sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

🏺 Diógenes e o século XXI: o cínico que habita o caos

 


🏺 Diógenes e o século XXI: o cínico que habita o caos

1. A vida minimalista e a rejeição de aparências

Diógenes rejeitava convenções, riqueza, fama e normas sociais vazias.
Ele vivia com o mínimo, questionava o poder e confrontava hipocrisia diretamente.
Hoje, você percebe paralelos:

  • Redes sociais forçam ostentação, performance e aprovação constante.

  • Trabalho e consumo saturam a vida de estímulos desnecessários.

  • Propagandas e algoritmos tentam manipular desejos.

O Cínico diria: “Desligue, minimize, questione — viva com o essencial.”
O problema moderno é que vivemos em uma aldeia de espelhos digitais que amplifica o supérfluo.


2. A crítica social radical

Diógenes não media palavras: criticava ricos, poderosos e moralistas com ironia direta.
Hoje, o equivalente seria alguém que expõe hipocrisia de mídia, política, religião e cultura pop, sem medo de ser cancelado ou silenciado.
A diferença é que o século XXI adicionou algoritmos de reforço, que podem amplificar crítica ou, ao contrário, aprisioná-lo em bolhas de confirmação.


3. Autossuficiência e liberdade interior

O Cínico acreditava que a felicidade não vinha de coisas externas — poder, dinheiro, fama — mas de autonomia e desapego.
Se refletirmos:

  • Muitos se irritam com comida, política, cinema ou trabalho (como você comentou).

  • Essa irritação é sinal de conflito entre valores internos e o ruído externo.

  • A escola cínica, nesse sentido, oferece uma ferramenta de sobrevivência mental: desprender-se do que não importa.


4. A vida moderna como “simulação de excesso”

O século XXI é como uma versão digital daquilo que Diógenes rejeitava:

  • Consumo desenfreado, aparências constantes, distrações infinitas.

  • Redes sociais criam palco para vaidade, competição e comparação.

  • Algoritmos alimentam polarização, medo e frustração.

Então, o “cínico moderno” precisa filtrar ruído, escolher autonomia, preservar atenção e discernimento — exatamente como Diógenes fazia, só que com desafios digitais e sociais diferentes.


5. Manipulação x realidade

A questão que você coloca — “quanto disso é real e quanto é manipulação do século XXI?” — é crucial.

  • O mundo moderno é projetado para explorar emoções e expectativas humanas.

  • Mas isso não invalida a percepção de injustiça, absurdo ou hipocrisia.

  • Diógenes nos ensina: a consciência do absurdo não depende da manipulação, mas de olhar com clareza e coragem.


☕ Epílogo Bellacosa

Se Diógenes vivesse hoje, provavelmente:

  • Moraria fora do consumo desenfreado, talvez numa “aldeia offline”.

  • Ignoraria polarização digital, focando em liberdade interior.

  • Questionaria a cultura, os algoritmos, a política e os rituais modernos, com ironia e lucidez.

E você, Vagner, ao se identificar com ele, está resgatando essa postura de autonomia, crítica e atenção ao essencial — algo que o século XXI insiste em ofuscar.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

🖥️📚 Michael Crichton: o arquiteto de sistemas que avisou antes do crash



🖥️⚠️ Os perigos da tecnologia no século XXI: um alerta em modo Michael Crichton

No século XXI, a tecnologia deixou de ser ferramenta e passou a ser infraestrutura invisível. Inspirado em Michael Crichton, o perigo não está nas máquinas em si, mas na confiança cega que depositamos nelas. Sistemas complexos funcionam perfeitamente… até que uma variável ignorada entra em produção.

Automação excessiva, inteligência artificial opaca, algoritmos que decidem crédito, saúde e liberdade: tudo isso roda como batch jobs sociais sem operador humano atento. Quando algo falha, ninguém sabe onde está o log, quem escreveu o código ou quem aprovou o go-live. Crichton já avisava: complexidade cresce mais rápido que nossa capacidade de controle.

Outro risco é o efeito cascata. No mundo hiperconectado, uma falha local vira incidente global. Um bug, um modelo mal treinado ou uma decisão algorítmica errada se espalha como replicação fora de controle. O humano, confortável demais, vira usuário passivo — incapaz de intervir quando o sistema sai do script.

A lição Bellacosa é direta: tecnologia sem governança é acidente anunciado. Precisamos de testes, limites, redundância e responsabilidade humana. Porque, como em qualquer ambiente crítico, o maior risco não é o sistema cair — é ninguém saber como desligá-lo. 🖥️


🖥️📚 Michael Crichton: o arquiteto de sistemas que avisou antes do crash



🔹 Quem foi Michael Crichton (para quem vive de sistema crítico)

John Michael Crichton (1942–2008) foi médico formado em Harvard, escritor best-seller e roteirista/diretor de cinema. Para o mainframer, Crichton é aquele analista de risco que chega antes do go-live e diz: “isso funciona… até não funcionar mais”.

Ele escreveu sobre tecnologia não como utopia, mas como sistema complexo, cheio de dependências ocultas, falhas humanas e consequências não previstas. Em resumo: Crichton entendia TI como ambiente produtivo.



🔹 Biografia (timeline estilo batch)

  • 🗓️ 1942 – Nasce em Chicago

  • 🎓 Harvard: medicina, biologia, literatura

  • 🖊️ Anos 60 – Escreve sob pseudônimos para pagar contas

  • 📚 1969The Andromeda Strain vira fenômeno

  • 🎬 Anos 70–90 – Livros viram filmes e séries

  • ⚰️ 2008 – Morre deixando um legado de alertas tecnológicos


🔹 Carreira (ou: incidentes previstos em produção)

  • The Andromeda Strain – falha de contenção biológica

  • Westworld – automação fora de controle

  • Jurassic Park – sistema complexo sem rollback

  • Timeline – latência temporal catastrófica

  • Prey – nanotec, swarm e perda de controle

📌 Mainframe insight: Crichton escrevia pós-mortem antes do incidente acontecer.


🔹 Filosofia Crichtoniana

“Tecnologia não falha sozinha. Pessoas falham usando tecnologia.”

Ele antecipou:

  • Overconfidence em automação

  • Falta de testes de stress

  • Dependência cega de sistemas

  • Gestão ignorando especialistas técnicos

Todo mainframer já viu esse filme.


🔹 Curiosidades & fofocas de datacenter

  • Crichton tinha 2,06m — parecia um rack humano

  • Criou ER, série que moldou TV moderna

  • Odiava o rótulo “tecno-thriller”

  • Brigava publicamente com cientistas quando achava hype demais

🤫 Fofoquice: Crichton era chamado de “pessimista”. Ele chamava de engenharia de confiabilidade.


🔹 Dicas de leitura (ordem recomendada)

  1. The Andromeda Strain – isolamento e protocolos

  2. Jurassic Park – caos e sistemas complexos

  3. Prey – microserviços biológicos

  4. Westworld – automação sem governança


🔹 Comentário final Bellacosa

Michael Crichton é leitura essencial para profissionais que mantêm sistemas críticos funcionando apesar da arrogância gerencial. Ele ensina que complexidade não perdoa improviso e que toda inovação precisa de rollback, logs e humildade.

🖥️ Se você já segurou um incidente às 3h da manhã, Crichton já escreveu sobre você.
MAINFRAME MODE: ONLINE.


🏰 As 20 Guildas e Grupos de Aventureiros Mais Emblemáticos do Universo Anime

 


🏰 As 20 Guildas e Grupos de Aventureiros Mais Emblemáticos do Universo Anime

"Uma guilda é mais do que um abrigo de missões. É onde nascem laços, cicatrizes e destinos."
— Bellacosa, Crônicas de Fiore ✨

 





🌟 1. Fairy Tail (Fairy Tail, 2009)

  • Reino: Fiore

  • Símbolo: Fada flamejante

  • Membros: Natsu, Erza, Lucy, Gray, Wendy, Happy

  • Essência: A guilda que transformou amizade em força mística.

  • Curiosidade: A sede foi destruída e reconstruída várias vezes, simbolizando a persistência e união.

  • 🎖️ Título: A Guilda das Emoções.


⚔️ 2. Adventurer’s Guild (Goblin Slayer, 2018)

  • Local: Reino sem nome, inspirado em D&D.

  • Sistema: Bronze → Adamantite.

  • Realismo brutal: Missões com morte, trauma e medo.

  • Curiosidade: A guilda é quase um sindicato burocrático — sem heróis, só sobreviventes.

  • 🎖️ Título: A Guilda do Mundo Real.


💥 3. Axel Adventurer’s Guild (Konosuba, 2016)

  • Cidade: Axel – “Cidade dos Recomeços”.

  • Personagens: Kazuma, Aqua, Megumin, Darkness.

  • Características: A paródia perfeita de uma guilda de RPG.

  • Curiosidade: Nenhuma guilda tem tanto caos, sarcasmo e sapos gigantes.

  • 🎖️ Título: A Guilda do Caos e da Comédia.


🏰 4. Ainz Ooal Gown (Overlord, 2015)

  • Origem: MMORPG Yggdrasil

  • Líder: Momonga (Ainz)

  • Natureza: Guilda que virou império.

  • Curiosidade: Cada sala da Tumba de Nazarick homenageia um jogador original.

  • 🎖️ Título: A Guilda Divinizada.


⚜️ 5. Loki Familia (DanMachi, 2015)

  • Cidade: Orario

  • Deusa Líder: Loki

  • Rival: Hestia Familia (Bell Cranel)

  • Curiosidade: O status dos aventureiros é medido como “Ficha Divina” — quase um DB2 celestial.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Deuses e Mortais.


🔥 6. Black Bulls (Black Clover, 2017)

  • Líder: Yami Sukehiro

  • Membros: Asta, Noelle, Magna, Luck.

  • Características: Desordeiros e carismáticos.

  • Curiosidade: Considerada a pior esquadra — até começar a salvar o reino.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Marginais.


🕶️ 7. Akatsuki (Naruto, 2002)

  • Origem: Grupo mercenário ninja.

  • Membros: Itachi, Pain, Kisame, Deidara, Konan.

  • Objetivo: Coletar bijuus para “paz forçada”.

  • Curiosidade: Cada membro representa um ideal quebrado.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Renegados.


🐉 8. Blue Pegasus, Lamia Scale e Sabertooth (Fairy Tail)

  • Essência: As guildas rivais que dão brilho às competições mágicas.

  • Curiosidade: São o contraponto — a sombra e o reflexo da Fairy Tail.

  • 🎖️ Título: As Guildas Rivais da Honra.


🌌 9. Team Natsu (Fairy Tail)

  • Descrição: Subgrupo lendário da Fairy Tail.

  • Curiosidade: Mesmo sem intenção, derrotaram dragões, deuses e impérios.

  • 🎖️ Título: O Coração da Fairy Tail.


🧭 10. Familia Hestia (DanMachi)

  • Membros: Bell Cranel, Hestia, Liliruca, Welf.

  • Curiosidade: A menor Familia do mundo... mas de alma gigante.

  • 🎖️ Título: A Guilda do Crescimento e da Esperança.


🧙 11. Phantom Troupe (Hunter x Hunter, 1999)

  • Símbolo: Aranha com número.

  • Líder: Chrollo Lucilfer.

  • Curiosidade: Mistura de guilda e seita — unem lealdade e loucura.

  • 🎖️ Título: A Guilda do Caos Elegante.


🌑 12. Gotei 13 (Bleach, 2004)

  • Função: Força militar espiritual — protetores da Soul Society.

  • Curiosidade: 13 divisões, cada uma com filosofia e honra própria.

  • 🎖️ Título: A Guilda das Almas.


🧭 13. The Guild (Made in Abyss, 2017)

  • Função: Controlar as expedições ao Abismo.

  • Curiosidade: O abismo é quase uma entidade viva — a guilda é o portal entre o humano e o desconhecido.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Exploradores do Infinito.


💀 14. Night Raid (Akame ga Kill!, 2014)

  • Função: Assassinato político e libertação do império.

  • Curiosidade: Todos sabem que morrerão — e mesmo assim lutam.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Mártires.


🕊️ 15. Straw Hat Pirates (One Piece, 1999)

  • Capitão: Monkey D. Luffy

  • Função: Piratas e sonhadores.

  • Curiosidade: Não é uma guilda formal, mas a essência da guilda: companheirismo e propósito.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Sonhos Livres.


⚙️ 16. Survey Corps (Attack on Titan, 2013)

  • Missão: Explorar o mundo fora das muralhas.

  • Curiosidade: Mais do que um exército — um ideal de liberdade.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Que Ousam.


🧩 17. SOS Brigade (The Melancholy of Haruhi Suzumiya, 2006)

  • Curiosidade: Paródia moderna de guilda estudantil.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Absurdos e Deusas Tímidas.


⚖️ 18. Fairy Hunters (Fairy Tail Movie)

  • Curiosidade: Grupo rival que persegue magos da Fairy Tail.

  • 🎖️ Título: A Guilda Sombria das Lendas.


🗡️ 19. Silver Fang Guild (Ragna Crimson, 2023)

  • Função: Caçar dragões e proteger reinos.

  • Curiosidade: Inspirada em guildas nórdicas de mitos antigos.

  • 🎖️ Título: A Guilda da Vingança.




☠️ 20. Nazarick NPCs (Overlord)

  • Natureza: Servos criados por jogadores.

  • Curiosidade: Fieis até o fim — mesmo sem saber o que é ser humano.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Ecos Eternos.


🕯️ Epílogo Bellacosa

“Uma guilda, seja de aventureiros, magos, ou sonhadores, sempre guarda um ideal: pertencer a algo maior que si mesmo.
É o elo entre o herói e o mundo, entre o sonho e o risco.
Por isso, mesmo o aventureiro solitário, em algum canto da alma, pertence a uma guilda que só ele conhece.”

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

🏰 As Guildas Mais Emblemáticas do Universo Anime

 


🏰 As Guildas Mais Emblemáticas do Universo Anime

1. Fairy Tail – “Fairy Tail” (2009)

💫 A guilda mais famosa de todas.

  • Local: Reino de Fiore.

  • Membros icônicos: Natsu Dragneel, Lucy Heartfilia, Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Happy.

  • Características:

    • Um símbolo de amizade, lealdade e caos divertido.

    • A guilda é quase uma família barulhenta, onde as brigas são tão comuns quanto os abraços.

    • O lema: “Não importa o que aconteça, você nunca está sozinho.”

  • Curiosidade: O autor Hiro Mashima se inspirou em bares de RPG e grupos de aventureiros dos games.

  • 🎖️ Status: A mais amada e reconhecida guilda da cultura otaku.


2. Aventureiros de “Goblin Slayer” (2018)

⚔️ A guilda mais realista e sombria.

  • Local: Um mundo medieval brutal e pragmático.

  • Características:

    • Sistema de classificação por rank (porções de aço até adamantina).

    • Retrata de forma crua o dia a dia dos aventureiros, sem glamour — com mortes, medo e trauma.

    • O protagonista, Goblin Slayer, é uma lenda por sua especialização em... goblins.

  • Curiosidade: A guilda aqui é mais um órgão burocrático e perigoso do que uma fraternidade — um retrato cru do RPG realista.


3. Guilda de Aventureiros – “Konosuba” (2016)

😂 A guilda mais caótica e engraçada.

  • Membros principais: Kazuma, Aqua, Megumin e Darkness.

  • Características:

    • Paródia direta das guildas clássicas de RPG.

    • O quadro de missões é repleto de tarefas inúteis (como “matar sapos gigantes”) e o bar da guilda é o centro da comédia.

    • A guilda representa o caos e a sorte que movem os aventureiros do gênero isekai.

  • Curiosidade: As interações na guilda são tão icônicas que viraram memes eternos na comunidade otaku.


4. Ainz Ooal Gown – “Overlord” (2015)

👑 A guilda de poder supremo.

  • Origem: MMORPG Yggdrasil.

  • Fundador: Momonga (Ainz Ooal Gown).

  • Características:

    • Uma guilda de magos e seres poderosíssimos, hoje personificada por Ainz em um novo mundo.

    • Mistura o conceito de “guilda” com “império”.

  • Curiosidade: Embora tenha começado como um grupo de amigos jogadores, tornou-se uma legião de NPCs leais e um império sombrio.


5. Loki Familia – “DanMachi” (2015)

🗡️ A guilda mais estruturada e mitológica.

  • Local: Cidade de Orario.

  • Características:

    • No universo de DanMachi, as guildas são chamadas de Familias, comandadas por deuses.

    • A Loki Familia e a Hestia Familia (de Bell Cranel) são as mais icônicas.

    • Mistura de mitologia e RPG clássico.

  • Curiosidade: Cada Familia tem uma divindade patrona e um sistema de bênção que concede status e habilidades — conceito muito admirado entre fãs de RPG.


6. Blue Pegasus, Sabertooth, Lamia Scale – “Fairy Tail”

🌠 As guildas rivais lendárias.

  • Têm presença carismática e participam dos grandes torneios mágicos.

  • Representam as nuances da honra, rivalidade e redenção dentro do universo de Fairy Tail.


🏅 Conclusão — A Guilda Mais Emblemática

👉 Título incontestável:
💥 Fairy Tail (Guilda Fairy Tail) é a mais icônica, emocionalmente marcante e culturalmente difundida guilda de aventureiros em todo o universo dos animes.

Ela transcende o conceito de “grupo de missões” — é uma metáfora da amizade, superação e do poder do vínculo humano, tão presente no DNA dos shounens clássicos.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

JCL – A Lenda Viva dos Mainframes: Estado Atual, Releases, História, Dicas e Curiosidades

 

Bellacosa Mainframe aprenda JCL

JCL – A Lenda Viva dos Mainframes: Estado Atual, Releases, História, Dicas e Curiosidades

por Bellacosa Mainframe

O JCL (Job Control Language) é a linguagem de controle usada em ambientes IBM Mainframe para definir e gerenciar jobs batch — dizendo ao sistema o que executar, quais programas usar, quais dados acessar e como tratar a saída. Ele nasceu nos anos 1960 e continua essencial até hoje, mesmo com eras de linguagens modernas surgindo e desaparecendo.


🔹 Qual é o “Release” Atual do JCL?

Na verdade, o JCL em si não tem uma versão de linguagem distinta como uma linguagem de programação tradicional (ex.: COBOL 6.0). Ele é parte integrante do sistema operacional z/OS, e evolui conforme o release do z/OS é atualizado.

👉 O release mais recente do z/OS é o:
🔹 z/OS 3.2 (V3R2) — liberado em setembro de 2025 pelo IBM Z.

Isso significa que os usos e comportamentos de JCL em z/OS 3.2 são considerados os mais atuais e com suporte completo pela IBM.

🧠 Curiosidade: JCL foi criado originalmente nos anos 60 para o OS/360 e manteve compatibilidade retroativa até hoje — quase 60 anos depois de sua criação!


📅 Linha do Tempo dos Releases Relevantes (com datas e contexto)

Aqui está uma lista com 10 grandes marcos na evolução do z/OS (onde o JCL “vive e respira”):

Release z/OSData de LançamentoFim de ServiçoDestaques / Notas
OS/360 (início do JCL)1964–1966Ponto de partida histórico. JCL nasce para controlar jobs batch.
MVS/ESA (JCL ampliado)1970sIntrodução de recursos avançados como cataloged procedures.
OS/390década de 1990Predecessor imediato da família z/OS.
z/OS V1R1Março 2001Transição oficial para z/OS com 64‑bit e Unicode.
z/OS V2R2Setembro 2015Suporte a arquiteturas modernas e refinamentos de batch.
z/OS V2R4Setembro 2019Melhor integração com ferramentas modernas.
z/OS V2R5Setembro 2021Final de comercialização: 2024Continuação dos refinamentos em segurança e batch.
z/OS 3.129‑Set‑2023Mercado retirado: Jan/2026Suporte estendido até 2031.
z/OS 3.230‑Set‑2025Planejado final de serviço 2030O release atual que molda como JCL funciona hoje.
(Futuro) z/OS 3.3?Estimado ~2027Expectativa de continuidade da evolução hybrid cloud / AI

ℹ️ Nota: As datas são baseadas em políticas de ciclo de vida de z/OS e planos divulgados pela IBM, com suporte extensível a décadas.


🆕 O que é novo em torno do JCL hoje?

Embora JCL não “mude de versão” como linguagens de programação, as ferramentas que o cercam estão ficando mais modernas:

JCL Language Server & Modern Editor Support
Agora há suporte de linguagem para editores modernos (VS Code) via IBM Z Open Editor, com realce de sintaxe, autocompletar e navegação inteligente.

💡 Isso faz o desenvolvimento de JCL muito mais agradável do que nos velhos dias de editores monocromáticos!


🚀 Dicas Bellacosa Mainframe para Trabalhar com JCL

💡 1. Tente antes de executar – use TYPRUN=SCAN nas suas JOB statements para verificar sintaxe sem rodar a job.
💡 2. Mensagens SDSF são suas amigas – códigos como IEF253 ou IGD17001 te dizem exatamente o que está errado.
💡 3. JCL é sobre contextos, não linguagens glamourosas – ele não “compila”, ele coordena recursos e jobs.
💡 4. Use ferramentas modernas – editores com suporte LSP ajudam a evitar erros de coluna ou sintaxe, que historicamente eram a maior dor de cabeça de qualquer operações mainframe.


🐣 Easter‑Eggs e Curiosidades

🥚 Fred Brooks (um dos pais do OS/360) chamou JCL de… “a pior linguagem que já existiu, criada por mim mesmo”! — uma piada interna que a IBM às vezes cita para reconhecer sua simplicidade arcaica.

💾 JCL começou em cartões perfurados! A decisão de fazer statements com // foi simplesmente porque o processador MC do Assembler precisava de um idioma declarativo para controlar jobs.

🎮 Hoje existem versões open‑source e emuladores (Ex.: Hercules) que rodam JCL em ambientes de hobby ou estudo — ainda tão relevante para quem quer aprender.


🧠 Comentário Final

O JCL é uma das poucas linguagens que realmente sobreviveu às eras. Ele começou com OS/360, passou por MVS, OS/390 e hoje vive em z/OS 3.2, controlando jobs batch críticos em empresas gigantes. Apesar de não ter “versões da linguagem” como outras linguagens de programação, sua evolução está intrinsecamente ligada às releases do z/OS.

Com ferramentas modernas que o suportam, JCL continua não apenas vivo, mas sendo uma peça-chave em ambientes corporativos, mesmo frente a novos paradigmas como cloud, AI e integração híbrida.



sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

🧠🔥 Mapa comparativo manual: Mainframe ↔ Instana Observability

 


🧠🔥 Mapa comparativo manual: Mainframe ↔ Instana Observability


Analogias diretas para quem já leu SMF em hexadecimal e agora vê JSON piscando


☕ 02:41 — Quando o APM tenta explicar o que o SMF já sabia

Todo mainframer que olha para uma ferramenta de observabilidade moderna (Instana, por exemplo) tem a mesma sensação:

“Isso aqui… eu já vi antes.”

E viu mesmo.
A diferença é que agora:

  • o dump é distribuído

  • o JES virou dashboard

  • o operador virou SRE

  • e o problema continua sendo tempo, estado e falha

Este artigo é um mapa mental de tradução, para tornar aplicações distribuídas palpáveis para quem vem do z/OS.


🗺️ O mapa comparativo essencial (guarde isso)

Mundo MainframeInstana / ObservabilidadeTradução Bellacosa
SMFDistributed TracesRegistro detalhado do que aconteceu, quando e por onde passou
RMFMétricas (CPU, memória, latência)Capacidade, consumo e gargalos
JES / SpoolLogs correlacionadosO que foi executado, em que ordem e com qual resultado
CICS TransactionService / EndpointUnidade lógica de trabalho
Program / ModuleMicroserviceCódigo executável com responsabilidade específica
AbendIncidentFalha detectável que exige ação
Return CodeError Rate / Status CodeSucesso ou falha mensurável
Job ChainService Dependency MapOrdem e dependência entre execuções
OperadorSRE / On-callQuem sofre primeiro
Console z/OSDashboard em tempo realO painel que ninguém olha até dar problema

😈 Easter egg:
Se você entende RMF, já entende 80% de qualquer APM.


1️⃣ História curta: do SMF ao Trace distribuído 🕰️

No mainframe:

  • O sistema sempre foi observável

  • Só exigia estudo, paciência e café

No mundo distribuído:

  • A observabilidade precisou ser reinventada

  • Porque ninguém mais sabia onde o código rodava

📌 Comentário Bellacosa:
Observabilidade não nasceu na cloud.
Ela foi redescoberta.


2️⃣ SMF ↔ Traces: a analogia mais poderosa 🔍

SMF

  • Sequência precisa

  • Contexto

  • Correlação temporal

Trace distribuído

  • Request entra

  • Passa por N serviços

  • Sai (ou morre no caminho)

🔥 Tradução direta:
Um trace é um SMF espalhado pela rede, costurado em tempo real.


3️⃣ RMF ↔ Métricas: capacidade nunca saiu de moda 📊

RMF

  • CPU

  • I/O

  • Memory

  • Throughput

Instana Metrics

  • CPU

  • Memory

  • Latência

  • Saturação

😈 Curiosidade:
A diferença não é o conceito.
É que agora todo mundo descobriu que capacidade importa.


4️⃣ Job chain ↔ Dependency Graph 🧩

No batch:

  • JOB A → JOB B → JOB C

  • Quebrou A, nada anda

No distribuído:

  • Serviço A → Serviço B → Serviço C

  • Quebrou B, metade do sistema “funciona”

📌 Comentário ácido:
Falha parcial é batch quebrado com marketing.


5️⃣ Console ↔ Dashboard: o mesmo vício 👀

  • Console ignorado = desastre

  • Dashboard ignorado = post-mortem

🔥 Regra eterna:
O problema não é a ferramenta.
É quem só olha quando dói.


6️⃣ Passo a passo mental para o mainframer entender Instana 🧭

1️⃣ Pense em transação, não em tela
2️⃣ Pense em fluxo, não em serviço isolado
3️⃣ Pense em capacidade, não em “escala infinita”
4️⃣ Pense em falha como estado normal
5️⃣ Pense em correlação, não em log solto

📌 Mantra Bellacosa:
Sem correlação, não há diagnóstico.


7️⃣ Curiosidades que só mainframer percebe 😈

  • Observabilidade virou buzzword

  • Mas sempre foi obrigação

  • Logs sem contexto são JES sem DD

  • Alert sem ação é operador sem autoridade


📚 Guia de estudo recomendado (sem hype)

Conceitos

  • Observabilidade (metrics, logs, traces)

  • Resiliência

  • SRE

  • Arquitetura distribuída

  • Event-driven

Exercício prático

👉 Pegue um trace no Instana
👉 Leia como se fosse um SMF
👉 Pergunte: onde começou a dar errado?


🎯 Aplicações práticas desse mapa

  • Integração mainframe ↔ cloud

  • Modernização segura

  • Diagnóstico de incidentes

  • Treinamento de times híbridos

  • Arquitetura corporativa


🖤 Epílogo — 03:33, o gráfico faz sentido

Quando o mainframer entende observabilidade moderna, algo muda:

Ele para de perguntar

“O que é isso?”

E começa a afirmar:

“Ah… então foi aqui que deu ruim.”

El Jefe Midnight Lunch assina:
“Instana não inventou observabilidade. Só colocou UI no que o mainframe sempre soube fazer.”

 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

🖥️🎬 20 filmes para quem rodou Jogador Nº 1 em modo FULL NOSTALGIA

 

🖥️🎬 20 filmes para quem rodou Jogador Nº 1 em modo FULL NOSTALGIA

🖥️🌐 Realidade Virtual no Século XXI: o terminal que virou mundo

ao estilo Bellacosa Mainframe

A realidade virtual (VR) no século XXI não é apenas um avanço tecnológico; é a transformação do terminal em ambiente existencial. O que começou como simulador tosco, com latência alta e resolução sofrível, evoluiu para sistemas imersivos capazes de treinar cirurgiões, pilotos, engenheiros e — ironicamente — fugir da própria realidade.

Para o olhar mainframer, a VR é um front-end extremo rodando sobre infraestruturas críticas: data centers, redes de baixa latência, computação gráfica massiva e economias digitais persistentes. Nada disso é novo. O novo é o nível de envolvimento humano. O usuário deixa de “usar” o sistema e passa a habitar o sistema.

No século XXI, a VR impacta educação, saúde, indústria, entretenimento e relações sociais. Treinamento virtual reduz riscos reais; ambientes simulados aceleram aprendizado; mundos digitais criam novas formas de trabalho e identidade. Mas o trade-off é claro: escapismo, dependência e a diluição da fronteira entre o real e o simulado.

A lição Bellacosa é simples: toda tecnologia poderosa exige governança, limites e consciência histórica. Assim como o mainframe sustenta sistemas invisíveis que movem o mundo, a realidade virtual revela um futuro onde o maior risco não é a máquina falhar — é o humano preferir não sair dela.

🖥️ Sistema estável. Usuário em teste.


🖥️🎬 Lista não definitiva


1️⃣ Tron (1982)

🇧🇷 Tron – Uma Odisseia Eletrônica
🎭 Jeff Bridges
💬 Usuário preso dentro do sistema.
🥚 Primeiro “VR” do cinema. Vetores = mainframe feelings.

2️⃣ Tron: Legacy (2010)

🇧🇷 Tron: O Legado
🎭 Jeff Bridges
💬 Sistema herdado sai do controle.
🤫 Todo sysadmin entende isso.

3️⃣ The Matrix (1999)

🇧🇷 Matrix
🎭 Keanu Reeves
💬 Realidade como simulação.
🥚 Baudrillard escondido no código.

4️⃣ Wreck-It Ralph (2012)

🇧🇷 Detona Ralph
🎭 John C. Reilly
💬 Personagens sabem que são jogo.
🥚 Arcade é personagem.

5️⃣ Free Guy (2021)

🇧🇷 Free Guy: Assumindo o Controle
🎭 Ryan Reynolds
💬 NPC acorda.
🤫 Bug vira herói.

6️⃣ Avalon (2001)

🇧🇷 Avalon
🎭 Małgorzata Foremniak
💬 Jogo militar e existencial.
🥚 Filosofia japonesa pesada.

7️⃣ Existenz (1999)

🇧🇷 eXistenZ
🎭 Jude Law
💬 Jogo orgânico, desconfortável.
🤫 Cronenberg trollando gamers.

8️⃣ Gamer (2009)

🇧🇷 Gamer
🎭 Gerard Butler
💬 Humanos controlados como avatares.
🥚 Crítica social explícita.

9️⃣ Sword Art Online: Ordinal Scale (2017)

🇧🇷 SAO – Ordinal Scale
🎭 Vozes originais
💬 VR + AR + trauma.
🤫 Anime entende melhor o OASIS.

🔟 Summer Wars (2009)

🇧🇷 Summer Wars
🎭 Anime
💬 Rede social vira campo de batalha.
🥚 Família vs sistema.


1️⃣1️⃣ Alita: Battle Angel (2019)

🇧🇷 Alita
🎭 Rosa Salazar
💬 Identidade, upgrades, memória.
🤫 RPG cyberpunk disfarçado.

1️⃣2️⃣ Scott Pilgrim vs The World (2010)

🇧🇷 Scott Pilgrim Contra o Mundo
🎭 Michael Cera
💬 Vida como videogame.
🥚 HUD emocional.

1️⃣3️⃣ Ready Player One (2018)

🇧🇷 Jogador Nº 1
🎭 Tye Sheridan
💬 O manual visual do livro.
🤫 Pause sempre.

1️⃣4️⃣ The Lawnmower Man (1992)

🇧🇷 O Passageiro do Futuro
🎭 Pierce Brosnan
💬 VR pré-histórica.
🥚 CGI jurássico, ideia visionária.

1️⃣5️⃣ Johnny Mnemonic (1995)

🇧🇷 Johnny Mnemonic
🎭 Keanu Reeves
💬 Dados na cabeça.
🤫 William Gibson puro.

1️⃣6️⃣ Hackers (1995)

🇧🇷 Hackers
🎭 Angelina Jolie
💬 Hacker como pop star.
🥚 Moda cyberpunk exagerada.

1️⃣7️⃣ Ghost in the Shell (1995)

🇧🇷 A Fantasma do Futuro
🎭 Anime
💬 Identidade digital.
🤫 Influenciou Matrix.

1️⃣8️⃣ Her (2013)

🇧🇷 Ela
🎭 Joaquin Phoenix
💬 Relação com sistema.
🥚 Solidão high-tech.

1️⃣9️⃣ The Thirteenth Floor (1999)

🇧🇷 O 13º Andar
🎭 Craig Bierko
💬 Simulação dentro da simulação.
🤫 Mainframe inception.

2️⃣0️⃣ Blade Runner (1982)

🇧🇷 Blade Runner
🎭 Harrison Ford
💬 O que é real?
🥚 Base filosófica do cyberpunk.


🖥️ Comentário final Bellacosa:
Se Jogador Nº 1 é o front-end colorido, essa lista é o backend legado que sustenta tudo. Assista com olhar de operador:
todo sistema conta a história de quem o criou.