significados completamente diferentes.
Qiao Ling
Talvez seja quem mais cresce.
Ela deixa de ser apenas suporte narrativo.
Passa a ocupar posição fundamental nos conflitos.
Sua participação emocional torna-se indispensável.
O Mistério Central
A grande pergunta da temporada é:
Quem está manipulando os eventos?
Mas existe outra pergunta mais importante.
Quem realmente controla o destino?
A série constantemente desafia a ideia de livre-arbítrio.
O Tema Oculto da Temporada
Muitos acreditam que o tema é viagem temporal.
Na verdade não.
O tema principal é:
Controle
Quem controla:
as memórias
as decisões
as emoções
o futuro
A temporada inteira gira ao redor disso.
O Conceito de Possessão
Um dos elementos mais interessantes.
A série começa a explorar:
consciência
identidade
personalidade
Perguntando:
O que define quem você realmente é?
Seu corpo?
Sua memória?
Suas escolhas?
Seu passado?
É um debate filosófico extremamente sofisticado.
O Suspense
A Temporada 2 é muito mais tensa.
Praticamente todos os episódios terminam com:
CONTINUE...
A sensação é semelhante a acompanhar:
Death Note
Monster
Psycho-Pass
Misturados com viagem temporal.
Mensagens Ocultas
O passado não pode ser possuído
A série mostra que tentar controlar tudo gera destruição.
O futuro é imprevisível
Mesmo quando você conhece eventos futuros.
Ainda assim não controla todas as variáveis.
O poder corrompe
Quanto maior a capacidade de alterar eventos.
Maior a responsabilidade.
Pessoas não são dados
Esse talvez seja o maior ensinamento.
Você pode entender informações sobre alguém.
Mas nunca compreender totalmente uma pessoa.
O Impacto Cultural
A segunda temporada consolidou Link Click como uma das maiores produções da animação chinesa.
Ela demonstrou que as donghuas não eram apenas uma curiosidade do mercado.
Podiam competir diretamente com produções japonesas de alto nível.
A recepção internacional foi extremamente positiva.
Muitos fãs consideram a segunda temporada ainda mais ambiciosa que a primeira.
Houve Censura?
Sim, mas de forma limitada.
Como toda grande produção chinesa, a série precisou adequar determinados conteúdos.
Os principais pontos observados foram:
violência gráfica
representações sobrenaturais
temas sensíveis
Entretanto, o núcleo dramático da história permaneceu praticamente intacto.
A maioria dos fãs sequer percebe alterações relevantes.
O Que Torna a Temporada 2 Especial?
Porque ela faz algo raro.
Em vez de repetir a fórmula de sucesso.
Ela expande completamente o universo.
Muitas sequências fazem o espectador revisitar acontecimentos da primeira temporada sob uma nova perspectiva.
É quase como executar:
//REPROCESS EXEC PGM=TIMELINE
//SYSIN DD *
REBUILD HISTORY
/*
E descobrir que os resultados nunca foram os que você imaginava.
Avaliação Bellacosa Mainframe
Critério
Nota
Suspense
10/10
Mistério
10/10
Desenvolvimento dos Personagens
10/10
Complexidade Narrativa
10/10
Impacto Emocional
9,8/10
Trilha Sonora
10/10
Reviravoltas
10/10
Originalidade
10/10
Nota Final
⭐⭐⭐⭐⭐ 10/10
Link Click Season 2 é o momento em que a série abandona a simples recuperação de backups emocionais e entra definitivamente no território da guerra entre administradores das linhas temporais.
É mais sombria.
Mais inteligente.
Mais filosófica.
Mais perigosa.
E deixa uma reflexão que qualquer profissional de TI entende perfeitamente:
"O verdadeiro problema não é descobrir quem alterou o sistema. O verdadeiro problema é descobrir se o sistema original ainda existe." ☕💣🕰️📸🖥️
Bellacosa Mainframe apresenta Goblin Slayer parte vi
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Goblin Slayer — Parte VI : A Biologia dos Goblins
Quando um Programador COBOL Descobre que o Maior Bug da Fantasia Medieval Nunca Foi um Dragão... Mas um Organismo Capaz de Evoluir Mais Rápido do que Qualquer Sistema de Defesa
"A maioria dos aventureiros vê um goblin. Goblin Slayer enxerga um organismo, uma sociedade, uma cadeia logística e uma ameaça evolutiva inteira."
Introdução — Muito Além de Pequenos Monstros Verdes
Quando pensamos em goblins, quase toda a cultura pop nos condicionou a imaginar criaturas pequenas, desorganizadas e relativamente inofensivas.
Nos videogames eles costumam ser os primeiros inimigos.
Nos RPGs representam monstros de baixo nível.
São quase o equivalente ao "Hello World" da fantasia medieval.
Kumo Kagyu destruiu completamente essa ideia.
Em Goblin Slayer, os goblins não são apenas monstros.
São praticamente uma espécie biológica extremamente bem adaptada à guerra.
Quanto mais analisamos seu comportamento, mais percebemos que estamos diante de algo próximo de um estudo de ecologia, etologia e evolução.
Goblin Slayer não combate apenas indivíduos.
Ele combate uma espécie inteira.
O erro cometido por quase todos os aventureiros
Existe um padrão curioso.
Todo aventureiro iniciante pensa exatamente igual.
"São apenas goblins."
Essa frase aparece diversas vezes ao longo da obra.
E praticamente sempre termina em desastre.
Goblin Slayer sabe por quê.
Porque ninguém estuda os goblins.
Todos apenas os enfrentam.
Bellacosa Mainframre apresenta a biologia do Goblin
Um biólogo enxergaria outra coisa
Imagine um pesquisador entrando numa floresta.
Ele não vê apenas animais.
Ele observa:
comportamento
alimentação
reprodução
migração
competição
cadeia alimentar
adaptação
Goblin Slayer faz exatamente isso.
Ele observa os goblins como um cientista observa uma espécie invasora.
A anatomia dos goblins
Fisicamente, os goblins apresentam características bastante consistentes.
São pequenos.
Ágeis.
Musculatura compacta.
Grande resistência física.
Excelente visão em ambientes escuros.
Pouca necessidade de conforto.
Capacidade de sobreviver em cavernas extremamente hostis.
Não são particularmente fortes.
Mas compensam isso através do número.
Energia mínima
Um detalhe fascinante.
Os goblins parecem consumir poucos recursos.
Precisam de pouco alimento.
Pouca infraestrutura.
Pouco equipamento.
Isso permite crescimento extremamente rápido.
Na natureza, espécies assim costumam tornar-se invasoras.
Uma espécie oportunista
Na biologia existe um conceito conhecido como espécie oportunista.
São organismos que ocupam rapidamente qualquer ambiente disponível.
Goblin Slayer mostra exatamente isso.
Uma caverna abandonada?
Os goblins aparecem.
Uma mina esquecida?
Os goblins aparecem.
Uma fortaleza destruída?
Os goblins aparecem.
Eles praticamente colonizam qualquer espaço vazio.
O comportamento de matilha
Individualmente...
Um goblin é relativamente fraco.
Mas eles raramente agem sozinhos.
Sua estratégia baseia-se na matilha.
Isso lembra diversos animais reais.
Como:
lobos
hienas
javalis selvagens
formigas
cupins
A força não está no indivíduo.
Está na organização coletiva.
A inteligência coletiva
Talvez o maior erro dos aventureiros seja subestimar sua inteligência.
Goblin Slayer nunca faz isso.
Os goblins:
aprendem
observam
imitam
adaptam estratégias
reconhecem armadilhas
utilizam terreno
copiam equipamentos humanos
Não são gênios.
Mas também estão muito longe de serem irracionais.
O aprendizado por observação
Existe uma característica extremamente interessante.
Quando um goblin sobrevive...
Toda a tribo aprende.
É quase como um sistema distribuído.
Cada batalha produz novas informações.
Cada derrota gera melhorias.
É exatamente assim que evoluem boas organizações.
A hierarquia
Outro aspecto brilhante.
Os goblins possuem uma estrutura militar relativamente organizada.
Existe uma cadeia de comando.
Os mais fortes tornam-se líderes.
Os mais inteligentes assumem funções específicas.
A sociedade não é caótica.
Ela é funcional.
As castas
Ao longo da obra encontramos diferentes tipos.
Goblin comum
Infantaria.
Maioria da população.
Responsáveis por reconhecimento.
Ataques rápidos.
Pilhagem.
Goblin Shaman
Especialistas.
Utilizam magia.
Funcionam como apoio tático.
São extremamente perigosos.
Goblin Champion
Resultado do crescimento de indivíduos excepcionais.
Muito maiores.
Muito mais fortes.
Funcionam como tropas de choque.
Goblin Lord
Líder militar.
Excelente estrategista.
Coordena ataques.
Planeja campanhas.
Organiza tribos.
Goblin Paladin
Talvez a maior demonstração de evolução social.
Não apenas possui liderança.
Também utiliza equipamentos avançados.
Armaduras.
Escudos.
Treinamento.
Praticamente uma cavalaria pesada.
Goblin King
Representa a capacidade máxima de organização.
Já não estamos falando de uma tribo.
Mas de um verdadeiro exército.
Evolução pela sobrevivência
Existe um princípio importante na biologia.
Espécies sob enorme pressão ambiental evoluem rapidamente.
Os goblins vivem exatamente isso.
Cada confronto elimina indivíduos fracos.
Os sobreviventes tornam-se mais eficientes.
É um mecanismo narrativo inspirado na ideia de seleção natural, embora apresentado em um universo de fantasia.
Uma logística assustadora
Goblin Slayer compreende algo que poucos aventureiros percebem.
Os goblins possuem logística.
Eles armazenam:
armas
comida
água
ferramentas
prisioneiros
equipamentos roubados
Uma tribo organizada torna-se exponencialmente mais perigosa.
O uso de tecnologia
Embora primitiva.
Existe tecnologia.
Eles utilizam:
lanças
espadas
escudos
armadilhas
cordas
barricadas
passagens ocultas
Muitos equipamentos são simplesmente roubados.
Mas saber utilizá-los já demonstra enorme capacidade de adaptação.
O conhecimento do terreno
Nunca enfrentam aventureiros onde eles são fortes.
Preferem:
cavernas
túneis
corredores estreitos
escuridão
emboscadas
Goblin Slayer percebe isso imediatamente.
Por isso adapta completamente sua forma de lutar.
A reprodução — O tema mais controverso
Um dos aspectos mais polêmicos da obra envolve a forma como os goblins garantem a continuidade de sua espécie.
Kumo Kagyu utiliza esse elemento para mostrar que eles não são apenas inimigos de combate, mas uma ameaça existencial às comunidades humanas. É um recurso narrativo que reforça o horror daquele mundo e explica por que Goblin Slayer considera qualquer tribo um perigo imediato, mesmo quando parece pequena.
A obra deliberadamente evita retratar os goblins como criaturas "fofas" ou moralmente ambíguas. Eles são apresentados como predadores cuja expansão depende da destruição de outras comunidades.
Ecologia de uma infestação
Talvez a melhor palavra seja:
Infestação.
Goblin Slayer nunca trata uma tribo como um grupo isolado.
Ele pensa ecologicamente.
Hoje existem dez.
Amanhã vinte.
Depois cinquenta.
Depois cem.
Depois uma cidade inteira desaparece.
É exatamente como espécies invasoras no mundo real.
Comparando com organismos reais
Os goblins lembram um pouco:
Formigas
Grande organização.
Hierarquia.
Especialização.
Cupins
Expandem rapidamente.
Constroem estruturas.
Colonizam.
Javalis
Altamente adaptáveis.
Reprodução eficiente.
Grande impacto ambiental.
Ratos
Poucos predadores.
Grande velocidade de expansão.
Capacidade enorme de ocupar ambientes humanos.
O pensamento de Goblin Slayer
É aqui que entra sua genialidade.
Enquanto outros aventureiros enfrentam indivíduos.
Ele enfrenta ecossistemas.
Ele não pergunta:
"Quantos goblins existem?"
Pergunta:
"Qual a capacidade de crescimento desta tribo?"
Essa diferença muda completamente sua estratégia.
A filosofia da erradicação
Por isso ele insiste.
Nenhum goblin deve sobreviver.
Não é ódio irracional.
É cálculo.
Um sobrevivente aprende.
Reconstrói.
Forma nova tribo.
Recomeça o ciclo.
É exatamente a lógica utilizada em programas de controle de espécies invasoras ou de contenção de pragas: enquanto a fonte do problema permanece ativa, o risco continua existindo.
Um Sysprog entenderia imediatamente
Imagine um malware.
Você encontrou apenas um computador infectado.
Um técnico inexperiente diria:
"Problema resolvido."
Um administrador experiente perguntaria:
Existe outro servidor comprometido?
O atacante ainda possui acesso?
Há persistência?
Existem credenciais vazadas?
Goblin Slayer pensa exatamente assim.
Ele nunca acredita que matou "todos".
Ele verifica.
Confirma.
Procura ovos.
Procura túneis.
Procura sobreviventes.
Age como um especialista em resposta a incidentes.
O maior ensinamento biológico da obra
Talvez Kumo Kagyu tenha criado uma das representações mais interessantes de uma espécie monstruosa na fantasia moderna.
Os goblins não assustam porque são gigantes.
Nem porque lançam magia devastadora.
Assustam porque se comportam como organismos perfeitamente adaptados ao ambiente.
Eles aprendem.
Adaptam-se.
Sobrevivem.
Expandem-se.
Enquanto todos os enxergam como pequenos monstros verdes...
Goblin Slayer enxerga exatamente o que eles realmente são.
Uma espécie invasora extremamente eficiente.
Conclusão — O Ecossistema Invisível
Depois de analisar a biologia dos goblins, percebemos que Kumo Kagyu construiu muito mais do que antagonistas para cenas de ação.
Ele criou uma espécie com comportamento coerente, organização social, hierarquia, adaptação e lógica de sobrevivência.
É justamente essa consistência que faz Goblin Slayer parecer tão diferente de outras fantasias.
No universo do Bellacosa Mainframe, existe um paralelo inevitável.
Problemas pequenos raramente permanecem pequenos.
Uma rotina sem manutenção.
Um índice nunca reorganizado.
Uma permissão excessiva.
Uma biblioteca desatualizada.
Um job ignorado.
No primeiro dia parecem irrelevantes.
No centésimo dia podem comprometer todo o sistema.
Goblin Slayer compreendeu essa verdade antes de qualquer outro aventureiro.
Ele nunca combate apenas goblins.
Ele combate o crescimento exponencial do problema.
Porque sabe que, tanto na biologia quanto na computação, a melhor forma de vencer uma infestação não é derrotá-la quando ela se torna gigantesca, mas impedir que ela tenha a oportunidade de crescer.
☕Um Café no Bellacosa Mainframe
ARQUIVOS DA GUILDA • CLASSIFICAÇÃO: DARK FANTASY
Goblin Slayer sem Mistérios
O Guia Definitivo da Série Completa
Uma jornada por cronologia, psicologia, biologia, estratégia,
engenharia militar, referências culturais, simbolismos e os
segredos escondidos de Goblin Slayer.
“Quando um Programador COBOL Descobre que Grandes Obras Também
Precisam de um Mapa para Não se Perder na Dungeon.”
Goblin Slayer sem Mistérios é uma coleção especial
do Bellacosa Mainframe dedicada à análise profunda da obra criada por
Kumo Kagyu. Cada capítulo investiga uma camada diferente da franquia,
relacionando fantasia sombria, RPG de mesa, estratégia, trauma,
sobrevivência, engenharia militar e arquitetura de sistemas.
A coleção foi organizada em ordem cronológica para facilitar a leitura.
Você pode começar pela Parte I, seguir capítulo após capítulo ou utilizar
os filtros para selecionar assuntos como psicologia, goblins, táticas,
história da franquia e cultura otaku.
Todos os títulos abaixo são links HTML reais e permanecem acessíveis
mesmo quando o JavaScript estiver desativado. Isso facilita a navegação
dos leitores e a descoberta das páginas por mecanismos de busca.
⌕
Progresso da campanha0 de 14 missões visitadas
14 capítulos encontrados
I
Introdução
Goblin Slayer sem Mistérios — Parte I
O ponto de entrada da campanha. Uma análise sobre o herói invisível
que não salva o mundo em uma única batalha, mas impede silenciosamente
que ele desmorone todos os dias.
O verdadeiro poder não está na espada, mas na constância de levantar,
preparar os equipamentos e executar diariamente o trabalho que quase
ninguém deseja assumir.
Uma reflexão sobre profissionais que projetam soluções, previnem
desastres e permanecem atrás do terminal enquanto o restante do
mundo apenas percebe que tudo continua funcionando.
Parte V — A Evolução Cronológica Completa da Franquia
Da publicação original às light novels, mangás, adaptações,
spin-offs, filme e temporadas do anime: a evolução de uma história
que cresceu release após release.
Anatomia, comportamento, adaptação, hierarquia e ecologia dos
goblins analisados como uma espécie invasora capaz de explorar
brechas e evoluir rapidamente.
Parte VII — As Referências Escondidas de Goblin Slayer
Conan, Berserk, Tolkien, Dungeons & Dragons, Sword World RPG,
literatura fantástica, mitologia e cultura pop escondidos entre
as linhas da obra de Kumo Kagyu.
Parte VIII — A Psicologia Profunda de Goblin Slayer
Trauma, hipervigilância, isolamento, necessidade de controle,
resiliência e reconstrução emocional por meio das relações que
lentamente devolvem humanidade ao protagonista.
Uma análise sobre informação, iniciativa, especialização,
probabilidades, redundância e a capacidade de pensar diversos
movimentos à frente do adversário.
Cem detalhes sobre personagens, mundo, goblins, equipamentos,
narrativa, simbolismos, RPG, produção, psicologia e estratégia
que podem passar despercebidos até pelos fãs.
O mapa da campanha: introdução, sequência recomendada, resumo dos
capítulos e orientação para explorar todas as camadas da coleção
sem se perder na dungeon.
Por Que Goblin Slayer É uma das Melhores Obras de Dark Fantasy
A conclusão da jornada, reunindo cronologia, psicologia, estratégia,
engenharia militar, simbolismos, referências culturais, construção
de mundo e impacto na cultura otaku.
A Composição do Exército Goblin em The Fate of an Adventurer
Rei Goblin, estado-maior, Champions, Shamans, arqueiros, infantaria,
Riders, logística e cadeia de comando analisados como componentes
de uma força militar organizada.
Comece pelas três primeiras partes para compreender a proposta da
série. Depois visite o Arquiteto Invisível, conheça a evolução da
franquia e aprofunde-se em biologia, referências, psicologia,
engenharia militar e estratégia.
01 Fundamentos do herói invisível
02 História e evolução da franquia
03 Biologia e organização dos goblins
04 Psicologia e simbolismos
05 Engenharia militar e estratégia
06 Segredos, guia completo e síntese final
LEITOR DA GUILDA
Visualização do capítulo
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Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe
desde 1988
,
é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2,
z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais,
conhecimento técnico, história da computação e práticas
do universo mainframe para aproximar novas gerações das
tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos
ao redor do mundo.
IBM Champion
IBM Z
COBOL
CICS
Db2
z/OS
Mainframe desde 1988