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Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
Olha depois de algumas repetições e treinos o pessoal arrepiou, olhem como a galera esta se divertindo e sentindo prazer na dança.
Eu estava filmando e me controlando para não dançar também, senão a camera tremia e tremia. Mas tinha ora que o pezinho ficava batendo ao ritmo da dança.
Depois de um dia delicioso estamos retornando para a pousada, pegando uma estradinha toda esburacada e cheia de surpresas. Esta estradinha é o convite perfeito para aqueles que curtem a emoção de voltar no tempo, andando por picadas e estradas rurais, ver as cercas de arame farpado, gado solto, ouvir ao longe latido dos cães, sentir o cheiro de mato e terra.
Uma visão linda com araucarias, hortencias, vaquinhas e cavalos, muito verde e montes e colinas que encantam o olhar.
Muitos buracos, laguinhos e surpresas que servem para tornar cada viagem , uma viagem única. Para aumentar a emoção com as tempestades de verão, a ponde em concreto ruiu e para atravessar um ribeirão passamos por uma ponte em madeira.
Para aqueles que não conhecem Monte Verde, eis uma pequena visão da rua principal ate o Portal da cidade com sua maquina a vapor e a avioneta para fotos.
Se repararem bem tem esquilos de pelúcia no portal, vemos saindo prontos para pegar a estrada rumo a pousada. Vemos auracaias, vales muito verde, numa pequena estrada bem estilo anos 80.
Pequenina e sinuosa uma delicia para os amantes da direcção, com uma paisagem de tirar o fôlego e para tornar tudo mais lindo pegamos a estrada com o por do sol.
Realmente o chocolate deixa-nos loucos, aquele cheiro delicioso, o sabor, sentir ele derretendo na boca, depois aquela sensação de prazer único.
Após um almoço delicioso onde devoramos truta, fomos passear e acabamos indo na fabrica de chocolate da cidade, bem na hora em que a Chocolateira temperava chocolate branco.
Ficamos ali bem uma meia hora assistindo todo o processo de choque térmico, depois vimos as meninas enrolando a massinha de leite ninho, posteriormente recheando com nutella e enfim envolvendo tudo isso no chocolate branco.
Foi uma verdadeira aula, assistir todas as etapas deste processo, sempre aprendemos algo novo, sem contar que a visão maravilhosa do chocolate não tem preço.
E convido a todos aqueles que gostam de chocolate a visitarem no facebook a pagina de doces da Juju: https://www.facebook.com/Juliana-Cunha-making-Brigadeiros
Estamos passeando por Monte Verde, um refugio na montanha da Serra da Mantiqueira próximo da fronteira entre os estados de São Paulo e Minas Gerais.
Um lugar romântico, um refugio para casais curtirem bons momentos a 2, cercado de chalets em meio ao verde das montanhas.
No inverno curtir uma lareira com queijinho fundido e um bom vinho torna tudo ainda mais romântico.
A cidade porem é bem pequenina, somente tem uma rua principal onde todo o comercio esta centralizado, com casa de doces, onde recomendo vivamente provarem o delicioso doce de abóbora com coco.
Passeando pela rua principal nos deparamos com muitos motociclistas passando uma agradável tarde de sábado em suas maquinas.
Andando sem destino por Monte Verde, vamos descobrindo seus encantos, achamos um outro portal, mais chacaras e casas de interesse, uma galeria de arte.
As ruas na sua maior parte são estradinhas esburacadas e sem asfalto, então se seu carro alérgico a poeira é melhor ficar no centro. Porem se curte aventura estas estradinhas são um prato cheio.
Sobe, desce, curva a direita, curva a esquerda, crateras e árvores no meio do caminho... uma diversão única para uma tarde de sábado sem compromisso.
Em nosso passeio por Monte Verde andando pelas estradinha esburacadas e poeirentas fomos parar num alambique. Um verdadeiro achado em meio as diversas quintas e chacaras.
O delicioso cheirinho da cachaça invade as narinas, dando agua na boca, um grande barril de carvalho envelhece a agua que passarinho não bebe.
Diversas garrafas com as mais diversas misturas de sabores, natural, envelhecida no carvalho, com sabor a frutas e ervas diversas.
Ao fundo para quem quiser aprender esta um alambique em cobre, para destilar o mosto, separando o álcool da garapa fermentada.
A titulo de curiosidade a cachaça sai do destilador em vapor, passa por uma serpentina onde liquidifica e sai com uma graduação alcoólica de 44°, que para poder ser consumida deve passar por um processo de mistura, onde acrescenta-se agua para diluir o álcool.