quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

😈🔥 Lendo SMF do MQ como se fosse trace distribuído

 


😈🔥 Lendo SMF do MQ como se fosse trace distribuído


Conhecimento básico sobre aplicações distribuídas para quem já confiou mais no SMF do que em qualquer dashboard





☕ 02:48 — Quando a fila cresce e ninguém sabe “quem começou”

No mundo cloud, alguém pergunta:

“Qual serviço está causando o problema?”

No mundo mainframe, a pergunta sempre foi melhor:

“Qual transação chegou primeiro?”

Este artigo é sobre ler SMF do IBM MQ for z/OS com a mesma lógica usada para distributed tracing moderno — só que com décadas a mais de maturidade.



1️⃣ Contexto histórico: antes do trace existir, o SMF já contava a história 🧬

Distributed tracing surgiu porque:

  • sistemas ficaram espalhados

  • ninguém sabia por onde o request passava

No z/OS:

  • tudo sempre passou por um lugar auditável

  • o SMF virou a linha do tempo oficial

📌 Comentário Bellacosa:
Trace é novidade.
Linha do tempo sempre foi obrigação.


2️⃣ O que é um trace distribuído, afinal? 🧩

Trace distribuído:

  • segue um request

  • de serviço em serviço

  • até o resultado (ou falha)

SMF do MQ faz o mesmo:

  • PUT

  • fila

  • GET

  • consumo

  • impacto em recursos

🔥 Tradução direta:
Cada mensagem no MQ é um request distribuído encapsulado.


3️⃣ Mapa mental: SMF do MQ ↔ Trace moderno 🗺️

SMF MQ (z/OS)Trace distribuídoSignificado
PUT MESSAGESpan inicialEntrada do request
Queue NameService nameDestino lógico
GET MESSAGESpan consumidorProcessamento
Queue DepthLagAcúmulo de trabalho
Elapsed TimeLatênciaTempo fim a fim
CPU / I/OResource usageCusto do request
AplicaçãoService IDResponsável

😈 Easter egg:
Fila crescendo é trace parado no meio do caminho.


4️⃣ Lendo SMF como linha do tempo (não como relatório) ⏱️

Erro comum:

  • olhar SMF como estatística fria

Leitura correta:

  • montar sequência temporal

  • entender causa → efeito

📌 Comentário Bellacosa:
Trace não é gráfico bonito.
É história cronológica.


5️⃣ Passo a passo: leitura estilo “trace distribuído” 🔍

5.1 — Identifique o PUT inicial

  • Quem publicou?

  • Em que horário?

  • Com qual volume?

👉 Equivalente ao primeiro span do trace.


5.2 — Observe a evolução da fila

  • Crescimento constante?

  • Explosão pontual?

😈 Easter egg:
Fila crescendo devagar é mais perigosa que pico.


5.3 — Analise o GET

  • Está acontecendo?

  • Está atrasado?

  • Está mais lento?

📌 Tradução:
Consumidor virou gargalo.


5.4 — Correlacione com recursos (RMF mode) 📊

  • CPU alta?

  • I/O saturado?

  • Espera?

🔥 Comentário Bellacosa:
Mensagem não some. Ela espera.


5.5 — Ache o primeiro desvio

  • Antes do alerta

  • Antes da reclamação

  • Antes do incidente

👉 Esse é o root cause real.


6️⃣ Curiosidades que só mainframer percebe 😈

  • MQ nunca mente

  • Ele só acumula evidência

  • SMF sempre esteve certo

  • O erro humano vem depois

📌 Comentário ácido:
Alertas gritam. SMF sussurra — e acerta.


7️⃣ Erros clássicos ao analisar MQ ⚠️

❌ Aumentar depth máximo
❌ Ajustar buffers sem análise
❌ Culpar o MQ
❌ Ignorar correlação temporal

🔥 Regra imortal:
Fila cheia é consequência, não diagnóstico.


8️⃣ Guia de estudo prático 📚

Conceitos

  • Mensageria confiável

  • Backpressure

  • Throughput vs Latência

  • Observabilidade

  • Root cause analysis

Exercício Bellacosa

👉 Pegue um relatório SMF do MQ
👉 Monte uma timeline manual
👉 Marque onde o fluxo parou


🎯 Aplicações práticas desse entendimento

  • Integração mainframe-cloud

  • Sistemas event-driven críticos

  • Análise de gargalos

  • Prevenção de incidentes

  • Auditoria e compliance

🔥 Comentário final:
Quem entende SMF do MQ já entende tracing distribuído — só não chamava assim.


🖤 Epílogo — 03:19, filas sob controle

Enquanto o mundo descobre tracing,
o mainframe segue entregando história completa, com provas.

El Jefe Midnight Lunch assina:
“Mensagem não mente. E SMF nunca esquece.”

 

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Testes de paginas

Paginas associados ao Bellacosa Index Page



As Pages (Páginas) do Facebook são ferramentas criadas para que empresas, criadores de conteúdo, marcas, artistas, projetos ou comunidades tenham presença pública na plataforma. Diferente dos perfis pessoais, as Pages não representam indivíduos, mas sim uma identidade profissional ou institucional, voltada à divulgação, relacionamento e crescimento de audiência.

O funcionamento de uma Page é baseado na lógica de seguidores e curtidas. Qualquer pessoa pode curtir ou seguir uma Page, passando a receber suas publicações no feed (embora a entrega dependa do algoritmo). Não é necessário aceitar amizade, o que facilita alcançar um público ilimitado. O administrador da Page pode postar textos, imagens, vídeos, links, reels, stories e transmissões ao vivo, usando esses formatos para informar, promover ou engajar.

As Pages permitem múltiplos administradores, cada um com níveis diferentes de permissão, como editor, moderador ou anunciante. Isso facilita o trabalho em equipe sem expor contas pessoais. Além disso, a Page pode ser conectada ao Instagram, WhatsApp e Messenger, centralizando a comunicação com o público e tornando o atendimento mais ágil.

Um dos principais diferenciais é o acesso às ferramentas de estatísticas (Meta Business Suite). Nelas, o administrador pode analisar alcance, engajamento, crescimento de seguidores, desempenho de publicações e dados demográficos do público. Essas informações ajudam a ajustar estratégias de conteúdo e horários de postagem.

Outro ponto importante é a possibilidade de impulsionar publicações e criar anúncios pagos, segmentando o público por interesses, localização, idade e comportamento. Isso amplia significativamente o alcance além dos seguidores orgânicos.

Em resumo, as Pages do Facebook funcionam como um canal profissional de comunicação e marketing, permitindo construir autoridade, divulgar conteúdos, interagir com seguidores e transformar visibilidade em oportunidades reais para o negócio ou projeto.


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1. Tutti buona gente: Somos todos imigrantes20+ 635
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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Grupos Parceiros

Paginas Parceiras - Lote 6

























Paginas Parceiras - Lote 5








































Paginas Parceiras - Lote 4

Divulgando parceiros preciosos parte 4



A união entre pequenos youtubers tem se mostrado uma das estratégias mais inteligentes e sustentáveis para crescer na plataforma de forma orgânica e consistente. Em um ambiente altamente competitivo, onde grandes criadores já possuem visibilidade, orçamento e equipes estruturadas, a colaboração entre canais menores surge como um caminho realista para ampliar alcance, fortalecer comunidades e gerar oportunidades que dificilmente seriam alcançadas de forma isolada.

Quando pequenos youtubers se apoiam mutuamente, todos ganham. A divulgação cruzada de canais permite que públicos com interesses semelhantes se encontrem, criando um intercâmbio natural de audiência. Um criador recomenda o outro, participa de vídeos colaborativos ou simplesmente cita o canal parceiro, despertando a curiosidade dos inscritos e incentivando novas descobertas. Esse tipo de ação gera crescimento gradual, porém sólido, baseado em afinidade real, e não apenas em números inflados.

Impulsionar publicações também faz parte desse processo colaborativo. Curtir vídeos, comentar de forma relevante e assistir ao conteúdo até o fim são atitudes simples, mas extremamente poderosas. O algoritmo do YouTube valoriza engajamento genuíno, e quando vários criadores interagem entre si, ajudam a aumentar a relevância dos vídeos, favorecendo sua entrega para mais pessoas. Não se trata de manipular resultados, mas de fortalecer um ecossistema onde o apoio é recíproco e transparente.

Os comentários, quando feitos com sinceridade, vão além do engajamento técnico. Eles criam diálogo, estimulam novas ideias e fazem o criador se sentir visto e valorizado. Para muitos pequenos youtubers, esse reconhecimento inicial é um dos principais combustíveis para continuar produzindo conteúdo. Da mesma forma, inscrever-se em canais parceiros não deve ser apenas um gesto automático, mas um compromisso real com a proposta do outro criador.

Outro ponto fundamental é a criação de redes e grupos de apoio, seja em redes sociais, fóruns ou aplicativos de mensagens. Esses espaços permitem a troca de experiências, dicas técnicas, feedbacks construtivos e até alertas sobre tendências ou mudanças na plataforma. A sensação de pertencimento reduz a frustração comum do início da jornada e transforma o crescimento em um processo coletivo.

A união entre pequenos youtubers não é apenas uma estratégia de divulgação, mas uma mudança de mentalidade. Em vez de enxergar outros criadores como concorrentes, passa-se a vê-los como parceiros de caminhada. Essa colaboração fortalece a comunidade, valoriza a diversidade de vozes e mostra que, juntos, é possível crescer com autenticidade, respeito e propósito, construindo canais mais fortes e audiências mais engajadas ao longo do tempo.
































Paginas Parceiras - Lote 3



































Paginas Parceiras - Lote 2

































Paginas Parceiras - Lote 1











































domingo, 11 de fevereiro de 2018

Carnaval de Itatiba foi invadido pelos Demônios da Benjamin

Abertura do carnaval de Itatiba 2018


O bloco carnavalesco "os demônios da Benjamin" mais uma vez abriram o carnaval de rua em Itatiba. Com muita irreverencia a festa do chifrudo foi demais, fazendo piada da penúria econômica da cidade e tirando sarro da politica de nossa terrinha e aloprando os políticos e personalidades que saíram no jornal em 2017;.

Que atirem a primeira pedra, mas não acertem o corno do diabo, deixa para o papai noel sem bala, noticia que virou manchete e  correu o mundo através dos noticiários da internet, ficamos famosos por ai a fora.

E tomem cuidado para não apanharem do Dito, levando cintada da cinta malvada, que botou para correr o cornelius e seus  amigos da Casa santa e no carnaval foi parar num ringue de boxe, montado sobre um carro alegórico. O grande refrão foi mesmo o Dito e sua cinta vingativa, realmente 2017 não foi nada bom para a casa santa... a prefeitura dando calote e ameaçando com auditorias e inspetorias nos serviços hospitalares.

Mas nem só de gozação foi o desfile, a raiva do povo pelo IPTU que aumentou 13%, um valor bem acima da inflação, ainda mais que os carnês de pagamento foram entregues esta semana.

No desfile teve um grupinho de foliões fantasiados de rolo de papel higiênico vazio, dizendo que foi tanta mão metida na massa, que acabou o papel higiênico.

Outros indignados gozavam o uber Unicamp que liga nossa cidade a Campinas,  ajudando a quem mais precisa, você me entende nê? Fazer o que quando a verba acabou? Foi um gastar as verbas públicas sem controle, que o cofre ficou vazio e já sabem pode gerar grandes dores de cabeça ao prefeito. Afinal o barato é marido da barata. 

O grosso da capetada estava mesmo era ironizando o estado precário da saúde publica de nossa cidade, demônios em cadeiras de roda, macas, com soro na  veia e vários temas alusivos a hospital: zombies, médicos monstros, pacientes estropiados e muitos diabinhos.

Acho que falei de tudo, se não falei assista o vídeo, encontro algum amigo e partilhe o carnaval da terrinha