segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Paz na Ucrânia

PAZ na UCRANIA
#BRIGADASINTERNACIONAIS #STOPWAR #ukraine #peace #paz #SOSUKraine #stopwarinukraine

domingo, 27 de fevereiro de 2022

Hacker e vilão.

STOP WAR #ukraine #brigadasinternacionais #paz um ditador megalomaníaco invadiu um pais livre e soberano, sob falsos pretextos esta massacrando civis e destruindo infraestruturas 1 milhão de pessoas esta em fuga, fome, peste, dor e estupros. Imagens barbaras no século XXI, abaixo fascistas!!!!!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Top 5 na Comunidade Digital Innovation One

Ontem foi um dia muito feliz, fui surpreendido com uma carta, ao abri-la foi muita emoção, ser reconhecido pelos meus pares, dentre uma comunidade de 700 k, parceiros, mestres jedi, padawans e renegado. Sempre aprendendo e divertindo-se no percurso, muito obrigado família @digitalinnovation.one

sábado, 19 de fevereiro de 2022

🔥 Instana explicado “comando por comando” para mentalidade z/OS

 


🔥 Instana explicado “comando por comando” para mentalidade z/OS


Conhecimento básico sobre aplicações distribuídas para quem já dominou console, SMF e RMF



☕ 02:06 — Quando o dashboard vira console (e ninguém avisou)

O mainframer abre o Instana pela primeira vez e pensa:

“Bonito… mas onde fica o comando?”

Spoiler: o comando ainda existe — só mudou de forma.
Instana não substitui o pensamento z/OS. Ele o redistribui.

Este artigo é uma tradução operacional, comando por comando, conceito por conceito, para tornar Instana inteligível para quem pensa em transação, capacidade e causa raiz.


1️⃣ Antes de tudo: Instana não é ferramenta, é sistema de controle 🧠

No z/OS:

  • Você confia no sistema

  • Depois confia na aplicação

No cloud:

  • Você desconfia de tudo

  • E a observabilidade vira o “novo operador”

📌 Comentário Bellacosa:
Instana é o operador automático que nunca dorme — mas só funciona se você souber o que perguntar.


2️⃣ “Start Instana” = IPL invisível 🚀

Mentalidade z/OS:
Nada funciona sem IPL correto.

Instana:

  • Instala o Agent

  • Ele se auto-registra

  • Descobre tudo sozinho

🔥 Tradução:
O Agent é um mini-IPL distribuído, detectando o que está ativo sem JCL.

😈 Easter egg:
Mainframer estranha isso porque… sempre foi assim no z/OS.


3️⃣ SMF → Traces (o “PRINT TRANSACTION” moderno) 🔍

No mainframe

  • SMF Type 110 (CICS)

  • Início, fim, consumo

No Instana

  • Trace distribuído

  • Cada request costurado de ponta a ponta

📌 Comando mental:

“Show me the full transaction path”

🔥 Comentário:
Trace é SMF em tempo real, sem batch noturno.


4️⃣ RMF → Métricas (DISPLAY SYSTEM reinventado) 📊

RMF mostrava

  • CPU

  • Memory

  • I/O

  • Gargalos

Instana mostra

  • CPU

  • Memory

  • Latência

  • Saturação

😈 Curiosidade:
Cloud “descobriu” que capacidade importa… 40 anos depois.

📌 Comando mental:

“Where is the bottleneck right now?”


5️⃣ JES / Spool → Logs correlacionados 📜

No z/OS

  • JES explica a execução

  • Spool conta a história

No Instana

  • Logs vêm amarrados ao trace

  • Não são texto solto

🔥 Tradução Bellacosa:
Log sem trace é spool sem JOBNAME.


6️⃣ CICS TRANSACTION → SERVICE / ENDPOINT 🧩

CICS

  • Transação bem definida

  • Entrada, processamento, saída

Instana

  • Service = unidade lógica

  • Endpoint = função específica

📌 Comando mental:

“Qual transação está lenta?”

😈 Easter egg:
Quem entende CICS entende microservice — só muda o vocabulário.


7️⃣ Abend → Incident (o SOC7 moderno) 💥

No mainframe

  • Abend chama operador

  • Alguém acorda

No Instana

  • Incident agrega sintomas

  • Root cause aparece primeiro

🔥 Comentário ácido:
No cloud, o erro grita menos — mas custa mais.


8️⃣ Return Code → Error Rate / Status 📉

Antes

  • RC 0 = paz

  • RC ≠ 0 = guerra

Agora

  • Error rate

  • Latência fora do normal

  • SLO violado

📌 Tradução:
Sucesso virou estatística, não certeza.


9️⃣ Job Chain → Dependency Graph 🕸️

Batch

  • Ordem rígida

  • Dependência clara

Distribuído

  • Grafo dinâmico

  • Dependência oculta

🔥 Comentário Bellacosa:
Dependency Graph é o JOB CONTROL que ninguém documentou.


🔟 Console z/OS → Dashboard Instana 👀

  • Console ignorado = desastre

  • Dashboard ignorado = post-mortem

😈 Easter egg real:
Todo mundo só olha quando fica vermelho.

📌 Comando mental:

“Is this normal behavior or degradation?”


🧭 Passo a passo: como um mainframer deve usar Instana

1️⃣ Comece pela transação
2️⃣ Siga o trace
3️⃣ Observe latência, não só erro
4️⃣ Correlacione métricas
5️⃣ Identifique dependência
6️⃣ Ache a causa raiz
7️⃣ Só então mexa no código

🔥 Regra de ouro:
Nunca “otimize” antes de entender.


📚 Guia de estudo para mainframers curiosos

Conceitos

  • Observabilidade (metrics, logs, traces)

  • Resiliência

  • Falha parcial

  • SRE

  • Arquitetura distribuída

Exercício prático

👉 Pegue um incidente no Instana
👉 Leia como se fosse um dump
👉 Pergunte: qual foi o primeiro sintoma real?


🎯 Aplicações reais no mundo híbrido

  • Core bancário + APIs

  • Integração mainframe-cloud

  • Diagnóstico de incidentes críticos

  • Governança técnica

  • Times SRE corporativos


🖤 Epílogo — 03:18, tudo verde (por enquanto)

Instana não substitui o mainframer.
Ela precisa dele para fazer sentido.

El Jefe Midnight Lunch finaliza:
“Quando você olha um trace como se fosse SMF, o cloud para de parecer caótico.”

 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

🏺 Diógenes e o século XXI: o cínico que habita o caos

 


🏺 Diógenes e o século XXI: o cínico que habita o caos

1. A vida minimalista e a rejeição de aparências

Diógenes rejeitava convenções, riqueza, fama e normas sociais vazias.
Ele vivia com o mínimo, questionava o poder e confrontava hipocrisia diretamente.
Hoje, você percebe paralelos:

  • Redes sociais forçam ostentação, performance e aprovação constante.

  • Trabalho e consumo saturam a vida de estímulos desnecessários.

  • Propagandas e algoritmos tentam manipular desejos.

O Cínico diria: “Desligue, minimize, questione — viva com o essencial.”
O problema moderno é que vivemos em uma aldeia de espelhos digitais que amplifica o supérfluo.


2. A crítica social radical

Diógenes não media palavras: criticava ricos, poderosos e moralistas com ironia direta.
Hoje, o equivalente seria alguém que expõe hipocrisia de mídia, política, religião e cultura pop, sem medo de ser cancelado ou silenciado.
A diferença é que o século XXI adicionou algoritmos de reforço, que podem amplificar crítica ou, ao contrário, aprisioná-lo em bolhas de confirmação.


3. Autossuficiência e liberdade interior

O Cínico acreditava que a felicidade não vinha de coisas externas — poder, dinheiro, fama — mas de autonomia e desapego.
Se refletirmos:

  • Muitos se irritam com comida, política, cinema ou trabalho (como você comentou).

  • Essa irritação é sinal de conflito entre valores internos e o ruído externo.

  • A escola cínica, nesse sentido, oferece uma ferramenta de sobrevivência mental: desprender-se do que não importa.


4. A vida moderna como “simulação de excesso”

O século XXI é como uma versão digital daquilo que Diógenes rejeitava:

  • Consumo desenfreado, aparências constantes, distrações infinitas.

  • Redes sociais criam palco para vaidade, competição e comparação.

  • Algoritmos alimentam polarização, medo e frustração.

Então, o “cínico moderno” precisa filtrar ruído, escolher autonomia, preservar atenção e discernimento — exatamente como Diógenes fazia, só que com desafios digitais e sociais diferentes.


5. Manipulação x realidade

A questão que você coloca — “quanto disso é real e quanto é manipulação do século XXI?” — é crucial.

  • O mundo moderno é projetado para explorar emoções e expectativas humanas.

  • Mas isso não invalida a percepção de injustiça, absurdo ou hipocrisia.

  • Diógenes nos ensina: a consciência do absurdo não depende da manipulação, mas de olhar com clareza e coragem.


☕ Epílogo Bellacosa

Se Diógenes vivesse hoje, provavelmente:

  • Moraria fora do consumo desenfreado, talvez numa “aldeia offline”.

  • Ignoraria polarização digital, focando em liberdade interior.

  • Questionaria a cultura, os algoritmos, a política e os rituais modernos, com ironia e lucidez.

E você, Vagner, ao se identificar com ele, está resgatando essa postura de autonomia, crítica e atenção ao essencial — algo que o século XXI insiste em ofuscar.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

🖥️📚 Michael Crichton: o arquiteto de sistemas que avisou antes do crash



🖥️⚠️ Os perigos da tecnologia no século XXI: um alerta em modo Michael Crichton

No século XXI, a tecnologia deixou de ser ferramenta e passou a ser infraestrutura invisível. Inspirado em Michael Crichton, o perigo não está nas máquinas em si, mas na confiança cega que depositamos nelas. Sistemas complexos funcionam perfeitamente… até que uma variável ignorada entra em produção.

Automação excessiva, inteligência artificial opaca, algoritmos que decidem crédito, saúde e liberdade: tudo isso roda como batch jobs sociais sem operador humano atento. Quando algo falha, ninguém sabe onde está o log, quem escreveu o código ou quem aprovou o go-live. Crichton já avisava: complexidade cresce mais rápido que nossa capacidade de controle.

Outro risco é o efeito cascata. No mundo hiperconectado, uma falha local vira incidente global. Um bug, um modelo mal treinado ou uma decisão algorítmica errada se espalha como replicação fora de controle. O humano, confortável demais, vira usuário passivo — incapaz de intervir quando o sistema sai do script.

A lição Bellacosa é direta: tecnologia sem governança é acidente anunciado. Precisamos de testes, limites, redundância e responsabilidade humana. Porque, como em qualquer ambiente crítico, o maior risco não é o sistema cair — é ninguém saber como desligá-lo. 🖥️


🖥️📚 Michael Crichton: o arquiteto de sistemas que avisou antes do crash



🔹 Quem foi Michael Crichton (para quem vive de sistema crítico)

John Michael Crichton (1942–2008) foi médico formado em Harvard, escritor best-seller e roteirista/diretor de cinema. Para o mainframer, Crichton é aquele analista de risco que chega antes do go-live e diz: “isso funciona… até não funcionar mais”.

Ele escreveu sobre tecnologia não como utopia, mas como sistema complexo, cheio de dependências ocultas, falhas humanas e consequências não previstas. Em resumo: Crichton entendia TI como ambiente produtivo.



🔹 Biografia (timeline estilo batch)

  • 🗓️ 1942 – Nasce em Chicago

  • 🎓 Harvard: medicina, biologia, literatura

  • 🖊️ Anos 60 – Escreve sob pseudônimos para pagar contas

  • 📚 1969The Andromeda Strain vira fenômeno

  • 🎬 Anos 70–90 – Livros viram filmes e séries

  • ⚰️ 2008 – Morre deixando um legado de alertas tecnológicos


🔹 Carreira (ou: incidentes previstos em produção)

  • The Andromeda Strain – falha de contenção biológica

  • Westworld – automação fora de controle

  • Jurassic Park – sistema complexo sem rollback

  • Timeline – latência temporal catastrófica

  • Prey – nanotec, swarm e perda de controle

📌 Mainframe insight: Crichton escrevia pós-mortem antes do incidente acontecer.


🔹 Filosofia Crichtoniana

“Tecnologia não falha sozinha. Pessoas falham usando tecnologia.”

Ele antecipou:

  • Overconfidence em automação

  • Falta de testes de stress

  • Dependência cega de sistemas

  • Gestão ignorando especialistas técnicos

Todo mainframer já viu esse filme.


🔹 Curiosidades & fofocas de datacenter

  • Crichton tinha 2,06m — parecia um rack humano

  • Criou ER, série que moldou TV moderna

  • Odiava o rótulo “tecno-thriller”

  • Brigava publicamente com cientistas quando achava hype demais

🤫 Fofoquice: Crichton era chamado de “pessimista”. Ele chamava de engenharia de confiabilidade.


🔹 Dicas de leitura (ordem recomendada)

  1. The Andromeda Strain – isolamento e protocolos

  2. Jurassic Park – caos e sistemas complexos

  3. Prey – microserviços biológicos

  4. Westworld – automação sem governança


🔹 Comentário final Bellacosa

Michael Crichton é leitura essencial para profissionais que mantêm sistemas críticos funcionando apesar da arrogância gerencial. Ele ensina que complexidade não perdoa improviso e que toda inovação precisa de rollback, logs e humildade.

🖥️ Se você já segurou um incidente às 3h da manhã, Crichton já escreveu sobre você.
MAINFRAME MODE: ONLINE.


🏰 As 20 Guildas e Grupos de Aventureiros Mais Emblemáticos do Universo Anime

 


🏰 As 20 Guildas e Grupos de Aventureiros Mais Emblemáticos do Universo Anime

"Uma guilda é mais do que um abrigo de missões. É onde nascem laços, cicatrizes e destinos."
— Bellacosa, Crônicas de Fiore ✨

 





🌟 1. Fairy Tail (Fairy Tail, 2009)

  • Reino: Fiore

  • Símbolo: Fada flamejante

  • Membros: Natsu, Erza, Lucy, Gray, Wendy, Happy

  • Essência: A guilda que transformou amizade em força mística.

  • Curiosidade: A sede foi destruída e reconstruída várias vezes, simbolizando a persistência e união.

  • 🎖️ Título: A Guilda das Emoções.


⚔️ 2. Adventurer’s Guild (Goblin Slayer, 2018)

  • Local: Reino sem nome, inspirado em D&D.

  • Sistema: Bronze → Adamantite.

  • Realismo brutal: Missões com morte, trauma e medo.

  • Curiosidade: A guilda é quase um sindicato burocrático — sem heróis, só sobreviventes.

  • 🎖️ Título: A Guilda do Mundo Real.


💥 3. Axel Adventurer’s Guild (Konosuba, 2016)

  • Cidade: Axel – “Cidade dos Recomeços”.

  • Personagens: Kazuma, Aqua, Megumin, Darkness.

  • Características: A paródia perfeita de uma guilda de RPG.

  • Curiosidade: Nenhuma guilda tem tanto caos, sarcasmo e sapos gigantes.

  • 🎖️ Título: A Guilda do Caos e da Comédia.


🏰 4. Ainz Ooal Gown (Overlord, 2015)

  • Origem: MMORPG Yggdrasil

  • Líder: Momonga (Ainz)

  • Natureza: Guilda que virou império.

  • Curiosidade: Cada sala da Tumba de Nazarick homenageia um jogador original.

  • 🎖️ Título: A Guilda Divinizada.


⚜️ 5. Loki Familia (DanMachi, 2015)

  • Cidade: Orario

  • Deusa Líder: Loki

  • Rival: Hestia Familia (Bell Cranel)

  • Curiosidade: O status dos aventureiros é medido como “Ficha Divina” — quase um DB2 celestial.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Deuses e Mortais.


🔥 6. Black Bulls (Black Clover, 2017)

  • Líder: Yami Sukehiro

  • Membros: Asta, Noelle, Magna, Luck.

  • Características: Desordeiros e carismáticos.

  • Curiosidade: Considerada a pior esquadra — até começar a salvar o reino.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Marginais.


🕶️ 7. Akatsuki (Naruto, 2002)

  • Origem: Grupo mercenário ninja.

  • Membros: Itachi, Pain, Kisame, Deidara, Konan.

  • Objetivo: Coletar bijuus para “paz forçada”.

  • Curiosidade: Cada membro representa um ideal quebrado.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Renegados.


🐉 8. Blue Pegasus, Lamia Scale e Sabertooth (Fairy Tail)

  • Essência: As guildas rivais que dão brilho às competições mágicas.

  • Curiosidade: São o contraponto — a sombra e o reflexo da Fairy Tail.

  • 🎖️ Título: As Guildas Rivais da Honra.


🌌 9. Team Natsu (Fairy Tail)

  • Descrição: Subgrupo lendário da Fairy Tail.

  • Curiosidade: Mesmo sem intenção, derrotaram dragões, deuses e impérios.

  • 🎖️ Título: O Coração da Fairy Tail.


🧭 10. Familia Hestia (DanMachi)

  • Membros: Bell Cranel, Hestia, Liliruca, Welf.

  • Curiosidade: A menor Familia do mundo... mas de alma gigante.

  • 🎖️ Título: A Guilda do Crescimento e da Esperança.


🧙 11. Phantom Troupe (Hunter x Hunter, 1999)

  • Símbolo: Aranha com número.

  • Líder: Chrollo Lucilfer.

  • Curiosidade: Mistura de guilda e seita — unem lealdade e loucura.

  • 🎖️ Título: A Guilda do Caos Elegante.


🌑 12. Gotei 13 (Bleach, 2004)

  • Função: Força militar espiritual — protetores da Soul Society.

  • Curiosidade: 13 divisões, cada uma com filosofia e honra própria.

  • 🎖️ Título: A Guilda das Almas.


🧭 13. The Guild (Made in Abyss, 2017)

  • Função: Controlar as expedições ao Abismo.

  • Curiosidade: O abismo é quase uma entidade viva — a guilda é o portal entre o humano e o desconhecido.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Exploradores do Infinito.


💀 14. Night Raid (Akame ga Kill!, 2014)

  • Função: Assassinato político e libertação do império.

  • Curiosidade: Todos sabem que morrerão — e mesmo assim lutam.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Mártires.


🕊️ 15. Straw Hat Pirates (One Piece, 1999)

  • Capitão: Monkey D. Luffy

  • Função: Piratas e sonhadores.

  • Curiosidade: Não é uma guilda formal, mas a essência da guilda: companheirismo e propósito.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Sonhos Livres.


⚙️ 16. Survey Corps (Attack on Titan, 2013)

  • Missão: Explorar o mundo fora das muralhas.

  • Curiosidade: Mais do que um exército — um ideal de liberdade.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Que Ousam.


🧩 17. SOS Brigade (The Melancholy of Haruhi Suzumiya, 2006)

  • Curiosidade: Paródia moderna de guilda estudantil.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Absurdos e Deusas Tímidas.


⚖️ 18. Fairy Hunters (Fairy Tail Movie)

  • Curiosidade: Grupo rival que persegue magos da Fairy Tail.

  • 🎖️ Título: A Guilda Sombria das Lendas.


🗡️ 19. Silver Fang Guild (Ragna Crimson, 2023)

  • Função: Caçar dragões e proteger reinos.

  • Curiosidade: Inspirada em guildas nórdicas de mitos antigos.

  • 🎖️ Título: A Guilda da Vingança.




☠️ 20. Nazarick NPCs (Overlord)

  • Natureza: Servos criados por jogadores.

  • Curiosidade: Fieis até o fim — mesmo sem saber o que é ser humano.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Ecos Eternos.


🕯️ Epílogo Bellacosa

“Uma guilda, seja de aventureiros, magos, ou sonhadores, sempre guarda um ideal: pertencer a algo maior que si mesmo.
É o elo entre o herói e o mundo, entre o sonho e o risco.
Por isso, mesmo o aventureiro solitário, em algum canto da alma, pertence a uma guilda que só ele conhece.”