terça-feira, 4 de março de 2003

Lisboa o Oceanário na Expo

Um dos aquários mais bonitos que visitei.

Quem conhece sabe que estou dizendo a verdade, quem não conhece deve vir e descobrir por si só. Alem de belo este aquário tem uma particularidade, a visita começa pelo alto, subimos por uma rampa e vamos ao topo do edifício.



Assim começamos nossa visita do alto, começamos vendo aves e pinguins e conforme vamos descendo em espiral vamos vendo pelo caminho diversos aquários com espécies dos 7 mares. As surpresas não param por aqui,  ao meio do edifício tem um aquário central, onde teem animais gigantes tipo tubarões, peixe lua, tartarugas e mantas.

Bem didáctico e divertido é impossível não se apaixonar pelas lontras Amália e Eusébio, brincando preguiçosamente na lagoa, ou  ficar encantado com os pinguins malucos e se refrescar do calor de verão no friozinho do ambiente dos mares do antárcticos.

segunda-feira, 3 de março de 2003

🎬 Eiken — quando o fanservice vira protagonista



 🎬 Eiken — quando o fanservice vira protagonista

Título original: Eiken: Eiken Bu yori Ai wo Komete (エイケン〜栄研より愛をこめて〜)
Ano de lançamento: 2003
Autor: Seiji Matsuyama
Estúdio: J.C. Staff
Episódios: 2 OVAs



👩‍🎓 Personagens principais:

  • Densuke Mifune — o típico protagonista indeciso e tímido que cai nas situações mais constrangedoras possíveis.

  • Chiharu Shinonome — a garota doce e meiga, mas dona de proporções que desafiam a gravidade e o bom senso.

  • Komoe Harumachi — a líder do clube Eiken, figura energética e caótica.

  • Kyoko Morooka — a “rival” com um toque sadomasoquista, que torna tudo ainda mais… peculiar.



📖 Sinopse:
Densuke entra em uma nova escola e, sem entender como, é “recrutado” para o misterioso Clube Eiken — uma mistura de atividades absurdas, situações nonsense e fanservice em níveis épicos. O enredo, no papel, é uma comédia romântica colegial. Na prática, é um desfile de cenas exageradas, ângulos estratégicos e uma coreografia de constrangimentos.

🎨 Estilo:
Visualmente, Eiken mistura traços coloridos e caricatos com exageros anatômicos que deixariam até o ecchi mais ousado de cabelo em pé. O design reflete o início dos anos 2000: saturado, hiperativo e completamente sem filtros. É quase um estudo sociológico sobre como o anime pode desafiar os limites do bom gosto (e ainda assim conquistar audiência).

🧠 Filosofia (ou tentativa dela):
Se olharmos com um olhar mais zen-bellacosa, Eiken é a representação da era pré-moe, um ponto de inflexão onde a indústria testava o limite entre erotismo, humor e narrativa. Há quem diga que ele existe apenas para rir do próprio absurdo — e, em certo nível, isso o torna uma pequena pérola do caos criativo japonês.

💬 Comentário Bellacosa:
Assistir Eiken é como abrir um pacote surpresa e descobrir que o brinde é um manual de constrangimentos. É bizarro, exagerado e totalmente autoconsciente de sua insanidade. E talvez por isso ele seja lembrado até hoje: não como uma obra-prima, mas como uma lenda urbana animada.

📊 Crítica e recepção:
A recepção foi... explosiva (no mau sentido). A crítica especializada o classificou entre os “piores animes já feitos” por falta de enredo e excesso de fanservice. Ainda assim, há uma pequena legião de fãs que o consideram um cult classic justamente por ser tão “ruim que é bom”.

Pontos de interesse:

  • Um dos animes mais citados em listas de “ecchi extremo”.

  • Curiosamente, o estúdio J.C. Staff depois produziria obras sérias como Toradora! e Shokugeki no Soma.

  • A trilha sonora é surpreendentemente agradável — contraste total com o conteúdo.

💡 Dica Bellacosa:
Assista só se você for colecionador de curiosidades do mundo otaku, e de preferência com o coração leve e o senso crítico ativado. Eiken não é sobre o que ele mostra — é sobre o que ele representa: o lado mais excêntrico e sem vergonha da animação japonesa.

Opinião final:
Eiken é o primo distante que aparece nas reuniões de família do anime só para causar. Não é bom, mas é impossível ignorar. E no fundo, esse é o seu charme — o caos puro, embalado em 40 minutos de pura incredulidade.
Bellacosa diria: “Não é uma obra, é uma experiência.”

sábado, 1 de março de 2003

Coina e sua torre assombrada

A decadência de um belo palácio.


Dominando o horizonte, sem nada para fazer pareo a tão grande construção, esta situada as ruínas de um palácio do inicio do século XX.



A Torre de Coina ou Torre da Bruxa, é daquelas construções que domina o imaginário popular, criando causos e lendas. Até dizem que a loira do banheiro passa ferias de verão ali.

Eu quando ia a feira sempre ficava espionando ao longe, ate que um dia cheio de coragem, invadi o terreno e fiz minhas fotinhas históricas.

Torcendo que algum dia um grupo hoteleiro compre e restaure este lugar tão cativante e misterioso.

Vendas Novas e seu quartel de Infataria ligeira mobilizada

Toda vez que passávamos por aqui pintava a vontade de fotografar.


Ate que um dia de tempo frio mas com céu azul e sol, paramos e feito crianças começamos a brincar e bagunçar nos carros de combate expostos. Sempre sob o olhar vigilante do soldado na torre de vigia.



Sou uma criança grande e adoro obras de arte da engenharia moderna, desde trens a aviões, passando por veículos militares, desde sempre vou atrás e faço minhas fotinhas.

Aqui em Vendas Novas não foi diferente, perdemos bem umas 2 horas por aqui, explorando o local e eh claro aproveitamos para almoçar num restaurante aqui da cidade.

Meninos comi coelhos fritos na panela de ferro com coentradas e acompanhei o vinho da regiao, molhando meu pão alentejano no óleo da panela e acompanhando com batatas cozida. Chorar por mais.

sábado, 8 de fevereiro de 2003

A Vila Nova da Barquinha, Rio Tejo e o castelo de Almourol

O castelo em meio as brumas (melhorias)


Anteriormente havia publicado sobre o castelo do Almourol, mas as fotos estavam ruins e não gostei do resultado final, refiz e desta vez melhorei um pouco a qualidade da imagem.



Passeando pelo Ribatejo acompanhando o Rio Tejo em um dia de inverno, nos deliciamos com a paisagem "assustadora", lembrando aqueles filmes assustadores da década de 60.

Em que tudo ocorria em meio as brumas, e a Vila Nova da Barquinha tem um cenário especial, se acompanharem pelas fotos poderão ver o rio, depois la longe escondido uma grande construção, que ao aproximar-se percebemos que é o castelo de Almourol.

O conjunto rio + brumas + castelo realmente é impressionante e faz a imaginação voar bem longe, pensando que a qualquer momento irei topar com um lobisomem ou vampiro.

domingo, 19 de janeiro de 2003

Constancia e seu parque industrial

Uma visão da arqueologia industrial.


Estou inovando nestas fotos, um amigo reclamou comigo que eu só mostrava coisas antigas e da época do matusalém.



Então nesta sessão vamos ver algumas coisas "modernas" tais como um parque industrial, a ponte ferroviária sobre o Tejo, a Termo Electrifica e trens de carga.

Andando por Constância encontramos a cidade antiga integrada ao moderno com um parque industrial ao redor, trazendo emprego e progresso para esta região.

Estamos no inverno e os dias sao cinzentos, deixando as construções escuras e emboloradas, mas esta bruma cria ao mesmo tempo algo belo para se olhar.

E caminhar sentindo o vento frio no rosto é uma delicia e abre o apetite, no almoço de hoje comemos feijoada de grão de bicos, simplesmente fabuloso.

sábado, 18 de janeiro de 2003

Seixal a baia no Tejo e a Quinta da Fidalga

A delicia da baía do Seixal


Um belo dia de passeio pelo Seixal, pela manha andamos na Quinta da Fidalga, um belo palacete e quinta agrícola pertencente a família de Vasco da Gama, com tanque de peixes, noras, hortas e belo casarão.



Mais tarde fomos ate o Seixal ver a baía e por ser inverno, aproveitamos para ver o por do sol (os dias terminam mais cedo), ficamos ali apreciando tamanha beleza.

A baia do Seixal é um lugar protegido que hoje as vezes abriga bandos de flamingos em migração rumo a África em fuga dos rigores do inverno.

De paparoca o almoço hoje foi joaquinzinhos fritos com arroz de tomate e mais uma vez tomei vinho verde que desde a minha ida a  Santiago tem sido a minha perdição.