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segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

🧠 AMOS: O Ladrão Invisível Que Não Roda no z/OS… Mas Já Pode Estar Roubando Seus Dados

 

Bellacosa Mainframe e o AMOS uma porta dos fundos para roubar dados

🧠 AMOS: O Ladrão Invisível Que Não Roda no z/OS… Mas Já Pode Estar Roubando Seus Dados

“Você protege seu RACF. Blinda seu CICS. Controla seu batch.
Mas… e o endpoint do seu desenvolvedor COBOL? Quem está protegendo isso?”


☕ Introdução ao Estilo Bellacosa

No mundo do mainframe, existe um mantra silencioso:

“Se está no z/OS, está seguro.”

E na maioria das vezes… está mesmo.

Mas aqui vai o plot twist que poucos analistas seniores querem encarar:

👉 O problema moderno não começa dentro do mainframe. Ele começa fora.

Hoje vamos dissecar uma ameaça real, atual e crescente:

🔥 Atomic Stealer (AMOS)


🧬 O que é o AMOS (Atomic Stealer)?

O Atomic Stealer, também conhecido como AMOS, é um malware do tipo infostealer, projetado inicialmente para sistemas macOS — sim, aquele ambiente que muitos ainda chamam de “seguro por padrão”.

Ele atua roubando:

  • Credenciais (navegadores, FTP, SSH)
  • Cookies de sessão
  • Carteiras de criptomoedas
  • Tokens de autenticação
  • Dados sensíveis armazenados localmente

👉 Em outras palavras:
Ele não invade o mainframe… ele invade quem acessa o mainframe.


🧠 A Nova Superfície de Ataque do z/OS

Você, analista COBOL sênior, já domina:

  • RACF
  • ACF2 / Top Secret
  • Segurança de dataset
  • Auditoria SMF
  • Controles de acesso CICS/DB2

Mas me responda com franqueza:

👉 Você controla o notebook do desenvolvedor que acessa o TSO?

👉 Você audita o browser onde está o plugin de emulador 3270?

👉 Você garante que tokens de sessão não estão sendo roubados?

Se a resposta for “não totalmente”…

Então o AMOS já encontrou um ponto de entrada.


🕵️‍♂️ Anatomia do Ataque

O AMOS não precisa de APF autorizado.
Ele não precisa de IPL.
Ele não precisa nem saber o que é um dataset VSAM.

Ele funciona assim:

🔓 1. Engenharia Social

  • Usuário baixa software pirata, plugin ou update falso
  • Ou acessa link malicioso (phishing)

🧬 2. Execução Silenciosa

  • Malware roda no endpoint (Mac/Windows)
  • Coleta credenciais, cookies, tokens

📤 3. Exfiltração

  • Dados enviados para servidores do atacante

🎯 4. Uso Inteligente

  • Hacker usa sessão válida
  • Acessa sistemas corporativos como usuário legítimo

👉 Inclusive:

  • Acessos TSO
  • Ferramentas FTP para datasets
  • APIs REST via z/OS Connect

⚠️ O Impacto no Mundo Mainframe

“Mas o z/OS não foi invadido…”

Correto.

👉 Mas os dados foram.

E isso muda tudo.

💥 Possíveis impactos:

  • Vazamento de dados sensíveis (clientes, contas, CPF)
  • Acesso indevido a sistemas batch
  • Execução de jobs maliciosos
  • Exfiltração de arquivos via FTP/SFTP
  • Comprometimento de credenciais privilegiadas

⚖️ LGPD: Onde o Problema Fica Sério

No contexto da Lei Geral de Proteção de Dados:

👉 Não importa onde ocorreu a falha.

Se houve vazamento de dados pessoais:

  • A empresa é responsável
  • Pode sofrer multas
  • Pode ter dano reputacional severo

E aqui vem a bomba:

“Mas foi no notebook do desenvolvedor…”

👉 Irrelevante para a LGPD.


🔍 Auditoria: O Que Você NÃO Está Vendo

Ferramentas clássicas de auditoria no z/OS:

  • SMF
  • RACF logging
  • CICS journaling

Elas vão mostrar:

✔ Login válido
✔ Acesso autorizado
✔ Comandos corretos

👉 Ou seja:
Tudo parece normal.

Porque o atacante está usando:

A identidade legítima do usuário.


🧠 O Paradoxo da Segurança Mainframe

O mainframe continua sendo o ambiente mais seguro.

Mas…

👉 A confiança no perímetro humano virou o elo fraco.


🛡️ Controles que um Analista COBOL Sênior Precisa Entender

Você não precisa virar especialista em cibersegurança.

Mas precisa evoluir sua visão.

🔐 1. Zero Trust

  • Nunca confiar implicitamente no usuário
  • Validar continuamente identidade e contexto

🔑 2. MFA (Multi-Factor Authentication)

  • TSO
  • VPN
  • Ferramentas de acesso

🧾 3. Monitoramento Comportamental

  • Detectar acessos fora do padrão
  • Horários incomuns
  • Volume anormal de leitura de datasets

🧬 4. Proteção de Endpoint

  • Antimalware corporativo
  • EDR (Endpoint Detection and Response)

📡 5. Segmentação de Acesso

  • Limitar privilégios
  • Evitar acessos amplos desnecessários

🧠 Curiosidades & Easter Eggs

💡 AMOS é vendido como serviço (Malware-as-a-Service)
👉 Hackers “alugam” o malware — modelo parecido com SaaS.

💡 Foco inicial em macOS
👉 Porque muitos profissionais de TI usam Mac… incluindo devs mainframe.

💡 Interface amigável para criminosos
👉 Painel web para visualizar dados roubados.

💡 Tokens são mais valiosos que senhas
👉 Permitem acesso sem autenticação adicional.


🧨 O Problema Ético

Aqui vai uma reflexão forte:

👉 O analista COBOL tradicional sempre confiou no ambiente controlado.

Mas agora…

  • Seu código pode ser seguro
  • Seu JCL pode estar perfeito
  • Seu RACF pode estar blindado

E mesmo assim…

Seus dados podem estar sendo vendidos na dark web.


🧭 Conclusão: O Novo Papel do Analista Mainframe

O analista COBOL sênior de hoje precisa ser:

  • Técnico ✔
  • Experiente ✔
  • Consciente de segurança moderna ✔✔✔

Porque o jogo mudou:

O ataque não vem mais pelo JCL…
Vem pelo clique do usuário.


🚀 Provocação Final

👉 Você revisa seu código COBOL com atenção extrema.

Mas…

Você já revisou o ambiente onde esse código é acessado?


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Os 100 Comandos Mais Importantes do CMD.EXE e da Herança MS-DOS no Windows - Parte II

 

Bellacosa Mainframe e os comandos ms-dos em windows parte II

Os 100 Comandos Mais Importantes do CMD.EXE e da Herança MS-DOS no Windows

Guia Definitivo para Administração, Diagnóstico, Automação e Recuperação de Sistemas Windows

Introdução

Desde o surgimento do IBM PC em 1981, a linha de comando tornou-se uma das ferramentas mais poderosas da computação pessoal e corporativa. O MS-DOS (Microsoft Disk Operating System) foi durante anos o principal sistema operacional da plataforma PC, estabelecendo comandos que permanecem vivos até hoje dentro do Windows moderno.

Embora o Windows atual utilize uma arquitetura baseada no Windows NT, lançada na década de 1990, o Prompt de Comando (CMD.EXE) continua sendo uma ferramenta indispensável para administradores de sistemas, profissionais de suporte técnico, especialistas em redes, analistas de segurança e usuários avançados.

O CMD oferece acesso direto a funções do sistema operacional, permitindo executar tarefas de forma mais rápida, precisa e eficiente do que muitas ferramentas gráficas. Além disso, diversos comandos clássicos herdados do MS-DOS continuam sendo amplamente utilizados para manutenção, automação e diagnóstico de computadores e servidores.

Entre suas principais aplicações estão:

  • Administração local e remota de sistemas Windows.

  • Diagnóstico de problemas de hardware e software.

  • Gerenciamento de arquivos e diretórios.

  • Configuração e monitoramento de redes.

  • Automação através de scripts Batch.

  • Recuperação de sistemas corrompidos.

  • Auditoria e segurança da informação.

  • Forense computacional e análise de incidentes.

Neste guia Bellacosa Mainframe você encontrará os 100 comandos mais importantes do CMD.EXE organizados por utilidade prática, com explicações detalhadas, origem histórica, sintaxe, exemplos de uso e aplicações reais no dia a dia profissional.


26. MD

Nome Completo

Make Directory

Origem

Introduzido nas primeiras versões do MS-DOS para permitir a criação de diretórios em sistemas de arquivos FAT.

Função

O comando MD cria novas pastas (diretórios) no sistema de arquivos. É um dos comandos mais utilizados para organizar dados, estruturar projetos e automatizar processos administrativos.

Sintaxe

md nome_da_pasta

Exemplos

Criar uma pasta simples:

md Backup

Criar múltiplas pastas:

md Fotos Documentos Videos

Criar estrutura completa:

md Empresa\Financeiro\2025

Passo a Passo

  1. Abrir o CMD.

  2. Navegar até o diretório desejado.

  3. Executar o comando MD.

  4. Confirmar a criação utilizando DIR.

Aplicações Profissionais

  • Organização de backups.

  • Implantação de sistemas.

  • Scripts de instalação.

  • Estruturação de projetos corporativos.


27. RD

Nome Completo

Remove Directory

Origem

MS-DOS.

Função

Remove diretórios vazios ou estruturas completas de diretórios.

Sintaxe

rd pasta

Exemplos

Remover pasta vazia:

rd Backup

Remover pasta com conteúdo:

rd /s Backup

Remover sem confirmação:

rd /s /q Backup

Atenção

O parâmetro /S remove todos os arquivos e subpastas. Utilize com cautela.

Aplicações

  • Limpeza automatizada.

  • Remoção de ambientes temporários.

  • Rotinas de manutenção.


28. COPY

Origem

Presente desde as primeiras versões do DOS.

Função

Copiar arquivos entre diretórios ou unidades.

Sintaxe

copy origem destino

Exemplos

Copiar um arquivo:

copy relatorio.txt D:\Backup

Criar cópia local:

copy teste.txt teste_bkp.txt

Vantagens

  • Simplicidade.

  • Velocidade.

  • Compatibilidade universal.

Aplicações

  • Backup manual.

  • Distribuição de arquivos.

  • Scripts automatizados.


29. XCOPY

Nome Completo

Extended Copy

Origem

Introduzido no MS-DOS 3.2.

Função

Versão avançada do comando COPY, permitindo copiar diretórios inteiros e estruturas complexas.

Sintaxe

xcopy origem destino

Exemplos

Copiar diretórios:

xcopy C:\Dados D:\Backup /s

Copiar diretórios vazios:

xcopy C:\Dados D:\Backup /e

Principais Parâmetros

/S = Copia subpastas.

/E = Copia inclusive pastas vazias.

/Y = Não solicita confirmação.

Aplicações

  • Migração de dados.

  • Backups locais.

  • Distribuição de software.


30. ROBOCOPY

Nome Completo

Robust File Copy

Origem

Microsoft Resource Kit.

Função

Ferramenta profissional para cópia, sincronização e replicação de arquivos.

Sintaxe

robocopy origem destino

Exemplo

robocopy C:\Dados D:\Backup /mir

Recursos Avançados

  • Multithreading.

  • Retentativas automáticas.

  • Espelhamento de diretórios.

  • Controle de permissões NTFS.

Aplicações

  • Data Centers.

  • Servidores Windows.

  • Migração corporativa.

Curiosidade

É considerado o sucessor moderno do XCOPY.


31. MOVE

Origem

MS-DOS.

Função

Move arquivos e diretórios sem necessidade de copiar e apagar manualmente.

Sintaxe

move origem destino

Exemplo

move relatorio.pdf D:\Arquivos

Aplicações

  • Organização documental.

  • Arquivamento automático.

  • Processamento de lotes.


32. DEL

Nome Completo

Delete

Origem

MS-DOS.

Função

Remove arquivos do sistema.

Sintaxe

del arquivo

Exemplos

Excluir arquivo:

del teste.txt

Excluir temporários:

del *.tmp

Cuidados

Arquivos removidos pelo DEL normalmente não vão para a Lixeira.


33. ERASE

Origem

MS-DOS.

Função

Comando equivalente ao DEL.

Sintaxe

erase arquivo

Exemplo

erase log_antigo.txt

Observação

Atualmente é mantido principalmente por compatibilidade histórica.


34. REN

Nome Completo

Rename

Função

Renomear arquivos e diretórios.

Sintaxe

ren antigo novo

Exemplo

ren vendas2024.xlsx vendas2025.xlsx

Aplicações

  • Padronização de nomes.

  • Organização de arquivos.

  • Automação documental.


35. ATTRIB

Origem

MS-DOS.

Função

Visualizar e alterar atributos de arquivos e pastas.

Sintaxe

attrib

Exemplo

Ocultar arquivo:

attrib +h segredo.txt

Remover atributo oculto:

attrib -h segredo.txt

Atributos

H = Hidden (Oculto)

R = Read Only (Somente leitura)

S = System (Sistema)

A = Archive (Arquivamento)

Aplicações

  • Segurança básica.

  • Administração de arquivos.

  • Automação.


36. TYPE

Função

Exibir rapidamente o conteúdo de arquivos texto diretamente no terminal.

Sintaxe

type arquivo.txt

Exemplo

type log.txt

Aplicações

  • Leitura de logs.

  • Configurações.

  • Arquivos batch.


37. MORE

Função

Permite visualizar textos extensos página por página.

Sintaxe

more arquivo.txt

Exemplo

type log.txt | more

Benefícios

Facilita leitura de arquivos muito grandes.


38. FIND

Função

Pesquisar palavras ou expressões específicas dentro de arquivos.

Sintaxe

find "erro" log.txt

Aplicações

  • Pesquisa em logs.

  • Diagnóstico.

  • Auditoria.


39. FINDSTR

Origem

Windows NT.

Função

Ferramenta avançada de pesquisa semelhante ao GREP do Linux.

Sintaxe

findstr texto arquivo

Exemplo

findstr /i erro *.log

Recursos

  • Expressões regulares.

  • Pesquisa múltipla.

  • Busca recursiva.

Aplicações

  • Segurança.

  • Auditoria.

  • Forense digital.


40. FC

Nome Completo

File Compare

Função

Comparar arquivos e identificar diferenças.

Sintaxe

fc arquivo1 arquivo2

Exemplo

fc original.txt backup.txt

Aplicações

  • Controle de versões.

  • Verificação de backups.

  • Auditorias.


quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

💀💀💀 Zalgo uma pequena sabotagem na biblioteca FAKER.Js 💀💀💀

 


Bellacosa Mainframe e o virus Zalgo assuntando o mundo JS

Risco de Software? Sabotagem em código: Estudo do Caso Zalgo

Salve jovem padawan, hoje vamos comentar sobre um acontecimento quente que ocorreu nos últimos dias, mais precisamente por volta de 10 de janeiro, algo que nos faz parar, avaliar, analisar e pensar em todo o enredo.

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Calma que explicarei, bombasticamente aconteceu uma alteração no código fonte de duas famosas bibliotecas em JavaScript, utilizada por milhares de desenvolvedores no mundo afora. Coisas de software livre e comunidade colaborativa.

Num primeiro momento foi uma sabotagem no código fonte, que gerou comportamento errático e anômalo em ambas as bibliotecas, que causou comoção na comunidade.

O que aconteceu na faker.js e colors.js?

No começo do ano vários desenvolvedores notaram uma situação anômala, semelhante há um vírus no funcionamento destas bibliotecas, que no decorrer da sua execução apresentavam uma mensagem no console, seguida de uma série de caracteres estranhos.

LIBERTY LIBERTY LIBERTY

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Liberdade Liberdade Liberdade.

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Inúmeros programas foram retirados de produção e backups foram utilizados para restaurar a versão anterior, deixando gerentes de TI e equipes muitíssimas preocupadas, seria apenas isso, ou existiria algum backdoor ou outra rotina maliciosa dentro das bibliotecas?

Por vias das dúvidas, os programas ficaram em quarentena, enquanto os especialistas em segurança avaliavam a ameaça e elaboravam relatórios de segurança.

O que é Faker.Js ?

É uma biblioteca utilizada para mockar dados em back-end utilizada especificamente para teste em apis, testes de carga e funcionamento de workflows com uma massiva criação de dados fake.

Podendo ser utilizado via instalação NPM ou Yarm, mas também referenciada em páginas HTML sendo muito útil para os desenvolvedores

O que é Colors.js?

É uma biblioteca de cores utilizada para front-end auxiliando o desenvolvimento de pagina parametrizando códigos de cores em CSS, HTML e aplicativos.

A história por trás do caos

Em teoria não existe nenhum risco nas Bibliotecas, os analistas de segurança correram a verificar e recomendaram a não utilização, pois a credibilidade ficou abalada, porem segundo algumas fontes não ocorreu nenhuma invasão ou ataque de crackers.

A princípio a comunidade DEV creditou a cyberpiratas ou mesmo trolls, que poderiam usar uma quebra de senha e infiltrando-se na comunidade para inserir vírus, worms, trojans e outros malwares num código amplamente utilizado por milhões de programadores em milhares de empresas.

Mas na verdade foi um ato de anarquia digital, onde o próprio autor fez um manifesto de revolta e honrou a memória de uma vítima dos abusos policial, sendo vítima de um golpe kafkiano.

Investigando o fonte

Uma análise no código de ambas as bilbiotecas encontrou uma explicação no arquivo README.TXT do projeto, estava uma questão: o que realmente aconteceu com Aaron Swartz?”

https://github.com/Marak/faker.js

O grande Aaron Swartz

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Estou me referindo ao grande programador e hackativista pro-SOPA, em vida participou ativamente em diversos projetos open-source, auxiliou na criação e melhorias no RSS, no markdown.

Acabou sendo vítima de uma armadilha do FBI e acabou sendo processado correndo o risco de pegar até 30 anos de cadeia, mas devido as suas habilidades como programador, queriam agenciar seu trabalho e faze-lo renegar o seu ativismo, levando-o para o lado negro da força, sendo que se aceitasse comutaria sua pena de prisão para apenas 6 meses.

Declarando-se inocente, não aceitou o acordo com a promotoria e como último ato nesta tragédia tirou a própria vida, enforcando-se no dia 11-01-2013, mas não vendendo-se.

O principal suspeito

Após análises preliminares foi constatado que não houve invasão e o código estava seguro, sendo que o autor da pichação virtual foi Marak Squires, o responsável pelo código malicioso, sendo que ele é o autor de ambas as bibliotecas.

O ato e a tragédia

Afinal o Zalgo não causou danos a ninguém, apenas assustou a comunidade pegando as empresas de segurança de software de surpresa, afinal o uso de bibliotecas de terceiros é um furo de segurança.

Podendo ser explorado por crackers para no futuro usa-las como cavalos de troia e adentrarem CPDs de empresas importantes.

A princípio as políticas de segurança devem ser revistas e todo software open-source devem ser utilizados com atenção.

O que é zalgo?

Hoje apresentei inúmeros termos novos, vamos explorar um outro termo, comum na Deep Web, Zalgo, também conhecido como Z'algatoth, originalmente era um meme oriundo do site de discussão e compartilhamento de imagens Something Awful criado pelo usuário Shmork pseudônimo de Dave Kelly), que acabou se tornando um personagem significativo dentre a comunidade de creepypastas e migrou para inúmeras redes sociais.

Cyber protestos

A cada dia surge uma nova maneira dos cyberativistas se pronunciarem e compartilhar com toda a comunidade seu ponto de vista e lançar memória de uma grande pessoa vítima do sistema, Swartz foi um gênio e imagine o quando poderia ter produzido se sua vida não tivesse sido abreviada, convido a todos a lerem sua biografia no Wikipédia.

Uma comunidade atuante

Se gosta de programar convido-o a explorar o GITHUB, que existem inúmeras comunidades que trabalham para o bem comum, codificando ferramentas para auxiliar a produtividade e criar apps livres e sem licenças.

Muitas pessoas ficaram indignadas com os administradores do GitHub por terem suspenso a conta de Squires, afinal de contas, ele nao fez nenhum ato indevido, afinal o código era dele e o repositório idem, nao prejudicou ninguém apenas gerou muita repercussão e fez a comunidade parar, pensar e homenagear a memoria de um grande Dev.

Conclusão

Caro padawan hoje o tiozão apresentou mais um caso curioso no mundo da informática, quem conhece alguns dos temas abordados e quiserem aproveitar para enriquecer nosso artigo, fiquem a vontade e deixem nos comentários.

Eu particularmente fiquei muito emocionado na sigila homenagem e ao mesmo tempo protesto bem-humorado, que deixou muita gente de cabelo em pé.

Espero ter ajudado, lembre-se que é um trabalho continuo.


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Mais momento jabá, para distrair, uma visita a Araraquara, num insólito posto de gasolina, onde o Batman e seu grande fan, criaram inúmeras atrações para ser explorado, para a alegria de miúdos e graúdos, e se tiverem um pouco de sorte poderão dar uma volta no Bat-movel, visite meu vídeo e veja para onde fui desta vez:


Pode me dar uma ajudinha no YouTube?


Artigo original : https://web.dio.me/articles/zalgo-uma-pequena-sabotagem-bibliotecas-na-fakerjs?back=%2Farticles&open-modal=true&page=1&order=oldest

Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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