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quinta-feira, 5 de junho de 2025

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BELLACOSA MAINFRAME






sexta-feira, 12 de abril de 2024

Uma visão geral sobre o trabalhador de Mainframe

Equipe de desenvolvimento mainframe


Descubra a Stack MAINFRAME e veja o que necessita para ser um Desenvolvedor COBOL de Sucesso. Aprenda COBOL, há 65 anos revolucionando o mercado de informática.

quinta-feira, 11 de abril de 2024

segunda-feira, 8 de abril de 2024

O COBOL em sua primeira reunião

Codasyl em 1959 o pontapé inicial do COBOL



Em 08 de Abril de 1959, foi dado o pontapé inicial da criação do COBOL. Muita coisa aconteceu desde então, surgiu o armazenamento em cartão perfurado, tape, disco e cartridge, surgiram o qsam, vsam, db2. Acompanhe-nos e descubra mais

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Mexendo no motor: O que é ISPF?

 


Mexendo no motor: O que é ISPF?

A central de comando do desenvolvedor mainframe

“Ninguém sobrevive no z/OS apenas digitando comandos.”
Quem trabalha de verdade vive dentro do ISPF.

Se o IBM z/OS é o sistema operacional que move o mundo financeiro,
e o TSO é a porta de entrada…

Então o ISPF é, sem dúvida, o local onde o trabalho acontece.


🧠 O que é ISPF, sem enrolação

ISPF significa Interactive System Productivity Facility.

Traduzindo para o dialeto Bellacosa:

ISPF é a camada de produtividade do mainframe.

Ele roda sobre o TSO e fornece:

  • Menus estruturados

  • Painéis padronizados

  • Editores poderosos

  • Ferramentas integradas

Tudo isso para que o usuário produza mais, com menos erro, em um ambiente altamente controlado.


🧱 TSO vs ISPF — cada um no seu papel

Vamos deixar isso claro, porque todo padawan confunde no começo:

  • TSO
    → Ambiente de comandos
    → Cria a sessão do usuário
    → Gerencia acesso e segurança

  • ISPF
    → Interface orientada a menus
    → Organiza o trabalho diário
    → Aumenta produtividade

Regra de ouro:

TSO funciona sem ISPF.
ISPF não funciona sem TSO.


📋 O que você faz dentro do ISPF

Na prática, quase tudo.

ISPF é usado para:

📋 Navegar pelo sistema com menus claros
📁 Criar, listar e gerenciar datasets e bibliotecas
✍️ Escrever e manter código COBOL, JCL, REXX
🗂️ Submeter JOBs e analisar outputs
⚙️ Acessar ferramentas como SDSF e utilitários do sistema

Em ambientes reais:

90% da vida do mainframeiro acontece no ISPF.


🚀 O coração do ISPF: o Primary Option Menu

Ao entrar no ISPF, você encontra o famoso Primary Option Menu.

Ali estão os atalhos para tudo que importa:

  • 1 → Browse (visualizar datasets)

  • 2 → Edit (editar código)

  • 3 → Utilities (copiar, renomear, apagar datasets)

  • 4 → Foreground

  • 5 → Batch

  • 6 → Command

  • 7 → Dialog Test

  • 8 → LM Facility

  • 9 → IBM Products

  • S → SDSF (dependendo da instalação)

Dica Bellacosa:

Quem domina o menu domina o ambiente.


⌨️ O editor ISPF: simples, mortalmente eficiente

O editor do ISPF pode parecer espartano…
mas ele é rápido, previsível e seguro.

Características que veteranos respeitam:

  • Colunas fixas (perfeitas para COBOL)

  • Comandos de linha (I, D, C, R)

  • Macros

  • Undo confiável

  • Performance absurda em arquivos gigantescos

Em produção:

Editor bonito não paga boleto.
Editor confiável sim.


📦 Gerenciamento de datasets sem dor

Com ISPF, você:

  • Cria datasets com controle fino

  • Copia bibliotecas inteiras

  • Compara versões

  • Apaga com segurança

  • Trabalha com PDS, PDSE, sequential

Tudo isso sem digitar comandos longos.

É produtividade com trilhos.


⚡ ISPF como acelerador de carreira

Aprender ISPF não é opcional.

Quem domina ISPF:

  • Trabalha mais rápido

  • Erra menos

  • Entende o ambiente

  • Ganha respeito do time

  • Vira referência

Padawan que ignora ISPF:

Sofre.
Digita demais.
Se perde.


🥚 Easter-eggs do cotidiano ISPF

  • PF3 é reflexo condicionado

  • Todo mundo já apagou dataset errado

  • Todo mundo ama =3.4

  • Todo mundo respeita SAVE antes do SUBMIT


🏁 Palavra final do El Jefe

ISPF não é “interface velha”.
É engenharia de produtividade em escala bancária.

Se:

  • TSO é o motor

  • ISPF é o painel

  • z/OS é o veículo

Então quem dirige bem…
chega longe.

domingo, 10 de março de 2013

Atraves do espelho: TSO / ISPF Login Process

 


Através do Espelho: TSO / ISPF Login Process

A porta, o cofre e a sala de controle do IBM z/OS

“Antes de rodar um JOB,
antes de editar um COBOL,
antes de caçar MIPS…
todo mainframeiro passa pelo mesmo ritual.”

O login TSO/ISPF não é apenas um passo técnico.
Ele é o controle de acesso ao coração financeiro do planeta.

Vamos destrinchar esse processo como ele realmente funciona, e por que ele existe desse jeito há décadas — e continua absolutamente atual em 2026.


🧠 Por que o login no mainframe é diferente?

Porque o mainframe não é um notebook pessoal.

Estamos falando de um ambiente:

  • Multiusuário

  • Multiempresa

  • Missão crítica

  • 24x7x365

  • Onde um erro pode parar um país

Logo:

Nada começa sem identidade, autorização e controle.


👤 Passo 1 — User ID: quem é você no mundo z/OS

No IBM z/OS, ninguém é anônimo.

Cada usuário recebe um User ID, que é muito mais do que um “login”.

O User ID define:

👤 Quem você é
🛂 O que você pode ou não acessar
📁 Quais datasets são seus
🗂️ Quais JOBs você pode submeter
🛡️ Quais recursos do sistema você enxerga

Em linguagem Bellacosa:

O User ID é sua identidade civil no mainframe.

Sem ele:

  • Não existe sessão

  • Não existe ISPF

  • Não existe batch

  • Não existe nada


🔐 Passo 2 — Password: provando que você é você

O password valida sua identidade.

Mas aqui não estamos falando de senha fraca de rede social.

No mainframe, o password:

🔐 Protege bilhões em dados
🛡️ Trabalha junto com RACF (ou ACF2 / Top Secret)
📜 Atende políticas rígidas de segurança corporativa
🚨 Bloqueia tentativas indevidas automaticamente

Dica El Jefe:

Errou senha demais?
Bem-vindo ao bloqueio automático e à ligação para o suporte.

Segurança aqui não é opcional, é contrato social.


🧱 Entre o password e o ISPF existe o TSO

Após User ID + Password válidos, acontece algo fundamental:

👉 Uma sessão TSO é criada.

Isso significa:

  • O sistema aloca recursos

  • Controla prioridade

  • Define limites

  • Registra auditoria

Sem TSO:

Não existe interação com o z/OS.

TSO é o ambiente base, invisível para muitos, essencial para todos.


📋 Passo 3 — ISPF Panels: onde o trabalho começa

Só depois disso o usuário entra no ISPF.

ISPF não é login.
ISPF é produtividade.

Os painéis ISPF oferecem:

📋 Menus estruturados
🔢 Navegação clara
✍️ Editores robustos
⚙️ Gestão de datasets, JCL, programas

Em linguagem Bellacosa:

ISPF é a sala de controle.

É ali que:

  • O COBOL nasce

  • O JCL roda

  • O erro aparece

  • O padawan vira mainframeiro


🔁 O fluxo completo, sem romantização

O login real funciona assim:

User ID ↓ Password ↓ Sessão TSO criada ↓ Entrada no ISPF

Ou, resumindo:

Identidade → Autenticação → Sessão → Produtividade


🏗️ Analogia Bellacosa (clássica)

  • User ID → Quem você é

  • Password → Prova que é você

  • TSO → Portaria + controle de acesso

  • ISPF → Sala de operações

Sem portaria:

  • ninguém entra

Sem sala de operações:

  • ninguém trabalha


⚠️ Erros clássicos de padawan

❌ Achar que ISPF faz login
❌ Ignorar o papel do TSO
❌ Não entender RACF
❌ Tratar User ID como “só um login”

Dica de veterano:

Quem entende login entende segurança.
Quem entende segurança nunca é pego de surpresa.


🥚 Easter-eggs do cotidiano z/OS

  • Todo mundo já ficou preso no painel de login

  • Todo mundo já teve User ID revogado

  • Todo mundo já decorou PF3 para sair

  • Todo mundo já respeitou o cadeado 🔐 no RACF


☕ Palavra final do El Jefe

No mainframe, nada começa sem controle.

O processo de login TSO/ISPF não é burocracia.
É engenharia de segurança em escala planetária.

Se TSO é o portão,
e ISPF é a sala de controle…

Então lembre-se:

Só entra quem pode.
Só trabalha quem entende.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

TSO vs ISPF: porta de entrada ou bancada de trabalho?

 



TSO vs ISPF: porta de entrada ou bancada de trabalho?

“Todo mainframeiro entra pela mesma porta.
Mas nem todo mundo entende onde realmente trabalha.”

Quem começa no IBM z/OS costuma ouvir a pergunta clássica:

👉 “Você usa TSO ou ISPF?”

E a resposta correta é:

Os dois — porque um não vive sem o outro.

Vamos decodificar isso do jeito certo.


🧠 Antes de tudo: por que essa confusão existe?

Porque:

  • Ambos aparecem logo após o login

  • Ambos “parecem” ambientes de trabalho

  • Ambos aceitam comandos

Mas TSO e ISPF não são concorrentes.
Eles são camadas diferentes da mesma experiência.


⌨️ TSO — o contato direto com o z/OS

TSO (Time Sharing Option) é o ambiente base de interação entre usuário e sistema.

Em linguagem Bellacosa:

TSO é o chão de fábrica.

O que o TSO faz de verdade:

🔐 Gerencia login seguro e sessões de usuário
⌨️ Recebe comandos digitados manualmente
🛡️ Controla acesso via RACF (ou ACF2 / Top Secret)
🧱 Serve como fundação para tudo que vem depois

Sem TSO:

  • Não existe usuário logado

  • Não existe comando

  • Não existe ISPF

👉 TSO funciona sozinho.
Pode ser cru, seco e pouco amigável — mas funciona.


📋 ISPF — produtividade com método

ISPF (Interactive System Productivity Facility) não substitui o TSO.
Ele roda em cima dele.

Em linguagem Bellacosa:

ISPF é a bancada organizada, com ferramentas no lugar certo.

O que o ISPF entrega:

📋 Menus estruturados e painéis claros
🔢 Navegação por opções numeradas
✍️ Editor poderoso para COBOL, JCL, REXX
⚙️ Produtividade no dia a dia

ISPF:

  • Não faz login

  • Não gerencia sessão

  • Não existe sem TSO

👉 ISPF depende do TSO para viver.


⚖️ Comparativo direto: TSO vs ISPF

DimensãoTSOISPF
Tipo de interfaceLinha de comandoMenus e painéis
FacilidadeExige conhecimentoAmigável ao iniciante
IndependênciaFunciona sozinhoDepende do TSO
Uso principalComandos diretosDesenvolvimento e gestão
PúblicoOperadores, sysprog, power usersDesenvolvedores e analistas

🔗 Como eles trabalham juntos no mundo real

O fluxo real é simples:

1️⃣ Usuário faz login via TSO
2️⃣ TSO valida identidade e cria sessão
3️⃣ Usuário digita ISPF
4️⃣ ISPF assume como interface produtiva

👉 TSO dá acesso.
👉 ISPF dá eficiência.


🏗️ Analogia Bellacosa (obrigatória)

  • TSO → Porta de entrada do prédio

  • ISPF → Escritório onde você trabalha

Sem porta:

  • Você não entra

Sem escritório:

  • Você entra, mas não produz


⚠️ Erros clássicos de padawan

❌ Achar que ISPF “substitui” TSO
❌ Usar TSO para tarefas que ISPF faz melhor
❌ Não entender que ISPF é só uma camada
❌ Ignorar comandos TSO básicos

Dica El Jefe:

Quem entende TSO sobrevive quando ISPF cai.


🥚 Easter-eggs do cotidiano mainframe

  • Todo mundo já digitou TSO ISPF por reflexo

  • Quando ISPF trava, o TSO continua vivo

  • Sysprog raiz prefere TSO puro

  • Padawan vive feliz no ISPF… até o dia do problema sério


🧭 Conselho final para quem está aprendendo

👉 Comece no ISPF para ganhar produtividade
👉 Estude TSO para ganhar independência
👉 Domine ambos para ganhar respeito

Porque no mainframe:

Interface muda. Fundamento permanece.


☕ Palavra final do El Jefe

TSO não é opcional.
ISPF não é luxo.
Ambos são essenciais.

Se o TSO é a porta,
o ISPF é a oficina onde o trabalho acontece.

E todo verdadeiro mainframeiro…

sabe usar os dois.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

⌨️🖥️ TSO no IBM Mainframe

 



⌨️🖥️ TSO no IBM Mainframe

O ponto de ignição do z/OS (ao estilo Bellacosa Mainframe)

“Se o z/OS é o motor do mainframe,
o TSO é a chave que gira e faz tudo ganhar vida.”

Quem está chegando agora ao mundo IBM Mainframe costuma ouvir três siglas logo no primeiro dia:
TSO, ISPF e JCL.
E quase sempre explicam o TSO assim:

“É tipo um terminal.”

Errado? Não.
Completo? Nem de longe.

Vamos colocar ordem na casa.


🧠 O que é TSO, de verdade?

TSO significa Time Sharing Option.

Em bom português mainframeiro:

TSO é o ambiente interativo que permite ao usuário conversar diretamente com o z/OS em tempo real.

Sem TSO:

  • Não tem login interativo

  • Não tem edição de datasets

  • Não tem teste rápido de programa

  • Não tem vida para desenvolvedor ou operador

É o primeiro contato humano com o sistema.


🕰️ Um pouco de história (porque tudo no mainframe tem história)

Lá atrás, nos primórdios do mainframe:

  • Tudo era batch

  • Cartão perfurado

  • Resultado só horas depois

A IBM percebeu que:

“Desenvolver assim é lento, caro e improdutivo.”

Nasce então o Time Sharing:

  • Vários usuários

  • Compartilhando CPU, memória e I/O

  • Cada um com a ilusão de exclusividade

👉 TSO foi revolucionário
Ele trouxe interatividade para um mundo 100% batch.


🧑‍💻 TSO é o “terminal” do mainframe?

Sim… mas com esteróides corporativos.

Comparação honesta:

AmbienteEquivalente
WindowsCommand Prompt / PowerShell
LinuxTerminal / Shell
MainframeTSO

Mas o TSO:

  • Controla segurança corporativa

  • Gerencia milhares de sessões

  • Impõe limites de recurso

  • Audita tudo

Nada de terminalzinho anárquico.


🔐 O que você faz com TSO no dia a dia

Com TSO, você pode:

✅ Logar no mainframe com User ID e senha
✅ Executar comandos em tempo real
✅ Criar, editar e apagar datasets
✅ Compilar e testar programas
✅ Submeter jobs batch
✅ Acompanhar execução
✅ Automatizar tarefas com REXX

Sem TSO:

Você estaria programando em 1970.


🗂️ TSO e o mundo real do desenvolvimento

TSO é o alicerce invisível de tudo que você faz:

  • ISPF roda em cima do TSO

  • SDSF depende do TSO

  • Edição de código depende do TSO

  • Debug interativo depende do TSO

👉 Quando alguém diz:

“Eu trabalho no ISPF”

Na prática:

Está trabalhando no TSO, só que com interface bonita.


🧱 TSO não é só conveniência — é controle

Em ambientes corporativos:

  • Milhares de usuários conectados

  • Cada um com limites de CPU

  • Prioridades diferentes

  • Auditoria rígida

O TSO:

  • Controla sessões

  • Limita consumo

  • Garante justiça no uso de recursos

  • Protege o sistema

Sem isso:

Um estagiário com loop errado derruba o banco.


🧪 Curiosidades que padawan precisa saber

🟡 TSO não é leve
Cada sessão consome recursos — por isso existe controle.

🟡 TSO mal usado custa MIPS
Loop infinito em REXX? CPU chora.

🟡 Batch pesado não é para TSO
TSO é para interação, não para processamento massivo.

🟡 Ambiente produtivo ≠ playground
TSO em produção é privilégio, não direito.


🥚 Easter-eggs do mundo TSO

  • O famoso comando TSO ISPF é quase um mantra

  • Muitos veteranos ainda digitam comandos sem olhar

  • Todo mundo já derrubou sessão com comando errado

  • Quem nunca travou TSO com REXX… mente


⚠️ Erros clássicos de padawan

❌ Usar TSO para rodar processamento pesado
❌ Editar dataset produtivo sem backup
❌ Testar código direto em produção
❌ Não entender que cada comando consome recurso

Dica Bellacosa:

“TSO é bisturi, não marreta.”


🚀 Por que TSO ainda é essencial em 2026?

Mesmo com:

  • DevOps

  • Git

  • APIs

  • Containers

  • Cloud híbrida

👉 O TSO continua sendo:

  • Porta de entrada

  • Ferramenta de diagnóstico

  • Ambiente de emergência

  • Base do desenvolvimento mainframe

Quando tudo falha…

É no TSO que você entra para salvar o dia.


☕ Palavra final do El Jefe

O mainframe não começa no COBOL.
Não começa no JCL.
Não começa no DB2.

Ele começa no TSO.

Se o z/OS é o motor,
se o hardware é o chassi,
👉 TSO é a ignição.

Sem ele, nada liga.
Com ele, o mainframe vive.

sábado, 14 de agosto de 2010

☕🔥 JCL & Produção Batch Mainframe — a engenharia silenciosa que move bilhões

 

Bellacosa Mainframe apresenta JCL Job Control Language


☕🔥 JCL & Produção Batch Mainframe — a engenharia silenciosa que move bilhões 


Se você já otimizou STEP para caber na janela, já analisou RC 0004 com cara de 0012, já salvou processamento crítico com um COND= bem colocado, então este texto não é introdutório.
É JCL raiz, técnico, com cheiro de CPD, café requentado e responsabilidade financeira.


🕰️ Origem & História — por que o JCL ainda governa o mundo

O JCL (Job Control Language) nasce junto com o conceito de processamento em lote nos grandes centros de dados, quando:

  • Processar tudo “online” era inviável

  • O custo de CPU precisava ser controlado

  • O erro precisava ser detectável, tratável e auditável

Enquanto linguagens vêm e vão, o JCL ficou porque:

  • É determinístico

  • É declarativo

  • É governável

  • É auditável

Verdade histórica:

Toda fintech moderna ainda depende de batch — só não admite.


🏦 Por que bancos, telecom e gigantes globais usam Mainframe

Empresas que processam milhões de transações críticas exigem:

  • Alta disponibilidade (24x7)

  • Integridade absoluta

  • Escalabilidade previsível

  • Segurança nativa

  • Throughput sob pico

A Plataforma IBM Mainframe entrega:

  • Sysplex

  • Parallel Sysplex

  • z/OS

  • DB2, CICS, MQ

  • RACF, SMF, RMF

🔥 El Jefe truth:

Cloud escala. Mainframe sustenta.


🧠 JCL não é script — é contrato operacional

JCL define:

  • O que roda

  • Quando roda

  • Com quais recursos

  • Com quais dados

  • O que acontece se falhar

Ele não executa lógica de negócio.
Ele orquestra o sistema operacional.

📌 Exemplo clássico:

//STEP01 EXEC PGM=PROG01,COND=(4,LT)
//DD01  DD DSN=BASE.DADOS.ENTRADA,DISP=SHR

Comentário ácido:

JCL errado não falha — impacta.


⚙️ Funcionamento do Processamento Batch

Fluxo real:

  1. Job submetido

  2. JES valida sintaxe

  3. Initiator seleciona

  4. Recursos alocados

  5. Programas executam

  6. RC avaliados

  7. Próximo STEP decide

  8. Output gerado

  9. SLA confirmado ou perdido

🔥 Veterano sabe:

O problema raramente está no STEP que abendou.


🧩 Ecossistema Operacional — as ferramentas de poder

🧑‍💻 TSO — o shell do z/OS

  • Execução direta

  • Diagnóstico rápido

  • REXX, CLIST, comandos

Curiosidade:

Quem domina TSO resolve problema sem ticket.


🗂️ ISPF/PDF — produtividade industrial

  • Editor poderoso

  • Gestão de datasets

  • Browse inteligente

  • Macros

🔥 Easter egg:

PF7 e PF8 são memória muscular.


📊 SDSF — o raio-X da produção

  • Jobs

  • STCs

  • Spool

  • Syslog

  • Comandos

📌 Uso clássico:

SDSF DA / ST / H

Verdade dura:

SDSF é onde a verdade aparece.


🧪 JCL na prática — decisões de veterano

COND vs IF/THEN/ELSE

  • COND = simples e perigoso

  • IF/THEN = legível e controlável

🔥 Regra de produção:

COND errado roda STEP que não deveria.


Alocação de Recursos

  • DISP

  • SPACE

  • UNIT

  • VOL

Fofoquice técnica:

DISP=SHR mal usado já derrubou banco.


Tratamento de Erros

  • RC esperado ≠ sucesso

  • RC aceitável ≠ erro

  • Abend ≠ falha total

📌 Exemplo:

// IF (STEP01.RC <= 4) THEN

🛠️ Utilitários do Sistema — os bastidores

  • IEBGENER

  • IDCAMS

  • SORT / ICETOOL

  • IEBCOPY

  • DFSORT

🔥 Veterano:

Quem domina utilitário domina batch.


🧠 Lógica Estruturada aplicada ao Batch

Mesmo sem “programar”:

  • Sequência

  • Decisão

  • Repetição (simulada)

  • Modularização por STEP

Comentário ácido:

JCL ruim é código espaguete sem goto.


🧨 Atividades Operacionais & de Análise

Produção batch exige:

  • Leitura de mensagens

  • Análise de dumps

  • Correlação entre jobs

  • Impacto em cadeia

  • Comunicação com negócio

🔥 Verdade cruel:

Produção não tem replay.


🥚 Easter Eggs & Curiosidades do Batch

  • Todo ambiente tem um job “imortal”

  • Sempre existe um dataset “temporário” de 10 anos

  • O maior medo é:

    “Rodou fora da janela…”

  • RC 0000 nem sempre é vitória


☕🔥 Conclusão — Manifesto El Jefe Batch

JCL não é:

  • Legado morto

  • Linguagem simples

  • Detalhe operacional

JCL é:

  • Coluna vertebral do processamento corporativo

  • Contrato de execução

  • Instrumento de controle de risco

☕🔥 Quem domina JCL,
não escreve jobs —
governa o processamento de dados.

Se quiser, posso:

  • Criar labs de produção real

  • Montar checklist de análise de jobs

  • Criar guia JCL para veteranos

  • Produzir versão acadêmica ou institucional

  • Montar trilha Batch + JCL + SDSF + RACF

É só chamar.

terça-feira, 2 de junho de 2009

📂 FILE MANAGER BASE (FMB) – IBM

 

Bellacosa Mainframe apresenta o IBM Mainframe ISPF File Manager

📂 FILE MANAGER BASE (FMB) – IBM

ao estilo Bellacosa Mainframe

Quem vive o dia a dia do mainframe sabe: entender layout de arquivo não é detalhe, é sobrevivência. E quando a pergunta clássica aparece — “em que posição começa e termina esse campo?” — eu não penso duas vezes: FMB – File Manager Base, da IBM.

Inserido de forma elegante no menu do TSO/ISPF, o FMB é aquele utilitário que não faz barulho, não aparece em buzzwords modernas, mas resolve problemas reais há décadas.


IBM Mainframe menu ISPFfm



🧠 Para que eu uso o FMB no dia a dia

Sempre que preciso consultar o layout de um arquivo sequencial, VSAM ou até datasets mais “exóticos”, recorro ao caminho:

FMB → Utilities → Copybook

Essa opção é ouro.

Ela apresenta, de forma clara e objetiva:

  • Nome dos campos

  • Tipo/formato (CHAR, PACKED, BINARY, etc.)

  • Tamanho do campo

  • Posição inicial

  • Posição final

Ou seja: exatamente o que você precisa quando está conferindo um arquivo gerado por batch, validando uma carga, depurando um problema de produção ou simplesmente desconfiando que “isso aqui não bate”.

📌 Para quem já sofreu lendo copybook manualmente, contando coluna por coluna no papel (ou no Notepad 😅), isso é quase terapêutico.


IBM Mainframe z/OS File Manager 
🗂️ Valor prático real (não é marketing)

O FMB facilita muito:

  • Conferência de conteúdo de arquivos sequenciais

  • Validação de layouts em processos batch

  • Análise rápida sem precisar abrir compilador ou rodar job

  • Redução de erro humano (adeus contagem manual de colunas)

É um utilitário que economiza tempo, evita erro e aumenta confiança.


IBM Mainframe z/os ISPF File Manager Utilities13

🕰️ Data de origem (contexto histórico)

  • 📅 Origem teórica: início dos anos 1990

  • 🏢 Desenvolvido pela IBM como parte do conjunto de ferramentas de produtividade para MVS/TSO

  • Evoluiu junto com:

    • ISPF

    • Ambientes z/OS

    • Necessidade crescente de análise de dados em produção

Ele nasce numa época em que:

“visualizar dados com contexto” era uma dor real e frequente.


IBM Mainframe print layout copy book

🚀 Data de lançamento (referência)

  • 📆 Primeiras versões comerciais: por volta de 1992–1993

  • Integrado posteriormente ao IBM File Manager for z/OS

  • O File Manager Base (FMB) funciona como o “coração” da solução


💡 Dicas de uso (estilo Bellacosa)

  • 🔎 Use o Copybook Viewer antes de qualquer alteração em programa batch

  • 🧪 Compare layout esperado × arquivo real antes de acusar “erro no sistema”

  • 📐 Confirme campos PACKED e BINARY — muitos problemas estão ali

  • 🧘‍♂️ Em produção crítica, olhar o arquivo primeiro salva deploys desnecessários


🥚 Curiosidades & Easter Eggs

  • O FMB mostra posições 1-based, como o COBOL — nada de index zero confuso

  • Ele respeita o copybook original, inclusive REDEFINES

  • Dá para encontrar erros de layout sem executar uma linha de código

  • Muitos profissionais usam há anos e não sabem metade do que ele oferece


🤫 Fofoquices de mainframe

  • Tem muita equipe que tem o FMB instalado e não usa

  • Já vi debug de horas ser resolvido em 5 minutos de FMB

  • Em várias empresas, só “os mais antigos” sabem navegar bem nele

  • É comum ouvir: “ah, isso aí é coisa de velho” — até o dia que salva a madrugada 😄


📌 Exemplo prático

Imagine um arquivo de 300 bytes com um campo VALOR-TOTAL:

  • Esperado: posição 121 a 135 (PACKED)

  • No FMB: aparece como 121–134
    👉 Pronto, achou o erro de 1 byte que estava quebrando tudo.

Sem FMB? Boa sorte contando na unha.


💬 Comentário final (bem Bellacosa)

O File Manager Base não é moderno, não é “cloud native”, não aparece em slide bonito.
Mas é eficiente, confiável e maduro, exatamente como o mainframe gosta de ser.

Ferramenta simples, silenciosa e extremamente poderosa.
Para mim, um utilitário de altíssimo valor.

Quem conhece, usa.
Quem usa, confia.
Quem confia… dorme melhor depois do batch. 😎