✨ Bem-vindo ao meu espaço! ✨ Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens. Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê. Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão. Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
terça-feira, 30 de maio de 2017
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Operaçao Lampiao - lembranças de uma campanha politica.
domingo, 30 de abril de 2017
🔥 JCL no z/OS V2R2 — o velho maestro regendo um data center moderno
| Bellacosa Mainframe apresenta JCL V2R2 Job Control Language |
🔥 JCL no z/OS V2R2 — o velho maestro regendo um data center moderno
📅 Datas importantes
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Release (GA): abril de 2017
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Final de suporte IBM: 30 de setembro de 2022
O z/OS V2R2 não reinventou o JCL — ele provou que o JCL ainda era essencial num mundo de APIs, containers e DevOps.
🧬 Contexto histórico
Quando o z/OS V2R2 chegou, o discurso no mercado era outro:
cloud, microservices, pipelines, YAML, JSON…
E lá estava o JCL, firme, rodando:
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bancos centrais
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bolsas de valores
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seguradoras
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governos
👉 O V2R2 marca a fase em que o mainframe deixa de pedir desculpa por existir e passa a dizer:
“Sim, sou legacy… e é por isso que você confia em mim.”
| Job Control Language JCL V2R2 |
✨ O que há de novo (indiretamente) para o JCL no V2R2
O JCL em si muda pouco, mas o ambiente muda muito.
🆕 1. JCL convivendo com DevOps
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Jobs disparados por:
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Jenkins
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schedulers modernos
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pipelines CI/CD
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JCL vira backend confiável de processos “modernos”
🆕 2. Melhor integração com DFSMS e storage moderno
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Melhor uso de:
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Extended Address Volumes (EAV)
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volumes grandes
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políticas SMS mais refinadas
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🆕 3. JES2 mais robusto
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Melhor gerenciamento de spool
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Melhor restart e recovery
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Mais previsibilidade em ambientes com milhares de jobs concorrentes
🔧 Melhorias práticas percebidas pelo mainframer
✔ Batch mais estável em ambientes gigantes
✔ Menos tuning “artesanal” de SPACE e UNIT
✔ Melhor convivência com workloads online e distribuídos
✔ JCL mais usado como contrato operacional, não só script
Nada de revolução sintática — o ganho foi maturidade operacional.
🥚 Easter Eggs (só pra quem viveu)
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🥚 Jobs escritos nos anos 90 continuavam rodando sem alteração
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🥚 Muitos ambientes V2R2 tinham JCL com comentários mais velhos que o operador 😅
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🥚
IEFBR14seguia firme, mesmo com ferramentas modernas fazendo a mesma coisa -
🥚 O erro mais comum continuava sendo… DISP errado
💡 Dicas Bellacosa para quem trabalha com JCL no V2R2
🔹 Use IF / THEN / ELSE / ENDIF — pare de abusar do COND
🔹 Escreva comentários como se o job fosse durar 20 anos (porque vai)
🔹 Pense no JCL como:
infraestrutura como código… só que confiável
🔹 Não subestime:
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retorno de código (RC)
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análise de JESMSGLG
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mensagens do system log
📈 Evolução do JCL até o V2R2
| Era | Papel do JCL |
|---|---|
| OS/360 | Controle de jobs batch |
| MVS / OS/390 | Automação corporativa |
| z/OS V1.x | Orquestrador do data center |
| z/OS V2R2 | Fundamento confiável do mundo híbrido |
👉 O JCL não compete com novas tecnologias — ele as sustenta.
📜 Exemplo de JCL no estilo “V2R2 consciente”
//BELLV22 JOB (ACCT),'JCL V2R2', // CLASS=A,MSGCLASS=X,NOTIFY=&SYSUID //* //STEP01 EXEC PGM=MYPROG //STEPLIB DD DSN=BELLACOSA.LOADLIB,DISP=SHR //SYSOUT DD SYSOUT=* //* //IF (STEP01.RC = 0) THEN //STEP02 EXEC PGM=IDCAMS //SYSPRINT DD SYSOUT=* //SYSIN DD * DELETE BELLACOSA.ARQ.OLD SET MAXCC = 0 /* //ENDIF
💬 Comentário Bellacosa:
“Esse job pode rodar hoje, amanhã ou daqui a 15 anos.
O mainframe muda — o JCL continua.”
🧠 Comentário final
O JCL no z/OS V2R2 representa o auge da maturidade:
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Sem hype
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Sem marketing exagerado
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Sem ruptura
Apenas confiança operacional.
Enquanto o mundo discute a próxima moda, o JCL segue ali, discreto, garantindo que:
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o salário caia na conta
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o banco abra às 10h
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o avião decole
🔥 JCL não é velho.
Velho é sistema que você não confia.
segunda-feira, 10 de abril de 2017
🧾 Parte 1 — Os Anos de Ouro: Quando o Crachá Valia Sonho
🧾 Parte 1 — Os Anos de Ouro: Quando o Crachá Valia Sonho
por Bellacosa Mainframe ☕💼
Houve um tempo — não muito distante — em que o emprego era quase um sacramento.
Você acordava cedo, vestia a melhor roupa, pegava o ônibus lotado e, ao bater o ponto, sentia um certo orgulho.
O crachá era mais que um cartão magnético: era o símbolo de pertencimento.
Era o “sou alguém” numa cidade que engolia anônimos.
Nos anos 80 e 90, o escritório ainda tinha alma.
O chefe conhecia o nome dos funcionários, o cafezinho era comunitário, o vale-transporte vinha em papel, e o salário — embora modesto — pagava o mês com dignidade.
Havia futuro.
Você podia começar como office-boy, virar, evoluindo como um Pokémon: auxiliar, auxiliar-técnico, técnico, analista, coordenador, assistente, chefe, quem sabe gerente, ou mesmo com muito esforço DIRETOR.
Era o tempo dos planos de carreira e das pastas de couro, dos carimbos, dos cheques nominais e da máquina de escrever elétrica que era disputada como se fosse um Tesla. Aqueles sortudos que podiam agendar hora de uso acesso aos Terminais 3270 dos Mainframe IBM.
📠 Curiosidade de época:
Havia um ritual quase sagrado chamado “hollerith”.
Você o recebia em papel, abria com cuidado, e lá estavam seus descontos, seus ganhos, e a prova viva de que você pertencia a algo que fazia sentido.
O mundo do trabalho era humano, previsível, quase paternal.
Comiamos marmitas esquentadas em aquecedores eletricos na sala de reunião transformada em um animado refeitorio improvisado.
E por mais que fosse duro, ainda havia uma relação de reciprocidade entre patrão e empregado.
👔 O pacto invisível
Trabalhar era um contrato de confiança.
Você se dedicava, e a empresa te retribuía.
O chefe tinha palavra, o funcionário tinha lealdade.
Os currículos eram impressos, as entrevistas eram olho no olho — e a palavra “colaborador” ainda não tinha sido inventada pra disfarçar o que se era de fato: empregado.
Havia almoço de fim de ano, amigo screto, festa na firma, cesta de Natal, e até o brinde com refrigerante quente na cozinha improvisada.
Pequenos gestos que, somados, criavam identidade.
O trabalho era mais que salário: era laço social.
💾 Easter-egg: O COBOL das relações humanas
Assim como o COBOL, o trabalho daquela época era direto, estruturado e confiável.
Sem loops infinitos de “feedbacks construtivos” ou “OKRs trimestrais”.
Você entregava, recebia, vivia.
E o sistema, por mais antigo que fosse, funcionava.
🕰️ Nostalgia com propósito
Hoje, pode parecer romantização.
Mas quem viveu sabe: havia mais pertencimento, menos performance.
Mais humanidade, menos “branding pessoal”.
O emprego era porto seguro, não uma roleta emocional.
O office-boy de 15 anos ainda acreditava que o crachá era uma chave — e, de certo modo, era mesmo.
Chave pra independência, pra autoestima, pra esperança.
O crachá valia sonho.
E sonhar, naquela época, ainda era gratuito.
☕ #BellacosaMainframe #ElJefeMidnight #CrônicasDoTrabalho
💼 #MemóriasCorporativas #FuturoDoTrabalho #Anos80 #CracháComAlma #COBOLDaVida
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
Itatiba No Seu Melhor
#INSM - Itatiba No Seu Melhor
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Prevençao contra a Dengue
Guerra contra a Dengue
Faça a sua parte... destrua todos os possiveis ninhos de mosquito: Agua Parada em vasos, latas, lixo, entulho e pneus velhos.
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Guerra contra a DENGUE
Se todos fizermos nossa parte, mantermos nossa casa limpa e sem criadoro do mosquito.
Guerra contra a Dengue
Nao Adianta Apenas Matar o Mosquito
Temos que evitar que ele nasça
Se todos participarem e ajudarem na luta contra o Mosquito: terriveis doenças nao afetarao nossa familia.
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