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Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
Bellacosa Mainframe e o hacker ferris bueller em uma licao para red team
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe — Especial Red Team
Ferris Bueller’s Red Team: Como Hackear o Sistema Sem Precisar Roubar a Ferrari do Cameron
🎬 Temporada de 12 artigos
1. Ferris Bueller Tinha um Plano de Ataque — Red Team Antes de Existir Red Team Reconhecimento, criatividade adversarial e o princípio fundamental: não ataque a tecnologia; ataque as suposições de quem construiu o sistema.
Aqui apresentaríamos Red Team como mentalidade. Ferris observa pais, escola, diretor, horários, telefone, computador e comportamento humano. O verdadeiro exploit não está numa única máquina: está na combinação das peças.
2. Nove Faltas? CTRL+Z — Quando o Banco de Dados Decide o que é Verdade Ferris, registros escolares, integridade de dados e o perigo de confiar cegamente naquilo que aparece na tela.
O artigo inspirado diretamente na famosa cena do computador. O diretor conhece Ferris pessoalmente, suspeita dele, quase pode sentir o cheiro da fraude — mas o sistema diz outra coisa.
Perfeito para falar de:
alteração de registros, privilégio excessivo, integridade, trilha de auditoria, insider threat e o princípio:
3. Abe Froman, o Rei da Salsicha de Chicago — A Aula de Engenharia Social que Ninguém Percebeu Pretexting, autoridade inventada, confiança contextual e como uma identidade falsa pode funcionar porque todos esperam que ela exista.
Esse pode ficar delicioso.
Ferris não precisa provar matematicamente que é Abe Froman. Ele precisa parecer suficientemente convincente durante tempo suficiente para atravessar o controle.
4. “Você Conhece o Diretor Rooney?” — OSINT Antes do Google Existir Como informação aparentemente inútil sobre pessoas, hábitos e organizações se transforma em superfície de ataque.
Aqui entra Recon.
Red Team não começa com nmap.
Começa perguntando:
Quem trabalha aqui? Quem manda? Quem confia em quem? Como as pessoas falam? Que sistemas utilizam? Quando estão distraídas?
LinkedIn, GitHub, redes sociais, documentos públicos, metadata, vagas de emprego e até linguagem corporativa entram lindamente.
5. Cameron, Atenda o Telefone — Social Engineering as a Service Quando o atacante não trabalha sozinho e transforma pessoas legítimas em componentes involuntários do exploit.
Ferris usa Cameron como parte da infraestrutura.
E isso abre uma discussão maravilhosa:
Ferris → Cameron → Telefone → Escola → Funcionário → Sistema
8. Colocamos a Ferrari em Ré — Por Que Rollback Não É Backup O glorioso momento em que alguém descobre que desfazer uma ação não significa desfazer suas consequências.
Este seria obrigatório. 😂
Tentam reverter a quilometragem colocando o carro em marcha a ré.
Metáfora perfeita para:
backup, restore, rollback, logs, journaling, Db2, VSAM, recuperação de transações e resposta a incidentes.
9. Rooney Invadiu a Casa Errada — Quando o Blue Team Vira o Próprio Incidente Tunnel vision, confirmation bias e o investigador que fica tão obcecado pelo atacante que começa a quebrar controles.
Aqui entraria seu universo recente de vieses cognitivos.
Rooney está tão convencido de que Ferris está fraudando tudo que começa a tomar decisões cada vez piores.
10. FerrisGPT — Agora o Adolescente Tem um Exército de Estagiários Sintéticos O que acontece quando engenharia social, OSINT e automação encontram IA generativa.
Aqui a série pula brutalmente para 2026.
O Ferris de 1986 precisava:
telefonar, improvisar, conhecer pessoas e estudar o ambiente.
O Ferris de 2026 pode ter:
LLM, voice cloning, deepfake, agentes, scripts, OSINT automatizado, geração de phishing e análise de documentação.
A pergunta deixa de ser:
“Ferris conseguiria fazer isso hoje?”
E passa a ser:
“Quantos Ferris podem fazer isso simultaneamente?”
11. Ferris Entra no Mainframe — RACF, z/OS e o Dia em que SPECIAL Virou o Passe para Chicago Como pensar Red Team em ambientes que não foram projetados com o atacante moderno como personagem principal.
Aqui entra pesado o Bellacosa Mainframe.
RACF SAF ACEE APF USS TSO JCL CICS Db2 MQ z/OS Connect Zowe APIs credenciais técnicas service accounts.
E principalmente:
O mainframe pode ser extraordinariamente seguro e ainda assim estar ligado a cinquenta sistemas muito menos seguros.
12. “A Vida Passa Muito Rápido” — O Red Team Depois que Todo Mundo Foi Embora Por que o objetivo de um Red Team não é provar que o atacante é inteligente, mas descobrir aquilo que a organização ainda não sabe sobre si mesma.
Final mais filosófico.
Depois de 11 artigos fazendo bagunça, Ferris/Bellacosa fecha a temporada dizendo que Red Team não é sobre:
E concluiríamos com algo bem Curtindo a Vida Adoidado:
Sistemas passam muito rápido. Se você não parar para observá-los de vez em quando, pode não perceber que alguém já encontrou um jeito de sair pela porta dos fundos.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe — Especial Red Team
SAVE FERRIS — Ferris Bueller’s Red Team
Uma série de 12 artigos sobre Red Team, segurança ofensiva,
engenharia social, OSINT, integridade de dados, MFA, PAM,
rollback, Blue Team, inteligência artificial, RACF e z/OS,
usando Ferris Bueller para explorar uma pergunta fundamental:
o sistema está realmente seguro ou apenas acredita que está?
Red Team
OSINT
Engenharia Social
Blue Team
MFA
PAM
IA Generativa
RACF
z/OS
Mainframe
1
Ferris Bueller Tinha um Plano de Ataque — Red Team Antes de Existir Red Team
Reconhecimento, criatividade adversarial e a ideia de que
o verdadeiro alvo nem sempre é a tecnologia:
são as suposições de quem construiu o sistema.
Red Team • Recon • Threat Modeling • Criatividade Adversarial
Nove Faltas? CTRL+Z — Quando o Banco de Dados Decide o que é Verdade
Integridade de dados, alteração de registros, privilégio,
auditoria e a perigosa diferença entre aquilo que aconteceu
e aquilo que o banco de dados afirma ter acontecido.
Integridade • Db2 • Auditoria • Insider Threat • Dados
Cameron, Atenda o Telefone — Social Engineering as a Service
Ferris → Cameron → telefone → escola → funcionário → sistema.
Nenhuma peça precisa falhar sozinha quando a cadeia inteira
possui uma combinação explorável de confiança.
Social Engineering • Swiss Cheese Model • Human Risk
O Diretor Rooney Está Procurando Malware no Lugar Errado
Firewall, SIEM, EDR e Zero Trust podem funcionar perfeitamente
enquanto engenharia social, Help Desk e processos humanos
criam outro caminho até o objetivo.
Privilégio, acesso físico, MFA, PAM, least privilege e o risco
de proteger um ativo crítico apenas com medo, confiança
e a esperança de que ninguém ousará tocá-lo.
Colocamos a Ferrari em Ré — Por Que Rollback Não É Backup
Rollback, restore, journaling, logs, Db2, VSAM e recuperação:
voltar o estado de um sistema não significa apagar
as consequências daquilo que aconteceu.
“A Vida Passa Muito Rápido” — O Red Team Depois que Todo Mundo Foi Embora
Red Team não termina em “conseguimos entrar”.
Ataque deve gerar descoberta, evidência, correção,
detecção e aprendizado para deixar a organização mais resiliente.
Red Teaming • Purple Team • Detection • Resilience • Learning
Ferris Bueller’s Red Team: Como Hackear o Sistema
Sem Precisar Roubar a Ferrari do Cameron
reúne os doze episódios e conecta Red Team,
engenharia social, IA, Blue Team e segurança de mainframe.
A série SAVE FERRIS, publicada no
Bellacosa Mainframe, utiliza situações inspiradas
em Ferris Bueller para explicar conceitos de
Red Team, cybersecurity, segurança ofensiva,
engenharia social, OSINT, Blue Team, Purple Team,
Zero Trust, MFA, PAM, inteligência artificial,
RACF, IBM z/OS, CICS, Db2, MQ e segurança de mainframe.
O fio condutor é simples: um atacante não precisa necessariamente
quebrar a tecnologia. Ele pode explorar relações de confiança,
processos, identidades, privilégios, integrações e suposições
existentes entre pessoas e sistemas.
A temporada acompanha o ciclo completo:
reconhecimento → engenharia social → acesso →
privilégio → impacto → detecção → correção → aprendizado.
Para Red Teams e Blue Teams, o objetivo final não é provar
quem é mais inteligente, mas encontrar caminhos invisíveis
antes que um adversário real os descubra.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe — Especial Red Team
O Diretor Rooney Está Procurando Malware no Lugar Errado
🕵️ Por que organizações caçam invasores sofisticados enquanto o atacante entra pela recepção
Existe uma cena imaginária que provavelmente acontece todos os dias em algum datacenter do planeta.
De um lado temos o SOC.
Três monitores por analista.
Dashboard piscando.
Mapa-múndi com pontinhos vermelhos.
Threat Intelligence.
EDR.
XDR.
SIEM.
SOAR.
UEBA.
NDR.
IDS.
IPS.
WAF.
Zero Trust.
Machine Learning.
Artificial Intelligence.
Uma tela mostra 14.827 eventos por segundo.
Outra mostra tentativas de conexão provenientes de países que metade da equipe precisaria procurar no Google Maps.
Na terceira existe um gráfico tão sofisticado que ninguém sabe exatamente o que significa, mas todos concordam que ficaria maravilhoso num PowerPoint para o board.
A organização gastou alguns milhões construindo sua Estrela da Morte particular.
Enquanto isso, na recepção:
— Bom dia, aqui é o Carlos da infraestrutura. Estamos com uma emergência no sistema do diretor. Você poderia confirmar uma informação para mim?
— Claro.
GAME OVER.
Nenhum zero-day.
Nenhum kernel exploit.
Nenhum ransomware polimórfico desenvolvido numa garagem subterrânea da Transnístria.
Nenhum adolescente de capuz digitando:
ACCESS GRANTED
após quinze segundos de teclado aleatório.
Apenas uma pessoa.
Falando com outra pessoa.
E uma organização que gastou milhões protegendo computadores, mas esqueceu que seres humanos também fazem parte da arquitetura.
Bem-vindo ao sexto episódio de:
SAVE FERRIS — Red Team para Quem Aprendeu que o Sistema Também Mata Aula
E desta vez o diretor Rooney está procurando malware.
Só existe um pequeno problema.
Ferris não trouxe malware.
🎬 Rooney procura uma conspiração
Uma das coisas mais engraçadas em Curtindo a Vida Adoidado é a diferença entre a complexidade imaginada por Rooney e a simplicidade das soluções de Ferris.
Rooney pensa como defensor obcecado.
Ferris deve estar fazendo alguma coisa extraordinariamente sofisticada.
Existe um plano.
Existe uma conspiração.
Existe uma operação gigantesca.
Deve haver alguma prova definitiva escondida em algum lugar.
Rooney procura o equivalente cinematográfico de um APT.
Ferris trabalha com algo muito mais poderoso:
expectativas humanas.
Ele conhece as pessoas.
Conhece o funcionamento da escola.
Conhece os horários.
Conhece as relações.
Conhece as regras.
E, principalmente, sabe quando as próprias pessoas podem ajudá-lo a contornar essas regras.
Essa é uma das lições fundamentais do Red Team:
O atacante não é obrigado a utilizar a vulnerabilidade que você gastou mais dinheiro tentando impedir.
🎬 Epílogo — Rooney estava procurando o invasor errado
Talvez Rooney nunca tenha entendido Ferris.
Porque procurava sofisticação onde havia compreensão humana.
Esperava conspiração.
Encontrou improviso.
Esperava tecnologia.
Encontrou contexto.
Esperava ataque frontal.
Encontrou caminho lateral.
E organizações modernas ainda cometem exatamente esse erro.
Compram ferramentas para enfrentar o adversário que imaginam.
APT.
Zero-day.
Malware sofisticado.
Exploit desconhecido.
Tudo isso existe.
Tudo merece defesa.
Mas existe também outro atacante.
Aquele que olha para a organização e pergunta:
— Quem atende o telefone?
— Quem reseta senha?
— Quem confia no diretor?
— Quem pode abrir exceção?
— Quem consegue alterar um cadastro?
— Quem possui uma conta esquecida?
— Qual procedimento todo mundo pula quando está com pressa?
Esse atacante talvez não precise derrotar seu firewall.
Seu SIEM.
Seu EDR.
Seu Zero Trust.
Ele só precisa encontrar uma pessoa autorizada a fazer alguma coisa...
e uma razão suficientemente convincente para que ela faça.
Por isso Red Team não deve perguntar apenas:
“Como quebramos a tecnologia?”
Deve perguntar:
“Como fazemos a organização quebrar suas próprias regras acreditando que está apenas trabalhando normalmente?”
Essa pergunta é muito mais desconfortável.
E muito mais útil.
Porque talvez o firewall esteja perfeito.
Talvez o SIEM esteja perfeito.
Talvez o EDR esteja perfeito.
Talvez RACF esteja perfeito.
E mesmo assim:
Telefone toca.
— Bom dia. Aqui é o diretor.
— Claro, senhor. Posso alterar isso.
CLICK.
Rooney continua procurando malware.
Ferris já está no centro de Chicago.
☕ SAVE FERRIS.
Porque às vezes o exploit mais perigoso não executa código.
Executa confiança.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe — Especial Red Team
SAVE FERRIS — Ferris Bueller’s Red Team
Uma série de 12 artigos sobre Red Team, segurança ofensiva,
engenharia social, OSINT, integridade de dados, MFA, PAM,
rollback, Blue Team, inteligência artificial, RACF e z/OS,
usando Ferris Bueller para explorar uma pergunta fundamental:
o sistema está realmente seguro ou apenas acredita que está?
Red Team
OSINT
Engenharia Social
Blue Team
MFA
PAM
IA Generativa
RACF
z/OS
Mainframe
1
Ferris Bueller Tinha um Plano de Ataque — Red Team Antes de Existir Red Team
Reconhecimento, criatividade adversarial e a ideia de que
o verdadeiro alvo nem sempre é a tecnologia:
são as suposições de quem construiu o sistema.
Red Team • Recon • Threat Modeling • Criatividade Adversarial
Nove Faltas? CTRL+Z — Quando o Banco de Dados Decide o que é Verdade
Integridade de dados, alteração de registros, privilégio,
auditoria e a perigosa diferença entre aquilo que aconteceu
e aquilo que o banco de dados afirma ter acontecido.
Integridade • Db2 • Auditoria • Insider Threat • Dados
Cameron, Atenda o Telefone — Social Engineering as a Service
Ferris → Cameron → telefone → escola → funcionário → sistema.
Nenhuma peça precisa falhar sozinha quando a cadeia inteira
possui uma combinação explorável de confiança.
Social Engineering • Swiss Cheese Model • Human Risk
O Diretor Rooney Está Procurando Malware no Lugar Errado
Firewall, SIEM, EDR e Zero Trust podem funcionar perfeitamente
enquanto engenharia social, Help Desk e processos humanos
criam outro caminho até o objetivo.
Privilégio, acesso físico, MFA, PAM, least privilege e o risco
de proteger um ativo crítico apenas com medo, confiança
e a esperança de que ninguém ousará tocá-lo.
Colocamos a Ferrari em Ré — Por Que Rollback Não É Backup
Rollback, restore, journaling, logs, Db2, VSAM e recuperação:
voltar o estado de um sistema não significa apagar
as consequências daquilo que aconteceu.
“A Vida Passa Muito Rápido” — O Red Team Depois que Todo Mundo Foi Embora
Red Team não termina em “conseguimos entrar”.
Ataque deve gerar descoberta, evidência, correção,
detecção e aprendizado para deixar a organização mais resiliente.
Red Teaming • Purple Team • Detection • Resilience • Learning
Ferris Bueller’s Red Team: Como Hackear o Sistema
Sem Precisar Roubar a Ferrari do Cameron
reúne os doze episódios e conecta Red Team,
engenharia social, IA, Blue Team e segurança de mainframe.
A série SAVE FERRIS, publicada no
Bellacosa Mainframe, utiliza situações inspiradas
em Ferris Bueller para explicar conceitos de
Red Team, cybersecurity, segurança ofensiva,
engenharia social, OSINT, Blue Team, Purple Team,
Zero Trust, MFA, PAM, inteligência artificial,
RACF, IBM z/OS, CICS, Db2, MQ e segurança de mainframe.
O fio condutor é simples: um atacante não precisa necessariamente
quebrar a tecnologia. Ele pode explorar relações de confiança,
processos, identidades, privilégios, integrações e suposições
existentes entre pessoas e sistemas.
A temporada acompanha o ciclo completo:
reconhecimento → engenharia social → acesso →
privilégio → impacto → detecção → correção → aprendizado.
Para Red Teams e Blue Teams, o objetivo final não é provar
quem é mais inteligente, mas encontrar caminhos invisíveis
antes que um adversário real os descubra.
Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe
desde 1988
,
é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2,
z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais,
conhecimento técnico, história da computação e práticas
do universo mainframe para aproximar novas gerações das
tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos
ao redor do mundo.
IBM Champion
IBM Z
COBOL
CICS
Db2
z/OS
Mainframe desde 1988