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domingo, 15 de fevereiro de 2026

👻 Ayakashi — O “Bug Sobrenatural” do Japão

 

Bellacosa Mainframe apresenta ayakashi

👻 Ayakashi — O “Bug Sobrenatural” do Japão

Se Yokai são todos os processos sobrenaturais do sistema…
os Ayakashi são aqueles processos instáveis, perigosos e geralmente ligados à morte ou energia pesada.

👉 Estilo Bellacosa:

Ayakashi = job corrompido rodando fora do controle.


📜 Origem e Significado

“Ayakashi” (あやかし) é um termo antigo japonês usado para descrever:

  • Aparições misteriosas no mar 🌊
  • Espíritos perigosos 👻
  • Fenômenos sobrenaturais estranhos

Com o tempo, virou um termo mais amplo para:

👉 entidades sobrenaturais malignas ou instáveis


🧬 Diferença entre Yokai x Ayakashi

TipoO que é
YokaiQualquer criatura sobrenatural
AyakashiYokai mais sombrio / perigoso / espiritual

📌 Resumo Bellacosa:

Todo Ayakashi é Yokai…
mas nem todo Yokai virou problema em produção.


👁 Aparência — Não Existe Padrão


Ayakashi pode ser:

  • Forma humana distorcida
  • Sombra viva
  • Monstro grotesco
  • Espírito invisível

📌 Regra geral:

Se parece errado… provavelmente é Ayakashi.


🧠 Comportamento

  • Ligados a emoções negativas
  • Atraídos por humanos
  • Podem possuir ou influenciar
  • Nem sempre são racionais

Eles não seguem lógica humana.
Eles seguem energia emocional.


🎌 Onde aparece em animes

  • Ayakashi: Samurai Horror Tales
  • Natsume's Book of Friends
  • Noragami
  • Jujutsu Kaisen (versão moderna = maldições)

🤫 Curiosidades

  • Originalmente ligados ao mar 🌊
  • Podem ser invisíveis para humanos comuns
  • Alguns são apenas energia, não criaturas físicas
  • Às vezes são confundidos com fantasmas (Yurei)

🕹️ Easter Egg Cultural

👉 Em muitos animes modernos:

  • “Maldição”
  • “Espírito negativo”
  • “Energia amaldiçoada”

📌 Tudo isso tem DNA direto de Ayakashi.


🧠 Interpretação (Modo Bellacosa ON)

Ayakashi representam:

  • Emoções fora de controle
  • Trauma acumulado
  • Energia negativa
  • O lado oculto da mente humana

📌 Conclusão

Ayakashi não são só monstros.
Eles são o resultado de algo que deu errado — emocional, espiritual ou existencial.

Não é só criatura…
é consequência.

 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

OS 30 FILMES FERROVIÁRIOS RAROS QUE TODO TETSUDŌ OTAKU PRECISA VER ANTES QUE O MUNDO APAGUE AS LUZES DA ESTAÇÃO

 

Bellacosa Mainframe compartilha filmes ferroviarios

🚂 EL JEFE MIDNIGHT SPECIAL

OS 30 FILMES FERROVIÁRIOS RAROS QUE TODO TETSUDŌ OTAKU PRECISA VER ANTES QUE O MUNDO APAGUE AS LUZES DA ESTAÇÃO



Bellacosa Mainframe apresenta: “Cinema sobre Trilhos – A Nova Bíblia dos Railfans”


Existem filmes que você assiste.
E existem filmes que apitam dentro do peito.

Ferroviários sabem: um trem não é só uma máquina — é um organismo vivo, pulsando vapor, óleo, aço e histórias. No Japão, no Brasil, nos EUA, na Europa: onde há trilhos, há lendas. E no cinema… ah, no cinema há um universo inteiro que poucos exploraram.

Por isso, preparei a lista definitiva dos 30 filmes ferroviários raros, perfeitos para o fã hardcore — aquele que reconhece um C62 só pelo som, que sabe diferenciar bitola métrica de bitola mista sem olhar, e que chora vendo um trem partir na neblina.

Esta é uma curadoria estilo Bellacosa Mainframe, com história, curiosidades, easter-eggs e trilhos enferrujados de nostalgia.

Sente-se na poltrona.
O trem noturno para o passado vai partir.


🚂 OS 30 FILMES FERROVIÁRIOS RAROS (E BRILHANTES)




1) Tetsudō Shōjo (1956) — Japão

Drama romântico ferroviário escondido nos arquivos da Shochiku.
Easter-egg: Primeira aparição filmada do trem KiHa 20

.


2) The Signal Tower (1924) — EUA

Cinema mudo com tensão e trilhos.
Curiosidade: Real filmagens com locomotivas da Northwestern Pacific.



3) Night Mail (1936) — Reino Unido

Documentário-poema que inspirou gerações de maquinistas.
Easter-egg: Narração escrita por W. H. Auden.



4) La Bête Humaine (1938) — França

Jean Renoir transformando uma locomotiva em personagem.
Curiosidade: Baseado em Émile Zola, estrelando uma Loco 231C.


5) Alma do Brasil (1932) — Brasil

Raridade perdida do cinema nacional com cenas ferroviárias reais do interior paulista.



6) Poppoya – The Railroad Man (1999) — Japão

Drama de arrepiar qualquer ferroviário.
Easter-egg: Locomotiva KIHA 40 filmada em clima ártico real.



7) The Iron Horse (1924) — EUA (John Ford)

A epopeia da construção da ferrovia americana.
Curiosidade: Usou trens históricos reais da Union Pacific.



8) Snow Trail Express (1951) — Japão

Suspense ferroviário soterrado por neve.
Comentário: Uma joia que quase ninguém viu.



9) Gare Centrale (1999) — Egito

Drama social em meio ao caos ferroviário do Cairo.
Atmosférico e brutal.



10) The Titfield Thunderbolt (1953) — Reino Unido

Comédia ferroviária deliciosa.
Easter-egg: Trem preservado até hoje na Didcot Railway.



11) The Great St. Trinian’s Train Robbery (1966) — Reino Unido

Filme de humor anárquico com perseguições ferroviárias insanas.



12) Sky Crawlers – Rail Segment (2008)

Não é filme ferroviário, mas tem o melhor cameo de trem futurista dos anos 2000.



13) Cristo Revue Railway Show (1958) — Japão

Musical ferroviário. Sim, isso existiu.
Raro ao extremo.



14) The Emperor’s Railroad (1960) — China

Épico histórico com trens a vapor monumentais.



15) The Train of Shadows (1997) — Espanha

Experimental, poético, trilhos como memória.



16) Le Rail (1964) — Senegal

Obra-prima africana mostrando a vida dura dos ferroviários.



17) Strangers on a Train (1951) — EUA (Hitchcock)

Versão restaurada rara com cenas estendidas da locomotiva.
Easter-egg: O assassinato do parque foi inspirado em uma estação real.



18) Runaway Train (1985)

Filme cult. Violento. Ferroviário até o osso.
Curiosidade: Baseado em roteiro de Akira Kurosawa (!)



19) The Ghost Train (1941)

Horror britânico com atmosfera absurda.



20) Railroad Tigers (2016) — China (Jackie Chan)

Ação + humor + locomotivas históricas.



21) The Rebirth of Moka Station (1972)

Documentário japonês sobre o fim da linha a vapor Moka.
Comentário: Puro choro ferroviário.



22) Der Tunnel (1933) — Alemanha

Sci-fi raro sobre mega ferrovias futuristas submarinas.



23) Train in the Snow (1976) — Croácia

Clássico nos Bálcãs; raridade no resto do mundo.



24) The Red Lanterns of Sapporo Station (1962)

Film noir ferroviário japonês esquecido pela crítica.



25) Dry Summer Railroad (1959)

Drama rural com trilhos decadentes.
Easter-egg: Última aparição filmada do trem C11-254


.

26) Umalu Express (1955) — Índia

Trens, poeira, romance e caos organizado.
Difícil de achar, mas vale cada minuto.



27) The Man Who Wanted the Railway (1949) — Itália

Uma fábula ferroviária neorrealista.
Comentário: Perfeito para quem ama trilhos e filosofia.



28) The Lure of the Rails (1920)

Cópia quase perdida; sobre a obsessão do ferroviário solitário.



29) The Last Steam Giants of Hokkaido (1978)

Documentário cult.
Easter-egg: Primeira filmagem noturna em 16mm do C62-2.



30) A Noite dos Trilhos Silenciosos (1984) — Brasil

Filme urbano underground sobre a vida ferroviária paulista dos anos 80.
Quase ninguém viu.
Quase ninguém sabe que existe.
Comentário Bellacosa: Já vale por um frame.



Memoria Ferroviaria

🚂 E AÍ, QUAL DESSES TRILHOS VAI TE GUIAR?

Esses filmes são como linhas abandonadas:
parecem esquecidos, mas escondem mundos inteiros.

Para o fã de ferrovia — o Tetsudō Otaku raiz — cada locomotiva em película é mais do que cinema:
é história preservada, memória cultural, engenharia viva.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

🚂 10 ANIMES PARA TETSUDŌ OTAKU (鉄オタ) expandindo a experiencia

 


🚂 10 ANIMES PARA TETSUDŌ OTAKU (鉄オタ)

Lista oficial do Bellacosa Mainframe Railway Department – Seção Noturna (Midnight Edition)


1) 鉄子の旅 — Tetsuko no Tabi

  • Autor: Hirohiko Yokomi (mangá), Jiro Oikawa (ilustrações)

  • Ano: 2007

  • Episódios: 13

  • Personagens chave: Kikuchi (o obsessivo dos trilhos), Yokomi (o autor dentro da história), Tetsuko.

  • Curiosidades: Baseado em viagens reais feitas pelo autor com um railfan nível hardcore.

  • Comentário Bellacosa: É o anime que mais chega perto da realidade dos Tetsudō Otaku: planejamento obsessivo, zero glamour, máximo amor puro.

  • Easter-egg: Mostra estações reais e linhas pouco conhecidas até pelos próprios japoneses.


2) レールウォーズ! — Rail Wars!

  • Autor: Takumi Toyoda (light novel)

  • Ano: 2014

  • Episódios: 12

  • Personagens: Naoto Takayama, Aoi Sakurai, Haruka Kōmi.

  • Curiosidades: Universo alternativo onde as ferrovias não foram privatizadas — só isso já vale a viagem.

  • Comentário: Junta ação, waifus e locomotivas. Um Shinkansen com tempero de Hollywood.

  • Easter-egg: A série recria modelos exatos de trens da JNR com fidelidade milimétrica.




3) 新幹線変形ロボ シンカリオン — Shinkansen Henkei Robo Shinkalion

  • Autor: Projeto coletivo da Takara Tomy

  • Ano: 2018

  • Episódios: 76 + filme

  • Personagens: Hayato, Hokuto, Shin.

  • Curiosidades: Trens-bala que transformam em mechas. O sonho molhado do railfan otaku de 12 anos.

  • Comentário: Surpreendentemente emocional.

  • Easter-egg: O EVA-01 aparece. Sim… o Shinkalion do Evangelion.


4) 銀河鉄道999 — Galaxy Express 999

  • Autor: Leiji Matsumoto

  • Ano: 1978

  • Episódios: 113

  • Personagens: Tetsurō, Maetel, Capitão Harlock (participações).

  • Curiosidades: O anime que fez metade dos japoneses dos anos 70 sonharem em viajar pelo cosmos de trem.

  • Comentário: Um épico existencial com cara de ferroviário vintage.

  • Easter-egg: Diversas referências ocultas a locomotivas europeias e japonesas clássicas.


5) ちびっこ鉄道 — Chibikko Tetsudō (curta clássico obscuro)

  • Autor: Studio Mushi

  • Ano: 1974

  • Episódios: Especial de 20 min

  • Personagens: O garoto ferroviário e seu trem imaginário.

  • Curiosidades: Um dos primeiros animes a retratar ferrovias como tema central.

  • Comentário: Para nostálgicos e historiadores.

  • Easter-egg: O trem do curta é inspirado no D51, a locomotiva a vapor mais querida do Japão.


6) シュガーシュガールーン (segmento ferroviário especial)

  • Autor: Moyoco Anno

  • Ano: 2005

  • Episódios: 51

  • Personagens: Chocola, Vanilla.

  • Curiosidades: Não é anime ferroviário, MAS…
    …tem um episódio inspirado no romance Night Train, cultuado por Tetsudō Otaku.

  • Comentário: O equivalente ferroviário de um cameo secreto.

  • Easter-egg: O layout do trem é baseado no Blue Train japonês.


7) 交響詩篇エウレカセブン — Eureka Seven (Rail Episode)

  • Autor: Bones

  • Ano: 2005

  • Episódios: 50

  • Curiosidades: O anime tem um dos episódios de trilhos mais tecnicamente precisos da TV.

  • Comentário: Para quem gosta de mechas e ferrovias servidas de cortesia.

  • Easter-egg: O número da composição no episódio é o mesmo usado no antigo trem de testes da JR.


8) おもひでぽろぽろ — Only Yesterday (Studio Ghibli)

  • Autor: Isao Takahata

  • Ano: 1991

  • Formato: Filme

  • Curiosidades: O filme tem cenas ferroviárias tão detalhadas que se tornaram referência entre otakus de trem.

  • Comentário: É poesia sobre trilhos.

  • Easter-egg: O trem mostrado é um modelo hoje raríssimo, preservado no Railway Museum de Saitama.


9) 鉄腕バーディー OVA (Rail Chapter)

  • Autor: Masami Yuki

  • Ano: 1996

  • Episódios: 4

  • Curiosidades: Um dos primeiros animes a usar CGI para representar locomotivas realistas.

  • Comentário: Para o nerd ferroviário que também ama sci-fi anos 90.

  • Easter-egg: A locomotiva aparece com número “EF65-1101”, referência ao modelo lendário.


10) 鉄道公安官 — Railway Police Officer

  • Autor: Toei

  • Ano: 1979

  • Episódios: 30

  • Personagens: Detetives ferroviários, mafiosos e maquinistas heróis.

  • Curiosidades: Mistura Tokuso Keisatsu com ferrovias — uma delícia vintage.

  • Comentário: Perfeito para quem ama drama policial no mundo dos trilhos.

  • Easter-egg: Cada episódio apresenta um trecho ferroviário real do Japão dos anos 70.


🚂 Bellacosa’s Midnight Closing Notes

Se você é Tetsudō Otaku, sabe que não existem trilhos mortos — apenas histórias esperando para serem contadas.

Ferrovias não são só máquinas:
são memórias, geografia emocional, poesia metálica, e no Japão… quase uma religião pop.

E como diz o velho maquinista de Osaka:

“Quem segue os trilhos nunca se perde — só descobre novos destinos.”

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

🎌 Guia Bellacosa Otaku: Os Cuidados de um Iniciante no Mundo dos Animes

Guia Bellacosa Mainframe para Otakus padawans em anime

🎌 Guia Bellacosa Otaku: Os Cuidados de um Iniciante no Mundo dos Animes

Entrar no mundo dos animes é como abrir a tampa de uma caixa de Pandora colorida: saem monstros, amores, lágrimas, risadas e uma enxurrada de referências que, de repente, começam a fazer sentido.
Mas cuidado, jovem padawan do Japão animado — ser um otaku novato vem com armadilhas que podem transformar o encantamento em confusão.

Então, antes de mergulhar de cabeça nesse universo, o Bellacosa Otaku te mostra os cuidados essenciais pra começar com o pé direito — e o coração preparado.


☕ 1. Calma, não tente assistir tudo de uma vez

O primeiro erro clássico do iniciante é achar que precisa “entender de tudo”.
Anime não é prova de vestibular — é uma jornada.

Comece devagar, escolhendo uma ou duas séries que combinem com seu gosto.
Evite cair no impulso de ver cinco ao mesmo tempo ou de “zerar o MyAnimeList”.

🔎 Dica Bellacosa: escolha um anime leve e curto (12 episódios) pra sentir o ritmo narrativo japonês.
Exemplos: Erased, Vivy: Fluorite Eye’s Song ou Death Parade.

Anime é pra saborear, não maratonar como se fosse tarefa.


🎭 2. Não se prenda à aparência — os traços enganam

Você vai ver olhos enormes, cabelos verdes, expressões exageradas e talvez até um polvo falante.
Mas por trás do estilo, há profundidade.

O anime usa exagero visual como linguagem emocional.
Um olhar brilhante pode significar coragem; um chibi (personagem em miniatura) pode representar leveza em um momento tenso.

🎨 Bellacosa comenta: o traço japonês é uma forma de poesia gráfica — é emoção desenhada, não caricatura infantil.


🧭 3. Fuja dos “atalhos da internet”

Evite começar por listas aleatórias do YouTube com títulos do tipo:

“Os 10 melhores animes da história”
“Assista isso e vire otaku em 5 dias”

Essas listas são boas pra curiosidade, mas ruins pra formação.
O ideal é seguir uma linha pessoal de descoberta, baseada no que você sente — não em hype.

🔎 Dica Bellacosa: comece por gêneros.
Gosta de ação? Attack on Titan.
Romance? Toradora!
Mistério? Paranoia Agent.
Fantasia? Made in Abyss.

Anime é como música: o importante é encontrar seu ritmo.


🧠 4. Cuidado com spoilers e fanbases tóxicas

Toda comunidade tem suas sombras — e o fandom de anime não é exceção.
Há quem viva de dar spoiler “por esporte” ou fazer guerra de opiniões.

⚠️ Regra de ouro Bellacosa: o anime é uma experiência — não uma competição.

Assista no seu tempo, evite fóruns cheios de briga e mantenha o espírito aberto.
A beleza do anime está na descoberta individual, não em “estar certo” sobre quem é mais forte ou qual final é o melhor.


🔮 5. Entenda que nem todo anime é pra todo mundo

O Japão faz anime pra todas as idades, gostos e faixas emocionais.
Há obras para crianças, adolescentes e adultos — algumas leves, outras sombrias, filosóficas ou até violentas.

Antes de começar, veja a classificação etária.
Alguns títulos podem parecer fofos, mas escondem temas pesados (Made in Abyss manda lembranças).

🧘 Dica Bellacosa: anime bom é o que conversa com sua fase de vida.
Forçar títulos “só porque são populares” pode tirar o encanto.


📚 6. Aprenda os costumes, não os copie

É natural se encantar com expressões japonesas (senpai, baka, itadakimasu), mas lembre-se: anime é ficção culturalizada.
O que soa fofo em Tóquio pode soar estranho em português.

Bellacosa ensina: absorva a cultura, mas não vire caricatura.
Ser otaku é admirar o Japão, não imitá-lo sem contexto.

Estude o significado das expressões e a filosofia por trás delas. Isso enriquece muito a experiência.


🩸 7. Prepare-se para emoções de verdade

Anime não é só luta e risada. É sentimento puro, às vezes brutal.
Você vai rir, chorar, se apaixonar e talvez até se perder em reflexões sobre a vida.

Clannad, Your Lie in April, Vivy e A Silent Voice são aulas de humanidade disfarçadas de animação.

💬 Bellacosa filosofa: quem diz que “anime é só desenho” nunca sentiu o peso de um final silencioso acompanhado de trilha sonora e saudade.


🌙 8. Cuidado com o “buraco do algoritmo”

Depois que você entra, o streaming começa a te empurrar mais e mais recomendações.
E de repente, você está vendo 4 animes ao mesmo tempo, dormindo 3 horas por noite e discutindo teorias em fóruns às 3 da manhã.

🕰️ Bellacosa alerta: ser otaku não é perder o equilíbrio — é aprender a equilibrar paixão e rotina.

Anime deve inspirar, não consumir sua vida.


🧩 9. Explore além das telas

Ser otaku não é só assistir — é viver cultura.
Pesquise sobre os autores, os estúdios, o Japão, os bastidores, e até a filosofia por trás de cada obra.

🗾 Curiosidade Bellacosa: muitos animes refletem valores japoneses como disciplina (shūgyō), esforço (ganbaru) e impermanência (mono no aware).

Quanto mais você entende isso, mais profundo o anime se torna.


🎌 10. E o principal: respeite a jornada

Ser otaku não é status, é sensibilidade.
É ver beleza onde outros veem “desenho”.
É chorar com uma despedida, rir de um tropeço, e aprender que a fantasia pode revelar verdades sobre o mundo real.

🕊️ Mensagem Bellacosa:
“Anime é uma ponte — entre culturas, gerações e sentimentos.
Caminhe com respeito, e o Japão te revelará mais do que histórias: te mostrará a alma humana em cores e trilhas sonoras.”


✨ Em resumo

CuidadosPor quê?
Assistir devagarPra saborear as histórias
Evitar hype e listas aleatóriasPra formar gosto próprio
Cuidado com spoilers e comunidades tóxicasPra não estragar a experiência
Observar a faixa etáriaNem tudo é pra todos
Entender o contexto culturalAnime é arte, não caricatura
Manter equilíbrioA paixão não deve virar vício

🎴 Conclusão Bellacosa:
Assistir anime é mais do que apertar “play” — é aprender a ver o mundo com olhos curiosos, empatia aberta e alma desperta.
Quem começa com cuidado, termina com admiração.
E quem entra com respeito… nunca mais sai do mesmo jeito.

quinta-feira, 14 de agosto de 2025

A primeira de muitas mortes do COBOL

 

A primeira morte do COBOL

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Salve jovem padawan no artigo de hoje, relembrarei um causo hilario, algo que durante 20 anos perturbou e provocou as pessoas envolvidas no CODASYL 1959. Comitê que originou e desenvolveu o COBOL.



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Segunda as histórias de bastidores, o desenvolvimento da Linguagem de Programação COBOL, foi uma guerra infernal, imagine juntar diversas empresas de Mainframe, que se degradiavam insanamente pela cota de mercado, numa época em que a frase padrão era o "Meu é Maior", melhor, mais rápido, mais barato, mais isso e mais aquilo.


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Os contratos eram draconianos e as empresas que contratavam serviços informáticos eram obrigadas a comprar hardware e software do mesmo fabricante, que o código não era portável, os dados necessitavam de serem tratador para migrar entre equipamentos e acabam vitimas presos a determinado fornecedor.

Nestes caos que foram os primeiros anos da Informatica na década de 40 e 50 do seculo passado. O Governo americano, vendo que parte de seu orçamento ser consumido em Tecnologia, resolveu agir e convocou a todos. Dete chamado surgiu o CODASYL, onde o todos os envolvidos queriam um padrão, uma linguagem de programação fácil de entender e rápida de aprender.

Diferente de até então onde o Assembly e Linguagem de Máquina dominavam e raras outras linguagens tentavam angariar novos programadores, como exemplo havia o Fortran e o Flow-Matic. O nirvana desejado seria um lugar, onde não engenheiros eletrônicos pudessem trabalhar, e transformar dados comerciais em informação lucrativas, onde com um certo grau de liberdade, podemos comparar com o MS Excel dos nossos dias.


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Esse era o cenário em 1959, ano em que os melhores se reuniram e durante um ano trabalhando ora juntos, ora cada um por si, criaram a lendária LP COBOL de Terceira Geração. Mas nem tudo foram flores, egos foram feridos, sabotadores tentaram acabar com a linguagem recém nascida. Como sabemos, falharam redondamente.


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Voltando a historia,Charles A. Phillips o presidente do comitê Codasyl em fevereiro de 1960 recebe via correio, uma estranha caixa, ao abrir, se surpreende com o conteúdo, uma pessoa anonima enviou uma Lápide do COBOL.

Phillips que tinha como lema [não dobre, não enrole nem mutile!] levou o projeto a bom porto e conseguiu agradar a gregos e troianos. Num prazo recorde o mundo começou a linguagem de programação que revolucionou a informatica.


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Levou 20 anos para descobrir quem havia sido o Troll, o gozador que havia comprado e enviado a lapide ao Codasyl. Fora um dos membros, um dos participantes da esfera civil-comercial: Howard Bromberg, na época funcionário da RCA, que despeitado e nao acreditando no sucesso da empreitada, gorou e vaticinou a morte prematura do COBOL, sendo o primeiro de muitos a fazê-lo, sem sucesso.


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Então o gozão com meia culpa se desculpou e confessou estar admirado que em 1985, passado 25 anos o COBOL dominava o mercado, imagine se ele fosse vivo hoje e testemunhasse os 65 anos do Cobol.


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Os primórdios da computação foram cheios de grandes personagens, homens e mulheres que trabalharam duro para criar um mundo novo, pensando fora da caixa, lutando para transformar o mundo.

Eu em 2024 só posso agradecer a todos esses gigantes, que abriram e pavimentaram a estrada onde já dediquei 35 anos da minha vida.

Muito obrigado