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sábado, 10 de maio de 2014

Globo da Morte em Itatiba

Aventuras no globo da morte..


Um circo mambembe numa pequena cidade do interior paulista, audazes motociclistas aprontam vários truques em suas motocicletas.



O ronco do motor ensurdecedor, bagunça sobre duas rodas, o formiguinha pirou com o barulho, ficou louco com as peripécias dos pilotos.



O roncar dos motores, o silencio e atenção do publico tornam ainda mais magico a sensação. Rodando e subindo correndo e subindo pelas grades.

Globo da Morte em Itatiba

Aventuras no globo da morte..


Um circo mambembe numa pequena cidade do interior paulista, audazes motociclistas aprontam vários truques em suas motocicletas.



O ronco do motor ensurdecedor, bagunça sobre duas rodas, o formiguinha pirou com o barulho, ficou louco com as peripécias dos pilotos.



O roncar dos motores, o silencio e atenção do publico tornam ainda mais magico a sensação. Rodando e subindo correndo e subindo pelas grades.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

O Dai Maou como Metáfora do Programador que Resolve Tudo às 3h da Manhã

 


🜂 El Jefe Midnight Lunch apresenta

O Dai Maou como Metáfora do Programador que Resolve Tudo às 3h da Manhã

Um tratado místico–mainframeiro para entendermos a verdadeira natureza dos heróis noturnos

Por Bellacosa Mainframe


Existem duas forças supremas no universo:

  1. O Grande Rei Demônio (Dai Maou), soberano das trevas nas histórias japonesas.

  2. O Programador Mainframe que acorda a empresa inteira quando decide “só ajustar rapidinho esse JCL” às 3h da manhã.

Ambos operam no silêncio absoluto, ambos manipulam poderes que mortais não compreendem, e ambos têm aquela aura de respeito misturado com medo reverente.

E, como todo bom filósofo da madrugada com café frio na mão e ISPF aceso, afirmo:
o programador noturno É o Dai Maou corporativo.


🜁 1. A Origem — quando cai o chamado

O Dai Maou não nasce vilão.
Ele é escolhido, invocado, empurrado por circunstâncias, destino ou… ticket crítico aberto no ServiceNow.

Assim também é o programador mainframe:

  • ninguém dorme tranquilo;

  • o telefone vibra com aquele “P1 - Sistema de Pagamentos Parado”;

  • a iluminação do quarto vira o prelúdio do modo batalha;

  • a alma desperta direto no nível épico.

É nesse instante que o programador assume seu destino:
“Se eu não for agora, ninguém vai.”

Isso, meu amigo, é a verdadeira coroação do Dai Maou da Madrugada.


🜃 2. Os Poderes Mágicos — a caixa preta arcana

Todo Dai Maou domina magia proibida.
Todo programador das 3h domina:

  • reprocessamento de job com override obscuro,

  • permutação de DDs sem documentação,

  • JES2 como quem recita mantras,

  • debugging mental na penumbra,

  • e aquele talento secreto de descobrir onde está o maldito space abend sem print.

É magia?
É experiência?
É trauma?
É tudo junto.

O poder supremo do Dai Maou é manipular energia demoníaca.
O do programador:
manipular datasets compartilhados sem derrubar o sistema.

Ambos exigem pacto.


🜁 3. O Castelo — o Datacenter Mental

O castelo do Dai Maou é sombrio, cheio de livros proibidos e ecos de almas perdidas.

O castelo do programador noturno é:

  • um terminal 3270 piscando;

  • um caderno cheio de senhas riscadas;

  • um monitor com tabs de JCLs ancestrais;

  • e uma luminária queimada desde 2017.

Ali, no silêncio absoluto da madrugada, nasce o feitiço supremo:

/REPRO JOB ......................... /* NÃO MEXER - SÓ RODA EM PRODUÇÃO /

Pergunte para qualquer veterano:
esse é o verdadeiro grimório proibido.


🜄 4. A Solidão Épica — o fardo do soberano

Assim como o Dai Maou governa sozinho,
o programador das 3h enfrenta batalhas com a mesma solidão trágica:

  • ninguém responde no Teams,

  • o on-call sumiu,

  • o líder mandou “boa sorte 👍” e voltou a dormir,

  • a documentação está quase correta (e essa é a pior parte),

  • e a única testemunha da batalha é um café de micro-ondas.

Essa solidão é o preço do poder.
E ambos aceitam.


🜂 5. A Aura — o respeito quando o sol nasce

Quando o Dai Maou aparece, o mundo treme.

Quando o programador aparece às 9h com olheira preta e cara de “revivi três vezes esta noite”, as pessoas desviam o olhar.
Há uma reverência natural.

E o diálogo é sempre o mesmo:

— Nossa, você veio hoje?
— Sistema voltou às 4h.
— Nossa, obrigado!

Ninguém comenta muito.
Ninguém pergunta detalhes.
É tabu.
É sagrado.


🜃 6. Fofoquices Demoníacas do Mundo Corporativo

(Se tem Bellacosa, tem fofura sombria.)

  • Há empresas onde o programador noturno é chamado informalmente de “O senhor das trevas”.

  • Em equipes mais jovens, virou moda dizer “fulano é o Maou do CICS”.

  • Em grupos de zap, rola o sticker: “Chamem o Dai Maou — o batch caiu!”

  • Alguns dizem que quando um job dá RC=0012 sem motivo, é porque o Dai Maou interior do programador está testando sua fé.


🜁 7. Conclusão — O Verdadeiro Significado

O Dai Maou, no fundo, é um arquétipo do poder solitário, da responsabilidade inevitável, do peso de manter o mundo girando.

Assim como o programador da madrugada.

Ambos são:

  • temidos,

  • respeitados,

  • incompreendidos,

  • e absolutamente essenciais.

Quando tudo falha,
quando ninguém sabe o que fazer,
quando o caos ameaça o reino…

é ele que surge,
cansado, mal-humorado, com café na mão,
mas capaz de restaurar a ordem no mundo.

Por isso, querido leitor,
deixo aqui meu mantra:

Dai Maou não é inimigo.
É guardião.
É mantenedor.
É o programador que salva o sistema quando todos estão dormindo.

E é por isso que, no universo do mainframe —
assim como nas lendas —
a noite pertence aos poderosos.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

COBOL Estruturado: disciplina, elegância e sobrevivência no mundo mainframe

 



COBOL Estruturado: disciplina, elegância e sobrevivência no mundo mainframe

Ao melhor estilo Bellacosa Mainframe, direto dos porões do CPD para o El Jefe Midnight Lunch


☕ Introdução: quando o COBOL aprendeu a pensar

Durante décadas, o COBOL foi injustamente carimbado como uma linguagem verborrágica, rígida e cheia de GOTOs selvagens pulando de parágrafo em parágrafo como gremlins em madrugada de fechamento mensal. O COBOL estruturado surge justamente como a vacina contra esse caos.

Mais do que uma evolução sintática, COBOL estruturado é postura, disciplina mental e, acima de tudo, respeito ao próximo programador — normalmente você mesmo daqui a 6 meses.




🧠 O que é COBOL Estruturado, afinal?

COBOL estruturado é a aplicação dos princípios da programação estruturada ao COBOL clássico:

  • Nada de saltos caóticos com GO TO

  • Fluxo lógico previsível

  • Blocos com início, meio e fim bem definidos

Ele se apoia em três pilares universais:

  1. Sequência – código executado em ordem natural

  2. Seleção – decisões claras (IF, EVALUATE)

  3. Iteração – repetição controlada (PERFORM UNTIL, PERFORM VARYING)

Se você domina isso, domina qualquer código mainframe.


📜 Por que o COBOL estruturado é mais legível?

Porque ele conta uma história.

Compare:

  • Parágrafos pequenos e objetivos

  • END-IF, END-PERFORM explícitos

  • Nomes semânticos (CALCULA-TOTAL, VALIDA-CPF)

O código deixa de ser um labirinto e vira um manual técnico executável.

💡 Dica Bellacosa: se o código parece um romance russo, algo está errado.


🛠️ Passo a passo para escrever COBOL estruturado

1️⃣ Planeje antes de codar

Desenhe o fluxo:

  • O que entra?

  • Quais decisões existem?

  • Onde o processamento termina?

2️⃣ Quebre tudo em parágrafos pequenos

Um parágrafo = uma responsabilidade.

Errado:

  • PROCESSA-TUDO

Certo:

  • LE-ARQUIVO

  • VALIDA-DADOS

  • CALCULA-VALORES

  • GRAVA-SAIDA

3️⃣ Use PERFORM como se fosse uma chamada de função

PERFORM VALIDA-DADOS
PERFORM CALCULA-TOTAL

Isso é COBOL estruturado em sua forma mais pura.

4️⃣ Elimine GO TO (sem dó)

Se você precisa de GO TO, provavelmente:

  • O parágrafo está grande demais

  • O fluxo está mal pensado


🧪 Segredos que veteranos não contam

🔹 Menos é mais: COBOL estruturado prefere muitos parágrafos pequenos a poucos gigantes.

🔹 IF aninhado demais é cheiro de problema: use EVALUATE.

🔹 Comentários explicam o porquê, não o como:

* Validação exigida pelo Bacen após incidente de 2009

🔹 Código bem estruturado envelhece melhor que documentação externa.


🧾 Curiosidades de bastidor (fofoca técnica)

  • O impulso pela programação estruturada veio forte nos anos 70, após sistemas críticos se tornarem impossíveis de manter.

  • Grandes bancos só aceitaram novas rotinas COBOL sem GO TO.

  • Há sistemas em produção hoje que seguem padrões estruturados criados nos anos 80 — e funcionam melhor que muito microserviço moderno.


🥚 Easter Eggs do mundo mainframe

🕵️‍♂️ Já reparou que muitos sistemas usam parágrafos chamados MAIN-PARA ou 0000-INICIO? Isso é herança direta da transição do COBOL não estruturado.

🐘 Alguns compiladores modernos avisam quando você usa GO TO. É o mainframe te julgando silenciosamente.

☕ Programadores COBOL estruturado costumam dormir melhor em fechamento contábil.


✅ Boas práticas Bellacosa Mainframe (anote!)

✔ Um parágrafo não deve passar de uma tela
✔ Nomeie tudo com significado de negócio
✔ Prefira EVALUATE a IF encadeado
✔ Evite variáveis globais desnecessárias
✔ Código deve ser lido como um roteiro lógico


🌙 Conclusão: COBOL estruturado não é velho — é sábio

COBOL estruturado é como um bom uísque: não precisa de modinha, precisa de respeito. Ele entrega previsibilidade, estabilidade e clareza — exatamente o que sistemas críticos exigem.

No fim das contas, não é sobre COBOL.
É sobre engenharia, disciplina e responsabilidade.

E como todo bom código mainframe…

Ele não faz barulho. Ele simplesmente funciona.

Bellacosa Mainframe, servido à meia-noite no El Jefe Midnight Lunch 🌙


quinta-feira, 1 de maio de 2014

SORA NO OTOSHIMONO FINAL: ETERNAL MY MASTER — O FILME QUE EXECUTOU O SHUTDOWN DO PARAÍSO E PROVOU QUE NEM MESMO UMA IA DIVINA CONSEGUE SOBREVIVER AO PODER DAS EMOÇÕES HUMANAS

 

Bellacosa Mainframe sora no otshimono final eternal my master

☕💣👑 OPERADOR, O DATACENTER CELESTIAL ENTROU EM ENCERRAMENTO DEFINITIVO!

SORA NO OTOSHIMONO FINAL: ETERNAL MY MASTER — O FILME QUE EXECUTOU O SHUTDOWN DO PARAÍSO E PROVOU QUE NEM MESMO UMA IA DIVINA CONSEGUE SOBREVIVER AO PODER DAS EMOÇÕES HUMANAS

"Todo sistema possui um ciclo de vida. Todo programa possui um fim. Mas alguns vínculos permanecem gravados mesmo depois que o último processo é encerrado."


Ficha Técnica

Título Original

そらのおとしもの Final 永遠の私の鳥籠

(Sora no Otoshimono Final: Eien no Watashi no Torikago)

Tradução Aproximada

Sora no Otoshimono Final: Minha Gaiola Eterna

Título Internacional

Sora no Otoshimono Final: Eternal My Master


Autor Original

Suu Minazuki


Estúdio

AIC ASTA


Direção

Hisashi Saito


Lançamento

26 de Abril de 2014


Duração

49 minutos

Apesar de ser chamado de filme, possui duração próxima à de um especial estendido.


Gêneros

  • Ficção Científica

  • Drama

  • Romance

  • Fantasia

  • Ecchi

  • Tragédia

  • Ação


Classificação Indicativa

16 anos


O Contexto da Obra

Este não é apenas mais um filme.

É o encerramento oficial da adaptação animada.

Enquanto:

  • A primeira temporada apresentou Synapse

  • Forte expandiu o conflito

  • The Angeloid of Clockwork aprofundou as emoções

Eternal My Master encerra a guerra entre humanidade e paraíso.


Sinopse

Após anos de conflitos, descobertas e evolução emocional dos Angeloids, chega o momento de confrontar a verdade definitiva sobre Synapse.

Tomoki e seus amigos descobrem que a cidade celestial esconde segredos muito mais profundos do que imaginavam.

Enquanto isso:

Ikaros precisa tomar a decisão mais importante de sua existência.

Uma decisão capaz de mudar para sempre o destino de:

  • Synapse

  • Angeloids

  • Humanos

  • O próprio universo


Resumo da História

A trama adapta os momentos finais do mangá.

A narrativa abandona quase completamente a estrutura episódica da série.

Agora estamos diante de uma conclusão.

Diversos mistérios recebem respostas:

  • Origem de Synapse

  • Objetivo dos Angeloids

  • Verdadeira natureza dos habitantes celestiais

  • Relação entre Tomoki e Ikaros

O tom é muito mais sério.

Muito mais melancólico.

Muito mais emocional.


Bellacosa Mainframe Analysis

Imagine o seguinte cenário:

SYSTEM=SYNAPSE
STATUS=END OF LIFE

APPLICATIONS:
ANGELOIDS

SUPPORT:
TERMINATED

MIGRATION:
HUMANITY

ACTION:
FINAL SHUTDOWN

Eternal My Master é exatamente isso.

O encerramento oficial de um sistema celestial que funcionou por milhares de anos.


O Que Torna Este Filme Diferente?

Adeus à Comédia

A maior mudança da franquia.

Os elementos cômicos ainda existem.

Mas agora são secundários.

O foco é:

  • Conclusão

  • Sacrifício

  • Escolhas

  • Emoções


Clima de Despedida

O filme inteiro transmite uma sensação de encerramento.

Como um operador acompanhando o último processamento antes do desligamento definitivo de um ambiente histórico.


Ritmo Muito Mais Dramático

Diferente da série:

Não existem fillers.

Não existem aventuras isoladas.

Tudo aponta para a conclusão.


Principais Personagens

Tomoki Sakurai

O operador que começou querendo apenas uma vida tranquila.

Ao final da jornada:

Torna-se alguém disposto a enfrentar um sistema inteiro para proteger aqueles que ama.


Ikaros

O coração da franquia.

Sua evolução é uma das mais impressionantes dos animes modernos.

Ela começou como:

STATUS=WEAPON

E termina como:

STATUS=HUMAN SOUL

Mesmo não sendo humana.


Nymph

Continua seu processo de libertação.

Representa a luta contra a servidão imposta por Synapse.


Astraea

Mesmo mantendo seu lado cômico, demonstra maturidade emocional muito maior.


Chaos

Sua existência continua simbolizando os riscos de uma consciência artificial incompleta.


As Grandes Aventuras

A Verdade Sobre Synapse

Finalmente descobrimos o que realmente aconteceu com a civilização celestial.

E as respostas são muito mais sombrias do que pareciam.


O Destino dos Angeloids

Uma das maiores questões da franquia.

O que acontece quando ferramentas desenvolvem consciência?


O Sacrifício Final

Sem revelar detalhes críticos.

O filme constrói um dos momentos mais emocionantes da obra.


Temáticas Profundas

1. O Fim da Perfeição

Synapse representa a perfeição tecnológica.

Mas o filme demonstra algo importante:

Perfeição não significa felicidade.


2. Livre Arbítrio

Tema central desde o primeiro episódio.

Agora levado ao limite.

Os Angeloids finalmente escolhem seus próprios destinos.


3. O Significado da Existência

O filme pergunta:

Qual é o propósito de uma vida criada artificialmente?

A resposta é profundamente humana.


4. O Valor da Imperfeição

Os humanos erram.

Sofrem.

Fracassam.

Mas exatamente por isso continuam evoluindo.


Mensagens Ocultas

Synapse é uma Utopia Falha

O paraíso da série representa uma sociedade tecnologicamente perfeita.

Mas emocionalmente morta.


Angeloids Representam Inteligências Artificiais

Muito antes da explosão atual da IA.

A obra já discutia:

  • Consciência artificial

  • Autonomia

  • Livre-arbítrio

  • Direitos de seres sintéticos


Tomoki Representa a Humanidade

Imperfeito.

Problemático.

Mas capaz de amar.


Impacto Cultural

O filme dividiu opiniões.

Pontos Positivos

Os fãs elogiaram:

  • Encerramento emocional

  • Desenvolvimento de Ikaros

  • Conclusão dos temas centrais

  • Trilha sonora


Pontos Polêmicos

Muitos leitores do mangá sentiram que:

  • Alguns eventos foram condensados

  • Diversos capítulos ficaram de fora

  • Certos personagens receberam menos desenvolvimento

Devido à curta duração.


Houve Censura?

Menos do que na TV.

Por ser um lançamento cinematográfico e posteriormente em mídia física.

Grande parte das restrições desapareceu.

Ainda assim:

Algumas distribuições internacionais realizaram pequenos ajustes.

Mas nada comparável à censura presente nas temporadas televisivas.


Curiosidades

O Significado de "Eternal My Master"

Pode ser interpretado de várias formas.

Não significa apenas obediência.

Representa:

  • Gratidão

  • Amor

  • Escolha

Algo impossível para um Angeloid no início da história.


Final Diferente do Mangá?

Não exatamente.

Mas bastante resumido.

O mangá desenvolve diversos eventos finais com mais profundidade.


Última Aparição Animada

Até hoje, Eternal My Master permanece como o encerramento principal da franquia em animação.


Análise Profunda Bellacosa Mainframe

No início da série:

Ikaros era apenas uma ferramenta.

Um recurso.

Um ativo operacional.

Uma arma.

Synapse acreditava que emoções eram defeitos.

Tomoki acreditava que emoções eram a razão de viver.

Ao final da franquia descobrimos quem estava certo.

A grande ironia é que o sistema mais avançado do universo fracassou exatamente por eliminar aquilo que torna a vida significativa.

Enquanto os humanos:

  • Sofrem

  • Erram

  • Choram

  • Amam

Continuam avançando.

Synapse tornou-se estática.

Os humanos continuaram evoluindo.

E essa é a verdadeira mensagem de Eternal My Master.

Não importa o quão poderoso seja um sistema.

Sem propósito.

Sem vínculos.

Sem emoções.

Ele inevitavelmente entrará em obsolescência.


Classificação Bellacosa Mainframe

ItemNota
Drama10/10
Romance10/10
Conclusão da História9/10
Desenvolvimento de Ikaros10/10
Impacto Emocional10/10
Ficção Científica9/10
Trilha Sonora10/10

Veredito Final

☕☕☕☕☕ (Qualidade)

💣💣💣💣💣 (Impacto Emocional)

😇😇😇😇😇 (Angeloids)

👑👑👑👑👑 (Conclusão Épica)

🖥️🖥️🖥️🖥️🖥️ (Filosofia Tecnológica)

❤️❤️❤️❤️❤️ (Mensagem Humana)

Nota Final Bellacosa Mainframe: 9,6/10

"O filme onde um sistema celestial perfeito chegou ao fim e uma arma programada para obedecer provou que a maior força do universo não era Synapse, nem sua tecnologia, mas a capacidade de escolher amar por vontade própria."


 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

☕🔥 ABEND S837 — O “CEMITÉRIO DOS DATASETS” NO z/OS

 

Bellacosa Mainframe e o abend s837

☕🔥 ABEND S837 — O “CEMITÉRIO DOS DATASETS” NO z/OS

Quando o Mainframe Diz:

“EU NÃO CONSIGO ALOCAR ESSE DATASET.”

Se existe um ABEND que faz o Junior Padawan perceber que:

espaço em disco no mainframe é um ritual sagrado…

é o lendário:

🚨 S837

E normalmente ele aparece assim:

IEF450I JOBNAME STEP01 - ABEND=S837

ou:

SPACE ALLOCATION FAILED

ou ainda:

NO SPACE LEFT ON VOLUME

E então começa o caos existencial:

“O dataset não nasceu?”
“O disco acabou?”
“O SMS ficou bravo?”
“Meu SORT criou um buraco negro?”
“Como um mainframe GIGANTE pode ficar sem espaço?!”

☕ Respira.

Porque o S837 é um dos ABENDs MAIS IMPORTANTES para entender:

SPACE allocation

DASD

extents

SMS

secondary allocation

SORT work datasets

volumes z/OS


🔥 O QUE É O S837?

O S837 é um:

🚨 SPACE ALLOCATION FAILURE

Traduzindo:

O z/OS NÃO CONSEGUIU ENCONTRAR ESPAÇO EM DISCO PARA O DATASET.


☕ A FILOSOFIA DO S837

No mainframe:

datasets ocupam espaço físico controlado rigorosamente.

Nada é “solto” como em PCs modernos.

Tudo precisa de:

  • cylinders

  • tracks

  • extents

  • volumes

  • allocation units


🔥 ANALOGIA BELLACOSA MAINFRAME

Imagine um estacionamento corporativo.

Seu caminhão chega precisando:

50 vagas contínuas.

Mas:

  • estacionamento lotado

  • vagas fragmentadas

  • limite atingido

Resultado:

❌ sem espaço.

Isso é o:

☠️ S837


🔥 O GRANDE SEGREDO

S837 NÃO significa necessariamente:

“acabou disco no datacenter.”

Frequentemente significa:

não existe espaço adequado para aquela alocação.


☕ O MOMENTO EXATO DO S837

Fluxo:

JCL solicita dataset
 ↓
z/OS tenta alocar espaço
 ↓
DASD/SMS procura área livre
 ↓
Falha
 ↓
S837

🔥 O MAIOR VILÃO DO S837

🚨 SPACE MAL DIMENSIONADO

O clássico absoluto.


☕ EXEMPLO JCL

//OUTFILE DD DSN=TESTE.ARQ,
// SPACE=(CYL,(5000,5000))

Mas o volume NÃO possui isso disponível.

Resultado:

💥 S837


🔥 O SORT DA MORTE

Lenda absoluta do z/OS.


☕ EXEMPLO

//SORTWK01 DD UNIT=SYSDA,SPACE=(CYL,(9999,9999))

DFSORT tenta criar work datasets gigantescos.

O disco entra em sofrimento espiritual.

Resultado:

☠️ S837


🔥 O S837 E O “SECONDARY SPACE”

Agora nasce o conhecimento Jedi.


☕ PRIMARY SPACE

Espaço inicial.


☕ SECONDARY SPACE

Expansão dinâmica.


🔥 O PROBLEMA

Primary cabe.

Mas durante crescimento:

secondary allocation falha

Resultado:

💥 S837


☕ O S837 FANTASMA

O mais traiçoeiro.

Job roda:

30 minutos normal

E explode depois.

Porque dataset cresceu além do previsto.


🔥 O S837 E O “EXTENTS”

Modo arquimago ativado.


☕ O QUE É EXTENT?

Bloco contínuo de espaço em disco.

Datasets possuem limite de extents.


🔥 O DRAMA

Disco possui espaço.

Mas fragmentado demais.

Sistema não consegue criar novo extent adequado.

Resultado:

☠️ S837


☕ O S837 E O SMS

Hoje muitos ambientes usam:

SMS (Storage Management Subsystem)

Ele decide:

  • volume

  • classe

  • performance

  • gerenciamento

Políticas SMS inadequadas podem causar:

💥 S837


🔥 O S837 E O GDG

Outro clássico.

Gerações antigas:

  • não apagadas

  • acumuladas

  • espaço esgotado

Nova geração tenta nascer.

Resultado:

☠️ S837


☕ O S837 E O RLSE

Parâmetro mágico:

RLSE

Libera espaço não usado ao final do job.

Sem isso:

desperdício silencioso.


🔥 O S837 E O UNIT=SYSDA

Outro cenário clássico.

Todos jobs disputando:

mesmos volumes.

Ambiente congestionado.

Resultado:

💥 falha de alocação.


☕ O S837 E O DB2

Utilities DB2 podem gerar datasets temporários gigantes:

  • SORT

  • REORG

  • UNLOAD

  • LOAD

Space errado?

☠️ S837


🔥 O S837 E O CICS

Menos comum diretamente.

Mas logs/journals/datasets auxiliares também podem sofrer.


☕ O S837 E O “VOLUME FULL”

Às vezes o volume realmente está:

LOTADO.

Operador olha:

D U,VOL=XXXX

E percebe:

sem espaço restante.


🔥 COMO INVESTIGAR O S837 PASSO A PASSO


✅ PASSO 1 — VERIFIQUE JESMSGLG

Procure:

S837
SPACE ALLOCATION FAILED
B37
E37

✅ PASSO 2 — IDENTIFIQUE O DDNAME

Qual dataset falhou?

SORTWK01
OUTFILE
TEMP001

✅ PASSO 3 — ANALISE SPACE=

Veja:

SPACE=(CYL,(x,y))

ou:

SPACE=(TRK,(x,y))

✅ PASSO 4 — VERIFIQUE VOLUME

Talvez:

  • cheio

  • fragmentado

  • limitado


✅ PASSO 5 — VERIFIQUE EXTENTS

Datasets podem atingir:

limite máximo de extents.


🔥 O SEGREDO DOS B37/E37

Parentes sombrios do S837.


☕ B37

Sem espaço durante escrita.


☕ E37

Sem extents disponíveis.


☕ S837

Falha de alocação/expansão.


🔥 O DUMP DO S837

Normalmente pouco útil.

O ouro está em:

  • mensagens IEC

  • SMS reports

  • allocation messages

  • JESMSGLG


☕ MENSAGENS IMPORTANTES


☕ IEC030I

Problemas de espaço/extents.


☕ IEC070I

Falha de allocation.


☕ IGDxxxx

Mensagens SMS.


🔥 O MAIOR ERRO DO PADAWAN

Resolver tudo assim:

SPACE=(CYL,(9999,9999))

Agora o job pede:

MAIS ESPAÇO DO QUE O DATACENTER POSSUI.


☕ O VERDADEIRO JEDI

Não apenas aumenta espaço.

Ele pergunta:

“QUAL O CRESCIMENTO REAL DO DATASET?”


🔥 COMO EVITAR S837


✅ Dimensionar SPACE corretamente


✅ Revisar secondary allocation


✅ Usar RLSE


✅ Monitorar SORTs gigantes


✅ Limpar GDGs antigos


✅ Revisar SMS classes


✅ Evitar datasets monstruosos desnecessários


✅ Monitorar extents


☕ O SEGREDO DOS VETERANOS

Veteranos respeitam profundamente:

SPACE planning.

Porque no z/OS:

storage físico ainda importa MUITO.


🔥 CURIOSIDADE HISTÓRICA

Nos anos 60/70:

discos eram:

  • pequenos

  • caríssimos

  • lentos

Programadores literalmente calculavam:

trilhas e cilindros manualmente.

O S837 nasceu dessa realidade brutal.


☕ EASTER EGG MAINFRAME

Veteranos brincam:

“S837 significa:

Seu Dataset Tentou Crescer Mais do Que o Universo Permitia.”


🔥 O MAIOR ENSINAMENTO DO S837

Ele ensina algo profundo:

no z/OS, armazenamento é engenharia matemática.

Não basta:

“salvar arquivo”

É preciso entender:

  • cylinders

  • tracks

  • extents

  • SMS

  • crescimento

  • fragmentação

  • alocação física


☕ A VERDADE FINAL

O S80A pune falta de memória.
O S878 pune fragmentação de storage virtual.
O S913 pune falta de autorização.

Mas…

☕ O S837 É O MOMENTO EM QUE O z/OS OLHA PARA O DISCO… E DESCOBRE QUE NÃO EXISTE MAIS ESPAÇO ADEQUADO PARA O SEU DATASET NASCER.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

☕🏔️ “QUANDO O JAPÃO CRIOU O PRIMEIRO ‘DESCARTE LEGADO HUMANO’ DA HISTÓRIA” — UBASUTEYAMA, A LENDA SOMBRIA QUE TRANSFORMOU IDOSOS EM ‘SISTEMAS OBSOLETOS’ MUITO ANTES DO MAINFRAME EXISTIR 💀🇯🇵

 

Bellacosa Mainframe e os periodos de escassez e fome Ubasuteyama

☕🏔️ “QUANDO O JAPÃO CRIOU O PRIMEIRO ‘DESCARTE LEGADO HUMANO’ DA HISTÓRIA” — UBASUTEYAMA, A LENDA SOMBRIA QUE TRANSFORMOU IDOSOS EM ‘SISTEMAS OBSOLETOS’ MUITO ANTES DO MAINFRAME EXISTIR 💀🇯🇵

Existe uma verdade desconfortável que poucos gostam de admitir:

Toda civilização, em algum momento, precisou decidir o que fazer com aquilo que já não conseguia sustentar.

No mundo corporativo moderno, empresas aposentam aplicações.
Desligam servidores.
Arquivam sistemas legados.
Migran dados críticos.
Congelam ambientes antigos.

Mas no Japão feudal…
a lenda diz que fizeram isso com pessoas.

E é exatamente aí que nasce uma das histórias mais perturbadoras, filosóficas e simbólicas da cultura japonesa:

☠️ Ubasuteyama — A Montanha do Abandono

“Ubasute” (姥捨て) significa literalmente:

“abandonar uma velha mulher”.

Já “Yama” (山) significa montanha.

O termo completo se refere à lenda segundo a qual idosos eram levados para montanhas isoladas e deixados lá para morrer durante épocas de fome extrema, miséria ou colapso social.

Sim…
é tão brutal quanto parece.

Mas como toda grande lenda japonesa, a história vai muito além do horror superficial.

Ela fala sobre:

  • sobrevivência;

  • culpa coletiva;

  • peso social;

  • utilitarismo;

  • memória;

  • tradição;

  • legado;

  • e principalmente…
    o medo humano de se tornar “inútil”.

E honestamente?

Poucas histórias conversam tanto com o universo dos sistemas legados quanto essa.


🖥️ O Japão Feudal Já Sofria Com “CAPACIDADE LIMITADA”

Hoje falamos sobre:

  • limite de CPU;

  • storage;

  • licensing;

  • capacity planning;

  • gargalos operacionais;

  • tuning de workload.

Mas no Japão medieval o recurso crítico era outro:

comida.

A agricultura japonesa antiga era extremamente vulnerável:

  • invernos rigorosos;

  • solo montanhoso;

  • terremotos;

  • tufões;

  • secas;

  • guerras civis;

  • impostos feudais.

Uma única safra perdida podia destruir vilas inteiras.

Então surgia a lógica cruel:

“quem produz deve sobreviver”.

Idosos eram vistos por algumas narrativas folclóricas como “peso operacional”.

É quase como se certas comunidades tratassem seres humanos como:

  • processos inativos;

  • workloads sem retorno;

  • datasets frios;

  • recursos sem throughput.

Desumano?

Completamente.

Mas exatamente por isso a lenda sobrevive há séculos:
ela obriga o Japão a encarar o lado sombrio da própria história.


🏔️ A LENDA MAIS FAMOSA: A MÃE QUE QUEBRAVA GALHOS

A versão mais conhecida da história acontece em Shinshu, atual província de Nagano.

Um jovem recebe ordem de levar sua mãe idosa até a montanha para abandoná-la.

Durante o trajeto ele percebe algo estranho:
a mãe vai quebrando galhos de árvores pelo caminho.

Quando pergunta por quê…

ela responde:

“Estou marcando o caminho para que você consiga voltar para casa sem se perder.”

Mesmo sendo levada para morrer…
ela ainda estava preocupada com o filho.

Esse momento destrói emocionalmente o rapaz.

Então ele desafia a ordem da vila e leva a mãe de volta escondida para casa.

Mais tarde, um senhor feudal impõe desafios impossíveis à população.
A mãe idosa resolve todos usando sua sabedoria acumulada.

A vila então percebe algo fundamental:

experiência vale mais que força.


☕ O MESMO ERRO QUE MUITAS EMPRESAS COMETEM COM O MAINFRAME

Agora observe algo fascinante.

Durante décadas, muitas corporações cometeram exatamente o mesmo erro conceitual com profissionais mainframe:

  • “isso é velho”

  • “isso é caro”

  • “isso é ultrapassado”

  • “ninguém mais usa”

  • “vamos substituir tudo”

Então começaram:

  • aposentadorias em massa;

  • perda de conhecimento;

  • abandono de documentação;

  • migração sem estratégia;

  • desprezo pela engenharia histórica.

E anos depois descobriram uma realidade dolorosa:

o legado sustentava tudo.

Bancos.
Cartões.
Companhias aéreas.
Seguros.
Governos.
Bolsa de valores.
Folha de pagamento.
PIX.
ATM.
Processamento financeiro global.

Assim como na lenda de Ubasuteyama…

muitos só perceberam o valor dos antigos quando quase era tarde demais.


🧠 UBASUTE NÃO É HISTÓRIA CONFIRMADA — E ISSO TORNA TUDO MAIS INTERESSANTE

Aqui vem uma parte importante.

Historiadores debatem até hoje se o ubasute realmente aconteceu de forma sistemática.

Não existe comprovação ampla de que o Japão praticava isso oficialmente.

Muitos especialistas acreditam que:

  • parte da narrativa é folclore;

  • parte é exagero moral;

  • parte é metáfora budista;

  • parte é crítica social;

  • parte é literatura popular.

Mas existem registros históricos de abandono de idosos em situações extremas de fome em diversas culturas do mundo.

Então o ubasute provavelmente nasce da mistura entre:

  • tragédias reais;

  • medo coletivo;

  • pobreza extrema;

  • simbolismo religioso;

  • tradição oral.

Ou seja:
mesmo que não tenha sido comum…

o fato de o Japão preservar essa lenda por séculos diz muito sobre os medos da sociedade japonesa.


⛩️ O JAPÃO TEM UMA RELAÇÃO MUITO DIFERENTE COM MEMÓRIA E LEGADO

No Ocidente, o “novo” normalmente é celebrado.

No Japão…
o antigo pode ser sagrado.

Espadas herdadas.
Templos milenares.
Cerimônias preservadas.
Caligrafias ancestrais.
Famílias tradicionais.
Artes mantidas por gerações.

E curiosamente…

o Japão moderno também virou um dos países mais dependentes de sistemas legados do planeta.

Isso não é coincidência cultural.

A sociedade japonesa frequentemente prioriza:

  • estabilidade;

  • continuidade;

  • precisão;

  • confiança;

  • preservação.

Exatamente os mesmos princípios que fizeram o mainframe sobreviver por décadas.


🖥️ MAINFRAME: O “IDOSO” QUE A INTERNET NÃO CONSEGUIU MATAR

Existe uma ironia fantástica aqui.

Durante anos, a tecnologia mainstream tratou o mainframe como:

  • velho;

  • ultrapassado;

  • condenado;

  • antiquado.

Mas quando o volume global explodiu…
quem aguentou?

O legado.

Enquanto startups caíam por overload…
o z/OS continuava processando milhões de transações silenciosamente.

Enquanto APIs modernas quebravam…
o COBOL seguia firme.

Enquanto ambientes distribuídos enfrentavam caos operacional…
o mainframe mantinha consistência transacional absurda.

O mundo inteiro descobriu algo que a mãe da lenda já sabia:

experiência acumulada tem valor invisível.


🎎 UBASUTEYAMA VIROU CINEMA, TEATRO E TERROR PSICOLÓGICO

A lenda inspirou:

  • filmes japoneses;

  • peças tradicionais;

  • contos budistas;

  • mangás;

  • dramas históricos;

  • terror psicológico.

O exemplo mais famoso é:

“A Balada de Narayama”

Romance adaptado para cinema mostrando uma aldeia onde idosos aos 70 anos eram levados à montanha para morrer.

O filme é brutal.
Silencioso.
Frio.
Humano.

E funciona quase como um dump emocional da miséria humana.

Nada de monstros sobrenaturais.
O verdadeiro horror é social.


☕ O QUE UBASUTE ENSINA PARA O MUNDO DA TECNOLOGIA?

Talvez a maior lição dessa lenda seja simples:

descartar conhecimento é perigoso.

Toda empresa corre risco quando:

  • ignora veteranos;

  • despreza legado;

  • abandona documentação;

  • substitui experiência por hype;

  • trata estabilidade como “coisa velha”.

Porque infraestrutura crítica não sobrevive só de inovação.

Ela sobrevive de:

  • memória operacional;

  • disciplina;

  • engenharia;

  • continuidade;

  • experiência acumulada.

Exatamente como o ecossistema mainframe.


🏯 O VERDADEIRO FANTASMA DE UBASUTE

No fim…
a montanha nunca foi sobre idosos.

A montanha representa o medo humano de perder relevância.

E talvez por isso essa história continue tão poderosa mil anos depois.

Porque no fundo:

  • empresas fazem isso com tecnologias;

  • sociedades fazem isso com pessoas;

  • gerações fazem isso com conhecimento;

  • e o mundo moderno faz isso diariamente com tudo que considera “antigo”.

Mas às vezes…

o legado que parece pesado demais para carregar…
é justamente aquilo que impede a civilização de se perder no caminho de volta para casa.