🧠🔥 O Mainframer do Século XXI: sobrevivente, arquiteto e tradutor de mundos
02:17 — Prólogo: o profissional que já foi dado como extinto
Se você perguntar para um recruiter distraído, ele dirá:
“Mainframe é legado.”
Se você perguntar para o sistema financeiro mundial, ele responde:
“Sem ele, nada abre.”
O mainframer do século XXI não é um fóssil.
Ele é um sobrevivente técnico, um arquiteto silencioso e, acima de tudo, um tradutor entre mundos.
1️⃣ História curta de uma profissão longa 🕰️
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Anos 70–80: operador, JCL, respeito ao batch
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Anos 90: analista, CICS, DB2, MQ
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Anos 2000: integração, web, SOA
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Anos 2010: APIs, eventos, cloud
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Hoje: core engineer + distributed architect
😈 Easter egg histórico:
Quem aprendeu CICS antes de REST já entendia request/response melhor que muito dev moderno.
2️⃣ Sobrevivente: por que o mainframer ainda está aqui 🧱
Ele sobreviveu porque:
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Aprendeu a respeitar estado
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Desconfiou de “eventual”
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Nunca romantizou falha
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Tratou produção como território sagrado
📌 Tradução Bellacosa:
Enquanto outros aprendiam com outage, o mainframer evitava que eles existissem.
3️⃣ Arquiteto: quando aplicações viraram distribuídas 🧩
Aplicações distribuídas trouxeram:
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Falha parcial
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Latência
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Observabilidade obrigatória
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Orquestração complexa
O mainframer já conhecia:
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Controle transacional
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Limites claros
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Contratos estáveis
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Disciplina operacional
💣 Easter egg:
Two-Phase Commit traumatiza, mas educa.
4️⃣ Tradutor de mundos: o papel invisível 🌍
O mainframer moderno traduz:
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Cloud → Core
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Stateless → Stateful
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Velocidade → Consistência
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Experimento → Produção
Ele explica:
“Não é que não dê para fazer.
É que não dá para fazer assim.”
5️⃣ Passo a passo: mentalidade distribuída para mainframers
1️⃣ Aceite falha parcial
2️⃣ Desacople sem perder controle
3️⃣ Publique eventos, não segredos
4️⃣ Trate APIs como contratos legais
5️⃣ Observe tudo
6️⃣ Documente o óbvio
7️⃣ Nunca confie só no retry
🔥 Dica Bellacosa:
Retry sem idempotência é só negação organizada.
6️⃣ Conhecimento básico essencial (sem modinha) 📚
Conceitos
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CAP Theorem
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Event-driven architecture
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Observabilidade
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Resiliência
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SRE
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Arquitetura híbrida
Ferramentas
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MQ / Kafka
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APIs
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z/OS Connect
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Instana / APM
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CI/CD no z/OS
7️⃣ Curiosidades que só mainframer percebe 👀
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“Alta disponibilidade” sempre foi requisito
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Segurança nunca foi opcional
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Batch quebrado ensina humildade
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Produção não é laboratório
😈 Easter egg:
Quem já leu SMF em hexadecimal entende logs distribuídos sem chorar.
8️⃣ Guia de estudo prático 🗺️
Para evoluir sem perder identidade
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Estude arquitetura, não frameworks
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Entenda cloud sem romantizar
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Aprenda a dizer “não” com argumentos
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Leia post-mortems
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Observe sistemas reais
📌 Mantra:
Tecnologia muda. Fundamentos não.
9️⃣ Aplicações reais desse perfil 💼
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Arquitetura corporativa
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Core banking
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Integrações críticas
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Governança técnica
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Modernização sem suicídio operacional
🎯 Mercado:
Quem entende mainframe e distribuído não fica desempregado.
Fica sobrecarregado.
🔟 Comentário final (03:02 — tudo verde)
O mainframer do século XXI:
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Não nega o passado
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Não idolatra o futuro
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Não quebra produção por hype
Ele conecta eras.
🖤 El Jefe Midnight Lunch encerra assim:
“Enquanto uns discutem se o mainframe morreu, ele segue processando o mundo.”
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