segunda-feira, 15 de outubro de 2012

🧠🔥 O Mainframer do Século XXI: sobrevivente, arquiteto e tradutor de mundos

 


🧠🔥 O Mainframer do Século XXI: sobrevivente, arquiteto e tradutor de mundos



02:17 — Prólogo: o profissional que já foi dado como extinto

Se você perguntar para um recruiter distraído, ele dirá:

“Mainframe é legado.”

Se você perguntar para o sistema financeiro mundial, ele responde:

“Sem ele, nada abre.”

O mainframer do século XXI não é um fóssil.
Ele é um sobrevivente técnico, um arquiteto silencioso e, acima de tudo, um tradutor entre mundos.


1️⃣ História curta de uma profissão longa 🕰️

  • Anos 70–80: operador, JCL, respeito ao batch

  • Anos 90: analista, CICS, DB2, MQ

  • Anos 2000: integração, web, SOA

  • Anos 2010: APIs, eventos, cloud

  • Hoje: core engineer + distributed architect

😈 Easter egg histórico:
Quem aprendeu CICS antes de REST já entendia request/response melhor que muito dev moderno.


2️⃣ Sobrevivente: por que o mainframer ainda está aqui 🧱

Ele sobreviveu porque:

  • Aprendeu a respeitar estado

  • Desconfiou de “eventual”

  • Nunca romantizou falha

  • Tratou produção como território sagrado

📌 Tradução Bellacosa:
Enquanto outros aprendiam com outage, o mainframer evitava que eles existissem.


3️⃣ Arquiteto: quando aplicações viraram distribuídas 🧩

Aplicações distribuídas trouxeram:

  • Falha parcial

  • Latência

  • Observabilidade obrigatória

  • Orquestração complexa

O mainframer já conhecia:

  • Controle transacional

  • Limites claros

  • Contratos estáveis

  • Disciplina operacional

💣 Easter egg:
Two-Phase Commit traumatiza, mas educa.


4️⃣ Tradutor de mundos: o papel invisível 🌍

O mainframer moderno traduz:

  • Cloud → Core

  • Stateless → Stateful

  • Velocidade → Consistência

  • Experimento → Produção

Ele explica:

“Não é que não dê para fazer.
É que não dá para fazer assim.”


5️⃣ Passo a passo: mentalidade distribuída para mainframers

1️⃣ Aceite falha parcial
2️⃣ Desacople sem perder controle
3️⃣ Publique eventos, não segredos
4️⃣ Trate APIs como contratos legais
5️⃣ Observe tudo
6️⃣ Documente o óbvio
7️⃣ Nunca confie só no retry

🔥 Dica Bellacosa:
Retry sem idempotência é só negação organizada.


6️⃣ Conhecimento básico essencial (sem modinha) 📚

Conceitos

  • CAP Theorem

  • Event-driven architecture

  • Observabilidade

  • Resiliência

  • SRE

  • Arquitetura híbrida

Ferramentas

  • MQ / Kafka

  • APIs

  • z/OS Connect

  • Instana / APM

  • CI/CD no z/OS


7️⃣ Curiosidades que só mainframer percebe 👀

  • “Alta disponibilidade” sempre foi requisito

  • Segurança nunca foi opcional

  • Batch quebrado ensina humildade

  • Produção não é laboratório

😈 Easter egg:
Quem já leu SMF em hexadecimal entende logs distribuídos sem chorar.


8️⃣ Guia de estudo prático 🗺️

Para evoluir sem perder identidade

  • Estude arquitetura, não frameworks

  • Entenda cloud sem romantizar

  • Aprenda a dizer “não” com argumentos

  • Leia post-mortems

  • Observe sistemas reais

📌 Mantra:
Tecnologia muda. Fundamentos não.


9️⃣ Aplicações reais desse perfil 💼

  • Arquitetura corporativa

  • Core banking

  • Integrações críticas

  • Governança técnica

  • Modernização sem suicídio operacional

🎯 Mercado:
Quem entende mainframe e distribuído não fica desempregado.
Fica sobrecarregado.


🔟 Comentário final (03:02 — tudo verde)

O mainframer do século XXI:

  • Não nega o passado

  • Não idolatra o futuro

  • Não quebra produção por hype

Ele conecta eras.

🖤 El Jefe Midnight Lunch encerra assim:
“Enquanto uns discutem se o mainframe morreu, ele segue processando o mundo.”

 

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