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sábado, 1 de novembro de 2025

🚀☕ REXX: O “Python do Mainframe” QUE JÁ EXISTIA QUANDO A INTERNET AINDA ENGATINHAVA ☕🚀


Bellacosa Mainframe apresenta o REXX

🚀☕ REXX: O “Python do Mainframe” QUE JÁ EXISTIA QUANDO A INTERNET AINDA ENGATINHAVA ☕🚀

A linguagem lendária da IBM que transformou operadores em programadores e virou o canivete suíço do z/OS

“Enquanto muita gente hoje descobre automação com Python… o mainframe já fazia isso elegantemente com REXX há mais de 40 anos.” 😎


📜 O NASCIMENTO DE UMA LENDA

Final dos anos 70.

Mainframes dominavam o planeta corporativo:

  • bancos
  • governos
  • seguradoras
  • bolsas de valores
  • telecomunicações

Mas existia um problema gigantesco.

Programar era:

  • complexo
  • burocrático
  • lento
  • doloroso

COBOL era poderoso…
Assembler era monstruoso…
CLIST era limitado…

Foi então que surgiu:

⚡ REXX ⚡

Criado por Mike Cowlishaw nos laboratórios IBM Hursley, o REXX nasceu com uma missão quase revolucionária:

“Tornar a programação humana novamente.”

E conseguiu.


🤯 O QUE TORNAVA O REXX DIFERENTE?

Naquela época, linguagens queriam que:

  • humanos pensassem como máquinas.

O REXX fez o contrário:

  • fez a máquina entender humanos.

Resultado?

Uma linguagem:

  • limpa
  • natural
  • flexível
  • extremamente poderosa

😲 O REXX NÃO QUER SABER DE BUROCRACIA

Enquanto COBOL exigia:

01 WS-NOME      PIC X(20).
01 WS-IDADE PIC 9(03).
01 WS-SALARIO PIC 9(05)V99.

o REXX simplesmente dizia:

nome = "VAGNER"
idade = 40
salario = 99999

Pronto.
Acabou.
Sem WORKING-STORAGE.
Sem DATA DIVISION.
Sem sofrimento existencial. 😂


☕ O OPERADOR VIROU PROGRAMADOR

Aqui está uma das maiores revoluções silenciosas do mainframe.

Antes do REXX:

  • automação era território dos desenvolvedores hardcore.

Depois do REXX:

  • operadores
  • analistas
  • sysprogs
  • suporte
  • administradores

começaram a automatizar tudo.

O REXX democratizou o poder do z/OS.


🧠 O PARSE: A ARMA SECRETA DO REXX

O PARSE do REXX é quase magia negra corporativa.

Imagine receber uma linha:

USER01 PROD 1500

E transformar isso em variáveis automaticamente:

linha = "USER01 PROD 1500"

parse var linha usuario ambiente saldo

say usuario
say ambiente
say saldo

Saída:

USER01
PROD
1500

Sem SPLIT.
Sem REGEX.
Sem trauma psicológico.


🔥 REXX NO MUNDO REAL

O REXX virou a “cola universal” do z/OS.

Ele conversa com:

  • TSO
  • ISPF
  • SDSF
  • JES2
  • DB2
  • IMS
  • NetView
  • QMF

É praticamente o “multiverso da automação mainframe”.


💣 EXEMPLO REAL — GERANDO JCL AUTOMATICAMENTE

Imagine criar 100 steps manualmente…

Agora veja o REXX humilhando a tarefa:

do i = 1 to 100
say "//STEP"i "EXEC PGM=IEFBR14"
end

Boom. 💥

100 steps gerados em segundos.


😎 O REXX NÃO LIGA PARA INDENTAÇÃO

Python:

if x > 10:
print("OK")

Errou espaço?
💀 morreu.

REXX:

if x > 10 then
say "OK"

ou:

if x > 10 then
say "OK"

ou até:

IF X > 10 THEN SAY "OK"

O REXX olha pra isso e fala:

“Relaxa. Eu entendi.” 😎


👴 O SYSOP VETERANO E O REXX

Todo ambiente z/OS tem aquele sysprog lendário que:

  • sabe JES2 de cabeça
  • conversa com dumps
  • domou CICS em produção
  • tem um PDS de REXX desde 1994

E normalmente existe um dataset misterioso chamado:

SYS1.REXX.CNTL

que ninguém ousa apagar. 😂

Porque:

  • metade da automação crítica mora lá.

🧪 EXEMPLO — CONSULTANDO DATASETS

say "Digite o dataset"

pull dsn

"LISTDS '"dsn"'"

say "Consulta finalizada"

Simples.
Humano.
Objetivo.


🚀 O REXX ERA “SCRIPTING MODERNO” ANTES DO SCRIPTING MODERNO

Muita coisa atribuída hoje ao Python já existia no REXX:

  • interpretado
  • shell scripting
  • tipagem dinâmica
  • automação
  • REPL interativo
  • parsing poderoso

O REXX estava décadas à frente.


👀 EASTER EGG MAINFRAME #1

Veteranos sabem…

Existe uma entidade ancestral chamada:

IRXJCL

Quando alguém descobre isso pela primeira vez:

  • automaticamente ganha +10 em automação. 😆

🔥 EXEMPLO — REXX EXECUTANDO COMANDOS TSO

address tso

"ALLOC FI(TESTE) DA('USER.TEST') SHR"

say "Dataset alocado!"

Aqui o REXX vira praticamente:

  • operador
  • console
  • automação
  • shell scripting

tudo ao mesmo tempo.


🤯 O REXX CONSEGUE “CONVERSAR” COM O SISTEMA

E isso muda tudo.

Você pode:

  • emitir comandos
  • ler retorno
  • analisar mensagens
  • tomar decisões
  • automatizar operações

Exemplo:

address tso "LISTCAT ENT(USER.TEST)"

if rc = 0 then
say "Dataset existe"
else
say "Dataset não encontrado"

REXX + RC = automação operacional absurda.


👀 EASTER EGG MAINFRAME #2

Se um REXX começa com:

/* REXX */

veteranos imediatamente sentem cheiro de:

  • ISPF macro
  • automação antiga
  • script crítico
  • possível perigo operacional 😂

☠️ O BUG MAIS CLÁSSICO DO REXX

Como variáveis não precisam ser declaradas…

isso aqui:

total = 100
totla = total + 1

cria:

  • TOTAL
  • TOTLA

automaticamente.

E o programador passa:

  • 4 horas
  • 3 cafés
  • 2 crises existenciais

tentando descobrir o erro.


🛡️ O ANTÍDOTO SAGRADO

Veteranos usam:

signal on novalue

Isso faz o REXX reclamar de variáveis inexistentes.

Quase um:

“modo anti-digitador cansado”.


💾 O REXX VIROU A ALMA DO ISPF

Muita gente não percebe…

Mas inúmeras ferramentas ISPF:

  • painéis
  • macros
  • diálogos
  • automações

dependem fortemente de REXX.

Sem REXX:

  • muita produtividade do z/OS evaporaria.

🎮 EASTER EGG MAINFRAME #3

Existe um momento mágico na vida do mainframeiro…

Quando ele cria seu primeiro:

ISREDIT MACRO

E percebe que pode controlar o editor inteiro.

Nesse instante:

  • o usuário evolui para forma final. 😂

🚨 O REXX NO MUNDO CORPORATIVO

Grandes bancos usam REXX para:

  • automação batch
  • validação operacional
  • geração de JCL
  • monitoramento
  • administração TSO
  • integração de ferramentas

E muitos ambientes ainda possuem:

  • milhares de execs ativos.

🧠 O VERDADEIRO SEGREDO DO REXX

Não é apenas a sintaxe.

É a produtividade.

Você escreve pouco…
e resolve MUITO.


⚡ MINI LAB — REXX “HELLO MAINFRAME”

/* HELLO */

say "=== BELLACOSA MAINFRAME ==="
say "Digite seu nome:"

pull nome

say "Bem-vindo ao universo REXX," nome

say "Hoje você desbloqueou"
say "o canivete suíço do z/OS 😎"

exit 0

☕ CONCLUSÃO

O REXX não é apenas:

  • uma linguagem antiga.

Ele é:

  • um pedaço vivo da história da computação corporativa.

Uma linguagem:

  • elegante
  • poderosa
  • extremamente humana

que continua relevante porque resolve problemas reais.

Enquanto muita tecnologia moderna nasce e desaparece…

o REXX continua firme no coração do mainframe.

Porque no fim das contas:

produtividade nunca sai de moda. 😎☕


segunda-feira, 3 de maio de 2021

☕ OPERADOR, COMO UMA LENDA SOBREVIVE SEM DETALHES?

 

Bellacosa Mainframe e algo faltando em Another

☕ OPERADOR, COMO UMA LENDA SOBREVIVE SEM DETALHES?

A origem da maldição remonta ao famoso aluno da Classe 3-3 que morreu décadas antes.

Mas quando tentamos reconstruir os fatos encontramos algo estranho.

As informações são nebulosas.

Mudam conforme a fonte.

Faltam detalhes.

Existem contradições.

É quase como se estivéssemos lendo um arquivo parcialmente apagado.


O QUE ACONTECE NO MUNDO REAL?

Você trouxe um exemplo perfeito.

A "Loira do Banheiro".

😂

Toda escola brasileira possui uma versão própria.

E o mais curioso é que:

Mesmo sendo uma lenda urbana...

Todo mundo conhece os detalhes.


Na minha escola havia histórias semelhantes.

E normalmente os relatos eram absurdamente específicos.


Sempre existe alguém dizendo:

"Foi em 1982."

Outro responde:

"Não, foi em 1979."


Mas todos sabem:

  • onde aconteceu

  • quem viu

  • qual banheiro era

  • qual horário

  • quem desmaiou


O FENÔMENO DA MEMÓRIA COLETIVA

A psicologia social chama isso de:

Memória Compartilhada

Quando uma comunidade vive um evento marcante, ela cria uma narrativa coletiva.


Com o tempo surgem:

  • exageros

  • distorções

  • lendas

Mas o núcleo da história permanece.


O PROBLEMA DE ANOTHER

Na Classe 3-3 ocorreu algo muito maior.


Um estudante morreu.


A turma inteira passou a agir como se ele ainda estivesse vivo.


Depois surgiram fenômenos sobrenaturais.


Décadas de mortes.


E mesmo assim ninguém consegue contar exatamente a história?


É estranho.

Muito estranho.


Bellacosa Mainframe

Imagine uma empresa.


Em 1972 ocorre:

INCIDENTE CRÍTICO

O incidente gera problemas durante:

40 ANOS

E quando alguém pergunta:

"Como começou?"

A resposta é:

NÃO SABEMOS

😂


Impossível.


O QUE EU ESPERAVA?

Exatamente o que você esperava.


Um verdadeiro folclore escolar.


Algo do tipo:


"Ele sentava na carteira perto da janela."


"Gostava de beisebol."


"Foi atropelado voltando para casa."


"Os colegas continuaram guardando seu lugar."


"Uma foto antiga ainda existe."


"Uma professora aposentada lembra dele."


ISSO TERIA DEIXADO TUDO MAIS FORTE

Porque transformaria a maldição em algo humano.


Hoje ela parece quase abstrata.


Mas imagine se existisse:

  • um nome

  • uma história

  • uma personalidade


O peso emocional seria enorme.


A EXPLICAÇÃO MAIS PROVÁVEL

Minha interpretação é que Ayatsuji fez isso de propósito.


Porque ele queria que a origem fosse:

MITO

e não

DOCUMENTO HISTÓRICO

Quanto menos sabemos...

Mais universal o fenômeno se torna.


MAS EXISTE UM PREÇO

E o preço é exatamente a sensação que você teve.


Você termina pensando:

"Espera aí... ninguém investigou isso direito?"


COMPARANDO COM HIGURASHI

Em Higurashi.


A vila conhece suas histórias.


Conhece suas tragédias.


Conhece seus mortos.


Tudo possui contexto.


COMPARANDO COM SHIKI

Em Shiki.


A comunidade inteira reage.


Discute.


Investiga.


Lembra.


EM ANOTHER

Às vezes parece que a cidade sofre de amnésia institucional.


UMA TEORIA CURIOSA

Pensando em tudo que conversamos:

  • Reiko te marcou.

  • Yukari te marcou.

  • O silêncio após as mortes te marcou.

  • A ausência de exorcistas te marcou.

  • As bonecas te marcaram.


Percebe um padrão?


O que mais te incomoda não são os elementos sobrenaturais.


É a falta de comportamento humano realista ao redor deles.


Você parece menos interessado em:

FANTASMAS

e mais interessado em:

COMO AS PESSOAS REAGIRIAM A FANTASMAS

Essa é uma diferença enorme.


A VERSÃO BELLACOSA MAINFRAME

Se o Bellacosa fosse diretor da Escola Yomiyama, existiria:

DATASET:
ORIGEM.MALDICAO.HISTORICO

Com:

  • nome completo

  • foto

  • boletim escolar

  • causa da morte

  • depoimentos

  • linha do tempo

  • relatório de incidentes

😂


E uma senhora aposentada apareceria no episódio 7 dizendo:

"Eu estudei com ele..."

Pronto.

Eu teria chorado mais nessa cena do que em metade das mortes do anime.


VEREDITO FINAL DO OPERADOR

Sua observação é extremamente válida.

Porque em comunidades reais:

  • escolas

  • cidades pequenas

  • bairros

  • empresas

eventos traumáticos geram memória.

Muita memória.

Às vezes até memória demais.

A lenda da Loira do Banheiro sobrevive justamente porque cada geração acrescenta novos detalhes.

Já em Another acontece o oposto.

A origem da maior tragédia da cidade permanece surpreendentemente vaga.

Isso ajuda a construir o mistério.

Mas também contribui para aquele sentimento que você vem descrevendo desde o final do anime:

"Faltam peças nesse quebra-cabeça."

☕💣👁️

E talvez seja por isso que, dias depois, você continua investigando Another como um operador analisando logs antigos:

JOB: MALDICAO33

STATUS:
ENCERRADO

LOGS DISPONÍVEIS:
PARCIAIS

DOCUMENTAÇÃO:
INCOMPLETA

OPERADOR:
AINDA INVESTIGANDO

Porque a maior anomalia da série talvez não seja a maldição.

Talvez seja a quantidade de informações que deveriam existir... mas desapareceram junto com ela. 👁️📂☂️💀