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terça-feira, 8 de julho de 2025

☕💣🤖 O ROADMAP DO AFETO ARTIFICIAL — QUANDO A HUMANIDADE COMEÇOU A PLANEJAR O UPGRADE DOS PRÓPRIOS RELACIONAMENTOS

 

Bellacosa Mainframe o roadmap do afeto artificial

☕💣🤖 O ROADMAP DO AFETO ARTIFICIAL — QUANDO A HUMANIDADE COMEÇOU A PLANEJAR O UPGRADE DOS PRÓPRIOS RELACIONAMENTOS

A matéria "Seis coisas que os robôs sexuais vão poder fazer no futuro", publicada pelo TechTudo em 16 de abril de 2019, apresentava previsões sobre a evolução dos robôs sexuais e das inteligências artificiais aplicadas à companhia humana.

Na época, parecia apenas uma lista de curiosidades tecnológicas.

Mas observada hoje, ela se parece muito mais com um roadmap de produto.

Um documento de planejamento do que a indústria pretendia entregar nos anos seguintes.

E o mais impressionante?

Boa parte dessas funcionalidades já começou a aparecer não necessariamente em robôs físicos, mas em IAs conversacionais, avatares digitais e assistentes inteligentes.


O DIA EM QUE O AFETO ENTROU NO BACKLOG

Todo projeto de software começa da mesma forma.

Alguém reúne requisitos.

Define prioridades.

Cria funcionalidades.

Estabelece metas futuras.

A reportagem do TechTudo fazia exatamente isso.

Só que o produto em desenvolvimento não era um sistema bancário.

Nem um ERP.

Nem um aplicativo móvel.

Era a própria experiência emocional humana.


FEATURE 1 — MEMÓRIA DE LONGO PRAZO

Durante muito tempo, máquinas esqueciam tudo.

Você encerrava a sessão.

A conversa desaparecia.

Mas a reportagem apontava para robôs capazes de lembrar:

  • gostos;

  • hábitos;

  • preferências;

  • datas importantes.

Em termos Mainframe:

o sistema deixaria de operar apenas em memória temporária.

Passaria a possuir persistência emocional.

E memória gera algo poderoso:

a sensação de vínculo.


FEATURE 2 — CONVERSAS CADA VEZ MAIS NATURAIS

Em 2019 isso parecia distante.

Hoje parece rotina.

Os robôs do futuro imaginados pela reportagem deveriam conversar de forma fluida, contextual e personalizada.

O curioso é que a revolução não veio da robótica.

Veio dos modelos de linguagem.

O cérebro artificial evoluiu muito mais rápido do que o corpo artificial.


FEATURE 3 — PERSONALIDADE CONFIGURÁVEL

Talvez a previsão mais simbólica de todas.

Imagine escolher:

EMPATIA=100
PACIÊNCIA=100
CARINHO=95
CONFLITOS=OFF
CIÚMES=DISABLED

Parece ficção científica.

Mas a ideia de personalidades ajustáveis já estava presente nas previsões discutidas pelo setor.

Foi o momento em que emoções começaram a ser tratadas como parâmetros de configuração.


FEATURE 4 — APRENDIZADO CONTÍNUO

Todo sistema moderno aprende.

Motores de busca aprendem.

Redes sociais aprendem.

Plataformas de streaming aprendem.

Era inevitável que companhias artificiais também fossem desenhadas para aprender.

E quando um sistema aprende com o usuário, surge uma sensação poderosa:

a de estar sendo compreendido.

Mesmo quando tudo é resultado de algoritmos.


FEATURE 5 — EMPATIA SINTÉTICA

Aqui chegamos ao ponto mais delicado.

Empatia real e empatia simulada não são a mesma coisa.

Mas para o cérebro humano a diferença pode não ser tão evidente.

Se uma entidade:

  • escuta;

  • responde;

  • valida sentimentos;

  • demonstra atenção;

o vínculo emocional pode surgir naturalmente.

Esse talvez seja o recurso mais poderoso e mais controverso de toda a lista.


FEATURE 6 — COMPANHIA SOB DEMANDA

A última grande tendência apontava para sistemas cada vez mais disponíveis, personalizáveis e adaptáveis.

Em outras palavras:

companhia como serviço.

Disponível 24x7.

Sem indisponibilidade.

Sem rejeição.

Sem conflitos inesperados.

Do ponto de vista tecnológico parece brilhante.

Do ponto de vista humano levanta questões profundas.


O QUE O TECHTUDO ESTAVA MOSTRANDO SEM PERCEBER

O artigo parecia falar sobre robôs sexuais.

Mas talvez estivesse registrando algo muito maior.

A transformação gradual da companhia humana em produto tecnológico.

Durante décadas automatizamos:

  • cálculos;

  • documentos;

  • pagamentos;

  • processos corporativos.

Agora começamos a automatizar interação emocional.

E isso representa uma mudança cultural tão importante quanto a chegada da internet.


O IPL DOS RELACIONAMENTOS PROGRAMÁVEIS

O mais curioso é que várias previsões de 2019 começaram a se materializar.

Não necessariamente através de androides humanoides.

Mas através de:

  • IA generativa;

  • assistentes inteligentes;

  • avatares digitais;

  • companhias virtuais.

A indústria acreditava estar construindo robôs.

Talvez estivesse construindo algo muito maior.

Um novo modelo de relacionamento.

Porque quando uma máquina consegue lembrar de você, conversar com você, adaptar-se a você e simular compreensão...

a questão deixa de ser tecnológica.

E passa a ser existencial.

O que acontece quando a companhia perfeita pode ser instalada como software?

Talvez a matéria do TechTudo tenha sido exatamente isso:

o primeiro roadmap público da era dos relacionamentos programáveis.

☕💣🤖 STATUS: Backlog aprovado. Funcionalidades em produção.

Origem: TechTudo
Data de publicação: 16 de abril de 2019
Título: “Seis coisas que os robôs sexuais vão poder fazer no futuro”.

https://www.techtudo.com.br/listas/2019/04/seis-coisas-que-os-robos-sexuais-vao-poder-fazer-no-futuro.ghtml




☕💣🤖 TABOO — A Cronologia do Afeto Artificial

Do robô Roxxxy aos companheiros digitais alimentados por inteligência artificial, esta experiência interativa reúne análises sobre robótica social, ética da IA, solidão digital, relacionamentos sintéticos e o futuro da intimidade humana.

☕💣🤖 PROJETO TABOO
Afeto Artificial, IA, Robôs Sexuais e o Futuro dos Relacionamentos Humanos
Uma investigação Bellacosa Mainframe sobre inteligência artificial, companhia digital, robótica social, solidão tecnológica, relacionamentos sintéticos e os limites entre software e humanidade.
🚀 ABRIR PROJETO
STATUS: ONLINE

Tríplice alicerce da informática: PEOPLEWARE

 

Bellacosa Mainframe apresenta o maior pilar da informatica as pessoas

Tríplice alicerce da informática: PEOPLEWARE

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https://vagnerbellacosa.github.io/CurriculumVitae_VagnerBellacosa/

#Marketing Pessoal#Arquitetura de Sistemas#Soft Skill

Hardware, Softwares & Peopleware

Um Tríplice alicerce para os Sistemas Informatizados

No sentindo de compartilhar conhecimento, hoje irei falar sobre o tríplice alicerce dos sistemas, dois deles são altamente explicativos e fazem parte do conhecimento geral dos padawans.

Hardware e Software são discutidos diariamente e enriquecido no dia a dia, gerando uma pequena confusão, muitos classificam informática como ciência exata, devido aos cálculos e logica, mas isso é assunto para outro texto.

Vamos ao que interessa, a meu ver, porém, considero ciências da informática como ciências humana, pois o fator Peopleware é predominante, e é afinal, sem pessoas, sem usuários não teríamos sistemas…

O que é e significa Peopleware:

São as pessoas envolvidas direta e indiretamente num sistema, recordando que um sistema é o conjunto de elementos interdependentes de modo a formar um todo, bem organizado, limitado e funcional.

Com isso o habitat de sistema é povoado por pessoas, em termos técnicos usuários, analistas, DBA, técnicos de infraestrutura, helpdesk, técnicos de suporte, clientes, devs etc.

Alguns tendo um papel passivo consumindo informação, alguns outros num papel semi-ativo consumindo e gerando informação e outros bem ativos codificando e criando o ambiente.

Ser social

Uma grande característica que necessita ser explorada, trabalhada e aprimorada, somos criaturas sociais, falantes e que vivemos em grupo. Por isso um bom Dev, tem que investir na vertente analítica, saber perguntar, saber estar e ter boas habilidades de comunicação, para poder esclarecer dúvidas com os usuários e poder explicar a solução proposta e o passo-a-passo para sua conclusão.

Documentação técnica

Habilidade de escrita e conhecimento dos editores de texto, afinal 50% do trabalho consiste em gerar documentação, desde proposta técnica, proposta funcional, requisitos técnicos, analise funcional, casos de teste, diagrama de casos, workflow, evidencia de testes, documento de entrega, manual de instalação, manual de utilização e etc

Escreve-se muito em todas as etapas, por isso prepare-se para se tornar um Camões dos sistemas informáticos.

Engenharia social

Um dos grandes riscos na informática, devido ao elo mais fraco do tríplice alicerce, e a engenharia social, que nada mais é que pessoas com ma intenção, utiliza-se da ingenuidade das pessoas para obter dados sigilosos e usar para fins escusos. Por isso cuidado com senhas e informações sensíveis.

Sigilo e discrição

Lembre-se que todo programador (dev) trabalha com informação sensível e muitas vezes segredo do negócio; por isso, devem ser discretos e evitar comentar em redes sociais e/ou compartilhar documentos oficiais e logotipos da empresa cliente.

Ética e Moral

Estamos lidando com pessoas, por isso devemos respeitar todas as diferenças, sermos justos e corretos. Agindo eticamente, pois como informáticos temos acesso a informações privilegiadas, descobrindo coisas que merecem sigilo e cuidado no manuseio, imagine que um simples erro, pode expor e destruir vida de pessoas que confiaram em seu sistema. Cuidado com o lado negro da Força, proteja seus usuários e respeite a lei, a moral e a ética da sua empresa.

🔗 https://web.dio.me/artigos/etica-em-informatica

Técnicas de levantamento de dados

Ser participativo e saber o que perguntar e fazer um bom levantamento dos requisitos, afinal antes de sair codificando temos que saber e entender bem o problema, afinal para automatizarmos uma tarefa, devemos conhecer a necessidade. Para isso, num próximo artigo, irei explorar o tema analise e técnicas de levantamento de dados.

Conclusão

Espero ter clarificado bem o pilar Peopleware, dando exemplos e citando várias áreas de atuação e as fronteiras nem tão claras do conhecimento humano no ramo informático, mas lembre-se sempre. Tu fazes o sistema para pessoas, humanos e que vão usar o aplicativo, o software, navegar na página, interagir com comandos e botões.

Seja user-friend, criei códigos limpos e autoexplicativos, use nome claros para variáveis, deixe comentários no programa, pense sempre que em alguma madrugada da vida, tu estarás trabalhando para resolver algum bug.

O Sistema é feito por pessoas para pessoas, a maquina é somente o meio, a ferramenta necessária para o Fazer processando as informações e transformando os dados.

Espero ter ajudado até o próximo artigo.



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https://youtu.be/pdsgqLNonpE



Mais um momento jabá, o belo portico de acesso em Campos do Jordao belíssimas flores num jardim único , visite meu vídeo e veja para onde fui desta vez:

https://vagnerbellacosa.github.io/CurriculumVitae_VagnerBellacosa/

Bom curso a todos.


Conheça meus bootcamps:

https://github.com/VagnerBellacosa/

https://github.com/VagnerBellacosa/DIO_Bootcamps

https://vagnerbellacosa.github.io/CurriculumVitae_VagnerBellacosa/

Pode me dar uma ajudinha no YouTube?

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segunda-feira, 7 de julho de 2025

Você sabe o que são bits bytes kilobytes?

Bellacosa Mainframe apresenta Bits e Bytes

Você sabe o que são bits bytes kilobytes?

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Uma lógica diversa: BITs & Bytes:

As vezes estamos em meio a uma aula chata e cochilamos, perdendo alguns conceitos que podem fazer falta no dia a dia do trabalho, sob esta ótica vamos falar sobre o conceito fundamental do processamento de dados.

A base numérica em2, nos primatas de polegares opositores e com 10 dedos criamos um sistema numérico em base 10, e com isso resolvemos os principais problemas necessários ao nosso cotidiano, mas a informática veio complicar tudo.

Os computadores por sua essência elétrica trabalham em apenas dois estados: LIGADO e DESLIGADO, com isso surgiu a necessidade de adoptar todo um sistema numérico novo, o sistema binário. Computando informações em múltiplos de2, com essa necessidade surgiu uma nova padronização chamada BIT, um anagrama de (BInary digiT).

Em diversos trabalhos estes conceitos básicos são muito uteis auxiliando o desenvolvedor de código e seu domínio protege e ajuda a evitar alguns erros básicos e primários.

Lembre-se um BIT solitário nada pode fazer, por isso criamos um conjunto de bits, que por convenção e devido a facilidade de operação, utilizamos um conjunto de 8 bits, denominado de BYTE.

O byte é a menor unidade de estrutura conhecida, sendo o bloquinho Lego universal da computação, tudo é construído a partir dele e suas combinações, lembre-se ( 2 elevado a 8) = 256, que é o tamanho da tabua de caracteres dos sistemas de codificação computacional.

A partir do byte foram sendo criadas novas denominações para o agrupamento de bytes, a seguir apresento a tabela de espaço, nome e representação matemática.

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Bits & Bytes

Nome ==> Espaço ==> Formula==>

Bit ==> 0 ou 1 bit ==> 2⁰ ==> 1 bit

Byte ==> 00000000 até 11111111 bits ==> 2⁸ ==> 8 bits

Kilobytes ==> 1024 kb ==> 2¹⁰ ==> 1024 bytes

Megabyte ==> 1024 Mb ==> 2²⁰ ==>1.048.576 bytes

Gigabyte ==> 1024 Gb ==> 2³⁰ ==>

1.073.741.824 bytes

Terabyte ==> 1024 Tb ==> 2⁴⁰ ==>

1.099.511.627.776 bytes

Petabyte ==> 1024 Pb ==> 2⁵⁰ ==>

1.125.899.906.842.624 bytes

A título de curiosidade os próximos limites são: Exabyte, Zettabyte e Yottabyte, mas espero que você não tenha que usar :P

Então quando forem codificar lembre-se destas convenções, pois mesmo programadores experientes comentem deslizes e acabam se confundindo com os armazenamentos e nas documentações técnicas, em alguns casos esse tipo de erro levam a constrangimentos e falhas na alocação de espaço em produção elevando custos do projeto.

Entenderam onde quero chegar? Quando produzimos documentos técnicos, devemos informar o quanto de tráfego iremos gerar na rede, quanto espaço iremos necessitar armazenar na nuvem ou em servidor, uso de CPU e buffer de memória, capacidade de processamento e sua velocidade, entre outras coisas.

Espero ter ajudado e qualquer coisa deixe comentário.