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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Atalhos para ferramentas uteis

Ferramentas uteis para Youtubers Newbies




Para novatos no YouTube, entender e utilizar corretamente as ferramentas disponíveis faz toda a diferença entre crescer de forma consciente ou ficar perdido sem saber o que está funcionando. Muitas dessas ferramentas já estão ao seu alcance, são gratuitas e poderosas, mas acabam sendo pouco exploradas por quem está começando. A seguir, você encontrará uma explicação detalhada e didática sobre como usar cinco ferramentas essenciais: YouTube Lista de Vídeos, Social Blade, YouTube Analytics, Gmail (versão HTML) e Canva, sempre com foco em organização, análise, melhoria de conteúdo e crescimento gradual do canal.


1. YouTube – Lista de Vídeos (YouTube Studio / My Videos)

A lista de vídeos do YouTube é uma das ferramentas mais básicas e, ao mesmo tempo, mais importantes para o criador iniciante. Nela, você consegue visualizar todos os vídeos publicados no seu canal, organizados por critérios como data, visualizações, comentários ou status.

Ordenar os vídeos por número de visualizações ajuda a entender rapidamente quais conteúdos tiveram melhor desempenho. Isso permite identificar padrões: temas que funcionam melhor, formatos que agradam mais o público ou até títulos e thumbnails mais eficientes. Para um novato, esse tipo de observação é ouro, pois mostra, na prática, o que o público está escolhendo assistir.

Outro ponto importante é o controle de status dos vídeos. Você pode ver se um vídeo está público, não listado ou privado, além de identificar possíveis restrições, direitos autorais ou problemas de monetização. Manter essa lista organizada evita erros comuns, como vídeos esquecidos, descrições incompletas ou falta de otimização.

Além disso, a lista de vídeos facilita edições rápidas. Você pode ajustar títulos, descrições, tags e thumbnails mesmo após a publicação. Para quem está aprendendo, isso é essencial, pois permite testar melhorias e acompanhar se elas geram resultados ao longo do tempo.


2. Social Blade – Estatística Mensal

O Social Blade é uma ferramenta externa muito útil para acompanhar o crescimento do canal de forma macro. Para novatos, ele funciona como um “termômetro” de evolução. Ao acessar as estatísticas mensais, você consegue visualizar ganhos ou perdas de inscritos, visualizações totais e tendências de crescimento.

Uma das maiores vantagens do Social Blade é a visão histórica. Ele permite observar se o canal está crescendo de forma constante, estagnado ou oscilando muito. Isso ajuda o criador iniciante a entender que crescimento no YouTube raramente é linear e que quedas ocasionais fazem parte do processo.

Outra utilidade é a motivação realista. Muitos novatos se frustram por comparar seus canais com grandes youtubers. O Social Blade ajuda a enxergar números concretos, mostrando que até canais grandes passaram por fases lentas no início. Ele também permite comparar o seu canal com outros de tamanho semelhante, ajudando a manter expectativas mais saudáveis.

É importante lembrar que o Social Blade trabalha com estimativas. Ele não substitui o YouTube Analytics, mas complementa a análise, oferecendo uma visão externa e comparativa do desempenho do canal.


3. YouTube Analytics – Detalhes e Dados Reais

O YouTube Analytics é a ferramenta mais poderosa para quem deseja crescer de forma estratégica. Para novatos, ela pode parecer confusa no início, mas entender seus principais dados é essencial.

Nela, você encontra informações sobre visualizações, tempo de exibição, retenção de público, origem do tráfego, dados demográficos e comportamento da audiência. Esses números mostram exatamente como as pessoas estão encontrando seus vídeos e como interagem com eles.

A retenção de público, por exemplo, indica em que momento as pessoas abandonam o vídeo. Isso ajuda o iniciante a perceber se está demorando demais para ir ao ponto, se a introdução está fraca ou se o conteúdo perde ritmo em determinado trecho.

Outro dado fundamental é a origem do tráfego. Você pode descobrir se os espectadores chegam pelos resultados de busca, vídeos sugeridos, links externos ou redes sociais. Com isso, fica mais fácil decidir onde focar esforços de divulgação.

O Analytics também mostra horários em que o público está mais ativo, ajudando a escolher melhores momentos para publicar. Para novatos, usar esses dados significa parar de “chutar” e começar a tomar decisões baseadas em fatos.


4. Gmail – Versão HTML

A versão HTML do Gmail é uma ferramenta simples, leve e extremamente funcional, especialmente para quem trabalha com muitos contatos, notificações e mensagens relacionadas ao canal.

Para criadores iniciantes, o Gmail é essencial para organização. Ele centraliza mensagens do YouTube, como alertas de comentários, avisos de direitos autorais, atualizações da plataforma e contatos de possíveis parcerias.

A versão HTML é mais rápida, consome menos recursos e funciona bem em conexões lentas. Isso facilita o acesso rápido às mensagens importantes sem distrações excessivas. Além disso, ajuda a manter o foco, algo fundamental para quem está aprendendo a gerenciar um canal.

Responder comentários, mensagens de inscritos ou contatos profissionais de forma organizada passa mais credibilidade e fortalece o relacionamento com a audiência.


5. Canva – Editor de Artes para Redes Sociais

O Canva é uma das ferramentas mais importantes para novatos no YouTube, principalmente para quem não tem experiência em design. Com ele, é possível criar thumbnails, banners, artes para redes sociais, capas de vídeos e posts promocionais de forma simples e profissional.

As thumbnails são decisivas para o sucesso de um vídeo. O Canva oferece modelos prontos, fontes legíveis, cores contrastantes e recursos visuais que ajudam o iniciante a criar imagens chamativas sem precisar dominar programas complexos.

Outro ponto forte do Canva é a padronização visual. Criar um estilo consistente para o canal ajuda o público a reconhecer seus vídeos rapidamente. Isso contribui para a identidade da marca pessoal do criador.

Além disso, o Canva facilita a criação de materiais para divulgação em outras redes, como Instagram, Facebook e WhatsApp, ampliando o alcance dos vídeos.


Conclusão

Para novatos no YouTube, o sucesso não depende apenas de gravar vídeos, mas de usar bem as ferramentas disponíveis. A lista de vídeos ajuda na organização, o Social Blade oferece visão de crescimento, o YouTube Analytics fornece dados reais para decisões inteligentes, o Gmail organiza a comunicação e o Canva fortalece a apresentação visual.

Quando usadas juntas, essas ferramentas transformam o canal em um projeto estruturado, reduzindo erros, aumentando a eficiência e tornando o crescimento mais consciente. Aprender a usá-las desde o início não acelera apenas os números, mas constrói uma base sólida para evoluir com consistência, clareza e confiança.

Atalhos 

Youtube Lista de Videos página 29


Social Blade Estatística Mensal


Youtube Analytics Detalhes


Gmail versao Html


Editor de Artes para Redes Sociais

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

🔥 Program Control Operation – LINK no CICS

 

Falando sobre o comando cics link

🔥 Program Control Operation – LINK no CICS

 


☕ Midnight Lunch, stack limpo e um LINK mal feito

Todo mainframer raiz já ouviu (ou falou):

“Relaxa, é só um LINK.”

Até o dia em que esse “só um LINK” vira:

  • Loop infinito

  • Storage violation

  • Abend AEI0, ASRA ou o clássico APCT

Hoje vamos destrinchar o EXEC CICS LINK como gente grande, com história, prática, malícia técnica e aquele tempero Bellacosa.


🏛️ Um pouco de história: modularidade antes do hype

Antes de:

  • microservices

  • REST

  • gRPC

  • serverless

o CICS já fazia chamada síncrona entre programas, com passagem de parâmetros, controle transacional e retorno garantido.

O LINK nasceu para:

  • Modularizar aplicações

  • Reutilizar regras de negócio

  • Separar camadas (apresentação, lógica, acesso a dados)

📌 LINK é o “call stack corporativo” do mainframe.


🧠 Conceito fundamental (grave na testa)

LINK = chamada síncrona de programa dentro do mesmo task CICS

✔ Mesma UOW
✔ Mesmo Task Number
✔ Mesmo controle transacional
✔ Retorno garantido ao programa chamador

Se não volta, tem coisa errada 😈


🔗 O que é o LINK no CICS?

O EXEC CICS LINK transfere o controle:

  • Do programa chamador

  • Para um programa chamado

  • Passando um COMMAREA

Quando o programa chamado termina:

  • O controle volta automaticamente

  • O COMMAREA pode vir atualizado


🧾 Sintaxe básica

EXEC CICS LINK PROGRAM('PGM002') COMMAREA(WS-COMMAREA) LENGTH(LEN) END-EXEC.

📌 Simples. Perigoso. Poderoso.


📦 COMMAREA – o contrato sagrado

O que é?

Área de memória compartilhada entre programas durante o LINK.

Regras não escritas (mas mortais):

  • Layout idêntico nos dois programas

  • Mesmo tamanho

  • Mesmo alinhamento

  • Mesmo entendimento semântico

🧨 1 byte errado = ASRA elegante.


🥊 LINK vs XCTL (clássico de entrevista)

CritérioLINKXCTL
RetornoSimNão
StackEmpilhaSubstitui
Uso típicoSub-rotinaTransferência de fluxo
RiscoStack overflowPerda de contexto

📌 Se precisa voltar, é LINK. Se não, XCTL.


🛠️ Passo a passo mental (antes de usar LINK)

1️⃣ Preciso que o controle volte?
2️⃣ O COMMAREA está alinhado?
3️⃣ O programa chamado é reentrante?
4️⃣ Existe risco de loop (A chama B, B chama A)?
5️⃣ O LENGTH é compatível?

Se respondeu “não sei” para algum, pare tudo.


⚠️ Armadilhas clássicas (easter eggs mainframe)

🐣 LINK dentro de LINK dentro de LINK
Stack crescendo como fila de restaurante às 12h

🐣 COMMAREA reutilizada sem inicializar
→ Dado fantasma, bug intermitente, terror noturno

🐣 LINK para programa não definido
APCT no meio da tarde

🐣 LINK circular
→ Travamento silencioso e operador suando


🧪 LINK na prática (exemplo mental)

Programa A

  • Recebe dados da tela

  • Valida campos

  • Faz LINK para regra de negócio

Programa B

  • Recebe COMMAREA

  • Aplica cálculo

  • Atualiza DB2

  • Retorna status

📌 Isso é arquitetura em camadas antes de virar moda.


📚 Guia de estudo para dominar LINK

Estude profundamente:

  • COMMAREA vs CHANNEL/CONTAINER

  • Program Reentrancy

  • CICS Program Control

  • Transaction Scope

  • Abend codes (ASRA, AEI0, APCT)

📖 Manual essencial: CICS Application Programming Guide


🤓 Curiosidades de boteco mainframe

🍺 LINK já foi usado como “service call” antes do SOA
🍺 Existem sistemas com 30 níveis de LINK (sim, sobrevivem)
🍺 Muitos bugs só aparecem sob carga por causa de LINK mal desenhado
🍺 O CHANNEL/CONTAINER nasceu para salvar o mundo do COMMAREA gigante


💬 Comentário El Jefe Midnight Lunch

“LINK é educação.
Se você não respeita o contrato,
o CICS te educa com um abend.”


🚀 Aplicações reais hoje

  • Core bancário

  • Processamento de cartões

  • Seguros

  • Sistemas governamentais

  • Regras críticas reutilizáveis

LINK ainda é:
✔ rápido
✔ previsível
✔ seguro
✔ corporativo


🎯 Conclusão Bellacosa

O EXEC CICS LINK é simples só na aparência.

Quem domina:

  • Escreve sistemas limpos

  • Evita abends misteriosos

  • Constrói arquitetura durável

🔥 LINK não é atalho. É contrato.


domingo, 15 de agosto de 2010

SMP/E for z/OS Workshop : BUILDMCS, LINK MODULE e LINK LMODS

 

Bellacosa Mainframe apresenta SMP/E buildmcs link lmods e module

SMP/E for z/OS Workshop

BUILDMCS, LINK MODULE e LINK LMODS

Quando o SMP/E deixa de ser manutenção e vira engenharia de produto

Até agora, no mundo SMP/E, falamos muito de rotina operacional:
RECEIVE, APPLY, ACCEPT, RESTORE.
O famoso arroz com feijão do dia a dia.

Mas existe um outro SMP/E.
Menos usado.
Mais poderoso.
Mais perigoso se mal compreendido.

Hoje entramos no território de product build, onde aparecem três comandos que não são para iniciantes:

  • BUILDMCS

  • LINK MODULE

  • LINK LMODS

Aqui o SMP/E deixa de ser só manutenção e passa a ser engenharia reversa, migração e reconstrução de produtos.


SMP/E e a visão estrutural do z/OS

O SMP/E enxerga o z/OS como uma hierarquia:

  • 🔹 Elementos simples (SRC, MAC, MOD, PARM)

  • 🔹 Objetos intermediários (OBJ, módulos)

  • 🔹 Estruturas complexas (LMODs)

  • 🔹 Bibliotecas do sistema (target libraries)

Tanto o APPLY quanto os processos de geração de produto fazem a mesma coisa no fundo:

Pegam módulos, macros, source e dados
e combinam tudo para gerar load modules e bibliotecas executáveis

O segredo está em como o SMP/E entende essa estrutura:
👉 entries e subentries no CSI


Revisão rápida das principais subentries (a base de tudo)

🔹 DISTLIB=

Aponta para a distribution library
(cópia oficial, aceita, segura)

🔹 FMID=

Define o nível funcional

Quem é o dono original do elemento

🔹 RMID / UMID=

Definem o nível de serviço

Última substituição e atualizações

🔹 SYSLIB=

Usado por SRC, MAC, DATA, HFS
Define o DDNAME da target library

🔹 LMOD=

Usado em MODULE entries
Direciona o SMP/E para a estrutura do load module

Sem entender isso, BUILDMCS vira magia negra.


Distribution Zone: conteúdo sem estrutura

Um ponto crítico que muita gente erra:

Na DZONE não existe estrutura de LMOD

Na distribution zone:

  • Existem MOD entries

  • Não existem LMOD= subentries

  • O foco é conteúdo, não link-edit

A estrutura só nasce no target, durante APPLY, GENERATE ou LINK.


BUILDMCS – o “clonar produto” do SMP/E

O que é o BUILDMCS?

O BUILDMCS analisa um target zone ou distribution zone
e gera um SYSMOD funcional completo, contendo:

  • ++FUNCTION

  • ++MOD, ++MAC, ++SRC, ++PARM, ++HFS

  • ++JCLIN completo

  • FROMDS apontando para as DLIBs

📦 Resultado:

Um SYSMOD portátil, capaz de reinstalar um produto inteiro em outro ambiente SMP/E


Para que isso existe no mundo real?

Cenários clássicos:

  • Migração de produto entre ambientes

  • Criação de novo CSI

  • Consolidação de sistemas

  • Produto sem mais mídia oficial

  • Ambientes isolados (sem internet, sem Shopz)

BUILDMCS cria uma imagem funcional completa do produto, incluindo:

  • Função

  • Serviço

  • Usermods já aplicados


O que o BUILDMCS NÃO faz

🚫 Não altera o ambiente original
🚫 Não aplica nem aceita nada
🚫 Não “adivinha” dependências externas

Ele fotografa o estado atual do produto.


Como o BUILDMCS funciona por dentro

1️⃣ Analisa o zone (T ou D)
2️⃣ Reconstrói MCS a partir do CSI
3️⃣ Usa FROMDS para apontar para DLIBs
4️⃣ Gera SYSMOD superseding
5️⃣ Grava tudo no SMPPUNCH

Depois disso:

RECEIVE APPLY ACCEPT

em outro ambiente.


Relatórios gerados pelo BUILDMCS

BUILDMCS não é silencioso. Ele gera:

📄 Function Summary Report

  • FMIDs processados

  • SYSMODs substituídos

📄 Entry Summary Report

  • Todos os elementos do FMID

  • MODs, LMODs, DDDEFs

📄 Subentry Summary Report

  • Detalhe fino de cada entry

Se você não leu esses relatórios, você não sabe o que copiou.


⚠️ Restrições do BUILDMCS (a parte que cai em produção)

BUILDMCS não é para todo produto.

Problemas aparecem quando existem:

❌ Load modules compartilhados

Um LMOD com módulos de mais de um produto

❌ Elementos comuns

Mesmo nome e tipo fornecido por produtos diferentes

❌ VERSION, ASSEM, PREFIX

Essas operações não são recriadas

❌ Informações ausentes no Target Zone

  • LEPARM

  • ALIAS

  • DALIAS

Resultado?
👉 SYSMOD gerado incompleto ou incorreto


LINK MODULE – resolvendo dependência entre target zones

Agora imagine isso:

  • Produto A em TZONE1

  • Produto B em TZONE2

  • Um LMOD precisa de módulos dos dois

Sem reinstalar nada.

👉 LINK MODULE resolve isso


O que o LINK MODULE faz?

  • Reexecuta o link-edit

  • Inclui módulos faltantes

  • Atualiza ambos os target zones

  • Cria relacionamento cruzado (TIEDTO)

Tudo isso sem APPLY, sem ACCEPT.


Como o SMP/E documenta isso?

Após o LINK MODULE:

  • XZMODP no LMOD que foi relinkado

  • XZLMODP nos módulos envolvidos

  • TIEDTO nos dois target zones

Isso garante que o SMP/E:

  • Saiba da dependência

  • Avise (ou relinke automaticamente) no futuro


XZLINK – avisar ou agir?

No TIEDTO ZONE:

  • XZLINK(DEFERRED)
    👉 Apenas avisa possível inconsistência

  • XZLINK(AUTOMATIC)
    👉 SMP/E relinka automaticamente

Escolha errada aqui = surpresa em manutenção futura.


LINK LMODS – o REPORT CALLIBS que deu certo

O LINK LMODS substitui o antigo REPORT CALLIBS.

Ele:

  • Identifica LMODs por nome ou CALLIBS

  • Localiza todos os módulos

  • Executa link-edit direto nas target libraries

  • Tem CHECK mode

  • Tenta recuperação automática (compress + retry)

É APPLY sem SYSMOD.


Resumo Bellacosa Mainframe

ComandoPapel
BUILDMCSClona um produto
LINK MODULEResolve dependência entre zones
LINK LMODSRelinka LMODs diretamente

Frase final (estilo Bellacosa)

RECEIVE instala mídia.
APPLY constrói código.
ACCEPT oficializa.
RESTORE ensina humildade.
BUILDMCS revela quem realmente entende SMP/E.

No próximo módulo, entramos em LIST e REPORT — onde o SMP/E finalmente começa a contar a verdade sobre o seu sistema.