Translate

quinta-feira, 10 de julho de 2025

Pessoas erram... Cobol: ainda não morreu

 

Bellacosa Mainframe rindo das muitas mortes do COBOL Highlander

Pessoas erram... Cobol: ainda não morreu

4,349 followers

Salve jovem padawan, curioso as previsões de "especialistas", que tentam vender Bala de Prata. Leia um comentário sobre uma antiga matéria de 2006 da ComputerWorld, onde as pessoas querem, por que, querem matar o COBOL.

Passados quase 18 anos, o COBOL continua firme e forte, houve baixas, ocorreram migrações, porém a experiência prova que aqueles que ficaram gastaram menos. O perigo dos custos ocultos, que somente com a chave na mão, o diretor de IT descobre que enfiou a cabeça na guilhotina...

Por hora, leremos previsões de 2006...


Link original: https://www.computerworld.com/article/2554103/cobol--not-dead-yet.html


Por Robert L. Mitchell

Mundo da informática | 4 DE OUTUBRO DE 2006, 12H PST


Até alguns meses atrás, o sistema de compensação e cobrança da bolsa de opções de ações do NYSE Group Inc. consistia em cerca de 800 programas Cobol discretos executados em um mainframe IBM. Hoje, todo o conjunto de aplicativos migrou para um par de servidores: Windows com quatro processadores em cluster. Os programas recompilados permanecem em Cobol até hoje, mas não permanecerão lá por muito tempo.

“Não é nosso objetivo de longo prazo continuar executando as aplicações Cobol. Essa foi uma medida tática, projetada para retirar os aplicativos existentes do mainframe com o mínimo de interrupção possível”, afirma Steven Hirsch, vice-presidente de suporte tecnológico da bolsa de valores. Nos próximos anos, ele espera que tudo seja reescrito para estar em conformidade com as plataformas de desenvolvimento padrão da NYSE: Java e C. Além disso, outros sistemas baseados em Cobol que alimentam a Bolsa de Valores de Nova York estão “profundamente engajados em um esforço de reformulação semelhante, ”Hirsch diz.

A NYSE não é a única organização que gostaria de abandonar o Cobol. Dos 352 entrevistados em uma pesquisa recente da Computerworld com gerentes de TI, 218 – ou 62% – disseram que usam Cobol. Desses 218 entrevistados, 36% disseram que planejam migrar gradualmente e 25% disseram que o fariam se não fosse pelas despesas de reescrever todo esse código.

Então, o que há de errado com Cobol? A tecnologia, que existe desde 1960, é sólida como uma rocha. Ele é excelente no processamento em lote e é praticamente autodocumentado, e as ferramentas para isso não apenas foram modernizadas, mas também oferecem suporte a sistemas distribuídos. O fornecedor Micro Focus International Ltd. ainda oferece o Cobol.Net, uma parte de sua oferta Net Express que se encaixa perfeitamente no #Net Framework da Microsoft Corp e se integra ao conjunto de ferramentas de programação Visual Studio.


Um problema de imagem

Mas Cobol também é uma linguagem processual em um mundo orientado a objetos. Embora seja adequada para operações em lote, a linguagem não é tão adequada para o desenvolvimento de aplicativos interativos ou front-ends baseados na Web. E tem um grande problema de imagem. Fora do data center de mainframe, o Cobol é visto hoje por muitos programadores de Java, Visual Basic e C# como uma linguagem obsoleta e inferior, um vestígio da era das trevas do big iron.

A maioria dos novos programas Cobol são escritos apenas para estender ou suportar aplicações existentes no mainframe. Por exemplo, Shaun Swift, diretor de sistemas de informação do varejista de bens de capital Papé Group Inc. em Eugene, Oregon, diz que sua empresa escreve novas aplicações Cobol para seus sistemas back-end para acomodar aquisições.

Quando os aplicativos Cobol são migrados para Windows, Unix ou sistemas distribuídos, eles permanecem em Cobol porque reescrevê-los é caro e arriscado, e não porque o Cobol seja a melhor escolha para o aplicativo. “Ninguém quer Cobol, mas, na verdade, não conseguem se livrar dele”, diz Dale Vecchio, analista da Gartner Inc. em Stamford, Connecticut.


Article content


Referência Bibliográfica


WIKIPEDIA - A Enciclopédia Livre, faça parte, ajude atualizando ou criando verbetes http://www.wikipedia.org


Google Books um repositório com milhões de livros digitalizados https://books.google.com/


Internet Archive, tudo aquilo que um dia foi publicado veio parar aqui. https://archive.org/


Biblioteca de ícones https://www.flaticon.com/


Article content



Article content

Momentos nostálgicos de uma epopeia, a Vagneida rumo a Portugal, que durante 11 anos, vivi uma experiência única em terras lusitanas, um momento cheio de memórias, coisas fabulosas e lendárias, visitando cidades milenares com um povo acolhedor e cortes, com uma culinária dos deuses e muita, mas muita história. Um vídeo para distrair na jornada https://www.youtube.com/watch?v=skgfjJG5x3s




Article content

https://www.linkedin.com/in/vagnerbellacosa/


Article content

https://github.com/VagnerBellacosa/


Pode me dar uma ajudinha no YouTube?



Article content

https://www.youtube.com/user/vagnerbellacosa


#AnaliseSistemas #Legado #IvonSaf #Requisitos #Programaçao #codificaçao

☕💣🤖 QUANDO O SILICONE GANHOU SISTEMA NERVOSO — O DIA EM QUE OS ENGENHEIROS COMEÇARAM A DAR INPUT SENSORIAL ÀS MÁQUINAS DO DESEJO

 

Bellacosa Mainframe e o silicone sensivel a quase pele humana

☕💣🤖 QUANDO O SILICONE GANHOU SISTEMA NERVOSO — O DIA EM QUE OS ENGENHEIROS COMEÇARAM A DAR INPUT SENSORIAL ÀS MÁQUINAS DO DESEJO

Em 11 de junho de 2022, o portal IstoÉ Dinheiro publicou a reportagem "Robôs sexuais poderão, em breve, sentir sensações como os humanos", abordando pesquisas conduzidas por cientistas da Califórnia que desenvolveram uma pele baseada em hidrogel e sensores impressos capazes de reproduzir percepções táteis em sistemas robóticos.

A notícia parece simples.

Mais uma evolução da robótica.

Mais uma pesquisa acadêmica.

Mais um avanço da inteligência artificial.

Mas para quem trabalha com sistemas complexos existe uma pergunta muito mais interessante:

o que acontece quando uma máquina deixa de apenas processar informações e passa a perceber o ambiente de forma semelhante aos seres humanos?


O DIA EM QUE O TERMINAL GANHOU SENSIBILIDADE

Durante décadas os computadores funcionaram de maneira relativamente simples.

Entrada.

Processamento.

Saída.

Input.

CPU.

Output.

Os sistemas corporativos do Mainframe foram construídos sobre essa lógica.

Mas seres humanos operam de forma diferente.

Nós sentimos.

Percebemos.

Interpretamos.

Associamos emoções a estímulos.

A pesquisa descrita pela reportagem tenta reduzir justamente essa distância.


O NASCIMENTO DO "CICS SENSORIAL"

Imagine um terminal CICS tradicional.

Ele recebe teclas.

Agora imagine um terminal capaz de perceber:

  • temperatura;

  • pressão;

  • textura;

  • contato;

  • intensidade.

De repente o sistema não apenas recebe comandos.

Ele recebe experiências.

E isso representa uma mudança gigantesca.


O QUE OS PESQUISADORES REALMENTE CRIARAM

A matéria descreve uma pele baseada em hidrogel com sensores incorporados.

Esses sensores são impressos diretamente no material, de forma semelhante à impressão de tinta sobre papel.

O objetivo não é apenas reproduzir aparência.

É reproduzir percepção.

Ou seja:

o foco deixa de ser estética.

Passa a ser sensibilidade.


O MAIOR UPGRADE DA ROBÓTICA MODERNA

Historicamente, os avanços da robótica ocorreram em três camadas.

Primeira geração

Movimento.

Motores.

Atuadores.

Braços robóticos.

Automação industrial.

Segunda geração

Visão computacional.

Reconhecimento de objetos.

Mapeamento do ambiente.

Tomada de decisão.

Terceira geração

Sensação.

Percepção tátil.

Interação contextual.

Experiência física.

É exatamente nessa terceira camada que a notícia se encaixa.


O VERDADEIRO OBJETIVO NÃO É O ROBÔ SEXUAL

A mídia tende a destacar a aplicação mais chamativa.

Mas a tecnologia possui implicações muito maiores.

A mesma pele sensível pode ser utilizada em:

  • próteses avançadas;

  • medicina;

  • reabilitação;

  • robótica assistiva;

  • exploração espacial;

  • atendimento hospitalar.

O robô sexual é apenas um dos casos de uso.

O avanço real está na interface homem-máquina.


O PRIMEIRO PASSO PARA A ILUSÃO PERFEITA

Existe um detalhe fascinante.

Durante décadas os robôs tentaram parecer humanos.

Agora tentam sentir como humanos.

Observe a evolução.

Primeiro copiamos:

  • aparência;

  • voz;

  • movimento.

Agora tentamos copiar:

  • percepção;

  • reação;

  • interpretação sensorial.

O próximo passo é previsível.

Integrar tudo isso com inteligência artificial avançada.


O SONHO DE DAVID LEVY

A reportagem menciona David Levy, especialista em robótica social, que acredita que robôs poderão integrar-se plenamente à vida afetiva e sexual humana nas próximas décadas.

Do ponto de vista tecnológico, a lógica faz sentido.

Para criar uma companhia artificial convincente é necessário combinar:

  • memória;

  • conversação;

  • aprendizado;

  • sensibilidade;

  • adaptação.

Curiosamente, são exatamente os componentes que a indústria vem desenvolvendo separadamente.


O QUE FALTA NO SISTEMA?

Aqui surge a pergunta Bellacosa Mainframe.

Se já temos:

✔ memória

✔ conversação

✔ personalização

✔ aprendizado

✔ percepção tátil

✔ adaptação comportamental

O que ainda falta?

Talvez algo impossível de programar.

Consciência.

Intenção.

Reciprocidade genuína.

Porque sentir pressão não significa sentir emoção.

Detectar toque não significa compreender afeto.


O IPL DA PELE DIGITAL

A maioria dos leitores enxergará a notícia como um avanço curioso da robótica.

Mas talvez historiadores da tecnologia vejam outra coisa.

O momento em que as máquinas deixaram de ser apenas processadores de informação e começaram a se aproximar dos sistemas biológicos.

Não porque ganharam alma.

Não porque ganharam consciência.

Mas porque começaram a ganhar sensores.

E todo engenheiro sabe:

quando você adiciona novos sensores a um sistema...

você muda completamente sua capacidade de interação com o mundo.

Talvez o hidrogel descrito na reportagem não seja apenas uma nova pele.

Talvez seja o primeiro passo para criar máquinas capazes de participar de experiências que, durante milhares de anos, acreditamos ser exclusivamente humanas.

☕💣🤖

"STATUS DO SISTEMA: INPUT SENSORIAL ATIVADO. PROCESSANDO A PRÓXIMA GERAÇÃO DA INTERFACE HUMANO-MÁQUINA..."

https://istoedinheiro.com.br/robos-sexuais-poderao-em-breve-sentir-sensacoes-como-os-humanos

Fonte: IstoÉ Dinheiro. Reportagem "Robôs sexuais poderão, em breve, sentir sensações como os humanos", publicada em 11 de junho de 2022, abordando o desenvolvimento de pele sensorial baseada em hidrogel e sensores impressos para aplicações robóticas avançadas.




☕💣🤖 TABOO — A Cronologia do Afeto Artificial

Do robô Roxxxy aos companheiros digitais alimentados por inteligência artificial, esta experiência interativa reúne análises sobre robótica social, ética da IA, solidão digital, relacionamentos sintéticos e o futuro da intimidade humana.

☕💣🤖 PROJETO TABOO
Afeto Artificial, IA, Robôs Sexuais e o Futuro dos Relacionamentos Humanos
Uma investigação Bellacosa Mainframe sobre inteligência artificial, companhia digital, robótica social, solidão tecnológica, relacionamentos sintéticos e os limites entre software e humanidade.
🚀 ABRIR PROJETO
STATUS: ONLINE

quarta-feira, 9 de julho de 2025

☕💣🤖 O ABEND DA RECIPROCIDADE — QUANDO A INDÚSTRIA TENTOU SUBSTITUIR RELACIONAMENTOS HUMANOS POR SOFTWARE AFETIVO

 

Bellacosa Mainframe e o abend da reciprocidade

☕💣🤖 O ABEND DA RECIPROCIDADE — QUANDO A INDÚSTRIA TENTOU SUBSTITUIR RELACIONAMENTOS HUMANOS POR SOFTWARE AFETIVO

Em 19 de fevereiro de 2020, a BBC News Brasil publicou a reportagem "A indústria de robôs sexuais é uma ameaça à sociedade?", assinada pelo jornalista científico Pallab Ghosh, correspondente da BBC em Seattle.

A matéria trazia alertas de pesquisadores, especialistas em ética e estudiosos da inteligência artificial sobre o crescimento acelerado da indústria dos robôs sexuais dotados de IA, levantando questões que iam muito além da tecnologia.

À primeira vista, parecia uma discussão sobre bonecas eletrônicas.

Mas, observando com os óculos Bellacosa Mainframe, a reportagem tratava de algo muito maior:

a tentativa de virtualizar um dos componentes mais complexos da experiência humana: a reciprocidade.


O QUE OS FABRICANTES ESTÃO VENDENDO?

A reportagem cita a empresa Realbotix e seu robô Harmony.

Tecnicamente falando, Harmony não é revolucionária por causa dos motores, sensores ou atuadores.

O diferencial está em outro lugar.

Ela lembra preferências.

Memoriza informações.

Simula conversas.

Adapta respostas.

Cria a sensação de continuidade.

Em linguagem Mainframe:

não estão vendendo hardware.

Estão vendendo uma camada de software emocional.


O PRIMEIRO CRM AFETIVO DA HISTÓRIA

Durante décadas empresas armazenaram:

  • nome do cliente;

  • endereço;

  • hábitos de consumo;

  • histórico de compras.

Agora imagine um sistema armazenando:

  • medos;

  • desejos;

  • preferências emocionais;

  • padrões de comportamento;

  • vulnerabilidades afetivas.

É exatamente isso que a nova geração de companhias artificiais pretende fazer.

Não estamos falando apenas de inteligência artificial.

Estamos falando de gerenciamento de relacionamento emocional.


O ALERTA DOS PESQUISADORES

A reportagem apresenta preocupações levantadas por pesquisadores como Christine Hendren e Kathleen Richardson.

O ponto central não era o robô.

Era o comportamento que poderia ser normalizado através dele.

Algumas preocupações citadas incluíam:

  • objetificação humana;

  • dependência emocional;

  • isolamento social;

  • normalização de comportamentos problemáticos;

  • substituição de vínculos humanos por interações artificiais.

Observe algo importante.

Nenhuma dessas preocupações é técnica.

Todas são sociais.


O PROBLEMA NÃO É A MÁQUINA

Profissionais de Mainframe aprendem cedo uma regra.

O problema raramente está no computador.

O problema está na forma como ele é utilizado.

O mesmo vale aqui.

Um robô não cria sozinho uma crise social.

Mas uma tecnologia amplamente adotada pode alterar comportamentos coletivos.

E é justamente isso que preocupa os pesquisadores.


O ERRO DE ARQUITETURA QUE NINGUÉM DISCUTE

Existe um conceito fundamental em sistemas distribuídos.

Chamado sincronização bidirecional.

As duas partes influenciam uma à outra.

Relacionamentos humanos funcionam assim.

Ambas as pessoas:

  • aprendem;

  • cedem;

  • mudam;

  • negociam;

  • evoluem.

Agora compare isso com um parceiro artificial.

O sistema foi projetado para adaptar-se ao usuário.

Mas o usuário não precisa adaptar-se ao sistema.

E aqui surge um problema gigantesco.

O crescimento emocional humano normalmente acontece através do atrito.


O ABEND DA RECIPROCIDADE

A professora Kathleen Richardson faz um ponto extremamente interessante na reportagem.

Ela afirma que intimidade, apego e reciprocidade não podem ser reproduzidos por máquinas.

E isso nos leva a uma analogia perfeita.

Imagine um sistema que recebe transações.

Processa dados.

Entrega respostas.

Mas nunca gera uma transação própria.

Nunca possui objetivos próprios.

Nunca possui sentimentos próprios.

Nunca possui desejos próprios.

Tecnicamente ele funciona.

Mas não existe reciprocidade.

Existe apenas processamento.


O SURGIMENTO DO "USUÁRIO ÚNICO"

Os grandes sistemas corporativos são projetados para múltiplos usuários.

A vida humana também.

Família.

Amigos.

Colegas.

Comunidade.

Mas a companhia artificial opera em outro modelo.

Ela gira em torno de um único usuário.

Tudo é personalizado.

Tudo é adaptado.

Tudo é otimizado.

Tudo é centrado em você.

Parece perfeito.

Mas existe um risco.

Sistemas excessivamente personalizados tendem a criar bolhas.


O QUE A BBC REGISTROU EM 2020

O mais fascinante é perceber o momento histórico da matéria.

Ela foi publicada poucos anos antes da explosão global dos modelos de linguagem avançados.

Naquele momento, os especialistas já demonstravam preocupação.

Mas o cenário atual é ainda mais complexo.

Porque agora não precisamos de um robô físico para criar apego emocional.

Basta uma interface.

Uma voz.

Uma conversa.

Um algoritmo suficientemente sofisticado.


O IPL DA ERA DOS RELACIONAMENTOS SINTÉTICOS

A reportagem pergunta:

"A indústria de robôs sexuais é uma ameaça à sociedade?"

Talvez a resposta não esteja nos robôs.

Talvez esteja na tentativa de transformar relacionamentos em produtos.

Porque um relacionamento humano não é apenas:

  • atenção;

  • memória;

  • disponibilidade;

  • conversa.

Ele também envolve:

  • conflito;

  • crescimento;

  • negociação;

  • reciprocidade.

E justamente essa última palavra pode ser o maior desafio tecnológico do século.

As máquinas conseguem simular carinho.

Conseguem simular atenção.

Conseguem simular interesse.

Mas ainda não conseguem sentir.

E quando começarmos a confundir simulação com reciprocidade...

talvez estejamos diante do maior ABEND emocional da história da computação social.

☕💣🤖

Fonte original: BBC News Brasil
Reportagem: "A indústria de robôs sexuais é uma ameaça à sociedade?"
Autor: Pallab Ghosh
Data de publicação: 19 de fevereiro de 2020.


https://www.bbc.com/portuguese/geral-51557875





☕💣🤖 TABOO — A Cronologia do Afeto Artificial

Do robô Roxxxy aos companheiros digitais alimentados por inteligência artificial, esta experiência interativa reúne análises sobre robótica social, ética da IA, solidão digital, relacionamentos sintéticos e o futuro da intimidade humana.

☕💣🤖 PROJETO TABOO
Afeto Artificial, IA, Robôs Sexuais e o Futuro dos Relacionamentos Humanos
Uma investigação Bellacosa Mainframe sobre inteligência artificial, companhia digital, robótica social, solidão tecnológica, relacionamentos sintéticos e os limites entre software e humanidade.
🚀 ABRIR PROJETO
STATUS: ONLINE

Ferramentas CASE no Mundo Mainframe

 

Bellacosa Mainframe apresenta Ferramentas Case para Codificar em COBOL


Ferramentas CASE

4,349 followers

Conheça algumas ferramentas CASE e IDE para desenvolvimento de codigo-fonte COBOL, permitindo subir via FTP para o TSO e posteriormente compila-lo e linkedita-lo em IBM Mainframe.

Sumário

Softwares existente no Mercado:


Article content
ides

  • CA Telon
  • GENEXUS
  • SADS
  • Microfocus
  • FAST
  • Plugin Eclipse
  • NETCOBOL
  • ZOWE
  • ALNOVA/ALTAMIRA


IBM Mainframe : Ferramaentas CASE


Ferramentas CASE (do inglês Computer-Aided Software Engineering) é uma classificação que abrange todas as ferramentas baseadas em computadores que auxiliam atividades de engenharia de software, desde análise de requisitos e modelagem até programação e testes. Podem ser consideradas ferramentas automatizadas cujo objetivo é auxiliar o desenvolvedor de sistemas em uma ou várias etapas do ciclo de vida do desenvolvimento de um software.


Softwares existente no Mercado


CA Telon


Uma das primeiras ferramentas CASE, que permitia criar código COBOL Mainframe por meio de Macros e posteriormente geração de código-fonte, também usado para criar telas 3270 e aplicativos CICS.

Atualmente comercializado pela Computer Associate.


GENEXUS


E uma ferramenta case que surgiu em 1988 e utilizando uma linguagem proprietária permite que sejam compilados e gerados fontes executáveis em COBOL.

Desenvolvida pela empresa uruguaia ARTECH.


SADS

É uma ferramenta case que surgiu no ano de 1982 e era comercializada pela antiga MRS, atualmente SPREAD. Permite criar código COBOL online e batch, facilitando o cadastramento de transações CICS gerando 100% do código-fonte.


Microfocus

É uma ferramenta case das mais utilizadas no mercado, permitindo criar e modernizar código-fonte COBOL lançado originalmente em 1981, atualmente com uma versão VISUAL COBOL domina o mercado de baixa plataforma para o COBOL.


FAST

É uma ferramenta case desenvolvida pela empresa de consultoria portuguesa Novabase, trata-se de uma engine, em que o desenvolvedor codifica em JAVA e posteriormente compilar o programa em COBOL, subindo um código-fonte em COBOL, que é enviado via FTP para o Mainframe, onde é compilado e link editado.


Plugin Eclipse


Surgiu em meados da década de 2000, surgiu como solução para treinamento e ensinar novos programadores a trabalharem com o COBOL, utilizado como alternativa ao alto custo de desenvolvimento em terminais 3270 em uma época de transição entre o desenvolvimento nativo TSO e uso de ferramentas em baixa plataforma.


NETCOBOL


Originalmente desenvolvido pela DTS, atualmente mantido pela Fujitsu, é uma IDE para desenvolvimento COBOL, que passou por diversas fases, desde uma ferramenta proprietária, até o Eclipe e atualmente Visual Studio é open-source permitindo novas gerações a treinarem a codificação COBOL.


ZOWE


Patrocinado pela IBM em parceria com a Microsoft este plugin utiliza o poder da IDE Visual Studio da MS e, ao mesmo tempo, faz a ligação entre o IBM Mainframe e o Windows.

Existem inúmeros plugins que permitem codificação COBOL com DB2, CICS, Debug e JCL.


ALNOVA / ALTAMIRA

Uma framework de trabalho desenvolvida pela Accenture, quando ainda era Arthur Andersen nos idos anos 90 do século passado, muito utilizada na Espanha / Portugal, visava facilitar e criar uma metodologia de programação em Ambiente Mainframe.


Referência Bibliográfica


Twitter - FAQ dicas e truques

https://help.twitter.com/pt/using-twitter/communities


WIKIPEDIA - A Enciclopédia Livre, faça parte, ajude actualizando ou criando verbetes http://www.wikipedia.org


Google Books um repositório com milhões de livros digitalizados https://books.google.com/


Internet Archive, tudo aquilo que um dia foi publicado veio parar aqui. https://archive.org/


Biblioteca de ícones https://www.flaticon.com/



Article content



Article content

Mais momento jabá, para pensar porque não temos trem em Louveira? Eu sou um defensor das linhas ferroviárias e desejo um dia poder viajar de norte a sul no Brasil a bordo de um trem, nossas cidades precisam de ferrovia, transporte limpo e barato. A CPTM liga as cidades periféricas as capitais, auxiliando a população do subúrbio e das quebradas a chegarem ao trabalho. Eu, que moro em Itatiba, agradeceria imenso poder embarcar em trens e chegar a São Paulo em 60 minutos, sem stress, sem pedágio e sem trânsito. Ajude a divulgar essa ideia. Visite meu vídeo e veja para onde fui desta vez:


https://www.youtube.com/watch?v=HMrqGt9kDcU


Bom curso a todos.